Arquivo de September 2010

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Londres, 30 de setembro de 2010: que pena, a promoção acaba hoje!

O verão no hemisfério norte acabou há pouco mais de uma semana, mas em Londres ainda faz um pouco de calor (pelo menos em algumas horas do dia) e, aí, ainda se bebe Pimm's. null

A bebida é um destilado à base de gim, com sabor de frutas e ervas, e pode ser tomada pura, ou como um refrescante aperitivo, misturada com limonada (ou soda-limonada), menta, pepino, frutas e bastante gelo. Dizem que é o pepino que dá o toque especial …

Quando "a rapaziada" se reúne nos pubs, em tempo mais quente, o melhor negócio é comprar uma jarra de Pimm’s e dividir com os amigos. Embora o calor esteja se retirando, repito, ainda peguei promoções como esta: null

Já o Kenneth Light -- mestre não só de tudo que diz respeito à vinda da Família Real portuguêsa para o Brasil mas de "savoir vivre", em geral -- me conta que quando ele era rapaz, era moda o PUB-CRAWL.

Acontecia toda sexta, porque sábado, quando não tinha festa, muitos iam para a casa de seus pais no campo. Um grupo de amigos, 5 ou 6, se reunia no primeiro pub -- no caso dele O GRENADIERS -- e "derrubavam" uma rodada de bitter ale; depois, partiam para um segundo pub, até todos terem pago uma rodada (ou seja: lá pelo quinto, ou sexto pub). Neste 'CRAWL' , muitas vezes encontravam outros amigos, vindos de outro, CRAWLS e se juntavam.

Mas,voltando ao Pimm's. Como está no título, há também uma promoção típica para turistas: "Have a Pimm's Flight". Por £30.00 (£24.00 se comprado online) você dá sua voltinha na roda gigante null tomando um Pimm’s com limonada.

Pimm’s Flight – até 30 de setembro de 2010 -- hoooojeee! -- nos seguintes horários: 12:30, 13:30, 17:30, 18:30, 19:30 e 20:30.

Enjoy!



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Londres (2) - Londres... e os londrinos...

Ingles chique nao usa cinto null -- e sabem por que? Porque cal'ca mandada fazer se ajusta ao corpo, n~ao precisa de nada "segurando". Alem disso, o ingles-londrino em geral (vale o estereotipo) eh magro. (Ingles nao come: bebe!).

E quando eh caixa alta, manda fazer os seus ternos -- sob medida...null em Saville Road, que desde 1695 faz com excelencia ... calca, colete e paleto!

By the way, de um terno sob medida o que se espera é que ele se ajuste ao seu corpo, e não que seu corpo se ajuste a ele. Por isso, o terno sob medida torna discretas aquelas desproporções e assimetrias que um corpo normal tende a apresentar.

Bom, adiante. Como a Fran'ca cuidou das mulheres -- perfumes, soutiens, maquiage, rouges, batons, cosmeticos, etc -- e a Inglaterra cuidou dos homens: vinho do Porto, roupas, calcados, guarda-chuvas, charutos, uisque etc --ninguem pode falar em elegancia masculina sem mencionar Saville Road
null

Eh lah que se confecionam os mais bem talhados "bespokes" (a verdadeira traducao de sob medida) masculinos. Eh lah que se vestiam e se vestem,
reis, principes, lords, executivos de empresas britanicas e ateh o Janio Quadros (no auge).

Mas vamos lah: em inglês, “sob medida” se chama bespoke, porque o alfaiate combina com seu cliente todas as características que o terno deve ter.
Por exemplo: como na maioria dos casos os homens usam os "instrumentos" do lado esquerdo, a perna esquerda da calca deve ter um centimetro a mais para igualar com a direita, "descontado" o contrapeso...Idem para os cotovelos de quem escreve a mao (ainda existe?) e consequentemente a manga desse lado encurta...

Mas existe um outro tipo de serviço que, embora similar eh inferior e recebe em inglês um outro nome: "made to measure" (feito para medir, ou personalizado). O terno "feito para medir" é na verdade um terno de fabricação industrial, mas produzido a partir de algumas especificações feitas pelo cliente, incluindo suas medidas. Nesse caso, não há propriamente o envolvimento de um alfaiate, encarregado de desenhar um molde e de acompanhar todas as provas. Alias, nao ha provas.

Mas isso eh detalhe: segundo o anglofilo Ivan Lessa, a origem de “bespoke” está no ato de “speak”, ou falar,isto eh, escolher o tecido. Casemira, linho, cambraia, algodaoo -- what ever -- vira, em mãos mágicas, fraque, casaca, traje, terno e blazer.

Casaca

Fraque

Ah, sim, e nao esquecer o noh da gravata. null

O nó Windsor é o nó das grandes ocasiões. Como ele é volumoso, deve ser realizado de preferência em colarinhos afastados, como os colarinhos italianos ou os colarinhos Windsor.

Por vezes complexo a realizar, ele, para ser bem executado, necessita cair entre as duas partes do colarinho e esconder o último botão da camisa.

That`s it!











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Londres, 26 de setembro de 2010; ah! Londres (primeiro)

Cem anos mais mo'ca do que Paris, Londres foi fundada no ano 43 depois de Cristo, pelos romanos. Tanto que chamava-se Londinium e a já no século II tornou-se a capital da província Romana Britânica. A cidade, nessa época, era cercada por uma muralha onde hoje se localiza a City e a sua população andava à volta de 50.000 habitantes.

Mas pelo menos desde o fim do s'eculo XVIII o nome Londres se refere à metrópole que cresceu em torno desse núcleo que, hoje, abriga a sede de mais de 100 das 500 maiores empresas da Europa. É, também – e ainda -- det'em o t'itulo de um dos maiores centros financeiros do planeta.


Al'em da monarquia mais badalada do mundo!

Mas al'em das finan'cas, Londres exerceu forte influência na política, na etiqueta, na educação, no teatro, na literatura, na mídia, nas artes, na moda e nos modos de ser e de pensar de toda uma parte (a mais desenvolvida) do mundo ocidental durante todo o século dezenove e in'icio do vinte, quando Nova Yorque meio que roubou a cena, ditando o "american way os life".

No p'os-guera, atravessou um per'iodo de relativa decad^encia, com o Tamisa polu'ido e a mistura do fog com o somoking -- o smog -- tornando o ar pesado e a cidada suja; mas reagiu e ja no in'icio dos sessenta tornou-se um importante destino turístico – e/ou mercado de trabalho -- para visitantes e residentes nacionais, europeus e estrangeiros. Tanto que é uma espécie de segunda pátria dos indianos. E voltou a ser “in” para uma nao desprezivel quantidade de brasileiros, gregos e executivos de todas as partes do mundo. E milionarios ex'oticos (nao-ingleses),. null porque estes, quanto mais ricos mais low-profiles.

E o Tâmisa é atualmente o rio urbano mais despoluído de todo o continente.

E Londres talvez a cidade (das grandes) que cuida melhor do seu habitante/morador. Os metrôs, por exemplo, que datam de 1898, foram "repensados" na maioria das suasde suas linhas e alargaram as suas plataformas, colocram escadas rolantes na maioria das estações, as informações sao claras e o sistema de ônibus 'e aquele show de lógica. Os onibus (chope duplo) que andam por uma rua ... voltam por ela.


Talvez por isso algu'em j'a disse, com muito esp'irito, qu Londres s'o 'e Londres por causa dos londrinos (e Paris 'e um espet'aculo "malgrado" os parisienses!).

E a gastronomia? E os vinhos? Bom, aquela "boutade" do Eça de Queirós de que o inglês "é um gajo que se veste bem ... para comer mal" , já era. Londres é, hoje, um mapa gastronômico das melhores cozinhas do mundo. E em termos de vitrines, butiques de vinhos e...prêmios, (não sei não) começa a fazer "bonito" perto de Paris e Nova York.

A Berry & Bros, por exemplo, na James’s Street, metrô Green Park, fica aberta de 2ª-6ª, das 10h/18h. Lá, os mais antigos comerciantes de vinho da Grã-Bretanha fazem negócio (nesse mesmo lugar) desde 1698 e sua herança está refletida nos painéis e salas de degustação.

E... bomba, bomba! O espumante mais premiado em Paris, em 2009, em um "blind test" em que concorreram mais de cem "sparklings" foi ... ingles! O excepcional Nyetimber’s Classic Cuvée 2003. Que é um verdadeiro "champagne" do ponto de vista da sua elaboracão, ja que é produzido com as uvas Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier, pelo metodo tradicional da segunda fermentacão na garrafa, e a sua graduacão alccólica é idêntica a dos seus "pares" de Epernay e Reims: 12%. Custa na Fortnum & Mason, que é uma loja tão sofisticada que os sommeliers atendem de casaca, 33 libras, ou seja: cerca de R$90,00.

Um deles, que me apresentou o produto e contou essa historia, reagiu aos meus elogios `a vitoria Nyetimber com um discreto: "yes, not so bad..."

That is the "british humour" null



Cheers!










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Londres, 20 de setembro de 2010: e viva o restaurante digital!

O Embaixador de Portugal no Brasil, José Salgueiro -- um gourmet do mail alto calibre (até porque tem corpo de "forcado") e, no entanto, sabe tudo e + 10 de "onde se come e se bebe" do melhor, me deu a dica: INAMO, em Londres. Fui conferir!

E ... incrivel, mas eh verdade: em Londres, no SoHo, ha um restaurante japones-- INAMO -- inteiramente digitalizado!

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Fica no 134-136 Wardour Street - London W1F tel: 0207-851-7051 e-mail: reservations@inamo-restaurant.com

Voce escolhe a refeição apontando e tocando no tampo da mesa (interativas), nas quais são projetadas imagens dos pratos à sua disposição, a partir de um menu virtual. Menu de comida, dividido em "pequenas porcoes" ou "pratos principais" e sobremesas. E menu de bebidas. Por exemplo: aparece o desenho de uma garrafa de vinho, outra de cerveja, drinques, etc. Voce clica e abre-se o leque de opcoes, com o tipo de uva (no caso do vinho) a safra, a origem, fabricante, etc. E o preco.. Aih voce digita a sua opcao e aparece o "retrato" da garrafa, rotulo, cor, tamanho, e tal. Voce entao "confima" e surge um informe com o tempo que vai demorar para ser servido. Idem para qualquder prato.

Detalhe: voce pode mudar a "toalha" da mesa null a partir de uma infinidade de combinacao de cores e formas.

Uma vez feito o(s) pedidos, pode-se jogar vídeo games, descobrir os pontos turisticos interessantes do bairro e chamar taxi. Ou abrir o mapa do metro. Ou clicar em "cozinha" e ver os cozinheros, la dentro, preparando os seus pratos!

Poucos garcons, uns quatro para umas vinte mesas. E mais: a cada momento voce pode "checar" a sua conta para decidir se pede mais bebida/comida ou nao. Quanto, enfim, solicita a adicao final e informa qual vai ser a forma de pagamento, surge um atendente para cobrar e um aviso na tela da mesa: por que nao uma esticada ate o bar?

Outro detalhe: precos possibilissimos ... para Londres, eh claro!

Eh isso! Seculo 21 eh isso: o resto fica com clima de cinema mudo. Ou do ultimo beijo da Dama das Camelias, como diria o nosso Nelson Rodrigues.

Vao correndo: eh o maximo. E ainda aproveitem esse inicio de outono na velha Albion, em que as arvores e os parques parecem desenhados em tons de magenta, cobre, castor e verde musgo! null

Ah! sim, e acreditem: lua cheia.

Banzai!












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Rio, 15 de setembro de 2010: um bistrô na Gávea, mas poderia estar em Paris

Ou no Recife. Ou em São Paulo.

Essa poderia ser a definição do Vino Club – restaurante – bistrô ali no terceiro andar do Shopping da Gávea, no Rio, cujo telefone é (21) 25125842 e cujo e-mail: reserva@vinoclub.com.br
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Mas isso é apenas a carteira de identidade! O passaporte é outro. Trata-se de um canto extremamente charmoso, pensado palmo a palmo pelo Mauro Jaroslavsky – uma mistura de boêmio e... exigentíssimo “dono de casa”,
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de tal modo que a iluminação, o ar condicionado, a altura do teto, a separação das mesas (o casal ao lado pode acabar um casamento de 10 anos ou começar um relacionamento de nitroglicerina pura que você nem ouve), o ambiente (dividido em dois espaços de igual capacidade), as paredes -- em tons neutros, com algumas frases relacionadas a vinhos pintadas um pouco abaixo do teto, tudo enfim mas, sobretudo, o comer e o beber, fazem do Vino Club um recanto singular. Mas, também, foi planejado, arquitetado e, por fim, finalizado graças à competência do Mauro -- que vê tudo, sabe tudo que se passa no espaço-gourmet e não pensa pequeno: quer um restaurante à altura dos Geros, fasanos e Antiquarius da vida. Numa embalagem bistrô!

Bom, mas agora vamos “aos (bons) pratos e aos (excelentes) copos”. Ou taças, melhor dizendo. Porque o Mauro instalou um sistema de “cooler” de última geração,
null que mantém os vinhos abertos por até 24 dias. Exclusivo no Rio, o sistema permite que vinhos de alta categoria (e preço) sejam servidos em taças de 30ml, 60ml e 120ml. Os rótulos, 16 de cada vez entre brancos e tintos, variam; os preços das doses de 120ml vão de R$ 16 (nesta semana, o português Alentejo Ponto Com) a R$ 76 (que podem ser châteaus franceses ou italianos como o Barolo Pio Cesare).

Mas o detalhe é o seguinte: primeiro, não são os clássicos vinhos que a gente encontra “by the glass” por aí. Segundo: são (prepare-se) dezenas dos melhores rótulos, que mudam toda a semana (de colocação) na adega aérea. Sintam a seleção:
BRANCOS

. Bourgogne Blanc “Cuvée Gerard Potel”, 2006, Nicolas Potel
• Chablis “Vieilles Vignes”, 2008, Alain Geoffroy
• Chablis “Beauroy”, 1er Cru, 2006, Alain Geoffroy
• Pernand-Vergelesses, 2005, Nicolas Potel
• Puligny-Montrachet “Vieilles Vignes”, 2007, Nicolas Potel
• Puligny-Montrachet, 1er Cru, 2006, D. Bouzerau (Ch. De Citeaux)

Bordeaux
• Ch. Les Tuileries, 2008 (Entre-Deux-Mers)
• Ch. Reynon “Vieilles Vignes”, 2005, Denis Dubourdieu
• Ch. Bel Air Perponcher “Grande Cuvée”, 2006
• Clos Floridene, 2004, Denis Dubourdieu (Graves)

Loire
• Cheverny “Les Vieux Clos”, 2007/8, Domaine du Salvard
• Pouilly-Fumé “Mademoiselle de T”, 2008, Ch. De Tracy
• Sancerre “Les Belles Dames”, 2008, D. Gitton
• Pouilly-Fumé, 2006, Ch. De Tracy
• Sancerre “La Chaudoillonne”, 2004/6, Fournier

Alsace
• Riesling Resérve, 2006, Hunawhir
• Pinot Gris, 2008, D. Paul Blanck
• Riesling, 2006, D. Paul Blanck
• Gewurztraminer, Bollemberg, 2006, D. Zuslin
• Riesling Grand Cru “Schlossberg”, 2005, D. Paul Blanck

Rhône
• Condrieu “Chery”, 2007, André Perret

ALEMANHA
Rheingau
• Riesling Kabinett Trocken “Hocheimer Holle”, 2008, Franz Kunstler

ESPANHA
Rioja
• Luis Cañas, 2008

ITÁLIA
Piemonte
• L’Altro, Chardonnay, 2007, Pio Cesare

Alto Adige
• Pinot Bianco, 2006, Franz Haas

Friuli
• Collio, Sauvignon Blanc, 2007, Villa Russiz
• Collio, Pinot Grigio, 2007, Villa Russiz

Campania
• Greco di Tufo, 2007, Villa Raiano

PORTUGAL
Monção (Minho)
• Loureiro, Muros Antigos, 2008, Anselmo Mendes
• Alvarinho, Muros Antigos, 2008, Anselmo Mendes
• Alvarinho, Muros de Melgaço, 2007, Anselmo Mendes

Alentejo
• Paulo Laureano Reserve Branco, 2006, Paulo Laureano
• Pêra Manca, 2007, Fundação Eugênio Almeida

ARGENTINA
Mendoza
• Chardonnay Reserva, 2009, Luigi Bosca

Salta
• Colomé Estate Torrontes, 2008, Bodegas Colomé

CHILE
Casablanca
• Chardonnay, Expression Reserve, 2006, Villard
• Chardonnay, Tributo, 2006, Caliterra
• Sauvignon Blanc, Tributo, 2008, Caliterra
• Chardonnay, “Le Grand Vin”, 2005, Villard

Limarí
• Chardonnay Reserva, Legado, 2007, De Martino
• Chardonnay “Quebrada Seca”, 2008, De Martino

ÁFRICA DO SUL
• Sauvignon Blanc, 2009, Raka

NOVA ZELÂNDIA
Marlborough
• Sanctuary, Sauvignon Blanc, 2008, New Zealand Wine Company
• Grove Mill, Sauvignon Blanc, 2008, New Zealand Wine Company
• Grove Mill, Riesling, 2007, New Zealand Wine Company
• Chardonnay, 2008, Hunter’s
• Winemaker’s Selection, Sauvignon Blanc, 2004, Hunter’s
• Fallen Angel, Riesling, 2008, Stonyridge
• Fallen Angel, Sauvignon Blanc, 2007, Stonyridge

Central Otago
• Riesling, 2006, Rippon

Hawke´s Bay
• Chardonnay “Gimblett Gravels”, 2006, Trinity Hill

Waipara
• Sauvignon Blanc / Semillon, 2008, Pegasus Bay


TINTOS

FRANÇA
Bordeaux
• Ch. La Tour de By, 2005, Cru Bourgeois Médoc
• Ch. Croix-St. Thomas, 2005 St. Georges-St. Emilion
• Ch. De Villegeorge, 2003, Cru Bourg. Superieur Haut-Médoc
• Ch. Du Couvent, 2004 Pomerol
• Ch. Teyssier, 2006, Grand Cru St. Emilion
• Ch. Giscours, 2004, Grand Cru Margaux
• Ch. Leoville-Barton, 2004, Grand Cru St. Julien

Bourgogne
• H. Cotes de Nuits “Cuvée des Dames de Vergy”, 2005, D. Antonin Guyon
• Volnay “Vieilles Vignes”, 2006, Nicolas Potel
• Nuits-St. Georges “Au Bas de Combes”, 2006, D. Jacques Cacheux
• Aloxe-Corton “Les Fourniéres”, 1er Cru, 2005, D. Antonin Guyon
• Gevrey-Chambertin “Fonteny”, 1er Cru, 2002, D. Henri Rebourseau
• Vosnée-Romanée “Les Petits Monts”, 1er Cru, 2006, Nicolas Potel
• Corton “Clos du Roy”, Grand Cru, 2002, D. Antonin Guyon

Rhône
• Le Petit vin D’Avril, 2006, Clos des Papes
• Crozes-Hermitage “Les Fées Brunes”, 2006, J. Luc Colombo
• Chateuneuf du Pape, 2005, D. Font de Michellle
• Cote-Rotie, 2005, Patrick Jasmin

Languedoc-Roussillon
• “L’Optimée”, 2006, Ch. La Bastide, Corbiéres

Cahors
• “Cuvée Particuliére”, 2006, Ch. Lamartine

Madiran
• Ch. Montus, 2004, Alain Brumont

ITÁLIA
Piemonte
• Dolcetto D’Alba, 2006, Giuseppe Mascarello
• Barbera D’Alba, 2007, Pio Cesare
• Langhe Nebbiolo, 2006, Giuseppe Mascarello
• Barbaresco, 2004, Pio Cesare
• Barolo, 2005, Pio Cesare
• Barolo “Ca Mia”, 2001, Brovia (Azienda Agricola)
• Barolo “Ornato”, 2005, Pio Cesare

Toscana
• Chianti Ruffina, 2007, Fattoria Basciano
• Erta e China IGT, 2005, Fattoria Basciano
• I Pini Colli IGT, 2005, Fattoria Basciano
• Villa Donoratico Bolgheri, 2004, Tenuta Argentiera
• Chianti Clássico Riserva “Cellole”, 2005, S. Fabiano Calcinaia
• Cerviollo IGT, 2004, San Fabiano Calcinaia
• Brunello di Montalcino, 2004, Podere La Vigna
• Brunello di Montalcino Riserva, 2001, Caprili
• Argentiera Bolgheri Superiore, 2004, Tenuta Argentiera

Veneto
• Valpolicella, 2006, Tomasso Bussola
• Amarone I Castei “Campo Casalin”, 2004, Michele Castellani

Alto Adige
• Pinot Nero, 2005, Franz Haas

Friuli
• Collio, Merlot, 2006, Villa Russiz

Umbria
• Rupestro IGT, 2008, Cardeto
• Arciato, 2003, Cardeto
• Sagrantino di Montefalco DOCG, 2005, Tenuta Castelbuono

Campania
• Lachryma Christi del Vesuvio, 2008, De Falco
• Aglianico “Irpinia” IGT, 2003, Villa Raiano

Puglia
• Aglianico IGT, 2006, Paololeo

Sicilia
• Almanera IGT, 2005, Fatasciá
• Rosso del Presidente IGT, 2003, Fatasciá

PORTUGAL
Douro
• Terroso, 2006, Bago de Touriga
• Quinta das Caldas, 2007, Domingos Alves de Souza
• Caldas Reserva, 2005, Domingos Alves de Souza
• Casa Burmester Reserva, 2005, Burmester
• Gouvyas, 2005, Bago de Touriga
• Quinta do Vale da Raposa “Grande Escolha”, 2006, D. Alves de Souza
• Quinta do Vale da Raposa, Touriga Nacional, 2005, D. Alves de Souza
• Quinta da Gaivosa, 2005, D. Alves de Souza
• Gouvyas “Vinhas Velhas”, 2004, Bago de Touriga

Alentejo
• .COM, 2008, Tiago Cabaço
• Foral de Évora, 2006, Eugênio Almeida
• Cortes de Cima, 2007
• Paulo Laureano Reserve, 2006
• Mouchão, 2003
• Vale de Ancho Reserva, 2004
• Mouchão Tonel 3-4, 2003

Dão
• Cunha Martins Reserva, 2004
• Quinta do Cerrado Reserva, 2005

Bairrada
• Casa de Saima Colheita, 2006

EUA
Califórnia
• Seven Oaks Cabernet Sauvignon, 2006, J. Lohr

AUSTRÁLIA
• Killermans Run, Shiraz, 2006, Kilikanoon
• Convenant, Shiraz, 2005, Kilikanoon
• Oracle, Shiraz, 2005, Kilikanoon


NOVA ZELÂNDIA
Martinborough
• Pencarrow Pinot Noir, 2006, Palliser Estate

Central Otago
• Fallen Angel, Pinot Noir, 2007, Stonyridge
• Jeunesse, Pinot Noir, 2006, Rippon

Observação: pulei muitos, como os sul-americanos, os rosés em geral, etc. Mas você os encontra todos no site: www.vinoclub.com.br Ah! sim, bebi um Zinfandel ... italiano. Leve, aromático, vale a prova.


Agora o cardápio, todo ele preparado na casa: inclusive os pães, a manteiga e a sardela. Recomendo o pão de azeitona.

As entradas: são muitas, mas eu recomendo o carpaccio de polvo (hóstias finíssimas regadas com azeite especialíssimo), depois – por favor – figo, parma e grana padano.

Na sequência, peçam uma crostata de peixe, um toteloni recheado comgalinha d’angola e uma paleta de cordeiro assado durante três horas, servido na redução do vinho tinto com rizzoto de açafrão e agrião. Ou, de novo, consulte o site (www.vinoclub.com.br); ou melhor: vá lá e peça o cardápio: você vai ser tratado(a) como um duque/duquesa.

E para conseguir "respirar", depois, bem bom amigo(a), tome um sorvete de pistache, um café e reze uma ave-maria!

Vale, e como vale, a visita. Aberto para almoço e jantar: bon apéttit!


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Rio, 13 de setembro de 2010: um vinhaço da Úmbria

Recebi da minha amiga Sylvia, a incansável diretora da Wines & Roses, algumas excelentes garrafas de vinho. E, dentre elas, um Castello della Sala 2006, produzido pelo Antinori, na Úmbria, que é um ESPETÁCULO. null

Tanto que o prestigiado enólogo italiano Renzo Cotarella, CEO da Marchesi Antinori, vinícola com 625 anos de existência, é quem elabora este e outras brancos especialíssimos. Cotarella começou na Marchesi Antinori, em 1981, como vinicultor do Castello della Sala, mítica propriedade que se distingue pela produção de vinhos singulares, como o Cervaro della Sala -- este branco de que vos falo! Adquirido em 1940, o Castello della Sala está localizado na fronteira da Úmbria com a Toscana e tem quase 1.400 acres. Nele, Niccolo Antinori, pai do atual presidente, decidiu produzir vinhos brancos de grande personalidade, como este Cervaro della Sala, 2006.

Além do prestígio da vinícola -- a “Wine Advocate” de Robert Parker, uma das mais exigentes publicações sobre o tema, diz: "Os vinhos da Antinori estão entre os mais brilhantes italianos, graças ao caráter inovador, dinâmico e visionário dos dirigentes da companhia, que souberam preservar as tradições enológicas da Itália” -- a descrição desse nectar-âmbar só por si enche a boca. O Ed Motta diz que "dá pra cortar com faca!" e o Danio Braga, profissionalíssimo, assim o decodifica: “cor amarelo-ouro; aromas de frutas cítricas, florais, frutas maduras (abacaxi, pêssego); na boca, corpo médio, elegante, não muito amanteigado -- mas nervoso, amadeirado e pronto para beber; harmonizar com queijos e peixes.” null

Atenção: é imperdível como experiência gustativa de um vinho branco. Vocês têm que provar! Liguem para a Sylvia (21) 22930097.

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Rio, 9 de setembro de 2010: você acha que o saquê nasceu no Japão?

Pois está enganado(a). Ele veio da China, há 7.000 anos e só chegou ao Japão no século III da nossa era.

Mas, hoje, o saquê ou nihonshu é a mais tradicional bebida alcoólica japonesa. Basicamente é feita de grãos de arroz e água, porque a água é o item mais importante para a produção do saquê.

E tendo-se uma boa água, nasce um bom arroz que, depois, é polido como na fig. ao lado. null

Simples como um Hai-Kai! (um tipo de verso japonês, conciso e zen-budista, que mescla movimento e quietude -- "a tarde estava parada: um pássaro passou voando").

Mas, no início, os produtores não conheciam técnicas apuradas de fermentação e o saquê era feito com pouco álcool e água, em uma combinação que mais lembrava uma porção de mingau. Nessa época, "comia-se" o saquê dentro de uma tigela. Na verdade, tudo era o resultado de uma receita com pormenores um tanto repulsivos: mascava-se o arroz para fermentá lo com a saliva e depois cuspia-se em tachos para só então iniciar o preparo da bebida.

Graças aos sete deuses japoneses, no entanto, null o processo de mascar o arroz ficou obsoleto e foi substituído pelo koji-kin, um mofo com enzimas que convertia o almidón da arroz em açúcar e que também se usa para fazer amazake, miso, natto e molho de soja.

Aí o consumo do saquê cresceu geométricamente, até porque o saquê era uma importante oferenda nas atividades religiosas, assim como em festividades ligadas à agricultura, a casamentos e despedidas. null

Mas o saquê refinado só se tornou popular na segunda metade do século XVIII, Período Edo – que representa um capítulo da história do Japão e vai de 1603 a 1868. Esse período marca o governo do Xogunato Tokugawa (ou Edo) que foi oficialmente estabelecido em 1603 pelo primeiro Xogun Tokugawa Ieyasu e segundo os historiadores marca o início do período moderno do Japão.


E só no século XX, a tecnologia de preparação de saquê chegou ao produto que conhecemos hoje. Ou alguns deles, porque em 1904, o Instituto de Investigação de Fabricação de Saquê decidiu regulamentar o seu fabrico e classificá-lo da seguinte forma:

*Junmai: É preparado apenas com os quatro ingredientes originais: água pura, arroz, koji e levedura. O nome significa vinho puro de arroz
*Honjoso: É a variedade à qual é adicionada uma quantia de álcool destilado (até 25%), o que melhora o aroma e o sabor
*Ginjo: É feito com arroz cujo grão é polido. Pode levar álcool (honjoso ginjo) ou ser puro (junmai ginjo)
*Daiginjo: O grão de arroz utilizado nele sofre polimento de mais de 50%, resultando numa bebida mais leve, frutada e aromática, dos mais requintados saquês existentes. Pode ser honjoso ou junmai
*Futsu: São os mais básicos, que não seguem processos especiais de polimento; não são necessariamente ruins

Saquês tipo premium podem ser bebidos frios

*Nama: Fresco e com forte sabor de arroz, é o saquê cru, não pasteurizado. Deve ser mantido refrigerado para não estragar.
*Genshu: É aquele que alcançou um teor alcoólico de 20% (alto) já na fermentação e não foi diluído
*Koshu: É o saquê envelhecido por um a dez anos. O resultado é uma bebida mais adstringente e terrosa. O saquê taru, envelhecido em barris de cedro, ganha sabor de madeira
*Nigori: De aspecto leitoso, resultante da adição ou preservação de partículas de arroz ou koji por meio de filtragem rústica. De sabor pesado, é servido após as refeições

Atualmente, essas diversas regiões do Japão produzem o saquê, mas a região que tem a fama de fabricar o melhor de todos é o distrito de Fushimi, em Kyoto. Existem hoje cerca de 1.600 fabricantes de saquê no Japão. E em Tóquio há o museu do saquê. null

No Brasil, a bebida é produzida por empresas como a Sakura e a Azuma Kirin.

E a Rede Gourmet, empresa criada para otimizar as compras de sete restaurantes em Belo Horizonte, importou há três meses (junho 2010) uma caixa de saquê premium – com flocos de ouro dentro – e em agosto último teve que triplicar a compra! null

Banzai!

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Rio, sete de setembro: e viva D. Pedro, bom de garfo e de copo

Sete de setembro

Bom, meus caros blogleitores: desde o título, garfei este texto do meu amigo e mestre (gastronômico) J. Dias Lopes, no caso, postado para o Estadão de hoje.

O primeiro imperador do Brasil, d. Pedro I, foi descrito por vários historiadores que mais ou menos coincidem com o seguinte perfil: temperamento instável, que alternava acessos de extrema violência e profundo arrependimento, caráter aventureiro e possessivo, exacerbado romantismo, interesse compulsivo pelas mulheres, habilidade em montar e a inspiração musical que o fez compor o Hino da Independência e uma ouverture em mi bemol maior apresentada em Paris pelo italiano Gioacchino Rossini. Mas um gajo bem apessoado! null

E maçom, como todas as personalidades do seu tempo. E dos tempos depois! null

Mas nem sempre lembramos que D. Pedro também era bom de garfo e copo. Afortunadamente, não precisava cuidar da dieta, pois não herdou do pai glutão a propensão à obesidade. Grande admirador da França, apreciava a cozinha daquele país e tudo o que viesse de lá. "Seu ídolo era Napoleão, aquele mesmo (....) que humilhou os reis de Portugal e da Espanha, seus pais e avós de ambos os lados", espanta-se a escritora gastronômica Maria Antónia Goes no livro Brasil na Hora de Temperar (Colares Editora, Sintra, Portugal, 2008). Tanto que teve no Rio de Janeiro um cozinheiro francês. Chamava-se François Pascal Boyer. Nascido em Marselha, foi contratado pela imperatriz d. Maria Leopoldina, primeira mulher de d. Pedro I, senhora de bom gosto e elevada cultura, filha do imperador Francisco I da Áustria. O chef estrangeiro, nascido em Marselha, trabalhou para o casal de 31 de maio de 1825 a 26 de novembro de 1826, na Quinta da Boa Vista.


E, sempre que possível, o primeiro imperador do Brasil viajava com garrafas dos melhores vinhos tintos franceses, procedentes de Bordeaux. Isso aconteceu na ida à Bahia, em fevereiro de 1826, que demorou 25 dias. Acompanharam-no d. Maria Leopoldina, d. Maria da Glória, filha mais velha do casal e futura rainha de Portugal, e cerca de 200 pessoas, entre as quais Domitila de Castro Canto e Melo, sua "poderosa amante. A comitiva embarcou em esquadra formada pela nau Pedro I, fragatas Piranga, Paraguaçu e Aretusa. Só na embarcação do imperador, que transportava 82 passageiros, foram quatro caixas de vinho Château Margaux e seis de Château Larose.

Segundo Camara Cascudo, no entanto, a cachaça foi a bebida escolhida para brindar a Independência
do Brasil, em 7 de setembro de 1822, em vez do vinho português. D. Pedro I e intelectuais do movimento da
Independência brasileira fizeram questão em brindar com um copo da mais brasileira das bebidas. null

Aliás, como quem "herda não furta" o seu tataraneto, D. João, produzia em Paraty a excelente Maré Alta, que D. Joãozinho null
serve nos saraus da FLIPE e do festival da cachaçã, com grande sucesso.

De resto, e sendo hoje o dia em que se comemora o Grito do Ipiranga -- e com todo o respeito -- não é bom dar ouvido às más línguas, segundo as quais D. Pedro I teria bebido "um golinho" antes do "laços fora"...

Viva o Brasil, pá!



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Rio, 3 de setembro de 1010: a dieta Mediterrânea na ONU!

Queridos blogleitores: recebo do meu médico e amigo Flácio Cure -- um homem preocupado com "levar uma vida inteligente, logo saudável" -- essa preciosa informação: Segundo Tom Kington, do jornal inglês The Guardian, a "dieta mediterrânea" pode entrar na lista de patrimônio da ONU.

Para figurar na lista de patrimônios culturais intangíveis da UNESCO, no entanto, a alimentação à base dea mistura de frutas e legumes frescos, peixe grelhado, trigo e azeite de oliva, null muito apreciada na Itália, na Grécia e na Espanha, depende de votação final, em novembro, para figurar na lista menos conhecida de patrimônios culturais imateriais da UNESCO -- que cobre tradições orais, artes performáticas, práticas sociais, rituais e festivais.

As listas de patrimônios culturais materiais, que celebram locais que variam do lugar de nascimento de Buda à Torre de Londres, ruínas de castelos e templos gregos, cidades como a nossa Olinda pernambucana, etc, entre outros patrimônios mundiais merecedores de proteção, a Organização das Nações Unidas está decidida a
acrescentar uma salada de tomate e mozarela temperada com azeite de oliva virgem.

Um prato de massa regado com uma taça de vinho (ou duas) poderá se juntar à lista de 178 experiências culturais que inclui o tango, o canto polifônico dos pigmeus aka da
África Central e as rendas artesanais da Croácia. "Esse é um grande sucesso para nosso país, nossas tradições alimentares e nossa cultura", disse o ministro da
Agricultura italiano, Giancarlo Galan.

Rolando Manfredini, funcionário de segurança dos alimentos da organização lobista de fazendeiros italianos Coldiretti, afirmou: "É um pouco estranho colocar uma
dieta na lista e a primeira vez que eles fazem isso, mas fez todo sentido. Não se trata apenas de cultura; ela também nos permite viver mais e melhor." Segundo
organização, em razão da dieta mediterrânea, os homens italianos estavam vivendo 78,6 anos em média, e as mulheres, 84,1, acima da média européia. Ainda segundo a
Coldiretti, todos que aderem à dieta têm 13% menos probabilidade de sofrer as doenças de Parkinson e de Alzheimer e 9% menos de ter câncer.

Vantagens. Glenys Jones, da unidade de pesquisas em nutrição humana do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha, disse que quatro vantagens particulares deram à
dieta sua boa reputação. null

"Frutas frescas são uma maneira excelente de se obter minerais e vitaminas. O azeite de oliva é uma gordura monoinsaturada e um bom substituto para gorduras saturadas na culinária. A dieta é pobre em carnes vermelhas, mas usa peixes gordurosos que são uma fonte do ácido graxo essencial ômega-3. E o conteúdo de fibras também é bom; a pessoa se sente mais saciada e, com isso, mais capaz de controlar o apetite.”

Vou lançar a campanha de incluir o nosso queijo Minas na lista -- quem sabe um dia o Aécio vai para o Alvorada e eu... para Paris (sede da Unesco)!

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