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Resultado do Top 10 da Expovinis deixa KMM eufórica

O resultado do Top 10 da Expovinis 2011 deixou, mais uma vez, a equipe da KMM Vinhos eufórica. A importadora emplacou dois rótulos na premiação nas categorias Vinhos Brancos Chardonnay (com o Giaconda Nantua Vineyard Chardonnay 2005) e Vinhos Tintos do Novo Mundo (com o Jim Barry The Mcrae Wood Shiraz 2005), ambos australianos.
Especializada em trazer vinhos do Novo Mundo para o nosso mercado, com especial foco em vinhos diferenciados da Austrália, a KMM Vinhos exibe em seu stand novos rótulos da vinícola australiana Westend Estate, um Tempranillo e um Pinot Noir, além de novas safras de vários itens de vinícolas australianas consagradas, como Yalumba, Jim Barry, Tatachilla, Hope Estate, Sandalford, Brokenwood e St. Hallett, entre outros. Uma novidade no catálogo da importadora são os vinhos da África do Sul, Namaqua e Mont du Toit, lançados há pouco mais de um mês.
Se você estiver na Expovinis, dê uma passada no stand da KMM porque sempre vale a pena.

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Jantar harmonizado com rótulos da Feudo Maccari na Grand Cru Moema

O bistrô e wine bar Prazeres do Vinho, da Grand Cru Moema, receberá nesta quinta-feira, a partir das 20h, Stefano Maggini, da vinícola Feudo Maccari, uma das mais tradicionais da Sicília, na Itália. Maggini comandará o jantar harmonizado entre suas criações e pratos assinados pelo chef Julio Laudisio. Veja os pratos:

Entrada
Caponata siciliana com mexilhões ao vinho branco
Feudo Maccari Grillo 2009

Primeiro prato
Atum grelhado com salvia e nozes
Feudo Maccari Nero d’Avola 2009

Segundo prato
Penil de cordeiro no seu próprio molho com polenta cremosa e peperonata
Feudo Maccari Saia 2007
Feudo Maccari Maharis 2007

Sobremesa
Tiramissu ao limoncello



Wine Dinner Feudo Maccari com Stefano Maggini
Local: Grand Cru Moema – Alameda dos Nhambiquaras, 614
Data: 28 de abril
Horário: 20h
Custo: R$ 160 por pessoa
Inscrições: (11) 3624-5819

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Pizzato e o DNA de campeão



São Paulo - Na distante safra de 1999, a pequena vinícola Pizzato despontava no cenário nacional com um merlot que entrou para a história do vinho brasileiro e tornou-se um referencial de qualidade não só para seus criadores como para vários produtores do Vale dos Vinhedos, que está se tornando a primeira DO (Denominação de Origem) brasileira.
Na mesma parcela de vinhedo em que foram colhidas as uvas daquela safra mítica, a Pizzato elaborou o Pizzato DNA99, safra 2005, que acaba de vencer o concurso Top 10 da Expovinis na categoria vinho tinto nacional.
Experimentei esse excelente vinho pela primeira vez em dezembro e comprovei sua persistência e equilíbrio, um vinho com aromas complexos e típicos da uva merlot. “Após ser decantado, o DNA99 revela-se ainda mais rico”, recomenda o enólogo Flavio Pizzato.
Do DNA99, 2005, foram produzidas apenas 6.800 garrafas, todas numeradas, em lote único, com Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos (com selo de certificação). O preço final médio para o consumidor é de R$ 110.

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Comercialização de vinhos nacionais cresceu 5% no trimestre





São Paulo - A comercialização de vinhos elaborados no Rio Grande do Sul – responsável por aproximadamente 90% da produção nacional – alcançou um crescimento de 5% no primeiro trimestre de 2011 no Brasil, em comparação com igual período de 2010. O mesmo percentual foi verificado nos vinhos finos e de mesa. O destaque foi o desempenho dos vinhos finos tintos, que tiveram aumento de 15% nos primeiros três meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. O volume de 1,88 milhão de litros de vinhos finos colocados em janeiro, fevereiro e março é o maior da história para o primeiro trimestre, superando o recorde anterior, de 1,80 milhão de litros, de 2007.
Os vinhos rosados subiram 11% e os brancos caíram 19%. O volume total de vinhos finos e de mesa vendidos de janeiro a março deste ano somou 48 milhões de litros, ante 46 milhões no mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados nesta terça-feira pelo presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Júlio Fante.

Espumantes
Os vinhos espumantes tiveram uma queda de 4% no primeiro trimestre do ano. O resultado negativo foi puxado pela diminuição de 24% dos espumantes moscatéis. “Muitas empresas terminaram 2010 sem estoques, devido à alta procura para as festas de final do ano. Por isso, a lenta reposição dos produtos não foi suficiente para atender a demanda”, explica Júlio Fante. Os espumantes do tipo brut e demi-sec tiveram leve aumento de 2% nos primeiros três meses do ano, sempre em comparação com o mesmo período do ano passado.

Embalagens
O levantamento do Ibravin começa a trazer uma novidade: a comercialização de vinhos por tipo de embalagem. Segundo o enólogo Leocir Bottega, diretor-técnico do Ibravin, o primeiro trimestre do ano confirma o crescimento constante no percentual de vinhos engarrafados em relação à venda a granel, principalmente nos vinhos de mesa.
O primeiro trimestre encerrou com aumento de 16% na venda de vinhos de mesa engarrafados, de 29% nos vinhos de mesa em bag-in-box e apenas 1% a granel. “Isto mostra que as vinícolas estão buscando maior valor agregado na sua produção vitivinícola”, explica. Nos vinhos finos, a tendência é a mesma, com 1% de acréscimo na venda a granel, 16% engarrafados e 7% em bag-in-box.

Critérios
Os números do Ibravin referem-se ao Rio Grande do Sul – origem de cerca de 90% da produção brasileira de vinhos e derivados – conforme o Cadastro Vinícola, mantido em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As informações não abrangem o restante do País em razão de outros estados brasileiros não implantarem o Cadastro Vinícola. É uma pena que os outros estados produtores ainda não estejam no cadastro, o que tornaria as informações do setor mais precisas.

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Confira a lista dos melhores rótulos da Expovinis 2011




São Paulo - Sei que outros colegas dos blogs de vinhos já devem haver postado essa informação ontem, mas merecia descansar (e muito) após iniciar o dia com um reles voo da ponte aérea atrasado em mais de três horas, check in voado no hotel e ir para a Expovinis sem almoçar. Portanto, aí vai a lista dos dez melhores rótulos da Expovinis 2011. O vencedor de cada categoria vai em negrito e o restante vai pela ordem de classificação do júri, que fez a avaliação às cegas nos dias que antecederam a abertura do evento.

Espumante Nacional

1 Casa Valduga 130 Brut – Bento Gonçalves, Brasil
2 Valmarino & Churchill Champenoise, 2009
3 Aurora Chardonnay Método Charmat
4 Peterlongo Elegance Champenoise Brut

Espumante Importado

1 Cuvée Charles Gardet – Champagne, França
2 Le Marchesine Franciacorta Brut Docg
3 Margot Extra Brut
4 Astoria Prosecco Cartizze
5 Zonin Prosecco Doc

Branco Sauvignon Blanc

1 Casas Del Bosque Pequeñas Producciones Sauvignon Blanc, 2009, Casablanca, Chile
2 Casas Del Toqui Terroir Selection Gran Reserva, 2010
3 Villa Francioni Sauvignon Blanc, 2009
4 Sanjo Núbio Sauvignon Blanc, 2010

Branco Chardonnay

1 Giaconda Nantua Vineyard Chardonnay, 2005 – Victoria, Austrália
2 Monte Agudo Terroir De Altitude Chardonnay, 2008
3 Phillippe Collin Chevalier Montrachet Grand Cru, 2007
4 Salton Virtude Chardonnay, 2008
5 Luiz Argenta Gran Reserva Chardonnay, 2009

Branco Outras Castas

1 Morgado De Sta Catherina Bucelas Reserva Arinto, 2008 – Estremadura, Portugal
2 Casa De Sarmento Maria Gomes, 2008
3 Sanjo Maestrale Integrus, 2008
4 Eral Bravo Urano Torrontés, 2010
5 Herdade Dos Grous Reserva Branco Regional, 2008

Rosado

1 Château De Pourcieux Côtes De Provence, 2010 – Provence, França
2 Chateau De L’escarelle Coteaux Varois En Provence, 2010
3 Domaine De Vignaret Rosé
4 Chateau De L’escarelle Les Belles Bastilles, 2010
5 Chateau Ferrylacombe Cascaii Rosé, 2010

Tinto Nacional

1 Pizzato DNA 99, 2005 – Bento Gonçalves, Brasil
2 Santo Emílio Leopoldo Cabernet Sauvignon Merlot, 2007
3 Viapiana Via 1986 Marselan, 2009
4 Miolo Merlot Terroir, 2008

Tinto Novo Mundo

1 Jim Barry The Mcrae Wood Shiraz, 2005 - Clare Valley, Austrália
2 Undurraga Th Pinot Noir, 2009
3 Spice Route Mourvèdre, 2008
4 Gimenez Rilli Reserva Altamira, 2007
5 Perez Cruz Quelen Special Selection, 2006

Tinto Velho Mundo

1 Roquette & Cazes, 2007 – Douro, Portugal
2 Burgos Porta Mas Sinén Coster, 2006
3 Bodegas Portia Ebeia Roble, 2009
4 Bodegas Portia Prima, 2007
5 Mouchão Colheitas Antigas, 2000

Doce Fortificado

1 Justino’s 10 Years – Madeira, Portugal
2 Quinta Santa Maria Portento, 2006
3 Meerendal Chenin Blanc Natural Sweet, 2009
4 Dr. Loosen Ürziger Würzharten Riesling Auslese 2008
5 Pericó Ice Wine, 2009


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Previsão de safra recorde de uvas em 2011

São Paulo - A safra de uva deste ano será a maior da história. Desde janeiro já foram colhidos 550 milhões de quilos no Rio Grande do Sul. A média de crescimento do volume declarado até o momento é de 25%. Assim, o estado que concentra a maior parte da produção de uva do país, deverá ter uma colheita de 650 milhões de quilos, acima dos 640 milhões de quilos calculados pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) no começo da safra.
Na safra 2010, foram colhidos 527 milhões de quilos de uva nos parreirais gaúchos, responsáveis por cerca de 90% da produção brasileira de uva e derivados. Até agora, a maior safra da história é a de 2008, que teve a colheita de 634 milhões de quilos de uva.
Em termos qualitativos, a safra deste ano sofreu a ocorrência do fenômeno La Niña, que trouxe em clima mais seco, com menos incidência de chuvas, situação que contribui para se obter vinhos melhores.

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Vale dos Vinhedos, a primeira D.O. de vinhos do Brasil é apresentada na Expovinis




São Paulo - Com o processo em fase final para registro no INPI, a Aprovale divulgou nesta terça-feira os oito rótulos selecionados para compor a Denominação de Origem (DO) Vale dos Vinhedos. O anúncio foi feito no primeiro dia de atividades da Expovinis 2011. As características dos vinhos do Vale já eram reconhecidos em função dos parâmetros de qualidade adotados pelas vinícolas da região desde a certificação da Indicação de Procedência (IP).
Entidade que representa os produtores do Vale dos Vinhedos, a Aprovale lançou ainda o Manual da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos, para esclarecer o que significam Indicação Geográfica, Indicação de Procedência e Denominação de Origem, conceitos já arraizados na Europa e de amplo conhecimento do mercado internacional, mas ainda desconhecidos da maioria dos brasileiros. O início da certificação da DO Vale dos Vinhedos já está presente em 11 rótulos que se adequaram às normas estabelecidas.

Como funciona a DO

A cada safra, as vinícolas enviam à Aprovale uma solicitação para que o Conselho Regulador avalie os produtos que elas desejam que sejam identificados com a D.O. As amostras destes vinhos são recolhidas e eles passam por análises da documentação para verificar se os padrões de cultivo e de elaboração estão de acordo com as normas estabelecidas. Estas amostras também são analisadas em laboratórios especializados e, por fim, passam por uma degustação feita por um grupo de especialistas, composto de técnicos da Embrapa, da Aprovale e da Associação Brasileira de Enologia.

Veja, abaixo, os 11 primeiros vinhos que chegarão ao mercado com a DO Vale dos Vinhedos:

Vinícola Almaúnica
Amaúnica Reserva Merlot safra 2009

Vinícola Dom Cândido
Dom Cândido Documento Merlot safra 2009

Pizzato Vinhas e Vinhos
Espumante Pizzato Brut
Pizzato Chardonnay safra 2009

Peculiare Vinhos Finos
Peculiare Merlot safra 2009

Vinhos Don Laurindo
Don Laurindo Reserva Merlot safra 2009

Miolo WineGroup
Miolo Cuvée Giuseppe Merlot/Cabernet Sauvigon safra 2009
Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay safra 2009
Espumante Brut Miolo Millésime safra 2009

Terragnolo Vinhos Finos
Terragnolo Merlot safra 2009

Casa Valduga
Casa Valduga Chardonnay safra 2009

Nota do blog: Cheguei a esta degustação já em andamento e perdi os espumantes e o chardonnay da Casa Valduga. Como discutir a excelência dos espumantes elaborados na Serra Gaúcha é como chover no molhado, vou destacar os dois outros chardonnays. O da Pizzato, que mostra complexidade aromática sem precisar passar por madeira, e o Cuvée Giuseppe, que apresenta um conceito diverso ao estagiar em barricas de carvalho francês.
No caso dos tintos, a DO Vale dos Vinhedos privilegia a merlot, a casta tinta mais adaptada à região, e o que mais me surpreendeu foi o Peculiare 2009, de uma vinícola minúscula, com 15 meses repousados em carvalho francês, e de boa estrutura. A cria do enólogo Ronaldo Zorzi meerce ser observada de perto.

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Ibravin fará balanço do da venda de vinhos no país no primeiro trimestre

O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) divulga, na próxima terça-feira, na abertura da Expovinis 2011, em São Paulo, o balanço de comercialização de vinhos no Brasil no primeiro trimestre do ano. O presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Júlio Fante, concederá entrevista coletiva no estande Vinhos do Brasil, e divulgará uma projeção da safra de uva deste ano.

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Por três dias consecutivos, Expovinis 2011 reúne vinhos do Brasil e do mundo num só lugar



Maior feira de vinhos da América Latina, a cada edição a ExpoVinis tem como foco apresentar rótulos já consagrados e também funcionar como um espaço para novos expositores e lançamentos do setor. Na feira deste ano teremos a estreia da Wines of Chile, responsável por difundir os vinhos premium chilenos no mercado mundial.
Já os produtores brasileiros, escoltados pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) acenam com uma participação de peso. Dono do maior estande da feira, que ocupará uma área de 557m², o Ibravin levará a São Paulo mais de 40 vinícolas com rótulos do Rio Grande do Sul (Serra e Campanha Gaúcha), Santa Catarina e o Vale do São Francisco (Bahia e Pernambuco). Ainda de Santa Catarina, no espaço da Acavitis, teremos os surpreendentes vinhos finos de altitude produzidos na Serra Catarinense. Além disso, Casa Valduga, Miolo, Salton e Pizzato terão seus estandes próprios.
O Velho e o Novo Mundo também ampliam sua participação. Com um dos maiores espaços de vinhos espanhóis na ExpoVinis, as bodegas de Castilla-La Mancha marcam presença pela quinta vez consecutiva. Coordenando a participação dos produtores argentinos, o espaço ProMendoza traz um dos grupos mais importantes: a Wines of Argentina. ViniPortugal, AEP (Associação Empresarial de Portugal) e as Comissões Vitivinícolas das Regiões do Alentejo e Tejo representam Portugal no evento.
Produtores da África do Sul, Nova Zelândia e Alemanha também trazem suas novidades e o Pavilhão da França ocupa um dos maiores espaços do evento com as principais regiões francesas. A Itália também aumenta sua participação e traz vinícolas de consagrados terroirs como Toscana, Sicília e Piemonte. No Espaço Itália 2011, 18 renomados produtores representam as regiões de Puglia, Abruzzo, Marche e Lombardia, além da Toscana e Piemonte.
Do lado das importadoras, os visitantes terão a oportunidade de apreciar os vinhos dos catálogos da
Decanter, Interfood, Malbec, Del Maipo, KMM, Hannover, Ravin, Qualimpor, Inovini, Adega Alentejana, Cantu, Obra Prima, Costazzurra e Bodegas Selecionadores de Vinho. Enoteca Fasano e Vinissimo são as duas estreantes.

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Expovinis 2011 traz 350 expositores



Está chegando a hora do maior salão de vinhos da América Latina. O ExpoVinis Brasil chega à sua 15ª edição amplia cada vez mais sua importância ao reunir profissionais do setor, enófilos, enólogos, produtores e consumidores num clima de aprendizado, troca de experiências e, é claro, bons negócios.
Para marcar os 15 anos do evento, a Exponor Brasil, organizadora do ExpoVinis Brasil, apresenta duas novidades. A primeira delas é a Enoteca ExpoVinis, uma loja que venderá, por um preço especial, vinhos presentes no evento. Os rótulos disponíveis na Enoteca virão com o selo “Recomendado pelo Júri Top Ten”, o corpo de jurados responsável por escolher os melhores vinhos do evento.
Outra novidade será a participação da Winetag, a primeira rede social de vinhos do Brasil, que investirá na interação: o público poderá escolher os rótulos de sua preferência graças a uma rede de equipamentos espalhados pelo Pavilhão Vermelho. Nos totens, os visitantes poderão atribuir notas e fazer comentários sobre os vinhos degustados. No fim do evento, uma lista apontará os vinhos mais votados.
“Este ano são mais de 350 expositores que devem apresentar seus destaques para aproximadamente 17 mil pessoas, público esperado para os três dias do evento. Estamos entusiasmados com as novidades, sempre pensadas para que o ExpoVinis continue sendo o principal meeting do setor e local ideal não só para apresentar o que há de mais recente no mundo do vinho, como também para fechar negócios”, resume Domingos Meirelles, diretor da Exponor Brasil.



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Muito vinho e muita conversa sobre vinhos nesta segunda em São Paulo



Além dos ótimos vinhos que o evento promete, o Encontro de Vinhos OFF, organizado pelos blogs Papo de Vinho e Vinhos de Corte, terá uma vasta programação de palestras ao longo do dia. Um dos destaques é o enólogo português António Saramago, a mais nova aquisição da Villaggio Grando, vinícola de Santa Catarina, que está lançando o Além Mar, um corte de cabernec franc, malbec e merlot com produção de apenas 12 mil garrafas.
Veja, abaixo, a programação completa das palestras. Encontro de Vinhos OFF será realizado na próxima segunda, dia 25, no Bendita Hora (Rua Vanderlei, 795 – Perdizes). O ingressos custa R$ 60.



12:30 Jérôme Galeyrand (Borgonha)
13:05 Pietro Beconcini (Toscana)
13:40 Vinchio Vaglio Serra (Piemonte)
14:15 HMO Trade (Tempus Alba)
14:50 Renzo Rabajà (Piemonte)
15:25 abflug (Jean Bousquet – Argentina)
16:10 Casa do Porto (Vinhos Top da Península Ibérica com Ariel Perez)
17:20 Importadora Vinica
17:55 La Cristianini (Bodega Vistandes – Mendoza)
18:30 Brunello La Fornace
19:05 Casa Donoso (Chile)
19:40 António Saramago (Além Mar – Villaggio Grando)
20:15 DO Vale dos Vinhedos

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Tudo pronto para o Encontro de Vinhos OFF




No último post comentei aqui sobre o Encontro de Vinhos OFF. Realização conjunta dos blogs Papo de Vinho e Vinhos de Corte, o evento abre a ótima programação voltada a vinhos que São Paulo oferece na próxima semana. Veja alguns dos expositores confirmados nesse evento que será realizado na próxima segunda, dia 25, no Bendita Hora (Rua Vanderlei, 795 – Perdizes). O ingressos custa R$ 60.

Abflug
Au Vin
Ca’ du Rabajà (Piemonte – Itália)
Cantu
Casa do Porto
Casa Donoso (Chile)
Casa Pedrucci
Casa Valduga
Cave Jado
Domno do Brasil
Empório Sório
Expand
FTP Wines
HMO Trade
Jérôme Galeyrand (Borgonha – França)
La Fornace (Brunello – Itália)
Lindoya Verão
Pietro Beconcini (Toscana – Itália)
Ravin
Santo Emilio
Senhor Brigadeiro
SmartBuy Wines
Tahaa Vinhos
The Wine School
Vida Boa Viagens
Vinchio Vaglio Serra (Piemonte – Itália) –
Vinica
Wine Society
Ibravin
Villagio Grando
Hedoniste
Max Brands
Lidio Carraro
Dom Candido

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Semana Santa? Só na semana que vem...

Estar na próxima semana em São Paulo é um programa indispensável para quem aprecia vinhos. Dos dias 26 a 28, a Exponor promove a Expovinis, a maior feira de vinhos da América Latina que chega a sua 15ª edição.
E quem puder estar na capital paulista um dia antes poderá participar do Encontro de Vinhos OFF. Trata-se de um evento idealizado por dois dos melhores blogs de vinho que conheço: O Papo de Vinho, do Beto Duarte, e o Vinhos de Corte, do meu amigo Daniel Perches. que reúne produtores e importadores em um ambiente informal e descontraído, com o objetivo de apresentar o vinho para o mercado, tornando-o cada vez mais acessível e disponível. A programação de palestras é enorme e tentadora.
Que me perdoem os católicos, mas a Semana Santa para mim vai ser a semana que vem.

Expovinis
26, 27 e 28 de Abril de 2011
Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho | São Paulo
Das 13h às 21h para profissionais
Das 18h às 21h para o público geral
Entrada sem Taça*: R$ 40
Entrada com Taça*: R$ 50
Entrada Estudante sem Taça*: R$ 20
Taça* Avulso: R$ 30

* Taças ISO para degustação de vinho da marca Spiegelau

Encontro de Vinhos OFF
25 de abril de 2011
Das 12h às 22h
Pomar da Bendita Hora - Rua Wanderley, 795 – Perdizes | São Paulo
Entrada a R$ 60

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Moscatéis brasileiros seduzem crítico inglês

Fotos de Divulgação


O crítico de vinhos britânico Oz Clarke declarou-se apaixonado pelos espumantes elaborados no Brasil, sobretudo os moscatéis. No Brasil pela segunda vez, Clarke participou do Projeto Imagem Internacional, uma iniciativa do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e da a Apex-Brasil, que trouxe ao país outros quatro jornalistas estrangeiros especializados, dois americanos, um alemão e um finlandês.
O grupo visitou 11 vinícolas na Serra Gaúcha – Miolo, Pizzato, Casa Valduga, Don Laurindo, Aurora, Don Giovani, Geisse, Lidio Carraro, Boscato, Perini e Salton – todas integrantes do Wines of Brasil. Ainda participaram de degustações de vinhos das vinícolas Irmãos Basso, Piagentini, Adega Cavalleri, Campos de Cima e Courmayeur e das cantinas do Planalto Catarinense (Santo Emílio e Sanjo), além de fazerem uma visita à Escola de Gastronomia UCS-ICIF, em Flores da Cunha, e na Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves.
Veja, abaixo, seu depoimento à equipe do Wines of Brasil, que reproduzo na íntegra mas que também pode ser visto no Youtube clicando aqui.

O sr. encontrou a tradição italiana nos produtores imigrantes da Serra Gaúcha?
Oz Clarke: Menos do que deveria. Esse é provavelmente um dos paradoxos da Serra Gaúcha. Eu vejo a história, a cultura, tudo da cultura italiana. Todavia, os produtores estão um pouco presos a uma abordagem francesa nos vinhos que elaboram. A raiz dessas pessoas, o sangue dessas pessoas é basicamente italiano. E há todas essas uvas, Merlot, Cabernet, Cabernet Franc, Tannat, Chardonnay, todas do tipo francês.

Como o sr. acha que deveriam ser os vinhos da Serra Gaúcha?
O que eu gostaria de ver mais aqui nestas maravilhosas colinas é o lugar de onde os produtores vieram e as uvas que trouxeram consigo. Gostaria de voltar ao norte da Itália e encontrar uvas como Corvina, Molinara, Rondinella, Lagrien. Eu sei que tem Lagrien aqui, degustei um vinho maravilhoso. Refosco do norte do Vêneto. Degustei dois Refoscos. Teroldego, sabemos que tem Teroldego, degustei dois ou três. Gostaria de ver mais disso.

E os vinhos brancos?
Sempre que bebemos vinho branco é Chardonnay. Tenho degustado Chardonnays por anos e, por isso, preciso de um bom Chardonnay para me animar. Eu tive contato com alguns do Brasil, um sem carvalho, muito bom, e um de Santa Catarina, muitíssimo bom, com carvalho. Mas, no geral, acredito que a região deva encontrar mais uvas brancas para cultivar. Se olharem em dez anos o mundo não estará correndo para as suas portas pedindo mais Chardonnay. O mundo não correrá para pedir mais Merlot. Porque o mundo já produz muitos Chardonnays, Merlots e Cabernets excelentes.

Quais seriam as opções?
Que tal voltar à Itália e procurar variedades brancas que são difíceis de cultivar e que, mesmo assim, são cultivadas por lá. Talvez elas se adaptem as suas condições da Serra Gaúcha. Que tal uvas como Falengina, Fiano, Avalino, Pecorino, Catarata, que tal essas? Vale a pena tentar? Acho que sim.

Os espumantes brasileiros são muito elogiados. O sr. gostou do que experimentou?
Vocês têm os mais fantásticos espumantes moscatéis do mundo. Eles são puro prazer. De alto padrão. Vocês têm essa linda versão de vinho branco moscato exclusiva, só de vocês, com acidez alta e lindo perfume de fruta. E fazem ótimo uso disso. Continuem fazendo isso, o mais fresco possível, mais brilhante possível, não elevem muito o açúcar, não tem necessidade. Eu gostaria que tivessem uma versão mais seca junta com a sua normal. O espumante moscatel é uma bebida maravilhosa. Não pensem só como vinho, não pensem com que comida combina. É um vinho de sobremesa? Sim, se quiser. É uma bebida, é como uma caipirinha, um bom gin-tônica, uma bebida, isso que o espumante moscatel é. E assim deveria ser vendido.

E os outros espumantes brasileiros, o que o sr. achou?
Os seus Charmats elaborados de Chardonnay e Pinot Noir são fantásticos. A qualidade no nariz a baixo custo é incrível! No mundo inteiro encontramos Charmats que quase sempre são um lixo. Os seus são realmente bons. Vocês também têm espumantes elaborados pelo método tradicional, que são até melhores. Todos os seus espumantes são muito bons.

Na sua opinião, o vinho brasileiro pertence ao Novo ou ao Velho Mundo do vinho?
A cultura de vinhos no Brasil é ainda jovem. Não há nada errado com isso, é ótimo ser jovem! Ser velho muitas vezes atrapalha. A Nova Zelândia tem cultura jovem no vinho, o Chile é jovem, a Argentina é bem jovem, a Austrália tem 30 ou 40 anos, a África do Sul, a verdadeira África do Sul, que faz vinhos maravilhosos, tem 5 ou 10 anos. Então juventude é ótimo, pois permite fazer o que quiser. Tentem de tudo.

Quais regiões produtoras mais lhe chamaram a atenção no Brasil?
Tenho grandes esperanças na Serra do Sudeste e na Campanha Gaúcha. Essas regiões, para mim, parecem ser um novo mundo para o Brasil. Tenho grandes esperanças em Santa Catarina. Tenho esperança que aquela altitude e boa insolação, noites frias e dias quentes, possam produzir muito bem. Ambas são áreas novas, ambas têm somente algumas centenas de hectares cultivados até agora. Mas eu investiria nesses lugares como novas regiões produtoras do Brasil e do mundo.

E a Serra Gaúcha?
A Serra Gaúcha, se continuar com as uvas que tem, será uma região de velho mundo, e nada há nada de errado nisso. Há uma atmosfera de velho mundo em Bento Gonçalves, uma sensação de velho mundo sobre as colinas, os vales, tudo aqui parece velho mundo e lindo! É o velho mundo de Piemonte, Trento, do norte do Vêneto, isso é absolutamente fantástico. Se quiserem ficar com os seus Merlots e Chardonnays etc, tudo bem. Só façam o melhor possível. Vocês fazem vinho muito bem aqui na Serra Gaúcha, com baixo teor alcoólico, que é uma habilidade especial. Conseguem textura, sabor e equilíbrio nos vinhos tintos com 12%, 12.5% de álcool, e isso é raro. Aliás, a tendência no mundo é de se consumir mais vinho com menos álcool. Se conseguirem sabor e personalidade com 12%, 12.5% de álcool, é uma conquista fantástica, uma habilidade fantástica. Isso é velho mundo ou novo mundo? É velho mundo beber vinho nesse teor. Costumavam fazer isso, bebiam vinho a 11%, 10%. Querem elaborar vinho com 11%? Tentem! Mas 12 no momento serve, para começar.

O que mais pode ser o diferencial do Brasil?
Sou curioso para saber o que os produtores brasileiros conseguiriam fazer se tivessem uma abordagem diferente, ao invés de insistir nessas formas francesas, nesses exemplos franceses. Que tal se aventurar para ver o que pode funcionar? Adoraria voltar em alguns anos e ouvir as pessoas dizerem, “cultivamos essa uvas que encontramos na Áustria, na República Checa, no norte da Itália, em Portugal”. Sabe que as uvas de Portugal talvez se adaptem melhor à Serra do Sudeste e à Campanha. Gostaria de voltar e encontrar pessoas dizendo, “estamos cultivando mais variedades”. Pelo menos manterão seus filhos interessados, porque se estão fazendo algo e os filhos fizerem parte disso também, tem que fazer algo para satisfazê-los.

Qual a sua avaliação geral sobre a qualidade dos vinhos brasileiros?
A enologia aqui é muito correta, até melhor do que era dois anos atrás. Os vinhos que não tinham expressão, agora têm. Eles são muito corretos, com essa forma certinha. Mas eles vestem terno e gravata, eles não tiram as roupas e vestem um camisetão de praia e dizem: “ei olhem para nós!” Esse não é o Brasil... Não é o que vocês fazem! Vocês vão a praia, tiram a roupa, querem se divertir. Tudo isso pode estar nos seus vinhos. Tem muita gente séria por aí. Querem ser sérios, vão para Bourdeaux por uma semana, Champagne... Querem ser sérios? Vão lá, vão para Chianti, lugares assim para ver se alguém está se divertindo. Deveria haver exuberância nos seus vinhos. Nada muito sério, tirem a gravata, joguem fora, tirem o terno, coloque a camiseta de praia vão para a piscina com o melhor vinho que conseguirem produzir.

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