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Gaza - Fósforo branco, crime de guerra

A imagem abaixo é a principal evidência forense de um crime de guerra perpetrado pelo exército de Israel na Faixa de Gaza. No flagrante distribuído pela Anistia Internacional às agências de notícias se vê o instante em que bombas de fósforo branco - armamento proibido por leis internacionais e cujo uso configura crime - atingem o pátio interno da escola mantida pela ONU em Jabalya. No local, 1.600 pessoas buscavam refúgio dos combates entre os soldados da IDF e os extremistas do Hamas. Era a terceira vez que a instituição virava alvo de bombas israelenses.


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As imagens, que havia visto em um filme tirado de um celular, são uma prova irrefutável. Certos estão os organismos internacionais e até o próprio enviado da Comissão de Refugiados da ONU, para os quais não é preciso muita investigação para se concluir que houve crime. Agora, com a comprovação, Israel tem o dever de entregar à Justiça os criminosos que ordenaram o ataque, autorizaram a utilização desse tipo de bomba e perpetraram o bombardeio. Há uma grande pressão nesse sentido, mas provavelmente pouco resultado trará.

No instante em que a foto foi tirada, duas crianças foram mortas. Seria um debate interessante e uma oportunidade de discutir os limites morais entre ideal e defesa - como reza o mantra de Barack Obama - se os pais dessas crianças entrassem com uma ação em uma corte internacional a esse respeito. Há alguns anos, na Bélgica, o general e então primeiro-ministro Ariel Sharon foi indiciado e processado pelo massacre de 300 palestinos por milícias cristãs nos campos de refugiados de Sabra e Chatila. Pelas leis locais esse tipo de procedimento era permitido, e esta foi a saída encontrada por entidades de defesa dos direitos humanos para expor o principal mentor da matança. Mas pressões diplomáticas levaram o governo belga a mudar lei. Todos sabíamos que seria virtualmente impossível ver Sharon no banco dos réus, mas o rito processual expôs os bastidores de sua atuação e delimitou a sua responsabilidade no caso. Por uma ironia do destino, o general tão odiado transformou-se num vegetal, vitimado por um derrame fulminante.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmour, afirmou à BBC que, até o momento, um inquérito interno não encontrou provas para apoiar acusações de que explosivos à base de fósforo branco foram usados contra civis durante a ofensiva israelense na Faixa de Gaza. A quem estaria tentando enganar? A Anistia Internacional confirmou e antes dela inúmeros especialistas militares - o que as fotos reforçam, ter detectado o uso da arma, o que é ilegal. O fósforo branco queima a pele, deixa feridas graves e sua inalação ou ingestão pode levar à morte. Usá-lo para incendiar alvos militares está sujeito a restrições do Protocolo sobre a proibição ou limitação do uso de armas incendiárias, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

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Comentários


Comentários

carolina enviou em 24/01/2009 as 04:17:

O conflito entre judeus e palestinos parece, infelizmente, interminável pois existe uma aberração que é o Estado de Israel que, desde sua criação, conta com o capital e o poderio bélico dos Estados Unidos. Em nome da indústria do Holocausto, os Estados Unidos apoiaram em 1946 a criação do Estado de Israel. Era o golpe político de Truman para defender seus interesses pessoais nas eleições seguintes, pois contaria com o apoio da comunidade judaica em seu país. A ONU decidiu a favor desta aberração em 1948, violando os direitos do povo palestino garantidos anteriormente pela Carta das Nações Unidas e por época da Primeira Guerra Mundial, quando fora reconhecida a independência da Palestina. Milhares de palestinos foram então expulsos de suas terras. Os judeus que fugiram da Europa (não só a Alemanha, é importante frisar) antissemita e foram para Israel, vêm desde os fins da década de 40 dizimando palestinos. É o novo Holocausto: antes vítimas de racismo, agora racistas. Se a intenção da Inglaterra na Declaração de Balfour e a dos Estados Unidos, país cuja elite é em boa parte judaica, era e é a de dar aos judeus um estado onde fossem livres, por que não criaram este estado em suas próprias terras?

carolina enviou em 24/01/2009 as 04:17:

O conflito entre judeus e palestinos parece, infelizmente, interminável pois existe uma aberração que é o Estado de Israel que, desde sua criação, conta com o capital e o poderio bélico dos Estados Unidos. Em nome da indústria do Holocausto, os Estados Unidos apoiaram em 1946 a criação do Estado de Israel. Era o golpe político de Truman para defender seus interesses pessoais nas eleições seguintes, pois contaria com o apoio da comunidade judaica em seu país. A ONU decidiu a favor desta aberração em 1948, violando os direitos do povo palestino garantidos anteriormente pela Carta das Nações Unidas e por época da Primeira Guerra Mundial, quando fora reconhecida a independência da Palestina. Milhares de palestinos foram então expulsos de suas terras. Os judeus que fugiram da Europa (não só a Alemanha, é importante frisar) antissemita e foram para Israel, vêm desde os fins da década de 40 dizimando palestinos. É o novo Holocausto: antes vítimas de racismo, agora racistas. Se a intenção da Inglaterra na Declaração de Balfour e a dos Estados Unidos, país cuja elite é em boa parte judaica, era e é a de dar aos judeus um estado onde fossem livres, por que não criaram este estado em suas próprias terras?

Sérgio enviou em 24/01/2009 as 13:13:

A constatação de crimes de guerra perpetradas pelo Estado de Israel,se define pelo uso ilícito de armamento proíbido em convenções internacionais:o que também configura o desejo de Israel em castigar o povo palestino,com armamento excluído até mesmo das guerras.O exército de Israel já tomara para si a sombra de criminoso de guerra quando determinou o ataque massivo a territórios de ampla população civil,como até mesmo escolas,abrigos de mantimentos e prédios internacionais de imprensa:sem contar a própria ONU.Sua tática de guerra foi clara:destruir para depois dominar.Puro embargo das vidas palestinas.Resta agora saber se teremos outro "julgamento de Nuremberg" e as responsabilidades sejam cada vez mais delegadas, sendo o Homem a menos importante.Pois até mesmo a mais poderosa nação do mundo,EUA,compactuou e apoiou as ações militares de seu "posto avançado no Oriente": Israel.Qual é a sua responsabilidade enquanto se dizem dotados de toda propriedade para ditarem os destinos do mundo?Pode EUA..? Não pode EUA..? Assim não dá né....O Obama está consciente disso,ao que parece;ele, como advogado de Harvard,sabe que os regimes de excessão são o que há de pior para a tão aclamada bandeira americana e mundial, necessariamente:a Liberdade.Fechou Guantánamo e aderiu à Convenção de Genebra:que se Israel for singnatária ou coisa assim,e se realmente for feito "justiça",pode esperar..Mas é o que sempre penso no caso do que eu chamaria -propriamente ou não- de processo penal internacional:quem seriam os criminosos de guerra,os soldados ou o Estado?"Quem é o Estado?"Quem ou que fará Israel "pagar" pelos seus crimes de guerra?Se a guerra já houve,só podemos esperar por sangue e lágrimas,talvez a justiça..

bocajtanreb enviou em 25/01/2009 as 19:29:

Carolina, de onde você tirou a afirmaçao em seu comentário: "violando os direitos do povo palestino garantidos anteriormente pela Carta das Nações Unidas e por época da Primeira Guerra Mundial, quando fora reconhecida a independência da Palestina. Milhares de palestinos foram então expulsos de suas terras." ?

Marcelo enviou em 26/01/2009 as 00:40:

O Sr. Jacob Bernat ou bocajtanreb(escreveu o nome ao contrario)não conhece historia, e não tem vergonha de apoiar este genocidio. O que me deixa mais aborrecido é ver judeus brasileiros apoiando este massacre.

bocajtanreb enviou em 26/01/2009 as 18:37:

O Marcelo está "mordido do porco" e vem descompensando como foi no artigo de 18/01: Gaza - Contra propaganda e anti-semitismo II, quando vestiu a carapuça e derramou fel pelos quatro cantos e foi aconselhado em comentários do mesmo artigo a se manter como jornalista. Só dentro deste quadro posso atinar o seu despropósito acima em relação a mim, em seguida a uma pergunta que fiz para a Carolina. Sai concluindo que não conheço história, que não tenho vergonha de apoiar este genocídio e que o deixa mais aborrecido é ver judeus brasileiros apoiando este massacre. Isto está mais parecendo cousa de Paul Joseph Goebbels. Aliás, ser de extrema, da esquerda como da direita, tanto faz, porque o mecanismo é o mesmo, e como disse Freud, os extremos se tocam, (o que muda é a cor), tantos deles já se passaram da E pra D e vice versa. Quanto ao meu nome, deixa de ser bidú, porque estou cansado de enviar e-mails pra você de enderêço eletrônico com meu nome direito, tocando, as vezes, do mesmo assunto que enviei para o seu blog com o nome invertido. Marcelo, por favor, deixe a Carolina responder por ela, a minha pergunta. COMENTARIO DO MODERADOR - Caro Jacob. Não fiz qualquer comentário a respeito de você usar um pseudônimo nos emails, talvez à pressão violenta que qualquer crítico aos atos do Estado de Israel na imprensa sofre - um patrulhamento intensivo e paranóico. Quanto ao seu pedido, compreendo que você não está acostumado a encarar críticas com abertura ou racionalidade, mas faz parte do meu espírito desafiar esse tipo de intolerância. O fato de você me "aconselhar" a continuar sendo jornalista - como se eu precisasse de mandato ou autorização para exercer minhas idéias - deixa claro a dificuldade em conviver com os opostos. Recebo os seus emails diariamente e leio todos, porque sempre dou crédito de que haverá informação útil de outro ângulo. Nunca acho: aliás, você mandou uma série de fotos em cima do velho chavão "o que a imprensa internacional não mostra". Observei atentamente cada uma das imagens e garanto a você: nós, jornalistas, vivemos do fato novo. Cenas repetidas diariamente não são matéria relevante, como se transformaram as imagens de confronto entre palestinos armados com pedras e soldados israelenses armados com fuzis. Há também uma clara tentativa nas legendas do material de distorcer algo que a realidade não tem como desmentir: as imagens de foguetes sendo lançados pelo Hamas de uma viela ao lado da escola da ONU - bombardeada por Israel três vezes - são mostradas como evidências que justificam um crime de guerra. Mas você omite o fato de que as mesmas imagens são de 2007 e foram veiculadas inicialmente nas tevês como se tivessem sido filmadas no dia do ataque. Nesse ponto concordo com você quando cita Goebbels: foi ele mesmo quem afirmou que uma mentira repetida mil vezes vira verdade. Quem sabe assim os militares israelenses consigam transformar as bombas de fósforo branco em simples fogos de artifício. Não deixe de escrever. Ao contrário do que você pensa ou declara, aqui nesse blog só bombardeamos quem nos ataca com opinião.

sam enviou em 27/01/2009 as 02:39:

jacozinho e ezequiel: o duplinha caipira de mau gosto. Seria comico se nao fosse sinistro. O pior e que voces jogam ping-pong sozinhos. Niguem aqui esta defendendo o Hamas - principalmente o Marcelo. Nos estamos criticando um estado racista, terrorista e que faria Goebbels e Hitler aplaudirem de pe o governo de Israel. Grandes alunos! So falta o bigodinho. Infelizmente os lideres palestinos cometeriam provavelmente as mesmas atrocidades se tivessem a chance. Como os lideres do "povo escolhido" estao fazendo. Perguntinha que voces nao precisam responder: voces realmente acreditam que sao uma raca superior - o povo escolhido - e que isso lhes da o direito divino de destruir quaisquer gentios que se ponham em seu caminho? O louco canalha de bigodinho tinha um discurso parecidissimo.

bocajtanreb enviou em 27/01/2009 as 07:49:

Marcelo,não se preocupe,você não me entregou como já expliquei acima, o ender.eletr.com o nome invertido pela yahoo me permite receber os e-mails de qualquer lugar. Não pertenço a nenhum órgão de segurança e não sou "dedo duro" para patrulhar. A minha intenção é só mostrar o que é desvirtuado pela media profissionalizada para isto e que não mostra o outro lado, morde com ódio e, de vez em quando, dá um soprinho de leve, tentando guardar as aparências. Não fui eu, que lhe aconselhou a continuar sendo jornalista, foi de outro comentarista. O e-mail (estou mandando para você de novo, no caso de você ter deletado) que eu enviei para você e a um grupo grande de pessoas, sobre "o que a imprensa internacional não mostra", solicitaria que publicasse o conteúdo do mesmo com as fotos e comentários aí em seu blog ou em seu jornal para que os comentaristas e leitores tivessem a oportunidade de verem e analisarem as fotos com os escritos, uma vez que, embora eu, leitor deste jornal desde tempos imemoráveis (e que saudade) não as ví publicadas, embora você diz que é uma série de fotos em cima do velho chavão. Deixe aos leitores a oportunidade de interpretar e avaliar porque Shimon Perez (85 anos, sendo a maioria de região árida e não de praia)teria dito dentro de uma análise mais completa, de onde voces pinçaram uma frase dele dando um sentido desvirtuado(distorsão)a frase de que Israel educaria melhor os filhos do que os palestinos e tambem porque Golda Meir disse que a guerra entre Israel e os Árabes terminará só quando a mãe árabe gostar do próprio filho tanto quanto detesta Israel. É bom frizar, que como pessoas de alto nível de espiritoalidade, não tinham intenção de generalizar.Oxalá, que nestes tempos de hoje, existissem líderes deste gabarito, como muitos que já tivemos no Brasil (que saudades de Fernando Ferrari e outros)e no mundo inteiro.

Carolina Barcelos enviou em 29/01/2009 as 01:12:

Jacob, tirei as informações acerca dos direitos dados ao povo palestino, inclusive o reconhecimento de sua independência, do lugar mais óbvio possível: a Carta das Nações! Além dela, tenho muitos livros de História e política que tratam do assunto. Como leitora crítica, a assertiva sobre a violação dos direitos deste povo foi realizada por mim mesma após análise do material lido. Se desejar, posso te sugerir alguma bibliografia acerca do assunto para você realizar sua própria análise e chegar às suas conclusões. Mas você já pode começar pela Carta das Nacões Unidas e pela Declaração de Balfour.

bocajtanreb enviou em 30/01/2009 as 09:12:

Carolina,você,ainda, não respondeu a minha pergunta ao seu primeiro comentário deste artigo do Marcelo Ambrozio, que vou repetir abaixo: Quando a Assembléia Geral das Nações Unidas de 28 de novembro de 1947 Carolina, de onde você tirou a afirmaçao em seu comentário: "violando os direitos do povo palestino garantidos anteriormente pela Carta das Nações Unidas e por época da Primeira Guerra Mundial, quando fora reconhecida a independência da Palestina. Milhares de palestinos foram então expulsos de suas terras." ? Favor mostrar o pau com que você matou esta cobra.

Ricardo enviou em 31/01/2009 as 02:28:

Marcelo, é impressionante como você é seletivo, só vejo comentários do moderador contra os que argumentam contra você, a Carolina e tantos outros anti-semitas que se aproveitam do blog para fazer comentários do tipo: "aberração que é o estado de Israel" não são "importunados" ou lembrados de que não é uma aberração, afinal nas entrelinhas sabemos muito bem o que ela quer dizer com isto. Somente a imprensa Iraniana e a Brasileira tem a desfaçatez de qualificarem um ato de auto-defesa de Israel como "massacre", cada povo tem o que merece, taí o Marco Aurélio Garcia, assessor especial da presidência e representante de Hugo Chavez no Brasil e simpático ao Irã para provar, vocês então gostariam de ver o Brasil amiguinho do Irã? acham que é uma boa? realmente eles podem contribuir com o Brasil muito mais do que os EUA.

Samir Jacob enviou em 01/02/2009 as 17:07:

Marcelo, os judeus brasileiros sao como qualquer judeu...uns porcos! E se alimentam com a carne dos palestinos que eles matam.Muito poderia ser feito se o restante do mundo nao fosse tao egoista. COMENTARIO DO MODERADOR: - Menos, Samir, menos. Tenho amigos judeus e não compartilho desse tipo de generalização perigosa, que nos retira a capacidade de discernir entre a atitude de indivíduos e o pensamento de todo um povo. O problema é que a oposição aos atos dessa maioria beligerante em Israel é sempre abafada pela pressão religiosa principalmente. Há israelenses extremamente corajosos que sempre advogaram outras soluções menos dramáticas, como a turma do Peace Now. A força mais intolerante nesse caso está nos grupos de pressão que orbitam em torno da causa sionista.

Eduardo enviou em 05/02/2009 as 17:05:

Os judeus do mundo todo deveriam se envergonhar, em primeiro lugar são LADRÕES, em 1948 o que fizeram pode ser qualificado de latrocínio "MATAR PARA ROUBAR" o que vem fazendo nestes 60 anos podemos qualificar de latrocínio continuado, continuar matando para continuar roubando. Não me venham com argumentos de pessoas inteligentes, cultas, prêmios nobéis, qualquer um que detenha o poder econômico se torna inteligente e culto, basta ter estrutura e estudar, roubando fica ainda mais fácil. São covardes mesmo, se escondem atrás do dito holocausto para justificar suas barbáries. Isto não é um povo, isto esta mais para uma quadrilha, para bandido sem vergonha e sem caráter, Israel é a sede, é o PCC dos sionistas. Judeu correto foi Einstein que abdicou quando abriu os olhos e viu uma quadrilha, um bando de bandidos com os quais não compactuou e abdicou JUDEU NUNCA MAIS. A única diferença de Sharon para Hitler é o bigodinho, porque a política é idêntica. Escrevam nas entradas para Gaza "A cada um o que é seu", quem planta colhe, a estrela de david a cada dia ganha contornos de suástica. Quem semeia ódio colhe desgraça. Judeu onde chega funciona como um câncer, destrói o hospedeiro para se alimentar, mais se esquece de um pequeno detalhe, a morte do hospedeiro é a morte do próprio câncer, qual será a quimioterapia ?

bocajtanreb enviou em 07/02/2009 as 15:01:

E agora Marcelo Ambrosio? O que já deveria ter feito um m o d e r a d o r ? Quem semeia vento colhe tempestades. COMENTARIO DO MODERADOR - Sem ameaças. Aqui expor idéias não representa uma condenação.

bocajtanreb enviou em 07/02/2009 as 15:06:

Obrigado. Seu comentário está aguardando moderação. É o que está escrito, após se adicionar comentários, em seu blog.

bocajtanreb enviou em 07/02/2009 as 18:41:

Marcelo, você não está bem, eu não lhe ameacei, nem teria por que, pára com esta de se sentir perseguido. Você acha que o tal de Eduardo(imediatamente anterior ao meu comentário) escreveu, é simplesmente expor idéias que não merece moderação? Releia e reflita sobre a moderação distorcida(morde e beija) que você fez do tal de Samir Jacob (logo antes do Eduardo). Isto já virou os Protocolos do Sião. Em suma, o que eu quiz dizer no meu comentário anterior, que é você o semeiador de ventos neuróticos que provocam estes temporais psicóticos e outras babozeiras. Espero que os ares dos EEU tenham lhe feito bem, o suficiente para ir ao Irã de hoje, passando na ida ou na volta pela Venezuela do camarada Chaves e tambem não porque da zona do da Jezzbolá no Líbano. Você verá, mais uma vez, como os extremos se tocam e só mudam as côres por fora. Explique agora a sua acusação do bombardeio proposital por Israel, da Escola da ONU em Gaza. E você se considera imparcial? COMENTARIO DO MODERADOR . Claro que sou imparcial, pelo menos a minha definição de imparcialidade inclui o reconhecimento ao direito do outro não só existir como discordar de mim. Não advogo a negação de quem me ataca e é essa a diferença. Ainda que fosse a Teerã, a Caracas e à zona do Hezbolah no Líbano (lá eu estive realmente), não mudo uma vírgula sobre o ataque à escola da ONU em Gaza com bombas de fósforo branco. Foi um ato criminoso, imoral, digno dos piores seres humanos que Israel já produziu, se é que se pode classifica-los assim, cuja estatura moral os iguala aos inimigos que tanto criticam. Um crime clarissimo, tipificado dentro das leis internacionais, com comprovação técnica e documental e responsáveis claramente identificados. Um processo contra os líderes israelenses não significa que os outros citados escapem de responder por crimes que tenham cometido, são coisas distintas. Quero Ehud Olmert, Tzipi Livni e Ehud Barak no Tribunal Penal Internacional por esse ataque tanto quanto Robert Mugabe, King Jong Il e os generais de Mianmar. No fundo são farinha do mesmo saco.

bocajtanreb enviou em 09/02/2009 as 14:29:

Marcelo, você cada vez mais viscoso, em vez de moderar o que deve, descamba para o nível das distorsões e não se refere aos pontos dos comentários que lhe solicitam e que lhe não interessa responder . Você mobilizaneuròticamente a psicose coletiva de alguns dos comentaristas a ponto de fazerem jus aos Protocolos de Sião. Você se precipita em acusar como ditador do seu tribunal penal internacional. interiorizado, como você fez com o acidente da Gol como se você soubesse mais que os especialistas, que levam um tempo muito grande para chegar a uma conclusão, quando chegam. Você, de outra feita fez uma crítica severa ao Shimon Peres por uma frase dele, no meio de uma declaração maior do mesmo, disvirtuando como outros coleguinhas seus, e aí só rindo. Falei no comentário anterior sobre a sua acusação do bombardeio da escola da ONU por um tanque israelense, como você se referiu em 07/01: Gaza - Quem atirou na escola da ONU? (Postado por: marceloambrosio 3 Comentários 9:20:54 PM) que foi desmentido pelo próprio Chis Gunness, chefe do escritório de refugiados da ONU e responsável direto pela escola de Jabalya, mas que o dito cujo levou mais de um mês para desmentire que levei ao seu conhecimento por e-mail pessoal. Aí, em vez disso voce fala da bomba de fósforo(aguenta um tempo!!!) e incrimina peremptòriamente o trio político de Israel e você se esqueceu do Nataniau e do Liberman(respectivamente, direita e direita extrema)que vocês da esquerda podre no mundo ajudaram a crescer como mostram as prévias. Queira Deus que os jóvens e indecisos invertam estasprojeções.Veja como você se esguia na sua "moderação com que o talde Samir Jacob e onde ficou a sua intervenção com o tal de Eduardo? Que escreveu:Os judeus do mundo todo deveriam se envergonhar, em primeiro lugar são LADRÕES, em 1948 o que fizeram pode ser qualificado de latrocínio "MATAR PARA ROUBAR" o que vem... Há um retrocesso de séculos, as Cruzadas, Inquisição Espanhola entremeado com pogroms aonde havia o mesmo tipo de acusações aos judeus e que tambem que comiam criancinhas cristãs, esta é a famosa Diabolização dos Judeus do que você e gente do tipo citada logo acima participam. É querer colocar(projetar) nos outros(judeus no caso) os seus próprios defeitos, e assim combatê-los,ferí-los, e até matá-los, sem sentir culpa. Olha se você consegue entender isto e talvez, com ajuda, você, ainda, posse increnentar o seu lado bonzinho. Ai, do cara que tiver uma testemunha de acusação como vocês(como você) são. E você diz ter certeza que é imparcial??? Em vez de ficar raivoso, reflita e tente o bom caminho.


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