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Comentários


Comentários

uatu enviou em 26/07/2010 as 16:14:

Há quem diga que educando as crianças, não seria necessário castigar os adultos. Há quem diga que educação não é para todos, apenas para os 'multiplicadores'. Ter acesso a educação é aprender a escolher, a votar. Quem sabe alguém vai ler Paulo Freire, e finalmente aplicar? Observemos.

Aline Cleo enviou em 26/07/2010 as 16:24:

Simples e direto ao ponto! Tenho dois filhos e sei que dá muito trabalho! Apanhei muito da minha mãe e nunca vou reproduzir o mesmo comportamento. Não a culpo, pois sei que lhe faltou amor e informação. Vivi muitas perdas por causa do sentimento de rejeição, mas hoje, graças a Deus, sou muito feliz e com esperança para um futuro excelente para os meus filhos. Um forte abraço.

Aline Cleo enviou em 26/07/2010 as 17:11:

Vale também ressaltar que a agressão verbal e tão terrível quanto a física. O ditado popular que diz que "praga de mãe pega", tem sua sabedoria. As crianças acreditam naquilo que os pais dizem e de modo inconsciente reproduzem tais afirmações de fracasso durante toda vida, salvo exceções.

Marcelo Migliaccio enviou em 26/07/2010 as 17:13:

Bem lembrado, Aline, a agressão verbal é terrível também

Davis enviou em 26/07/2010 as 17:43:

Olha, um dia, faz tempo, eu estava em um restaurante. Tinha uma criança que deveria ter entre 7 ou 8 anos. Ela fez tanta malcriação, pirraça, falou palavrão, chorou, realmente encheu o saco, além de ter tratado os pais com falta de respeito. O pai pegou a criança pela mão e deu-lhe um tampa na bunda, o que a fez rapidamente sentar e diminuir sua atuação no recinto. A mãe disse: "Pai, belo tapa. Às vezes somente conversar não dá... Fulaninha (não lembro o nome da criança) está passando das medidas". Para finalizar, a criança comeu, parou de encher o saco dos pais e dos clientes do restaurante, além de, logo depois, pedir sorvete ao pai com carinho, o que prontamente foi atendida pelo pai, que a beijou. Bater de forma violenta, agredir verbalmente, maltratar, espezinhar etc. é realmente o fim da picada e os pais agressores têm de ser reprimidos e processados. Mas uma criança ou adolescente que resolve botar pra quebrar merece, realmente, uns tapas. E não me venham com papo de diálogo, porque tem muito pai e mãe bons que dialogam, são pessoas boas para seus filhos, mas os filhos resolvem fazer o balacobaco. Nem tanto ao céu nem tanto ao inferno. Precisa-se de sensatez e saber quando o filho passa, realmente, dos limites. E passar dos limites nem sempre está ligado a questões psicossociais, desvios de condutas por parte de pais e filhos ou coisa do gênero. Ás vezes os filhos resolvem porque resolvem botar pra quebrar e pronto. É isso aí. Vamos parar de exageros pseudos. Ah, já ia me esquecendo, quando a menina parou de botar pra quebrar no restaurante, todo mundo ficou aliviado.

Marcelo Migliaccio enviou em 26/07/2010 as 17:57:

É, meu caro Davis, mas antes precisamos saber por que aquela criança chegou àquele ponto. Talvez ela já estivesse tão acostumada a apanhar que pediu a palmada até não poder mais. Agressão não tem justificativa em hipótese alguma. Ainda mais agressão a uma criança, que está aprendendo a viver e a se comportar. Claro que agredir é a solução mais rápida, mas a que custo?

Vera Ghimel enviou em 26/07/2010 as 18:43:

Sou terapeuta há muitos anos e atendo pessoas que têm traumas decorrentes de violência doméstica. Bater, humilhar, molestar constituem um ato de covardia com aqueles que não podem se defender. Só eu sei o que eu vejo em meu consultório por conta dessa ignorância que é bater em filho. Bato sim, mas palmas para essa lei.

WALDIR enviou em 26/07/2010 as 18:52:

SOU PAI DE TRES HOMENS E NUNCA PRECISEI BATER CHAMAR ATENÇÃO EM PUBLICO SOMENTE COBREI O MAIOR EMPENHO NAS AULAS DOIS DOS TRE JÁ ESTÃO FORMADOS EM ENGENHARIA DIFERENTE O MEU CASTIGO SE DAVA QUANDO EXTRAPOLAVAM COM OS MAIS VELHOS E TODOS ATÉ HOJE ME AGRADECEM CELULAR SÓ QUANDO TEM AUTODOMINIO INTERNET SÓ EM MATÉRIAS QUE NÃO TEM SACANAGEM POR ISTO DAVIS DIGO E REPITO PORRADA SÓ NOS QUE DÃO

Álvaro A. Britto enviou em 26/07/2010 as 18:59:

Não é de espantar? As pessoas reclamam da violência e da criminalidade, mas acham natural e necessário agredir seus próprios filhos, para educá-los. Educá-los para quê? Certamente para aceitar a violência como natural. Minha dúvida é em que medida o Estado tem de interferir com o que acontece entre 4 paredes. Mas pensemos: a Suécia tem lei semelhante há muito tempo, e é uma democracia avançada.

Daniela enviou em 26/07/2010 as 19:11:

Se bater realmente resolvesse, nosso país seria um país sem crimes, com pessoas educadas! A Suécia, a Alemanha e outros países com qualidade de vida excelentes e pouca criminalidade já adotam esta lei há anos! Comunicacao é fundamental e quando nao funciona, proibir ver Tv, jogar no micro, ou jogar futebol, é pior que bater e funciona! Abracar um filho, sair para passear, conversar mostram ao filho que há amor na educacao. Acho que quem faz isso nao precisa bater!

Daniela enviou em 26/07/2010 as 19:34:

Esqueci de mencionar algo. Eu moro na Alemanha e quando essa lei foi aprovada aqui, muitos filhos entenderam que podiam pressionar os pais e seria uma "carta branca" para a rebeldia. Só que aqui há instituicoes que auxiliam os pais na educacao. Há terapias, etc...Será que haverá no Brasil ou os pais serao jogados na "água fria" e nao saberao como agir? Os filhos perceberao a inseguranca e a impotência de alguns pais. Espero que, com a lei, haja também informacoese auxílio para os pais, senao as consequências serao desastrosas!

Aline Cleo enviou em 26/07/2010 as 19:48:

E mais, acredito que a reprodução da violência doméstica, que é cultural em nossa sociedade, demonstra a máxima daqueles que não têm argumentos, "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço"! "Não pode pegar o brinquedo do coleguinha escondido e trazer para casa, isso é roubar", mas pegar um souvenir que não está à venda do hotel em uma viagem, ou omitir dados na declaração da Receita Federal, tudo bem? Outra ainda mais recorrente é: " Ai, ai, ai não pode mentir menino!" e logo em seguida, fala ao telefone com uma colega: "se fulano aparecer por aí, diz que não fala comigo a muito tempo..." São contra esses exemplos que qualquer palavra de ensino se torna vazia e sem efeito. É lógico que somos sujeitos a erros e admitir, diante de nossos filhos que não somos super heróis, é um exemplo de humildade e sabedoria, fundamentos indispensáveis na formação do caratér do indivíduo.

Paulo Bandeira enviou em 26/07/2010 as 20:30:

Marcelo Migliaccio, você bem que merece umas palmadas...

Rubem enviou em 26/07/2010 as 20:50:

Ah, sim, e transformar os pais em criminosos e joga-los na cadeia faz muito menos mal pro filho do que uma palmada, ne! Escolha voce mesmo: Ter um pai que te deu umas palmadas, ou ter um pai que foi pra cadeia... Quanto a educar com palavras: certos argumentos so valem pra criancas que tem certa idade, pois as mais novas nao tem capacidade para entender muitas coisas. Ou voces acham que aos 4 anos a crianca tem maturidade pra entender perigos, o custo das coisas, e coisas do genero?

Antonio Carlos Souza enviou em 26/07/2010 as 20:52:

Educar com violência física ou verbal, de fato, nada mais é que autoritarismo de pais ou responsáveis por crianças , não disponíveis para impor limites pelo diálogo. Em meu exercício profissional , muitos clientes de ambos os sexos, adultos e profissionais bem resolvidos , experienciam , catarticamente e com ódio reativo, memórias de agressões físicas e ou psicológicas impostas por seus pais ou figuras com essa representação. Aduzo que , amiúde são pessoas inseguras em suas relações intersubjetivas, com parceiros afetivos e, quando pais, geralmente reproduzem o modelo internalisado. Concordo ainda, quando você coloca que muitos filhos agredidos , acabam agredindo seus pais agressores. nesse caso, até o presente, atendi três casos de adolecentes, que revidaram de forma violenta as agressões que sofreram do pai. em tempo, nenhum desses adolescentes era drogadicto. finalizando, uma sugestão bem simplista: não gerem filhos se lhes faltar saúde psicoespiritual.

Rubem enviou em 26/07/2010 as 21:14:

Este debate esta sendo altamente parcial: Imagina-se apenas o filho bonzinho apanhando do pai malvado. O cenario do filho dificil, insubordinado, ate mesmo violento, que se recusa a respeitar os pais e ate a ouvi-los, levando-os a puni-lo fisicamente, parece ser completamente ignorado. Ou seja, um mundo com criancas totalmente idealizadas esta sendo considerado, o que resulta em conclusoes erroneas.

Rita enviou em 26/07/2010 as 22:08:

Marcelo, acho que falta falar de um ponto fundamental: a família! Segundo o comentário de Rubem, não existem filhos perfeitos, bonzinhos. Mas de quem é a culpa em tudo isso? Da falta de estrutura nos lares, do pai canastrão, ou da mãe negligente, da falta de tempo, etc. É preciso SIM respeitar o universo das crianças, sou uma profunda defensora dos DIREITOS delas. Muitas vezes os pais dizem "Agora não!", ou ainda "Come mais!", sem sequer saber se a criança já está saciada, ou se não gostou. Enfim, esses pequenos incapazes têm seus direitos violados diariamente por um adulto, muitas vezes sem escrúpulos, sem uma estrutura familiar sólida. Pensemos primeiro numa reforma em nossas famílias, em restaurar e conservar os valores das mesmas. Quem sabe nossas crianças reflitam esta nova realidade! A começar em nós!

Fagan enviou em 26/07/2010 as 22:27:

Realmente bater nos filhos e' errado, nao resta duvida. Mas argumentos tipo: Quem bate nao ama, tem preguica de educar ou acha o filho um transtorno chegam a ser ridiculos. Sao argumentos dignos de um adolescente que nao conhece nada da vida nem do ser humano. Uma discussao que comeca com argumentos tao ralos nao vai levar a lugar nenhum

osvaldo camargo enviou em 26/07/2010 as 23:02:

o estado não cuida do que deveria cuidar: saúde, segurança e educação e quer ditar como os pais vão educar a criança. Já existe lei para agressão, tortura, etc. É só aplicar. Se alguns políticos importantes tivessem levado umas boas palmadas dos pais, não roubariam tanto!

Nilson enviou em 26/07/2010 as 23:10:

Minha esposa é assistente social e trabalha com menores infratores e percebeu muito bem a mudança de comportamento destes menores após o Estatuto da Criança e do Adolecente. Protegidos pela lei pra fazerem o que bem lhes convier. É o que teremos também com essa nova lei. O que tenho a dizer é que fui educado com palmadas e outros castigos e hoje sou feliz sem nenhum trauma. Não fui nenhum delinquente, revoltado ou coisa parecida por acusa disso. Estudei...me formei...trabalho numa das maiores empresas deste pais, sou realisado profissionalmente e muito bem casado com tres filhos. Isto prova que apanhar não tras nenhum atraso psicológico. Converso com meus filhos antes de tomar medidas mais drasticas (palmadas ou castigos) mas não me furto de aplica-los quando julgo necessários e não me sinto um monstro depois, como muitos querem nos fazer sentir.

jorge ferreira de oliveria enviou em 26/07/2010 as 23:30:

Marcelo, <> sôbre esta lei, é preciso observar a questão da semântica dos atos que estão em pauta, isto é o significado de se educar com disciplina, o agredir com palavras, e agredir fisìcamente ou , espancar ou torturar, uma criança. <> Não te ocorre que essa lei demorou muito a ser discutida e apresentada à população ? <> No que tange a boa privacidade de um lar, ainda assim, o Estado tem o direito e o dever se interferir em algumas circunstâncias que acontecem entre quatro paredes, sim ! <> Se vivemos em uma sociedade constituída, cada cidadão responde pelos seus atos, dentro ou fora do seu lar. <> quanto ao disciplinar uma criança à palmadas em caso de desobediência, veja só no trato com os animais : certa vez, um pastor ensinava e fez uma pergunta: por quê o tropeiro usa uma taca para tocar o seu jumento, burro ou cavalo, sim, uma taca de couro ? <> Nos explicando ele em miúdos, disse que bater com uma mão nua em uma espécie animal não é correto, pois se assim o fizesse, o bicho passaria a ter medo de sua mão quando essa viesse lhe fazer um afago ou lhe soltar o cabresto. <> E assim, no seu instinto o animal observaria a distância entre a mão e a taca que desfere o açoite. <> Bom, não precisamos enumerar as coisas boas que o ser humano pode fazer com suas mãos ... <><><> “ O que retém a sua vara aborrece a seu filho; mas o que o ama, a seu tempo o castiga.” <> num lar onde existe o temor de Deus, uma vara de disciplina pode ficar dependurada na parede, podendo diante da necessidade ser usada para corrigir uma criança, mas com o tempo basta esta varinha que não é uma varinha de condão, ficar ali dependurada, para que haja autoridade e harmonia naquele lar. <> Deve-se ressaltar, que os adultos devem ser bons modelos nas suas palavras e ações diante das crianças, bem como uma boa estrutura familiar em todos os aspectos deve ser a base para a educação de filhos. <> “Para que os nossos filhos sejam como plantas, bem desenvolvidas na sua mocidade, para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas, como colunas de um palácio. Prov.13:24;Psl. 144 <> doliferjorge@gmail.com - jfo/Contagem das Abóboras MG

celso malheiro enviou em 26/07/2010 as 23:57:

FALA SÉRIO! "Se eu der um tapa em você na rua, você pode me processar. Por que então você tem direito de agredir seu filho?" MALUCO, TU TEM FILHO? AGREDIR? EXPLICA PRÁ ELE COMO É "POTENCIALMENTE" PERIGOSO MEXER COM ELETRICIDADE, COM FOGO, ETC...É UMA CRIANÇA!!! DE NOVO: FALA SÉRIO! UMA PALMADA NÃO FAZ MAL, APENAS ORIENTA. IMBECIL É QUEM BATE OU, CRIA SEUS FILHOS SEM LIMITES, "CONVERSANDO" , E ELES ACABAM ATROPELANDO ALGUÉM...

Home Bullying No More enviou em 27/07/2010 as 00:03:

Eu não devia dizer isso, porque hoje ele está muito velhinho e precisa de paz e sossego, mas, como ele não vai ler mesmo: tomei muita porrada do meu pai quando era criança e adolescente. Tomei porrada quando eu estava errado e quando ele estava errado. Tomei porrada até quando ele não conseguiu me dar mais porrada. Por causa das porradas que eu tomei do meu pai e de trocentas outras razões, resolvi não ter filhos. Ainda tive irmão que entrou numa de me dar porrada e só desistiu quando revidei de forma exemplar e deixei de considerar aquilo um irmão. Família, como se vê, predisposta geneticamente a arrumar um saco de pancadas dentro de casa, e a genética é um fator que segue adiante. Decidi cortar o mal pelo meio, já que pela raiz não deu. Pior do que eu querer ir à forra das porradas que levei do meu pai e revidar num filho pequeno, só se, mesmo eu não o fazendo, ele crescesse e resolvesse me dar porrada - porque também existe isso, filho que bate no pai. Eu ia ser geração sanduíche, tomando porrada de pai e de filho. Então achei mais sábio não reproduzir o ambiente onde me criei. Chega de porrada dentro de casa.

callum pribilovski enviou em 27/07/2010 as 02:31:

aqui no Japao as maes metem a mao nas criancas. os professores gritam com as criancas. mesmo assim eh um pais onde quanse nao ha crimes.mas ha suicidos de montao. e recentemente muitos casos onde filhos mataram os pais. sou contra bater em crianca. o problema do brasil esta na falta de vergonha na cara da justica,dos desembargadores e dos procuradores de estado. sao todos sem excessao uns FDP.

Julio Cezar do Amaral enviou em 27/07/2010 as 03:19:

Belíssimo artigo, Marcelo. Bater em filho é a maior covardia do mundo. Hábito rudimentar que precisa ser abolido da nossa sociedade. Certos pais são neuróticos e muto cruéis.

E.Barroso enviou em 27/07/2010 as 06:27:

Não sei não, ainda acho que uma boa palmada na hora certa serve mais do que palavrinhas doces (mas sou contra o grito) e ternura excessiva.Sou a favor da educação à la francesa, os pais ensinam desde cedo seus filhos a agradecerem, a cumprimentarem as pessoas, regras essenciais da sociabilidade. Mas quando o garoto é pirracento e teima, tem ataques de raiva porque foi contrariado, só tem um jeito: aplicar uma palmada. Depois ele esquece, o que não esquece e fica para sempre são palavras humilhantes, gestos de ódio ou a indiferença total. Na hora de dizer PARE não hesite em dizê-lo, senão seu filho vai mandar em você toda a vida.

Buzatti enviou em 27/07/2010 as 08:36:

Ser agredido, como eu próprio fui, é uma coisa, ser corrigido, é outra muito diferente!!! Agora vamos começar a colocar na prisão as mães e os pais que deram uma palmadas ou um beliscão no seu filho??? Isso é certo? depois do advento da tal da psicologia viver em família ficou muito mais difícil, pois tudo não pode, senão poderá trazer sequelas ne psiquê do seu filho mais tarde... Oras, fui espancado, levei palmadas, correiadas, chineladas e até começei a levar uma surra qd estava ainda dormindo, mas me considero um adulto normal e ainda não encostei um um dedo na minha filha de 10 anos... E sei q as surras foram bem merecidas, apesar de não me lembrar o q fiz... A educação antigamente era assim, nossos pais foram criados assim, ou de maneira pior, e nos criaram da maneira q aprenderam. Nós, q ao q parece, de alguma maneira raciocinamos melhor, não fazemos tanto ou nada com nossos filhos, mas chega em uma hora q uma ou duas palmadas bem aplicadas têm o seu lugar na educação deles, e não é uma lei quaquer q vai mudar isso!!! E criar os filhos da forma q o governo quer acaba por marginalizar os pais ou educadores e os deixa naquela situação, de ter de matar o próprio filho para o próprio bem dele mesmo e da família, o q já vimos várias vezes na mídia... Sou contra essa lei radicalmente e, sinceramente, o indecente q está propondo ela devia é levar umas boas palmadas à antiga!!!

Raul enviou em 27/07/2010 as 08:43:

Estou impressionado com a quantidade de santos que temos no Brasil.... Tenho um filho de 5 anos que e' a razao da minha vida. Normalmente uma mudanca no tom de voz e suficiente para que entenda a mensagem. Mesmo assim, em alguns momemtos palmadas se fizeram necessarias e nem por isso estou criando um potencial delinquente. Nao podemos perder o foco da discussao. Quem deve ser preso e' quem bate, arrebenta e espanca. Issp e' violencia. Uma palmada, serve para deixar claro para a crianca que para tudo existe limite. Do contrario, depois de crescer o mundo vai lhe dar esses limites de forma bem clara. E nao sera com uma simples palmadinha.... Vamos tirar mascara da hipocrisia. O Brasil anda muito mascarado ultimamente com essa hipocrisia politicamente correta.

armando enviou em 27/07/2010 as 08:52:

Quem é a favor dessa lei,com certeza,não tem filhos,ou então tem como pagar babás para tomar conta deles,não tem experiência com crianças.aposto que essa geração de "pitboys",que não conhecem limites,foram criadas por pais que nunca deram uma palmada.mas o tempo é o senhor da razão,daqui a pouco,além de serem usadoa como mão de obra para o crime,iremos ver alguns "menores",mandando seus pais "malvados' para a cadeia.

jaqueline enviou em 27/07/2010 as 08:56:

Sou contra o espancamento, e a agressão verbal, mas uma boa palmada sempre resolve e não é questão de preguiça, meu pai me bateu quando era pequena, não foi nem duas vezes foram muitas e hoje agradeço a ele por isso, não fiquei traumatizada e nem acho que é preguiça da parte dele, quando tiver meu filho se achar que devo dar umas palmadas não vai ser lei nenhuma que vai me impedir, mas do jeito que anda perco até a vontade de ter filhos pois o estado vai proibir de bater mais não vai na casa dos pais ensinar a educar, se for aprovar esta lei que faça bem feita.

CariocaTriste enviou em 27/07/2010 as 09:03:

Engraçado como algumas pessoas confundem uma palmada com agressão. Nunca tive trauma nenhum, não conheço ninguém que tenha trauma por conta de umas palmadas na hora certa. Conheco sim muitos exemplos de onde chegaram essas pessoas que "conversam" com as crianças. Os pais dos Cazuzas da vida que o digam. Conheco também onde chegaram os que levaram umas palmadas e onde chegaram os que ouviram "conversas" de seus pais. Espero que esse governo não interfira nisso e não confunda as palmadas que sempre são dadas com carinho e objetivo com as agressoes fisicas desproporcionais. Agradeço e muito as palmadas que levei. Tenho certeza que elas me fizeram uma pessoa melhor. Garanto que hoje não me lembro de nenhuma e que amo muito meus pais.

Sam enviou em 27/07/2010 as 09:19:

Em primeiro lugar gostaria de saber se você tem filhos e mora com eles Migliaccio??? Bom, eu apanhei muito de minha mãe. Acho que apanhava todos os dias. E olha que a minha mãe, por falta de educação, não tinha muitos limites. Contudo, ela sempre deixou bem claro pra mim o quanto me amava e o quanto queria que eu fosse bem sucedido e feliz. Em contra-partida, eu me tornei um filho extremamente carinhoso, responsável e, sem traumas. Sempre vou agradecê-la por cada "correiada" que ela me deu. Claro que peguei mais leve com meu filho, por ter tido a instrução que minha mãe não teve. Investi mais no diálogo mas, quando julguei necessário, dei-le palmadas e chineladas sim, e não me arrependo porque sempre dei bem mais que o triplo de carinho e, sempre ficou muito claro para ele o quanto eu o amava. Hoje ele tem 20 anos, é feliz e promissor e eu continuo o enchendo de beijos e abraços. Tenho certeza que cometi erros, sou humano, mas, tenho a consciência limpa e tranquila.

João Teixeira Neto enviou em 27/07/2010 as 09:25:

Acho que a lei promulgada, vai valer para os pais equilibrados que, usam a palavras ao invés da palmadas. Agora mudando de asssunto , como seria salutar ,se o governo e os políticos apresentassem um projeto de lei mais severo ontra a corrupção e falta de ética.

Fabiana Regnaud enviou em 27/07/2010 as 09:54:

Parabéns pelo artigo. Concordo que a violência dos pais contra os filhos é pura preguiça de educar. A situação piora muito pois, além de "educar" com violência, os pais de hoje em dia tentam compensar suas faltas com bens materiais. Aquela coisa, "não dou carinho e atenção mas meu filho tem tudo que pedir (brinquedo, roupa e até dinheiro)". Nunca apanhei quando criança mas meus pais sempre colocaram limites, e rigorosos. Em casa a gente não gritava com os pais, não falava palavrão, nunca tive problema na escola, sempre tirei as melhores notas e entrei cedo na faculdade. A educação dos filhos depende muito também dos exemplos dos pais. Numa familia onde todos se agridem e gritam o tempo todo, ninguém se respeita, a criança serà somente o espelho de tudo isso. Sobre os franceses, como jà foi dito, eles ultrapassam sim os limites com as crianças. Vejo muita mãe histérica com os filhos, gritam e agridem na rua mesmo. Enquanto é criança, a gente acha lindo como os franceses são educados e comportados, mas a que preço. Muitos adultos tem traumas por causa dessa agressividade familiar e, principalmente a falta de carinho e contato fisico com as crianças. Tratar criança como adulto também não é o caminho...

selma enviou em 27/07/2010 as 09:56:

Tenho dois filhos que foram criados por EMPREGADAS (EDUCAÇÃO TERCEIRIZADA) porque INFELIZMENTE preciso trabalhar para bancar a família. Um dos meus filhos teve que levar muitas palmadas pois o dialogo já não resolvia e outro, cuja personalidade é mais calma, não precisou de palmadas. Ou você não tem filhos, ou se tem, não criou o tempo todo. É fácil falar para não dar a palmada didática. Mas se eu não tivesse agido assim, hoje ela não seria minha AMIGA. É muito fácilç falar em educação familiar, mas os filhos vão seguir a vida conhecendo pessoas DIFERENTES NUMA SOCIEDADE onde muitas vezes vão esconder seus valores para ser aceito.

Cláudio Bedran enviou em 27/07/2010 as 10:13:

Crio um bull dog. O criador me orientou severamente a JAMAIS bater no animal, sob o argumento de que é um cão muito inteligente e independente. Agredi-lo não funciona e ainda deixa o animal triste, agressivo, com baixa auto estima, o que é MUITO indesejável pois acaba gerando doenças psicossomáticas. Disse ainda que assim dá mais trabalho, mas que se eu não quiser ter trabalho com bichos deveria comprar um aquário. Por essas e outras sou favorável ao aborto. Ou bem a mãe ou o casal querem ter um filho ou não. O que não vale é botar no mundo mais um ser com baixa auto estima e moldado na violência, o que só trará problemas para si e pros outros. A não ser que se queira um cachorro louco desses que atacam quem pisar no seu quintal.

Rita enviou em 27/07/2010 as 10:34:

Marcelo, acho que as pessoas que comentam que "os filhos é que vão mandar", que vão "se apoiar na lei para fazerem o que quiserem", dentre outras prerrogativas contrárias ao seu artigo, trata-se exatamente do que falei no meu primeiro comentário: no fundo esses leitores sabem que não oferecem uma estrutura familiar sólida para as crianças. FILHO TEM QUE SER PLANEJADO, DESEJADO. Quando é dessa forma, aí sim os pais tem "peito" pra educar, sem perder o respeito dos filhos.

Guilherme Barroso enviou em 27/07/2010 as 11:16:

Acho que essa lei foi aprovada contra aqueles que espancam seus filhos, e não aqueles que dão palmadinhas. Não acho que beliscões e puxões de orelhas sejam violência. Elas fazem parte da educação. Fui um pentelho quando criança, me lembro das palmadas que tomei e entendo-as perfeitamente. Para mim quem está sendo contra essa lei, não consegue enxergar certas coisas. Essa lei vai criar crinaças mimadas, que vão achar que o mundo é tranquilo e pensarão que serão deuses, enfim, no sentido mesmo da palavra mimado, como pude ver que muitos aqui são, ou estão fazendo seus filhos serem. Uma palmadinha aqui e outra ali fazem parte de uma educação. Se uma criança põe a mão na tomada e o pai fala "não pode", ela continua, e o pai fala "não pode", e assim vai, mais vale um taminha na mão e falar que está de castigo do que uma lição de vida para uma crinaça de 2 anos que vai escutar aquilo e não vai entender nada. É incrivel ver aqui como muitos são donos da verdade. Realmente, são tão donos da verdade que suas crianças devem ser perfeitas, né?

ACantal enviou em 27/07/2010 as 11:49:

Interessante, sera que o autor da coluna ja teve um filho de 3 anos? O que posso dizer sobre isso e que ja dei, sim, umas palmadas (poucas, e verdade) e ja levantei a voz algumas vezes com minhas filhas e nosso relacionamento hoje e excelente. Por outro lado, conheco gente que fala, fala e fala com os filhos e eles cobrem os ouvidos, acho que ate preferiam uma palmada, que e mais rapida e enche menos o saco! Acho engracado que muitos embarquem nessa onda de psicologia infantil, onde os pais passam a fazer o papel de "maquinas de educar", com paciencia infinita e cheios de formulas...Somos todos humanos e frequentemente (alguma hora!) perdemos a paciencia, assim como os animais com suas crias...e pura ilusao achar que somos muito superiores.

Paulo Borchio enviou em 27/07/2010 as 12:05:

Para defender essa estultice,só filho de chocadeira.

Monica Tresa enviou em 27/07/2010 as 12:16:

Oi Marcelo,eu tenho em casa dois adolescentes (14 e 16 anos) vamos combinar que é uma idade complicada para educar,mas mesmo separada eu conto com a ajuda do pai dêles quando o assunto é educar,e agora eu descobrí uma arma infalível contra desobediencia,tiro o computador e falo para o pai suspender a mesada, é um santo remédio. abs.

nigonso enviou em 27/07/2010 as 12:22:

Umas palmadas de vez em quando não causa danos irreparaveis, tampouco, pode ser tratada como idiotice. A palavra de Deus, que é a Biblia Sagrada, ensina no livro de Proverbios: Pv 13 :24 "Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga"; Pv 23:13 "Não retires da criança a disciplina; porque, fustigando-a tu com a vara, nem por isso morrerá". O dialogo é importante, a violência deve ser repudiada e combatida, porém, dos filhos cuidam os pais, que devem adotar uma disciplina cristã, pautada no amor e na moralidade. Certamente teremos filhos obedientes e tementes a Deus.

Antonio Santos enviou em 27/07/2010 as 12:56:

Respeito é uma coisa que conquista naturalmente e não por imposição.A criança que apanha dos pais("palmadinhas"),não respeita os pais,ela tem medo,é assim que ela cresce,sem respeitar mas com medo.A minha forma de educar minha filha de 5 anos é com exemplos,tento ao máximo ser uma pessoa exemplar para que ela entenda isso, e quando preciso ser enérgico uso a voz,se ela não atende perde a televisão por ex. não precisamos bater nela para educá-la

Abaeté enviou em 27/07/2010 as 13:35:

Marcelo, Discordo completamente. O Estado está cada vez mais querendo se intrometer na nossa vida e, o que é pior, sem preparo e capacidade. Juízes, Promotores, Psicólogos Forenses sem o menor preparo é mais comum do que se pensa. Agradeço todos os dias a minha mãe as porradas que levei de cinturão, cipó de goiabeira, colher de pau (bolos nas mãos) e tudo mais. Desnecessárias, apenas as agressões verbais, que doem e marcam muito mais do que uma merecida surra. Não tenho filhos ainda, mas terei em breve, e não tenho a menor dúvida que vou meter-lhes a porrada sempre que merecerem, para que se tornem gente. É por isso que tem tanto pit-boy aqui no Sudeste fazendo m*rda porai. Pode ver que no nordeste isso é bem menos comum, porque lá a tradição da porrada ainda prevalece.

Nascimento Jr enviou em 27/07/2010 as 13:54:

A Justiça priva o infrator da liberdade, mas não bate. O que deve fazer os pais que têm filhos que se rebelam e não ficam no castigo? Esse pai deve chamar a polícia? Deve procurar nossas eficientes casas de internação de menores? Ou para ser pai será obrigatório fazer curso de especialização em educação? Vai ter vaga para todo mundo? Devo confessar que raríssimas vezes precisei dar palmada em minhas filhas. Mas sei que elas sempre foram crianças excelentes. Mas se não tevessem sido teriam levado palmadas e se enquadrado nos padrões da sociedade em que vivemos. Acho errado o Estado querer se sentar à mesa das famílias para ensinar os pais a educar seus filhos. Afinal, o Estado sequer sabe cuidar de seus detentos, como saberia o que é melhor para os nossos filho. Me recordo que fui uma criança difícil e hoje agradeço ao meu pai pelas surras que levei. Talvez, se não fossem elas hoje eu não seria um cidadão de bem. Se essa lei existisse na minha época de criança é provavel que hoje eu fosse mais um marginal, viciado, traficante, ou mesmo , um cidadão sem caráter desses que são incapazes de devolver algum valor recebido a mais, de troco, por engano de um caixa de estabelecimento comercial. Nas raras vezes em que isso acontece comigo, faço questão de fazer a devolução na hora. Já aconteceu de ter que voltar ao estabelecimento para devolver, pois na hora não conferi. Fiz isso com grande orgulho, porém, não falo isso com todo mundo, pois sei que serei chamado de bobo. Espero que as poucas palmadas que precisei dar sirvam para que minhas filhas procurem sempre se pautar pelo padrão rígido da honestidade. Percebo que o texto apaixonado do Migliaccio é aplicável a uma parcela de crianças, porém, ele não deve saber a complexidade do que fala. Mas espero que ele

Marcos Queiroz enviou em 27/07/2010 as 13:56:

Num país em que a Justiça condena um casal por abandono intelectual dos filhos, só por terem ficado insatisfeitos com o baixo nível pedagógico da escola dos garotos e resolvido educá-los em sua própria casa, não me admira mais essa intromissão do Estado nos assuntos familiares...

Edival enviou em 27/07/2010 as 14:25:

Eu e meus dois irmão apanhamos um pouco dos meus pais quando aprontávamos algo. Hoje um é coronel-médico, outro é mestre e o último é PHD. Ninguêm ficou com trauma e todo sábado almoçamos na casa dos meus pais, somos gratos pela educação recebida. Eu raras vezes dou palmada nos meus filhos, mas às vezes é necessário uma correção quando reincidem. Pode ter certeza que o número de momentos que dou atenção e carinho supera em muitas vezes o de correção. Infelizmente, este projeto de lei é mais uma baboseira eleitoreira sobre um assunto importante e complexo. Se o governo estiver interessado realmente na educação e nas famílias que torne mais atraente a carreira do professsor, que reduza os impostos sobre a folha de pagamento para que os pais possam trabalhar um pouco menos e passar mais tempo com os filhos.

Viva Dunga! enviou em 27/07/2010 as 15:09:

Migliaccio, você critica os pais que educam seus filhos com castigos físicos e ao mesmo tempo ainda quer que o governo federal castigue fisicamente os cidadãos de bem que tentam educar suas crianças. Ou seja, só o governo pode dar porrada e você ainda bate palma e ri. Essa máquina imunda cheia de políticos, burocratas e parasitas ociosos que não presta os serviços básicos com o mínimo de decência não tem moral nenhuma para dizer aos pais brasileiros como que eles devem educar suas crianças. Eu garanto que se esse patifes do governo tivessem levado mais palmadas e castigos, não haveria tanta safadeza. Para cada um deles, eu prescrevo uma surra de gato morto, a ser interrompida somente quando o gato miar.

André Almeida enviou em 27/07/2010 as 15:34:

Concordo com a sua avaliação. Tenho dois filhos (20 e 14 anos) e nunca recorri à violência para educá-los. O resultado está aí: pessoas equilibradas, bem humoradas, estudiosas. Só não acho que seja atribuição do governo interferir na forma como as pessoas educam seus filhos. O exemplo dado pelos pais é tão importante quanto a educação dada a eles, e este governo, sinceramente, não é exemplo de educação para o nosso povo.

Rafael enviou em 27/07/2010 as 15:36:

Edival, louvo seus pais, pois assim como os meus, bateram nos filhos (que é uma ação diferente de espancar). Minha mãe tinha o costume de explicar o pq tinha de nos bater, afinal, ela disse que algo era errado e mesmo assim nós fizemos! Nenhum de nós é bandido, defensor de idéias idiotas (como essa de que bater traumatiza) e bastante agradecidos por termos recebido educação e não "passar de mão na cabeça"! Quando os "tadinhos" que não apanham fizerem os pais deles passar vergonha em público por apresentarem comportamento impróprio, ou algo pior (tomara que não ocorra), entenderão que disciplinar (se necessário batendo) é um ato de amor! Abs., Rafael

Paulo enviou em 27/07/2010 as 15:43:

Todos os jornais do Rio abriram manchetes para a primeira convocação de Mano Menezes, mas só O Globo omititu totalmente da primeira página o nome e a foto de Jefferson, goleiro do Botafogo, único jogador convocado dentre todos os times cariocas. O esquecimento que O Globo dedicou ao novo orgulho dos torcedores cariocas (do bem) não tem explicação: se a antipatia for gratuita, pega muito mal; se nao for, pior ainda. Desprezo injustificável para com um grande goleiro e uma grande torcida. Jefferson é o Fogão de volta à seleção.

Jorge Norberto enviou em 27/07/2010 as 15:44:

Rafael, talvez sejam as surras que você levou que o façam chamar de "idiotas" ideias com as quais você não concorda.

EDUARDO enviou em 27/07/2010 as 15:52:

Bater no filho não pode ser confundido com violência doméstica. Isso é mais umas das frescuras do "politicamente correto".......................... Concordo que há pais que educam muito bem seus filhos sem dar um tapa sequer, mas há casos em que isso é necessário...........o problema é que muitos pais, batem não para educar ou corrigir, e sim porque estão com raiva e simplesmemnte usam o poder que têm sobre a criança para descarregar essa raiva....mais nada... DE QUALQUER FORMA, MUITOS DE NÓS APANHAMOS QUANDO CRIANÇA, NEM POR ISSO NOS TORNAMOS PROBLEMÁTICOS, MAS O INVERSO SIM.. ESSE FALSO CARINHO QUE DÁ SUPERDOPODERES ÀS CRIANÇAS, ESTÁ TRANSFORMANDO MONSTRINHOS PARA O FUTURO. ALIÁS, OS MONSTRINHOS JÁ EXISTEM, E MORAM NAS COBERTURAS DOS BAIRROS NOBRES E NOS MORROS...COM EXCESSÕES.... EDU-SP

Brasilino Brasa enviou em 27/07/2010 as 15:53:

Já existem leis claras contra o espancamento de crianças, mas querer determinar como um pai deve criar ou educar seu filho é uma intromissão absolutamente sem sentido. Vários sites realizaram pesquisas e a percentagem de pessoas que não concordam coma lei passa dos 80 porcento. O governo perde tempo e se desgasta em discussões desprovidas de urgência e motivadas por quem sabe quem.

Andre C. A. Cortes Neto enviou em 27/07/2010 as 15:53:

mais um texto clichê de nosso ilustre colunista... por isso jornalista não tem que ter diploma de jornalista, entenderam?

EDUARDO enviou em 27/07/2010 as 15:54:

ESPETACULAR EDIVAL...CONCORDO PLENAMENTE... EDU-SP

Regina Uchoa enviou em 27/07/2010 as 16:08:

Quem bate em criança é covarde. Quem bate em filho, além de covarde, não tem sabedoria para dialogar. Cadeia nesses pais sem paciencia para educar. Valeu, Migliaccio!

Carlos Eduardo Pereira de Almeida enviou em 27/07/2010 as 16:10:

Meus pais criaram cinco filhos, hoje, todos formados e encaminhados, e nunca precisaram bater para nos educar. Bastava um olhar atravessado de meu pai e minha mãe, para sabermos que não estávamos agindo de acordo com o que eles consideravam certo. A avó do Bruno, que o criou, declarou que lhe aplicava uma surra quase todo dia.. no entanto, parece que ele não aprendeu muito com essas "surras". O que educa bem um filho, são pais que dão bons exemplos, que tenham autoridade e que saibam impor limites.

Ana enviou em 27/07/2010 as 16:32:

Meu caro Marcelo, Você não levou as palmadas no devido tempo, olha no que deu... palmada nunca matou ninguém, agora surra, agressão verbal e física, não se discute. Mas colocar tudo no mesmo balaio, meu caro, e proibir palmada é bem coisa de quem não tem o que fazer. Tanta coisa precisando ser ajustada neste país e o Sr. e os políticos pensando nisso. Fim de jogo.

O Zorro enviou em 27/07/2010 as 16:34:

Ô Marcelo, por que o JB impresso parou de circular antes do dia 30 de agosto? Hoje no centro do Rio, procurei o jornal em várias bancas e fui informado pelos donos, que em circular, o JB avisou que dia 25 de julho, era o último dia que o jornal seria vendido em bancas. Afinal, o jornal impresso já deixou de circular ou não?

Hermeval Carlos Zanoni enviou em 27/07/2010 as 16:35:

Fico com o que escreveu este leitor - Davis enviou em 26/07/2010 as 17:43: Dar umas palmadas, um corretivo, não faz mal a ninguém. É óbvio que o exagero deve ser reprimido. Agora o que este colunista escreveu é uma ofensa. Fui criança, apanhei de minha mãe, nunca senti nada contra ela e hoje acho que ela fez muito bem quando me bateu. Recentemente alguém escreveu que "os especialistas em educação infantil reprovam bater..." Especialistas em educação infantil deve educar santos. Seus filhos devem ser todos santos. Ia escrever para o Jornal demitir este colunista, mas como vai fechar, não preciso nem recomendar. Não sou o que ele diz, criei três filhas, médicas, dei muito poucas palmadas, mas dei. Não deixamos de ser uma família super unida. Crio um neto, já dei poucas palmadas, mas dei. Nos damos bem demais.

Fabiana Regnaud enviou em 27/07/2010 as 16:55:

Lendo comentàrios de gente falando que bater no filho não causa problema futuro, olha o exemplo do sujeito intitulado "abaeté". Diz que apanhou muito e que vai descontar seus traumas nos filhos, quando os tiver. Segundo o tal " vai meter a PORRADA nos filhos, pois foi assim que o criaram. Que monstruoso isso!!!!

Frederico Santana enviou em 27/07/2010 as 17:00:

Não só bater deveria dar cadeia. Mas humilhar. Há pais que não batem, mas humilham publicamente, gritam com os filhos. Isso pode ser tanto ou mais traumatizante do que uma palmada.

Manu_rj enviou em 27/07/2010 as 17:12:

O governo deveria parar de fazer leis que depois não são executadas e cuidar das crianças abandonadas nas ruas, cada pai que sustenta e educa seu filho que seja responsável pela melhor maneira de educar. Apanhei muitas vezes quando criança e não cresci revoltada e nem traumatizada. Sempre tive grande respeito por meus Pais, nunca causei preocupação, jamais meus pais passaram vergonha na rua por escândalos de seus filhos e nunca teve que teve que buscar ou visitar ninguém em Delegacia. Por causa dessa educação que as crianças são cheias de vontade que o noticiário está cheio de "pitboys" que não respeitam as pessoas e as diferenças. Meu lema é o mesmo da minha mãe, criança não tem querer quem sabe sou eu, senão andar na linha o coro come. Ensino em casa para amanhã não ser educado pela vida e apanhar da polícia.

Marcelo Migliaccio enviou em 27/07/2010 as 17:28:

Hermeval (bonito nome), em primeiro lugar, o JB Online não vai fechar, e você felizmente poderá continuar lendo este blog. Agora, se bater em filho já é covardia, imagine em neto! Um homem da sua idade...

fernando enviou em 27/07/2010 as 17:32:

não precisamos de mais leis...chega! vamos começar a cumprir algumas que já existem e está bom demais...ah ...quanto a umas palmadas...quem bate esquece, quem apanha não esquece, jamais!

jorge ferreira de oliveria enviou em 27/07/2010 as 17:36:

Marcelo, <> interessante, necessária e até mesmo saudável essa discussão sôbre as palmadelas, beliscões, tapas, chineladas ou tamancadas, como instrumentos disciplinar na educação de filhos. <> Certa vez, um pai de seis filhos em idade adolescente, compartilhando conosco em reunião, o que ele teve que revelar a um colega na empresa onde trabalhava : <> Um outro irmão em Cristo ao notar o seu semblante abatido lhe perguntou, o que estava acontecendo, e meio a contragosto veio a resposta :” ando preocupado, pois estou sentindo que à cada dia lá em casa a minha autoridade com as crianças vai saindo do controle.” <> Foi então, que após ouvir o parecer dos irmãos presentes nesta reunião, resolvi então, questionar sôbre o emprêgo da correção pelo uso da vara, mas o irmão evasivamente rebateu alegando que é meio difícil encontrar uma vara para se valer dela. <> Conhecendo bem o lugar onde o irmão morava fui logo indicando um lote vago, onde havia muitas árvores e arbustos a poucos metros de sua casa. <> Ainda assim, ele argumentou alguma dificuldade em sair à procura de uma varinha ... <> não me conformando, lhe propus levar algumas varinhas para ele e sua esposa, e ele consentiu. <> No meu quintal tenho uma árvore que cresce muito e espalha muitas varinhas e não me foi difícil juntar uma dezena delas, tendo o cuidado de lavrá-las retirando cuidadosamente as protuberâncias que se formam onde brotam as folhas, para que esses pequenos nós ali formados não produzissem feridas além dos vergões avermelhados sôbre a pele. <> Na semana seguinte fiz a entrega à dona da casa, mas antes expliquei : pendure apenas uma varinha bem na parede da sala de visita, e avise que ela só sairia dali para ser usada em caso de necessidade. <> Passado algum tempo, fiquei sabendo que algumas varinhas foram quebradas pelas crianças. <> E certo dia, a moçoila de uns treze anos se aproximou de mim e pediu-me que não seria mais necessário trazer mais varinhas alegando que a turma já estava prestando obediência tanto a mamãe quanto ao papai. <> Há muito tempo, que eu tive uma idéia de levar alguns feixinhos de varinhas de “disciplinar crianças” para estas feiras livres, tipo a feira que se chamou” hiippie” que décadas atrás começou na praça da Liberdade em BH, e depois mudou-se para Avenida Presidente Afonso Pena. <> Ali, eu as colocaria em buquê num balde e uma placa nestes termos : “Eduque a sua criança com amor, mas se necessário for não dispense uma varinha dessas para uma boa disciplina” ; (um real cada varinha) , mas como nunca tive muita queda para o comércio, num pus em prática tal idéia. <> toda essa polêmica, me fez lembrar o exagêro do diretor de cinema Mel Gbson nos açoites em Jesus no filme Paixão de Cristo. <> Nenhum ser humano suportaria tal suplício, morreria quem sabe antes da metade das chibatada. <> Milhões de pessoas conhecem a história da cruz de Cristo, encenam peças teatrais nos palcos e nas praças públicas, e vários foram os filmes de diversos diretores que retrataram do seu modo a crucificação, morte e ressurreição de Cristo nas telas de cinema. <> O Mel Gbson no Paixão de Cristo, acusa equivocadamente os judeus pela condenação e morte do meigo Mestre, mais uma mentira religiosa, tal qual O Código Davinci, também mentiroso e ofensivo. <> Se esses diretores tivessem nascido de novo crendo na simples e verdadeira história de Cristo, poderiam evitar tanta mentira e sensacionalismo! <> doliferjorge@gmail.com - jfo/Contagem das Abóboras MG

Neide enviou em 27/07/2010 as 17:36:

Fui criada pelos meus pais e nunca na minha vida apanhei, sou uma pessoa que respeita e gosto de ser respeitada, tenho um filho que pretende agir na mesma maneira que meus pais foram comigo.Acredito que bater não é certo pra educar e sim dialogar dizendo o que é certo e errado.

Sem traumas enviou em 27/07/2010 as 17:43:

Você é um traumatizado, JBlogueiro? Pelo visto é. Levei palmadas, poucas, mas levei. Nunca fiquei traumatizada com isso, porque meus pais só se utilizaram disso, quando outro argumento não adiantou. Bastava um tapa no traseiro para não continuarmos. E nas vezes seguintes, bastava apenas erguer a mão para sabermos que tínhamos nos excedido. Hoje quem bate são os filhos, porque a eles nada é negado. Hoje nenhuma criança pode sofrer qualquer tipo de frustração... não podem receber qualquer tipo de castigo, não podem ser reprovadas na escola mesmo que vivam na vagabundagem, não podem ser privados da roupa da moda e têm que obrigatoriamente ganhar um carro quando entram para a universidade, mesmo que não seja lá das melhores. Depois, quando adolescentes e adultos, por nunca terem sofrido qualquer tipo de frustração antes, na primeira que sofrem descontam nas drogas, na direção violenta, no jiu-jitsu praticado nas boates, nas namoradas, na propriedade alheia. Alguns batem nos próprios pais, ou até os matam, porque afinal eles não são mesmo de nada. O governo tem mais o que fazer do que inventar uma lei que proíba palmadas. Deveria providenciar um sistema de educação decente para as crianças e formação profissional adequada para os pais.

Odilar Barreto enviou em 27/07/2010 as 17:43:

Acho realmente que bater em filhos, não é o correto. Tive uma educação a base de porrada.Minha mãe me batia de chinelo, borracha de regar planta, pau, qualquer coisa que estivesse ao seu alcance. Toda vez que pensava em fazer uma besteira, lembrava das pancadas e desistia das travessuras. Apesar da "violência", deu certo e hoje, posso dizer que valeu a pena a maneira como minha mãe me educou. Tenho 45 anos, 03 filhos e nunca tive envolvimento com o lado errado da vida. Jamais criei coragem para bater em meus filhos, mas tem horas que eles merecem pelo menos umas boas palmadas.

Edmundo enviou em 27/07/2010 as 18:21:

Parabéns, Miglicacio! Não precisei apanhar do meu pai e sempre soube respeitar limites. Também não bati em meus filhos e eles sempre souberam se comportar bastante bem (hoje são jovens maravilhosos). É possível sim, educar sem bater.

Hermes Sabino enviou em 27/07/2010 as 18:45:

Umas palmadinhas não machucam, não prejudicam as crianças não senhor. Quem julga poder criar e educar filhos so a base do dialogo,meus parabens. Mas quem sente no dia a dia as dificuldades de crianças que se sentem donas das situaçoes, acima das regras impostas, primeiramente pelo dialogo, tem meu total apoio se necessitarem dar as tao corretivas palmadinhas. Deixemos de hipocrisia e de fazer de uma acao tao simples e ate normal, um motivo para um debate tao longo e cheio de pensamentos demagogicos. Ah, me refiro a pais centrados, em boas condicoes psicologicas e sociais. Claro que espancamentos, surras desproporcionais, castigos que levam a torturas psicologicas sao atos de quem necessita de acoes psicologicas e ou policiais.

Aline Cleo enviou em 27/07/2010 as 19:20:

Não há com o que se surpreender... Desde que comecei a acessar os comentários em alguns blogs aqui no JB online, percebi um alto número de textos agressivos, que atacam diretamente os colunistas, alguns até beirando o mau gosto, falta de respeito mesmo! Então, traçando um paralelo, por todo apoio dado aos castigos físicos, entendemos o porquê de tantas palavras ofensivas. Abs

José enviou em 27/07/2010 as 20:03:

Marcelo Violencia domestica e uma coisa, deve sim ter leis para isso Agora umas palmadas, tenha dó

Roberto enviou em 27/07/2010 as 20:26:

Proibição de símbolos religiosos, controle social da mídia, proibição dos pais educarem seus filhos da maneira que lhes aprouver. Estas são algumas das medidas “DEMOCRATICAS” que o governo está tomando para controlar a vida das pessoas e eliminar aos poucos a capacidade pensante do individuo. Caminhamos a passos largos rumo ao totalitarismo. Mas a intelectualidade de botequim acha isso o Maximo em avanço. Viva Cuba, viva os irmãos Castro, viva as FARC e a democracia do Irã e da Coréia do Norte!

Paula D enviou em 27/07/2010 as 21:16:

Eu apanhei algumas vezes do meu pai. Teve duas "surras" que tomei que pra mim são inesquecíveis, me marcaram muito. Apesar de muito carinhoso ele virava uma fera quando estava nervoso comigo. Sou totalmente contra e acho que essas lembranças deixaram sim marcas e insegurança pra mim. Quando eu tiver meus filhos pretendo nunca bater neles. Acho que para educar e fazer algo nas horas bem difícies, nada melhor que um bom castigo.

luiz henrique garcia enviou em 27/07/2010 as 22:05:

Acredito que a maioria que é contra essa lei da palmada tb é contra bater e espancar, entretanto, é como se diz : Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa. E, além do mais, quem sentencia que quem dá palmada é preguiçoso, covarde..., está na verdade, analisando superficialmente a questão e tb sendo elitista, pois nem todos têm talento, inteligência e conhecimento para sempre ganhar no papo a criança, que muitas vezes é até mais inteligente que os pais. E mais, conheço muita gente que apanhou na infância e hoje, adultas, veneram seus pais, enquanto isso vemos todos os dias no noticiário, filhos de "gente boa" que nunca apanharam e se tornam assassinos, até dos próprios pais. Para finalizar, essa lei é típica dos calhordas do nosso governo e congresso, que como não têm interesse e/ou coragem de resolver as questões realmente urgentes de nossa sociedade, desviam a atenção se metendo até na maneira das famílias educarem seus filhos.

LUIZ FERNANDES enviou em 27/07/2010 as 22:08:

SR. MIGLIACCIO: Mais uma vez sou obrigado a discordar de seu ponto de vista. Esta "LEI", é mais um dispositivo destinado a instaurar a desordem e anarquia social que impera no Brasil, além de ter finalidade meramente eleitoreira junto à "Massa Ignora." Tal Lei, só poderia sair da mente de Comunistas, que á exemplo do que fizeram em outros países, estimularam jovens e crianças a sublevarem-se, desrespeitarem, agredirem e denunciarem sues pais. Alguns foram até mais longe, como o Khmer Vermelho, que colocou crianças e adolescentes para torturar e executar adultos, pais e professores nos '"Campos da Morte". Comunistas são assim, "comem pelas bordas" para mais tarde darem o "bote." E esta conversa de que umas simples palmadas, tapas e belicões são "agressões", é conversa de ONGs, Direitos Humanos, OABs e "Estado Democrático de Direito". Crianças e adolescentes, tem que ser disciplinados e enquadrados sim, primeiro com o uso da palavra e do exemplo. Mas quando reincidem, transgridem conscientemente e perpetram ações de grande gravidade, devem receber umas chineladas, para que entendam seu erro e percebam "quem manda".

Kagus Merdus enviou em 27/07/2010 as 23:04:

Tem que se mirar no exemplo do Bruno. Ele nâo vai encostar nem um dedo no filho dele até o filho fazer 30 anos de idade.

Cesar enviou em 27/07/2010 as 23:12:

Pai, obrigado pelas palmadas que o Sr. me deu quando eu mereci.

Torcedor enviou em 27/07/2010 as 23:29:

De todos os jornais brasileiros, o Globo foi o único que não informou na 1ª página a convocação de um representante de seu estado, e representante solitário, como a nossa estrela: o bravo goleiro Jefferson. Informou isso sim, com destaque, o nome dos 4 convocados do Santos. Será que essa desfeita foi de graça? Contrário senso, talvez sim - vamos supor que seja desse jeito: não saiu o nome do Jefferson porque, de graça, não sai nada. Será que chegamos a esse ponto? Agora, sem concorrência na mesma faixa de leitores, vai ser duro de aturar. O Globo vai publicar o que quiser e não vai publicar o que não quiser. O que não está nos autos (Globo) não existe para o mundo jurídico (leitor carioca).

Alexandre N. enviou em 27/07/2010 as 23:40:

Bater em filho pequeno é complicado, meu, não recomeindo, a criança cresce revoltada, pode querer se vingar quando crescer. Por isso que eu joguei logo a minha filha da janela!

Projeto Legal enviou em 27/07/2010 as 23:46:

Nâo bata no seu filho, não. Deixa o garoto inteiro, que o nosso Ezequiel arrasta ele no asfalto até matar.

imcampos enviou em 28/07/2010 as 08:27:

Isso não é assunto para o Estado se meter.

Osleck Richardson enviou em 28/07/2010 as 08:33:

O Max (global) Ghereinger disse recentemente: "Somos a última geração que apanhou dos pais e a 1ª que não pode bater nos filhos". Sei de uma coisa, tenho 40 anos, e lembro-me bem que, quando era criança, tanto papai quanto mamãe, quando julgavam necessário, usando o pátrio poder, me davam umas palmadas, quando eu aprontava. Tais palmadas em nada diminuíram meu amor por meus pais, nem o deles por mim. Hoje, graças a Deus, sou um homem de bem, bem sucedido, casado (marido de uma só mulher), com quem crio nosso filho com todo amor e disciplina...enquanto isso, papais neo-liberais choram nos túmulos de seus filhos mortos pelo envolvimento com drogas, criminalidade e violência no trânsito regada à muito álcool nas madrugadas, ou são envergonhados pelos filhos que vão parar atrás das grades, após o cometimento de crimes e envolvimento em escândalos. Se pusermos os resultados em uma balança, creio que umas "palmadinhas" paguem o preço no fim das contas. Vale a reflexão!

Régis enviou em 28/07/2010 as 09:29:

Como são ridículos os argumentos dos exageros, não é espancando que educa, porém não é SEMPRE só na conversa que educa. Tem crianças que apenas o conversar não resolve, porém há outras que resolvem. Tem crianças que precisam ser punidas com umas palmadas (não espancadas), porém BATER é sempre a última medida, quando todo tipo de conversa e castigo não resolve.

Paulo enviou em 28/07/2010 as 10:03:

As novas regras de censura do Estatuto do Torcedor são um convite à corrupção e à prepotência. No meio da torcida indignada com um gol anulado ou um pênalti não marcado, policiais poderão agarrar quem lhes pareça mais promissor; e, se não obtiverem um "acordo" imediato, levá-lo detido ao Jecrim, onde será a palavra de um torcedor exaltado contra a dos zelosos agentes da lei. Esta repressão burra, mal intencionada, vai afastar dos estádios o torcedor comum, que paga ingresso, grita e xinga para extravasar a paixão pelo seu time, deixando as arquibancadas só para os profissionais, já calejados em tais embates. Talvez o propósito seja mesmo esse: afinal, partiu de quem antes tentou impor a carteirinha obrigatória para torcedores.

Cristina enviou em 28/07/2010 as 10:08:

Em primeiro lugar, o governo não tem moral nem direito algum para dizer aos pais como devem educar seus filhos. talvez muitos dos políticos de hoje nunca tenham leado umas palmadinhas quando crianças. Agora se vê aí o resultado...

Aline Cleo enviou em 28/07/2010 as 10:13:

Olá! Olha parte do texto que li num artigo do Observatório da Imprensa: "A pressa é amiga da imprecisão" (Por Carlos Brickmann em 27/7/2010) 'No bom caminho' Liberdade de expressão é fundamental; também é fundamental que a liberdade de expressão seja exercitada com responsabilidade. Já bastam os comentários falsos atribuídos a personagens de alta credibilidade como Marília Gabriela, Paulinho da Viola e Millôr Fernandes. Os valentes anônimos que se multiplicam nos comentários da internet são perfeitamente dispensáveis. Quem quiser insultar, agredir, ofender, que o faça, mas assumindo a responsabilidade. Há literatos anônimos que defendem Hitler, o Ato Institucional nº 5, a tortura; que atacam etnias e religiões; que defendem a morte de seus adversários ideológicos. Isso só acontece porque estão protegidos por aquilo que chamam de nicks – os nicknames, apelidos atrás dos quais se escondem. Nos Estados Unidos, a prevenção a esse tipo de abuso já começou: há uma série de sites que, mantendo o espaço aberto a todo tipo de manifestação, exige de seus comentaristas que se identifiquem. O Sun Chronicle, de Massachusetts, checa a identidade pelo número do cartão de crédito. O Buffalo News faz checagens diretas, exigindo que os comentaristas forneçam dados que permitam confirmar sua identidade. "Os comentários anônimos são com frequência racistas e sexistas", diz Margareth Sullivan, do Buffalo News, e podem "derrubar o teor e a reputação do site". No Brasil, tudo depende do editor. Gustavo Chacra, que tem um primoroso blog sobre política internacional, leitura obrigatória para quem quer estar bem informado, proíbe formalmente o racismo e a falta de urbanidade. "Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes". A frase "todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima" pode parecer redundante, mas não é: vá a qualquer blog sobre futebol e achará discussões acirradas, em textos enormes, entre petistas e tucanos. Ricardo Kotscho não é tão explícito quanto Chacra, já que não publica sistematicamente a lista do que não permite, mas age da mesma maneira correta: gente mal-educada, "os cachorros loucos", ficam de fora. E está certo: se o que se quer, com a liberdade propiciada pela internet, é expor todos os pontos de vista sobre uma determinada questão, o insulto, os preconceitos e a grosseria impedem que se faça luz." Como já fui chamada de 'ditadora', 'limitada' e 'reprimida' por discordar dessas agressões e do debate de baixo nível, torço para que venha logo uma regulamentação para que todos saiam de trás de suas máscaras ou 'nicks' e se responsabilizar por tudo aquilo que dizem. Abs

uatu enviou em 28/07/2010 as 10:23:

Paz sem voz, paz sem, não é paz, é medo. Paz pela força é hipocrisia. Até Quasímodos de mãos sujas entendem recompensas, Pavlov e Skinner já provaram isso. Todo hospedeiro é adestrável, domesticável, mesmo não sendo tabula rasa.

ACantal enviou em 28/07/2010 as 10:47:

Ja conheci muitos adultos que deveriam ter apanhado mais quando criancas...

Valdomiro Viana. enviou em 28/07/2010 as 11:38:

Existe uma máxima antiga que diz: "Patada de galinha não mata pinto". Mesmo em muitos casos acreditando nesta máxima entendo que nos dias de hoje é melhor que não se tente educar as crianças com ela; Entretanto, existe alguns pais que não sabem educar seus filhos, por exemplo: Existe uma fila de pessoas para entrar no elevador quando chega uma "crioncinha" e acha que tem o direito de ficar na frente dos outros e os pais apalermados "FINGEM" não perceber que sua "crioncinha" esta na frente dos outros e sequer chama sua atenção. O elevador chega e a tal "crioncinha" entra na frente de todos e não quer sair, os apalermados (pais) então descaradamente também entram no elevador tomado a vez de quem lá estava anteriormente a chegada deles. O que fazer? Não sei só sei que na minha frente não entra ninguém, excetuando-se as pessoas maiores de 65 anos de idade. Entendo que pais fingidos de apalermados existem aos montes, estes não levaram patadas de suas respectivas mães ou as levaram em demasia, ou ainda, devem esta querendo leva-las depois de adultos. Enfim, pais ciosos de seus deveres somente tem a quantidade filhos que cabem em seus orçamentos e em sua capacidade de educar e educar. Deveria ser aplicada mais vezes os artigos que tratam do Abandono Material e Intelectual e ser acrescido mais um artigo sobre o Abando de Convívio Social de certas "crioncinhas". Assim seria mais justo, não se bate mas em compensação é obrigado a educar.

Marcelo enviou em 28/07/2010 as 11:45:

É por essas e outras que não terei filhos, simples assim... Se serei responsabilizado pelo produto final sem ter o direito de utilizar os métodos que considerar necessários para fazê-lo, não acho viável. Vale lembrar que crianças são apenas adultos em frascos pequenos, por tempo determinado. Crianças não são crianças, estão crianças...

anarquista enviou em 28/07/2010 as 12:09:

"...A que qualquer homem deve sua lealdade maior: ao governo de seu país, à causa que o move, ou à Humanidade, em seu valor universal? Para Sócrates, a grande lealdade era para com a lei, mesmo que a lei fosse injusta..." (Mauro Santayana) >>>>>http://www.jblog.com.br/politica.php?itemid=22694>>>Excelente texto. Sou mais o Sócrates da seleção de 82 então.

Fernando Lopes Wiedemann enviou em 28/07/2010 as 12:11:

Discordo frontalmente desse seu ponto-de-vista. Não que eu seja favorável a agressões a menores indefesos. O que eu abomino é a inserção desse Estado falido, incompetente, incapaz de dar uma contrapartida decente ao que arrecada em termos de saúde, educação, segurança, etc., na vida particular de cada um. Um atentado à liberdade. Você gosta de Ditadura? Pois parece... PS: Como você gosta de fazer com seus leitores, vou colocá-lo no limbo por uns tempos...

Batedor enviou em 28/07/2010 as 13:28:

Pode bater sim...

Regazzo Paldentrini (Rebato Cazzo) enviou em 28/07/2010 as 13:58:

La polizia entró nella mia casa i pegó las fotos delle bambini. Allora io parló: "calma aí. Voglio vedere PROVARE chi este picolo bambino tomando schioque elétrico é di menore." È preciso armare con lei personi comme si non avere domani! Mi piaci levare vantaggio in tutto, tcherto? Io parlò più: "Sciamo tutti brasiliani, il mondo nos aspeta con las porta fesciatta i las perna overta!" Aí... papo viene, papo vade... no mi prendero, ma me tomaro una pinnongia i mias megliores fotos de bambini. Disciero chi era per vendere pra un famoso giocattore de calcio chi adezzo está molto solo.

LUIZ FERNANDES enviou em 28/07/2010 as 14:16:

Isso é coisa de comunista, que pretende instaurar um clima de desrodem e anarquia familiar, incitando filhos contra pais, para quwe mais tarde estes mesmos filhos delatem seus pais para o governo, como é em Cuba e na China.

LUIZ FERNANDES enviou em 28/07/2010 as 14:21:

Realmente é muito engraçado que um presidente que protagonizou o governo mais corrupto, irregular e imoral da história, que não propicia à população condições básicas de segurança, educação, saude e infra-estrutra e seja um transgressor contumaz de Leis, sendo multado todos os dias, se arvore e se atreva a querer mandar dentro de nossas casas, determinando oque fazer com nossos filhos. Se todos estes dirigentes, politicos e criminosos tivessem levado umas boas chibatadas quando crianças, certamente não roubaraim e delinquiriam desta maneira!

Interprete Imparcial enviou em 28/07/2010 as 14:31:

Uma leitora transcreve um artigo que coloca no mesmo saco comentários impersonativos e anônimos. Não há termo de comparação possível. Quando um covarde assina com o nome de outra pessoa a pretexto de tentar impingir-lhe uma opinião que não é a dela (e sabendo que nenhum apagamento posterior reparará o mal), está cometendo um crime hediondo, que deve ser punido com o máximo rigor da lei, que aqui infelizmente é uma comédia pró-réu. Eu, como jurado, absolveria imediatamente o impersonado que matasse seu impersonador: isto sim é lavar a própria honra. Já o leitor que posta um comentário se assinando com um apelido, ou um pseudônimo que evidentemente não é o nome de ninguém (é preciso ter critério com isso: nome de milhares não é a mesma coisa que nome de ninguém), está apenas exercitando seu direito de criar alter egos, seja para desenvolver múltiplas personalidades, às vezes contraditórias entre si, expressar opiniões que poderiam lhe render retaliações criminosas, ou simplesmente se divertir com chistes jocosos. O Rio Acima está cheio dessas respostas, e elas não fazem mal a ninguém. Porém, concordo que, se os impersonamentos não puderem ser peneirados dentre as mensagens anônimas, todas devem ser cortadas, exigindo-se a identificação do leitor.

jorge ferreira de oliveria enviou em 28/07/2010 as 14:39:

Marcelo, <> Ouvimos falar de leis que embora aprovadas no entanto elas não pegam, ou seja nunca são aplicadas na sociedade. <> Outro dia, no jornal da Band um juíz defendia ardorosamente o atual código Penal Federal alegando que ele é bom, e em determinado momento fez alusão de um novo Código que se tentou aprovar nos anos ... 90 ( não guardei a data), mas que continha algumas leis que poderiam ser desastrosas no futuro. <> Também Ouvimos quando se fala questionando qual é o espírito da lei ... <> como o nosso código não tem a pena capital ou de morte, as nossas leis que punem criminosos são de caráter visando uma ressoalização do réu, e assim além de crimes afiançáveis, temos as penas de prestação de serviços comunitários, indenizações, e , até pouco tempo, o pagamento de cestas básicas. <> Mas, essa lei que incrimina os pais por bater em seus filhos com palmadas e tapas pode até ser um suporte mais além para aplicação nos casos de adoção, pois se essa lei der ao Governo a guarda dos filhos de um casal, ele mesmo poderá entregar as crianças para serem adotadas por uma outra família. <> E, fica aqui um questionamento : <> se essa lei, que proíbe os pais bater nos filhos já existe na Argentina, logo após os “casamentos” gays já permitidos naquele país, o que impedirá duas mulheres, ou dois homens, os chamados casais homossexuais ter o direito à adoção de filhos ? <> Vivemos numa época em pessoas estão atrás de mestres e doutores de acôrdo com suas próprias concupiscências ... <> outrossim, a sociedade precisa estar atenta para os sofismas espertamente escondidos no espírito de cada lei a ser aprovada ... <> Para concluir, tão logo que o”casamento gay” tornou-se constitucional na Argentina, uma senhora Juíza declarou que não tornará oficial tal “união”. <> E, como fica a situação do posicionamento dessa corajosa mulher diante da justiça de seu país, não seria ela julgada como uma anarquista em não fazer cumprir uma lei da nação ? <> doliferjorge@gmail.com - jfo/Contagem das Abóboras MG

Eliézer dos Reis Ferreira enviou em 28/07/2010 as 15:11:

POR FAVOR, NÃO CONFUNDA AGRESSÃO COM CASTIGO!!!!! ENTÃO NÃO BATO PALMAS!!!

Rafael enviou em 28/07/2010 as 17:34:

Jorge Norberto, parte da educação que meus pais me deram chama-se: "ir pra escola aprender e não para comer merenda". Quando você souber ler, tente corrigir-me. Meus pais BATERAM em mim, nunca surraram ou espancaram. Dicionário ajuda a entender a diferença! Att.,

cleber enviou em 28/07/2010 as 18:44:

eu conhecho um monte de amigos que gostava de conversar com os filhos,tinha esta ideia de que so com o papo voce acertava tudo,hoje eles so nao apanham dos filhos porque vai pegar mal...mas conhecos alguns que tiveram que dar queixa em delegacia......criança e muito esperta se voce de vez enquanto nao chegar junto com uns tapinhas e uns castigos...voce cria carinhas que batem em empregada domestica e mete fogo em indios.....todos de boa educaçao......

cleber enviou em 28/07/2010 as 18:47:

Governo nao tem copetemcia para julgar como os pais criam os seus filhos....

andre luiz mendonca de menezes enviou em 28/07/2010 as 20:29:

Isso é papo de intelectual, eu tenho 46 anos, levei muitas palmadas e nem por isso fiquei revoltado ou frustrado com a vida, pelo contrário sou uma pessoa muito bem educada e aprendi a respeitar o p´róximo. Nos dias atuais só vejo essas gerações mais novas que não levaram palmadas desrespeitando as pessoas, os mais idosos, se enchendo de bebidas alcoólicas, e muitas vezes agredindo os próprios pais. Esse é o resultado da nova educação. Que venham mais gerações de mal educados.

Nilson enviou em 28/07/2010 as 20:52:

Já postei aqui um comentário, mas depois do que já li não vou me furtar o direito de me colocar novamente. É engraçado como algumas pessoas estão fazendo suas colocações, tentando traçar paralelos na educação das crianças com a dos animais (Porque o adestrador do meu cachorro...., devemos bater nos cavalos com talas...e por aí vai). ALOOOUUUU!!! Também estão citando muito o exemplo da Procuradora que "AGREDIA" uma menina de 2 anos, lhe deixando ematomas por todo o rosto. Gente, para este tipo de gente já existe lei. Palmada de pai e mãe é outra coisa.

Jim Clark "O Escocês Voador" enviou em 28/07/2010 as 21:12:

Os placares da Prefeitura instalados por toda a cidade vêm informando todos os dias: "Grajaú-Jacarepaguá - Fechada das 22 às 6". É pra quê isso? Alguém sabe de alguma obra sendo feita lá? É pra ALUGAR PRO PEGA!!! Como na Zona Sul sujou, estão alugando pistas em locais mais distantes, cujos moradores têm menos poder de pressão. Mas o seguinte: ali, a polícia e a cet-rio vão ter que se entender com o tráfico da Cotia, Encontro, Barro Vermelho, Barro Branco e outras favelas da área. E se algum pegueiro atropelar um favelado, NÃO TEM PREÇO: pena de morte, já, ali, na hora! Sugiro aos leitores que usam a Grajaú-Jacarepaguá (durante o dia, lógico) que, ao passar pela estrada de manhã cedo, verifiquem se não tem carros esbagaçados largados no acostamento, postes retorcidos, vidro no chão. E se tiver, perguntem-se: mas quando foram essas porradas? Se ontem no começo da noite eu passei por aqui e não tinha nada, e às 10 horas fecharam a pista pra "manutenção"... É que as autoridades alugam a pista pro pega, mas não fornecem reboque pros pegueiros otários que arrebentam seus carros.

rosario enviou em 28/07/2010 as 21:54:

Marcelo, sempre que nós ( década de 50) em casa faziamos algo muito reprovável, apanhavamos de palmadas ou beliscões. Por outro lado, nossos pais eram completamente presentes em materia de provimento e amor. Havia respeito, união, cuidado e responsabilidade por parte de ambos. Não havia maus tratos, havia medidas educativas. Não cresci, nem meus irmãos, pessoas traumatizadas ou doentes mentais. Somos todos os filhos ( muitos) pessoas de bem. Década de 90 - Um dia desses um dos meus filhos me disse: "Mãe, agradeço as suas palmadas. Meus amigos e colegas que foram criados na base da liberdade dita moderna e na falta de imposição severa de disciplina, eles mesmos se acham uns malcriados, queixam-se da falta de limites que tiveram como se fosse omissão de cuidados por parte dos pais e alguns deles fazem hoje, adultos, coisas reprováveis por não haverem sido corretamente ensinados quando crianças e adolescentes". O Estado, deveria prover melhor a sociedade no sentido de criar sim, leis para punir crimes contra crianças e adolescentes desde que providenciasse também o bem estar social necessário para que as familias fossem todas legalmente instituidas, os pais pudessem ser presentes em todas elas, houvesse educação e escola e saude para todos, a justiça social fosse coisa real, não houvesse impunidade para corruptos politicos... Ou seja, antes de meter o bedelho dentro da casa das pessoas e tirar o pátrio poder das mãos de quem deve realmente dar a primeira educação ao cidadão, deveria é cuidar das suas atribuições de modo a proporcionar um estado de bem estar social no qual a felicidade humana seria tão real quando a desnecessidade de se ficar criando leis para legislar sobre o que não é de sua conta.

Paula enviou em 28/07/2010 as 22:51:

Admiro muito voce Marcelo, mas dessa vez não concodo com voce acredito, que é necessario sim dar palmadas em crianças pois faz parte da aprendizagem. com moderaçao é claro,tem crianças que são incontroláveis, que uma conversa nao basta e é necessario utilizar palmadas para corrigir, educar. fui educada assim vou te falar não tenho nenhuma sequela nenhum trauma porque aliás atualmente tudo é trauma.

Ronald facury Wigg enviou em 28/07/2010 as 23:54:

Esse país enlouqueceu. Estão misturando tudo. Agora todo mundo que dirige com um calice de vinho é bêbado. Todo mundo que da uma palmada numa criança é agressor; enfim, país de ignorantes, que não buscam se aprofundar para fazer leis importantes, e sim marketing político, vai morder seu próprio rabo. Tenho 5 filhos, muito amados, educados e grandes maridos, profissionais etc; e todos já levaram uns tapinhas na hora certa. Com certeza doia mais em mim do que neles. Caro Marcelo, essa é a maior prova de amor dos pais p/ com os filhos. É atenção, preocupação, e doi em si próprio. Essa lei é ridicula,hipócrita e pode levar a uma sociedade indisciplinada.

Mauricio enviou em 29/07/2010 as 08:49:

Quem nunca levou umas palmadas, são pessoas sem limites...geralmente sem educação. Concordo com o Ronald, foi perfeito.

E.Barroso enviou em 29/07/2010 as 09:21:

Migliaccio, por que você considera palmada ou tapas como agressão ?? Para ser considerada agressão, precisa de muito mais. O que você acha de pais que não batem mas tratam com indiferença os filhos, não ouvem quando eles falam, somente para não serem incomodados ? Pais que só falam um pouquinho, com falsa psicologia, TAMBéM estão errados! Porque, se não souberem impor os limites e não assumirem seus papéis de disciplinadores, estarão contribuindo para que a criança PENSE que é um adulto e reaja como adulto. Ou seja, querem que o filho se coloque no lugar deles (o que é impossível, calro) enquanto toda criança precisa respeitar os mais velhos e saber que é apenas uma criança - ainda. Que coisa mais chata é você ouvir um pai explicar pro filhote a quadratura do círculo, quando ele precisa apenas de atenção e disciplina.

Luciana enviou em 29/07/2010 as 09:46:

Todos os pontos de vista são relevantes. Mas acredito que o ponto de equilíbrio deva ser o foco dessa polêmica. Tenho 2 filhos e sou contra a violência seja ela sob qualquer forma. Mas o que separa a violência da imposição de limites? Será que a nossa sociedade está preparada para encarar uma realidade dessa em forma de lei? Vide os comentários de Davis e Daniela. Ao final, acredito mesmo que o assunto deva ser tratado com muita cautela, por profissionais de diversas áreas antes de simplesmente ser aprovado e publicado. Devemos ter muito cuidado para não virarmos reféns dos filhos...

Marcus Oliveira enviou em 29/07/2010 as 10:48:

Gostaria também que estas autoridades , como por exemplo o nosso grande sábio que sequer tem um curso primário completo, o Lula, não somente nos ensinassem a criar nossos filhos, como também se propusessem a pagar as nossas contas de livros, colégios, médicos, remédios roupas, lazer, referentes aos nossos gastos com filhos. Caso isto não seja possível, que vão plantar batatas!!!

MADALENA enviou em 29/07/2010 as 11:11:

É MUITO BLA BLA BLA, QUANDO SE FALA EM REGRAS PARA AS RELAÇÕES FAMILIARES. QUEM VAI FISCALIZAR? QUAL DELEGACIA, NO RJ, VAI MANDAR UMA VIATURA PARA PROTEGER AS CRIANÇAS? PELOS PODERES DOS SUPER HEROIS!!!!! VAMOS ACORDAR. QUALQUER UM SE JUNTA COM QUALQUER UM E GERA UM FILHO. COM QUE PARAMETROS ETICOS, SE ESTABELECE CRITERIOS NESTE MAR DE LAMA? AS ABERRAÇÕES SÃO LEGALIZADAS. A PROCRIAÇÃO SE DÁ DE FORMA IRRESPONSAVEL. MINHA FILHA CHEGOU DA ESCOLA COM O OLHO ROXO E O JOELHO MUITO MACHUCADO. LEVEI AO MEDICO. TIREI FOTOS, FUI ATE O CONSELHO TUTELAR EM LARANJEIRAS, CONTRATEI ADVOGADOS PARA CHEGAR A VERDADE SOBRE A OMISSAO DE SOCORRO. SABEM O QUE MINISTERIO PÚBLICO FEZ?ABSOLUTAMENTE NADA. SÓ PARA REGISTRAR A QUEIXA, TIVE QUE BRIGAR NA 10a DELEGACIA , NA RUA BAMBINA, BOTAFOGO. POIS O POLICIAL SE RECUSOU TERMINANTEMENTE, APESAR DAS ESCORIAÇÕES EVIDENTES. TIVE QUE ARMAR O MAIOR BARRACO NA DELEGACIA, COM RISCO DE SER PRESA. FUI ENCAMINHADA PARA O INSTITUTO MEDICO LEGAL, PARA EXAME DE CORPO DELITO. ONDE NÃO HÁ ATENDIMENTO SETORIZADO, CHEGA TODO TIPO DE OCORRENCIA. LÁ ESTAVA COM UMA CRIANÇA DE 04 ANOS. PARA VER AO VIVO E A CORES A BARBARIE QUE GRASSA PELO RIO DE JANEIRO. A REALIDADE É QUE AS CRIANÇAS ESTÃO SE EDUCANDO SOZINHAS, OS PAIS E RESPONSÁVEIS, ESTÃO CADA DIA MAIS IRRESPONSÁVEIS, OMISSOS, AUSENTES, DESPREPARADOS. A SEXUALIDADE CADA DIA MAIS BANALIZADA, A GRAVIDEZ NA ADOLESCENCIA É UMA REALIDADE. DEI FIM A MARATONA JUDICIAL,CONTRA OS AGRESSORES DA MINHA FILHA. SE ALGUM DIA, ATÉ O FINAL DO MILENIO GANHASSE ALGUMA INDENIZAÇÃO, O DINHEIRO SERIA MALDITO. PRECISAVA SEGUIR COM A VIDA, ATÉ HOJE NÃO SEI DIREITO O QUE ACONTECEU. A ESCOLA FOI PUNIDA, OU ADVERTIDA PELO CONSELHO TUTELAR? O QUE LEMBRO FOI DA MÁ VONTADE, E DA OMISSÃO DOS REPRESESTANTES DA LEI. NÃO ACREDITO QUE ESTA LEI VENHA PROTEGER NOSSAS CRIANÇAS. AS AUTORIDADES CONSTITUIDAS NÃO GARANTEM O CUMPRIMENTO DAS LEIS. NEM NAS CAPITAIS. NEM NO INTERIOR. SE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO TIVESSEM COMPROMISSO COM A NOSSA GENTE, NÃO REPRODUZIRIAM TANTO LIXO, TANTA VULGARIDADE, TANTA VIOLENCIA, AFINAL DE CONTAS, A TV E A INTERNET SÃO OS VERDADEIROS PAIS E RESPONSÁVEIS PELA PROMOÇÃO DOS VALORES QUE DEVEM SER COPIADOS E MULTIPLICADOS EM MUITOS LARES. O MINISTERIO PÚBLICO APOIA PROGRAMAS QUE VEICULA OS VALORES ETICOS, CULTURAIS E CONSTRUTIVOS? É SUA FUNÇÃO LEGAL E SOCIAL? O QUE ESTA PREVISTO NO TEXTO CONSTITUCIONAL, PREGA A DEGRADAÇÃO DOS VALORES PELOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO? ESSA LEI É MAIS UMA DAS MUITAS PARA AZUCRINAR A CLASSE MÉDIA. QUEM FISCALIZARÁ O QUE DETERMINA A A LEI? QUEM FARA PROGRAMAS INFORMATIVOS DOS DIREITOSE DEVERES DE TODOS OS CIDADÃOS? SERÃO VEICULADOS PELA GRANDE MÍDIA? QUE PROTEÇÃO DO ESTADO RECEBEU A GRAVIDA ELISA SAMUDIO? O FILHO DELA SERA PROTEGIDO PELO ESTADO?

ALVIM SILVA enviou em 29/07/2010 as 11:48:

Dar palmada, puxão de orelha, colocar de castigo, falar asperamente, não considero como agressão, nem tão pouco tortura. Cada um tem uma forma de educar seus filho. Se houver exagero, aí sim tem que ser recriminado. Pelo jeito que está, quando o filho desobedecer aos pais e não houver mais jeito, será obrigação dos pais entregar o filho ao estado para tomar conta? E quando o filho ofender aos pais, quando bater nos pais, como temos conhecimento, existe alguma lei para puní-lo? e quando as crianças batem nos professores? Agora vejamos, essas pessoas que criaram essa legislação são pessoas éticas, honestas, têm responsabilidade com os cargos que ocupam? Seus filhos são bonzinhos, têm a presença de seus pais constantes. É bom o povo acordar para a realidade e ver a reputação dos criadores das Leis.

E.Barroso enviou em 29/07/2010 as 12:50:

O comentário da Madalena me emocionou. O que acho é que votamos para políticos que não fazem nada, absolutamente nada, para melhorar nossa vida. E quando não têm o que fazer vêm com propostas como 'acabar com a palmada' e outras tolices no gênero. Por que ? Porque não querem assumir o papel deles junto à população, são covardes e não controlam o que se passa nem debaixo do nariz deles. É uma situação SURREALISTA, deveras, num país onde crianças são espancadas e abusadas, levam surras no ambiente escolar e na rua, mas ao mesmo tempo NÃO podem levar palmadas dos pais porque um sujeito muito inteligente,com doutorado nisso e naquilo, mestre em psicologia ou sei lá o que, vem dizer que é errado e que isso não pode acontecer mais. No final, querem nos fazer de palhaços ou o que ?

Flávio Lofêgo Encarnação enviou em 29/07/2010 as 12:57:

Será que nosso problema maior são os pais que batem nos filhos ou os adultos que não tiveram limites em sua infância e se tornam um problema para a sociedade? Devemos verificar se essas pessoas que defendem que os pais que dão uma palmada sejam presos são realmente pais presentes na vida de seus filhos. Geralmente estão presentes apenas nos momentos de lazer, deixando a educação para as babás e para o colégio. Assim é fácil falar...

Doralice Kobe enviou em 29/07/2010 as 14:05:

Eu , meus irmaos e todos da minha epoca tivemos uma educaçao em que os pais nao eram persegiudos pelas hediondas falsas leis.Nao digo tirar sangue ,mas uma palmada com o jinelo no monento justo fara com que as crianças aprendam O respeito pela naçao , a familia e a sociedade.Hoje lembramos destte fatos e rimos , porque dentro de nos os filhos nao foram paridos nas lixeiras e sim em uma barraca ou casa chamada AMOr .

Marco Accardo enviou em 29/07/2010 as 14:46:

O enorme problema da lei (à qual sou favorável) contra a violência na educação é que ela supõe que, usando de diálogos, exemplos, métodos construtivos de aproximação à percepção infantil da realidade para se comunicar, elas não transgredirão as normas de convívio estabelecidas dentro de casa ou em outros lugares. Serão anjos. Tenho vívidas lembranças dos meus primeiros anos de vida. Eu fui um "transgressor", e embora meus pais nunca tivessem me jogado, puxado ou espancado, eu levei algumas chineladas em momento de descontrole total da situação. A criança precisa aprender, também, que certos atos não devem ser cometidos, que, se elas passarem desse ponto, elas serão punidas, porque é assim que acontece no mundo para o qual elas estão se preparando. Como fazer isso agora, sem correr o risco de ser acusado de violência ou tortura? Vi comentários seguindo esta linha e propondo que haja um limite em que a correção física ou moral (adoção de uma postura agressiva, mas sem violência física, como levantar a voz e cortar a televisão) sejam admitidas. Eis outro problema: que limite é esse? Tudo é muito subjetivo nesse assunto. Faço votos apenas para que os pais sejam realmente pais (educadores, orientadores, conselheiros, exemplos de conduta e moral, e não carrascos ou simples provedores de bens de consumo), e não joguem essa responsabilidade para professores, médicos, parentes, aparelhos eletrônicos, celebridades de 15 minutos, ou até outras crianças. Não creio que as coisas darão muito errado se for assim.

jorge ferreira de oliveira enviou em 29/07/2010 as 15:32:

Marcelo, <> Os filhos se diferem no gênio, inteligência e aptidões, mas ao crescerem, mas na formação do carácter de cada um deve ir sedimentando os mesmos bons valores, em sinceridade e ternura com o seu semelhante, a honestidade, pureza e virtude, mas nunca serão iguais, pois cada um tem a sua própria personalidade. <> É uma maravilha quando pais e filhos chegam à uma idade de compreensão mútua na convivência entre si através do diálogo, diálogo que antes se fazia por gestos e palavras, mas a compreensão da linguagem ainda não era bem traduzida de uma das partes. <> Todos sabem, que os sons das palavras já vão sendo absorvidos por crianças de tenra idade, e o tom da voz já vai ajudando e direcionando didàticamente para o bom entendimento que se propõe <> Uns filhos são mais ousados, outros mais tímidos, meninas mais quietas, outras mais travessas, ... <> mas quando o "topete" desses anjinhos se levanta em confronto à autoridade paterna ou materna ... <> , aí o cenário se torna desagradável ..., e, um sinal de alerta é aceso, sugerindo uma providência urgente e eficaz que estabilize trazendo de volta a harmonia e aconchêgo do lar. <> A educação de filhos numa família pobre é uma luta maior e tem os seus limites quase que bem definidos no futuro deles ... <> isto, retratando um lar e família de uma estrutura básica. <> Outrossim, tempos atrás, a classe média podia até contar com um suporte extra de acôrdo com as suas posses, quando por digamos assim, uma fôrça maior,os pais decidiam enviar algum filho para os chamados colégios internos, os filhos que eram de certa forma mais rebeldes, e em geral, expulsos das escolas por desrespeito ao professor e diretores, e esgotadas as mediações conciliatórias com os país, seguidas de suspensão temporária às aulas, enfim .... <> Num lar Cristão a Palavra a todos admoesta : <> “ Vós filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. <> Honra a teu pai e tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa. <> Para que te vá bem e vivas muito tempo sôbre a terra. <><> E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor”. Ef.6:!,2 <> doliferjorge@gmail.com - jfo/Contagem ds Abóboras MG

Aline Cleo enviou em 29/07/2010 as 16:10:

Começou agora um debate sobre esse tema na TV Brasil, Programa Sem Censura.

Rafael enviou em 29/07/2010 as 17:35:

O autor do artigo está muito mal informado. A palmada é educativa no momento em que é aplicada como último recurso, isso depois do castigo, da conversa... Não está em discusão a violência contra a criança, ninguém aqui é a favor do espancamento de inocentes, como a tla desembargadora "bruxa" fez! Mas aos pais cabe o direito de educar seu filho da forma que lhe convir, sem a interferência do estado ou de outrem.

Diana Rogers enviou em 29/07/2010 as 17:49:

Bom, ainda não tenho filhos, mas acho que quando eu tiver não vou ter coragem de bater ... não sei.. mas digo com toda certeza que apanhei da minha mãe quando eu era criança e não sou nada traumatizada por isso.. o contrário, eu e meu irmão somos bem educados e agradeço muito aos meus pais pela minha educação... mas concordo sobre "crianças sem limites".. eu conheço várias! Muitas vezes essa falta de limite se dá pela falta de pulso dos pais, pela dificuldade em dizer um "não". Isso só faz com que os filhos tornem-se crianças mimadas... mas também existem crianças que nasceram sem limites.. já com uma índole diferente.. nesse caso, não julgo umas boas palmadinhas! Um abraço a todos!

vitoria gabriela adorno silva enviou em 29/07/2010 as 20:02:

acho otima ideia issoooooooooo

O Zorro enviou em 29/07/2010 as 21:02:

Polícia Federal ignora o Supremo e persegue Protógenes (de novo) Pelo jeito, o Dr Corrêa obedece ao Supremo seletivamente. Ele pode Policiais federais, em grupos de dois, fizeram três sucessivas tentativas de entregar notificações na casa do ínclito delegado Protógenes Queiroz, hoje, em Guarujá, São Paulo. Protógenes não está em casa, mas em Lavras, Minas, em solenidade em defesa da liberdade de expressão. A empregada se recusava a deixar que entrassem e o zelador também. Numa das tentativas, os policias tentaram entrar à força, na suposição de que o delegado se escondesse em casa. Houve um confronto entre os policiais e o zelador. Não se trata de uma cena do regime militar. Nem da Alemanha nazista. Mas, do Brasil de 2010. E da Polícia Federal do Dr Correa, aquele que ainda não achou o áudio do grampo. São cinco novos procedimentos disciplinares. No total, Protógenes responde a mais de 20 “procedimentos disciplinares”, desde que, por duas vezes, prendeu o passador de bola apanhado no ato de passar bola, o banqueiro condenado Daniel Dantas. O Procedimento # 364 é por conta de um discurso num ato do MST. Procedimento # 362, por uma entrevista à revista Caros Amigos. Procedimento # 363, por mencionar fatos não confirmados, dúbios, no relatório da Operação Satiagraha. Procedimento # 310, por causa da presença de jornalistas na Operação Satiagraha, matéria que está sob julgamento no Forum Criminal de São Paulo. E, por último, por hoje, o Procedimento # 311 – veja a ilustração – pelo suposto – diria a Folha (*) – compartilhamento de dados com a ABIN.

Carlos Montenegro Serrano enviou em 29/07/2010 as 22:44:

QUE COISA TRISTE!!!!!!!!!!!!!!! Roriz tem 46% no Distrito Federal * Pesquisa Vox Populi/Band/iG mostra que ex-governador Joaquim Roriz (PSC) seria eleito no primeiro turno. Números mostram que eleitor tenta conciliar o novo e o velho ao mesmo tempo ESSE HOMEM É UM MARGINAL, UM BANDIDO!!

paulo enviou em 30/07/2010 as 07:58:

Mais uma lei infeliz que estão qurendo aprovar. Não acredito que passe. Só e favoravel a essa lei pessoas sem experiencia na criação de filhos e pessoas mal intencionadas. Se essa lei for aprovada os jovens que hoje estão sem limites pelo famigerado ECA, vão ficar ainda piores. A intenção por traz dessa lei é humilhar e acuar ainda mais a figura paterna. Não tem problema os que aprovam essa lei no futuro serão vitimas de jovens criminosos sem limites, como já acontece hoje em escala ainda pequena. Assassinatos estupros roubos furtos etc, cometido por individuos que na infancia não tiveram pais são a maioria. O Estado não tem competencia para nada, nem para fornecer saude, educação ou segurança e agora quer tutelar a familia. Nós a maioria silenciosa precisamos reagir de todas as maneiras que estive em nosso alcance contra esses pulhas que estão destruindo nossa sociedade inspirado pelo demonio.

ADÃO JOSE FREITAS enviou em 30/07/2010 as 08:22:

EDUCAR OS FILHOS ANTES DE UM DIREITO É UMA OBRIGAÇÃO DOS PAIS. VEJAM BEM NAS CULTURAS ONDE É COSTUME O CASTIGO FISICO AOS FILHOS GERALMENTE SÃO BEM UNIDOS E FILHOS NÃO MATAM OS PAIS SERÁ QUE SUZANE QUE MATOS OS PAIS EM COLUIO COM O NAMORADO APANHOU TANTO QUE REPRODUZIU ISSO MATANDO S PÁIS. AQUI NO NORDESTE AINDA EXISTE HIERARQUIA E RESPEITO E ACIMA DE TUDO AMOR. O MEU PAI FALECEU A 3 ANOS E JA TINHA MAIS DE 30ANOS E CASADO, FUI CRIADO APANHANDO PQ ERA DANADO DEMAIS E TENHO IRMÃOS NUM UNIVERSO DE 10 QUE NUNCA APANHARAM JA QUE NUNCA FOI PRECISO E TODOS SOFREMOS MUITO COM MORTE DELE EU O AMAVA E TINHA A MENOS MAGOS PELAS SURRAS QUE ME AJUDARAM A CONTROLAR O IMPETO JA QUE SÓ PALAVRAS NEM SEMPRE SÃO SUFICIENTES. CRIANÇAS TESTAM OS PAIS EO TATO É UM SENTIDO MARCANTE E SENDO BEM USADO VAI MOLDAR SIM O SER HUMANO. NO ORIENTE CASTIGO FICO É NORMAL E LÁ TEM MENOS LAD~ROS E VICIADOS E FILHOS NÇ;AO COSTUMAM MATAR OS PAIS...

SalleZ STIMA enviou em 30/07/2010 as 10:22:

Eu acho que esta lei segue a mesma linha da Lei Seca, demagogia pura!! não temos problemas mais urgentes e importantes pra resolver?? além do mais, se esta lei realmente começar a valer, será mais uma que irá ser solenemente ignorada, como a maioria das leis no Brasil. Nas favelas e lugares distantes do Pais (onde a violência contra crianças come solta..) a lei não chega, isto é fato!

Caco Nascimento enviou em 30/07/2010 as 11:16:

Folha e Globo, cuidado. Os portugueses vão engolir vocês Até hoje, a Folha (*) e o Globo ainda não entenderam que os portugueses da PT mandam na Oi. Clique aqui para ler “Portugueses controlam os controladores da OI”. No comunicado oficial que a PT, Portugal Telecom, enviou à Bolsa de Portugal – uma instituição razoavelmente mais séria do que a congênere e a CVM daqui – no comunicado oficial está lá: a PT tem direito de veto. PT e saudações. Por que a Folha (*) ainda não entendeu isso – e pensa que os portugueses são burros ? – clique aqui para ler “vão vender a BrOi e acham que os portugueses são burros”. O UOL é o que põe oxigênio na Folha. Sem o UOL, a Folha fechava antes do JB. Os portugueses passam a ser donos do iG, portal que faz concorrência ao UOL. Além disso, a PT tem mais de 30% das ações do UOL. Quem vai mandar no UOL e na Folha (*) quando o Serra perder a eleição ? O Crespo. No Rio, a Globo também está com dificuldade para entender que os portugueses mandam na Oi. A Ongoing é sócia da Portugal Telecom e age movida a Banco do Espírito Santo. O Banco do Espírito Santo é sócio da PT. A Ongoing é dona do jornal Brasil Econômico – concorrente de respeito do Valor – e do jornal O Dia, que circula no Rio. Ou a Globo compra o Estadão, ou morre a bordo do trem-bala que a Dilma vai construir entre o Rio e São Paulo. Os filhos do Roberto Marinho – eles não tem nome próprio – pensavam que o problema era só a Record. Ledo engano. Esse Serra tem que ganhar a eleição de qualquer maneira !

Cidadão carioca enviou em 30/07/2010 as 14:29:

Pergunte a esse tal de Lula: O que você acha do abordo? Ele vai te responder: Tem muita menina morrendo em clinicas clandestinas e outros blábláblas Opa! Existe uma contradição!!!! Uma mão não pode bater num filho... mas..... pode matá-lo!!! Pensem nisto!

Davis enviou em 30/07/2010 as 16:06:

O negócio é o seguinte: deixa a crionça levar um choque, e pronto. Certamente ela não vai mais pôr a mão na tomada e nem apanhar dos pais, que também não gastarão mais com cabeleireiro, com shampoo e condicionador, porque a crionça vai ficar com o cabelo armado, duro e queimado. Tá resolvida a questão.

Magnata enviou em 30/07/2010 as 17:36:

Cesar, tô com vc e não abro! Agradeço o meu velho por isso também, pois sei que ele, fez para me ajudar. As palmadas que eu levei NÃO ME MACHUCARAM mas, me fizeram ver que as coisas não eram bem do jeito que eu queria e, isso me fez compreender muita coisa, trabalhei, estudei, casei aos 35, aposentei-me aos 46, e sou plenamente feliz hoje aos 49 ao lado de minha esposa e dois filhos. O que na realidade acontece é que: Tem muita gente escrevendo mentira nessa pagina, dando uma de bom samaritano quando na realidade é tudo lorota. Tem muita gente que joga pedra e esconde a mão. Assim é facil.

Julio Malasquez enviou em 30/07/2010 as 20:04:

Realmente ridiculo essa posição, antigamente se usaba o adagio " A letra com sangue entra ", mais ja era um caso extremo, mais mesmo assim quem melhor que os pais para educar seus filhos, será que o vizinho vai educar melhor?. Conhecemos que grandes homens de ciencia e ilustres homens se formaram e nesse tempo ninguem falava tonterias como o autor do articulo. Acredito não deve ter filhos e e desses caras que so se basam em livros e revistas "cientificas", mais a realidade é outra. Vejam como a ciencia destroe o planeta, produto desses caras psicologos de biblioteca. Estuda como dar de comer a muita criança que morre, muita criança na rua, muita mulher abandonada. Que triste!!!

Cristiano enviou em 30/07/2010 as 20:42:

Esta de parabéns pelo comentário,

naty enviou em 31/07/2010 as 11:20:

sou filha de um pai bem nervoso ele mi bate mas ñ se educa batendo

Carlos Marques enviou em 31/07/2010 as 20:01:

Respeito as opiniões contrárias. No entanto, estou convencido que dar uma palmada num filho não é agressão. Tenho três filhos, bem encaminhados na vida, ajustados consigo, na famíla e no meio social. Todos tomaram palmadas e, hoje, quando comentam o que lembram, dão razão à minha mulher e a mim.

Jonas enviou em 01/08/2010 as 09:09:

Sinceramnte, essa conversa de psicólogos de jornaleiro é lamentável. Sou totalmente contra a agressão, a brutalidade, enfim... agora, querer privatizar a educação no lar é demais. Esses jovens que queimam mendigos, drogados, que xingam seus pais, fazem e acontecem, se tivessem tomado umas palmadas quando criança, garanto que seria diferente. Tomei palmadas de minha mãe, porém sempre me senti amado por ela. Isso tudo é uma hipocrisia danada. Tenho seis filhos criados, honestos, integros e muito carinhosos, não lembro quando foi a última vez que dei palmadas neles. Mas que levaram, levaram. Palmadas pontuais, educativas. Sei que tem um monte de gente que vai esperniar, com meu comentário, mas volto a dizer ISSO É HIPOCRISIA!!!!!

Radamés enviou em 02/08/2010 as 11:14:

Um tema muito difícil, em nossa Cultura bastante desigual e com centenas de anos de escravidão, onde a tortura vicejou por muito tempo e portanto está no inconsciente coletivo nacional, ou seja, tanto nos agressores quanto nos agredidos. Há coerência em legislar tão meticulosamente sobre esse tema se, por exemplo, o tráfico de drogas nem de longe é coibido? Pode ser comparada a visão que pais esclarecidos tem do assunto com a que pais que passem fome tenham do mesmo assunto? E se o próprio Presidente faz comentário racista no Sul, dizendo que lá até a mulher pobre é bonita e que nordestina é feia, enquanto sabe-se que o racismo e o atentado contra o estado democrático são crimes imprescritíveis e inafiançáveis? Não há temas muito mais diretos a serem tratados pela legislação e pela aplicação da legislação do que tema tão meticuloso e difícil?

Gabriela Mariano enviou em 02/08/2010 as 14:20:

EXCELENTE!!! Sem falar na agressão evrbal, que é outra violência sem tamanho!

Gianone Carlos Custodio enviou em 02/08/2010 as 17:40:

Não como seria a situação em caso inverso. Será que os argentinos seriam mais educados.? Um gringo, argentino querer cantar num boteco brasileiro, onde o teor alcoolico é a tônica da falta de raciocionio é complicado. Talvez na Lapa esse cristão se desse melhor ou, pelo menos tivesse menos chance de ser "enxotado" porta afora. Como um cão sarneto. Brasileiro é tão bonzinho!

Gianone Carlos Custodio enviou em 02/08/2010 as 17:42:

Não como seria a situação em caso inverso. Será que os argentinos seriam mais educados.? Um gringo, argentino querer cantar num boteco brasileiro, onde o teor alcoolico é a tônica da falta de raciocionio é complicado. Talvez na Lapa esse cristão se desse melhor ou, pelo menos tivesse menos chance de ser "enxotado" porta afora. Como um cão sarneto. Brasileiro é tão bonzinho!

vico enviou em 02/08/2010 as 20:09:

Fui criado na base da porrada e não recomendo para ninguém nenhum tipo de agressão. Reconheço que quem me criou não tinha recursos para agir com diálogo, mas hoje os tempos são outros e todo mundo sabe que ninguém pode bater em ninguém, mesmo que seja seu filho. Crime deve ser punido com a lei. E quem não aprender de outro jeito, que seja da pior forma.

Z3R0 enviou em 03/08/2010 as 19:38:

O pessoal anda esquecendo que Deus deu a vida para cada um cuidar da sua. Em relação ao ignorante, ai de cima que citou o aborto: "Quando é com os outros, é crime. Mas se acontecer com os seus?" Já basta a menina ter que conviver com isso o resto da vida, e a sociedade ainda teima em castiga-la, verbalmente, ainda mais?

Fagundes enviou em 13/08/2010 as 22:26:

Seria isso realmente necessário? Todos os dias somos rodeados de crianças e adolescentes que vivem pelas ruas com chocarrices, pessoas que não querem nada com a vida. Será que os pais lhe deram uma boa educação? A criança ao nascer herda dos seus progenitores traços e semelhanças, principalmente a natureza humana; seu jeito de ser. A natureza de uma pessoa não pode mudar, mas o caráter sim. A maneira como os filhos são criados influencia muito em seu futuro. Ao criarmos nossos filhos com certo rigor e castigando-os quando necessário mostra a eles que na vida, quando nos deparamos com algo de errado que fizemos somos punidos. O castigo e as palmadas; não agressões; quando necessário ensina o caminho certo a ser seguido. Então criar uma lei que proíbe qualquer tipo de castigo físico em crianças é um pouco absurda. O objetivo de uma palmada é chamar a atenção e mostrar que aquilo é realmente errado, e não machucar. Amamos nossos filhos de todo coração e não queremos que nada de mal os aconteça; quanto mais machucá-los.

Celia enviou em 21/04/2011 as 18:34:

Cada caso é um caso especial. Meu irmão jamis bateu em seus filhos. No entanto, sua filha mais velha, de 14 anos, sai de casa, não dá satisfação aos pais, se embriga ....Na semana passada meu irmão teve de ir buscá-la na porta do prédio onde ocorreu uma festinha e sua amelhor "amiguinha" disse que não iria levá-la no carro do pai que estava vindo buscá-la pois minha sobrinha estava bêbada....Na verdade, a guria estava já em com alcoólico....Meu irmão e minha cunhada não batem nos filhos e ela não obedece, faz o que bem quer e, ainda, disse a minha cunhada: - "SE VOCÊ PENSAR UM DIA EM BATER EM MIM VOU À POLÍCIA E VOCÊ VAI SER PRESA"! E AGORA, QUE FAZER?


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