“A fazenda” nunca mais vai ser a mesma sem o Théo Becker, o participante que o público adorou odiar. Sem ele, boa parte do programa perde a graça, sim. Pelo menos é o que eu acho. Não torcia por ele, não, mas pelo barraco que ele armava. Isso movimentava o programa. Théo fazia com que muita gente - inclusive eu - acompanhasse o cotidiano de subcelebridades só pra ver qual seria a baixaria do dia seguinte. Dava até para esquecer, por alguns minutos, que a edição do programa é confusa, que o Britto Jr. não leva jeito para comandar a peãozada e que o reality é disparado o mais trash da TV brasileira. Mas isso, para uma parcela do público, é até motivo de interesse.
Surtado de verdade ou simplesmente interpretando, Théo vai fazer falta, sim, exatamente como aquele personagem de novela que não pode deixar de existir: o antagonista. Sem ele, não há conflito. Sem conflito, não há novela (no caso, o reality) que segure a audiência. Então, tomara que alguém comece a sentir falta de algum remedinho ou reaja logo ao efeito de algum moderador de apetite - desculpa que Théo deu para o seu comportamento depressivo e agressivo. Caso contrário, a fazenda periga se transformar num monótono e desinteressante acampamento de escoteiros. Vamos contar carneirinhos indo pro pasto e ver a vaca indo para o brejo.
Surtado de verdade ou simplesmente interpretando, Théo vai fazer falta, sim, exatamente como aquele personagem de novela que não pode deixar de existir: o antagonista. Sem ele, não há conflito. Sem conflito, não há novela (no caso, o reality) que segure a audiência. Então, tomara que alguém comece a sentir falta de algum remedinho ou reaja logo ao efeito de algum moderador de apetite - desculpa que Théo deu para o seu comportamento depressivo e agressivo. Caso contrário, a fazenda periga se transformar num monótono e desinteressante acampamento de escoteiros. Vamos contar carneirinhos indo pro pasto e ver a vaca indo para o brejo.
A Record cometeu um erro grosseiro e amador na edição de domingo de "A fazenda". Mostrou o resultado da eliminação bem antes de Britto Jr. dar o anúncio oficial. Durante uma entrevista do apresentador com os pais de Luciele di Camargo – que disputava com Franciely Freduzeski e Mirella Santos quem seria eliminada – surgiu uma legenda indicando a saída de Franciely com 50% dos votos. De fato, ela acabou deixando o programa, mas a sua eliminação só foi confirmada muito tempo depois e com uma votação de 45,3%. Em comunicado oficial, nesta segunda a emissora reconheceu que houve falha no sistema de geração de caracteres, que permitiu a exibição da legenda ainda com a votação em curso, e lamentou o ocorrido. Mas aí o estrago já tinha sido feito. É assim que se começam, por exemplo, as suspeitas de manipulação de voto - algo que os internautas já comentam na internet.
Apesar da falha, não era para Britto Jr. demorar tanto para anunciar o resultado. Parecia que ele não sabia mais o que dizer e que o programa não tinha mais o que mostrar. Vai ver não tinha mesmo. Britto ficou pelo menos três blocos inteiros enrolando para dizer quem havia sido eliminada. Uma boba tentativa de suspense, que só fez irritar ainda mais o público com a demora. Até no blog oficial do reality, o apresentador já é contestado pelos internautas, que criticam seu estilo arrastado e desanimado. Há inclusive quem sugira o nome de Alexandre Frota para substituí-lo na apresentação. Frota foi um dos participantes da versão portuguesa de "A fazenda" e hoje é assistente de direção do reality da Record. E você, o que acha? Frotinha seria uma boa opção como apresentador?
Com a trapalhada da edição e o desânimo de Britto, só mesmo um participante surtado para chacoalhar o programa. Théo Becker teve um ataque e brigou com Dado Dolabella, dizendo inclusive que o Brasil o odiava. Pegou pesado. Luciele di Camargo também foi alvo da fúria de Théo, que botou a família dela no meio da discussão. Pra quê? A irmã de Zezé di Camargo e Luciano virou bicho. Aliás, ao indicar Théo como o fazendeiro da semana, a eliminada Franciely só pensou em botar mais lenha na fogueira da fazenda. Que andava meio morna mesmo até o ataque de Théo. A situação da fazenda anda tão difícil de aturar que a modelo riponga Bárbara Koboldt pediu pra sair.
Vamos aguardar os próximos episódios.
Apesar da falha, não era para Britto Jr. demorar tanto para anunciar o resultado. Parecia que ele não sabia mais o que dizer e que o programa não tinha mais o que mostrar. Vai ver não tinha mesmo. Britto ficou pelo menos três blocos inteiros enrolando para dizer quem havia sido eliminada. Uma boba tentativa de suspense, que só fez irritar ainda mais o público com a demora. Até no blog oficial do reality, o apresentador já é contestado pelos internautas, que criticam seu estilo arrastado e desanimado. Há inclusive quem sugira o nome de Alexandre Frota para substituí-lo na apresentação. Frota foi um dos participantes da versão portuguesa de "A fazenda" e hoje é assistente de direção do reality da Record. E você, o que acha? Frotinha seria uma boa opção como apresentador?
Com a trapalhada da edição e o desânimo de Britto, só mesmo um participante surtado para chacoalhar o programa. Théo Becker teve um ataque e brigou com Dado Dolabella, dizendo inclusive que o Brasil o odiava. Pegou pesado. Luciele di Camargo também foi alvo da fúria de Théo, que botou a família dela no meio da discussão. Pra quê? A irmã de Zezé di Camargo e Luciano virou bicho. Aliás, ao indicar Théo como o fazendeiro da semana, a eliminada Franciely só pensou em botar mais lenha na fogueira da fazenda. Que andava meio morna mesmo até o ataque de Théo. A situação da fazenda anda tão difícil de aturar que a modelo riponga Bárbara Koboldt pediu pra sair.
Vamos aguardar os próximos episódios.
Por que todo mundo grita tanto? É a primeira pergunta que qualquer ser humano normal faz quando assiste à novela infanto-juvenil Isa TKM, um novo fenômeno entre a garotada, no canal da Nickelodeon. Tudo bem que a trama é venezuelana, que a garotada que frequenta o colégio - cenário tosco toda vida - tem aqueles indefectíveis quilos de maquiagem, penteados elaboradíssimos e looks anos 80 que fazem inveja a quem garimpa os maiores brechós, ou seja, típica novelinha chicana. Mas não precisavam fazer tanta careta e falar tão alto. Aí, vocês me perguntam: "Mas não é a dublagem? Ou será o volume da sua TV?". Nada. Cada grito é acompanhado por um olho arregalado. Tudo é muito em Isa TKM. Menos o conteúdo.
As meninas conseguem passar horas e horas falando do mesmo menino. O texto não muda! Devem ter dito à protagonista María Gabriela de Faría que ela tinha belos olhos azuis e a garota resolveu tirar partido: parece que está sempre assustada. Com 16 anos, ela já tem rugas de expressão! Quando contracena com a Linda Gordinha (!!!), vivida pela também intensa Micaela Castelotti, olha mais para a câmera do que para a amiga. Tem hora que parece que María vai agredir Micaela, tais os movimentos desordenados de braços.
Os rapazes, coitados, levam camadas e camadas de pancake no rosto e muito gel nos cabelos. Interpretação? Que nada! Parecem bonecos. Fazem menos caretas, mas parecem que estão em qualquer lugar menos numa novela. Eles fazem parte de uma banda na trama. Novela infanto-juvenil sem música e dança - seja lá quais forem - não dá pé. E, tenham certeza, neste 1º de junho quando estão lançando no Brasil o CD da banda, vai ter gente comprando. Já imagino quando eles vierem aqui fazer aqueles famigerados shows e o circuito dos programas de fim de semana na TV. Será que vai ser aquele frisson dos RBD - da novelinha mexicana Rebelde? Bom, pelo menos, Isa TKM não tem aquele apelo absurdo à sensualidade...
Por falar em música... E os clipes, meu Deus! São piores do que aqueles caseiros que mandam para o BBB, para os programas de pegadinhas ou para tripudiar com alguém no YouTube. Os dois guitarristas e o baterista da banda, ao lado de Gordinha, que canta que é uma tristeza, vestidos com todas as cores do arco-íris e mais algumas, em cima de um ônibus amarelão, foi de doer. Em cada janelinha, um figurante da novela mexia a cabeça e "cantava" a letra repetitiva. Uma bobagem.
Isa TKM faz a gente sentir saudades de Chiquititas. E estou falando da versão argentina, recentemente apresentada pelo SBT.
As meninas conseguem passar horas e horas falando do mesmo menino. O texto não muda! Devem ter dito à protagonista María Gabriela de Faría que ela tinha belos olhos azuis e a garota resolveu tirar partido: parece que está sempre assustada. Com 16 anos, ela já tem rugas de expressão! Quando contracena com a Linda Gordinha (!!!), vivida pela também intensa Micaela Castelotti, olha mais para a câmera do que para a amiga. Tem hora que parece que María vai agredir Micaela, tais os movimentos desordenados de braços.
Os rapazes, coitados, levam camadas e camadas de pancake no rosto e muito gel nos cabelos. Interpretação? Que nada! Parecem bonecos. Fazem menos caretas, mas parecem que estão em qualquer lugar menos numa novela. Eles fazem parte de uma banda na trama. Novela infanto-juvenil sem música e dança - seja lá quais forem - não dá pé. E, tenham certeza, neste 1º de junho quando estão lançando no Brasil o CD da banda, vai ter gente comprando. Já imagino quando eles vierem aqui fazer aqueles famigerados shows e o circuito dos programas de fim de semana na TV. Será que vai ser aquele frisson dos RBD - da novelinha mexicana Rebelde? Bom, pelo menos, Isa TKM não tem aquele apelo absurdo à sensualidade...
Por falar em música... E os clipes, meu Deus! São piores do que aqueles caseiros que mandam para o BBB, para os programas de pegadinhas ou para tripudiar com alguém no YouTube. Os dois guitarristas e o baterista da banda, ao lado de Gordinha, que canta que é uma tristeza, vestidos com todas as cores do arco-íris e mais algumas, em cima de um ônibus amarelão, foi de doer. Em cada janelinha, um figurante da novela mexia a cabeça e "cantava" a letra repetitiva. Uma bobagem.
Isa TKM faz a gente sentir saudades de Chiquititas. E estou falando da versão argentina, recentemente apresentada pelo SBT.
Nada de palavrões e baixarias. Ratinho promete pegar leve em sua volta à TV, mas sem deixar de ser polêmico. Ele quer misturar circo e informação no Programa do Ratinho, que estreia nesta segunda-feira, às 17h30, no SBT. Em entrevista ao blog, o apresentador, que no auge dava mais de 30 pontos de audiência, diz que sua meta é atingir 8 pontos e alcançar o segundo lugar no Ibope, desbancando a Record e a Band.
Você está voltando à TV após um ano e meio fora do ar. Como está se sentindo?
É como jogar bola, a gente não esquece. Estou muito feliz porque gosto de fazer televisão, e vou fazer do jeito que eu quero: misturar circo com informação, circo com hospício, o que me foi tirado pelo SBT quando tentaram mudar o meu programa. O povo não queria ver o Carlos Massa, queria ver o Ratinho.
E por que não deu certo na época?
Eu não soube fazer o que o Silvio Santos queria. Não que a ideia dele não fosse boa, o problema foi comigo.
O que fez depois que o SBT não renovou seu contrato? Negociou com a Band?
Fiquei aguardando eles me chamarem. Nesse meio tempo, negociei com a Band, mas o horário que me ofereceram, sábado à noite, não era o que eu desejava. Então, o Silvio me chamou e perguntou o que eu queria fazer, se aceitava o horário das 17h30 às 18h30. Eu disse a ele que pretendia uma mistura do 190, antigo programa que comandei na CNT, com circo e informação. Em cinco minutos de conversa ficou tudo decidido.
Você chegou a pensar em parar de fazer TV?
Nunca pensei em deixar a TV. Para mim, quando saísse do SBT, achava que seria chamado pela Band ou pela RedeTV!. Porque não teria vez na Record, com os bispos, e nem na Globo.
Como vai ser o programa?
É bem popular. As pesquisas que fizemos apontaram para este caminho. Não vai ter mais brigas, nem palavrões. Mas vou defender os direitos da população. Vai ter muita polêmica. O Jornal Nacional, por exemplo, ficou meses falando de precatórios. O povo não sabe o que é isso, não sabe para onde vai o dinheiro dos impostos. Vamos explicar essas coisas, dar muito serviço e informação.
Vai ter algum quadro específico? E personagens?
O Xaropinho vai voltar. Vamos ter novos personagens também. Vou ter ajuda de uma assistente que não sabe falar português direito. Optamos por não ter quadros, o programa é livre. Vou contar com um helicóptero para reportagens factuais, mas sem ficar cinco horas mostrando uma enchente, porque ninguém aguenta.
Você vai concorrer com o programa do Datena, na Band. Qual a sua expectativa em relação a essa disputa?
O Datena já tem o público dele, que gosta do jeito dele. Eu pretendo entrar para conquistar o segundo lugar em audiência, tomar pontos da Record e da Band. Minha meta é conseguir 8 pontos. Acho até que a Record está enjoando o telespectador, porque repete a mesma notícia o dia inteiro.
Nos últimos anos, o programa do Datena mudou, ficou menos agressivo e mais informativo. Outros acabaram saindo do ar. O formato está esgotado ou ainda há futuro?
Se continuarmos seguindo o que o Datena faz, ainda vejo futuro para esse tipo de programa. Eu só não quero ter o mau humor dele. Hoje, ele é um cara mais esclarecido, faz comentários mais completos. É nesse caminho que quero seguir, sem ser chulo e falar palavrão, mas sem deixar de ser o Ratinho.
Qual é o trunfo para segurar a audiência?
Vamos ter muita interatividade. O programa tem auditório, uma diferença em relação ao programa da Band. Vamos dar prêmios à plateia e ao telespectador, que poderão fazer perguntas a um convidado. Fizemos uma pesquisa que apontou que os jovens adoram o Ratinho. Então, temos que criar coisas para atrair o adolescente que está em casa.
Você está voltando à TV após um ano e meio fora do ar. Como está se sentindo?
É como jogar bola, a gente não esquece. Estou muito feliz porque gosto de fazer televisão, e vou fazer do jeito que eu quero: misturar circo com informação, circo com hospício, o que me foi tirado pelo SBT quando tentaram mudar o meu programa. O povo não queria ver o Carlos Massa, queria ver o Ratinho.
E por que não deu certo na época?
Eu não soube fazer o que o Silvio Santos queria. Não que a ideia dele não fosse boa, o problema foi comigo.
O que fez depois que o SBT não renovou seu contrato? Negociou com a Band?
Fiquei aguardando eles me chamarem. Nesse meio tempo, negociei com a Band, mas o horário que me ofereceram, sábado à noite, não era o que eu desejava. Então, o Silvio me chamou e perguntou o que eu queria fazer, se aceitava o horário das 17h30 às 18h30. Eu disse a ele que pretendia uma mistura do 190, antigo programa que comandei na CNT, com circo e informação. Em cinco minutos de conversa ficou tudo decidido.
Você chegou a pensar em parar de fazer TV?
Nunca pensei em deixar a TV. Para mim, quando saísse do SBT, achava que seria chamado pela Band ou pela RedeTV!. Porque não teria vez na Record, com os bispos, e nem na Globo.
Como vai ser o programa?
É bem popular. As pesquisas que fizemos apontaram para este caminho. Não vai ter mais brigas, nem palavrões. Mas vou defender os direitos da população. Vai ter muita polêmica. O Jornal Nacional, por exemplo, ficou meses falando de precatórios. O povo não sabe o que é isso, não sabe para onde vai o dinheiro dos impostos. Vamos explicar essas coisas, dar muito serviço e informação.
Vai ter algum quadro específico? E personagens?
O Xaropinho vai voltar. Vamos ter novos personagens também. Vou ter ajuda de uma assistente que não sabe falar português direito. Optamos por não ter quadros, o programa é livre. Vou contar com um helicóptero para reportagens factuais, mas sem ficar cinco horas mostrando uma enchente, porque ninguém aguenta.
Você vai concorrer com o programa do Datena, na Band. Qual a sua expectativa em relação a essa disputa?
O Datena já tem o público dele, que gosta do jeito dele. Eu pretendo entrar para conquistar o segundo lugar em audiência, tomar pontos da Record e da Band. Minha meta é conseguir 8 pontos. Acho até que a Record está enjoando o telespectador, porque repete a mesma notícia o dia inteiro.
Nos últimos anos, o programa do Datena mudou, ficou menos agressivo e mais informativo. Outros acabaram saindo do ar. O formato está esgotado ou ainda há futuro?
Se continuarmos seguindo o que o Datena faz, ainda vejo futuro para esse tipo de programa. Eu só não quero ter o mau humor dele. Hoje, ele é um cara mais esclarecido, faz comentários mais completos. É nesse caminho que quero seguir, sem ser chulo e falar palavrão, mas sem deixar de ser o Ratinho.
Qual é o trunfo para segurar a audiência?
Vamos ter muita interatividade. O programa tem auditório, uma diferença em relação ao programa da Band. Vamos dar prêmios à plateia e ao telespectador, que poderão fazer perguntas a um convidado. Fizemos uma pesquisa que apontou que os jovens adoram o Ratinho. Então, temos que criar coisas para atrair o adolescente que está em casa.
Um dos pontos fracos de Poder paralelo é o sotaque dos personagens italianos. Parte do núcleo carcamano fala de um jeito tão forçado, exagerado, que mais parece uma paródia feita pela turma do Casseta & planeta, Urgente! . Dá vontade de rir. E aí tanto faz se os personagens são moradores da Mooca, região onde se concentra a colônia italiana em São Paulo, ou imigrantes de Palermo, cidade onde se passa parte da ação da trama de Lauro César Muniz. A pronúncia soa tão falsa quanto a cena em que Lu Grimaldi e Gracindo Jr., o casal Freda e Don Caló Castellamare, visitaram a cozinha do restaurante italiano de Marcelo Serrado, o advogado Bruno. Ao ver massas como nhoque, talharim, canelloni, capeletti e pizza – e abusar do sotaque para enumerar cada uma delas – Freda demonstrou uma inexplicável surpresa para quem esses alimentos deveriam ser corriqueiros. Ora, se o estabelecimento é especializado na culinária do país que tem formato de uma bota, o que mais ela esperava encontrar? Feijoada?
No mais, Gracindo e Gabriel Braga Nunes, o Tony Castellamare, se esforçam para fazer caras de mau, com aquele ar de "poderoso chefão" que manda passar o rodo geral para vingar a morte da família. Posam, agem e falam como mafiosos dos trópicos. Inclui-se aí na lista o personagem de Antonio Abujamra, sempre com jeito de bruxo Ravengar (da novela Que rei sou eu? , de 1989), mas agora em versão italianada e bonachona. Ele só é mal até a página 2, depois a gente morre de rir com ele.
Que o clássico de Francis Ford Coppola sobre o universo da máfia inspirou a novela de Lauro César Muniz, disso ninguém duvida. E nem mesmo se importa. Até porque muitas produções já copiaram a obra-prima de Coppola. Vale registrar ainda que, excesso de violência à parte, as cenas de tiroteio e perseguição foram muito bem feitas, sim, para os padrões da Record. Se isso vai levar a emissora ao topo da audiência, essa já é uma outra história...
NADA A VER - O Bom dia, mulher, da RedeTV!, perdeu o rumo. Antes dedicado ao público feminino, com ênfase em receitas de culinária e fofoca dos bastidores da TV, o programa matutino hoje segue a linha, digamos, excêntrica do Superpop, de Luciana Gimenez - palco preferencial de mulheres frutas, homossexuais e afins. Dia desses, a apresentadora Keyla Lima gastou um tempo enorme com um travesti que queria leiloar a virgindade para quem pagasse sua operação de troca de sexo (?). É mole? Se já era meia boca com Olga Bongiovanni, ficou ainda pior com temas que nada tem a ver com o horário.
No mais, Gracindo e Gabriel Braga Nunes, o Tony Castellamare, se esforçam para fazer caras de mau, com aquele ar de "poderoso chefão" que manda passar o rodo geral para vingar a morte da família. Posam, agem e falam como mafiosos dos trópicos. Inclui-se aí na lista o personagem de Antonio Abujamra, sempre com jeito de bruxo Ravengar (da novela Que rei sou eu? , de 1989), mas agora em versão italianada e bonachona. Ele só é mal até a página 2, depois a gente morre de rir com ele.
Que o clássico de Francis Ford Coppola sobre o universo da máfia inspirou a novela de Lauro César Muniz, disso ninguém duvida. E nem mesmo se importa. Até porque muitas produções já copiaram a obra-prima de Coppola. Vale registrar ainda que, excesso de violência à parte, as cenas de tiroteio e perseguição foram muito bem feitas, sim, para os padrões da Record. Se isso vai levar a emissora ao topo da audiência, essa já é uma outra história...
NADA A VER - O Bom dia, mulher, da RedeTV!, perdeu o rumo. Antes dedicado ao público feminino, com ênfase em receitas de culinária e fofoca dos bastidores da TV, o programa matutino hoje segue a linha, digamos, excêntrica do Superpop, de Luciana Gimenez - palco preferencial de mulheres frutas, homossexuais e afins. Dia desses, a apresentadora Keyla Lima gastou um tempo enorme com um travesti que queria leiloar a virgindade para quem pagasse sua operação de troca de sexo (?). É mole? Se já era meia boca com Olga Bongiovanni, ficou ainda pior com temas que nada tem a ver com o horário.
Numa semana cheia de estreias e reestreias na TV, vamos a algumas novidades na programação:
Caras & Bocas - A novela de Walcyr Carrasco tem um macaco pintor e um núcleo de personagens envolvidos com artes plásticas. Pode ser que a trama ganhe a simpatia de artistas e galeristas por tratar de um universo pouco explorado pela ficção, mas o mais provável é que o folhetim conquiste simpatizantes entre os telespectadores mirins por incluir um chimpanzé que pinta o sete. Apesar de muita gente torcer o nariz, quase sempre funciona a manjada receita que reveza cachorro herói, criança prodígio e macaco inteligente em novelas e filmes com resultados satisfatórios de audiência - principalmente se o público que o autor quer atingir é o infantil. Nesta primeira semana, a trama das sete ainda tem outro atrativo: as belas imagens da savana e de animais selvagens na África do Sul. Algo na linha do Animal Planet ou Discovery. Pouco importa se os protagonistas das cenas são Ary Fontoura, Flávia Alessandra e Henri Castelli, que participam de um safari fake, ficam perdidos na selva e são acuados por um leão bem treinado para não atacá-los, tudo isso num parque natural africano.
E o Marcos Pasquim? Uma surpresa constatar que, dessa vez, o ator está vestido - o que deve ser uma decepção para sua legião de fãs(?). Se a fase de descamisado ficou no passado, só vamos ter certeza nos próximo capítulos. Por hora, o pintor Denis, personagem de Pasquim, usa até avental por cima de uma camiseta, enquanto pinta paisagens bucólicas. Só mesmo um macaco pintor, o Xico, para desconstruir a imagem certinha do personagem e dar status de obra-prima às telas borradas de tintas. Coisa de novela. Mas, se qualquer um pode dar pitaco em artes, macaco também pode ser artista, não é mesmo?
Video Show - Alguém precisa avisar a Luigi Baricelli e Fiorella Mattheis onde estão as câmeras. Ou, pelo menos, a seguirem a luzinha verde, que indica a câmera ligada. Se os novos apresentadores do programa continuarem desse jeito, sem saber para que lado olhar, vão acabar tendo torcicolo. Além de um atropelar o texto do outro. E se confundir na hora de ler o teleprompter. O fato de o programa agora ser ao vivo não é motivo para tanta trapalhada - nem adianta o André Marques sair com essa desculpa. Luigi ainda mostra simpatia - o que não é muito complicado para um ator que possui um sorriso típico de anúncio de pasta de dente. Já Fiorella não parece estar nada à vontade - gagueja, força naturalidade e não sabe onde colocar as mãos. Outra coisa: é preciso corrigir a dicção (muito ruim) da moça. Que tal uma visita a um fonoaudiólogo?
E24 - Classificado pela Band como um doc reality, ou seja, um misto de documentário e show de realidade, o programa tem uma combinação que atrai o público: adrenalina e sangue. Ao mostrar o serviço de emergência 24 horas nos hospitais e o trabalho de equipes de resgate, com cenas fortes de acidentes e pacientes nas salas de cirurgia, E24 mexe com a curiosidade e o lado mórbido do telespectador. O formato de documentário dá um toque interessante, jornalístico, a uma produção que podia ser encarada apenas como sensacionalista. Programas semelhantes existem em canais da TV a cabo. Mas contra números há poucos argumentos. O programa deu 7 pontos de média, com picos de 9, uma audiência que a Band não tinha há muito tempo. É, desgraça dá ibope. Um detalhe: todos os casos terminaram com os pacientes tendo alta ou melhora. Nenhuma morte foi registrada. Coincidência ou os óbitos foram cortados na edição? E por que não foram informados em que bairros de São Paulo ficam os hospitais mostrados? Seria interessante até como serviço para o espectador. Outra coisa: o pessoal encarregado de fazer as legendas precisa ter mais cuidado. Escreveram "proteje", assim mesmo com "j", e trocaram despercebido por "desapercebido". Um bom dicionário poderia esclarecer a dúvida do digitador.
Caras & Bocas - A novela de Walcyr Carrasco tem um macaco pintor e um núcleo de personagens envolvidos com artes plásticas. Pode ser que a trama ganhe a simpatia de artistas e galeristas por tratar de um universo pouco explorado pela ficção, mas o mais provável é que o folhetim conquiste simpatizantes entre os telespectadores mirins por incluir um chimpanzé que pinta o sete. Apesar de muita gente torcer o nariz, quase sempre funciona a manjada receita que reveza cachorro herói, criança prodígio e macaco inteligente em novelas e filmes com resultados satisfatórios de audiência - principalmente se o público que o autor quer atingir é o infantil. Nesta primeira semana, a trama das sete ainda tem outro atrativo: as belas imagens da savana e de animais selvagens na África do Sul. Algo na linha do Animal Planet ou Discovery. Pouco importa se os protagonistas das cenas são Ary Fontoura, Flávia Alessandra e Henri Castelli, que participam de um safari fake, ficam perdidos na selva e são acuados por um leão bem treinado para não atacá-los, tudo isso num parque natural africano.
E o Marcos Pasquim? Uma surpresa constatar que, dessa vez, o ator está vestido - o que deve ser uma decepção para sua legião de fãs(?). Se a fase de descamisado ficou no passado, só vamos ter certeza nos próximo capítulos. Por hora, o pintor Denis, personagem de Pasquim, usa até avental por cima de uma camiseta, enquanto pinta paisagens bucólicas. Só mesmo um macaco pintor, o Xico, para desconstruir a imagem certinha do personagem e dar status de obra-prima às telas borradas de tintas. Coisa de novela. Mas, se qualquer um pode dar pitaco em artes, macaco também pode ser artista, não é mesmo?
Video Show - Alguém precisa avisar a Luigi Baricelli e Fiorella Mattheis onde estão as câmeras. Ou, pelo menos, a seguirem a luzinha verde, que indica a câmera ligada. Se os novos apresentadores do programa continuarem desse jeito, sem saber para que lado olhar, vão acabar tendo torcicolo. Além de um atropelar o texto do outro. E se confundir na hora de ler o teleprompter. O fato de o programa agora ser ao vivo não é motivo para tanta trapalhada - nem adianta o André Marques sair com essa desculpa. Luigi ainda mostra simpatia - o que não é muito complicado para um ator que possui um sorriso típico de anúncio de pasta de dente. Já Fiorella não parece estar nada à vontade - gagueja, força naturalidade e não sabe onde colocar as mãos. Outra coisa: é preciso corrigir a dicção (muito ruim) da moça. Que tal uma visita a um fonoaudiólogo?
E24 - Classificado pela Band como um doc reality, ou seja, um misto de documentário e show de realidade, o programa tem uma combinação que atrai o público: adrenalina e sangue. Ao mostrar o serviço de emergência 24 horas nos hospitais e o trabalho de equipes de resgate, com cenas fortes de acidentes e pacientes nas salas de cirurgia, E24 mexe com a curiosidade e o lado mórbido do telespectador. O formato de documentário dá um toque interessante, jornalístico, a uma produção que podia ser encarada apenas como sensacionalista. Programas semelhantes existem em canais da TV a cabo. Mas contra números há poucos argumentos. O programa deu 7 pontos de média, com picos de 9, uma audiência que a Band não tinha há muito tempo. É, desgraça dá ibope. Um detalhe: todos os casos terminaram com os pacientes tendo alta ou melhora. Nenhuma morte foi registrada. Coincidência ou os óbitos foram cortados na edição? E por que não foram informados em que bairros de São Paulo ficam os hospitais mostrados? Seria interessante até como serviço para o espectador. Outra coisa: o pessoal encarregado de fazer as legendas precisa ter mais cuidado. Escreveram "proteje", assim mesmo com "j", e trocaram despercebido por "desapercebido". Um bom dicionário poderia esclarecer a dúvida do digitador.
Antes da gravação do Troféu Imprensa na sexta-feira (dia 27 de março), os 11 jurados foram surpreendidos com um convite da assessora de Silvio Santos, Maisa Alves: conhecer o Memorial Silvio Santos, um dos recantos preferidos do apresentador no Complexo Anhanguera, sede do SBT. O espaço conta a trajetória do dono do Baú e parte importante da história da TV no Brasil, expondo objetos como câmeras dos anos 80, centenas de fotos e troféus. E mais: mostra o lado excêntrico de SS que pouca gente conhece. No segundo andar do Memorial há quatro bonecos em tamanho de pessoas adultas, destacando-se entre eles uma mulher nua.
- Vocês viram a minha amante? - perguntou Silvio aos jurados, com ar irônico, já no camarim, depois da visita.
A boneca, que custa cerca de 150 mil dólares, foi comprada por Silvio numa de suas viagens aos Estados Unidos há cerca de 20 anos. A estátua da mulher, que tem até pelos pubianos, ficava no escritório do apresentador em São Paulo e foi levada, recentemente, junto com os outros bonecos - o mordomo, a empregada e o guarda - para o Memorial e colocados atrás de vitrines. Silvio contou que se divertia quando alguém ia ao escritório e se constrangia ao dar de cara com "sua amante".
Mas a fidelidade de Silvio à boneca para por aí. Durante a gravação, ele se derramou para Íris Stefanelli, ex-BBB, para quem mandou tocar a marchinha "Ai, ai, ai, ui, ui", composta com inspiração na Mulher Samambaia, do Pânico na TV.
Veja as fotos que cliquei com o meu celular!!!

A mulher nua...

O mordomo...

A empregada...

O guarda...

Os troféus de Silvio Santos...

Uma câmera do acervo do SBT usada no programa "Folias do Golias"
- Vocês viram a minha amante? - perguntou Silvio aos jurados, com ar irônico, já no camarim, depois da visita.
A boneca, que custa cerca de 150 mil dólares, foi comprada por Silvio numa de suas viagens aos Estados Unidos há cerca de 20 anos. A estátua da mulher, que tem até pelos pubianos, ficava no escritório do apresentador em São Paulo e foi levada, recentemente, junto com os outros bonecos - o mordomo, a empregada e o guarda - para o Memorial e colocados atrás de vitrines. Silvio contou que se divertia quando alguém ia ao escritório e se constrangia ao dar de cara com "sua amante".
Mas a fidelidade de Silvio à boneca para por aí. Durante a gravação, ele se derramou para Íris Stefanelli, ex-BBB, para quem mandou tocar a marchinha "Ai, ai, ai, ui, ui", composta com inspiração na Mulher Samambaia, do Pânico na TV.
Veja as fotos que cliquei com o meu celular!!!

A mulher nua...

O mordomo...

A empregada...

O guarda...

Os troféus de Silvio Santos...

Uma câmera do acervo do SBT usada no programa "Folias do Golias"
Flávia Alessandra, Deborah Evelyn, Ary Fontoura, Isabelle Drummond, Sérgio Marone, Henri Castelli, Maria Zilda Bethlem, Marcos Breda e Rafael Zulu vão passar oito dias na África do Sul gravando as primeiras cenas de "Caras & bocas", próxima novela das sete da Globo. A primeira parada será em Cullinan, onde os atores visitarão uma mina de diamantes. Na trama, Ary Fontoura é Jacques, dono de uma empresa de extração de diamante. A cena na mina mostra Jacques passeando com a neta, Dafne (Flávia Alessandra), a bisneta, Bianca (Isabelle Drummond), e o advogado e amigo da família Vicente (Henri Castelli).
Depois de Cullinan, a equipe de "Caras & bocas" vai para Hartbeespoort, onde será gravado um passeio de balão. A última cidade do roteiro será Sun City. O diretor Marcelo Zambelli também faz cenas no Parque Nacional de Pilanesberg e num hotel de luxo. A novela de Walcyr Carrasco está prevista para estrear em abril.
Não tem coisa mais divertida do que os bastidores do Carnaval, da RedeTV!. Barrada nos desfiles das escolas de samba do Rio e de São Paulo – exibição exclusiva da Globo – a emissora correu por fora para mostrar o melhor (ou seria o pior???) da festa. Sem acesso às avenidas, mobilizou uma equipe, incluindo a ex-BBB Íris Stefanelli, com seu eterno sotaque caipira, para "entrevistas" nas áreas de concentração e dispersão dos Sambódromos. E aí foi aquele festival de baixaria, gafes e nudez que o público já se acostumou a ver nos últimos anos. Tudo comandado pelo veterano Nelson Rubens, aquele que aumenta mas não inventa, e sua parceira de estúdio e mulher do dono da emissora, a apresentadora(?) Daniela Albuquerque, que não aumenta, não inventa, mas quando abre a boca... Sai de perto!

Nada foi tão divertido quanto a transmissão do Baile Gay de terça-feira, no Scala Rio. O time que participou da cobertura do evento – Monique Evans, Léo Áquila e a dupla Christian Pior (Evandro Santo) e Robaldo Esperman (Carioca) – se superou em todos os quesitos. Na entrada do baile, além de apalpar bumbuns, seios e coxas dos transexuais, Léo Áquila incitava as colegas a participarem da prova da banheira – cópia deslavada da memorável Banheira do Gugu, quadro que lançou Luiza Ambiel, Ellen Ganzarolli e Nana Gouveia, entre outras musas. Numa piscina de plástico, cheia de bolinhas vermelhas, um fortão, meio Go Go Boy meio leão-de-chácara, tentava impedir que as bibas encontrassem perus (na verdade, frangos) de borracha.
"Você pega muito peru numa noite?", disparou Léo Áquila para uma concorrente. "Alguns. Depende da noite", devolveu a transexy com um sorriso maroto. Dentro da piscininha, era um tal de mão naquilo, aquilo na mão, alguns frangos (ou perus) capturados e algumas partes siliconadas do corpo escapando das minúsculas fantasias.
Do outro lado, Monique Evans promovia outra brincadeira com um touro mecânico, devidamente enfeitado de cor-de-rosa. Ao som do refrão "Ele senta! Eu sei que senta!" - da música "Cowboy Viado", do DJ Thiago -, as convidadas que se aventuravam a montar no bicho acabavam deixando à mostra um detalhe de sua anatomia que se esforçam tanto para esconder. "O bife está todo de fora! A alcatra da Bianca está aparecendo!", vibrava Monique, que ainda deu selinho em Thammy Gretchen e mandou outras duas transexies pegarem em seus órgãos genitais para ver como eram maiores do que os delas (os das bibas). Pode isso?
No carnaval, pode tudo. Até Christian Pior e Robaldo tirando sarro de dois gays argentinos que não tinham intimidade alguma com uma bola de futebol. Embora a situação não tivesse nada a ver com o esporte.
Mas a pérola do baile foi um comentário de Daniela Albuquerque quase no fim da transmissão. Após ver um travesti fantasiado do que parecia ser a deusa indiana Lakshmi com seis braços, a apresentadora confundiu a mitologia grega com a hindu, e ainda tropeçou na pronúncia: "Parece a merdusia".
Pano rápido. E Nelson Rubens se despediu, prometendo voltar no Carnaval que vem. Oba, só faltam 11 meses!!!!!
FOTO: Divulgação/RedeTV!

Nada foi tão divertido quanto a transmissão do Baile Gay de terça-feira, no Scala Rio. O time que participou da cobertura do evento – Monique Evans, Léo Áquila e a dupla Christian Pior (Evandro Santo) e Robaldo Esperman (Carioca) – se superou em todos os quesitos. Na entrada do baile, além de apalpar bumbuns, seios e coxas dos transexuais, Léo Áquila incitava as colegas a participarem da prova da banheira – cópia deslavada da memorável Banheira do Gugu, quadro que lançou Luiza Ambiel, Ellen Ganzarolli e Nana Gouveia, entre outras musas. Numa piscina de plástico, cheia de bolinhas vermelhas, um fortão, meio Go Go Boy meio leão-de-chácara, tentava impedir que as bibas encontrassem perus (na verdade, frangos) de borracha.
"Você pega muito peru numa noite?", disparou Léo Áquila para uma concorrente. "Alguns. Depende da noite", devolveu a transexy com um sorriso maroto. Dentro da piscininha, era um tal de mão naquilo, aquilo na mão, alguns frangos (ou perus) capturados e algumas partes siliconadas do corpo escapando das minúsculas fantasias.
Do outro lado, Monique Evans promovia outra brincadeira com um touro mecânico, devidamente enfeitado de cor-de-rosa. Ao som do refrão "Ele senta! Eu sei que senta!" - da música "Cowboy Viado", do DJ Thiago -, as convidadas que se aventuravam a montar no bicho acabavam deixando à mostra um detalhe de sua anatomia que se esforçam tanto para esconder. "O bife está todo de fora! A alcatra da Bianca está aparecendo!", vibrava Monique, que ainda deu selinho em Thammy Gretchen e mandou outras duas transexies pegarem em seus órgãos genitais para ver como eram maiores do que os delas (os das bibas). Pode isso?
No carnaval, pode tudo. Até Christian Pior e Robaldo tirando sarro de dois gays argentinos que não tinham intimidade alguma com uma bola de futebol. Embora a situação não tivesse nada a ver com o esporte.
Mas a pérola do baile foi um comentário de Daniela Albuquerque quase no fim da transmissão. Após ver um travesti fantasiado do que parecia ser a deusa indiana Lakshmi com seis braços, a apresentadora confundiu a mitologia grega com a hindu, e ainda tropeçou na pronúncia: "Parece a merdusia".
Pano rápido. E Nelson Rubens se despediu, prometendo voltar no Carnaval que vem. Oba, só faltam 11 meses!!!!!
FOTO: Divulgação/RedeTV!
O Big Brother Brasil perdeu completamente a vergonha ao fazer merchandising escancarado. Se antes as ações passavam discretamente, misturadas à rotina dos participantes na casa, agora são impostas ao telespectador de maneira explícita, até agressiva. Para começar, quase todas as festas, se não levam o título das marcas que patrocinam o programa, apresentam os produtos ostensivamente - já rolaram festas do Guaraná Antarctica, da Niely Gold etc... Esta última teve grandes potes de cremes para cabelos servindo como enfeites das mesas. Ou seriam as mesas servindo como enfeites para os megapotes fakes? Ah, em volta da decoração Niely, dançarinas-modelos, meio cansadas meio desanimadas, mostrando do que o creme é capaz ao balançarem suas madeixas.
As provas do líder e do anjo também entraram no esquema da propaganda ostensiva. Sandálias Ipanema, Vivo, Fiat... Na disputa pela liderança desta semana, por exemplo, havia potes gigantes de margarina Doriana, que os brothers tinham que abrir para eliminar os concorrentes. Exagero total! E o show do Jota Quest? Amplo patrocínio da Vivo e da Sony. Estou esperando para ver como será a festa com tema do enxaguante bucal que aparece sempre em grande estilo. Enquanto o programa apela para a propaganda fácil, visando o faturamento, a criatividade fica prejudicada – já perceberam como a produção das festas está mais caidinha se compararmos a das primeiras edições do programa? A originalidade escoa lentamente pelo ralo.
Confira o vídeo da festa "É O Que É", patrocinada pela fábrica de refrigerante, e repare na exposição ostensiva do logotipo do produto no palco e no cenário.
E adivinha qual o anunciante vai bancar a ida dos brothers Mirla e Ralf a Salvador para curtir o carnaval no trio elétrico de Cláudia Leitte? A marca do guaraná, claro!
As provas do líder e do anjo também entraram no esquema da propaganda ostensiva. Sandálias Ipanema, Vivo, Fiat... Na disputa pela liderança desta semana, por exemplo, havia potes gigantes de margarina Doriana, que os brothers tinham que abrir para eliminar os concorrentes. Exagero total! E o show do Jota Quest? Amplo patrocínio da Vivo e da Sony. Estou esperando para ver como será a festa com tema do enxaguante bucal que aparece sempre em grande estilo. Enquanto o programa apela para a propaganda fácil, visando o faturamento, a criatividade fica prejudicada – já perceberam como a produção das festas está mais caidinha se compararmos a das primeiras edições do programa? A originalidade escoa lentamente pelo ralo.
Confira o vídeo da festa "É O Que É", patrocinada pela fábrica de refrigerante, e repare na exposição ostensiva do logotipo do produto no palco e no cenário.
E adivinha qual o anunciante vai bancar a ida dos brothers Mirla e Ralf a Salvador para curtir o carnaval no trio elétrico de Cláudia Leitte? A marca do guaraná, claro!




