16/12: Delícias chilenas
Categoria: General
Postado por: Alexandre Lalas
Ao longo de 2007, algumas delícias chilenas que ainda não haviam chegado por aqui finalmente deram as caras. Pérolas como Erasmo, Polkura, Ventolera e outras jóias, algumas difíceis de encontrar até mesmo no Chile.
Quem ainda não teve a chance de provar o Erasmo 2004 não sabe o que está perdendo. O vinho é de uma elegância rara de se achar no Chile. Robert Parker deu 91 pontos para o vinho. O chileno Patrício Tapia, 93. Notas altas e merecidas. Quem traz é a Casa do Porto (www.casadoporto.com, 31 3286-7077). Custa R$ 99. A mesma importadora tem belezas em seu catálogo, como o Matetic EQ Syrah 2005(R$ 190) e o Ventolera Sauvignon Blanc 2006 (R$ 79).
Belo vinho que chegou por aqui em 2007 é o Polkura Syrah 2004 (R$ 67). Quem traz é a Premium (www.premiumwines.com.br, 31 3282 1588). Outros destaques da importadora são o Falernia Carmenère Reserva 2005, um dos melhores feitos com a uva no Chile (R$ 46,20) e o Clava Sauvignon Blanc 2006, bastante fresco e agradável (R$ 37,20).
O Encierra é uma beleza. O 2003 (R$ 93) é uma explosão de fruta, equilibrada com um excelente frescor. Importado pela Ana Import (www.anaimport.com.br, 71 3337-1111). Da mesma empresa, o William Cole Mirador Selection Sauvignon Blanc 2006 (R$ 42), eleito o melhor feito com a uva na Expovinis do ano passado, continua a merecer atenção.
Uma das minhas vinícolas chilenas preferidas é a Perez Cruz. E, entre os vinhos da empresa, três se destacam: o Limited Edition Cot 2005 (R$ 75), o Liguai 2005 (R$ 135) e o Quelen 2005, corte de petit-verdot, malbec (ou cot, como prefere o pessoal da vinícola) e carmenère, que chega em breve. Os vinhos da Perez Cruz são importados pela Wine Company (www.winecompany.com.br, 0800 725-8020). Outro dos bons é o Aliara, feito pela Odfjell. A safra 2002 (R$ 120) está disponível na World Wine (www.worldwine.com.br, 11 3383-7477).
A Grand Cru (www.grandcru.com.br, 2511-7045) trouxe o Kankura Rosé 2007 (R$ 29), interessante e barato. A mesma importadora traz os confiáveis vinhos da Santa Rita. Entre os destaques, a linha Gran Hacienda (entre R$ 32 e R$ 35) e o raro Triple C (R$ 220), corte de cabernet franc, cabernet-sauvignon e carmenère. Muito bons também são os três vinhos da Altair: Icono (R$ 58), Sideral (R$ 150) e Altair (R$ 290).
Uma das mais promissoras vinícolas chilenas é a Ventisquero. A linha Queulat é interessante, com destaque para o Cabernet Sauvignon 2004 (R$ 60). Um degrau acima, a linha Grey é ótima, em especial o Cabernet Sauvignon 2003 (R$ 90). O ótimo Pangea Syrah 2004 (R$ 250) é o ícone da vinícola que ainda lançou recentemente o Vértice, espetacular corte de syrah e carmenère, que ainda não deu as caras por aqui. Os vinhos da Ventisquero são importados pela Cantu (www.cantu.com.br, 0300 210-1010).
Há ainda muita coisa boa por lá, como os vinhos da Calyptra, da Chocalán, da Loma Larga, da Amayna, da Montes, da Huelken, da Von Siebenthal, os bons da Concha y Toro e uma porção de vinícolas interessantes que lançam vinhos cada vez melhores. Outro dia, experimentei o novo da Botalcura, o ótimo Cayao 2003, ainda inédito no Brasil. Oxalá, daqui a um ano, esta jóia esteja nas prateleiras de nossas lojas e nas cartas dos nossos restaurantes!
Quem ainda não teve a chance de provar o Erasmo 2004 não sabe o que está perdendo. O vinho é de uma elegância rara de se achar no Chile. Robert Parker deu 91 pontos para o vinho. O chileno Patrício Tapia, 93. Notas altas e merecidas. Quem traz é a Casa do Porto (www.casadoporto.com, 31 3286-7077). Custa R$ 99. A mesma importadora tem belezas em seu catálogo, como o Matetic EQ Syrah 2005(R$ 190) e o Ventolera Sauvignon Blanc 2006 (R$ 79).
Belo vinho que chegou por aqui em 2007 é o Polkura Syrah 2004 (R$ 67). Quem traz é a Premium (www.premiumwines.com.br, 31 3282 1588). Outros destaques da importadora são o Falernia Carmenère Reserva 2005, um dos melhores feitos com a uva no Chile (R$ 46,20) e o Clava Sauvignon Blanc 2006, bastante fresco e agradável (R$ 37,20).
O Encierra é uma beleza. O 2003 (R$ 93) é uma explosão de fruta, equilibrada com um excelente frescor. Importado pela Ana Import (www.anaimport.com.br, 71 3337-1111). Da mesma empresa, o William Cole Mirador Selection Sauvignon Blanc 2006 (R$ 42), eleito o melhor feito com a uva na Expovinis do ano passado, continua a merecer atenção.
Uma das minhas vinícolas chilenas preferidas é a Perez Cruz. E, entre os vinhos da empresa, três se destacam: o Limited Edition Cot 2005 (R$ 75), o Liguai 2005 (R$ 135) e o Quelen 2005, corte de petit-verdot, malbec (ou cot, como prefere o pessoal da vinícola) e carmenère, que chega em breve. Os vinhos da Perez Cruz são importados pela Wine Company (www.winecompany.com.br, 0800 725-8020). Outro dos bons é o Aliara, feito pela Odfjell. A safra 2002 (R$ 120) está disponível na World Wine (www.worldwine.com.br, 11 3383-7477).
A Grand Cru (www.grandcru.com.br, 2511-7045) trouxe o Kankura Rosé 2007 (R$ 29), interessante e barato. A mesma importadora traz os confiáveis vinhos da Santa Rita. Entre os destaques, a linha Gran Hacienda (entre R$ 32 e R$ 35) e o raro Triple C (R$ 220), corte de cabernet franc, cabernet-sauvignon e carmenère. Muito bons também são os três vinhos da Altair: Icono (R$ 58), Sideral (R$ 150) e Altair (R$ 290).
Uma das mais promissoras vinícolas chilenas é a Ventisquero. A linha Queulat é interessante, com destaque para o Cabernet Sauvignon 2004 (R$ 60). Um degrau acima, a linha Grey é ótima, em especial o Cabernet Sauvignon 2003 (R$ 90). O ótimo Pangea Syrah 2004 (R$ 250) é o ícone da vinícola que ainda lançou recentemente o Vértice, espetacular corte de syrah e carmenère, que ainda não deu as caras por aqui. Os vinhos da Ventisquero são importados pela Cantu (www.cantu.com.br, 0300 210-1010).
Há ainda muita coisa boa por lá, como os vinhos da Calyptra, da Chocalán, da Loma Larga, da Amayna, da Montes, da Huelken, da Von Siebenthal, os bons da Concha y Toro e uma porção de vinícolas interessantes que lançam vinhos cada vez melhores. Outro dia, experimentei o novo da Botalcura, o ótimo Cayao 2003, ainda inédito no Brasil. Oxalá, daqui a um ano, esta jóia esteja nas prateleiras de nossas lojas e nas cartas dos nossos restaurantes!

