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29/06: Nosso aniversário!!

Categoria: General
Postado por: roberta
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Hoje fazemos um ano de JBlog . E digo fazemos, assim no plural, com a boca cheia! Porque realmente vejo a construção deste espaço como uma realização conjunta. Juro, demagogia nenhuma.

Ontem mesmo eu falava na terapia que nasci pra ser de companhia. Gente é o que eu mais amo na vida, sempre foi. E aqui conheci e reconheci pessoas, assim como a mim mesma.

Falei e ouvi, pedi e dei opinião, levei e dei bronca. E comi. Comi, comi, comi... Deus, como comi!! Sempre procurando me comunicar com vocês, que considero grandes amigos: novos ou antigos, virtuais ou não, mais ou menos próximos, mas todos muito queridos.

Pra coroar esse primeiro ano de vida, alguns já perceberam, troquei a foto que me identifica no blog. E como o assunto é amizade, e estou me expondo de uma maneira que nem sei se deveria, preciso contar a verdade: eu não sou essa simpatia toda que estampo na fotografia.

Explico: nesse meio tempo, fiz um amigo genial, o Kats, que me foi apresentado por outro que adoro, o Paco, que sabe tudo de photoshop, se compadeceu da minha situação e resolveu e me dar uma forcinha.

Bom, pessoal, já que comecei, vou até o fim. Seguem as fotos originais:







Espero que continuem me amando e me aceitando no coração de vocês. E que a gente desfrute, durante muitos e muitos anos, da nossa deliciosa companhia.

Um beijo em cada um.







26/06: Cariño

Categoria: General
Postado por: roberta
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O menu de inverno do Eñe aquece, além do corpo, a alma. É uma comida tão delicada e saborosa que faz a gente buscar aromas e lugares adormecidos na nossa memória mais remota. Emocionante, eu diria. E quando comer torna-se uma emoção... aí sim, temos uma refeição que vale a pena. E como!





Tomate de colgar- Uma gelatina laranjinha, parecendo uma kinkan, recheada com um creminho de manjericão. Perfumado e rico.






Tartar de perdiz, aguacate y alcachofras crujientes- Um corte que dava à perdiz maciez impressionante, muito bem combinada com o abacate e o caldo da própria ave, com fundos de alcachofras ‘chips’ conferindo crocância ao prato. Uma delícia!






Creme de perejil com camaronês- Camarão num ponto perfeito, quase cru, numa espuma de salsinha, que servia como uma sopinha de temperos, muito sutil ao crustáceo. Viajei numa espuma de coentro. Vou pedir para, um dia, eles fazerem pra mim. Adoro!






Huevo de inverno- Flan de cogumelos e vitela num caldo trufado. Dava pra sentir um fundinho de clara na casquinha do ovo. Me lembrou o capuccino de cogumelos do Claude Troisgros. Divino!






Cazuela de verduras e setas- Panelinha de legumes num caldo amanteigado e consistente, com aroma que lembrava nozes.






Bacalao em Gastrovac- Feito numa panela com vedamento à vacuo. As camadas do peixe se separavam como num ballet, com fatias de alga conferido certa elasticidade ao caldo.






Papada de cedro com caviar- Esse é uma coisa seríssima. A papada do porco tinha uma maciez fantástica, sem ser mole. Um respeito incrível ao ingrediente, com a parte de cima (mais gordurosa) desmanchando na boca e a debaixo amparada por um purê de batata que mais parecia um marshmallow salgado.






Xupito de fresa y menta- Creminho de morango e menta pra limpar o paladar. Diz que é pra tomar num ‘xupito’ só!






Buñuelos de chocolate caliente- Trufa de chocolate empanada com farinha, ovo e água com gás. De acompanhamento, sorvete de côco. Tipo da sobremesa que eu gosto, não muito doce.






E esse caramelo, tipo ‘puxa’, com baunilha, que eu queria ter levado vários pra casa, num pacotinho!


Tudo muito bem harmonizado com vinhos pelo sommelier Célio Sabino: sujeito antenado, de tendência, tá sempre no auge.

E Kats, minha companhia preferida para esse tipo de programa. Me sinto protegida com ele, outra sensação que gosto. E, agora, Luiz Horta, o Saltimbanco que faltava.

Uma coisa que aprecio na culinária dos meninos de ouro, é que o simples e o sofisticado caminham juntos. A batata e o caviar, o ovo e as trufas. Javier (agora sei exatamente quem é quem, embora a diferença entre eles seja tão sutil quanto a comida que fazem) me falou sobre isso: coisas de uma família alimentada por uma avó, muitíssimo simples, mas sempre cuidadosa na escolha dos ingredientes. E carinho. Foi assim que eles autografaram meu livro: "com muchisimo cariño para Roberta". E é assim que eles cozinham para todos.

(Essas belíssimas fotos foram um presente do gentil Tarek Mourad, que sentou ao meu lado durante o almoço. Além de fotógrafo talentosíssimo, ele tem um site delicioso de gastronomia: o Trois Étoile. Clique aqui para visitá-lo.)


Eñe Restaurante
Rua Dr. Mario Ferraz, 213
Tel: 11-3816-4333 - Jd. Europa - S.Paulo




26/06: Pré-estréia do Ratatoiulle

Categoria: General
Postado por: roberta
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Tô correndo, depois eu conto.





Alguém acha que eu amei, ou não?




24/06: Amo, amo, amo e acho pouco!

Categoria: General
Postado por: roberta
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13 coisas que amo no Rio

- as torradas de alecrim do Bazzar
- a aula da Roberta Sudbrack
- os ovos nevados do Antiqarius
- o acarajé da Ísis
- Amir na casa Moniquinha e do Dé
- a salada de batata frita do Gula Gula
- carninha na máquina da vovó
- o chocolate com laranja do Aquim
- a pizza do Chico
- feijoada do tio Márcio na Lívia
- a batata frita com sabores sortidos do Algarve’s
- o filet à francesa do Lamas
- duas bolas do sorvete de chocolate branco com amêndoas do Mil Frutas



13 coisas que amo em São Paulo

- o falafel das habibas da Tenda do Nilo
- o cordeiro do Baleiro
- o nhoque com rabada do Alex
- o macarrão com almôndegas do Tato
- o bem-casado da Elsie
- o caldinho de feijão do Carlinhos
- o sorvete de rapadura do Mocotó
- os sanduíches da Stellinha
- os gêmeos na cozinha de vidro
- a pizza da Venite
- degustação de espumantes com Kats
- a massa com ricota de ovelha e limão siciliano do Gero
- qualquer restaurante com Clarisse e Letícia



13 livros de comida que amo

- Deve Ter Sido Alguma Coisa Que Eu Comi
- Chame o Chef!
- O Solteiro na Cozinha
- Berinjela se Escreve com J
- Não é Sopa
- Juju na Cozinha de Carlota
- Dona Benta
- Receitas Preferidas do Chef Claude Troisgros
- Grande Dicionário de Culinária
- Cozinhando para Amigos
- Alho e Safiras
- Sabores e Lembranças
- O Melhor da Gastronomia e do Bem-Viver



13 comprinhas que amo

- doce de leite La Salamandra

- sopa de tomate Campbells
- chocolate Merci Crocant
- manteiga Aviação
- avental da San Chef
- balinhas Ricola de limão e melissa
- bacalhau do mercadão
- tamanco Birkenstock
- frutas no japonês do Ipiranga
- Moët Chandon Rosé
- mudas de temperos no Ceasa
- mini Babybel
- biscoito de laranja do Alemão




20/06: Cedro do Líbano

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Postado por: roberta
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O Cedro do Líbano é um restaurante simples, de comida árabe, que serve pratos fartos por bons preços. As duas casas, nos Jardins e no Ipiranga, são tocadas pelos filhos de Samira e Abdul, casal libanês radicado em São Paulo desde 1952.

A estrela da casa é a esfiha, que vende três mil unidades por dia e é apresentada em dezoito sabores. Quando questionei o filho de Dona Samira quanto à descaracterização dos ingredientes nas esfihas (tem até de goiabada com queijo!), ele me explicou: “Minha mãe, que treina os cozinheiros e é responsável pela finalização dos pratos, gosta de inovar e dar um toque brasileiro nas receitas. A esfiha de mussarela é a segunda mais vendida da casa, se eu tirá-la do cardápio meu faturamento cairá brutalmente”.

Explicação aceita. Ou teríamos que reclamar também, guardadas as devidas proporções, dos japoneses e franceses que incrementaram seus pratos tradicionais, dando a eles um gostinho de Brasil. Devemos a isso parte da valorização dos nossos produtos e do crescimento da nossa gastronomia. A matemática é simples: ponto pra eles, ponto pra nós!

Mesmo assim, minha preferida é a de carne, única vendida no Cedro do Líbano quando a casa abriu, em 1970. O ‘boom’ de sabores veio em 1984 e, daí em diante, tome criatividade! A de lá tem um recheio super molhadinho e é assada na hora. Querem aprender a fazer? Então mão na massa!


Esfiha de carne do Cedro do Líbano


Massa

- 1Kg de farinha de trigo
- 1/4 copo americano de fermento biológico
- 1 pitada de sal
- 1 copo americano de açúcar
- 1/2 copo de óleo
- 1/2 litro de água

Preparo

Misturar todos os ingredientes, recortar em bolinhas e deixar descansando de 15 a 20 minutos.

Recheio

- 1Kg de acém moído
- 100g de tomate picado sem semente
- Sal a gosto
- 1 ½ colher de pimenta Síria *

Preparo

Misturar todos os ingredientes crus e colocar em cima da massa já em formato de esfiha. Assar em forno bem alto, de 5 a 6 minutos, ou até começar a dourar.

* Tempero árabe, mistura de 7 especiarias, encontrada facilmente em lojas especializadas. Pode ser substituída por uma mistura de cravo da índia em pó, canela em pó e pimentas da Jamaica e do reino moídas.


Cedro do Líbano

Jd. Paulista- Rua Pamplona, 1701/1703
Tels: (11) 3887 3546 / 3052 1043
Horário: de 2ª a sábado, das 9h30 às 23h30

Ipiranga- Rua Vergueiro, 8926
Tel: (11) 6969 6310
Horário: de terça a domingo das 9h30 às 24hs



18/06: Nadando contra a corrente, só pra exercitar

Categoria: General
Postado por: roberta
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Eu acho correntes um saco, sempre achei. Mesmo aquelas pirâmides milagrosas, que prometiam farta distribuição de renda, me convenceram na época. Quem lembra? Foi a maior moda no final dos anos 80. Não vi ninguém enriquecer com ela, mas todo mundo já ouviu falar do amigo de um primo de terceiro grau que ficou riquíssimo e hoje vive de renda, numa ilha do Caribe.

Mas, enfim, recebi uma muito simpática de uma amiga, freqüentadora desse blog: a Márcia Beatriz. E achei bacana, uma corrente de receitas. Não promete milagres divinos, não envolve grana, crenças e nem vem num power point musicado. Claro que foi um pouco difícil convencer 20 pessoas a entrar na brincadeira, mas, talvez por educação ou constrangimento, poucos se negaram a participar.

Bom, recebi hoje a primeira receita e vou passar pra vocês porque gostei. Ok, já ensinei uma sopa estes dias, mas tenho argumentos suficientes para ensinar outra: a pessoa que me mandou (Silvia, minha amiga) cozinha muito bem, a receita é pouco calórica, tá frio e nem começou o inverno! Convenceram-se? Então vamos lá:



Sopa de abóbora com laranja


Ingredientes:

- ½ abóbora japonesa (aquela com a casca verde e bem dura)
- 1 cebola grande
- 1 ou 2 laranjas
- ½ copo de vinho branco
- 2 colheres de manteiga
- Sal a gosto


Preparo:

- amolecer a abóbora numa panela com pouquíssima água ou até sem água. Pode amolecer no microondas também.
- em outra panela colocar a manteiga e a cebola (antes de ligar o fogo). Cozinhar um pouco desta cebola na manteiga e antes de escurecer colocar o vinho branco e deixar cozinhando, deixar diminuir bem o volume (até ficar quase como antes).
- raspar a casca de 1 laranja e fazer o suco deixar separado.
- se quiser uma sopa alaranjada tire a casca da abóbora, se não se importar com a cor pode deixar com a casca.
- misture a abóbora com a cebola e mexa um pouco.
- jogue o suco de 1 laranja, a casca raspada e o sal. Mexa um pouco e coloque o mixer dentro da panela para bater tudo.
- experimente (se achar que faltou o gosto da laranja coloque mais um pouco).

Pode servir quente ou fria.



15/06: Mac cilada

Categoria: General
Postado por: roberta
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Já gostei do Mac Donald’s, já fui criança. Mas meu paladar evolui minimamente e hoje só freqüento a lanchonete quando as propagandas convencem meu filho, 7 anos, de que o brinde do Mac Lanche o fará incrivelmente mais feliz.

Mesmo assim, prefiro pedir em casa, que, se por um lado me livra do comodismo de acabar comendo hambúrgueres pouco saborosos, deixa murcha a única coisa boa da loja: a batata frita.

Pois bem. Tinha prometido ao meu filho levá-lo para assistir “Shrek Terceiro” que, confesso, também quero muito ver. Adoro! Mas em ocasião da parada gay, o trânsito da cidade se complicou e eu, para amenizar a frustração da criança, levei-o ao Mac Donald’s com o intuito de provarmos o Shrek menu.


O hambúrguer de 150g, bem maior que o habitual da loja, supera-o só no tamanho. Ou é pior, dado que você sente o sabor de plástico dele, diferente do pequeno onde catchup, mostarda e pickles são predominantes e a carne passa desapercebida. Dei três mordidas, horrível!

A promoção do cardápio, tanto nas lojas quanto na televisão, diz que
a batata frita vem com molho de limão. Ok, é sinistro, mas, como eu tava na roubada mesmo, queria provar.

Espantei-me ao ver minha bandeja sem o molho e quando o solicitei, a moça do caixa disse que ele era cobrado à parte. Como? Onde tá escrito isso? Em lugar nenhum. O pacote é vendido como: sanduíche, batata com o tal molho e refrigerante, só que o molho não vem junto(?!). Topei pagar R$ 1,00 a mais pela iguaria, mas estava em falta, apesar da promoção estar começando. Acho que me livrei de boa!

Pra completar minha jornada fui dizer, educadamente, à caixa que ela deveria esclarecer, na hora da compra, as informações erradas vendidas pelo marketing da empresa. Sabe o que ela disse? Me mandou tomar no c...

Bem feito pra mim! Quem mandou ir ao Mac Donald’s?! Nessa eu não caio mais, mas o filme eu não perco por nada!





13/06: Gastronomia em páginas

Categoria: General
Postado por: roberta
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Claude Troisgros lança hoje, na Livraria da Travessa (Rua Visconde
de Pirajá, 572 – Rio de Janeiro), a partir das 19h, “Receitas preferidas do chef Claude Triosgros”. No livro, escrito em primeira pessoa, o chef francês fala de suas experiências pessoais na adaptação de sua cuisine ao paladar, clima e produtos brasileiros.

O público paulista não precisa ficar enciumado. Amanhã, Claude repete a dose na FNAC Paulista (Av. Paulista, 901 – São Paulo), também a partir das 19h.

O livro é da Larousse Brasil, tem 112 páginas e custa R$ 49,90.




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Outro lançamento bacana acontece hoje no restaurante 00, no Planetário da Gávea. Trata-se da nova revista de gastronomia “Eating’ Out”, da Voice Editora, que faz um roteiro da gastronomia carioca.

O lançamento, com coquetel, acontece entre 19h e 23h e o Planetário fica na Av. Padre Leonel Franca, 20.





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Dá pra sair de um e ir pro outro, programão.

Como eu tô em Sampa, vou amanhã no Claude e já tenho uma revista separada pra mim. Tô doida pra ler os dois!



11/06: It´s raining man!

Categoria: General
Postado por: roberta
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A parada gay, ontem, em São Paulo, reuniu cerca de 3,5 milhões de pessoas. O clima, apesar de claustrofóbico em alguns momentos, era de alegria e descontração como de costume. O dia, quente e ensolarado, trabalhava a favor da maior festa de orgulho gay do mundo. O pessoal abusou das fantasias e biquínis, numa verdadeira demonstração de liberdade e ousadia.

O que eu acho mais bonito neste dia é que o público, comumente vítima de preconceito, vai às ruas de cabeça erguida, como se dissessem: hoje é meu dia! Sensação parecida com dias de aniversário em que, pode ninguém saber, mas o homenageado se sente especial, iluminado, como se, naquele dia, o sol tivesse nascido especialmente pra ele. Assim estavam gays e lésbicas enquanto entoavam o grito de soberania: o mundo é gay! Eles ontem eram maioria e a avenida mais famosa da cidade era só deles.

Deles e de simpatizantes, como eu, que compunham 37% do grupo. Espantoso o número: mais de 1 milhão de pessoas que lá estavam foram apoiar o movimento e, claro, se divertir. Sim, porque eles são ótimos: tem humor, alegria e o maior respeito por todos (infelizmente a recíproca nem sempre é verdadeira). Casais com crianças pequenas, mães hetero acompanhando filhos homossexuais, casais convencionais de namorados e muitos, muitos vendedores ambulantes.

Tinha mais bebida que comida. Numa busca inútil por uma coca light, descobri que gays não tem o hábito de tomar refrigerante, só água e sempre sem gás. Dizem que estragam o corpinho. Devem ter razão, tão muito melhor na fita do que eu!

Muito vinho de uvas não viníferas, cerveja, vodka e ‘saquinhos’ de pinga com mel, aromatizados com menta, framboesa e anis (acho), formando o arco-íris, símbolo do movimento GLS.




Seu Antônio e sua pinga, que vendeu feito água. Aquela que passarinho não bebe!




Serviço de uísque, coisa muito fina.




Maças do amor que reluziam na luz do sol.




Chocolates em formatos sugestivos, mas que não ofereciam perigo. A distribuição de camisinhas foi farta!






E essa imagem coloridíssima que me faz pensar em quanto temos que aprender com este público festivo e transmissor de uma alegria esfuziante que, muitas vezes, nos falta.



Próximas paradas:
Niterói (RJ)- 17/06
Alfenas (MG)- 24/06
Cuiabá (MT)- 29/06



08/06: Que bela sopa!

Categoria: General
Postado por: roberta
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No meu aniversário, meus amigos Joka e Júnior me deram este livro
que achei uma graça. “O Grande Livro de Receitas”, em edição de bolso, da Ediouro, traz mais de 600 receitas práticas e gostosas.

No meu bolso não cabe porque ele é bem gordinho, mas cabe em qualquer pedacinho de estante. Todas as receitas têm fotos e nível de dificuldade - a maioria 1 - o que pode animar os estreantes na cozinha.

Nesses dias gélidos, nada melhor, pra aquecer o corpo e a alma, que uma sopinha. Pois tirem as caçarolas do armário: hoje vai ter sopa de alho-poró e batata!

- 1 cebola grande
- 1 molho pequeno de salsa
- 1 dente de alho
- 1 cenoura
- 1 talo de aipo
- 4 colheres de sopa de azeite extra-virgem + um pouco para servir
- 6 alhos-poró em tiras
- 6 batatas grandes descascadas e cortadas em cubos
- 4 xícaras (1litro) de água fria
- 6 folhas de manjericão fresco
- sal e pimenta-do-reino, moída na hora, a gosto
- croutons (cubinhos de pão frito ou torrado)

Pique juntos a cebola, a salsa, o alho, a cenoura e o aipo. Refogue tudo no azeite em uma frigideira alta por 4 a 5 minutos. Junte o alho-poró à frigideira e deixe cozinhar por 10 minutos. Acrescente as batatas e a água. Tempere com sal e pimenta e junte o manjericão. Deixe cozinhar por aproximadamente 40 minutos, até as batatas ficarem macias. Retire do fogo. Para que a sopa fique cremosa, passe-a pelo processador. No inverno sirva-a bem quente, sobre os croutons. No verão, leve-a à geladeira e salpique os croutons por cima. Regue com azeite antes de servir.

(Teria aqui uma bela foto se eu não tivesse sido assaltada, às 4 da tarde, pertinho de casa. Sim, levaram minha máquina e meu celular sob ameaça. Me liguem, não tenho mais o telefone de ninguém.)


05/06: Fortuna per voi!

Categoria: General
Postado por: roberta
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O tão bom quanto caro restaurante Massimo vai mudar de endereço.

A sociedade dos irmãos Massimo e Venanzio Ferrari, donos de um dos restaurantes italianos mais celebrados de São Paulo, está chegando ao fim.

Massimo, que mora no restaurante, pretende encontrar um ponto tão bacana e acolhedor quanto sua casa -no duplo sentido- na Alameda Santos.


Parece que ele já achou novo endereço no bairro de Higienópolis, mas vai procurar mais um pouco antes de bater o martelo. Motivo: o restauranteur adora o lugar onde está instalado, pertinho da Paulista, onde cumprimenta a todos com sorriso largo, dizendo: Ciao, uma belíssima noite!

Fortuna per voi, Massimo!

04/06: Papo Calcinha

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Postado por: roberta
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Mocinhas conversadoras e mocinhos curiosos, nosso encontro hoje é no Papo Calcinha: um “Clube da Luluzinha” virtual, com blogs de beleza, viagens, cultura, compras, decoração, gastronomia, sexo e relacionamento.

O tema de hoje é o mesmo pra todas as áreas: calcinha, como não podia deixar de ser!

Vista a sua e entre sem bater!





www.papocalcinha.com.br


01/06: Dica de fim de semana

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Postado por: roberta
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Acaba domingo o Festival de Lagosta do Margutta. Além de entradas e pratos principais, massas e risotos compõem o cardápio do festival, idealizado por Conceição e Paolo Neroni. Em todos o crustáceo reina absoluto!

Pra quem gosta de comer com os olhos, a apetitosa foto é de Lagosta com Ervas Finas. Só de olhar sinto o cheiro de mar!



Maresia, sente a maresia...



Fora que o fim de semana promete clima mais ameno, ideal para um passeio em Ipanema. O Margutta abre para almoço e jantar.


Vá lá:

Margutta
Av. Henrique Dumont, 62 - Ipanema - Rio de Janeiro
Tel: (21) 2259-3718


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