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A Borgonha, com tradição e modernidade


A Confraria Carioca, do sempre simpático Duda Zagari, promove na próxima quinta-feira, às 19h45, degustação com rótulos da Chauvot-Labaume, umas das mais prestigiadas vinícolas da regiao da Borgonha (França). A vinícola tem muita história para contar: foi criada em 1795 pelo Conde de Hohental que buscava por vinhos exclusivos da Borgonha, para consumo próprio.
A empresa funciona em edificações erguidas no século XII mas alia tradição e inovação ao investir em tecnologia, proporcionando vinhos de execelência e que trazem consigo todas as qualidades presentes nos melhores borgonhas.
A apresentação será conduzida por Paulo Nicolay, consultor de vinhos e conselheiro da Sbav-Rio e inclui os rótulos abaixo:

- Bourgogne Chauvot Labaume Chardonnay 2010
- Bourgogne Chauvot Labaume Pinot Noir 2010
- Chauvot-Labaume – Pouilly Fuissé Les Clos 2010
- Domaine du Préau Gevrey Chambertin 2009
- Domaine François Xavier de Vaux – Pommard 1er Cru Clos Micault 2009

A degustação orientada dos vinhos custa R$ 80 e inclui queijos, frios, pães, água e azeites. Mais informações pelo telefone (21) 2244-2286. A Confraria Carioca fica na Rua General Severiano, 97 Loja 237-A, em Botafogo (Casa & Gourmet Shopping).

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Uma vinícola sorvete ou uma sorveteria vínica?


A iguaria já foi lançada há alguns anos, mas como só descobri agora. Resolvi compartilhar com os leitores aqui deste Jblog. Trata-se do vinho de sorvete, produzido pela Mercer's, uma empresa de Boonville, no estado de Nova York. Com um percentual alcoolico de aproximadamente 5%, o chamado Wine Ice Cream só pode ser vendido para maiores de 21 anos, como manda a lei americana. Alguns dos sorvetes tem sabores de fruta harmonizando com castas de uvas tradicionais. É o caso do Cherry Merlot (merlot com cereja), do Peach Wine Zinfandel (zinfandel branco com pêra), Red Raspberry Red Raspberry Chardonnay (chardonnay com framboesa) e o Chocolate Cabernet. Além disso, há dois sabores sem adição de frutas: Porto e Riesling.

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Negócios da China para a Miolo




Líder brasileira em exportação de vinhos, com um volume de 560 mil garrafas comercializadas para mais de 30 países, a Miolo comemora os resultados obtidos na China. Desde que passou a ter seus rótulos importados por uma empresa local, a Ningbo Ke, os vinhos e espumantes Miolo já fazem parte da carta de importantes casas do país, tais como o hotel Four Seasons Xangai e os restaurantes Mint e Fat Olive.
“Os vinhos da Miolo são muito bem aceitos no mercado chinês. O fato de termos lojas próprias e estarmos constantemente investindo neste mercado traz credibilidade para a marca", explica a gerente de exportação do grupo, Morgana Miolo, que cita entre os rótulos mais apreciados pelo consumidor chinês os tintos Lote 43 e o Quinta do Seival Castas Portuguesas e o espumante Miolo Brut Rosé. A vinícola abriu sua primeira loja em território chinês em Xangai, há três anos.
Desde 2011, a China ultrapassou o Reino Unido no ranking global de consumo de vinho e tornou-se o quinto país onde se consome mais vinho, sendo superado apenas pelos Estados Unidos, França, Itália e Alemanha. Os dados são da International Wine & Spirit Research (IWSR). Segundo o IWSR, os chineses consomem um litro de vinho per capita por ano, mas a estimativa é a de que esse numero dobre até 2015. Chile, Espanha e Austrália são os países que mais exportam vinho para a China, dominando 84% do mercado.

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Altos Montes, mais uma Indicação de Procedência para os vinhos brasileiros




Numa de minhas viagens à Serra Gaúcha, em 2010, tive a oportunidade de conhecer de perto o trabalho de algumas boas vinícolas nos municípios de Flores da Cunha e Nova Pádua. Esses produtores estavam mobilizados em transformar a região numa Indicação de Procedência (IPP), que permite a criação de um selo de qualidade, que prevê criterioso processo de seleção, delimitação das áreas de cultivo das uvas, as variedades permitidas para aquela região e critérios de produtividade, entre outros aspectos. O esforço desses produtores foi recompensado e o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) autoriza a criação oficial da IP Altos Montes, que acontecerá no dia 18 de abril, em Flores da Cunha.
Esse processo começou com a criação da Apromontes, a assciaçao dos produtores, em 2002. “Desde então ocorreu um grande processo de transformação nas vinícolas e produtos da região produtora. Foram realizados muitos investimentos em vinhedos, vinícolas e em enoturismo. Atualmente somos 11 vinícolas preparadas para receber bem e produzir ótimos vinhos. Esse será um marco em nossa história”, comemora 0 presidente da Apromontes, Deunir Argenta.
Ao todo, 14 vinhos produzidos em 2012 já poderão ser lançados com selo e a expectativa é a de que na safra 2013 a quantidade de vinhos da região com o selo dobre. Entre as uvas mais destacadas da região, figuram o Riesling Itálico, o Cabernet Franc e a Malvasia de Candia. Outras castas firmam-se como a Ancellotta e a Marselan. As vinícolas que integram a Apromontes sâo: Casa Venturini, Fabian
Luiz Argenta, Mioranza, Nova Aliança, Oremus, Panizzon, TerraSul, Valdemiz, Viapiana e Vinícola Salvador.

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L'Orangerie apresenta novos rótulos argentinos

A L'Orangerie apresenta na próxima quarta-feira, dia 20, a partir das 18h30, uma apresentação seguida de jantar harmonizado com rótulos da Domingo Molina, vinícola familiar, surgida nos anos 60, e que aposta na manutenção de tradições nos processos de manejo do vinhedo e de vinificação. Os vinhos apresentados serão:

• Domingo Molina Malbec Reserva 2010
• Domingo Molina Cabernet Sauvignon Reserva 2010
• Domingo Molina Torrontes 2010

Durante o jantar, os participantes poderão escolher uma garrafa de um desses três rótulos para o jantar que terá o seguinte cardápio:

• Burrata de búfala com mix de folhas verdes e tomate seco (acompanha focaccia de sal grosso e alecrim)
• Risoto de camarão (arroz arbório, camarão salteado no vinho branco e queijo parmesão)
OU
• Risoto de funghi (arroz arbório com funghi secchi italianos)
• Torta de nozes caramelizada com sorvete de creme e calda de caramelo

A participação no evento custa R$ 142 para duas pessoas, com a taxa de 10%, refrigerante e água não incluídos. Reservas pelo telefone: (21) 2205-5000

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Morre Jim Barrett, o caipira que desbancou os franceses




Em 24 de maio de 1976, o produtor californiano Jim Barrett, que gostava de se autodenominar como um caipira, assombrou o mundo do vinho e estabeleceu que o chamado vinho do Novo Mundo não era apenas um exotismo. Neste dia, o chardonnay safra 1973, do Chateau Montelena, recebeu 132 pontos de um seleto júri formado por críticos franceses. Foi a maior pontuação geral da degustação que tornou-se famosa com o nome de Julgamento de Paris, quando rótulos da França e dos EUA foram confrontados às cegas (sem que se conhecessem a origem dos vinhos) e os vinhos americanos levaram a melhor. O Montelena, na categoria dos vinhos brancos, bateu sem dó nem piedade ícones da Borgonha tais como o Mersault-Charmes 1973 (126,5 pontos), Beaume Clos de Mouches 1973 (101 pontos), Batard-Montrachet 1972 (94 pontos) e Puligny-Montrachet 1972 (89 pontos).
Barrett faleceu na última quinta-feira, aos 86 anos. Em comunicado oficial, seu filho Bo Barrett, atribuiu a morte de Jim a "uma vida bem vivida". Mais sobre esta degustação histórica pode ser encontrado no livro "O Julgamento de Paris", do jornalista americano George Taber, que participou in loco do evento, ou assistindo-se ao filme Bottleshock, que foca o episódio no conflito familiar entre Jim e Bo no período que antecedeu a prova histórica. De lá para cá, muitas convicções sobre o vinho caíram por terra. Obrigado, Mr. Barrett!

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