02/07: Dilma x Geddel
Luiz Antônio Souza da Eira, secretário executivo do Ministério da Integração, levou uma bronca tão grande e grossa da ministra Dilma Rousseff, numa reunião no CCBB, que apresentou pedido de demissão a Geddel Vieira Lima. O clima não anda bem entre as duas Casas.
Eira, funcionário de carreira da Câmara, voltará ao antigo cargo de técnico consultor.
Eira, funcionário de carreira da Câmara, voltará ao antigo cargo de técnico consultor.
02/07: O grande circo, por Ique
Do chargista Ique, do JB, o melhor do país hoje, a meu ver - junto com Glauco, da Folha de S. Paulo.
O presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), por ora continua no cargo. Por um motivo muito simples, o que o senador comemorou com alívio. Lula está do seu lado. E a bancada do PT, depois de uma conversa com o veterano, no início da noite, ficou convencida de que é o melhor para o partido e para o governo a manutenção de Sarney. “A maioria já está com ele”, disse à coluna a líder do Governo, senadora Ideli Salvatti (PT-SC). Hoje, os petistas vão encontrar o presidente Lula para decidir a estratégia de defesa de José Sarney. E por quê? Porque no meio da reunião de ontem, Lula desembarcara já no Recife, a caminho de Brasília, e ligou para Ideli: “E aí, baixinha?”. Perguntou sobre a situação, e os senadores do contra baixaram a voz. Do outro lado da linha, Lula mandou o recado de apoio a Sarney. Hoje será o dia decisivo.
Tropa de choque
Depois que 10 senadores petistas deixaram a residência de Sarney, ontem à noite, entrou em cena, um por um, os membros da tropa de choque do cacique: os ministros peemedebistas e apadrinhados Hélio Costa (Comunicações) e Edison Lobão (Minas e Energia), mais os senadores Gim Argello (PTB-DF) e Renan Calheiros (PMDB-AL).
Elite
Eliseu Resende (DEM-MG), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Aloizio Mercadante (PT-SP), Francisco Dornelles (PP-RJ) e mais um senador do PMDB compõem a comissão proposta a Sarney.
Tropa de choque
Depois que 10 senadores petistas deixaram a residência de Sarney, ontem à noite, entrou em cena, um por um, os membros da tropa de choque do cacique: os ministros peemedebistas e apadrinhados Hélio Costa (Comunicações) e Edison Lobão (Minas e Energia), mais os senadores Gim Argello (PTB-DF) e Renan Calheiros (PMDB-AL).
Elite
Eliseu Resende (DEM-MG), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Aloizio Mercadante (PT-SP), Francisco Dornelles (PP-RJ) e mais um senador do PMDB compõem a comissão proposta a Sarney.
01/07: PT fecha com Sarney
A bancada do PT voltou atrás e fechou com José Sarney. O presidente do Congresso fica no cargo, por ora.
Repórter humorístico do programa CQC, da Band, Danilo Gentilli foi derrubado duas vezes por seguranças de José Sarney no Congresso na tarde desta quarta-feira. A foto acima é um flagrante da chegada de Sarney - o segurança segura o repórter antes de derrubá-lo.
01/07: De Joca; Para Zeca

É tamanha a crise no Senado, e a letargia da Casa, que o ministro do STF e vice-presidente do TSE, Joaquim Barbosa (foto), teve de enviar carta a José Sarney, dia 18, lembrando que osenador Expedito Junior (PR-RO) foi cassado. Ele continua no cargo.
A carta:

Os meandros de negociações revelam circunstâncias nem sempre imagináveis, mas que se tornam benfeitorias se colocadas à mesa no momento certo. Aconteceu que a insistência da oposição para o afastamento do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tornou-se trunfo eleitoral do DEM e PSDB, a um ano da campanha presidencial. Se ele sai, quem assume é o tucano Marconi Perillo, e isso seria um desastre para o governo. Sarney tornou a dizer que não deixa o cargo. Sem opção, coube aos partidos mandar o recado: vão dar trégua ao velho cacique se for aberta a CPI da Petrobras. E assim ficou acordado. Sarney convocou reunião com senadores e familiares na sua casa. A pajelança começou às 21h.
As negociações ainda continuam nesta quarta.
As negociações ainda continuam nesta quarta.
30/06: Caixa premiada
A revista Conjuntura Econômica, da Fundação Getúlio Vargas concedeu a Caixa Econômica Federal o prêmio de melhor conglomerado do ano e de melhor banco público. A instituição obteve os melhores resultados nos critérios estabelecidos pelo veículo, como desempenho, rentabilidade, liquidez e eficiência.
A premiação da revista engloba ainda o Melhor Varejo Privado, Melhor Especialista Estrangeiro e Melhor Médios e Pequenos. Para a presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho, o prêmio representa o reconhecimento de um trabalho que começou no planejamento estratégico de
2004. (Da Ascom)
A premiação da revista engloba ainda o Melhor Varejo Privado, Melhor Especialista Estrangeiro e Melhor Médios e Pequenos. Para a presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho, o prêmio representa o reconhecimento de um trabalho que começou no planejamento estratégico de
2004. (Da Ascom)
Na linguagem popular, Roberto Mangabeira Unger caiu para cima. A saída do ministro de Assuntos Estratégicos – revelada pela coluna dia 17 – é tão polêmica quanto o personagem. Oficialmente, a Universidade de Harvard não prorrogou sua licença, e ele preferiu voltar para os Estados Unidos. Nos bastidores, pegou muito mal a tentativa individual de ele ir para o PMDB sem tratar com o PRB, partido que o apadrinhou no governo. Agora, Mangabeira quer ser o braço do presidente Lula nos EUA, um tipo de ponte com o presidente americano Barack Obama, seu ex-aluno. Um filho de Mangabeira, Gabriel, 20 anos, pode facilitar o contato – ele foi líder do comitê jovem da campanha do democrata. Unger pretende dar coletiva amanhã.
Boatos
Boatos dão conta de que Mangabeira, em artigo em 2005, chamou o governo Lula de “mais corrupto de nossa história”. E boatos creditam a ele discurso elogioso ao petista – e ufanista – na sua posse como ministro, dois anos depois.
Boatos
Boatos dão conta de que Mangabeira, em artigo em 2005, chamou o governo Lula de “mais corrupto de nossa história”. E boatos creditam a ele discurso elogioso ao petista – e ufanista – na sua posse como ministro, dois anos depois.





