Reality do Multishow mostra aventura de oito jovens pela América do Sul
Oito jovens brasileiros que nunca tinham se visto antes embarcaram em um motorhome para uma viagem do norte do Chile até a região da Patagônia, na Argentina. Durante 34 dias, o grupo teve que contornar problemas de convivência, dividir um pequeno espaço no veículo que servia ao mesmo tempo de moradia e transporte, além de administrar uma quantia em dinheiro para alimentação, lazer e combustível. A aventura foi registrada em Viagem sem fim, reality que estreia hoje, às 23h30, no Multishow.

Dividido em 18 episódios, o programa acompanha os perrengues dos oito viajantes – Anna Carolina Ricken, Yuri Zalcbergas, Renata Mesquita, Caroline Figueiredo, Eduardo Pires, Melina Menghini, Paula Morais e Marc Frey – que visitaram 17 cidades ao todo. Sem saber o roteiro, eles começaram a viagem na cidade de Calama, no deserto de Atacama, no Chile. A cada semana, o grupo recebia uma carta da produção indicando qual seria o próximo destino.
– Foram 34 dias de convivência absurdamente difícil. Dormíamos numa cama pequena, num lugar sem conforto; tinha gente roncando, soltando pum. Havia bastante comida, mas comíamos besteira todos os dias, em horários loucos. Era uma rotina muito desregrada – conta o personal trainer e ator carioca Eduardo Pires, de 25 anos.
Diferentemente de outros realities, Viagem sem fim não promove uma disputa entre os participantes nem tem um vencedor. Mas, em cada parada, os viajantes tinham que cumprir uma tarefa determinada pela produção, como praticar esportes radicais ou simplesmente encontrar os mapas que ajudariam a orientar Seu Odair, o motorista do motorhome.

Calor e frio no deserto
Para Eduardo, a maior dificuldade da jornada foi enfrentar as diferenças bruscas de temperatura, dos 40 graus no deserto a menos 6 graus. Numa visita a uma região de águas sulfurosas, ele tomou banho num lago cuja temperatura da água era 33 graus.
– O mais difícil foi a agressão ao corpo, devido ao frio e à quentura dos lugares – diz.
Durante a jornada, os participantes se desentenderam por conta do pequeno espaço da “casa sobre rodas”, das tarefas e do dinheiro. Porém, o incidente mais grave envolveu um viajante e um chileno. Num bar em San Pedro, a primeira parada do grupo no Chile, Eduardo brigou com Jorge Olivares, um dos participantes do primeiro reality show chileno.
– Ele chegou com audácia, queria agarrar as meninas. O cara deu um beijo na boca da Paula (Morais) quando ela se virou para beijá-lo no rosto. Ela reclamou; ele começou a xingar, dizer que brasileiro era tudo favelado. Houve discussão. Aí, eu pedi à produção para intervir – explica o carioca, que garante ser pacífico e não ter paquerado ninguém. – Como tenho namorada, fiquei na boa.

Apesar de alguns percalços, os viajantes conheceram lugares incríveis e belas paisagens, como a escultura Mão do Deserto, do artista chileno Mario Irrizábal, na região de Antrofagasta; uma aldeia indígena chilena, onde conversaram com um pajé, e o Vale da Morte, onde puderam praticar sandboarding.
– Foi uma experiência importante que vou levar para a vida toda – afirma Eduardo. – Eu sabia que todo mundo tem uma visão de mundo. Mas lá no deserto pude comprovar isso, ver, sentir e presenciar.

Dividido em 18 episódios, o programa acompanha os perrengues dos oito viajantes – Anna Carolina Ricken, Yuri Zalcbergas, Renata Mesquita, Caroline Figueiredo, Eduardo Pires, Melina Menghini, Paula Morais e Marc Frey – que visitaram 17 cidades ao todo. Sem saber o roteiro, eles começaram a viagem na cidade de Calama, no deserto de Atacama, no Chile. A cada semana, o grupo recebia uma carta da produção indicando qual seria o próximo destino.
– Foram 34 dias de convivência absurdamente difícil. Dormíamos numa cama pequena, num lugar sem conforto; tinha gente roncando, soltando pum. Havia bastante comida, mas comíamos besteira todos os dias, em horários loucos. Era uma rotina muito desregrada – conta o personal trainer e ator carioca Eduardo Pires, de 25 anos.
Diferentemente de outros realities, Viagem sem fim não promove uma disputa entre os participantes nem tem um vencedor. Mas, em cada parada, os viajantes tinham que cumprir uma tarefa determinada pela produção, como praticar esportes radicais ou simplesmente encontrar os mapas que ajudariam a orientar Seu Odair, o motorista do motorhome.

Calor e frio no deserto
Para Eduardo, a maior dificuldade da jornada foi enfrentar as diferenças bruscas de temperatura, dos 40 graus no deserto a menos 6 graus. Numa visita a uma região de águas sulfurosas, ele tomou banho num lago cuja temperatura da água era 33 graus.
– O mais difícil foi a agressão ao corpo, devido ao frio e à quentura dos lugares – diz.
Durante a jornada, os participantes se desentenderam por conta do pequeno espaço da “casa sobre rodas”, das tarefas e do dinheiro. Porém, o incidente mais grave envolveu um viajante e um chileno. Num bar em San Pedro, a primeira parada do grupo no Chile, Eduardo brigou com Jorge Olivares, um dos participantes do primeiro reality show chileno.
– Ele chegou com audácia, queria agarrar as meninas. O cara deu um beijo na boca da Paula (Morais) quando ela se virou para beijá-lo no rosto. Ela reclamou; ele começou a xingar, dizer que brasileiro era tudo favelado. Houve discussão. Aí, eu pedi à produção para intervir – explica o carioca, que garante ser pacífico e não ter paquerado ninguém. – Como tenho namorada, fiquei na boa.

Apesar de alguns percalços, os viajantes conheceram lugares incríveis e belas paisagens, como a escultura Mão do Deserto, do artista chileno Mario Irrizábal, na região de Antrofagasta; uma aldeia indígena chilena, onde conversaram com um pajé, e o Vale da Morte, onde puderam praticar sandboarding.
– Foi uma experiência importante que vou levar para a vida toda – afirma Eduardo. – Eu sabia que todo mundo tem uma visão de mundo. Mas lá no deserto pude comprovar isso, ver, sentir e presenciar.


