Arquivo de August 2011

RSS Feeds

RATAZANA NO METRÔ DE NEW YORK

Sensacional o vídeo postado no YouTube (www.youtube.com/watch?v=q1doR9zUtQ8) que registra a ação de um passageiro inusitado dentro do metrô de New York: uma ratazana.

A ratazana passeia tranquilamente pelo carro do metrô e sobe pelo corpo de um passageiro que dormia e acordou assustado. O vídeo mostra que não houve pânico e tudo parecia normal.

O vídeo não mostra o desembarque da ratazana, que, certamente, não pagou a passagem.

Imagine se fosse aqui no metrô do Rio de Janeiro ou de São Paulo!

 Comentar (1)

O FUTURO ESTÁ NOS TRENS

18/07/11
“O futuro está nos trilhos – Os caminhos para o desenvolvimento” (matéria capturada do site da CBTU - www.cbtu.gov.br)


“O Futuro está nos trilhos – Os caminhos para o desenvolvimento” é tema central da 17ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, que a AEAMESP (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô) realizará no período de 13 a 16 de setembro de 2011, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Em sua 17ª edição, o encontro tem como proposta reunir técnicos, entidades, empresas e órgãos públicos municipais, estaduais e federal para discutir novas tecnologias no setor de transportes no País e no mundo, bem como debater estratégias de investimentos tanto para o transporte de passageiros como para o de cargas.

“Para que o Brasil desponte como uma das lideranças no cenário global são necessários maiores investimentos em infraestrutura, principalmente em sistemas estruturantes sobre trilhos, para organizar o transporte, a mobilidade e a acessibilidade em suas principais cidades”, diz Jayme Domingo Filho, vice presidente da AEAMESP e coordenador técnico do evento.

Segundo José Geraldo Baião, presidente da AEAMESP, o tema “O Futuro está nos Trilhos! Os caminhos para o desenvolvimento” tem como objetivo mostrar os benefícios sócio-econômicos e ambientais que os investimentos em sistemas sobre trilhos produzem. Por isso, a importância de unirmos os esforços dos governos, da indústria, das operadoras, das entidades de classe, dos profissionais da área tecnológica e dos cidadãos brasileiros na construção de um novo País, com projetos metroferroviários e de infraestrutura para serem implantados a curto, médio e longo prazo.

De acordo com a Comissão Organizadora, nesta edição da Semana de Tecnologia será apresentada uma quantidade maior de trabalhos técnicos, desenvolvidos por profissionais e por empresas, abordando novas tecnologias nas áreas de engenharia civil e de sistemas; bem como nos novos modos de transportes que atualmente estão sendo discutidos e implantados no País: Monotrilhos, VLTs e TAV, proporcionando um rico e importante intercâmbio de conhecimentos.

Nos painéis de debates estarão em pauta: as políticas públicas e sua integração, a importância do planejamento urbano nas cidades, projetos sustentáveis na ocupação do solo, as diversas ações e soluções para a preservação do meio ambiente, investimentos permanentes no setor de transporte público sobre trilhos, nas cidades e na ligação entre elas, com trens regionais ou de longo percurso; a logística integrada no transporte ferroviário de carga e passageiros e a expansão da malha metroferroviária no País.

“Procuraremos mostrar para a sociedade organizada, órgãos de governo e agentes financeiros a importância de se considerar, no cálculo da taxa de retorno dos investimentos, também os ganhos das externalidades monetizáveis”, diz Baião.

O encontro, cuja organização e comercialização estão a cargo da Marcelo Fontana Promoções & Eventos, acontecerá paralelamente a Metroferr 2011, exposição de produtos e serviços metroferroviários, que reúne as empresas mais representativas do setor, para mostrar o que há de mais moderno em termos de equipamentos, sistemas e serviços na área metroferroviária.

“Para a 17ª Semana aguardamos a presença de cerca de 2.000 participantes, incluindo estudantes e profissionais do setor metroferroviário, originários dos vários estados brasileiros e de diversos países como: Alemanha, Austrália, Chile, China, Espanha, França, Malásia e Suíça entre outros que têm prestigiado este encontro”, adianta o Eng.º Jayme Domingo Filho.

Veja o programa preliminar clicando no link abaixo

Programa Preliminar

Serviço

17ª Semana de Tecnologia Metroferroviária

Data: 13 a 16 de setembro de 2011

Local: Centro de Convenções Frei Caneca

Endereço:Rua Frei Caneca, 596, 4º andar – São Paulo - SP

Mais informações: www.aeamesp.org.br

http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=43663:o-futuro-esta-nos-trilhos--os-caminhos-para-o-desenvolvimento-&catid=71:categoria-veiculos&Itemid=367


 Comentar

ALGUMAS DAS MAIS BELAS ESTAÇÕES DE METRÔ DO MUNDO

25/07/11
Conheça algumas das mais belas estações de metrô do mundo (MATÉRIA CAPTURADA DO SITE DA CBTU, em 15/08/2011):

FRANKFURT - A entrada do metrô de Frankfurt reproduz um vagão de trem enterrado na calçada. A arte foi projetada pelo arquiteto Zbiginew Pininsky que se inspirou no artista surrealista René Magritte.
null

KAOHSIUNG- A segunda maior cidade de Taiwan tem um dos sistemas de metrô mais modernos do mundo. A estação de metrô que dá acesso ao aeroporto internacional traz uma obra de arte de vidro do artista Lultz Haufschild
null

ATENAS - O metrô grego é conhecido por ter um grande acervo de obras de arte ou arqueológicas expostas em várias estações, como a instalação ilusionista Park Underground de Kostas Tsoklis, que ficou exposta na estação Ethnniki Amyna
null

SÃO PAULO - Por muito tempo o metrô de São Paulo ficou conhecido como sendo o mais limpo do mundo. Após muitos anos da inauguração, a cidade começa a receber novas estações com a modernidade e beleza do século 21
null

KAZAN - O metrô de Kazan foi o primeiro a ser construído após o colapso da União Soviética. Ele possui poucas, mas belas estações


KIEV - A capital da Ucrânia ostenta três linhas de metrô espetaculares, com uma decoração elegante e imponente


MONTREAL - Mais de cinquenta estações são decoradas com obras de arte pública. Na foto, esculturas enormes de Germain Bergeron, na estação Monk


MUNIQUE - Inaugurado em 1972, o metrô da cidade tem a fama se ser bonito e limpo, como a estação Westfriedhof, que adotou um novo conceito de iluminação. O projeto é do designer Ingo Maurer


MUNIQUE - A estação de St. Quirin Platz possui uma estrutura magnífica e moderna


MUNIQUE - A estação U-Bahn é uma das mais movimentadas da cidade e também possui uma bela decoração


NÁPOLES - A cidade italiana possui várias estações modernas, como a Vanvitelli, inaugurada em 1993


NÁPOLES - A estação Dante foi toda colorida, dando um clima mais alegre ao ambiente


NÁPOLES - Já a estação Universitá recebeu obras de arte e grandes painéis coloridos


NOVA YORK - O metrô de Nova York é um dos mais famosos do mundo. Nele, o programa Arts for Transit abriga mais de 150 obras de arte moderna, como o Life Underground (foto), de Tom Ottenerss


SÃO PETERSBURGO - O metrô mais profundo do mundo também é conhecido por abrigar obras de arte de bom gosto


ESTOCOLMO - A cidade possui 100 estações e a maioria delas é decorada artisticamente, como a T-Cetralen, projetada por Olof Ulvedt


DUBAI - A elevada estação de metrô de Dubai é uma das referências do designer moderno. Modeladas no formato de concha, o design interior apresenta os quatro elementos da natureza: água, fogo, terra e ar.


Visite o endereço abaixo:
http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/fotos/0,,OI162317-EI14045,00-Conheca+algumas+das+mais+belas+estacoes+de+metro+do+mundo.html

 Comentar (1)

AS RUAS MAIS CONGESTIONADAS DE SÃO PAULO

null
Transito intenso na Radial Leste por volta das 19h de segunda-feira. Foto de Filipe Redondo (Folhapress - Revista)

Prezado leitor, vale a pena ler a matéria abaixo e refletir sobre os graves problemas que o trânsito das grandes metrópoles brasileiras está causando para a nossa população.

Matéria retirada do site UOL, em 07/08/2011 (www.uol.com.br)

ESTUSO INÉDITO APONTA AS RUAS MAIS CONGESTIONADAS DE SÃO PAULO
(por Alecar Izidoro e Bruno Ribeiro, de São Paulo)

São Paulo está parando -os motoristas sabem disso. O que ninguém arrisca a dizer é: qual será a primeira rua que vai entupir de vez? Avenida Rebouças? 9 de Julho? Dr. Arnaldo? 23 de Maio? Radial Leste?

Nada disso. Pelo (lento) andar da carruagem, tudo indica que a cidade pode começar a travar pelas ruas Cardeal Arcoverde e Teodoro Sampaio, em Pinheiros, na zona oeste. Segundo dados da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), obtidos com exclusividade pela sãopaulo, essas foram as vias mais lentas no ano passado.

Os cálculos foram feitos pelo órgão em 28 trajetos, que somam 90 vias. As medições foram realizadas em 2010 em dias típicos -como os da semana que passou, quando a volta às aulas reativou os congestionamentos. Repetido anualmente para identificar gargalos no trânsito, o monitoramento fica restrito ao corpo técnico da CET.

Líder do ranking das mais lentas, a rota Cardeal/Teodoro teve velocidade média, no final da tarde, de 8,3 km/h no sentido centro-bairro e de 8,9 km/h no bairro-centro. Sem pressa, um pedestre pode se deslocar a 5 km/h.

O resultado ajuda a explicar por que a arquiteta Angela Palma, 34, "riscou" a Teodoro e a Cardeal dos caminhos de seu GPS -apesar de, moradora da rua Capote Valente, viver espremida entre as duas. "No pico, já teve dias em que levei meia hora para subir a Teodoro, mais tempo do que a estrada até Alphaville", diz. No primeiro caso, a distância mal atinge 3 km; no segundo, mais de 20 km.

Essas duas vias já tinham sido campeãs da morosidade em 2009. Entre os motivos, estão a largura estreita de ambas, o excesso de semáforos, os embarques e desembarques constantes devido ao comércio e as irregularidades no estacionamento dos carros. Tudo agravado pelo impacto de obras próximas, como as do largo da Batata e da linha 4-amarela do metrô.

O engenheiro Samuel Eisig, 66, que trabalha na Cardeal, já espera pelo pior. Propagandas e terrenos protegidos por tapumes dão a pista de que a rua vai receber mais prédios comerciais. "Tudo isso não traz ainda mais carros a uma região já saturada? Como é que pode?", questiona Eisig.

O mapeamento da velocidade das vias é realizado pela CET com um veículo de teste e dois pesquisadores munidos de cronômetros. Considerando os dois sentidos, cada rota é medida 24 vezes -sempre nas horas de pico. Dias atípicos, influenciados por acidentes graves, manifestações ou chuva forte, não são considerados.

Os números desmistificam a ideia corrente de que os congestionamentos são piores em bairros centrais ou nobres, onde sobram carros.

A segunda e a terceira rotas mais lentas estão na periferia da zona sul: estrada de Itapecerica/João Dias e estrada do M'Boi Mirim/Guarapiranga. Além do ritmo inferior a 9 km/h no rush, elas têm em comum a carência de metrô para chegar ao centro.
Se trafegar no ritmo inferior ao de um vencedor de marcha atlética (como no trajeto da Heitor Penteado/Dr. Arnaldo/Paulista, a 13,2 km/h no rush da tarde) já é um teste de paciência, ficar boa parte do percurso completamente parado é algo que desafia a capacidade de distração do motorista.

As medições da CET mostram que, em metade das 28 rotas monitoradas, os motoristas gastam mais de 30% do tempo de percurso a 0 km/h. Isso porque ficam parados no sinal vermelho ou na fila de carros que não se move.

No trajeto das avenidas Henrique Schaumann, Brasil e Pedro Álvares Cabral, essa condição está contabilizada. De 31 minutos para ir de ponta a ponta no pico da tarde, 16 minutos são perdidos sem sair do lugar. Numa situação normal, a viagem de carro não leva nem um terço desse tempo.

Além do excesso de veículos, contribuem para isso os semáforos desregulados ou ultrapassados. A CET promete trocar até janeiro os 20% de aparelhos que, no fim de 2010, ainda não permitiam programações.

Diante dessa situação, resta ao motorista inventar o que fazer dentro do carro. Além do rádio e das TVs portáteis (que, por lei, só podem funcionar no painel dianteiro quando se está parado), há quem tome café da manhã, tire a sobrancelha, marque compromissos pelo viva voz do telefone celular, troque torpedos, leia e até estude outro idioma.

O problema é que, mesmo num engarrafamento monstruoso, desvios de atenção são um agravante do risco de acidentes. "O uso do carro como continuação da casa ou do escritório tende a piorar a questão da segurança viária. A indústria automobilística já percebeu que os congestionamentos são inevitáveis e investe no conforto para essa hora. Hoje, a pessoa até acha que está ganhando tempo", diz Ricardo de Oliveira Laiza, superintendente de planejamento da CET.

Na prática, além do gasto de tempo, a paralisia também significa mais poluição, deterioração do carro e desperdício de dinheiro com combustível. E há, também, o desgaste das peças. "O movimento de arrancada e freio durante os congestionamentos exige muito mais dos sistemas de embreagem e freio do que dirigir em uma rodovia", completa.

A CET diz que a identificação de gargalos nesse mapeamento já motivou, ao longo das décadas, uma série de intervenções --da construção de passagens subterrâneas, como no acesso da Rebouças à Paulista, até a troca e a reprogramação de semáforos na Teodoro e na Cardeal. O problema é que isso só enxuga gelo. No ano passado, até houve uma pequena melhora no rush da tarde com alta de 9% na velocidade, após intervenções bilionárias, como a alça sul do Rodoanel e a ampliação da marginal Tietê. Pela manhã, no entanto, os carros andaram 4% mais devagar.

A solução repetida à exaustão por especialistas é a expansão e melhoria de metrô, trens e ônibus -e restrição aos automóveis. "É preciso um uso mais racional do carro. Temos que deixá-lo para a hora de lazer e aderir ao transporte coletivo", diz Ricardo, da CET.

O alento (se é que existe algum) é saber que, se hoje o motorista trafega no rush numa média alcançável por uma galinha, três décadas atrás a situação já não era fácil. Em 1977, a velocidade média aferida pela CET nas principais vias no pico da tarde não chegava a 25 km/h. De lá para cá, esse ritmo caiu mais de um terço. Por outro lado, a frota mais que quadruplicou.

"A mística do transporte individual é a liberdade. Aqui ela está sendo liquidada. Os motoristas vão procurar alternativas, facilitadas agora pelo GPS. Só que isso vai levar barulho, poluição e outros problemas para ruas sem estrutura, que deveriam ser residenciais", afirma Jaime Waisman, especialista em trânsito e professor da Poli-USP. Ou seja, depois da Cardeal e da Teodoro, tudo pode parar.

 Comentar