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VLT VAI MUDAR O CENTRO DO RIO DE JANEIRO

Matéria retirada do site da ABIFER (www.abifer.org.br), em 16/05/2012.

Bonde vai mudar a cara do centro do Rio

Uma das estrelas do Porto Maravilha – programa de revitalização da zona portuária da capital fluminense - o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), orçado em R$ 1,1 bilhão, está mais próximo de sair do papel e chegar às ruas do centro da cidade. Na última semana, foi aprovada pelo governo federal a liberação de R$ 500 milhões em recursos do Orçamento Geral da União (OGT).

Para garantir os R$ 600 milhões restantes, serão abertas no início do próximo mês audiência e consulta públicas a fim de preparar a licitação para escolha da concessionária responsável pelo projeto. O edital deverá ser lançado até agosto.

“Já temos os estudos de viabilidade, o cronograma e todas as autorizações exigidas para começar as intervenções necessárias na região. O início da contratação das obras está previsto para janeiro de 2013”, afirma o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), Jorge Arraes.

O veículo leve contempla não só a região do Porto, como também parte considerável do centro da cidade. Pontos de grande ciculação, como a Avenida Rio Branco, a Cinelândia e o aeroporto Santos Dumont, também receberão estações do novo bonde, como mostram imagens inéditas que o iG conseguiu.

O sistema do VLT, ou bonde moderno, como foi apelidado na Cdurp, terá seis linhas distribuídas em 42 estações ao longo de 30 quilômetros de vias, sendo 26 quilômetros de vias de ida e volta e quatro quilômetros de via singelas. A distância média entre as estações será de 400 metros e a expectativa é de que o tempo de espera entre um trem e outro varie entre 5 e 15 minutos, dependendo da linha. Cada vagão comporta até 450 passageiros.

A linha 1 (laranja) começa na rodoviária e termina na estação Equador. Já a linha 2 (verde), vai da Central do Brasil à Cidade do Samba. A linha 3 (azul) também parte da Central, mas em direção ao aeroporto Santos Dumont. A Central também é o ponto de partida da linha 4 (vermelha), que passa por avenidas como Sete de Setembro, Rio Branco e Almirante Barroso e chega à Avenida Antônio Carlos. Já a linha 5 (amarela) e a 6 (rosa escuro) partem da rodoviária sentido Central e Cidade do Samba, respectivamente.

O sistema de pagamento será similar ao de países da Europa que já adotaram o VLT. Ao entrar no trem, o próprio passageiro deverá validar seu bilhete. A estimativa da CDURP é que a passagem custe em torno de R$ 3 e o novo modal deverá integrar o sistema do Bilhete Único.

As duas primeiras linhas do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) serão entregues para a Copa do Mundo. As outras quatro deverão entrar em operação até os Jogos Olímpicos de 2016. Segundo Arraes, o principal objetivo do novo meio de transporte é integrar estações de metrô, trens, barcas, BRTs, redes de ônibus convencionais e aeroporto. “O VLT vai atender áreas que hoje não contam sequer com pontos de ônibus, interligando todos os meios de transporte da região”, diz.

Modelo inédito

Embora seja inspirado em modelos como os que são utilizados na Europa, o VLT do Rio traz uma inovação. Os trens não terão fios em rede aérea e serão alimentados por duas fontes de energia: um terceiro trilho energizado em alguns trechos e paradas e também um supercapacitor (espécie de bateria). Arraes explica que essas tecnologias já são usadas, mas de maneira isolada. “É a primeira vez no mundo que um VLT vai unir esses sistemas, o que permitirá que nossos trens não precisem de fios de rede aérea. Além de mais econômico, é mais seguro”.

O projeto do VLT, diz Arraes, será ainda um dos grandes trunfos do Porto Maravilha no que diz respeito à questão da sustentabilidade. “Ainda não temos o cálculo pronto, mas, certamente, a utilização deste meio de transporte terá um grande impacto positivo na diminuição da emissão de carbono na região. Arraes não descarta a possibilidade de converter essa redução em créditos de carbono a serem negociados na Bolsa Verde do Rio.

Fonte: iG
Publicada em: 14/05/2012

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MELHORIA DOS TRILHOS EM SÃO PAULO

O texto abaixo é bastante interessante e serve como reflexão para todos os sistemas de transporte urbano das cidades brasileiras.

Editorial: Trilhos e corredores
03/05/2012 - Folha de S.Paulo (texto extraído do site www.revistaferroviaria.com.br)

A expansão do bilhete único e a melhoria da rede de transporte sobre trilhos em São Paulo traduziram-se, nos últimos cinco anos, em significativo aumento da utilização do metrô e dos trens metropolitanos - em detrimento da procura por linhas de ônibus.

O fenômeno, previsível, reflete a demanda reprimida por transporte público eficiente na cidade, que paga o preço do privilégio concedido durante décadas ao automóvel.

Capital nacional das obras viárias, São Paulo tornou-se símbolo de tráfego congestionado e transporte coletivo de má qualidade, fórmula que deu no pior dos mundos.

Nos últimos anos, felizmente, verificaram-se progressos na melhoria do transporte. Novas linhas de metrô foram inauguradas, elevou-se a qualidade dos serviços da CPTM (em que pesem as constantes falhas operacionais) e criou-se a possibilidade de, com a tarifa do bilhete único, realizar mais de uma viagem em meios diferentes, no período de duas horas.

O resultado é que desde 2006 o número anual de passageiros transportados subiu 63% na CPTM, 44% no metrô e só 13,3% nos ônibus (10,5%, se consideradas apenas as linhas municipais).

Numa cidade de grandes dimensões e ruas travadas, como é a capital paulista, constata-se o abandono do trajeto em ônibus sempre que for possível trocá-lo -integral ou parcialmente- por trem ou metrô, mais rápidos e previsíveis.

Para que o ônibus possa cumprir seu papel com eficiência, é preciso construir corredores com plataformas maiores, semáforos programados e pistas de ultrapassagem, que permitam o desenvolvimento de velocidade adequada. Essas vias deveriam servir como troncos para trajetos mais longos em áreas que não são servidas por metrô.

Sinal de descaso, o prefeito Gilberto Kassab prometeu entregar 66 km de corredores na atual gestão, mas não concluirá nenhum.

Além de mais corredores, é preciso aperfeiçoar as conexões mais curtas de ônibus, que, nos bairros, ligam o usuário ao trem ou ao metrô. Tais ligações precisam ser mais bem planejadas, de modo a evitar a sobrecarga de determinados acessos ao transporte sobre trilhos. Em vez de concentrar as paradas de ônibus num único ou em poucos terminais de trem ou metrô, é preferível distribuir os passageiros por diversas estações.

O trânsito é um sistema que depende de uma série de fatores para ganhar fluidez. Os dados sobre o aumento da demanda por transporte em São Paulo atestam não apenas a óbvia necessidade de expandir o sistema, mas também de um planejamento mais equilibrado e integrador.



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INDÚSTRIA FERROVIÁRIA TAMBÉM PEDIRÁ DESONERAÇÃO TRIBUTÁRIA

Importante matéria veiculada no site da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER): Indústria ferroviária também pedirá desoneração.

Os fabricantes de máquinas e equipamentos ferroviários estão preparando uma pauta de reivindicações ao governo federal para incentivar o crescimento da indústria. Na opinião do presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, as medidas anunciadas no plano Brasil Maior são positivas, mas ainda insuficientes para o segmento.

Entre as reivindicações, está incluir o segmento na desoneração da folha de pagamento e na Lei de Compras Governamentais, que dá preferência aos produtos nacionais, mesmo que eles sejam até 25% mais caros que os importados. Além disso, a indústria pede aceleração do ressarcimento de créditos do PIS/Cofins e a chamada depreciação acelerada – efeito contábil que reduz o tempo de desvalorização de ativos e, consequentemente, diminui os tributos.

Sobre o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI), do BNDES, a indústria reivindica um alongamento no prazo de financiamento, de 10 anos para 15 anos.


Fonte: Valor Online
Publicada em: 13/04/2012

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TREM TURÍSTICO DE VOLTA DE OURO PRETO A MARIANA

Caro leitor, vale a pena ler a matéria abaixo, retirada do site da ABIFER (www.abifer.org.br)

Trem turístico está de volta aos trilhos de Ouro Preto e Mariana
Contemplar os remanescentes de mata atlântica e admirar-se com as belezas de Minas Gerais no interior de um trem. Quem estiver em Ouro Preto e Mariana durante a Semana Santa poderá desfrutar de um dos passeios mais charmosos na região. O trem turístico, que interliga as duas cidades mineiras, voltou a funcionar.

O Trem da Vale, como é chamado, ficou parado durante 105 dias, em decorrência das fortes chuvas que atingiram os dois municípios da região Central de Minas. Esse foi o período mais longo em que a locomotiva ficou desativada desde que foi inaugurada, em 2006. As viagens foram retomadas no último dia 30.

Com capacidade para receber 292 pessoas, a composição, que resgata a história do Brasil e de Minas Gerais, disponibiliza ainda um vagão de 52 lugares com vista panorâmica, o único do tipo no país. O percurso, de 18 quilômetros, é feito sem pressa. A velocidade média da locomotiva não ultrapassa os 20 km/hora.

O Trem da Vale, muito além da revitalização das estações e de transportar passageiros, propõe o reconhecimento e a valorização do patrimônio cultural e natural das comunidades envolvidas. “A ideia é promover o resgate da história através de um projeto educacional e patrimonial”, detalha a chefe de trem Bruna Miranda.

Ao longo do percurso, um guia turístico fica por conta de entreter os viajantes. Cabe a ele contar as curiosidades históricas dos lugares visitados, por onde muita gente já passou. Somente no ano passado, de acordo com a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), responsável por operar o trecho, 85.591 pessoas viajaram na composição. As estações de Ouro Preto e Mariana, consideradas âncoras do projeto desenvolvido pela empresa no país, também englobam oficinas de arte e educação e atividades específicas sobre patrimônio cultural.

No prédio da Estação Ferroviária de Ouro Preto, os visitantes ainda podem conhecer exposições permanentes sobre a história do trem, a ciência, a técnica e uma maquete de ferromodelismo. Na área externa da ferrovia, está instalado o vagão sonoro ambiental, que abriga uma oficina de construção de instrumentos musicais e esculturas sonoras feitas de material reciclado. Outras atrações são os vagões biblioteca, com acervo ligado ao patrimônio, e dos sentidos, que conduz o visitante a uma viagem de sensações, sons e imagens.

A locomotiva funciona às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados para os turistas em geral. De Ouro Preto, a composição parte às 10h e às 15h30, e de Mariana, às 8h30 e às 14h. O bilhete, que deve ser retirado na bilheteria da estação, custa R$ 40 para ida e volta e R$ 25 somente para ida. No vagão panorâmico, os valores são de R$ 70 e R$ 40. Crianças de até 5 anos e adultos com mais de 60 pagam meia.

Fonte: Hoje em Dia
Publicada em: 05/04/2012

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A PRIMEIRA FERROVIA-ESCOLA DO BRASIL ESTÁ NO RIO DE JANEIRO

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Foto: Entre-Rios Jornal Online

Em 10 de fevereiro, foi inaugurada, em Paraíba do Sul, RJ, a primeira ferrovia-escola do Brasil. O Centro de Estudos e Pesquisas Ferroviárias gido por Manoel Mendes, instalou um novo centro de formação profissional na área ferroviária na cidade de Paraíba do Sul, no centro sul fluminense, cuja região possui as linhas da Ferrovia Centro Atlântica (FCA) e da MRS Logística.

As instalações do novo centro de formação profissional na área ferroviária somam cerca de 800 m2 e contarão com laboratórios para simulação de condução de locomotivas e ferramentas para modelagem de veículos ferroviários, além de um centro de documentação com material de consulta sobre manutenção de via permanente e projeto de fabricação de material rodante.

O contrato para instalação da nova unidade foi assinado entre o CEPEFER e a Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul e a previsão é a de que cerca de 200 alunos comecem a ser atendidos logo em 2012. A expectativa é que, em um ano, o novo centro de formação possa receber a homologação para operar como faculdade ferroviária, com capacidade para 400 alunos por ano.

“Nós vemos o mercado crescendo cada vez mais, tanto na área de carga quanto na de passageiro. E medida que o setor cresce iremos precisar cada vez mais de mão de obra qualificada. Nós temos um intervalo de idade, isso já foi detectado pelas próprias concessionárias. Ou você tem uma pessoa muito jovem no setor ou uma mais antiga, até voltando da aposentadoria porque o setor chamou. Então a qualificação da mão de obra é extremamente importante”, declarou Vicente Abate, presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER), para o Entre-Rios Jornal Online.

Fonte: ABIFER
Publicada em: 23/02/2012

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VAGAS EM EMPRESA DA ÁREA FERROVIÁRIA

Vagas em empresa da área ferroviária
A América Latina Logística (ALL) está em processo de contratação de 60 novos colaboradores no Rio Grande do Sul. As vagas são para operador de produção (manutenção de via, mecânica e tração), rondante, condutor de via, técnico administrativo e técnico em meio ambiente e segurança.

A companhia oferece salário compatível com o mercado, vale-refeição, vale-alimentação, plano de saúde e odontológico, seguro de vida, vale-transporte e participação nos resultados.

Para concorrer

Os requisitos para operador de produção de via, rondante e condutor de via são ensino fundamental completo e disponibilidade de horários. Para técnico em meio ambiente e segurança é necessário ter ensino médio completo e curso técnico em segurança e meio ambiente.

Já para técnico administrativo, técnico administrativo PCD e operador de produção mecânico e tração, os requisitos são ensino médio completo e disponibilidade de horários.

As vagas estão distribuídas nos municípios de Cacequi, Bagé, Rio Grande, Cruz Alta, Santa Maria, Restinga Seca, Tupanciretã, Santo Ângelo, Alegrete, São Gabriel e Pelotas.

Saiba mais

O operador de produção pode atuar em quatro frentes diferentes: Pátio, Tração, Mecânica e Via. O que fica no Pátio auxilia nas operações ferroviárias, dando suporte aos maquinistas nas manobras e composições dos trens. Já o de Tração, ou bicondutor, acompanha o maquinista nas viagens e faz a organização das documentações do trem e da carga. Os de Mecânica e Via fazem as manutenções corretivas e preventivas das respectivas áreas (locomotivas, vagões ou via permanente). O rondante faz as rondas, detectando defeitos na linha, e o condutor transporta o auto de linha. Ele é o responsável pelas solicitações de licenças e conferência da circulação.

As atividades do técnico administrativo são: atualização de planilhas e gráficos, desenvolvimento de apresentações, preparação para auditorias e conduzir atividades com os colaboradores. O técnico em meio ambiente e segurança é responsável pela implantação da gestão ambiental, realização de treinamento, atendimento e acompanhamento de acidentes.

Envie seu currículo

Interessados devem encaminhar currículo por e-mail para rh.uprg@gmail.com. Outras informações pelos telefones (55) 2101 1103 (com Daiane) ou (53) 3234 1566 (com Renata).


Fonte: Zero Hora
Publicada em: 13/02/2012

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