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Comentários


Comentários

Monica Tresa enviou em 15/07/2010 as 17:23:

Oi Marcelo,eu olhei p/ as figuras,e quer saber? me trouxe belas recordações! e até hoje eu tenho o hábito de deitar em frente da tv,para assistir desenhos animados,pelo menos nêsses momentos,eu fico com a sensação de que ainda sou uma "criança" rs abs.

Alfredo Guzella Ramos enviou em 15/07/2010 as 18:15:

Marcelo - Lamentável o que está para acontecer com o Jornal do Brasil. Barbosa Sobrinho, Villas Boas Correa, e tantos outros. Sou leitor do Jornal desde quando me formei em Adminstração em 1974. Aqui nas Minas Gerais não temos jornal com nome de biscoito, mas são extremamente sofríveis. ABS. Alfredo Guzella Ramos - BH-

Antonio Carlos Souza enviou em 15/07/2010 as 20:59:

Marcelo, em 1966, com catorze anos, já possuia consciência adolescente, seja o que isso represente, do OVO da Serpente colocado em nosso país e 12 anos depois, senti no corpo e alma o que de pior,a Redentora geru prá todos os que cometiam o pecado da reflexão crítica. Voltando a 1966, confesso que mesmo com essa conciência adolescente, curia quase todos desenhos citados por você. De fato , a agressividade que havia em alguns deles, era de mentirinha. Ninguém matava, ninguém morria. Tais deenhos e não os atuais possibiitava a crinças e adolecentes vivenciar e satisfazer sua agressividade inconsciente. Lá fora a coisa era prá valer, com muitos de nós sendo dizimados , sem reviver como nesses belos desenhos. Impressionante como vários de seus textos levam-me a associações livres, dignas de sessões de Psicanálise. grande barato. Retomando a mais uma morte anunciada de nosso Jb, reitero minha descrença e desejo verdadeiro que não passe de mais uma fantasia gerada pela pulsão de morte dos invejosos desse amado jornal. Até porque, de modo idêntico a outro leitor de seu Blog, caso isso ocorresse, eu teria que aprender a ler outro jornal, excluído desde logo,aquele com nome de biscoito. Abraço e paz.

Jorge Domingos enviou em 15/07/2010 as 21:03:

vc esqueceu do Ritim, patrulheiro Rodoviário, tio patinha mickey, fora Jeronimo Herói do Sertão, no rádios, voltado para crianças, tinha uma apresentadora de crianças que não usava maior muito cavado, era bem melhor, Salvamento internacional, era uma delicia, uma vez passou micky com a sinfonia 8 Betwolve, os personagem direitinho no compasso da orquestra. Saudade.Éramos crianças, brincava de pique, amare linha etc.Se era período de chumbo mais nos as crianças não atingia só os quinsuberios.

Fuller Argent enviou em 15/07/2010 as 22:03:

Os personagens de Hanna & Barbera, que tiveram seu auge na década de 60, se confundiam com os já anteriormente lançados pelos estúdios da Disney Comics e os da WB (Looney Tunes - That's all, folks!) Predominavam os animais humanizados, assexuados e com muitos amiguinhos e fiéis escudeiros, nos quais os críticos mais mordazes acusavam uma tentativa de viadizar os pequenos leitores. Depois se percebeu as diferenças. Disney era tudo isso e ainda pior, pois incluía um culto desenfreado ao dinheiro e à polícia. Não é à toa que os grandes heróis da Disney são o Mickey, que é cana e vive de caso com o caguete Pateta, e o Tio Patinhas, um banqueiro avarento. No original ele é o Uncle Scrooge, cujas iniciais (US) são as mesmas de United States. Aliás, para quem não sabe, o cifrão ($) é uma superposição de um U sobre um S, cortando-se depois a curva do U. O cifrão é o símbolo do dollar, e estendeu-se aos outros países de colonização inglesa que usam moedas com o nome dollar. Fora estes, nenhum país de respeito utiliza o cifrão na abreviatura de suas moedas. Já o Brasil vai de cifrão desde o tempo dos mil-réis. Não sei se isso deve ser visto como um ato de subserviência ou de apropriação indébita: talvez ambos. Mas voltando aos personagens infantis, Hanna-Barbera não se limitaram aos bichinhos eunucos com que Disney Comics e Looney Tunes buscavam despertar vocações gays na mais tenra idade (e quantas almas não arrebanharam!). H&B também criaram vários, entre eles o Yogi Bear, no Brasil Zé Colméia (no desenho dublado em paulistês virava Zé "Colmêia" - e quem aí sabe o nome original do Catatau?), mas ficaram famosos mesmo foi com famílias humanas bem comportadas que transferiam o "american dream" do início dos anos 60 para o passado - os Flintstones - e para o futuro - os Jetsons. Estes eram meio chatos em seu universo ascético do ano 2061, mas a turma de Fred Flintstone era impagável. A decadência do estúdio veio na década de 70, quando empurraram para tvs de todo o mundo, inclusive a Globo, pacotes anuais de desenhos animados chamados de "HB 73", "HB 74", "HB 75" e não sei até que ano foi. Aí a inspiração já estava a zero e multiplicavam-se personagens insípidos tais quais a Lula Lelé, Hong Kong Fu, Ho Ho Límpicos e outros visivelmente saídos de cérebros cansados.

Roberto enviou em 15/07/2010 as 23:26:

Bye Bye JB impresso. Fiquei sabendo que a Igreja Universal do Reino de Deus andou cotada para adquirir o JB, mas como o Tanure não conseguiu comprovar que o JB tinha 100 mil leitores o negocio não vingou. JÁ PENSOU MARCELÃO, O BISPO MACEDO COMO SEU PATRÃO? Não ia ser demais?

Luis Alberto Gomes da Silva ( Maranha ) enviou em 16/07/2010 as 00:27:

Para matar a saudade, eu recomendo: www.seriesedesenhos.com

uatu enviou em 16/07/2010 as 07:25:

"...pra ver a banda pasar, cantando coisas de amor..."

Guaracy Pinto enviou em 16/07/2010 as 08:50:

Caro Marcelo Acompanho sua coluna sempre, estou em Lisboa e é uma forma de presente aí na Cidade Maravilhosa. Ao ler a notícia de que o JB iria acabar com sua edição no papel, sentí-me órfão, lia o JB desde que me entendo por gente e olha que isso é muito tempo, aliás do tempo desses desenhos animados tão bem mencionados no texto. Um abraço Guaracy Pinto

Moacyr Rosa enviou em 16/07/2010 as 11:27:

Sem falar em Bibo pai e Bobi filho, Lippi e Hardy Hahar, Pepe Legal e Babalu, e o melhor de todos: Shazan, Sherife e a camicleta, sensacionais. Cara, devo admitir que virei seu fã. Não consigo mais navegar na internet sem antes ler o seu blog. Acho que a única coisa que te estraga é o seu petismo ferrenho. Acho que nem tudo que o PT faz é bom e nem tudo o que o PSDB fez foi tão ruim. Existe sempre um meio-termo. Até mesmo os generais fizeram coisas interessantes. Mas aí a coisa já é polêmica demais. Um grande abraço.

jorge ferreira de oliveira enviou em 16/07/2010 as 13:27:

A saída, para a sobrevivência do Jornal do Brasil não seria transformá-lo num Sociedade anônima ? <> Sendo isto possível, a venda de ações ao portador pagaria as dívidas, não ? <><><> De repente, até surgiriam novos assinantes, sendo que os atuais poderiam ser os primeiros acionistas ... <> Agora, imagino eu, que para essa mudança, talvez o primeiro requisito seria sair do vermelho, saldando de ante-mão todas as dívidas, o que só poderia acontecer com um empréstimo bancário ou um investimento de de algum futuro sócio. <> Qual seria a cotação de uma ação do JB ao portador, sim o preço em $, se isso fosse possível hoje ? <> Recentemente, a idéia de uma S/A , campeou os clubes de futebol e muito se discutiu na transformação em Empresas Clubes com capital acionário, <> isto, diante dos endividamentos principalmente com o próprio govêrno Brasileiro. <> Se tivesse acontecido isso, os jogadores atletas do futebol teriam que assinar o ponto ou batr cartão diáriamente. <> Depois aconteceu o tal REFIS, ou o parcelamento das divídas com a União, e lá vão eles, os clubes tocando em frente ... <> doliferjorge@gmail.com - jfo/Contagem das Abóboras MG <> e.t. : antes que um exemplar impresso do jornal do Brasil, o querido JB se transforme em objeto de filatelia, e olha que será muitos filatelistas que irão correndo às bancas para garantir um caderno para a saudosa lembrança. <> os chargistas já devem estar pensando no seu "bloco caricato" para ilustrar o f . . . . . . . , ou "dhi-endi" ...

paulo ferreira enviou em 16/07/2010 as 15:51:

Caro Marcelo, Talvez uma saída para o JB fosse a criação de uma Fundação, que não visaria lucros e teria a função educacional e cultural.O JB já não pertence a família nascimento brito, muito menos ao sr. tanure:o JB é um patrimônio do Rio e do Brasil. Olha, não adianta filosofia neste momento. Criatividade e arregaçar as mangas são as atitudes que devem ser tomadas. O ideal de jornalismo sério e imparcial que sempre caracterizou o JB está vivo. Ainda torço e acredito que o Pedro Grossi irá encontrar uma saída mais digna para o JB. Aviso aos jornalistas do JB:não contem com aquele pessoal de sindicato nem com aquele pessoal pega-janta de academia.Na época em que o Império Bloch acabou esse sindicato não tomou nenhuma providencia e vimos muito bem o que aconteceu. Ja postei aqui no seu espaço que não sou fã nem um pouco do sapo barbudo(conhecido vulgo presidente lula), mas penso que deveria ser feita uma comissão com vários jornalistas para ir em Brasília e buscar uma saída para o JB. O governo do PT não gosta da informação democratizada-então, o sr. lula deveria se comprometer a garantir uma assinatura do JB para cada escola pública do brasil. Tenho certeza que com esta atitude o futuro do jb, e de nossas crianças estará garantido. Na certeza de dias melhores para o nosso querido Jb, desde já , agradeço. Paulo Ferreira-JUIZ DE FORA-MG

jorge ferreira de oliveira enviou em 16/07/2010 as 22:55:

Marcelo, <> neste tema dos desenhos animados você trouxe à baila “requer dos” de uma geração, nessa gama de entretenimentos dos quadrinhos, isto é as revistinhas infantis e infanto-juvenil. <> eu também teria muitos personagens destas revistas a comentar, mas se você me permite, eis aqui uma comparação que se aplica até outras gerações, e porquê não a dos nossos dias. <> de empréstimo ao irmão Samuel F. M. Costa , veja só : Pokémon é um pseudo-cristianismo ou um cristianismo às avessas. Um “avatar-criança” morrendo e ressuscitando para reconciliar humanos e pokémons. A) A Série Pokémon - O herói desse desenho animado é o adolescente treinador de Pokémon chamado Ash Ketchum. Jovem esperto e destemido, que não teme arriscar constantemente sua própria vida pelo bem dos pokémons e da humanidade. O objetivo de vida de Ash é tornar-se um mestre de Pokémon (o mais elevado nível de iniciação). Não é necessário descrever que em muitas seitas e movimentos paraeclesiásticos o adepto tem de passar por vários níveis de iniciação antes de tornar-se um mestre. - No final de Pokémon: O Filme, Ash tenta reconciliar os pokémons que estão brigando entre si, sendo fatalmente vitimado no meio da batalha entre o Pokémon do bem (Mew) e o Pokémon do mal (Mewtwo). Ao contemplar o corpo de Ash estendido no centro do estádio, os pokémons começam a chorar. Suas lágrimas se agrupam como fachos de energia psíquica direcionada para Ash, até que o mesmo volta a viver – ressuscita! As lágrimas energizadas com o amor dos pokémons ressuscitam o morto. Na seqüência vem uma frase marcante proferida pelo mau Mewtwo: “O humano se sacrificou para salvar o Pokémon!”Como cristãos, sabemos que Deus se sacrificou para salvar o humano. Pokémon é um pseudo-cristianismo ou um cristianismo às avessas. Um “avatar-criança” morrendo e ressuscitando para reconciliar humanos e pokémons.Na imaginação das crianças, Ash substitui Jesus de Nazaré. É muito pra mim! Mas, ainda não é tudo. Na película cinematográfica Pokémons: O Filme 2000, encontramos as forças da natureza representadas por três místicos pokémons, a saber: Articulo (responsável pelo gelo), Zapdos (responsável pela eletricidade) e Moltres (responsável pelo fogo). Estas três forças estão em desarmonia e a vida do planeta Terra está por um triz. Ash é levado a um templo místico (muito parecido com o Stonehenge britânico onde os druidas realizavam suas cerimônias místicas durante o solstício de verão) e lá, conhece um místico que o conscientiza de que ele é o “escolhido” para salvar o planeta – só Ash pode reverter o quadro caótico e harmonizar a Terra. No final do filme, Ash consegue o seu objetivo, sendo declarado “o salvador do mundo. Ash, o “escolhido” e “o salvador”! Mais uma vez, nas mentes frágeis das crianças, Ash toma o lugar de Jesus Cristo. Pra mim, chega! <> Ah! Deliciosos Substitutos de Jesus Cristo... (WWW.chamada.com.br ) - continua.. <> doliferjorge@gmail.com. - Contagem das Abóbras MG

jorge ferreira de oliveira enviou em 16/07/2010 as 23:01:

a segunda parte comentário de Samuel F. M. Costa <> : B) A Trilogia Matrix No artigo “Matrix e Sua Filosofia Pós-Moderna”, mencionei: Matrix também tem uma forte analogia com o cristianismo. Existe uma trindade benigna no filme, composta por Trinity (“Trindade”, em inglês), Morfeu (“deus dos sonhos” na mitologia grega) e Neo (do grego “novo”). No filme, Morfeu faz o papel de João Batista, ao preparar o caminho para o “escolhido”, e o de Deus Pai, ao assumir a figura paterna de todos que já foram libertos da ilusão). Neo é o “escolhido” e um substituto para Jesus Cristo. Na primeira aparição de Neo ficamos logo sabendo qual será a sua função na trilogia. Choi, um cliente de Neo, chega ao quarto de Neo com alguns amigos para pagar e receber uma encomenda. Choi agradece a Neo de uma maneira que passa a ser quase uma profecia sobre o futuro de Neo: “Aleluia. Você é meu Salvador, cara. O meu Jesus Cristo pessoal”. No primeiro filme da série há mais de dez referências a Neo como o “eleito” ou o “escolhido”. No primeiro episódio, Neo morreu, ressuscitou e ascendeu aos céus (isso faz você se lembrar de quem?). Em Matrix Reloaded, o segundo episódio da série, há uma cena rápida de mais ou menos vinte segundos, quando Neo sai de um elevador na “Cidade de Zion” (“Sião”, em inglês) e é abordado por muitas pessoas de várias faixas etárias, muitas com trajes orientais e trazendo oferendas nas mãos. Trinity diz para Neo: “Eles precisam de você”. Duas mães se aproximam de Neo fazendo alguns pedidos especiais sobre seus filhos. Neo é querido, respeitável e um solucionador de problemas. Neo move-se com uma rapidez incrível (mais rápido do que o Super-Homem ou do que qualquer projétil de arma de fogo), salva pessoas prestes a serem mortas, tem uma força incomum, tem capacidade para mover objetos sem tocá-los e, a exemplo de Jesus Cristo, também ressuscitou uma pessoa querida. Pronto: “Neo é o nosso melhor amigo e o nosso salvador”, é uma das mensagens sutis que a trilogia passa nas suas entrelinhas. Ao término de Matrix Revolutions, o último episódio da série, Neo salva o planeta Terra de ser destruído, sacrificando a sua própria vida. Neo morre deitado com os braços abertos como se estivesse sendo crucificado e ouve-se uma voz vinda de uma máquina: “It's done” (“acabou”, ou imitando melhor as últimas palavras de Jesus Cristo na cruz, a tradução seria “está consumado”). Para maiores informações sobre essa trilogia, consulte também o artigo “Matrix: A Realidade é Real?”. <> doliferjorge@gmail.com - jfo/Contagem das Abóboras MG

jorge ferreira de oliveira enviou em 16/07/2010 as 23:07:

terceira parte <> : C) À Espera de Um Milagre Essa história passa-se em uma ala de celas na Penitenciária Cold Mountain onde encontram-se os criminosos sentenciados à pena de morte na cadeira elétrica. Lá está um gentil e gigante prisioneiro com poderes sobrenaturais chamado John Coffey (as mesmas iniciais de Jesus Cristo). Coffey é uma pessoa legal e transmite um senso de amor e humanidade aos seus colegas de cela e aos seus guardas. A exemplo de Jesus Cristo, Coffey foi condenado à morte por um crime que não cometeu: o assassinato de duas pequenas meninas na década de 1930. Ele realizou milagres espetaculares: ressuscitou um camundongo chamado Mr. Jingles (posteriormente, ficamos sabendo que esse rato passou a viver eternamente), curou um dos seus guardas de uma infecção urinária (provavelmente uma hipertrofia prostática) e, finalmente, a esposa de um outro carcereiro de um tumor cerebral. Durante todas essas curas, Coffey tragou a doença dos outros para si mesmo e, na seqüência, cospe a enfermidade para fora de si em forma de um enxame de moscas. Curioso, um dos nomes de Satanás é Belzebu, que quer dizer “Senhor das Moscas”. Então, quando esse substituto de Jesus Cristo lança para fora de si as moscas, está simbolizando a expulsão do poder maléfico de Satanás. Ao término do filme, Coffey é morto na cadeira elétrica, que durante a sua execução é totalmente incendiada e nunca mais será usada. Do ponto de vista espiritual, Coffey é levado como uma ovelha inocente para o matadouro e conseguiu destruir a morte (a cadeira elétrica) com a sua própria morte. Isso é que é tentar substituir Jesus Cristo! <> doliferjorge@gmail.com - jfo/Contagem das Abóboras MG

Aline Cleo enviou em 17/07/2010 as 00:39:

Queridos amigos do JB, não se entreguem! Gostaria que esse texto os tomasse, bem como me tomou: "JORNAL DO BRASIL Morte sem epitáfio Por Alberto Dines em 16/7/2010 Os sinos não dobram quando fecha um jornal, mas dobram pelo jornalismo. Nenhum jornal é uma ilha – menos um jornal, menor a imprensa. Menos um diário, menor o continente, o mundo, a humanidade. Pífia, lamentável, a repercussão do anúncio do fim do Jornal do Brasil impresso. Ninguém vestiu luto – só os jornalistas – porque há muito aboliu-se o luto. O luto e a luta. Sobreviventes não lamentaram, dão-se bem no jornalismo morno, sem disputa. Juntaram-se para revogar a concorrência e enterraram a porção vital do seu ofício. Esqueceram a animada dissonância, preferiram a consonância melancólica. Qualidade e poder O derradeiro confronto jornalístico no Rio talvez tenha se travado no início dos anos 70 (ou fim dos 60) quando Roberto Marinho decidiu que O Globo não poderia ficar confinado ao esquema de vespertino e passou a circular aos domingos. Em represália, Nascimento Brito decidiu que o JB invadiria a segunda-feira. Encontro de gigantes, disputa de qualidade. Mesmo com a ditadura e a censura como pano de fundo. Sem competição, o jornalismo perdeu o elã; desvirtuado, virou disputa pelo poder. Exatamente isso atraiu Nelson Tanure, o empresário que investe em informática, estaleiros e faz negócios pelo negócio. Não lhe disseram que empresário de jornal não precisa escrever editoriais, basta gostar do ramo e ser fiel a ele. Simbólico: o fim do JB impresso foi confirmado na edição de quarta-feira (14/7) sob a forma de anúncio, publicidade. Aquela Casa não acredita em texto. E o seu jornal morreu sem epitáfio." Fonte: www.observatoriodaimprensa.com.br

Migliaccio enviou em 17/07/2010 as 01:21:

Aguarde, Aline, domingo darei uma resposta às múmias.

incrédulo enviou em 17/07/2010 as 12:54:

Migláccio, muito bom comentário. Vc tocou numa coisa, que quem sabe, fêz a grande diferença entre nossa cultura e a cultura americana. E hoje em dia, quem sabe, pode ser a explicação do porque a América se constituiu num standart da consciência mundial. Além dos valores assimilados através da bíblia, os quadrinhos também tiveram importante papel na formação do carácter do povo americano. Já parou para pensar, porque toda evolução científica " ", procede da américa? Os quadrinhos desempenharam o grande papel de criar na mente do americano, o "mito americano". O mito do "grande heroi", que dá a vida por sua nação. O mito do "grande cientísta", que facilita a vida de todos. O mito do "grande humorista", que se constitui na alegria de todos. Enfim, os quadrinhos, soube mais do que ninguém, como infundir o espírito de heroísmo, patriotismo e nacionalismo no coração das crianças dos anos 50-60 e até 70. O super-homem, os justiceiros, o bat-man, o homem-aranha, o falcão-negro, o homem-elástico, a mulher-maravilha, os jet-sons, o capitão-américa, o thor, com seu martelo e enfim, todos eles, incutiram na mente da atual geração o mito de que a américa é a polícia do mundo. E os meninos do mundo inteiro, assimilaram as mensagens subliminares perfeitamente. "América is the number one!" Os quadrinhos contribuiram decisivamente para o conceito que hoje em dia temos acerca da américa. Creio que foi uma das muitas causas também, do surgimento no mundo inteiro, do famoso "sonho americano". Hoje, para muitos, transformado, infelizmente, no terrível "pesadelo americano". Todavia, os quadrinhos serviram para provar a força do "mito", na formação de um povo de uma nação. Quando eu ainda era criança, e ouvia dos professores que Duque de Caxias, não era nenhum herói, que o dia da nossa independência era uma farsa e que todos os nossos heróis eram falsos, me sentia muito mal. Quando começaram a desmestificar a Tiradentes e a desfazer da Inconfidência Mineira nas escolas, me sentia muito mal. Por outro lado eu via que foram ganhando destaque nos nossos livros, os individuos que traíram a confiança do povo e que se venderam aos vassalos. Hoje, eu entendo, de onde vem tanta gente sem nenhum pudor, sem nenhum espírito patriótico. Gente que se contenta de ver o país afundar no caos, prá não dizer outra coisa. Gente bruta, sem nenhuma noção do que seja respeitar a órdem pública, sem nenhum amor à sua terra. Sem nenhum respeito pelos que dormem no pó da terra. Gente que mete mêdo. Essa geração cresceu sem ter um mito, um herói, em quem se medir. Penso, que quando se destrói o mito no íntimo das pessoas, se destrói, também, as aspirações do indivíduo. Como endeusaram (mistificaram), o futebol no brasil, hoje todos os meninos e até meninas apiram um dia jogar futebol. Acreidito, que nenhum país, nenhum povo, nenhuma nação, sobrevive sem a sombra do "mito". Em minha humilde opinião, o mito tem o poder de nos fazer sonhar. E o sonho um dia pode virar realidade. Ao meu ver, os meninos vivem dos mitos. Dos heróis.

E.Barroso enviou em 17/07/2010 as 13:09:

Infelizmente, esses personagens de quadrinhos e desenho animado não transmitiam sempre a pureza e inocência da infância, por trás daquelas imagens infantís havia um bocado de sadismo e incitação à prática malévola. Não se percebia uma crítica ou mensagem de paz (e amor) nas historinhas, e digo isso sem ter feito parte dessa geração que tinha nessas figuras seus ídolos preferidos. Sempre preferí o bom cinema, filmes com personagens humanos e de carne e osso. Mesmo Tom e Jerry com suas intrigas não me atraíam. Acho desenho animado, se não tiver uma pitada de genialidade, um saco !!! (exceto os japoneses)

Fernando Lopes Wiedemann enviou em 17/07/2010 as 23:45:

Em 1966 eu já tinha 18 anos e não via mais desenhos animados. Passei a apreciá-los depois de velho. Desculpe-me por discordar, mas não não creio que os desenhos de Hanna-Barbera fossem melhores que os de Walt Disney ou de Lantz (Pica-pau). Pelo contrário. A diferença é que os de Disney foram feitos para o cinema: eram mais longos e melhor elaborados. Os de Hanna-Barbera foram feitos para a televisão: eram mais curtos, tempo entre um e outro comercial, e menos elaborados, já que os "artistas" se moviam e o cenário era fixo. Talvez a dublagem, mais ágil, fosse melhor (Orlando Drumond, impagável). Agora... Qual a relação entre os desenhos animados e os "anos de chumbo"? Não entendi...

Mauricio Estrela enviou em 18/07/2010 as 01:06:

Os filhos dos atuais fl*men*uistas tentarão em vão entender por quê seus pais torciam por time de bandido. Mas nenhum destes jovens cometerá o mesmo erro. "Teach your children well: the fathers' hell will slowly go by." (Crosby, Stills, Nash & Young)

Andréa enviou em 18/07/2010 as 10:52:

O melhor é não ter time nenhum... Uma tremenda bobagem onde esses caras estão cheio da grana. Pulam de galho em galho e vão só se enrriquecedo as "nossas" custas. Assim como o horrível Bruno é do Fla, poderia ser do Flu, do Vasco, do Botafogo....

Mauricio Estrela enviou em 18/07/2010 as 12:05:

Não, Andréa, Bruno não poderia ser do Botafogo, porque meu time não contrata esse tipo de indivíduo. Contratamos, isso sim, jogadores que tiveram problemas com drogas, aos quais temos orgulho de dar uma nova chance. Consumo de drogas, crime sem vítima, sacou? Agora, psicopatas, traficantes, sequestradores, assassinos, não envergam o manto da Estrela Solitária de jeito nenhum. Do Flu e do Vasco não se pode dizer a mesma coisa, pois o Edmundo andou por ambos, muito bem pago e com apalusos da torcida, e isso depois que ele já tinha matado aquelas pessoas todas. Mas eu acho que a casa desse tipo de criatura é mesmo a Gávea. Digo isso não só pelo Bruno, mas pelo conjunto da obra. Olha quem tem passado por lá. E vai continuar sendo assim, porque grande parte da torcida deles se identifica plenamente, se vê retratada em seus "indolos" de pés de barro.

Aline Cleo enviou em 18/07/2010 as 13:05:

Andréia, parabéns pelo comentário! Já não chega abrir o blog do "Clube dos 4" ou "Futeblog" e ler ofensas e absurdos de leitores que não tem o mínimo "semancol", aqui também no Rio acima é de arrasar! Por favor, que vá destilar suas abobrinhas fanáticas em outra freguesia! Em tudo é preciso bom senso. Sei que existe algo de bom em todo ser humano, vamos deixar fluir! Abs

Mauricio Estrela enviou em 20/07/2010 as 18:59:

"Sei que existe algo de bom em todo ser humano, vamos deixar fluir!" No caso desta leitora, "algo" é a mais completa intolerância e censura contra quem pensa diferente. Não vejo nada de "bom" nisso! Deve ser uma pessoa prepotente, ditatorial, cheia de proibições mentais, que por causa disso tem uma vida horrível, mas mesmo assim tenta impingir a todo mundo seu modo de pensar (ou NÃO pensar...).


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