Na contramão dos músicos brasileiros, que deixam o país para tentar a carreira no exterior, a fagotista canadense Catherine Carignan (foto) veio, ano passado, para o Brasil tocar na recém criada Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Ela mora em BH e a mensagem gravada na caixa postal do celular, em bom português, denuncia a entrega total ao país. A canadense, que toca também piano e violino – “mas foi pelo instrumento de sopro que me apaixonei” –, se apresenta no Rio, pela primeira vez, sábado e domingo, no festival Rio Folle Journée, interpretando um quinteto de Mozart com outros quatro músicos.
Conta aí, porque a lista é grande: ela foi escolhida Embaixadora da Heineken; lançou uma segunda marca, a JJ, + uma coleção de lingerie; assinou linha de eletrodomésticos para a Brastemp e produtos para a Nívea. Dá para ganhar dinheiro em tempos de
crise? “Sim, bati todas as cotas de vendas”, abre o nosso papo Juliana Jabour. Agora, a estilista vai lançar uma linha super bacana de moda-praia. “É bem comportada e foge do convencional-mostra-tudo”, frisa. A coleção possui 10 modelos, sendo seis biquínis e quatro maiôs. Os detalhes são fofos: modelos assimétricos com pregas e babados e peças com blusado que podem ser usadas como composição de look. Ju, quem se veste bem neste país? “Fernanda Lima, Carolina Ferraz, Paula Lavigne, Ruth Malzoni e Nathalie Klein”, dispara. E as nossas primeiras-damas, digo da presidência e dos governos dos estados, se vestem bem? “Não. Foi-se a época de Risoleta Neves. Estilo clássico sempre cai bem para mulheres nessa posição, lembrando, claro, de usar somente aquilo que é condizente com o seu biótipo”. Ok, Ju. A gente se vê no Fashion Rio, dia 10.
Além do horizonte musical, divas da MPB fazem um pot-pourri de vozes e declaram a grande paixão pelo rei Roberto Carlos
Sandy e Claudia Leitte, como dois e dois;
Ana Carolina e Marina Lima, uma palavra amiga;
Wanderléa, Alcione e Fafá de Belém, coisas do coração;
Rosemary e Hebe, ternura antiga;
Ivete Sangalo, quantos momentos bonitos
“Mais do que cantoras, hoje somos macacas de auditório”, sintetizou Nana Caymmi, uma das súditas passivamente submetidas à autoridade da noite: Roberto Carlos, no show do Projeto Itaú Brasil que reuniu 20 adoradoras da voz do rei no histórico show Elas cantam Roberto, no Teatro Municipal de São Paulo, semana passada. “Um privilégio real, com trocadilho e tudo“, enfatizou Adriana Calcanhotto. Nos camarins do Municipal, uma beliscava a orelha da outra para ver se o sangue subia, na mesma proporção dos saltos altos de Hebe Camargo, brotinho sem juízo, que, horas antes, no ensaio, por alguns instantes perdeu a razão e disparou: “Eu não me incomodo há aaaaanos”, em direção ao gatto nel blu.
Foi só Wanderléa emprestar o seu hair stylist a Alcione para que beauty e make-up artists pulassem de estrela em estrela, em um verdadeiro rodízio de comadres. Na ausência de brigas de ego, uma única língua: a do amor por RC. “Ninguém pisou no vestido nem no pé de ninguém”, pontuou Fafá de Belém, para quem ter participado do show foi tão emocionante quanto ter cantado para o Papa João Paulo II, em 1997. Dentre tantas, Mart'nália não escondeu as mãos nervosas. “Foi um encontro de mulheres de todas as cores, idades e muitos amores”, parafraseou a sambista. Cabeça e coração mexidos, Ana Carolina, no ensaio, fez do palco seu confessionário diante de Roberto, ao declarar: “Eu tinha cinco anos quando ouvi ‘oh, oh, oh, oh, Ana, que saudades de você...’ e tive certeza de que a música havia sido feita para mim”. O balanço da noite Claudia Leitte resumiu, no dia seguinte: "Só consegui dormir com o dia nascendo. Foi lindo!“
Divas em ensaio, o coração não tem idade;
Mart'nália e Daniela Mercury, papo de esquina;
Paula Toller e Fernanda Abreu, recordações e mais nada;
‘Maisa’ da geração 80, Simony comenta sobre o pó de pirlimpimpim jogado na apresentadora-mirim do SBT
e aos seis anos, com Fofão
Sabe aquela famosa frase de alerta “Tirem as crianças da sala” ? Pois é. Semana passada, a juíza Ana Helena Rodrigues Mellim, de Osasco, causou polêmica ao adaptar o ditado e decretar: “Tirem a criança dos palcos”. Maisa, a apresentadora-mirim do SBT, está proibida de participar do quadro dominical Pergunte à Maisa, dentro do Programa Silvio Santos. A decisão foi tomada após a pequerrucha, por dois domingos seguidos, deixar o palco da atração aos prantos. Muitos pegam carona nessa cauda de cometa que anda crucificando o dono do Baú. Já outros dão um balão no bafafá e saem em defesa de SS. “Tenho certeza do carinho dele pela Maisa. Crianças não são como bonecos: choram e se irritam como qualquer pessoa”. Palavras de Simony, a Maisa dos 80's. Além do sucesso, aos seis anos, com o grupo Balão Mágico (isso mesmo, aquele do Jairzinho e do Mike Biggs), a cantora passou pela emissora de Silvio Santos, apresentando o programa Dó ré mi fá sol lá Simony, aos 12 aninhos. “Sempre soube das regras e horários, mas nunca deixei de ter uma vida particular. O mais importante é saber se a criança quer participar”. Nascida em família circense, Simony acredita que os parentes devem estar sempre presentes no picadeiro da TV. “Se os familiares não fiscalizam, a criança fica cheia de traumas... acaba drogada, problemática, como Macaulay Culkin”.
O ponto de vista de Cristina Franco na passagem da expô da moda pelo CCBB do Rio
“Yves Saint Laurent, ou YSL, ou ‘You Shall Love’, como disse uma vez um jornalista britânico numa interpretação muito inglesa, claro, destas iniciais.
Faz sentido. Afinal, o pied noir Saint Laurent foi chamado de Delfim, porque era o sucessor de Le Roi Christian Dior. Nada mais coerente dentro desta hierarquia imperial/ hierática/ litúrgica, que já fez parte da moda, que YSL pudesse também ser interpretado nesta inteligente metáfora como ‘God Save the King’.
Mas Saint Laurent surpreendeu. Mostrou um lado muito interessante: de defensor das mulheres, do feminino. Tudo de uma forma extremamente sofisticada, que levava à risca a máxima de McLuhan: ‘A roupa é uma extensão da pele’.
E, com esta bandeira, o tímido, mas nem tanto, Saint Laurent, criou o see–through nos anos 60, com direito a Marisa Berenson mostrando os peitos através da transparência da roupa. Fantástico.
Não bastando, ‘Le Smoking’ mostrava uma figura andrógina. Era década de 70, tempo de transformações e de incertezas. Mudanças no comportamento feminino.
E nada mais yang/yin que a foto imortalizada por Helmut Newton.
Não para por aí. Figuras étnicas, roupas tribais, de camponesas, das mais diversas regiões do mundo pré-globalizado, onde muitas destas regiões eram encaradas por uma tirania estética ocidental como submundo, passavam a ser loved por serem assinadas por YSL. Ele foi também o primeiro a prestigiar e colocar na passarela mulheres africanas e afro-descendentes.
Saint Laurent era fascinado por figuras longilíneas, magérrimas, de ossos finos, que se encaixavam no biótipo da maioria dos africanos. Ninguém se surpreendia que muitas das modelos ‘de prova’ de Saint Laurent eram africanas, por causa do shape longilíneo. Anos 80. ‘Paris é uma festa’. Reeditado no melhor estilo de Hemingway. Os americanos chegavam a Paris, e consumiam a moda francesa como há décadas não acontecia. Era definitivamente a década em que a roupa, entre outras coisas, era a grande retórica do poder. Tom Ford, na sua meteórica passagem como designer da marca, logo após Saint Laurent ter se retirado, disse algo como ‘Yves conseguia fazer com que as mulheres se sentissem poderosas. Não existe nada que faça uma mulher se sentir mais no controle do que quando ela tem certeza de sua sedução’.
Foi fascinante, sem dúvida, eu ter tido a oportunidade , na década de 80, num dia gelado em Paris, de fazer uma entrevista one on one com este homem. Qualquer entrevista com ele estava sujeita a um cancelamento de última hora, mesmo tendo sido agendada com grande antecedência. Sempre éramos informados, de forma muito elegante e discreta, que a entrevista dependeria de como Monsieur Saint Laurent estaria após o desfile. Voilà. Monsieur Saint Laurent estava no melhor humor, na melhor aparência, e, claro, educadíssimo.
Nos recebeu numa época em que o Brasil não era enxergado como é hoje, como jornalistas e pessoas que mereciam a maior atenção e respeito, sem pressa, sem nenhum tipo de tédio.
Pelo contrário. Falou muito. Apesar da clara timidez, uma coisa ficou muito evidente: aquele homem tímido era fortíssimo, com uma personalidade marcante e sabia exatamente, no pouco tempo que pude observar, o que ele sempre quis, e o que ele sempre queria. Não posso até hoje esquecer a frase que YSL disse modo quase infantil: ‘Quando fiz sete anos, na hora de soprar o bolo, falei a todos que estavam na minha festa: um dia meu nome vai ser escrito em letras de fogo no Champs Elysées’. God save the King“.
Gregório Duvivier mostra a cara (e a neurose) da geração 90, no inédito filme 'Apenas o fim'
Erika Mader e Gregório Duvivier em cena woodyalleniana do longa 'Apenas o fim'
“Nem no dia em que minha mãe morrer vou deixar de fazer piada. Só o humor salva”. As frases ditas por Gregório Duvivier entregam o jogo: ele é fã incondicional de Woody Allen. “Já assisti a Annie Hall 37 vezes e deu nisso. Além do trejeito neurótico, peguei essa mania de brincar com a tragédia”, confessa o ator de 22 anos, que vive no cinema um personagem bastante parecido com si mesmo, acrescido de óculos de aro grosso e gagueira. Em Apenas o fim, longa dirigido e escrito pelo estudante Matheus Souza, que entra em cartaz dia 12, Gregório, protagonista do filme junto com Erika Mader, extravasa seus cacoetes woodyallenianos através de inúmeros diálogos sobre relacionamento, repletos de referências pop dos anos 90. E quem pensa que a influência do diretor de Match Point parou por aí está enganado. Em Apocalipse, segundo Domingos Oliveira, peça do diretor carioca na qual Gregório interpreta o Todo Poderoso,
o humor surrealista típico do cineasta hollywoodiano também está presente. “Domingos é fanzoca do Woody Allen também. Na coxia, adoramos conversar sobre os filmes dele”, entrega o jovem ator. Além de atuar, Gregório, formado em Letras, escreve piadas e...poemas. Ano passado, lançou o livro de poesias A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora. Para muitos, pode parecer estranho unir humor e lirismo, mas para ele a equação é simples: “A inspiração para escrever piada e poesia é a mesma: tudo fruto da neurose”.
Domingo à noite, quase segunda-feira... não dá para se jogar com tudo na night, né? Melhor um cineminha. Ok, vamos aos filmes em cartaz: Guerra nas estrelas com trilha no ritmo de Luiz Gonzaga ou então A pantera cor-de-rosa embalado por um sambinha. Essa viagem faz parte da apresentação, amanhã, do grupo instrumental Bondesom, dentro do projeto CineBonde, no Cinemathèque, em Botafogo. “À nossa frente, no palco, será estendido um pano translúcido, onde vão ser exibidos trechos dos filmes, enquanto executamos as trilhas”, conta o saxofonista Yuri Villar. O roteiro do show tem, inclusive, créditos iniciais, pontos de virada e clímax, caro leitor. Boa sessão e divirta-se.
Nascida em Araruama, na Região dos Lagos, Mariana Di Britto completou 16 anos e não quer mais saber de brincar nas areias do quintal de casa. “Sempre quis morar fora do Brasil. Nas férias, não surfava, como a maioria. Preferia esquiar na Argentina”, conta. Mariana, que já morou em Miami e Milão, está com malas prontas para Paris, onde pretende dar um gás na carreira de modelo. “Falta profissionalismo nas agências brasileiras e, por isso, as modelos não deslancham”, pondera a moça, que está liiinda neste look preview da coleção da Mara Mac, que será apresentada no Fashion Rio, dia 7, e traz uma mulher suave, usando peças em tons claros e muitas dobraduras. Filha de biólogos, é adepta fervorosa da comida natureba e confessa não gostar nada da moda indiana que se instalou nas ruas: “Odeio esse visual poluído cheio de estampas. Too much!”. Fã confessa de Alessandra Ambrósio, Mariana acredita que deveria haver uma idade mínima para as modelos iniciarem a carreira: “Muitas não têm estrutura para aguentar o tranco. Resultado? Acabam com anorexia e bulimia”, avalia.
Queridinha em desfiles da Louis Vuitton, Diesel e Chanel, a DJ francesa Cécile Togni, 21 anos, desembarca no Rio esta semana, onde vai comandar a festa de abertura do Fashion Rio, no Píer Mauá, sexta-feira. “O repertório ainda não foi selecionado, mas prometo fazer a pista ferver e, de quebra, assistir aos desfiles”, adianta a francesinha, direto de Paris, onde é sucesso no mundo da música e da moda. Criadora do Putafranges, badalado grupo de DJs femininas, Cécile virou musa de marcas, como a Colette, para a qual criou uma linha de prêt-à-porter para jovens, e a Lancel, na qual assinou sua própria coleção de malas.
A dupla formada por Raquel Zimmermann e Ana Beatriz Barros está de volta para a Animale Travelwear. As belas estampam o primeiro catalogo da nova marca destinada a quem quer curtir os dias de lazer com elegância.
As belas foram clicadas por Henrique Gendre e tiveram o styling assinado por Luis Fiod. A nova linha foi desenvolvida para completar o mix da loja e da linha balneário, especial para o verão.
Uma boa notícia: Raquel confirmou presença no desfile da Animale no próximo dia 20 no São Paulo Fashion Week.
Quem passava na noite desta quinta-feira próximo a loja da Ellus, no Rio Sul, podia até não entender o agito do local, mas quem teve um pouco de tempo e quis conferir de onde vinha a música, deparou-se com Fernanda Paes Leme desfilando pelo local.
No ar como Maria Rosa na novela Paraíso, Fernanda prestigiou o lançamento da coleção outono/inverno da marca e elegeu sua peça favorita nas araras: uma jaqueta que não tirou nem para as fotos. A morena prometeu voltar à loja para escolher novas peças e aproveitou para posar com os modelos que formavam a original vitrine viva.
A toda poderosa Jennifer Lopez estampa a capa da nova edição da Happer’s Bazar, na versão japonesa da publicação. Com look branco e make perfeita, o que chamou a atenção do público foi as madeixas da cantora, que recentemente confessou que depois de cortar os cabelos adotou as perucas e acumulou uma coleção avaliada em milhões de dólares.
Mas apesar de estar com tudo no Oriente, J.Lo acaba de engavetar o projeto de um reality show que giraria em torno de sua figura. Tudo porque a emissora americana gostaria de vê-la em sua intimidade e Jen queria mostrar os bastidores da criação de uma nova fragrância que leva seu nome.
Junte 3 artistas, dê a eles o desafio de trabalhar com 3 cores primárias e pensam para imprimirem suas marcas em 3 t-shirts. E pronto, você tem o resultado o Projeto 3, que será lançado nesse sábado no backyard da loja Armadillo, de Ipanema.
Gais
As tees foram inspiradas no tema da Coleção Intergalatic Inverno 09 e desenvolvidas pelo artista plástico Antônio Bokel, o grafiteiro Gais e o ilustrador Nhozias que receberam o pedido do empresário Ricardo Nasseh, que criassem uma estampa absolutamente inédita, utilizando como base as magenta, o ciano e o amarelo.
Nhozias
O evento também marca o lançamento do vídeo “Um objeto não identificado”, criado em stop motion pela dupla formada pelos fotógrafos Fernando Young e Gabriel Fernandes, o “Cabral”, e igualmente inspirado na coleção Intergalactic. Cool!
“ Falar sobre prostituição, para mim, é como comer arroz e feijão, são quase 30 anos que faço isso. Agora,falar da minha vida, família, minhas histórias é mais difícil”. A declaração é de Gabriela Leite, fundadora da Daspu, falando sobre seu livro Filha, mãe, avó e puta para o site Saraiva Conteúdo (www.saraivaconteudo.com.br) que entra no ar nesta segunda-feira com matérias e vídeos exclusivos de diversos, como Caetano Veloso, Mart’nália, o jornalista Sérgio Cabral e Claudio Manoel. “Alguns momentos foram muito doloridos. E fiz questão de ir fundo, porque senão não vale a pena escrever”, afirma Gabriela. Além de escritora e antropóloga, Gabriela se lança brinca de DJ e preparou um playlist para o site com músicas que marcaram sua vida.
Só mesmo a visita de Luiz Carlos Barreto a Brasília para as máquinas de CPIs e votações plenárias saírem da tomada. O diretor e o filho Bruno Barreto estiveram, terça-feira, com o presidente do Senado, José Sarney. “Fui acertar detalhes sobre a adaptação de Saraminda, romance de autoria do ex-presidente que vamos transformar em filme e minissérie”, contou Barretão. Aliás, por falar no mestre, hoje, no Centro Cultural da Justiça Federal, será aberta a exposição Luiz Carlos Barreto quadro a quadro com imagens da carreira de LC (fotos): dos tempos em que era fotógrafo da revista O Cruzeiro até registros de set de filmagens do produtor.
No ritmo-os sócios do G, Batman, Eduardo, Nêga e Marcelo, fazem festa para Marcos Chaves
“Venham todos para o meu ponto G!”. Foi com essa frase que a promoter Nêga recebeu, na quarta-feira, convidados na inauguração do G - BarLoungeRestaurante, no Leblon, casa que comanda junto com Batman Zavareze, Marcelo Torres e Eduardo Magalhães Pinto.
“Nossa vontade é contar com um nome bacana para expor e ditar seu gosto culinário, de dois em dois meses. Quem sabe o Vik não se anima?”, dizia Nêga, sobre Vik Muniz que, ao chegar, provou o drinque G espumante com leves gotas de cranberry. O artista plástico é apontado como novo atleta social da cidade.
Vik Muniz e Nêga
Quem inaugura o hall artístico da casa é Marcos Chaves, com tela tridimensional que muda de cor dependendo de onde você esteja sentado.
Gilson Martins anunciou a inclusão de cinco acessórios brasileiríssimos dele no MoMa e estava magoado pelo desinteresse da mídia. “Para alguns jornalistas, o assunto não é minha arte exposta em NY e sim quem pagou minha passagem para lá: eu ou o Ministério da Cultura”, desabafou.
Gilson Martins
Danni Carlos chegou de guarda-chuva no meio do dilúvio. Uma das últimas noitadas da moçoila que, domingo, adentrará A fazenda, novo reality show da Record.
Entrevistador de Vestido da Gema.TV, Léo Muqui, está atrás de Stefhany, a musa que canta sua dor de cotovelo ao volante de um CrossFox. Fez plantão no show de Preta Gil, nesta quinta, no Canecão, onde Stefhany se apresentou.
Fotógrafo dos mais festejados da cena fashion internacional, o inglês Tom Munro – ele, inclusive, trabalhou em videoclipes de Madonna, como Give 2 me e Die another day – mergulhou na vibe paulistana e, no Parque da Luz, clicou a modelo francesa Constance Jablonski para campanha Strangely Sweet de verão 2010 da Schutz, marca de sapatos e acessórios de Alexandre Birman.
Quem acompanhou Munro nesta empreitada foi a francesa Marie Amélie Sauvé, stylist da Vogue e de campanhas de Balenciaga, Louis Vuitton com Madonna e Missoni. O nome de Madge foi tão mencionado nesta nota porque estes profissionais foram convocados pelo diretor de arte Giovanni Bianco, brasileiro que é assim, ó!, com a popstar e integra o staff de vários shows.
Se vivo fosse, Luís Carlos Prestes, Cavaleiro da Esperança, teria orgulho do amigo Oscar Niemeyer, verdadeiro Cavaleiro da Sabedoria. Seguinte: dia 27, Carlos Oscar Niemeyer, neto do arquiteto e apaixonado por cavalos, iniciará uma cavalgada até a Pampulha, em Minas, partindo do Museu de Arte Contemporânea de Niterói. “Quero homenagear meu avô e também os 50 anos de Brasília”, conta Carlos, que aderiu ao projeto uma ideia do genial vovô: lançar uma campanha nacional de doação de livros, com o objetivo de distribuir o montante arrecadado em bibliotecas das 20 cidades por onde a romaria do bem passar. E por falar no mestre do traço, aos 101 anos, ele não para: anteontem, na galeria Anna Maria Niemeyer, na Gávea, participou de festa de lançamento triplo (na foto, ao lado da mulher, Vera Lúcia, e de Nelson Sargento): edição de um ano da revista Nosso caminho + livro comemorativo Oscar Niemeyer - 1999/2009 + abertura da exposição homônima.
O VJ da MTV Felipe Solari fez o que muitas meninas adorariam ter a oportunidade de realizar: ficar perto dos meninos do grupo Mc Fly, que se apresentarão logo mais, em São Paulo.
Em duas entrevistas feitas, Felipe demonstrou bom humor e preparou duas entrevistas para a emissora. Na primeira, uma divertida entrevista gravada com a própria câmera do celular e que entra na telinha logo mais, no MTV na Rua. A outra, só vai ao ar no Notícias MTV.
Entre as descobertas durante a entrevista, Felipe conta que os meninos da banda ficaram “apaixonados pela pizza de chocolate” e que pretendem voltar ao Brasil em breve, já que o fã-clube brasileiro preparou um abaixo-assinado.
O Mc Fly também autografou uma camiseta que vai virar uma espécie de caça ao tesouro no programa MTV na Rua, que vai ao ar na próxima terça-feira. O telespectador que chegar primeiro onde o Felipe estiver vai levar a camiseta e o novo DVD da Banda.
Claudia e André Igreja, da Contém 1g, prepararam grandes novidades para o Rio de Janeiro. Os empresários abrem nesta sexta-feira, no BarraShopping, duas novidades da marca: o Quiosque Chic e a Mini Loja Chic, nos quais o público poderá interagir com os produtos da marca, pode ser produzido pelas maquiadoras da empresa para qualquer ocasião, além de ter os lançamentos mais revolucionários em primeiríssima mão.
Os espaços reúnem atendimento exclusivo, entretenimento, glamour e sofisticação, com um formato inovador e totalmente interativo, estreitando a relação entre as mulheres e a maquiagem, tudo para agradar as fieis consumidoras. Serão mais de 500 produtos destinados que levam para um universo encantador, lúdico, repleto de cores, texturas e possibilidades infinitas de combinações para face, olhos, lábios e acessórios.
“A intenção é que a loja desperte em cada mulher a vontade de ficar o dia todo aprendendo truques e dicas de maquiagem com as maquiadoras vendedoras e experimentando vários looks e possibilidades que a marca proporciona”- explica Claudia.
O ator Thiago Gagliasso aproveitou a noite desta quarta-feira para renovar o guarda-roupa. O moço convocou a namorada, Bárbara Fidalgo para as comprinhas na loja da Ellus, no Rio Sul. Quem passou por lá também para conferir as novidades da marca foi a cantora e atriz Lua Blanco, que além de atuar em Malhação, é vocalista da banda Lágrima Flor e aproveitou para levar os companheiros do grupo para a festa.
A festa da Ellus continua hoje com a presença de Fernanda Paes Leme e terá o som comandado pelo DJ Ricardo Laudier e buffet da Zazá Bistrô.
A Lacoste aposta para a primavera-verão de 2010 em novos modelos de sapatos assinados pela arquiteta Zaha Hadid para desenhar um projeto nada convencional: calçados com look futurista, que misturam conceito fashion e design arquitetônico.
A Zaha, única arquiteta vencedora do prêmio Pritzker, equivalente a um prêmio Nobel em arquitetura, manteve seu processo criativo que estuda um determinado campo ou paisagem para construir uma obra e explorou superfícies e formatos inspirado no famoso crocodilo, símbolo da marca.
“O design deste calçado permite a evolução de linhas fluidas e dinâmicas”, explica Hadid. “Quando envolve a forma de um pé, elas se expandem e contraem para se adaptar ao corpo ergonomicamente. Com isso, uma paisagem aparece, ondulando e expressando conforme ela surge com o corpo”.
Limited-Edition masculino
São apenas 10 mil pares disponibilizados em quatro modelos e que tem tudo para ganhar os pés de homens e mulheres que buscam conforto. Quer garantir o seu par? Somente na loja da Lacoste na Oscar Freire, em São Paulo.
Quem compareceu na noite desta quarta-feira na inauguração do restaurante Italo, no Barra Shopping, teve uma surpresa. Ao invés dos chefs de cozinha, os próprios convidados colocaram a mão na massa, literalmente.
Para preparar as pizzas, Bruna de Túlio, Carla Diaz, Maytê Piragibe, Lívia Rossi, Quitéria Chagas, Juliana Trevisol e Carla Diaz arregaçaram as mangas e mostraram bastante afinidade com as panelas.
Já os ex-BBB’s Emanuel e Fernando preferiram preparar um risoto de camarão.
“A fome não é desculpa para esquecer a gentileza”, dispara Denise Fraga, que estreia a peça A alma boa de Setsuan, de Bertold Brecht, dia 5, no Teatro dos Quatro, na Gávea. São 18 anos longe dos palcos cariocas e, em seu retorno, ela diz estar à procura da bondade humana perdida, assim como o texto de Brecht: “Não a encontrei, mas estou com uma esperança danada!”. A atriz embarca ainda na primeira viagem como produtora: leva para o cinema o filme O contador de histórias, dirigido pelo marido, Luiz Villaça.
Qual o mote de A alma boa... ?
A pergunta que a peça quer responder é por que gentileza não gera gentileza. As pessoas são duras com as outras porque têm medo que abusem da boa vontade. Comportamento defensivo só pode ser um defeito na fabricação humana!
Você descobriu por que o homem não é bondoso?
A fome justifica a perda da ética. Mas fome de quê? Tem pouca gente querendo comida e muita gente com fome de carro importado, de casa com piscina, e isso não justifica em nada a maldade.
A peça já rodou quase 10 capitais. Sucesso total.
O espetáculo diverte e também deixa o público com a pulga atrás da orelha. Durante a apresentação escutamos risadas, poucos silêncios e algumas fungadas.
Os atores conversam com os espectadores antes do show. Qual o resultado?
Essa troca ajuda a derrubar a parede imaginária entre o palco e a plateia. Ao mesmo tempo, assusta porque aumenta o comprometimento com o público.
O filme O contador de histórias também aborda a bondade.
Estou mergulhada nessa busca. Contaremos a história real do pedagogo Roberto Carlos Ramos, considerado um dos melhores contadores de histórias do mundo. Ele era morador de rua e uma professora francesa decide adotá-lo.
Depois desta busca, você acredita na bondade do homem?
O poder da gentileza é maior do que o da truculência. Eu acredito. Por preguiça de negociar, as pessoas preferem recusar e caem na síndrome do “melhor não”. Meu trecho preferido da peça diz: “a maldade é espécie de incapacidade”.
Em detalhes, a noite em que o rei Roberto Carlos tornou-se bendito fruto entre 20 divas A coroação – No palco, o Rei cercado pelas súditas
“Eu preciso de um cardiologista. São muitas emoções”. Era 1h de ontem quando Roberto Carlos disse ao seu staff a frase síntese do estado de espírito pós-espetáculo Elas cantam Roberto, no qual 20 divas da música, e até do teatro, o homenagearam interpretando célebres canções do Rei, no Theatro Municipal de São Paulo, dentro do Projeto Itaú Brasil.
o humor de Hebe e Ivete
Sua majestade chegou ao Municipal às 16h de terça-feira. Foi direto para o camarim, onde a entrada era totalmente proibida a qualquer pessoa da produção – antes ou depois do show. Da família, acompanhava o Rei a filha Ana Paula. Uma hora depois, ele passou o som com a orquestra e voltou a se recolher.
Hebe Camargo saltou de sua Mercedes. Logo atrás, um segurança carregava uma caixa de três andares só com as joias da apresentadora: cascatas e cascatas de diamantes. Ela usou um vestido branco byMartha Medeiros. A mesma estilista assinou o look preto de Marília Pêra para a noite estelar.
O backstage foi uma festa, com tantas mulheres reunidas em torno de RC: Zizi e Luiza Possi, Mart'nália, Adriana Calcanhotto, Fafá de Belém, Paula Toller, Cláudia Leitte, Alcione, Fernanda Abreu, Ana Carolina, Marina Lima... e por aí vai.
Fafá de Belém vive fortes emoções
Hebe brincava o tempo todo de apertar as bochechas dele, enquanto Nana Caymmi falava gracinhas no ouvido de Roberto. As frases deviam ser deliciosas, porque o Rei disparou: “Nana, você não é fácil”. Em tempo: as 20 divas não receberam recomendação de usar esse ou aquele tom de cor perto de Roberto.
RC papeia com Monique Gardenberg, diretora do show, e a mãe, Sonia Gardenberg
Ivete Sangalo nem suspeitava da surpresa que RC lhe preparou. Como a cantora comemoraria 37 anos no dia seguinte, ele pediu à produção para encomendar um bolo de três andares. Brincalhona, ela disse: “Geeente, minhas amigas apareceram de surpresa para cantar Parabéns pra mim”. No palco, Veveta, antes de interpretar Os seus botões e Olha, disse à plateia: “Estou bonita, não estou? Vocês preferem o meu visual novo assim (e ficou de frente) ou assado (virou-se de lado e mostrou a barriguinha)?”.
toda a ternurinha de Wanderléa
E Roberto soltinho, soltinho dizia: “Que prazer rever vocês. Tramas, romances, comédias e paixão. Entrar e sair de ilusões durante 50 anos”. E mandou ver em Emoções. Minutos depois, Wanderléa, a bordo de seu indefectível vestidinho preto curtíssimo, marca registrada da ‘garota papo firme’, subiu ao palco. Eis que um fã de Wandeca, na plateia, levanta e entrega à musa um buquê de flores. Resultado: ela cantou Você vai ser o meu escândalo segurando o tempo todo o mimo.
Luiza e Zizi Possi: grande amor por Roberto
Daniela Mercury se preparava para cantar Se você pensa quando... o microfone falhou. Como uma lady, ela foi até o backstage por um minuto e retornou em seguida para dar continuidade.
a diva do teatro, Marília Pêra
Balanço final feito por Roberto Carlos: “Eu nunca pensei na minha vida que fosse viver uma noite como esta, com essas meninas incríveis cantando o que eu sempre cantei”. É, Rei... prepare mesmo o coração. Afinal, dia 11 de julho você vai estar, pela primeira vez, em um show solo, no Maracanã. Vão ser muitas emoções... E transmitidas pela TV para todo o mundo.
O assunto voltou a tona quando a Miss Califórnia, Carrie Prejean disse ser contra o casamento gay e em seguida, a Suprema Corte do ‘estado moderninho’ votou a favor da chamada Proposition 8, que torna ilegal o casamento de pessoas do mesmo sexo no estado. Na tarde desta quarta-feira, a comunidade GLBT , apoiada pela atriz Drew Barrymore saiu as ruas para protestar ao lado de Kelly Osbourne e Lance Bass, do N Sync, que também manifestaram apoio ao movimento.
“Eu sou o que sou por causa das pessoas que influenciaram meu crescimento e muitas delas eram gays. Ninguém tem o direito de dizer o que é que forma uma família. Você escolhe suas batalhas neste mundo. Se você luta por tudo, você dá a cara para bater. Isto significa tudo para mim”, discursou Drew.
Ao todo, a Califórnia realizou 18 mil casamentos homossexuais entre maio e novembro de 2008.
A excentrica Lady Gaga será a capa de junho da versão americana da Rolling Stone de junho. A cantora tida como a mais nova estrela da música pop mundial e conhecida por suas roupas extravagantes adotou um look mais ‘leve’ desta vez e aparecerá envolta em bolhas de sabão.
Na entrevista, como não poderia ser diferente, Gaga insinua, provoca e afirma:
"Eu acho que estou mudando o que as pessoas pensam que é sexy".
Avessa ao papel de “politicamente correto” , Lady Gaga adora uma polêmica e diz que também é muito diferente das outras ‘cantorazinhas perfeitas do pop’ e admite:
"A verdade é que meu lado 'mulher psicótica' realmente sai quando não estou trabalhando".
Ninguém duvida, já que está sempre fazendo barulho.
Meses depois de se envolver em um escândalo de agressão, Chris Brown resolveu que já era hora de abrir o coração e contar sua versão dos fatos. O rapper falou pela primeira vez sobre o episódio de agressão à sua ex-namorada, a cantora Rihanna, ocorrido em fevereiro deste ano.
Em vídeo, que já está publicado no YouTube, o cantor diz: "Eu não sou um monstro".
Pegando carona no ‘esclarecimento’, Brown, que está com a popularidade em baixa desde então, conta sobre seu novo disco, Graffiti e convoca o parceiro Bow Wow para dividir a telinha.
A outra ponta da história, Rihanna, tudo indica que já está em outra... De acordo com a imprensa internacional, depois de uma participação no clipe de Kanye West, os dois engataram um affair.
Já percebeu que a moda grunge está em alta? O estilo camisa de flanela, tachas e correntes ganhou releeitura sexy e democratizou o estilo que ficou popular primeiro entre os homens, mas logo ganhou espaço nos armários femininos.
Neste inverno a moda com atitude e sensualidade pode ser encontrada em peças em xadrez, meia calça preta, shorts jeans, peças punk rock, camisetas e muito preto, a cor que reina absoluta. Para completar, um make-up valorizando o olhar e nos pés, um salto com tachas.
Pronta para brilhar nos dias frios!
Ficou curiosa? Algumas dicas...
A LULU, apresenta peças moderníssimas e que remetem à moda underground, exemplo disso é a calça cigarrete de estampa de cobra.
A Equus Jeans sugere looks black total, produzidos com muitos acessórios, como as tachas.
A Nem, aposta no xadrez, impresso em camisas largas e de mangas compridas, lindas para serem usadas com meia calça arrastão e sapato Oxford.
Botas de cano alto e baixo vazadas, da empórionaka, ressaltam o estilo punk rock e transgressor que a moda sugere.
“Estamos fazendo um ‘assalto’, uma invasão ao sistema”, defendeu o cineasta Cacá Diegues, anteontem, no Cine Odeon, durante a cerimônia de formatura dos 229 alunos de Cinco Vezes Favela, Agora por Nós mesmos – projeto de Cacá e Renata Magalhães, da produtora Luz Mágica. Professora das oficinas de elenco, a atriz Camila Amado foi a mais ovacionada pelos formandos. “Sem oportunidade não existe democracia.
As chances têm de ser as mesmas para todos. É uma atitude de cidadania”, emendou Cacá. De olho na nova geração do cine BR, o cineasta Ruy Guerra arrancou aplausos emocionados da plateia. “A arte é o bilhete de identidade de um povo, é o seu espelho. Procuramos ser, no cinema, esse espelho, ainda que sujo e embaçado. O que se espera desses jovens cineastas é um cinema irreverente, crítico, até mal comportado. Capenga, mas vivo. Espero é que mostrem a cara, que sejam brasileiros em seu cinema”, aconselhou Ruy aos formandos. Bem na fita, as oficinas do projeto Cinco Vezes Favela... poderão se tornar permanentes a partir do ano que vem. “As conversas estão adiantadas com a RioFilme”, comemorou Renata durante o discurso de formatura, na Cinelândia. Perto de um final feliz, os alunos fizeram abaixo-assinado promovendo a ação.
O ano é da França no Brasil, mas a nação canarinho não deixa os franceses no vácuo e também faz bonito papel na terra de Charles de Gaulle. Literalmente. Integrante do coletivo mexicano Grupo Badulake, a atriz brazuca Adriana Martelli (à esquerda) participa do Encontro Internacional de Teatro de Papel de Epernay, na França, com início marcado para hoje. Ao lado de Julio Perea (foto), Adriana leva a solo tricolor espetáculo inspirado na canção Geni, de Chico Buarque, e ambientado entre arranha-céus em preto e branco que lembram Metrópolis, filme clássico de Fritz Lang. Pouco badalado por aqui, o teatro de papel consiste na interpretação de atores de verdade em meio a cenários de mentirinha feitos de... papel.
Retrato marginal – Mariana Ximenes e Bruno Safadi mergulham no universo violento da Baixada Fluminense, durante leitura do roteiro de ‘Éden’
Do Éden baiano de Jorge Amado ao inferno de Éden, bairro de São João de Meriti. Foi esse o percurso feito por Mariana Ximenes nas últimas 24 horas. A atriz veio de quatro meses de mergulho intenso nas filmagens do longa A morte e a morte de Quincas Berro d'Água, do diretor Sérgio Machado, na Bahia, direto para a realidade sangrenta do filme Éden, que se passa no bairro homônimo, incrustado na Baixada Fluminense, um dos locais mais marginalizados do país, onde estão os maiores índices de uso abusivo de drogas, ciminalidade e violência urbana.
“A protagonista, Karine (Mariana Ximenes), perde o irmão, assassinado por um traficante local. Querendo vingança, ela contrata um justiceiro para matar o bandido. Essa é a realidade crua de muitos que vivem na região”, dispara Bruno Safadi, diretor e roteirista do filme. E completa: “Em paralelo, Karine se aproxima do pastor Naldo, que tenta convertê-la. Ela se vê encurralada entre a religião e a vingança. Quero mostrar a força que a Igreja Evangélica tem dentro de uma comunidade violenta, em contraposição à presença tímida do Estado”.
A coluna acompanhou, anteontem, no Cine Glória, a leitura do roteiro do filme, que começa a ser rodado em dezembro. A sala estava um gelo e, assim que o elenco se sentou, alguém avisou que o ar já seria desligado. Mariana, em polvorosa, interveio: “Ah, não. Estou super encalorada!”. Bruno a interpelou: “De onde vem tanto calor, criatura?”. “Sempre fico nervosa no primeiro contato com o roteiro”, explicou a atriz.
O elenco caiu na gargalhada com a cena de sexo entre Karine e o justiceiro Gonzaga, interpretado por Dan Klabin: “Karine, chupa o meu dedão. Isso, agora o mindinho, vai!”, dizia Dan para Mariana. Os dois até repetiram a cena para se divertir mais um pouco.
O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer aderiu à moda das eco bags e em parceria com a LG Electronics lançou seu modelo que será distribuído em uma ação social e presenteará clientes da marca de eletrônicos que adquirirem um aparelho celular da marca. Cada uma das 60 mil sacolas distribuídas, reverterá em uma doação ao IBCC.
O elenco que aderiu a campanha na última semana foi composto por Daniel Dalcin, Ellen Roche, Juliana Boller e Sidney Sampaio que demonstraram que na hora de lutar contra o câncer, não é preciso só usar a camisa do alvo azul...
Quanto tempo um artista precisa para entregar uma canção? Amy Winehouse precisou de mais de um ano para apresentar um trabalho encomendado para o álbum-tributo a Quincy Jones. Como a inglesa nunca mostrou o trabalho para o produtor, acabou de fora do disco. A inglesa faria um dueto com Michael Jackson na estreia, como teria previsto o próprio Jones quando a convidou, no ano passado, durante os festejos pelos 90 anos de Nelson Mandela.
Isolada na ilha de Santa Lúcia, no Caribe, Amy deve ao público também o seu novo álbum, que ninguém nunca ouviu um single se quer. Além dos compromissos musicais, a cantora prometeu desenhar uma coleção inspirada em suas roupas para a grife PPQ... só não informou quando será!
Björk estampará a capa da revista Interview de junho/julho. Clicada por Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin, a cantora colocou na pauta o seu mais recente trabalho, o Voltaic, disco duplo que contém ainda dois DVD.
Outro dos assuntos tratados foram as observações sobre o mundo político, que foi tema central de muitas das novas canções, atitude que também se refletiu nas várias causas que a cantora abraçou no ano passado tanto na Islândia quanto no Tibete, além das causas ambientais defendidas por Björk.
A cantora promete também que depois de tanto trabalho, um novo disco só será lançado depois de 2011.
A comemoração do Ano da França no Brasil teve toque fashion na noite desta segunda-feira, no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Centro. Foi a abertura da exposição Yves Saint Laurent - Viagens Extraordinárias, que traz no acervo da exposição roupas criadas através das inspirações da cultura dos povos da África, Espanha, Ásia, Marrocos, Rússia e Índia, as chamadas "viagens extraordinárias", às vezes imaginárias, como confessou o companheiro Pierre Bergé.
Os salões do CCBB ficaram lotados de fãs do estilista que é considerado até hoje como ‘o pequeno príncipe da moda’, morto em 2008, aos 71 anos. Houve quem quebrasse o "protocolo" de não se fotografar peças de uma exposição e registrasse as preciosidades expostas. Com curadoria da Fundação Pierre Bergé-Yves Saint Laurent, a mostra traz mais de 300 looks e alguns traços da personalidade de Saint-Laurent, que identificava suas criações prediletas com um colar no pescoço da modelo com um pingente de coração e distribuía cartões de Natal ilustrados pelo próprio para as clientes VIPs.
A entrada do CCBB é gratuita e o público só terá até o dia 19 de julho para conferir as obras deste gênio do mundo fashion.
De folga do teatro, onde está em cartaz com a peça As cachorras quentes, Giane Albertoni passou a noite desta segunda-feira em São Paulo. De camisão branco, salto alto e uma bolsa na cor gelo, a top estava atenta as ordens do produtor César Fassina para que o resultado fosse perfeito.
A top fotografou para a nova campanha da marca de bolsas Chenson e foi clicada por Roger Engelmann no Hotel Unique. A campanha contará com outras beldades no catálogo ao lado das bolsas da temporada de primavera e verão!
Fundador do grupo Tá na Rua, o diretor que desconstruiu a barreira espectadores-atores, o mineiro Amir Haddad, foi homenageado sábado, na abertura oficial do Festival de Teatro das Agulhas Negras, em Quatis, no estado do Rio. Na ocasião, foi anunciado, por decreto municipal, o Prêmio Amir Haddad de Teatro. A partir de 2010, a mostra passa a ser competitiva, e a melhor montagem será contemplada com um novo troféu. “Eu não mereço ser nome de prêmio, mas já que virei, agradeço às pessoas que o receberem, por descobrirem quem sou”, sapecou Amir, ao ganhar homenagem e, em troca, recompensar a todos. “Vivi bastante para saber que nada é absolutamente importante. Isso evita o orgulho e a vaidade. Minha maior preocupação é a relação de afeto com as pessoas que me rodeiam e com o meu país. O teatro permite pensarmos em um Brasil melhor”, concluiu Amir.
A todo-poderosa editora da Vogue, Anna Wintour, deve pensar duas vezes antes de pisar em certos lugares. São Petersburgo, na Rússia, é um exemplo, onde a moda tira a “capa de lobo” e veste “pele de cordeiro”. A diabinha, fã inveterada de looks à base de pele animal, seria aniquilada se decidisse ter dado uma passadinha, anteontem, no evento batizado Defile.zoo fashion show, na gélida cidade russa. Tratou-se de um desfile criado por estilistas do país defensores de uma moda sem matança de animais em nome do luxo. Ao invés de bichinhos mortos sobre os ombros, animais vivos, como raposas e cobras, nos braços dos modelos. A natureza agradece. Em tempo: por falar em defesa dos animais, os integrantes da PETA, uma das principais ONGs do setor, já arregaçaram as mangas para ir à luta contra o superastro Michael Jackson. Dizem as más-línguas que papagaios e outros pássaros vão voar pelo palco do novo show.
Aos pés das exageradas paulistas, o Rio, mais uma vez colocando o pé no mundo. Esta semana, desembarca na única loja brasileira de Christian Louboutin, em São Paulo, a variante carioquice da sandália Mount Street (acima), criada especialmente pelo shoemaker francês para homenagear o país do qual é fã confesso e, claro, o Rio, que não saiu de sua cabeça desde que esteve por aqui, no mês passado. Ficha técnica, fashionistas: o modelo Mount Street Versão Carioca tem salto azul de 10 cm, tiras de cetim verde e pétalas de seda amarela. Detalhe: apenas 10 exemplares estarão disponíveis na loja paulista de Louboutin, no Shopping Iguatemi São Paulo. Valor? R$ 3.550.
Em processo de finalização, o documentário Raul Seixas, o início>, o meio e o fim promete reconstruir a vida do roqueiro baiano nas telas. Para o produtor e idealizador do projeto, Denis Feijão, a missão do longa é descobrir de onde vinha o enorme poder de comunicação do músico com a sua geração. “Hoje não consigo pensar em um artista que se comunica de forma tão profunda com os fãs. A música perdeu o caráter transgressor que tinha nos anos 60”, comenta Denis. O filme, realizado pela produtora AF Cinema, conta com 60 entrevistas de amigos de Raul Seixas (1945-1989), como Nelson Motta, Jerry Adriani, Marcelo Nova e Paulo Coelho, parceiro do Maluco Beleza na música Sociedade alternativa. Entre as cenas do filme dirigido por Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel, as aventuras do motoqueiro Raul e a reconstrução de um show antológico, de 1965, em Salvador. Em meio às raridades do baú do Raul, estão registros inéditos do cantor, aos nove anos, interpretando uma música do americano Little Richard e histórias tristes sobre o envolvimento do roqueiro com drogas. “Ele ficou cinco anos sem trabalho por causa do vício. Faltava aos shows e não tinha mais energia para compor”, relembra Denis.
Faça chuva ou faça sol e a barraquinha de tapioca que fica em frente ao Copacabana Palace marca o ponto e faz sucesso com cariocas e turistas que param no local para apreciar a iguaria nordestina. Sucesso garantido com fãs que sempre fazem plantão na porta do hotel para ver os famosos que lá se hospedam.
O governo russo preparou nesta segunda-feira em São Petersburgo, na Rússia, um festival para incentivar o casamento. O evento foi organizado para popularizar os valores familiares, a manutenção do casamento e das tradições, que segundo o governo russo, ficam de lado durante uma crise financeira mundial.
Mal chegou da Bahia, onde gravou Quincas Berro D’Água, Mariana Ximenes está longe de tirar férias, tanto que nesta segunda-feira a atriz participa da leitura do roteiro de Éden, ao lado de Dan Klabin e do diretor Bruno Safadi, no Rio de Janeiro.
Mariana interpretará Karine, uma moradora do bairro do Éden, em São João de Meriti, que perde seu irmão Wagner, único parente, assassinado e contrata um matador de aluguel para se vingar. Ao final da leitura, o público debate com a equipe do filme e da opinião sobre a narrativa, os temas abordados, podendo realmente influenciar no tratamento do roteiro e no seu resultado final, ou seja, o filme.
Na tevê, tudo indica que Mariana volte ao horário das 20h no segundo semestre de 2010.
O Google foi adicionado a mais uma lista de desafeto no show business. O ex-beatle Paul McCartney chiou e conseguiu que a rua onde mora, em Londres, fosse retirada dos registros da ferramenta Google Street View.
A casa no bairro chique de St John's Wood, ao norte da capital inglesa, foi comprada em 1965 por 40 mil libras. De acordo com o tabloide The Sun, o pedido foi feito pela equipe de segurança particular da rua e Paul teria usado como argumento a preocupação em saber que os usuários do Google poderiam ter uma visão de 360 graus de sua propriedade.
Pedido feito e atendido prontamente pelo Google. O privilégio foi estendido também para anônimos, que clicando em apenas um botão no site podem sumir do mapa virtualmente...
A multimarca Elkhero, em Ipanema, em parceria com a Converse All Star chamou o grafiteiro Trampo na última semana para deixar sua marca pelas paredes do espaço. Para animar, o Dj Dri Toscano ,da The Week, ficou responsável pelo som.
Skatista, acostumado com as ruas, o grafiteiro transpôs para a parede símbolos como o bom e tradicional All Star, os shapes e a arquitetura a que está acostumado. Nascido em Porto Alegre, Luís Flávio (o verdadeiro nome de Trampo) chegou ao Rio e faz parte da geração de novos artistas e já trabalhou com Os Gêmeos.
DJ Scarlett (Michelle Molon) e Jorge Espírito Santo
Domingo no Rio de Janeiro também é dia de agito e o Lounge 69 ferve ....
mesmo que seja em plena noite de outono, como aconteceu ontem, quando aconteceu a 2ª edição da festa Flash Victims .
Rita Guedes e Léo Marçal
A proposta da festa é unir o DJ convidado com o special guests de diversas áreas para mostrarem seu talento na hora de animar a pista. Para dar inicio a experiência, a DJ Scarlett assumiu as pick-ups e colocou o público para dançar.
Rafaela Fischer
Na seqüência, a dupla formada pelo diretor de programação do canal GNT Jorge Espírito Santo e a hostess queridinha da noite carioca, Clarisse Miranda, não deixou o ritmo parar.
Chris Prado, Renata Carvalho e Sergio Marone
Em seguida, foi a vez do ator Sérgio Marone, a dupla Pollyana Simões e Dani Barbi, também conquistarem a pista e pra encerrar a noite, o DJ convidado Gustavo Tatá.
Cláudia Gimenez foi acompanhada de um amigo
Karen Junqueira e Giovanna Ewbank
Gente bonita, inteligente e a boa música dominaram a noite e fizeram sucesso com o público presente.
Se, nos shows, ela mostra pegada rock n’ roll da pesada, Pitty prefere ares mais sensuais entre as paredes invisíveis da web, mas sem deixar de lado o pretinho básico (de couro). Por baixo das tattoos que exibe, a baiana assumiu, em ensaio fotográfico em seu site, o lado pin up à la Bettie Page (1923-2008). “A ideia surgiu quando Adrian Benedykt (fotógrafo) viu uma foto minha e sacou a influência fifties. Eu tinha acabado de cortar a franja clássica inspirada em Bettie”, conta Pitty.
Ponteiros de relógios? Não, brincos. Uma penteadeira? Não, pulseira. Ah, um banquinho! Que nada, anel. A designer de joias Lívia Canuto é a responsável pela brincadeira: trata-se de sua nova coleção, inspirada no poema A casa, de Vinicius de Moraes, e em exposição, mês que vem, na joalheria O Banquete, em Ipanema. “Criei objetos de uma casa de bonecas tortinha, onde não se pode morar”, explica a artista, representante de um estilo figurativo que foge aos padrões mais badalados do setor. “Muitos jovens designers querem ser cópias de Antonio Bernardo”, alfineta. Inspirada em temas do universo romântico e infantil, Lívia cria a própria assinatura. Além das novas peças, vai expor suas ideias, ao lecionar, também em junho, o curso Projetando a joia, no Atelier Mourão, em Ipanema.
Dia após dia, ao término das aulas do curso de Administração no Ibmec, o naturalista dava aquele pulinho esperto em uma casa de sucos para comer um sanduba caprichado. O tempo passou e a fome cotidiana pós maratona de aulas se transformou em desejo maior. Marcos Leta, 26 anos, agora graduado, enquadrou a gravata (literalmente) e abandonou a batida hardcore do mercado financeiro para fundar a Do Bem, empresa de sucos naturais que está completando dois anos. “Todo ritual que as pessoas fazem em casa, espremendo as frutas e adicionando água e açúcar, nós também fazemos, mas em escala maior. Levamos a casa de sucos para a caixinha”, define Marcos, defensor de uma espécie de “responsabilidade alternativa” no universo do trabalho. “Há como ser bom empreendedor sem usar terno e gravata”. Todos que entram para a Do Bem aposentam alguma peça ‘do mal’: camisas sociais, gravatas, blazers... No entanto, dispensar polpas e conservantes tem seu preço: o processo de produção chega a ser 20% mais oneroso. “Escolhemos safras de frutas selecionadas”, contra-argumenta o empresário, já com mais ideias frutíferas na mente: mate orgânico em caixinha, inspirado no chá gelado vendido na praia.
No Festival de Cannes, durante a divulgação de À deriva, filme de Heitor Dhalia, muitos acharam estranha a ausência, no tapete vermelho, de Monica Bellucci (abaixo), mulher do protagonista do longa, Vincent Cassel. Badalação vai, balaco vem, eis que ontem, último dia de festival, houve quem jurasse ter visto a italiana zanzando pela Croisette. Nada disso, minha gente. Tratava-se da francesa Isabelle Adjani (acima), 53 anos, quilinhos a mais e carinha idêntica à de Monica.
Editora todo-poderosa da ‘Vogue América’, Anna Wintour prega
que a revista tenha mais pé no chão, mas acha digno um vestido de
lantejoulas custar US$ 1 mil
Em entrevista ao programa 60 Minutes, exibido semana passada pela rede CBS, a editrix da Vogue América, Anna Wintour, versão carne e osso que deu origem ao filme O diabo veste Prada, botou para ferver ao admitir que, no lugar da etiqueta-título, esquenta mesmo o sangue debaixo de pesados casacos de
pele. “Hoje é tão fácil andar com segurança e, ao mesmo tempo, com
peles. Não vou deixar de usá-los”, queimou a língua Anna, alvo constante dos ativistas da Peta. A respeito de pintar o diabo no quesito Photoshop nas capas da revista, a editora endiabrada
confessou não ver ru(s)gas na dedicação ardente de transformar pessoas poderosas em seres esteticamente mais evoluídos, citando uma Hillary Clinton diabolicamente retocada em computador na capa da Vogue, em 1998. “Fazer com que alguém pareça fantástico não o torna menos importante, menos poderoso ou menos honesto”, rebateu a über editora, admitindo, na sequência, ter oferecido uma “gentil sugestão” a Oprah Winfrey ao sugerir à apresentadora que perdesse 10 quilos, se quisesse ser a cover lady da publicação. Resta saber agora como Anna enfrentará as chamas dos súditos
leitores de Minnesota. Com o diabo no corpo, ao final da entrevista, ela chamou de “pequenas residências móveis” os moradores do maior estado da região centro-oeste dos Estados Unidos, ao exemplificar o aumento considerável da obesidade entre os americanos.
Ele frequentou as mesmas aulas de teatro no Tablado que Marcelo Adnet, Mateus Solano e Fernando Caruso. Mas decidiu subir aos palcos para cantar. Apesar de não ter seguido o caminho do teatro,
Mariano Marovatto, 27 anos, não abandonou a verve artística e cercou-se de companhias que não desafinam. “A nova cena musical carioca passou aqui em casa”, brinca o rapaz, referindo-se à gravação de Aquele amor não me fale, seu primeiro disco, produzido inteiramente no estúdio de casa, no Leblon, e com
lançamento previsto para o segundo semestre. Para as nove canções do álbum, singelas 30 participações. E de gente boa, diga-se de passagem: Banda Cê (Pedro Sá, Ricardo Dias Gomes e Marcelo Callado), Bruno Medina e Gabriel Bubu (Los Hermanos), Moreno Veloso e Davi Moraes, entre outros, sem contar com a canja da
namorada, a poetisa Alice Sant‘Anna, em duas músicas. Na produção? “Meu amigo de infância, Jonas Sá”. As companhias de
responsa foram administradas azeitadamente por Mariano, que bebe de fontes tão variadas quanto os parceiros. “Só não tenho um LP do José Augusto, que eu adoro. Mas minha base vem mesmo de
Caetano Veloso e Beatles”, conta Mariano.
Não só nos desfiles da Victoria’s Secret você pode ver a belíssima Ana Beatriz Barros de calcinha e sutiã. A top foi clicada, em um clima super sexy,para a campanha da Animale Intimates, nova linha
de lingeries da grife carioca. “Sou vidrada no fetiche da lingerie. Gosto das mais poderosas, mas têm de ser confortáveis”, confessa Ana Beatriz. Eleita uma das mulheres mais sexies do planeta (segundo o site models.com), ela está com tudo. Integrará o Calendário Pirelli 2010, fotografado, na Bahia, pelo americano Terry Richardson ("Me senti muito segura, a nudez era só um detalhe"), e
se prepara para desfilar na SP Fashion Week, em junho, com exclusividade para a Animale.
UM TOUR PELOS MICOS DE BRITNEY SPEARS NA TEMPORADA DE SHOWS PELA AMÉRICA DO NORTE
O picadeiro das bizarrices não baixou a lona e Britney Spears,
aos 27 anos, voltou com tudo à boca do povo, este ano, com o
lançamento da turnê de seu mais recente disco, Circus. E, veja
só, com o encerramento da série de shows na América do
Norte, semana passada, dá para montar uma listinha com
novas gafes protagonizadas por Britney. Detalhe: ela está na
Europa, com a segunda parte de sua turnê, ou seja, mais
performances maravilhosas à vista. Mas, por enquanto,
respeitável público, fiquemos com os micos que já se
apresentaram no circo da popstar.
Louisiana Terça-feira, dia 3/3 – Em Nova Orleans, surge o primeiro indício de playback na nova turnê de Britney. Segundo o jornal The Sun, a loura teria cantado apenas uma canção durante o
show: X factor. Em compensação, trocou de figurino ‘apenas’ 15 vezes.
Geórgia Quinta-feira, dia 5/3 – Todo mundo reclamou das
gordurinhas da princesinha pop durante os shows. Mas, em
apresentação em Atlanta, foram os seios da cantora que escaparam. E mais: Britney continuou o número, como se nada estivesse fora dos... eixos.
Flórida Domingo, dia 8/3 – Nos bastidores de uma apresentação em Tampa, Britney reclamou do figurino apertado: “Minha vagina está para fora”, esbravejou. Detalhe: o microfone da loura ainda estava ligado, ou seja, as 20 mil pessoas
presentes escutaram tu-di-nho.
Washington D.C Terça-feira, dia 24/3 – Se Britney argumentasse a proximidade com a Páscoa,tudo bem. Mas alguém sabe o motivo para a cantora ter desejado um empolgado ‘Feliz
Natal!’ ao público presente no show realizado na capital dos Estados Unidos?
Oklahoma Segunda-feira, dia 6/4 – Por motivo completamente
desconhecido, Britney fez um gesto obsceno para o público, durante show na cidade de Edmond. Qual? Bem, aí vai uma dica. Para reproduzir, basta apenas um dedinho: o pai-de-todos.
Vancouver (Canáda) Quinta-feira, dia 9/4 – Ao final do show, Britney dá um conselho à plateia: “Obrigado, Vancouver. Vocês são maravilhosos. Dirijam com segurança. E não fumem maconha!”. Por conta da fumaceira durante a apresentação, a loura quase desistiu de cantar.
Califórnia Domingo, dia 26/4 – Nem toda animação de Britney em trajes militares, no show realizado na cidade de Anaheim, foi capaz de impedir que o público percebesse a cordinha do absorvente
escapando de seu maiô verde-bandeira.
Connecticut Sábado, dia 2/5 – Nem mesmo a fantasia de policial da mocinha intimidou o fã desesperado Kyle King, que
subiu ao palco. Apavorada, Britney começou a gritar e fugir do rapaz. Resultado? Todo mundo percebeu que a cantora fazia um vergonhoso playback.
Responda rápido: Chapeuzinho Vermelho ou Lobo Mau? A cantora Luiza Possi escolheu a segunda opção. Em Vou adiante, seu novo viodeoclipe gravado em Los Angeles, a fera é apaixonada pela mocinha, mas não tem coragem de se aproximar. Chapeuzinho é que corre atrás do lobo. “Eu estava cansada daqueles clipes caretas. Cheguei a vetar várias sugestões no estilo ‘filmagem de show’”, conta Luiza. A cantora nunca tinha atuado em um clipe e a inversão da história simboliza os novos tempos: “Hoje, os papéis de homem e mulher não são definidos. Fui criada por uma mulher solteira e de personalidade forte, aprendi a ser assim. Acho que essa independência ainda assusta os homens, ou melhor, os lobos maus”, diz.
A superprodução dirigida por Thiago Gadelha e o americano Blake Barrie – mesma dobradinha da série de TV Small bits of hapiness – exigiu16 horas de gravações ininterruptas. A cantora se empolgou tanto que gravará um CD com o produtor americano Gonzales, que participou do disco da Fiest. Na hora de falar sobre o lobo mau da pirataria, Luiza fica séria: “É um absurdo aqui, no Brasil, as pessoas não pagarem pelas músicas que baixam da internet”.
João Brasil atendeu, quinta-feira, ao telefonema da coluna em meio a uma enorme barulheira: “Acabei de casar e estou no meio da festa, sentado num sofá com 60 pessoas”, explicou o músico do hit Baranga e muitos mash-ups que fazem sucesso no under ground carioca. Tudo bem João, a gente te perdoa, mas só se você contar os próximos passos. “Toco na festa Dancing Cheetah, no Lounge 69, em Ipanema, todo domingo, até junho. Também estou trabalhando nas músicas do meu terceiro álbum, Tropical Baile Tech. No resto do tempo, vou curtir minha mulher”, contou feliz. É bom os fãs correrem para aproveitar enquanto João está em terras nacionais, porque em agosto ele se muda de mala e cuia (e esposa, Silvia Vaz) para Londres. O hit maker vai ficar um ano na Inglaterra, onde fará mestrado em design de mídia interativa. “Esse curso vai me ajudar a construir uma linguagem visual para os shows”, diz o músico. Agora é só esperar 365 dias para conferir as experimentações de João em palcos brasileiros.
Rockabillies da King55, Amauri e Carol Caliman apostam na criação de peças manuais e no uso de matérias-primas sustentáveis sob o selo da marca que reutiliza a água da chuva para a lavagem e tingimento de calças e t-shirts. Recentemente, a grife lançou a primeira coleção de camisetas sustentáveis produzidas com fios de garrafa pet recicladas. “Também não utilizamos componentes
químicos que possam ser nocivos à natureza e nem matéria-prima
de origem animal, como couro, seda e lã”, diz Amauri. Criada com a
proposta de injetar mais criatividade ao mercado de moda jovem, a
grife promove a consciência ambiental na utilização de produtos
sem componentes químicos que possam ser nocivos ao meio
ambiente. “A maior preocupação é a de manter o DNA da marca e,
ao mesmo tempo, criar alternativas que preservem a natureza e os
animais”, explica Carol, vegan e baterista de uma banda de rock.
Muita badalação, muito tapete vermelho, mas nem todo mundo cobiça a Palma de Ouro. Há quem fique feliz por pisar em Cannes e voltar do Sul da França com bons negócios fechados na bagagem. Caso de Emilio Gallo: o diretor, na Croisette para divulgar seu mais recente filme, Esse homem vai morre, não só registrou em imagens – “Ang Lee é uma simpatia só” – a passagem pelo festival como também já construiu os degraus para a escalada de um próximo longa. “Acertei a produção de A fruta e a flor, história de amor ambientada em plena época fervilhante da Coluna Prestes”, conta Emilio, que também nos mostra quem bombou mais na tradicional disputa por ingressos. “Os convites para os novos filmes do Almodóvar e do Lars Von Trier acabaram em um piscar de olhos”.
Diz o ditado que ‘“filho de peixe, peixinho é” e os de Britney Spears herdaram da mamãe os genes “bagunceiros”... Os pequenos Sean Preston, 3, e Jayden James, 2, são acusados de promoveram ‘todos os tipos de danos’ a uma suíte de hotel, em Connecticut.
Os meninos que estavam acompanhados pela mãe em um quarto com diária de U$ 2 mil por dia, são apontados como responsáveis por ‘quebrar um vaso caro na sala de estar, rasgar as cortinas de seda e riscar as paredes do quarto com giz de cera’.
E não parou por ai, de acordo com os funcionários do hotel, um dos meninos incomodou os outros hóspedes ao ‘fazer suas necessidades dentro da piscina’.
Os fãs dos vídeos que mostram a pequena Maísa chorando e gritando no palco do Programa Sílvio Santos já se preparam para este domingo conferir a reação da menina em um encontro com José Mojica Marins, o Zé do Caixão.
A menina que completa sete anos nesta sexta-feira já se assustou duas vezes neste mês por outras atrações do programa, deixando o palco em direção aos bastidores, o que já resultou em uma investigação do Ministério Público.
Será que o presente do “patrão Sílvio” será não esbarrar com Zé do Caixão? Ou será que Maísa sairá do ar? Ou ainda, o encontro não acontecerá?
Durante o Bossa Nova Festival, realizado no Club de Jazz de Birland, em NY, Emilio Santiago ficou mais conhecido pela crítica americana como o Nat King Cole do Brasil. Acompanhado de banda e Dori Caymmi, o cantor foi alvo de críticas de Stephen Holden, no New York Times e de Ernest Barteldes, no conceituado portal All About Jazz, destinado aos amantes do ritmo.
“ A comparação que remete não só às qualidades vocais mas também à reputação deles de transformar baladas em genuínos clássicos”, diz Sthepen.
Com repertório de clássicos da bossa nova e da música popular brasileira, Emilio e Dori além dos aplausos foram apontados como duas redescobertas.
“O Festival deste ano foi uma grande oportunidade de redescobrir esses dois músicos fabulosos, que raramente tocam em Nova York e também redescobrir, e em grande forma, as mais belas melodias jamais compostas.”
Paris Hilton perdeu seu Blackberry nesta madrugada enquanto dançava em uma boate, em Cannes.
“É a pior coisa que poderia ter acontecido. Lá estão todos os meus contatos e a última coisa que quero é que ele vá parar nas mãos erradas”.
O medo da socialite é que a pessoa que encontrou ou roubou o aparelho tenha a mesma finalidade que o “larápio” que encontrou o celular de Paris, em 2005, fez: divulgar toda sua preciosa lista de contatos VIPs.
“Não sei onde nem quando o perdi, mas tenho de encontrá-lo”.
Então está dada a largada para a caça ao Blackberry perdido em Cannes.
Um encontro animado entre Fernanda Venturini e Lavínia Vlask aconteceu na noite desta quinta-feira durante o lançamento da coleção de inverno da Effi Baby e Kids, no Leblon.
Fernanda que está grávida de quatro meses espera uma menina, que já recebeu o nome de Vitória. Enquanto o marido, o treinador Bernardinho viaja, Fernanda prepara o quarto do segundo bebê do casal.
Já Lavínia Vlask , de férias da tevê, aproveitou para trocar experiências com Fernanda e fazer compras para o pequeno Felipe, de quatro meses.
“O espaço do humor, na TV, é muito masculino. Mulher só entra se for gostosa e topar ficar pelada”, dispara Daniella Giusti, a divertida Dani Calabresa, distante do estereótipo “gostosona que se faz de burra”, que arranca gargalhadas da audiência da MTV há um ano. Mas, quem estava cansado de ver mulheres seminuas e nada
engraçadas em programas humorísticos, pode levantar as mãos para o céu e agradecer ao santo padroeiro das piadas. Ela estreia, amanhã, um novo programa de esquetes humorísticos na emissora, o Furfles, em dobradinha com o namorado, Marcelo Adnet. Dani se assume como uma moleca, que adora falar palavrão: “Os meninos têm autorização para serem engraçados, para as meninas fica feio. Elas não querem ser comediantes porque têm
vergonha de exporem-se ao ridículo e comediante não pode ter vergonha”, diz. Prova de sua desinibição é o apelido, nada ladylike. Ele surgiu quando a atriz trabalhava como monitora infantil em uma colônia de férias. “As crianças descobriram que a minha família é de origem italiana, então me deram um nome de pizza”, diverte-se. Além do programa novo e do Furo MTV, que
ela faz com Bento Ribeiro, ainda está rodando o país com o espetáculo de stand-up comedy Comédia ao vivo e faz um alerta: “É preciso tomar cuidado com essa moda de stand-up, ou a fórmula vai se esgotar. Tem muito ator que pensa que é só subir ao palco e falar m... Aí o show fica uma m...”.
Assim que lançado na web, o hit Just do it recebia, em média, menos de mil acessos diários. Foi só o astro Kanye West indicar, em seu blog, o link do vídeo para o número de visualizações triplicar. Claudinha e Caca V (foto acima), respectivamente baterista e vocalista da banda Copacabana Club, se assustaram com a repercussão. “No dia seguinte, encontramos o vídeo em mais de trinta blogs pelo resto do mundo, como Espanha e Dinamarca”, conta Caca. Apesar do nome com sotaque carioca, o CC
é curitibano da gema. Se bem que, hoje, as duas mocinhas vão invadir nossa praia: elas serão DJs da festa MOIST, no Lounge 69, em Ipanema. Aliás, sobre as pistas da cidade, Caca faz considerações positivas. “No Rio, a pista é mais eclética. Todo mundo curte um pouco de tudo. O som não é tão segmentado como em São Paulo”.
Sócios da O2 Filmes, Andrea Barata Ribeiro e Paulo Morelli, + a produtora Bel Berlink ofereceram jantar na Croisette, anteontem à noite, para o elenco (acima) de À deriva, de Heitor Dhalia, longa incluído na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes. O encontro aconteceu à beira-mar, no elegante restaurante Fred l’Écailler, com as presenças do francês Vincent Cassel, ao lado de Monica Bellucci, Debora Bloch, Cauã Reymond, Grazi Massafera e a jovem estreante Laura Neiva, protagonista do filme. De sobremesa, a saborosa notícia: a dupla de ataque Barata e Berlink, através da produtora brasileira, passa a ser a única no país a emplacar por três
anos consecutivos um longa em Cannes.
Depois de arrebatar crítica e público, ano passado, com o álbum Onde brilhem os olhos seus, Fernanda Takai agigantou com imagens, semana passada, toda excelência da obra, uma visita a canções consagradas por Nara Leão. A mineira escolheu o Teatro Municipal de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, para gravação do DVD de seu primeiro disco solo. Lançado pela Deckdisc, o registro chega às lojas (e onde brilhem nossos olhos) no segundo semestre.
Se você der uma olhada na foto aqui ao lado provavelmente vai se lembrar de Maria Antonieta, longa dirigido por Sofia Coppola, vencedor do Oscar de Melhor Figurino, em 2007. E, pode acreditar, não será mera coincidência. Quem conferiu, ao som de bandas como Strokes e Air, as estripulias da rainha maluquinha interpretada pela atriz Kirsten Dunst poderá mergulhar novamente na vibe ‘rococó pós-moderno’ da produção, agora nos novos filmetes de divulgação da Smirnoff. O motivo do (delicioso) repeteco? Quem assina o vídeo é Lance Acord, diretor de fotografia parceiro de Sofia em Encontros e desencontros e no belo filme sobre a rainha mais polêmica da História da França. “A ideia é mostrar uma festa em uma floresta com personagens do século 18, entre eles príncipes, plebeus e até a própria Maria Antonieta”, conta Lance, que teve o apoio de Cecília Macedo, da CAPA Management, no make up da campanha. Na falta do Palácio de Versalhes, uma solução verdejante para a gravação. “Utilizamos o parque ecológico da cidade de Cabreúva para ambientar a festa”, finaliza o diretor.
Ao som de Strange fruit, canção incluída no próximo CD de jazz que grava, Elza Soares, a maravilhosa, posou no início da semana, em um estúdio de Santa Teresa, para as lentes favoritas de Nana Moraes, em ensaio para lá de elzístico da revista Cláudia. Em foco, pernas de fora, cabelo black power e pose de diva, que tirou do armário modelito vintage by Dener para os cliques. À vontade, pós-sessão, Elza pediu a seu assessor que ligasse para a Playboy e perguntasse se o convite feito anos a fio para ser clicada como veio ao mundo ainda estava de pé. De imediato, indicou o nome de Nana, que, prontamente, disse ‘sim’, para assinar as fotos da edição histórica da revista.
A passagem de Jesus Luz pelo Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira incluiu um animado encontro do modelo com as joalheiras Lea e Ester Nigri. No fim do encontro, Jesus recebeu uma joia de presente.
Jesus o tempo todo se mostrou muito interessado na Cabala, e escutou atentamente o significado das joias escolhidas por ele. Uma das peças escolhidas "Hamsa" que tem o significado de "dar e receber e proteção", já foi no pescoço do modelo. Essas joias, feitas em Jerusalém por rabino cabalista, são vendidas exclusivamente pela dupla. O menino tá podendo...
Mesmo que os holofotes estejam voltados para os astros do cinema, a socialite Paris Hilton não fica longe dos flashes. De passagem por Cannes, onde já foi clicada sem calcinha esta semana, Paris se prepara para ter sua vida ”real”, aquela que diz ninguém conhecer, mostrada para o mundo. Trata-se do documentário Paris, Not France gravado pela MTV americana ao redor do mundo.
“As pessoas me vêem como uma Barbie de vida perfeita. Uma fantasia”.
Na tela, amigos, parentes e pessoas que conhecem uma personalidade que vai além das festas, quem viu de perto o quanto Paris que se sentiu humilhada por ter um vídeo caseiro exposto pela web e de sua passagem pela cadeia.
“É a coisa mais íntima que você pode fazer, e o mundo inteiro está vendo e rindo de você. Não foi isso que eu sonhei, quando era criança. Sempre tive como modelo pessoas como a princesa Diana, e agora sei que jamais poderei ser como ela”.
A próxima aventura marcada na agenda de Paris é a segunda temporada do programa Paris Hilton's My New BFF. A primeira eleita não ocupou por muito tempo a vaga...
Falaram primeiro que ela estava grávida, depois que voltou a sofrer de depressão e até que se cortava para amenizar a dor, mas Angelina Jolie desmentiu tudo há poucos instantes quando chegou à estreia de Inglorious basterds acompanhando Brad Pitt. A atriz que ontem promoveu um jantar de confraternização do elenco tinha participado horas de uma audiência em uma CPI, em Haia, tem pela frente um novo boato para desmentir.
De acordo com jornais europeus, o escritor Andrew Morton publicará em breve uma biografia não-autorizada sobre Angelina Jolie, na qual revelará vários segredos sobre a vida privada da atriz. No livro, além de contar detalhes de uma relação de Angelina com um ex-namorado da própria mãe, Morton afirma que Jolie traiu o marido com uma mulher “estrela do rock”. Para quem não sabe, o escritor é responsável pelas biografias de princesa Diana e do ator Tom Cruise. Entre os ‘impropérios’ escritos por Morton está a hipótese de que a pequena Suri não é filha biológica de Tom Cruise.
Usando Pool da cabeça aos pés, o cantor Seu Jorge foi apresentado ontem pela magazine Riachuelo como o garoto-propaganda da marca que foi um ícone querido dos anos 80. A apresentação realizada em um dos salões do Museu de Arte Moderna, em São Paulo, contou com a presença do presidente da Riachuelo, Flávio Rocha que enfatizou o histórico da grife e contou planos para essa nova fase.
Declaradamente “fiel” a marca, Seu Jorge fechou contrato de um ano com a marca, estrelando campanhas e catálogos, como a que será veiculada a partir da próxima quarta-feira dando inicio a campanha do Dia dos Namorados.
"Esse é o verdadeiro retorno de Jedi", brincou Seu Jorge que para completar o evento deu uma palhinha das canções Mina do Condomínio e Burguesinha.
Desmentindo todo os boatos de separação, Angelina Jolie e Brad Pitt expandiram a ideia de um jantar intimista e receberam 60 amigos da equipe de Inglorious basterds na noite de ontem. O encontro aconteceu no restaurante Michelangelo e durou até a madrugada, tudo muito animado por vinho Dom Perignon. Brad e Angelina são presenças confirmadas para o tapete vermelho de mais tarde.
Quentin posa com Melaine Laurent e Dianne Krueger
Hoje pela manhã, o elenco teve um divertido encontro durante a coletiva de imprensa. Entre as muitas declarações, Brad confessou que ainda não viu Inglorious pronto e que aceitou o papel no longa quando leu o roteiro.
“Projetos como este não se encontram todos os dias".
Quentin Tarantino, por sua vez também não deixou de elogiar o galã.
"Mas para mim o importante é a personagem. Se um dia criar outro que seja perfeito para ele, nossa colaboração continuará", declarou o cineasta.
A alemã Dianne Krueger e Brad
Com um elenco de estrelas dos quatro cantos do mundo, foi a oportunidade do cineasta esclarecer a ideia de que os filmes são para defender uma visão americanizada da Segunda Guerra Mundial.
“Não sou um cineasta americano. Faço filmes para o planeta Terra”.
Prova disso que a maior parte dos diálogos acontece em alemão e francês.
Na noite da 11ª edição do Prêmio de TV Contigo!, realizada no Golden Room do Copacabana Palace, anteontem, Globo e Record disputaram, palmo a palmo, as 14 categorias. Com 11 indicações e oito troféus, A Favorita foi desfalcada pelo elenco feminino. De Patrícia Pillar (ganhadora do prêmio de Melhor Atriz) a Glória Menezes, indicada como Melhor Atriz Coadjuvante. Cauã Reymond, o Melhor Ator, subiu ao palco ao lado de João Emanuel Carneiro (Melhor Novela e Autor). Ganhador da categoria Coadjuvante, Alexandre Nero agradeceu o troféu: “Consegui me destacar sem precisar cuspir em ninguém na novela”.
Homenageado do ano, Lima Duarte arrancou gargalhadas da plateia quando contou sobre a sua primeira experiência com uma mulher em São Paulo, quando ele morava em um prostíbulo.
A coluna conversou com atores que trocaram o prestígio da emissora carioca por altos salários e papéis de destaque na concorrente. Protagonista de Chamas da vida, Juliana Silveira participou, na Globo, de Malhação. “A estrutura era grande, mas o tratamento não muda quando se está em uma nova emissora. Arrisquei e estou feliz”, disse. Já Antônio Pitanga garante: “Sou livre e vou aonde o trabalho chamar. Ajudei a fundar a Globo, mas da mesma maneira que passei por lá, passarei por outras tantas”. Intérprete do gay Orlandinho, em A favorita, Iran Malfitano teve o passe comprado recentemente. “A Globo entendeu que sou profissional e tenho contas a pagar”.
Grazi Massafera e Cauã Reymond deixaram rapidamente o Copa. Ao invés de uma festança para o Melhor Ator, o casal saiu de fininho, porque tinha de embarcar cedo para Cannes. Marcarão presença no red carpet de À Deriva.
Beatriz Faria, filha do sambista e eterno portelense Paulinho da Viola, estreia como cantora hoje, no CCBB, em show que faz parte da série Alô Alô Carmen Miranda, em comemoração ao centenário da Pequena Notável. No repertório do espetáculo, que ela faz com o partner Marcos Sacramento (foto), Aquarela do Brasil, Mamãe eu quero e South American Way. Beatriz conta que foi seu pai quem lhe apresentou a música da cantora portuguesa: “Meu primeiro contato foi com uma fantasia de carnaval da Carmen Miranda. Perguntei para o meu pai de quem se tratava e ele me mostrou vários discos. Me apaixonei”.
Uma é chamada de ‘rainha’. A outra, no entanto, não fica atrás na nobreza e é conhecida pela alcunha de ‘lady’. Mas, para o blogueiro e jornalista Phelipe Cruz (www.papelpop.com), as louras dividem o cetro em fotomontagem gaiata que reúne uma imagem de Xuxa (abaixo) sobreposta à carinha de Lady GaGa, cantora pop americana mais hypada do momento. Pensando bem, melhor que as semelhanças parem nas feições: com certeza a incansável rainha não gostaria que baixinhos escutassem os versos tresloucados da lady moderninha, como no sucesso Just dance.
Por mais problemas que o carioca enfrente no dia-a-dia (cá entre nós, comuns a toda metrópole), nosso povo ama a cidade. Há quem borde até na roupa esse chamego todo. A partir dessa ideia de caso de amor com o Rio, Mirna Ferraz, estilista da grife Alice Disse, preparou cartela de estampas para lá de fofas. “Elas são inspiradas no kawaii (quer dizer fofo, em japonês). No Japão, até os sinais de pedestre têm essas carinhas”, conta Mirna, sem medo de costurar tanto açúcar e afeto em um clima meio infantiloide. “Nossas clientes são da minha geração, mais de 30 anos. Talvez as adolescentes até queiram usar as peças, mas não têm como gastar o dinheiro da mesada e pedem para a tia comprar”.
Diz a velha lenda que os paulistanos sabem fazer festas melhor do que ninguém. Mas tem um carioca lutando para dar fim a essa teoria. Marcelo Alves, diretor de eventos da empresa Adma, tem se destacado no cenário noturno carioca com festas badaladas e em diferentes estilos. Dos balacos repletos de mulheres popozudas, como a festa de uma famosa revista masculina, passando pelos agitados camarotes na Marquês de Sapucaí, Marcelo tem provado que não é mais preciso importar profissionais da terra da garoa. Ontem, ele organizou o Prêmio Contigo! de Televisão, no Copacabana Palace, e enumerou para a coluna algumas situações comuns e que se tornaram o termômetro da festa carioca:
1) “O programa Pânico na TV à porta de um evento é certeza de que a festa vai bombar, apesar de ser um pesadelo para os convidados”.
2) “As carteiradas são as mais absurdas. Aparecem de jornalistas a policiais com carteiras falsas”.
3) “Proliferam as tentativas de suborno aos garçons. Convidados oferecem cerca de R$ 50 para terem exclusividade no serviço. Os garçons, cordialmente, recusam”.
4) “É enorme o número de homens comprometidos que fogem das câmeras de TV e correm para o banheiro”.
“A pessoa não precisa usar Rocawear dos pés à cabeça para mostrar que gosta da marca. Quero que os cariocas a sigam e vejam a grife como lifestyle, não só como uma etiqueta de moda”, fetichiza o rapper americanoo Jay-Z sobre a chegada em solo brasileiro da Rocawear, marca de urbanwear nº1 nos EUA do músico e marido de Beyoncé, que desembarca no Brasil, com festa de lançamento hoje no Londra. A compra da fashion label pelo Iconix, grupo norte-americano de gestão de marcas, não mudou o envolvimento direto de Jay-Z, que continua por trás do direcionamento global de produtos e das ações de marketing.
Britney Spears é a rainha dos playbacks e isto é fato de longa data, mas o título de ‘princesinha do pop’ a credenciou para que a cantora participe no fim de semana de mais um episódio do reality show American Idol.
A cantora estará ao lado de outros astros do pop em um episódio que vem sendo tratado como “Extra” pela Fox. Estão previstas as participações ainda de Lionel Richie, Carlos Santana, Queen Latifah, Black Eyed Peas, entre outros.
Britney que está no auge da imprensa internacional depois que seus gastos anuais e foram divulgados. Resta saber se a cantora pedirá um cachê para participar do programa.
Sabe como é... cobrir um rombo de U$ 10 milhões não é fácil.
Antes do red carpet em Cannes promover um desfile de moda durante o lançamento do longa Inglorious Basterds, de Quentin Tarantino, caiu na rede algumas fotos da produção que marca o retorno do cineasta sete anos depois de Kill Bill.
A história que se passa na década de 40 durante a Segunda Guerra Mundial traz no elenco Brad Pitt como protagonista, Rod Taylor e Cloris Leachman, Mike Myers e B.J. Novak e Samuel L. Jackson como narrador. Nos papéis de musas estão a jovem francesa Léa Seydoux e a chinesa Meggie Cheung.
Pela época retratada, o figurino da época não deixou o glamour de lado e apostou em looks com áurea da época de ouro de Hollywood, alfaiataria e ombros marcados. Apesar do filme só chegar aos cinemas brasileiros em outubro, Quentin Tarantino já contou que possui um roteiro contando o antes de Inglorious Basterds, o que daria origem a um prólogo.
O cantor John Mayer foi visto neste domingo com a camisa cheia de marcas. Mas engana-se quem pensa que eram as marcas do amor entre o músico e a ex-namorada, Jennifer Aniston.
Como surgiu, ninguém viu, mas o cantor apareceu com a t-shirt e o rosto cobertos de beijos de batom depois de sair de uma casa noturna. A reação de John? Primeiro fez cara de poucos amigos e em seguida fez pose de conquistador...
“Estava me sentindo sufocado. Não tenho perfil de Mickey Mouse. Sou um estilista mais empreendedor do que executivo”, desabafou à coluna, ontem, Amir Slama(acima), após anunciar que se desligou da direção cria tiva da Rosa Chá, grife que vendeu ao
grupo Marisol, em 2006. No mês passado, Tufi Duek foi o primeiro a se desligar da própria marca, a Forum. Agora, foi Amir. E ele será substituído por Alexandre Herchcovitch (segunda foto). “Minha situação era confortável, mas estava ficando irritado, porque sem alma não sou ninguém”, acrescenta Amir, que já trabalha no business plan para a criação de uma nova marca, a Amir Slama. Paralelamente, toca os empreendimentos como sócio de restaurantes e casas noturnas em SP.
O cantor-ator Dado Dolabella, famoso por suas declarações
e ações polêmicas, postou, sábado, em seu blog, fotos nas quais aparece vestido tal qual uma mulher, clicadas no backstage do programa humorístico Louca família. Ele, que será pai e pretende se casar com Viviane Sarahyba, mãe do bebê, diz que “deu um certo medo” quando viu que estava fazendo tudo isso (trabalho + filho) ao mesmo tempo.
Para muitos, ela é símbolo de elegância e personalidade no enquadramento da mesmice que domina o cinema comercial. No entanto, surgem, agora, mais duas opções, se você quiser brincar com o look da atriz britânica Tilda Swinton (foto), que está em Cannes. O visual fashion albino apresentado por Tilda nesta edição do festival mais cool do cinema mundial, segundo
alguns, lembra o do assustador Silas (foto do meio), personagem de
Paul Bettany, em O código Da Vinci. Repare só. Já os mais
fofinhos estão comparando a atriz ao Pequeno Príncipe, criação maior de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944). E você,
caro leitor, morde ou assopra?
Extravagante é a palavra certa para adjetivar o Life Ball, evento que arrecada fundos para o combate à AIDS. Pamela Anderson(foto), com um maiô de escamas douradas, fez a performance de abertura da festa, sábado, em Viena. Já a cantora
Katy Perry, em um clima sereia, chegou ao palco dentro de uma
concha. Alguns convidados optaram por cobrir o corpo apenas com purpurina. O o ex-presidente americano Bill Clinton lembrou: “Essa noite, vocês ajudarão pessoas que vivem onde não há dinheiro, remédio ou esperança”.
Dá para sentir no ar a nuvem de expectativa que paira sobre o show Elas cantam Roberto, dia 26, no Teatro Municipal de São Paulo, como parte da série comemorativa dos 50 anos de carreira
do rei. Os ensaios estão borbulhando. No Rio, Alcione e Marília Pêra estiveram, quinta-feira, no estúdio de Guto Graça Mello, diretor musical do show. Marina Lima e Fernanda Abreu passaram, no fim de semana, por lá. A coluna deu uma espiadinha na tarde de ensaios e você confere o resultado do bate-bola com as cantoras:
Como foi feita a escolha da música?
Fernanda: – Eu queria algo dançante e procurei no repertório da década de 70. Escolhi Todos estão surdos. Tem uma letra fantástica e influência da black music.
Marina: – Eu já havia gravado Emoções e Mesmo que seja eu anos atrás, mas o Roberto sugeriu, agora, Como dois e dois. Ele disse que ficaria linda na minha voz. Gostei tanto que
decidi inseri-la no próximo disco.
Que repaginada será dada à música?
Fernanda: – Não quero mexer muito no arranjo original. Só daremos uma pegada groove.
Marina: – Você está pedindo para eu descrever com palavras algo que se entende com o ouvido e o coração. Impossível.
O que RC representa em sua vida?
Fernanda: – Esteve muito presente na minha infância. Eu tinha até um boneco do Roberto, na época da Jovem Guarda.
Marina: – Suas músicas são uma aula de como se levar a vida. Emoções, por exemplo, fala sobre o orgulho que tenho de toda minha trajetória, pessoal e profissional.
Você já esteve com o rei?
Fernanda: – Quando eu integrava a Blitz, nós fizemos um especial do Roberto e do Erasmo Carlos. Márcia (Bulcão) e eu cantamos O
calhambeque.
Marina: – Já nos encontramos umas seis vezes.Soube até que ele, entre amigos, me imita cantando. Fiquei nas nuvens!
Que impressão você tem do Roberto?
Fernanda: – Ele é bem-humorado. É jovial e usa gírias o tempo todo.
Marina: – É muito atencioso. Só conheci duas pessoas assim: Tom Jobim e Roberto. Santos.
De volta, Ratinho estremece o Ibope. e a concorrência, claro
Para muitos, a ratoeira do ocaso já havia capturado. Para Silvio Santos, seu nome foi a solução encontrada para salvar a audiência dos fins de tarde do SBT. Estamos falando de Carlos Massa, o Ratinho: após um ano e meio afastado da telinha, o apresentador voltou à tona, semana passada, com o Programa do Ratinho, roendo a corda do status quo e sacudindo a audiência. “O povo sente falta de um comunicador carismático como eu”, aposta Massa. Carisma somado a reportagens dinâmicas: de boletins do trânsito paulistano a matérias sobre a gripe suína. Assim, em cinco dias, o novo Ratinho, com aura soft à la Mickey Mouse, jogou José Luiz Datena, na Band, do segundo para o quarto lugar da audiência. “Voltamos com uma proposta light. Deixamos o sangue e o mau humor para os outros”, brinca o astro do SBT, referindo-se ao rival, um rabugento confesso. Há 11 anos, no horário nobre, o roedor já havia abalado as estruturas globais, chegando a ocupar o topo dos índices, desbancando até, quem diria, o intocável Jornal Nacional. Hoje em dia, Ratinho parece dançar ritmo menos frenético ao escutar a palavra Ibope: “Não ligo tanto para audiência. Antes me incomodava”. Mas se engana quem pensa que segundo lugar é o limite no céu do apresentador de farto bigode. “Em dois meses, no máximo, chegaremos à primeira posição. Pode apostar”, desafia, para tremor das perninhas jovens e descoladas do elenco de Malhação.
Estilista hypada quebra, na TV, paradigmas da moda
Caftans com estampas de oncinha, zebra, píton, e bijus poderosíssimas são marcas registradas de Chiara Gadaleta Klajmic. “Nasci em Nápoles, estudei em Paris, adotei o Brasil. As influências são multiétnicas”, comenta a ex-modelo, stylist, artista plástica, estilista formada no renomado Studio Berçot e dona da grife Tarântula. Se na vida pessoal as influências são multiétnicas, na profissional Chiara mergulha em um projeto de democratização da moda: ao lado de Chris Nicklas e Patrícia Koslinski, vai estrear na TV, no programa Tamanho único, do canal GNT, dia 29. “Moda a favor de todos. Essa é a pegada. Chega de regras. Quem disse que mulher cheinha não pode usar estampa? Ridículo você estereotipar e ditar padrões”, alfineta a consultora, que mora em São Paulo e terá, no Rio, um ateliê como cenário do programa. “Gosto do estilo da carioca. O único ponto é que ela podia maneirar um pouco a história de levar a praia para o escritório”, afirma. Casada com o fotógrafo Daniel Klajmic, diz que ele é um exemplo de elegância cool: “Possui um senso estético apurado. Usa camiseta e jeans, mas, dentro desse estilo, está sempre com o melhor perfume, o melhor relógio, a moto mais estilosa e o carro antigo que todos querem ter”.
Criador da trilogia Matrix, Larry Wachowski agora é...Lana
Semana passada, veio à tona a companhia preferida do ator Daniel ‘Harry Potter’ Radcliffe nas noites de Nova York: a travesti Our Lady J. Aliás, segundo a amiga, o rapaz está interessadíssimo em mergulhar no universo drag, frequentando dia sim, outro também, os balacos da cena pink na Big Apple. Pensando nisso, a coluna decidiu indicar um guia para a ‘expedição’ de Daniel. Aliás, cicerone que está mais próximo do bruxinho do que ele imagina. Ali, em Hollywood. Trata-se de Lana Wachowski. Não sabe quem é? O cineasta Larry Wachowski, criador, ao lado do irmão, Andy, da trilogia oscarizada Matrix, decidiu fugir da realidade virtual em que vivia para mergulhar em universo (quase) real. Vamos aos fatos: há cerca de dois anos, Lana (ainda como Larry) iniciou seu processo de transformação, deixando as madeixas crescerem e depilando as sobrancelhas. Ano passado, durante a turnê de promoção do fracasso retumbante Speed Racer, dirigido pela dupla fraterna, apenas Andy concedeu entrevistas. Motivo? Larry, já reconhecidamente um homem recluso (um nerd clássico, em bom português), estaria desaparecido por conta de sua operação de mudança de sexo. Corta. Há poucos dias, o cineasta foi flagrado perambulando pelo aeroporto de Los Angeles. A constatação? Parece que, finalmente, a moça encerrou o processo de...edição. Aos 43 anos, Lana foi vista com cabelos louros e repicados, bolsa a tiracolo e saia plissada. Além de um brilho dourado na mão esquerda, confere só: repaginada no look e no estado civil, ao que tudo indica. Bem, se nem tudo é, de fato, real na vida do diretor, o livre arbítrio passa longe do virtual na mente de Larry/Lana Wachowski.
A cineasta Suzana Amaral anda por muitos caminhos. O último ela percorreu pelas estradas de São Paulo e Santa Catarina e a levou para as filmagens do road movie Hotel Atlântico. O filme ficou pronto esta semana, após sete anos de produção, e é baseado no livro homônimo de João Gilberto Noll. Trata-se de uma história caótica sobre um andarilho e versa sobre o caráter descartável da vida. Foi isso que fisgou a diretora: “À medida que os eventos se sucedem, o protagonista vai descartando-os. Como se passasse por cima de uma ponte e depois a explodisse". O desafio de rodar um filme na estrada encantou Suzana, que queria "sair do estigma de só fazer filmes de mulherzinha", como A hora da estrela, baseado no livro de Clarice Lispector. Aliás, a escritora ucraniana é outra paixão da cineasta. Ela está escrevendo o roteiro de Perto do coração selvagem, primeiro romance de Clarice. Até aqui são dois projetos engatilhados, fora o compromisso com uma produtora do Japão de filmar, na Argentina, longa baseado em livro da japonesa Banana Yoshimoto. Com 77 anos, Suzana dá canseira na equipe. Ela mesma passa o dia em pé, só senta para checar e-mails: "O cineasta deve ser um forte", diz. E, para comprovar a sua disposição, Suzana conta história digna de Indiana Jones. Em janeiro, ela foi sequestrada por dois bandidos. Quando percebeu que a estavam levando para a periferia, não teve dúvidas: abriu a porta do carro e se atirou. Esse parece ser um sinal de que Suzana não pretende frear a sua produção tão cedo.
Tudo é música na vida cheia de ritmos e melodias de Claudio Botelho e Charles Möeller, recém-chegados de Nova York, cidade que não dorme sem os acordes da ribalta. Em 10 dias, um total de nove musicais. “Não é a temporada mais brilhante, mas também não vi nenhum decréscimo. Crise? É na crise que os americanos se voltam para os próprios interesses”, garante Claudio. A convite da coluna, a dupla Kander&Ebb brasileira elege o melhor e o pior da atual temporada teatral da Broadway. Resultado? Mesmo fora de cena, nossos espectadores Claudio e Charles, implacáveis quando assunto é a paixão afirmativa pelos musicais, mesmo diante da escolha menos acertada, ainda fazem valer o ingresso. É ler e conferir.
Bom espetáculo!
West Side Story – “Sou fã de WSS desde que conheci o LP da montagem original. Participei da produção brasileira, há dois anos, como tradutor e versionista. Por isso, sinto-me à vontade para contar que o que vi é uma chatice empoeirada. Não dá para acreditar que aqueles garotos do elenco, com cara de bichinhas do Chelsea, pertencem a alguma gangue de maus elementos. Eles (os americanos) são bonitos demais e milimetricamente maquiados para parecerem despenteados e sujos. Os portorriquenhos são, ao contrário, tão feios e mal vestidos, que torcemos para eles perderem a guerra mesmo. O sujeito que faz Bernardo não oferece perigo algum. Parece um dos Menudos demitido por falta de carisma sexual que acabou no teatro. Sarcófago é uma palavra forte, mas não tem nada ali que seja vivo. O que se assiste é uma exumação da montagem original”. (Claudio Botelho)
Hair – “Odeio espetáculo que interage. Odeio. Sempre achei que quem interage é cachorro. Odeio que cantem olhando no olho da plateia, pois acho que quem paga ingresso não está a fim de ser afrontado nem encarado. Em 20 minutos de peça, você já está íntimo deles e não se importa com a interatividade. Até gosta! E na catarse final de Let the sunshine in, quando o elenco convida você para subir, não tem como resistir. Abracei várias pessoas do elenco, que colocavam margaridas na cabeça do público. Vi uma brasileira com a mãe atracada ao pescoço do protagonista no meio do palco e pedindo uma foto, enquanto uma senhora de 60 anos com uma câmera digital na mão, aos berros, gritava em bom português: ‘Olha para cá, Berger! Tira uma foto com ela. A gente é do Brasiiiiiil!’ Nesse momento, a paz e o amor acabaram e eu queria matá-las. Mas fora isso saí em êxtase”. (Charles Möeller)
Hair – “Odeio espetáculo que interage. Odeio. Sempre achei que quem interage é cachorro. Odeio que cantem olhando no olho da plateia, pois acho que quem paga ingresso não está a fim de ser afrontado nem encarado. Em 20 minutos de peça, você já está íntimo deles e não se importa com a interatividade. Até gosta! E na catarse final de Let the sunshine in, quando o elenco convida você para subir, não tem como resistir. Abracei várias pessoas do elenco, que colocavam margaridas na cabeça do público. Vi uma brasileira com a mãe atracada ao pescoço do protagonista no meio do palco e pedindo uma foto, enquanto uma senhora de 60 anos com uma câmera digital na mão, aos berros, gritava em bom português: ‘Olha para cá, Berger! Tira uma foto com ela. A gente é do Brasiiiiiil!’ Nesse momento, a paz e o amor acabaram e eu queria matá-las. Mas fora isso saí em êxtase”. (Charles Möeller)
9 to 5 – “O musical é cheio de clichês feministas que, hoje em dia, são para lá de mofados e traz toda a cafonice dos anos 80. Mas é aí que o frescor reside. A peça se mantém com enorme fôlego por causa da direção segura, que investe no datado para criar um mundo naif de mulheres frágeis e choronas, louras que não são só peitos e bundas, executivas que jamais alcançam uma promoção por pertencer ao sexo frágil, mas que, no final, se juntam, vão à luta numa linha Malu Mulher e conseguem se vingar do patrão, marido, e do homem chauvinista. O figurino tem um sabor especial pelo total desencontro fashion dos anos oitenta, com muito jérsei, ombreiras e perucas fakes em abundância de cachos e escovas, no melhor momento Simone, na linha ‘mais é mais’. Deu para perceber que a plateia ama e vibra com todos os clichês da mulher que se liberta das amarras masculinas”. (Charles Möeller)
Guys and Dolls – “É um dos meus musicais favoritos. A música de Frank Loesser é talvez uma das mais brilhantes partituras de musicais dos anos 50. Não há uma única canção que não seja eletrizante. Os personagens são debochados, cínicos, engraçados. Mas não deu pra aguentar até o fim, saímos no intervalo. Não é que seja ruim. É péssimo! A começar pelo cenário, que usa e abusa de projeções no fundo do palco, recurso que ninguém aguenta mais, uma vez que tem sido usado à exaustão nos últimos cinco anos por aqui. Portanto, este cenário de G&D não apenas é fraco e pouco criativo, como resulta feio e sem graça. Os figurinos nem parecem coisa de Broadway. Lembram algumas montagens amadoras de peças de época, um clima de brechó, nenhum glamour e nenhuma originalidade. Mas até aí, tudo bem. Tudo seria aceitável se o elenco fosse de primeira linha. Mas é um desastre“. (Claudio Botelho)
Next to Normal – “Acho que é a primeira vez que vejo na Broadway um musical sobre depressão e bipolaridade! A dramaturgia americana ama esse tema: núcleo familiar destruído exorciza seus demônios. A peça te faz perguntar o tempo inteiro: o que é ser estável? É evitar assuntos que venham desencadear problemas? É engolir remédios para amortecer, anestesiar e guardar o passado numa caixinha de música para não tocar nas feridas? Esse ano, de repente, tudo muda e damos de cara com o que parece o grande favorito ao Tony: uma ópera rock claustrofóbica e densa sobre bipolaridade sem dança, latinos, bonecos ou peito de fora. É difícil falar da peça sem estragar as revelações. Estou me sentindo em uma crônica sobre a série Lost com spoilers. Indico para todos que queiram se arriscar em um espetáculo belo, maduro e pouco convencional!” (Charles Möeller)
Responsável pela cenografia tecnicolor da exposição Yves Saint Laurent – Viagens Extraordinárias, que abre o zíper dia 25, no CCBB Rio, o artista plástico franco-eslovaco Karol Pichler (no alto) promete trazer a paleta de cores vibrantes da cartela de YSL para as paredes brancas do local. Cada coleção do célebre estilista francês terá um grupo de cores diferentes, mas, dentro de uma mesma coleção, os tons serão iguais. Na parede atrás de cada país e/ou continente, haverá uma cor (maquetes, acima). Desta forma, quando o público olhar de frente, verá o mesmo matiz na base de todos os figurinos da coleção. Para a coleção Índia, por exemplo, o cenógrafo optou por colocar uma parede azul. Outra preocupação de Karol ficou por conta dos detalhes: as bases dos manequins terão três alturas diferentes: 10, 20 e 30cm. “Não quero que os figurinos fiquem como algo superior. Mas, sim, próximo, diante dos olhos do público”, antecipa Karol à coluna.
A mistura não poderia dar um caldo melhor: nascido em solo brasileiro, criado em Londres, filho de pai italiano e mãe dinamarquesa. Quem é o ragazzo? Luigi Masi, de apenas 18 anos, que está bombando no site musical Myspace. As faixas são ultra dançantes: um híbrido de rock, eletropop e R&B. O primeiro single, Strobelight, está no álbum de estreia Save his shoes e é perfeito para se acabar no dancefloor. O produtor do CD é o badalado Jim Beanz, que já trabalhou com Britney Spears, Justin Timberlake, Nelly Furtado e é o braço direito do rapper multitalentosoTimbaland. “Eu sempre quis que o meu primeiro disco fosse alto-astral. Não quero colocá-lo para baixo com músicas lentas ou letras pessoais demais”, explica Luigi e ainda acrescenta: “Finalmente, o pop está de volta com toda força. Então, adeus a todas aquelas bandas indies chatas!”. Para conferir o som: myspace.com/luigimasi.
Imagine um Sex and the city GLS e ambientado no purgatório da beleza e do caos. Essa é a ideia que André Mello quer passar ao telespectador que assistir a caRiocas, primeira série televisiva de temática gay produzida no Brasil (foto acima). “Não é sitcom. É um dramedy, com mistura de lágrimas e humor”, define o diretor, radicado nos Estados Unidos. Mas, apesar da temática queer, André não quer saber de segmentação. “Fujo do estereótipo histriônico criado pela TV aberta, como nos programas humorísticos da Globo”, critica o também produtor, em negociação com canais a cabo para exibição da série, já com o episódio-piloto no estoque.
Fernando Meirelles (foto) se juntou ao cineasta britânico Michael Winterbottom (A festa nunca termina) para produzir o documentário Tropicália, sobre o movimento de contracultura que tomou o Brasil de assalto na década de 60. A direção ficará por conta de Marcelo Machado, que dirigiu o doc Ginga, de 2006. Além de investigar a fundo o fenômeno tropicalista, o longa dará destaque ao período de exílio de Caetano Veloso e Gilberto Gil na Inglaterra. “A arte deles teve grande influência sobre mim quando era mais moço. Tudo era muito liberal”, disse Meirelles ao site da revista americana Variety. Ainda segundo o site, 35% do orçamento de Tropicália sairá do pólo cinematográfico de Paulínia e outros 15%, de órgãos municipais de São Paulo.
Antes da estreia do filme My Sister's Keeper,Cameron Diaz chega as bancas americanas, em junho, com um ensaio para a Vogue. A loira que deixou o humor de lado para viver um drama no novo longa foi clicada por Mario Testino foi escolhida por seu envolvimento com as causas ambientas e em entrevista conta como se preparou para o papel e o que acha do ‘rótulo’ de símbolo sexual.
Cameron que perdeu o pai recentemente no filme precisa lidar com a doença de uma filha adolescente. “É um filme sobre a queda do amor e o desgosto”.
Sobre o “rótulo”, a atriz foi direta:
"As pessoas querem colocar etiquetas em si próprios. Se você é uma mulher que tem sido rotulada como um símbolo sexual, por exemplo, eu não estou dizendo que o rótulo do povo seria aplicável a mim. Mas se você se ver desse jeito, é inevitável não entrar em apuros quando o dia que não for mais um símbolo, chegar".
O tempo passou, mas Caetano Veloso não abandonou seu apreço pela palavra ‘liberdade’. Anteontem, em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, o baiano mais carioca da MPB participou de mesa redonda, durante o 120º Bembé do Mercado, evento em comemoração à abolição da escravatura. Em pauta, as correntes que os negros ainda não arrebentaram. Caê, antenado que só, soltou o verbo, sob observação da mãezona, Dona Canô. Confere só: “Precisamos de uma nova nova abolição, só que social, com melhor distribuição de renda e acesso a educação”, declarou o mestre.
A top catarinense Ana Claudia Michels é capa da Vogue Noiva Brasil deste mês. Ela aparece no ensaio como uma noiva super romântica. Porém, distante dos flashes, a moça nem quer saber de casamento por agora: “Estou mais concentrada na minha carreira internacional, por isso me mudei para Nova York há dois meses”, contou a modelo, que namora o empresário Tato Malzoni há um ano. As fotos foram feitas por Fábio Bartelt, em uma escola de circo, no interior de São Paulo.
Se por trás de todo grande homem sempre há uma grande mulher, mais certa ainda é a existência de um produtor competente no comando de um belo álbum. Em ciranda de samba com reggae, Leandro Sapucahy (à esquerda, ao lado do vocalista do Afro Samba, Lecão, e do coordenador do AfroReggae, José Júnior) é o comandante da barca das canções do primeiro CD do Afro Samba, um dos grupos artísticos do AfroReggae. “Topei o projeto porque há verdade nele. Se fosse superficial, não o faria”, resume Leandro, ao falar dos meninos da banda, apadrinhados por nomes tarimbados como Arlindo Cruz e Dorina. O grande desafio? Mesclar o batuque social do AfroReggae com a melodia mercadológica de um disco. “Se nós gravássemos um álbum de pagode romântico, seríamos bombardeados pela imprensa, mexendo com a credibilidade do AfroReggae. Fazemos a ponte entre o vendável e o consciente”, arremata o sambista.
Simoninha, filho do cantor Wilson Simonal (1939-2000), vai apresentar o documentário Simonal – ninguém sabe o duro que dei no encerramento do Festival Reel Time Brazil, em Washington, domingo. Depois da sessão, Simoninha fará um debate com o público. O filme dos diretores Claudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer pretende jogar uma luz na acusação feita ao cantor Wilson Simonal, na década de 70, de que era delator do movimento esquerdista aos militares. “As pessoas não lembram que ele foi processado pelo governo brasileiro. Meu pai era perseguido pelos dois lados. Os esquerdistas não gostavam do comportamento ostentador dele. E a direita estava há tempos procurando algum ícone popular para derrubar. Um negro bem sucedido incomodava muito”, afirma Simoninha. Ele e o irmão, Max de Castro, acreditam que o documentário vai ajudar a criar um público novo, mais jovem, para as canções de Simonal, “trazendo à tona o verdadeiro ícone que ele foi”. No embalo, serão lançadas, este ano, duas biografias sobre o intérprete.
Apesar do discurso pontuado pela crise econômica mundial, o tapete vermelho de Cannes não deixou o glamour de lado e para as estreias desta quinta-feira, o longo foi a pedida das estrelas que foram prestigiar Fish Tank e Chun feng chen zui de ye wan. Dos clássicos até as extravagâncias, a ausência do brilho das jóias foi percebido, sinal da crise?
A atriz Kierston Wareing deixou o brilho para o vestido acompanhado por uma estola de pele.
Já Devon Edwenna Aoki arrasou com um longo nada básico roxo. Esvoaçante, o vestido valorizava as curvas da atriz e modelo.
A Indiana Aishwarya Rai Bachchan e o ator Abhishek Bachchan estavam impecáveis. O casal apostou na noite black-tie e ela, de azul e prata .
Já a Miss França, Cindy Fabre optou pelo clássico preto. Para destacar, pedras formavam um colar de cristais no pescoço.
Já Hao Qin incrementou o visual com uma saia que levantou suspeitas.
Mas o que mais chamou a atenção mesmo dos fotógrafos foi uma convidada que apostou em um bolero de pérolas!
Tempos depois de declarar que não é “uma princesa de conto de fadas!”, Paola de Orleans e Bragança lança sua segunda linha, Princesa Paola, em parceria com a joalheria Dryzun com inspiração no universo das princesas em 37 peças que “resgatam o romantismo e a delicadeza dos acessórios de uma autêntica princesa”.
Formada em Desenho Industrial, Paola sempre se disse uma aluna perfeccionista e aproveita o lançamento para explorar seu lado modelo, posando para o catalogo da marca.
“No ano passado comemoramos a vinda da corte ao Brasil e foi ótimo prestar esta homenagem através da coleção. Queria criar uma joia especial, com ares de joias de família, algo passado de geração para geração”, conta Paola.
E os planos não param por ai, já que a Dryzun assinou uma parceria para mais duas linhas que serão lançadas até o fim de 2010.
Para comemorar o último dia de treinos no Brasil as meninas da seleção de vôlei americana resolveram comemorar de uma maneira bem carioca! As moças caíram no funk da Baronneti Club na noite de ontem embaladas pelo DJ Lelo Lorenzo.
Como a ordem era dançar muito, a equipe ficou empolgada e juntas desceram até o chão sem perder o rebolado. Para acompanhar, muita caipirinha e meninos em volta. Toda a delegação curtiu a festa até altas horas da manhã, só saindo com o sol já alto.
A primeira edição carioca do Athina Onassis International Horse Show 2009, teve start ontem em um evento super badalado no Bar do Copa. A competição que distribui 8 milhões de euros em premiação e é o braço brasileiro do Global Champions Tour e será sediado na na Sociedade Hípica Brasileira, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto é organizado por Athina Onassis e Doda Miranda.
Por lá passaram o governador do Rio, Sérgio Cabral, acompanhado do filho mais velho, as atrizes Carolina Ferraz, Ana Furtado e Natália Guimarães, o ator Sérgio Marone e Nelson Freitas, além dos sócios André Stuart Kahl Beck e Rodrigo Rivellino. A ausência de Athina foi sentida por muitos, mas Doda explicava a todo instante que a amada está em competições na Europa.
Doda recebeu os convidados e contou detalhes da competição que contará com a reforma da Hípica, avaliada em R$ 2 milhões, além de filial de uma famosa casa noturna paulistana, sete restaurantes e diversas ações promovidas por seus parceiros. É o Rio entrando na rota internacional das competições...
O ditado popular ganhou forma ontem, quando Caetano Veloso rumou para Santo Amaro da Purificação, na Bahia, para os festejos do Bembé do Mercado, festa de comemoração à abolição da escravatura que acontece até o dia 17.
Com 120 anos de tradição, a festa foi iniciada ontem, com uma mesa redonda com as participações do presidente da Fundação Palmares, Zulu Araújo, Caetano e das estudiosas Ana Rita e Maria Mutti. Durante o debate, Caetano chegou a declarar que as políticas raciais dos Estados Unidos não se aplicam ao Brasil, além de salientar que ainda é pouco o que já foi feito.
“Precisamos de uma nova abolição com melhor distribuição de renda, acesso a educação, informação, etc”.
Caetano foi acompanhado de perto pela matriarca, Dona Canô, que cantou com o Coral Miguel Lima a música 13 de Maio e J. Velloso apresentou um pocket show com repertório do candomblé e “relevantes à situação social que a escravidão impõe até os dias de hoje”, segundo o próprio cantor. Dona Canô volta a cena no domingo, quando mantém a tradição e corta o bolo para as oferendas.
Vai passar... – Na pré de ‘Budapeste’, Chico Buarque + Walter Carvalho + Gabriella Hámori
A pré-estreia do filme Budapeste, baseado no livro homônimo de Chico Buarque, anteontem, no Kinoplex Leblon, foi precedida de um jantar da equipe. Estavam presentes os três protagonistas: Leonardo Medeiros, Giovanna Antonelli e a húngara Gabriella Hámori; também o diretor, Walter Carvalho, Chico Buarque e o ator Paulo José. Leonardo foi o primeiro a chegar ao restaurante Ráscal. Chico, o último. À mesa, pediram pizzas e vinho branco. Gabriella Hámori adorou a pizza Pompéia, feita com presunto e azeitona (que ela pediu para tirar).
Chico brincou dizendo que perdeu o medo dos paparazzi, porém não falou mais do que três frases: “Não gosto de acompanhar a feitura dos filmes, porque não é um projeto meu. No Budapeste, entreguei tudo na mão da Rita Buzzar (produtora do longa)”. Ele afirmou que não estava nervoso com a estreia, por já estar familiarizado com as adaptações de seus romances para o cinema. Afinal, essa é a terceira.
No foyer, Giovanna Antonelli falou sobre a cena de sexo com Leonardo Medeiros –“depois de tanto tempo juntos, não foi difícil fazê-la”– e foi embora antes mesmo da exibição começar. Motivo? As cinco salas estavam tão lotadas que não havia lugar para ela e sua família sentarem. Meia hora depois de iniciada a sessão, Chico saiu de mansinho pela porta lateral do cinema.
Amigos, só fora de cena – Leonardo Medeiros e Giovanna Antonelli são um casal em crise no longa de Walter Carvalho
Para o diretor Walter Carvalho, “transformar um livro que homenageia a literatura em filme foi um desafio, mas se assim não fosse, não teria graça”. Usando uma camisa da seleção húngara com seu nome impresso nas costas, presente que recebeu de um amigo, ele acrescentou: “Se o filme não fosse baseado em um romance do Chico, não atrairia tantos holofotes”.
Assim como o forasteiro de Budapeste, o português Ricardo Pereira mora em um país estrangeiro e o coração está sempre dividido: “Me adaptei muito bem ao Brasil, mas o país de origem é sempre o nosso canto. Imigrante sofre”.
Era para ser uma noite de todas as línguas, mas o diálogo foi minguado. Protagonistas + Chico Buarque trocaram poucos dedos de prosa com os convidados.
Participação titânica em O que se leva da vida é a vida que se leva, novo clipe de Túlio Dek. No vídeo, o cantor, na companhia de Paulo Miklos, encarna um marmanjo ao volante de um Mustang, em meio ao trânsito caótico de São Paulo, paralelamente à história de um desempregado que ganha a vida como palhaço de rua. “Queria a presença de um titã e, de cara, lembrei do Paulo, porque transpira essa ideia de que colhemos ainda vivos o que plantamos durante a vida”, filosofa Túlio, que além de, claro, não curtir o rótulo de ex-namorado de Cleo Pires, rejeita outra embalagem: “Não sou rapper. Apenas valorizo as rimas em minhas músicas”.
À beira da piscina do Copa, ontem, o diretor criativo do Fashion Rocks, o inglês Jason Herbert (no detalhe, à direita, com o diretor de shows Christian Lamb) lembrou que “a tarde de sol, o clima ameno e um almoço na casa de Lenny Niemeyer foram decisivos para eleger o Rio local para o evento”, destacou Jason. Na disputa pela cidade, o Rio desbancou Dubai, Xangai e Moscou. “O povo daqui exala paixão”, suspirou.
“Não vejo a hora de criarem o trem-bala, vai facilitar muito a minha vida”, dizia Paulo Borges (foto), curador do evento, que trará para o Rio, dias 23 e 24 de outubro, desfiles de Marc Jacobs, Versace e a cantora Mariah Carey.
Mais do que entretenimento, o Fashion Rocks terá cunho social. Dia 23, um jantar beneficente será realizado no Copacabana Palace com leilão de peças de músicos, modelos e designers.
“Estamos vendendo o Brasil para o mundo e este ganho não se quantifica. Mostrarei o Rio como ninguém jamais pensou antes”, respondia Jason Herbet, relativizando a participação de compradores internacionais e os possíveis business vindos na carona do evento.
Soubemos agorinha no Bar do Copa, que o line up internacional do Fashion Rocks contará com desfiles das grifes Marc Jacobs e Versace embalados pela voz de Mariah Carey.
Como a coluna divulgou em primeira mão, o line up nacional inclui desfiles de André Lima, Lenny, Lino Villaventura e Alexandre Herchcovitch.
Os desfiles e shows internacionais e nacionais serão realizados nos dias 23 e 24 de outubro, respectivamente, no Copacabana Palace e no Jockey Club.
A curadoria do evento está a cargo de Paulo Borges e dos internacionais Christian Lamb Keith Baptista, Kerry Yourmans e Venus Brown.
Em tempo: haverá um jantar beneficente no Copacabana Palace.
Para comemorar 40 anos de carreira, Kadu Moliterno pôs suas memórias no livro Reviva, com Kadu Moliterno, lançado, anteontem, no Scala. No palco, Os Moliternos, banda dos filhos, Kauai, Lanai e Kenui, animando a noite literária com repertório musical do rock americano dos anos 90. Mais de 20 anos depois do fim do seriado Armação Ilimitada, sucesso oitentista na TV, o eterno Juba reclamou não haver série brasileira para jovens: “Mais tarde, outros programas copiaram o formato, como a TV Pirata e o Casseta & Planeta, mas não se comunicavam com os adolescentes”. O ator conta que só parou para olhar o passado quando escrevia a obra. “Gostei da brincadeira. Agora, quero fazer um outro livro com histórias mais pessoais”, garante Kadu, que, em 2006, foi acusado de espancar a companheira Ingrid Saldanha.
Não tem bolo, guaraná ou muitos doces para você, mas a festa está garantida. O que rola na pista? Surpresa. Esse é o nome do novo agito da cidade, comandado por Pedro Acosta, Mira Barros e Pedro Rios . Para começar, nada de flyers de papel na hora de divulgar. “Distribuímos bexigas com as informações básicas da festa, em filas de boates”, conta Acosta, DJ da Surpresa, fazendo dupla com o outro Pedro. Já que a intenção é surpreender, prepare-se para um momento relax entre uma batida e outra na night: o coletivo Distraídos Venceremos venderá cafunés a R$ 1. “Banca do beijo tem em toda quermesse. E já existe campanhas de abraços grátis. Cafuné é uma surpresa”, argumenta Acosta, que conta com um reforço de peso (acadêmico) para o balaco, estreia de amanhã, na Pista 3, em Botafogo. “Fernando Salis, VJ da festa, também é nosso professor da UFRJ. Está pesquisando sobre videotecagem e aproveitamos para convidá-lo a integrar a trupe”, finaliza.
No fim dos anos 90, um rapazinho de cabelos descoloridos apareceu na cena musical com letras de rap despudoradas. Agora, 10 anos depois, Eminem parece ter enevelhecido sem perder a irreverência (de muito mau gosto, para alguns). No fim de semana, o cantor foi a Londres, para divulgação de Relapse, seu novo álbum. Em meio à epidemia da gripe suína, o astro fez referência ao México, mas encarnando certo espírito de porco: vestiu uma tradicional máscara de vale-tudo mexicana, no lugar da bombada máscara cirúrgica.
Do Maracanã para a Mansão Morada dos Cardeais. Do público ao privado. “Quis aproximar os fãs do meu dia-a-dia, da minha vida”, revela Ivete Sangalo, que fez sala ao abrir (re) cantos de seu apê, em Salvador, cenário para a gravação do CD/DVD Multishow Registro Pode Entrar – Ivete Sangalo , com participações de Maria Bethânia, Lulu Santos, Marcelo Camelo (ao lado), Carlinhos Brown e Aviões do Forró. “Trouxemos elementos da casa de Ivete para a imagem do projeto, como o sofá, almofadas, instrumentos musicais, estúdio e, claro, o cachorrinho, sempre presente no DVD”, conta Ricardo Carelli, da Dinamo Digital. Na casa do sem jeito, Veveta preferiu o Yacht Clube da Bahia, debruçado sobre a Baía de Todos os Santos, para servir de casa cheia no lançamento do CD/DVD, dia 2 de junho. Não por acaso, com a mesma vista do apê da cantora, localizado a poucos metros do clube.
Para honrar o nome da família e desfazer uma ‘má impressão’, o príncipe William fez uma surpresa a Catherine Masters, uma senhora de 109 anos que fez uma inusitada reclamação. Como de costume, todos os cidadãos centenários da Inglaterra recebem um cartão anual dando os parabéns e assinado pela Rainha Elizabeth.
O “problema” é que Catherine resmungou que há cinco anos recebe o cartão com a mesma foto em que a Majestade usa um vestido amarelo ... Como um pedido de desculpas, o príncipe William a surpreendeu hoje com a visita e o convite para participar de uma cerimônia real, em julho. Catherine adorou a novidade, já que sempre sonhou em conhecer um membro da família real e já sonha com a festa.
Ah se todas as súditas conseguissem reclamar e logo serem prontamente atendidas por William...
Ivete Sangalo chega as lojas no próximo dia 5 de junho com o CD e DVD Multishow Registro Pode Entrar, onde canta canções inéditas e recebe amigos como convidados, como Maria Bethânia, Lulu Santos e Marcelo Camelo.
A capa do projeto, feita por Ricardo Carelli, da Dinamo Digital, representa o lado mais caseiro da baiana e foi toda feita à mão.
"Deixamos de lado o glamour comum a Ivete para algo mais intimista. Trouxemos elementos de sua casa para a imagem do projeto, como o sofá, almofadas, instrumentos musicais, estúdio e, claro, o cachorrinho, sempre presente no DVD”, conta.
O material será exibido no dia 4 de junho, na Multishow, mas antes, Veveta chamará os amigos e fará a festa no dia 2 de junho, em Salvador.
Depois de apostar em uma parceria com Di Ferrero, o vocalista do NX Zero, Tulio Dek elegeu Paulo Miklos, vocalista do Titãs, para gravar o clipe da canção O que se Leva da Vida é a Vida que se leva.
No vídeo a dupla aparece no Centro de São Paulo e conta a vida de um homem que depois de perder o trabalho, tenta “descolar um trocado” como palhaço na rua. Além das cenas de rua, Tulio e Paulo aparecerão cantando dentro de um Mustang pelas ruas paulistanas até encontrarem com o palhaço.
A direção é de Alex Miranda e o resultado poderá ser conferido ainda este mês...
Com apenas 16 anos a atriz e cantora Demi Lovato foi escolhida como a Embaixadora Honorária da Educação em 2010. A cerimônia realizada ontem, em Los Angeles, elegeu a jovem por considerá-la um exemplo para a causa no planeta.
A estrela teen agiu como uma adolescente normal e para comemorar, Demi confessou que que correria para uma cafeteria próxima a cerimônia para comer o que considera “os melhores muffins do mundo”.
A modelo Michelle Alves é capa da Vogue Brasil, que chega às bancas amanhã. O ensaio foi feito pelo fotógrafo americano Steven Klein, xodó de Madonna, no estádio do Morumbi, em São Paulo, momentos antes do show da cantora, ano passado. Madge entrou para passar o som enquanto as fotos estavam sendo feitas. Foi quando Steven comentou: “Tá vendo, Michelle? Só eu para ter como trilha sonora a Madonna cantando ao vivo!”. Os looks produzidos por Pedro Lourenço foram inspirados nos andróides do filme Blade Runner, em um clima totalmente futurista e dark. Steven se apaixonou pelo estilo do jovem estilista, quando foram apresentados um ao outro pelo diretor criativo do ensaio, Giovanni Bianco, em Paris. Em tempo: o trio Steven + Michelle + Giovanni se conhece de flashes passados, em editorial para a grife DSquare.
Será possível achar semelhanças entre o presidente americano e um alienígena de orelhas pontudas que usa franjinha? Parece que não só existem como são muitas. A comparação foi feita pelo colunista Jeff Greenwald, da revista eletrônica Salon, com direito a foto ilustrativa dessa simbiose. Segundo ele, o personagem Spock, de Star Trek, tem virtudes em comum com Obama. Ambos são autoconfiantes, possuem habilidade para resolver problemas e viajam para destinos exóticos. Spock é conhecido como o grande comunicador intergaláctico, já que fala todas as línguas do universo e, assim como o presidente, carrega o carma de apaziguar ânimos e fechar acordos todos os dias.
Não só nas graças da mulherada vive Reynaldo Gianecchini. O galã também é ícone de beleza e carisma no universo queer: vai ver pela vibe prafrentex que o ator transpira. Quer ver? Capa da revista masculina direcionada para gays Dom deste mês (com direito a 20 páginas de ensaio no desativado hotel Othon Palace, em Sampa), o ator tece comentários sobre seu trânsito costumeiro por baladas GLS: “São as que têm melhor som e todos convivem com suas diferenças, sem as brigas das baladas de playboys e patricinhas”. Sem perder o rebolado (com certeza, herdado das batidas notívagas), Gianecchini dá uma bela rasteira na disritmia do preconceito: “Sempre foi irrelevante saber com quem a pessoa dorme. Nunca entendi por que a opção sexual pode ser tão ameaçadora ou excluir tanto”.
A sempre polêmica Lady GaGa colocou fogo no palco do Wango Tango, neste fim de semana, mas o burburinho ficou por conta de uma entrevista concedida ao tablóide inglês Daily Star. Nas linhas, Lady revela de onde veio sua inspiração para o álbum The Fame.
"Não sei se alguém sabe isso sobre mim, mas quando eu escrevia para o álbum, ouvi obsessivamente os Beatles"- confessou.
Para quem achou que a cantora apenas falaria de seus ídolos por uma vez, surpresa! GaGa atribui aos ingleses a revolução sexual feminina e encerrou com uma declaração com uma comparação sarcástica entre os Beatles e os Jonas Brothers.
"Agora temos Jonas Brothers representando o regresso do super fã".
Para estrear nas bancas, a revista catarinense Sucesso S\A escolheu a conterrânea Mariana Weickert e a ponte Hercílio Luz, um dos cartões-postais. Em entrevista, a modelo, apresentadora e empresária revelou suas paixões e planos para a carreira.
Questionada sobre se gosta de moda, Mariana foi categórica:
“ Moda é o meu “ganha pão”, é dela que eu sobrevivo, e também é o que vem me realizando por muitos anos, moda é na verdade o meu trabalho, não meu estilo de vida”!
Apesar de não ser “o estilo de vida”, Mariana conta que recentemente lançou uma marca de beachwear chamada Alór e que tem projetos de licenciamentos.
“ A filha da Ana, do Weickert, namorada do Alexandre, irmã do Duca”, como a própria se resume afirma ainda que gosta da atribulada agenda, já que não tem rotina e “que paga caro pela minha paz”, mas a aposentadoria passa longe dos planos dela no momento.
O mundo sabe que ela é fã de cirurgia plástica, mas desta vez a cantora Cher confessou no palco as suas últimas intervenções. Foi durante o show Hit Man: David Foster and Friends, em Las Vegas, que Cher se descreveu como a “garota do pôster da cirurgia plástica”. Recentemente a cantora se submete a uma cirurgia no rosto, um tratamento dentário e próteses de silicone nos seios, mas pelo visual...
O figurino da apresentação (um maio brilhante acompanhado por uma jaqueta de couro) deste fim de semana foi o mesmo usado há 17 anos em uma turnê europeia A justificativa da cantora para ter um corpão ‘daqueles’ aos 62 anos foi rápida:
“Me tornar obsoleta e inútil não é atraente para mim”, desabafou.
Estranho pensar que nossa segunda língua é o inglês, quando, na verdade, somos rodeados por países hispânicos. E, após passar pela experiência de um show do Bajofondo, grupo de argentinos + uruguaios, a latinidade fica ainda mais aflorada. Foi esse o clima que tomou conta do Vivo Rio, sábado, com a passagem da banda liderada pelo duplamente oscarizado Gustavo Santaolalla(detalhe). “Nascemos na Argentina e no Uruguai, mas nossa alma é latina, sulamericana”, resumiu Santaolalla à coluna, no pós-show, no camarim. Aliás, ele não curte a definição de tango eletrônico como rótulo do som do Bajofondo. “Fazemos música do Rio da Prata”,
afirmou para logo emendar, “Rio que, para muitos, divide povos. Em minha opinião, os une”. O espírito de celebração panamericana foi tanto que, ao final do show, os músicos convidaram a plateia a subir e confraternizar a latinidade aos acordes de Pa’Bailar, canção tema da novela A favorita e maior hit dos hermanos.
Além da participação (mais que) especial do público, integrantes de uma legião também adentraram o palco do Vivo Rio, mas ainda
durante a apresentação: Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos, ex-Legião Urbana, entoaram Índios, juntos novamente, após 14 anos. “Participei de um tributo ao Legião, em
dezembro, em Montevidéu, para milhares de pessoas”, contou Dado, referindo-se à origem do convite. “Nem aqui, no Brasil, vi uma homenagem dessas”, arrematou.
Primeiríssima a chegar ao camarim, finda a arrebatadora apresentação, Marisa Monte ficou amoada. Motivo? “Queria dar um abraço rapidinho no Gustavo”, comentava a cantora, à procura do músico, que estava tomando uma ducha caprichada (e, diga-se de passagem,demorada). Dez minutos depois, vencida pelo
cansaço, ela desistiu. Eis que, no instante seguinte, Gustavo reaparece, toalha enrolada no pescoço: “Onde está Marisa?”, perguntava a todos. Tarde demais. “Tinha um presente para ela”, dizia, tristonho. O mimo? “Um pacotinho especial”, disfarçava Santaolalla.
Sem Marisa, Gustavo e os outros sete integrantes do Bajofondo receberam uma sinfonia de cumprimentos no camarim, passando por nomes do rock nacional, como Paula Toller e João Barone, e da televisão, como Sheron Menezes e Fernanda Machado. Entre muitos abraços e apertos de
mão, Gustavo confirmava a presença no Brasil, ainda este ano, do Café dos Maestros, série de shows com mestres do tango argentino e fruto de documentário elogiadíssimo de Miguel Kohan, exibido no Rio,no início do ano.
Aos 57 anos, Santaolalla gosta mesmo de ganhar estatuetas douradas (bicampeão do Oscar por O segredo de Brokeback Mountain, de
Ang Lee,e Babel, de Alejandro González Iñárritu): está envolvido na trilha sonora de Beuatiful, próximo filme de Iñárritu. Indagado sobre o gênero do longa, o mestre foi sucinto: “Drama, claro. Ou alguém consegue me ver compondo para uma comédia musical?”, brincou, sem jamais largar sua portentosa taça de vinho branco.
Há quem diga que Caetano Veloso não é unânime, mas na noite de estreia da turnê Zii e Zie, sexta-feira, no Canecão, estava todo mundo lá. De Hermano Vianna a Alessandra Negrini, passando por Fernando Gabeira e até um recém-repatriado Rodrigo Amarante – após temporada musical com o músico-riponga Devendra Banhart pelos EUA – todos queriam ouvir, ao vivo, os ‘transambas’ de Caê. E, como quase tudo o que ele fala e faz é polêmico, a coluna conferiu o que os famosos - uns mais familiarizados com o repertório, outros nem tanto - acharam das declarações recentes do cantor sobre estar velho e acerca do comentário do DJ Zé Pedro, que, em seu blog, escreveu sobre Zii e Zie, novo CD do músico: “Se você tem menos de 30 anos vai adorar. Se tem mais de 50 e ainda procura por Fina Estampa, vai chorar”.
Lenine, cantor: “Todo álbum que Caetano lança gera discussão, pois nada do que ele faz agrada a todo mundo, de cara, mas nem por isso deixa de ser genial. Particularmente, ouço demais Zii e Zie, acompanhei a obra em progresso e o CD tem a
cara desta moçada que toca com Caetano e que eu conheço faz tempo”.
Jandira Feghali, secretária municipal de Cultura: “Caetano sempre me emociona e, como estou bem mais próxima do grupo dos
50 anos, é bem capaz que eu chore... mas de alegria. Já sobre ele estar velho, acho que não, de jeito nenhum. A arte não envelhece,
Caetano ainda é um garoto”.
Hermano Vianna, antropólogo: “O rock tem por volta de 60 anos, é contemporâneo às pessoas com mais de 50 de idade e elas
gostam mesmo assim. Dizer que ele só agrada aos jovens é um discurso antigo. Existe público de todas as gerações, de todo o Brasil e alguma pessoas até da Argentina e do Uruguai que se conheceram através do blog Obra em Progresso e vieram a convite do Caetano”.
Fernando Gabeira, deputado federal (PV): “Nem sempre as pessoas são compreendidas, e acho que Caetano já está acostumado a
isso.Para a idade dele, acho até que Caê está muito bem!”
Felipe Veloso, figurinista e stylist: “Essa é uma postura não-convencional porque todo mundo encara a velhice como algo ruim, mas é só mais um estágio na vida. O discurso de Caê é muito plácido e tem quem se incomode com essa calma, mas ele só está dizendo que se sente velho e que isso é normal”.
Jonas Sá, cantor: “As pessoas gostam do que gostam. Quem acompanha a carreira de Caetano, de verdade, vai gostar do CD. E ele
não está velho, não. Viagem, o cara é jovem. Ele só está mais velho que antes”
À entrada do Canecão, Alessandra Negrini parou, olhou e refletiu diante do car taz do show batizado Zii e Zie(‘Tios e tias’, em italiano): “Que língua será essa? Quando ouvi o nome pela primeira vez, achei engraçado, com uma sonoridade boa”.
“Caetano sempre dá um jeito de falar da Bahia, não é? Vê só a letra dessa música: ‘...na base da Bahia (sic) de Guantânamo’”, horas tantas de show, um gaiato comentou, enquanto a música Base de Guantânamo era executada.
A canção Não identificado foi dedicada aos internautas do blog Obra em Progresso, que vieram de vários lugares do mundo e estavam espalhados pela plateia. Quer dizer, não tão do mundo assim. “Só ali da Argentina, do Uruguai e de vários estados brasileiros”, destacou Caê.
Ao final do show, metade do público já se amontoava à porta do camarim, o restante caminhava em procissão até a saída. Já do lado de fora, o comentarista Sérgio Noronha, combalido, comemorava: "Foi fácil sair, melhor do que no Maracanã!"
Quem também esteve no Canecão foi Moraes Moreira. Ou ‘Alceu Valença’, para os taxistas de plantão. Um deles gritou: "Boa noite, seu Alceu. Táxi?". Nem aí para a mancada, Moraes e família entraram no veículo e foram embora.
“Para a realização das edições de verão e inverno são gastos, na SP Fashion Week, R$ 64 milhões, anualmente. O Rio recebe cerca de R$ 20 milhões por ano. O Fashion Rio tem pouquíssimos patrocinadores. Será um grande desafio para todos nós, que estamos envolvidos nesta mudança de rumo, alinhavarmos o mesmo patamar de gestão que foi atingido na SPFW. Precisamos lançar mão de toda a nossa criatividade para o mercado privado investir. Resgatar parcerias, fazer do Fashion Rio uma grande vitrina”.
À moda da casa
“Meu desejo é o de fazer um evento incrível e com muita infra-estrutura. A escolha dos armazéns, no Cais do Porto, é porque a moda tem de ter uma casa. O modelo de desfiles em tendas está falido. A Marina da Glória (antigo local do Fashion Rio) tem uma vocação diferente. Tenda não é casa de ninguém. Por isso, não teremos mais tendas, banheiros químicos, nada disso. Só haverá um desfile externo: o da Ausländer, porque não dá mais tempo de mudar. Todos os outros serão nos armazéns e começarão à tarde”.
Evento Espartilhado
“Precisa haver uma consolidação e uma continuidade de trabalho para atingirmos a qualidade. A curto prazo fizemos o enxugamento do line up do Fashion Rio. O corte tem um objetivo estrutural. Não quero que os estilistas pensem que foram julgados, pois levamos em conta uma série de aspectos. Não podemos, por exemplo, ter estilistas que resolvem pular edições de uma hora para outra. Isso é inadmissível. Pulou? Tá fora, perdeu o lugar. Em 1998, na SPFW, eu também reduzi os desfiles de 33 para 20”.
Hype do momento
“Não haverá mais subdivisões no line up do Fashion Rio, como ocorria: mainstream, novos talentos e por aí vai. No dia 5, teremos os desfiles do Rio Moda Hype. Decidimos com Robert Guimarães e Fernando Molinari, idealizadores do RMH, que a semana de moda no Rio será aberta com o coletivo dos novos talentos em um mix perfeito com as artes plásticas e a música. Eles obtiveram o patrocínio do Sebrae e farão um evento por conta própria, com força e garra. Não haverá mais sublocação ou vínculo de pagamento com o Fashion Rio”.
SP Fashion Rio
“A velha pergunta: ‘o ideal é Rio sediar os desfiles de moda-praia e São Paulo os de inverno?’ Se o mercado seguir para essa direção, isso poderá ocorrer. Mas só se fizer sentido econômico e estratégico. Não será na passarela ou no release desta edição de Primavera-Verão que saíra a decisão. A curto prazo, quero conversar com as grifes de moda-praia, como Água de Coco, Cia. Marítima, Poko Pano, Blue Man, Movimento e Rosa Chá, para que, na próxima edição de Verão, apresentem suas coleções no Rio”.
Grupo Moda Brasil
“Viemos para unificar, para complementar em busca de uma convergência. Não acho que será nada fácil, mas a conquista de alcançar esse objetivo será prazerosa. O Calendário Oficial da Moda Brasileira não é feito por uma pessoa ou por uma empresa. Mas, sim, por seres humanos envolvidos nesta cadeia produtiva em prol do setor. No Fashion Rio, Mari Stockler vai assinar a curadoria de exposições; o coletivo OEstudio, a concepção cênica; Richard Luiz, a direção de imagem; e Zee Nunes, a codireção criativa. Coletividade. É isso!”.
No comando do Fashion Rio, Paulo Borges derruba a ponte Rio-SP e unifica a moda BR
Um herói brasileiro em meio ao seu próprio povo surgiu à paisana, quarta-feira, na Pérgula do Copa. “Não sou Wolverine, mas estou armando meus tentáculos no Rio”, anunciou à coluna o paulistano Paulo Borges, que pode não ser personagem de HQs, mas está prestes a tomar a Cidade Maravilhosa de assalto com seus superpoderes – “naturais e para o bem” – inteiramente voltados à próxima edição do Fashion Rio, a partir do dia 5, nos Armazéns do Cais do Porto, sob a capa estrelada do nosso super-herói. “Eloysa (Simão) deve estar muito triste. Mas isso poderia ter acontecido comigo também. A InBrands (grupo de investimento em moda cujo portfólio tem as grifes Ellus, 2nd Floor, Alexandre Herchcovitch e Isabela Capeto e que se associou à Luminosidade, empresa de Borges, responsável pela São Paulo Fashion Week, e, mais recentemente, à Firjan, no Fashion Rio) poderia ter fechado negócio há muito tempo com a Firjan, e, depois, decidido conversar sobre a SPFW. Eu poderia estar de fora se o percurso tivesse sido o contrário”, alinhava Paulo, referindo-se ao ziguezague frenético dos pespontos, desde a saída de Eloysa Simão e entrada dele na direção do Fashion Rio, há três semanas.
Paulo segue o provérbio que diz: melhor ser cabeça de lagarto que rabo de dragão. “Sou pau-mandado, sócio minoritário na gestão da SPFW. Minha contribuição é fazer parte do processo de uma holding com metas para o fomento da moda no país”, assegura, braços abertos, assim como o Redentor, para acabar com a velha rixa entre as cidades, assunto mais do que fora de moda. “O Fashion Rio também terá a chancela de Calendário Oficial da Moda Brasileira, assim como a SPFW. É um ato que explica uma intenção. A partir de agora, teremos uma plataforma única da moda brasileira”, atesta Paulo, minutos antes de receber, via Blackberry, mensagem da secretária confirmando que, a partir daquela data, sua assinatura nos e-mails havia sido mudada para: “Paulo Borges, Luminosidade SPFW e Fashion Rio”.
Na véspera do Dia das Mães, Fred D'Orey, espécie de ‘pãe’ pródigo e empresário de moda à frente da grife Totem, elegeu oito mães poderosas para ilustrar a vitrina das nove lojas da marca: Yoko Ono, Dona Canô, Jane Birkin, Patti Smith, Charlotte Gainsbourg, Leila Diniz, Jack Onassis e Linda McCartney. “Todas, de uma forma ou de outra, mães cheias de orgulho e belos exemplos de maternidade”, conta Fred. Duvida? “Patti Smith largou a carreira musical e se mudou para o interior para cuidar dos filhos. Yoko Ono transformou o louco do John Lennon no cara mais caseiro, tudo em nome do filho, Sean Lennon. Linda McCartney foi uma tremenda mãe presente e ajudou Paul a sair da depressão pós-Beatles. Sem falar em Dona Canô, uma graça de pessoa, uma mãe muito musical, que nos deu de presente os gênios Caetano Veloso e Maria Bethânia”, exemplifica o estilista. Ainda sobre o critério de seleção, Fred vai além: “Escolhi mães de todos os temos que, apesar de famosas, optaram pela família e fugiram dos holofotes. Malu Mader, Fernanda Torres e Cláudia Abreu também são mães bem Totem”, completa.
Quem também rasgou o verbo à Rolling Stone foi Nando Reis. Assim como Caetano, o cantor divulga novo trabalho – o álbum Drês – e dispara, ao relembrar sua trajetória: “Volta e meia, tenho vontade de mandar tudo à m... e encher a lata. Mas não quero que isso seja à custa de estragos no meu trabalho, na relação com os meus filhos e com o mundo”. A bebida, a propósito, é outro ponto polêmico na história do ex-Titãs: “Sempre estive envolvido com essas coisas: bebida, que eu continuo usando, e drogas, não vou falar a respeito. Sempre usei e me atraem. Elas têm uma parte incrível, mas, por outro lado, quase me mataram”, revela. Discurso controverso? Não para Nando: “Eu adoro ser um imbecil de 46 anos que, às vezes, se comporta como adolescente!”, completa.
Sexta-feira à noite começa o Shabat para a comunidade judaica. Eis que, no Clube Israelita Brasileiro, em Copacabana, o cantor Ricky Vallen será a atração musical, hoje. Até aí, nada de curioso, não fosse o fato de Ricky ser evangélico. De Volta Redonda para o mundo, ele tem feito a alegria das plateias mais heterogêneas com seu repertório – de Chico Buarque a Cazuza, passando por Zezé Di Camargo e Luciano, além de Wando. Tanto ecletismo no set list e entre os fãs de Ricky reflete o gosto musical do cantor, tiete de nomes como Roberta Miranda e Shakira: “Meu sonho é fazer um dueto com Daniela Mercury ou com Maria Bethânia”, conta. Agenda lotada à parte, Ricky, revelado no Programa Raul Gil, prepara, em paralelo, seu novo trabalho, um DVD que deve ser lançado ainda este ano: “Tivemos um acidente de percurso que atrasou o lançamento. Gravamos no Canecão, em janeiro, mas não gostei do resultado. Refizemos todo o show, mês passado, no Vivo Rio”, revela.
O hábito carioca de andar pelas ruas sempre foi referência quando o assunto é o charme dessa gente da gema. Porém, os nativos do Rio têm o dom de transformar simples ruas e avenidas em verdadeiras passarelas de moda. E esse ar vanguardista não nasceu ontem. “No início do século passado, as ruas do Centro da cidade eram as vitrinas das tendências de moda. Hoje, as mulheres exibem o visual entre Leblon e Ipanema”, conta a historiadora Luciana Andrjwski (foto), que, a partir do mês que vem, ministra aulas do curso Moda carioca na década de 1910, no Espaço Cultural Desculpe, Eu Sou Chique, em Laranjeiras. “Após o bota abaixo de Pereira Passos, com o auge da belle époque, o núcleo da modernidade de moda mudou de endereço, mas mantivemos o hábito de aderir ao estilo urbano”, analisa a professora, que vai a fundo na democratização fashionista. “Com o crescimento de lojas de departamentos, as tendências chegam a todos. Inclusive ao traficante, querendo se vestir como o playboy”.
O re-encontro entre Adriane Galisteu e Roberta Miranda não aconteceu. A loira que cantou Vá com Deus em seu programa Toda Sexta, na Band, invadiria o palco para uma participação especial nesta quinta-feira, no Teatro Rival, mas deixou Roberta e seus fãs desapontados. A ausência de Adriane só foi anunciada um pouco antes de o show começar, quando Roberta foi avisada por telefone que a amiga não compareceria para o ensaio+show já que estava gravando para seu programa. A plateia e Roberta ficaram com Deus...
Alguns versos da canção Divino maravilhoso, escritos por Caetano Veloso, durante a década de 60, parecem atuais. O cantor, que acaba de lançar seu novo CD, Zii e Zie, confessa que é preciso, como diz a música, estar atento e forte: “Sou um artista que nunca teve um segundo de paz. Nunca fui unânime entre a crítica, os colegas, a opinião pública. Aliás, as pessoas se especializaram em se opor a mim, enquanto artista”. A declaração foi feita à revista Rolling Stone deste mês, na qual Caê ainda comenta sobre o novo trabalho, a ser apresentado, hoje, no Canecão: “A tradição da canção brasileira é de lamentação permanente. Não é nada demais o fato de eu ser famoso e ter canções que são lamentos. É tradição”.
A cantora Cher passou por um sufoco na manhã desta quinta-feira. Era 11h16 quando funcionários de sua residência acionaram o botão de emergência e rapidamente ambulâncias e caminhões de bombeiros chegaram a casa de Malibu e todos deixaram o local enquanto aguardava o resgate.
O pânico inicial deu lugar ao suspiro aliviado da cantora que foi informada que o alarme foi disparado por engano enquanto funcionários de uma empresa de segurança trabalhavam no local. Que susto!
Foi desta maneira que a imagem de Victoria Beckham apareceu em uma loja da rede Macy no Herald Square, em Nova Iorque, na manhã desta quinta-feira. Seguindo os passos de David Beckham, a ex-Spice Girl protagoniza a nova campanha da linha de roupas íntimas da Emporio Armani.
Diferente da cantora Lily Allen, que afirmou ao jornal inglês The Sun que "os Beckhams dão náuseas", o mundo não se cansou deles, que o diga a Emporio Armani. Já que a grife além de garantir contrato com a morena até 2012, pagou a cifra de R$ 38 milhões para ter as curvas de Vic para fazer propaganda.
Não basta ser pai, tem que prestigiar... E foi o que o casal Piquet fez na noite da última terça-feira durante a primeira edição do Fashion Day, em Brasília. Nelson Piquet e a esposa Viviane foram assistir e registrar todos os passos fashions do caçula Pedro, de 10 anos, enquanto cruzava a passarela para a marca Ana Paula Gonçalves.
Pedro esbanjou simpatia e assim como o papai tricampeão mundial de Fórmula 1, já tomou o gosto pela velocidade e corre de kart.
Quem também brilhou foi a modelo Daniela Sarahyba, que desfilou para a grife Bob Store. O sucesso da noite foi tanto que Claudia Fittipaldi , gerente de marketing do centro comercial pretende repetir semestralmente.
O ditado ‘nem tudo que reluz é ouro’ não vale para Priscila Fantin. Ela é a golden girl do catálogo com as peças finalistas do AuDitions, concurso de design de joias organizado pela mineradora AngloGoldAshanti, cujo tema este ano é Natureza fantástica. Priscila foi escolhida como modelo do editorial devido ao seu engajamento com as questões ambientais, influência do pai, engenheiro florestal. “Entrei nessa aventura dourada pelo tema e porque isso desperta a consciência das pessoas em torno do estado crítico do planeta. São joias feitas com ouro, garrafa pet, escamas de peixes e até guizos de cascavel doados pelo Ibama”, revela a atriz. Em paralelo à campanha, Priscila acerta, em Belo Horizonte, os detalhes da inauguração de seu spa holístico em sociedade com a irmã. "Há tempos enveredei pelos caminhos do autoconhecimento, do equilíbrio emocional e espiritual. Encaro o projeto como se estivesse colocando uma cria no mundo. É um negócio entre irmãs, mas também um núcleo, no qual poderei trocar experiências e aprendizados com outras pessoas", conta. A expô Design Brasileiro: uma interpretação em outro sobre a natureza fantástica abre hoje, no Rio Design Barra.
Ser DJ por uma noite está na moda. Mas, cá entre nós, quando o comandante das pick-ups não é profissa, mas entende do riscado musical, a boa fica garantida. Assim foi a estreia do projeto The DJ for the night, que vai levar, mensalmente, uma figura ilustre para embalar os vips do Londra, no hotel Fasano. Coube a Arnaldo Antunes cortar a fita vermelha, anteontem. “Somente 10% de minhas viagens ao Rio são a lazer. Dessa vez, por exemplo, vim tocar para os meus amigos, na sala de casa”, brincou o ex-Titãs. No sonzinho feito para a galera, Elvis Presley, Jorge Ben Jor, John Lennon e Leonard Cohen. O chefe da pista na próxima edição, dia 2 de junho, será Vik Muniz, que, aliás, marcou presença na inauguração do projeto. “Emilinha Borba estará no meu setlist! Quando morei em Nova York, nos anos 80, os americanos ficavam loucos ao escutarem as músicas dela”, adiantou o artista plástico, emendando: “Também vou trazer muita música africana e indiana”. Vik, aliás, é fã confesso do filme ganhador do Oscar deste ano, Quem quer ser um milionário? “Já vi mais de dez vezes”, confessou.
Para muitos, ser primeira-dama é lançar tendências fashionistas. Mas, glamour e elegância à parte, Michelle Obama atravessou em vibe Rubinho Barrichello a linha de chegada de tendências em corte de cabelo. A aparição da Sra. Barack Obama, anteontem, em Nova York, na noite de gala da edição anual da revista Time – que elege as 100 personalidades mais influentes do mundo – comprovou a passadinha de Michelle pelo mesmo cabeleireiro de Rihanna. O resultado final ficou excelente, trocando a armação capilar tipo Umbrella para a desconstrução moderninha da ex de Chris Brown. Mas, verdade seja dita, o corte da cantora já está na moda há, pelo menos, dois anos.
No começo da noite de terça-feira, minutos depois de chegar ao Rio, Hugh Jackman incorporou o melhor do estilo carioca ao mudar os planos de seguir para o hotel e descansar: foi jantar em uma churrascaria. Abriu os trabalhos às 18h45 e só deixou o local depois de provar to-das as carnes. O astro de Wolverine volta a Nova York levando na bagagem, além da camisa do Corinthians, a do Flamengo e a da Seleção Brasileira. Apaixonado pela produção cinematográfica brasileira, ele ganhou dos diretores da Fox DVDs com o melhor do nosso cinema.
Para comemorar os 100 anos da sua primeira publicação, a revista TIME organizou na noite desta terça-feira um baile de gala no Lincoln Center, em Nova Iorque, para festejar.
Por lá passaram políticos, jornalistas, cientistas, estilistas e astros do cinema foram lembrados como as personalidades mais influentes do mundo. O repertório ia da cantora MIA à John Legend, a estilista Stella McCartney, que além de receber destaque na premiação, foi acompanhada pelas amigas Liv Tyler e Kate Hudson, Claire Danes até mesmo Luze Orman, considerada uma guru da economia americana.
O “boom” do casal Obama foi representado pela primeira-dama, Michelle, que discursou para o público com um novo visual. Além da mudança fashion, a primeira-dama planeja criar um "fundo de inovação social" de US$ 50 milhões para ajudar a financiar e ampliar organizações sem fins lucrativos.
Um dos estilistas mais influentes da década de 80, Christian Lacroix foi o escolhido para abrir a Audi Fashion Festival, em Singuapura. Nesta quarta-feira, o estilista francês recorreu a seus costumeiros volumes para mostrar novidades para a primavera-verão 2010.
Conhecido por reviver o rosa e o vermelho, as duas cores estiveram presentes em quase todas as criações que cruzaram o catwalk. Lacroix apostou em bordados, vestidos curtos, sobreposições, etc. Os volumes não se limitam as saias, aparecendo também nas mangas bufantes.
Ao invés de uma plateia de Vips, as mulheres que quiseram conferir o lançamento do francês precisaram desembolsar U$ 500 para um jantar acompanhado de desfile.
A nostalgia fashion desfilou em doses caprichadas na abertura da exposição Modelos como musa, no Metropolitan, em NY, anteontem. Os drops históricos da moda estavam estampados em corpos que dominaram as passarelas nos anos 70 (a somali Iman), 80 (a americana Brooke Shields), 90 (a anglo-iraniana Yasmin Le Bon, a alemã Claudia Schiffer e as americanas Cindy Crawford e Tyra Banks) e 2000 (a brasileiríssima Gisele Bündchen). Sem climão de “que fim levou?”, a coluna conta o que as musas andam aprontando: Iman é engajada na luta contra a Aids, na África, dando força a diversas ONGs; Brooke, há pouco, protagonizou a série de TV Lipstick jungle, já extinta; Yasmin e Claudia comandam marcas de peças exclusivas; Cindy está às voltas com o processo de assédio sexual movido por duas garçonetes contra seu marido, Rande Gerber; Tyra continua à frente do programa America‘s Next Top Model; e Gisele...bem, continua na ativa, feliz com o marido bom de bola, Tom Brady, e planos de bebê a bordo.
Energia de Monstra– A globetrotter Patricya Travassos em harmonia com o Oriente
Não é só de saúde que se sustenta o estilo alternativo de Patricya Travassos. Na hora de escolher o roteiro de suas viagens, a apresentadora do GNT também opta por destinos inusitados: está em Ching Mai, Tailândia, gravando o programa Alternativa Saúde. Lazer à parte, a ideia é mostrar o sucesso do país em terapias, gastronomia e estilo de vida. Aliás, segundo a aventureira, Bangcoc bate o Rio em desigualdades sociais: “O top do luxo fica ao lado de favelas paupérrimas, em uma mistura de alta tecnologia com artesanato milenar”, conta Patricya, que desembarca no Rio, amanhã, e, com super fôlego, deixa a diferença de 10 horas de fuso horário para trás e reestreia, sexta-feira, Monstra, no Teatro dos Grandes Atores, na Barra.
Para Sempre Maysa – Manoel Carlos, Larissa ‘Maysa’ Maciel e Jayme Monjardim, no lançamento do DVD da minissérie, no Copa
Em rotação musical com o tom mezzo fosseto, mezzo nostálgico da noite, no lançamento do DVD Maysa – quando fala o coração, anteontem, no Bar do Copa, menestréis da MPB aproveitaram para dissertar sobre a musa de olhos profundos como dois oceanos não-pacíficos. “Minha vida, assim como a dela, foi muito triturada, mas tive a sorte de renascer”, enfatizou Ângela Rô Rô. De olho nos extras da minissérie exibidos em telas de plasma, Wanderley Cardoso deu seu apêndice à obra. “Maysa gravou História de amor, mas quem vendeu 100 mil cópias fui eu”, bradou o cantor. Saudosista incorrigível, Pery Ribeiro era só elogios ao lembrar que a minissérie serviu para mostrar a um país novo que ele também é um país com memória: “A MPB daquela época era um pouco mais rica da que se faz atualmente. A música hoje está ligada ao resultado final, o que se faz no meio ou no início não importa”. Autor de Maysa, Manoel Carlos antecipou à coluna a vontade de levar a vida e obra de Angela Maria para a TV. “É uma cantora do povo e não da elite. Ao contrário de Maysa, a Sapoti veio lá de baixo”.
Amy Winehouse foi vista em uma praia em Santa Lúcia no Caribe praticando golpes de judô... Brincadeirinha, ela ainda não assumiu um “estilo de vida mais saudável” depois de ser internada por desidratação. A cantora só quis fazer graça ao perceber a presença de fotógrafos na praia que tentavam clicar um momento mais intimo com o homem misterioso que a acompanhava.
O mesmo homem foi clicado com Amy horas depois e identificado como Anton Moses, um vendedor local. Amy segurava um cigarro entre os lábios, reafirmando que não foi este susto que a fez mudar de ideia sobre seus hábitos...
É bom o estado de saúde do pequeno Davi, filho da cantora Claudia Leite, que está internado no Rio de Janeiro com meningite. A baiana acompanha o filho na UTI neonatal do hospital Copa D’Or desde a noite desta segunda-feira.
O menino foi levado pelos pais para o hospital depois de apresentar febre e pontos vermelhos pelo corpo. Já internado, Davi submeteu-se a exames médicos que confirmaram a doença. Apesar de o quadro clínico ser bom, os médicos ainda não tem previsão de alta.
A expectativa é que o bebê de três meses saia do hospital antes do fim de semana já que até o momento, de acordo com a assessoria de imprensa da cantora, Claudia não desmarcou seus compromissos profissionais.
O tradicional baile de gala do Metropolitan Museum agitou a noite nova iorquina ontem. O ingresso de U$ 7,5 mil não foi motivo para afastar uma legião que prestigiou a festa organizada pela editora-chefe da Vogue , Anna Wintour.
Com o tema "The Model As Muse: Embodying Fashion", não faltaram belas tops para riscar o red carpet. Quem pensa que o black-tie foi a escolha da noite, engana-se... algumas deslizaram na escolha do modelito.
Madonna, que estava acompanhada do seu empresário Guy Oseary e logo depois, com Jesus Luz, vestiu um Louis Vuitton. Algo no estilo “ Lourdes Maria”, a filha.
A gêmea Mary-Kate Olsen aderiu a um longo prateado. Cheio de babados em uma releitura de Maria Antonieta.
A atriz Molly Sims escolheu algo vintage e elegeu o 80’s para marcar a presença.
Rihanna, sempre sensual, escolheu um look mais “comportado” e apostou no um terninho Dolce & Gabbana.
A surpresa da noite foi Katy Perry. Conhecida por seu visual ora extravagante, a cantora optou por um sóbrio e longo azul, elegante!
À frente do Rio Moda Hype, lançando novos talentos através do Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design, dos quais são diretores, Robert Guimarães e Fernando Molinari confirmaram à coluna, ontem, a continuidade do RMH no calendário de moda da cidade. Eles tiveram uma reunião com o atual gestor do Fashion Rio, Paulo Borges, e ficou decidido que os novos talentos sairão do line up da semana de moda carioca e passarão a integrar unicamente o Rio Moda Hype, que, nesta edição, ganhará o patrocínio do Sebrae. “No passado, chegamos a cogitar um evento separado do Fashion Rio, mas este é um momento de unir forças, de convergência. Vejo com bons olhos a entrada de Paulo Borges. O Rio Moda Hype tem vida própria e também será realizado nos armazéns do Cais do Porto, no mesmo período do Fashion Rio”, conta Robert. Ele, assim como Paulo, “acha um absurdo o Fashion Rio manter três line ups diferentes em sua agenda de desfiles: um ligado a nomes consagrados, outro para novos designers e ainda o Rio Moda Hype”. E acrescenta: “O nosso evento sempre teve a essência dos novos talentos. Portanto, ele (Paulo) achou perfeito que os novos estilistas voltassem a desfilar no Rio Moda Hype. Estamos somando forças para reafirmar o poder do calendário da moda carioca”.
Susana Vieira pode estar ausente do horário nobre da TV, mas não para. E também não sai da mídia. Ou a mídia não sai de sua cola - depende do referencial. Ao receber a coluna, no Canecão, sexta-feira, onde participou da comemoração de dois anos do espetáculo Pout-PourRir, a atriz não perdeu a pose, muito menos a paciência. Com dois celulares – “um pessoal e outro só para atender a imprensa” – a tiracolo, Susana atriz desligou os aparelhos e, por alguns minutos, antecipou aquilo que, de fato, será notícia. “Vou escrever um livro de crônicas, dar a minha opinião sobre as coisas. Porque a minha vida está aí, para todo mundo ver, nas páginas de revistas e jornais”.
Como avalia a sua participação no espetáculo Pout-PourRir?
Fiquei preocupada, porque não é um trabalho habitual. Esses comediantes são tarimbados e eu subi ao palco para fazer uma caricatura (Suzy Corrimão, prima de Lady Kate). Tudo o que se faz com prazer dá certo. Fui a cerejinha desse bolo.
Madrinha de escola de samba, DJ de ocasião, dublê de funkeira... Susana, a polivalente?
Tenho uma curiosidade enorme pela vida, sou feliz e não tenho medo de nada. Eu raramente digo não a alguma coisa, a vida é feita de oportunidades. Às vezes, quebro a cara, mas quase sempre dá certo. Meu próximo trabalho será uma participação na Turma do Didi, uma honra para mim. Não cresci vendo o programa do Renato Aragão, mas o meu filho, sim.
Como descobriu que poderia ser DJ, uma vez que vem discotecando com frequência?
Só ataco de DJ quando meu filho está perto. Toco para agradá-lo, já que nos vemos tão pouco.
Você é foco dos paparazzi a cada aparição. Isso a irrita?
Suponho que seja porque eu sou uma estrela, né? Sou uma pessoa amada, eu vendo jornal. Alguém comum, que ama viver, mas faz parte da história da televisão brasileira: isso é um diferencial. Ninguém dá capa a alguém que não vende. As revistas me colocam, porque sabem que eu não encalho nas bancas.
Há dias, publicaram que você estaria escrevendo uma autobiografia. Não é cedo para contar a sua história?
Não é verdade que eu esteja escrevendo a minha biografia, não sei de onde tiraram isso. Vou escrever, sim, um livro de crônicas, dar a minha opinião a respeito das coisas. A minha vida está aí para todo mundo ver, diariamente, nas páginas das revistas especializadas.
Nem Carmen Miranda, tampouco Isaurinha Garcia. É sobre Dalva de Oliveira a microssérie que Maria Adelaide Amaral prepara para ir ao ar, na TV Globo, em janeiro de 2010. “O projeto ainda é inusitado, pois não tenho um nome em mente sobre quem fará a Dalva. Só sei que a direção será de Dennis Carvalho”, antecipou a autora à coluna com exclusividade, na estreia de Vidas divividas, peça de sua autoria, em cartaz no Teatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca. "Sou muito honesta com os meus textos. É uma maneira de me prevenir com quem vai fazer os papéis que escrevo. Não sou atriz, graças a Deus", destacou Maria Adelaide, que dá o start hoje, em SP, na pesquisa sobre a vida e obra da “rainha da voz”. E quem acha que, como autora, Maria Adelaide interfere no trabalho de estúdio, engana-se. "Não tenho a menor paciência para ensaios e gravações. Ajudo os diretores a escolherem o elenco e acaba ai". Além da microssérie, Maria Adelaide entregou ao cineasta Sérgio Machado, semana passada, o primeiro tratamento do roteiro do longa (o primeiro da autora) sobre a vida de meninos da favela de Heliópolis, em São Paulo.
Há quem curta bater palma para o pôr-do-sol no Arpoador. Já a stylist Marina Franco decidiu comemorar os 29 anos dando tchauzinho para o astro rei no Hotel Santa Teresa, ao lado de convidados especiais. Um deles, aliás, surpresa de aniversário: o fotógrafo peruano Mario Testino, no Rio para concluir os últimos detalhes do livro MaRio de Janeiro Testino, registro acumulado de todos os trabalhos já feitos pelo mestre na Cidade Maravilhosa (inclua aí muitas carinhas famosas, como Grazi Massafera, Cauã Reymond, Rodrigo Hilbert e Fernanda Tavares).
O top fotógrafo Mario Testino, clicado entre o produtor de cinema Paulo Ferreira e Candé Salles
“Adorei o lounge em cerâmica portuguesa e a decoração da suite presidencial", confessou Mario, já visualizando o espaço como palco para um próximo editorial.
“Nunca cuspi no prato em que comi, e quando eu gosto, gosto. Não sou de meio termo. O mundo dá voltas e as relações têm de ser profissionais”. A frase é de Walter Rodrigues sobre voltar a trabalhar com Paulo Borges, agora, à frente do Fashion Rio. Walter desembarcou em São Paulo, no fim de semana, depois de uma temporada em Milão para diversas pesquisas para a nova coleção. Em conversa com a coluna sobre os rumos da semana de moda carioca, ele foi taxativo: “Estou ansioso para ver a nova estrutura. Não existem perdedores ou ganhadores com as mudanças. Fico triste de não trabalhar mais com Eloysa Simão e o pessoal da Dupla Assessoria, mas certo de que Paulo Borges fará o melhor”. O designer acrescentou que “não existe nada de rusguinha” entre ele e Paulo, também organizador da SP Fashion Week. “Há cinco anos, decidi apresentar minhas coleções no Rio pela importância do volume de negócios. Com o Fashion Business, emplaquei vendas para o mercado internacional. Foi perfeito”, relembra. Quando estava em Milão, Walter recebeu um telefonema de Paulo Borges comunicando que a empresa deste, a Luminosidade, foi contratada pela Inbrands para organizar a semana de moda carioca, depois do acordo firmado com a Firjan. “Disse a ele que seria um prazer continuar no Rio. Será uma fase de reencontro, pois trabalhamos juntos nas décadas de 80/90 e temos boa relação”.
“Escrever é também não falar. É calar-se. É gritar sem fazer ruído”. A frase de Marguerite Duras (1914-1996), escrita em uma das paredes do 4º Minas Trend Preview – evento que apresentou as tendências para Primavera/Verão 2009/2010 e terminou sábado, em Alphaville, Lagoa dos Ingleses, na Grande Belo Horizonte – serviu de inspiração para Eloysa Simão abrir o coração à coluna e sintetizar o seu momento: “Nem sempre você precisa falar para dizer algo. Às vezes, o silêncio grita mais do que muitas palavras”. Em uma das tendas, o burburinho era grande com 166 expositores dos segmentos de vestuário e acessórios fazendo negócios em tempos de crise e comemorando um aumento de 20% nas vendas em relação à edição passada. Além deles, estilistas conceituados apresentavam suas criações em desfiles no único evento de pré-lançamento do Brasil. Lá fora, chovia, fazia frio e o nosso encontro com Eloysa foi em uma data muito dolorosa para a dona da Dupla Assessoria, empresa contratada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais para organizar o Minas Trend. Era 1º de maio, data que marcava os seis anos de morte de Giorgio Knapp – seu sócio de toda uma vida na idealização de semanas de moda no Rio. “Ele faz falta. Nessa hora, seria um ombro muito amigo”, disse.
Durante os cinco dias do Minas Trend Preview, Eloysa preferiu seguir à risca a frase forte acima sobre o silêncio, quando perguntada por jornalistas de todo o Brasil a respeito da dor e do impacto de estar fora do Fashion Rio. Ela foi comunicada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio, através de uma carta, sobre a rescisão do contrato com a Dupla Assessoria para a organização da semana de moda carioca. Menos de 10 horas depois, recebeu o anúncio oficial da transação entre a Firjan e o grupo InBrands, que contratou da empresa Luminosidade, de Paulo Borges (também à frente da São Paulo Fashion Week), para ocupar o seu lugar no Fashion Rio. Vale ressaltar: na véspera do recebimento da carta, Eloysa estava em viajando em busca de novos patrocínios para a semana de moda carioca; o line up já estava fechado; e a empresa trabalhava a todo vapor na elaboração do conceito para a edição Verão 2010. Águas passadas, mas que ainda deixam os olhos da empresária marejados. Mais silêncio dela também com relação ao convite para integrar o time de direção do Rio Summer. Só esta semana, Eloysa vai sentar com a equipe de Nizan Guanaes para alinhavar o contrato.
Sobre o Minas Trend Preview, ela esboça um sorriso, levanta a voz e diz: “Eu falo tuuudo”. Lembra que o evento está na quarta edição – “foi pensado para nunca competir ou bater com as datas do Fashion Rio ou da São Paulo Fashion Week” –, é um sucesso comercial e faz um link perfeito com esses eventos ao antecipar as tendências para as coleções de Verão e Inverno, gerando business. “Semanas de moda têm de ter glamour de passarela, é lógico, mas precisa agregar valor de negócios”, afirma Eloysa, também idealizadora do Fashion Business, evento paralelo ao Fashion Rio, que gera um grande resultado para a indústria da moda na cidade. Nesta semana decisiva, a empresária ainda se reunirá com os diretores da Escala Eventos, que, assim como ela, estiveram envolvidos com a organização do Fashion Business nos últimos anos. Todos os aspectos jurídicos começam a ser analisados para a próxima edição.
Depois de apostar em Wagner Moura e Sua Mãe, a MTV continuou em um tour pelo Nordeste e leva ao ar a partir desta terça-feira uma nova leva de vinhetas com a Catarina Dee Jah, considerada pela emissora como personalidade “da efervescente cena musical pernambucana”.
Conhecida primeiramente por ser DJ, Catarina começou cantando em cima dos remixes que fazia. A brincadeira ficou séria e a cantora debutou no palco abrindo show para Malu Magalhães e já lançou um EP produzido por China com fortes pinceladas de manguebeat e outras influências como o punk e o brega dos anos 70.
Diante das câmeras, Catarina deu sua versão para clássicos como Vou fazer cocô, do Garotos Podres e Nefertitti, de Serge Gainsbourg. A cantora também demonstrou as suas preferências no cenário musical de Recife e canta Toca-te dentro, de sua autoria.
Com o single Antes de você incluído na trilha sonora da novela das 19h da Rede Globo, os Titãs chegam às rádios brasileiras nesta quinta-feira. Com letra que diz Antes,eu não pensava em você/ Agora,tudo é uma lembrança sua, Paulo Miklos dispara:
"Na maioria das vezes, criamos defesas e nos recuperamos. Mas no caso desta canção, sucumbimos a ele definitivamente. Não há influência mais poderosa do que o amor"!
Um exemplo da poderosa influência do amor poderá ser vista na telinha. Malu Mader e Tony Bellotto protagonizam a nova campanha Portas abertas - da Credicard Financiamentos.
Ronaldo Fraga, que arrasou na última edição da SPFW com um desfile mostrando valores reais e não valores em reais – verdadeira ode à humanização da moda, com roupas para todos os tamanhos – assinou o desfile coletivo de abertura do 4º Minas Trend Preview. Inspiração: Riviera Francesa dos anos 30 e 40 (o evento foi o primeiro no segmento da moda a homenagear o Ano da França no Brasil) em um mix com as Minas Gerais das carrancas do São Francisco e das bonecas do Vale do Jequitinhonha.
A primeira fila contou com o governador Aécio Neves (chegou ao evento em um helicóptero em função da agenda apertada) ao lado de Fernanda Lima, Mariana Ximenes, Grazi Massafera e Taís Araújo.
Representante da Prémière Vison para a América Latina, Ruben Costa, e o francês Jacques Brunel, diretor-geral do evento em Paris, prestigiaram o Minas Trend Preview
De Daniela Sarahyba Klabin, no backstage sobre a crise: “A última roupa que comprei foi em dezembro”. Com a ajuda dos deddinhos contou e concluiu: “Quatro meses!”
Izabel Goulart em terras mineiras: “Pão-de-queijo é tudo na minha vida!” Por falar em modelos, ponto para a organização que levou um cast de primeira. Desfilaram Isabeli Fontana, Carol Francischini, Renata Kuerten, Bruna Sotile, Samira, Carmelita, Isabella Fiorentino e Natália Edenburg, entre outras, em verdadeira democracia étnica.
Antes da nossa conversa, Eloysa conferiu uma palestra com o tema Tendências do Novo Consumidor em Tempos de Crise, proferida pela diretora do Studio Edelkoort Inc. de Nova York, a francesa Emmanuelle Linard (foto), e por Sérgio Machado, também integrante do bureau fundado por Li Edelkoort – uma das 25 pessoas mais influentes da moda, segundo a Time – e especializado em estudos sobre tendências que serão incorporadas a médio ou longo prazo. A coluna, então, ouviu as dicas de Emmanuelle e pinçou com Eloysa Simão sua interpretação para os highlights do bate-papo sinalizador dos novos ventos da moda.
Emmanuelle: “O amarelo será o novo pink. O rosa reina há 10 anos na moda, mas a energia solar, os girassóis de Van Gogh vão tomar o lugar do pink”.
Eloysa: “O pink surgiu para resgatar a feminilidade da mulher. Até uma frase foi imortalizada: ‘Think pink’. Nos próximos anos, a moda vai pensar em energia sustentável, em vigor, reciclagem e em novas tecnologias. Pense amarelo”.
Emmanuelle: “O campo estará em voga. Os problemas financeiros afetaram tanto a todos que haverá um novo olhar para o rural. A visão de lucro será outra. Haverá a utilização de artesanatos, fibras naturais, estampas com flores do campo e patchworks. A roupa será extremamente confortável”.
Eloysa: “Veremos as pessoas terem mais prazer na simplicidade do campo, no contato com a natureza. Nesta palestra, ficou claro que a jardinagem será o grande hobby do futuro”.
Emmanuelle: “Novos direcionamentos na vida. A roupa ajudará na funcionalidade do dia-a-dia. As blusas e camisas terão detalhes românticos e o jeans será primordial”.
Eloysa: “É o fim dos conceitos rigorosos de elegância. Podemos chamar de uma elegância desvanecida. Não haverá um bloco rígido, mas algo que se traduz em formas fluidas e na transparência dos tecidos. Somos obcecados por entender o tempo, mas, agora, precisamos trabalhar tendências tecnológicas que nos proporcionem qualidade de vida. Há um preceito budista que diz: ‘O tempo é imaginário. Passado e futuro são contínuos, nós é que os vemos blocados’. A verdadeira razão do tempo é indefinida”.
Emmanuelle: “O preview que estudamos para o Inverno 2010/2011 foca em cores que vão do tijolo, azul escuro, violeta forte ao sóbrio preto. Observamos também que o cinza será o novo branco. São tempos de diálogos, de rever conceitos, de negociação. O indivíduo passa por um período difícil da economia e a hora é de se voltar para o seu interior e perguntar o que ele sabe fazer de melhor”.
Eloysa: “Entendo que, em tempos de crise, a cartela de cores do vestuário ficará mais fácil para um mix de peças. As pessoas estão agredidas, portanto, o preto dará a sensação de segurança, de aconchego”.
Se, em São Paulo, a promotora do Ministério Público Déborah Kelly Affonso propôs uma ação que condiciona os eventos de moda a disponibilizarem cotas para negros na passarela da São Paulo Fashion Week, no Festival de Moda de Fortaleza, a grife Lamanda, da empresária Fernanda Magalhães Lobo, fez um desfile com uma cota 100% de modelos negros. E mais: o cast era integrado em maioria por africanos, destacando-se os cabo-verdianos, conterrâneos da conceituada cantora Cesária Évora. Em um fenômeno iniciado nos últimos sete anos, Fortaleza se transformou numa espécie de shopping center além-mar de Cabo Verde, arquipélago a três horas e meia de vôo da capital cearense. O vaivém de sacoleiras, também chamadas de rabidantes, começou quando foi criado o primeiro vôo semanal por iniciativa da Transportes Aéreos Cabo Verde (TACV). Além da ponte-aérea Cabo Verde-Fortaleza ter feito um bem enorme às exportações cearenses – o estado é o segundo no ranking de exportações para Cabo Verde com US$ 10,6 milhões só em 2008, ficando atrás apenas de São Paulo – os jovens cabo-verdianos estão lotando as universidades do Ceará. As relações ganharam, recentemente, um reforço com o início das atividades da Câmara Brasil-Cabo Verde no Ceará. No FMF, a coluna conversou com modelos e jornalistas da África do Sul sobre a questão dos negros nas passarelas da moda.
"Certa vez, estava em um ônibus no Centro de Fortaleza e ouvi: 'lá vai ela trabalhar na noite‘. Me senti ofendida com tal discriminação. Quem sofre assim na vida não pode ser a favor de cota para negro na passarela. Tem que ser a favor dos direitos iguais na vida".
Délcia Janine, 21 anos, nascida em Cabo-Verde, estudante de Engenharia Civil
"Acho que um cast 100% de negros, como a grife cearense optou, é forçar uma barra. Assim como o catálogo feito. Isso também é uma forma de racismo. A moda é democrática. Não são só mulheres negras que usarão os looks desfilados".
Florence de Vries, repórter especializada em moda do jornal Sake 24, de Capetown, na África do Sul
Discriminação dói na pele. O Brasil é um país composto pela miscigenação do índio, do negro e do branco. Essa diversidade tem de estar nas passarelas
Alexis Andrade de Monteiro, 22 anos, nascido em Cabo-Verde e estudante de Informática
Estou há um ano no Brasil e esta é a segunda vez que recebo um convite para desfilar. É tudo muito difícil para uma negra no mundo da moda
Bernarda Francisco Vilella Barros, 22 anos, nascida em Guiné-Bissau, estudante de Administração
Pioneira na cobertura televisiva de moda no Brasil, no tempo em que o mundo ainda não estava ligado através da teia www, Cristina Franco, sem perder o fino humor, volta ao ano de 1982, quando, despida do espartilho do preconceito, desembarcou no Ceará para acompanhar o Festival de Moda de Fortaleza (FMF), no Maraponga MartModa, maior shopping atacadista do Nordeste. “Achavam que eu estava indo para Tóquio tal a falta de informação e sensibilidade”, lembra. Após 27 anos da primeira visita ao Ceará, a mesma farejadora de tendências comemora o abre-portas da Terra do Sol para o mundo. “Luella Bartley (estilista britânica) recentemente pesquisou, no Sertão do Cariri, o trabalho de Mestre Espedito Seleiro, ícone na fabricação de artigos de couro”, sinaliza Cristina, mais do que uma cidadã do mundo, sintonizada com as pessoas do mundo. Convidada a reformular o conceito do FMF – ampliando os horizontes e deslocando o setor da moda além do eixo Rio-São Paulo, levando-o à internacionalização com a inclusão do evento no Programa Estratégico da Cadeia Têxtil Brasileira da ABIT – ela não esconde a satisfação ao ter se deparado, semana passada, com jornalistas da América do Sul e da África falando a mesma língua durante os desfiles do evento, que renasce para se tornar um elemento agregador em benefício da cadeia têxtil. “Os ventos sopram no sentido da moda e o Ceará corrobora para que ela tenha uma linguagem internacional que não só vestir. Moda é cidadania, arte e sustentabilidade”, enfatiza. Sob o horizonte sensível da Terra de Iracema dos lábios de mel, Cristina, que pode não ser personagem de José de Alencar, mas é uma lenda, prendeu seus cabelos tão negros quanto o da paixão de Martim antes de reafirmar à coluna, de forma quase poética, seu amor pela moda.
MÉLANGE MODA E ARTESANATO
“A minha relação de paixão com o artesanato começou nos anos 80, na época em que era correspondente em Londres. Certa vez, nevava muito e, ao passar de táxi em frente ao Museu da Humanidade, vi que estava sendo realizada a exposição Os povos perdidos da Amazônia. Ao entrar, o ambiente tropical era fascinante. Constatei que o artesanato confere identidade diferenciada a produtos e tem apelo no exterior pelo valor agregado. A partir de então, fiquei encantada com a iconografia do meu país e passei a fazer pesquisas por todo o Brasil”.
CULTURA DO CEARÁ
“Na primeira vez no estado, descobri o talento de muitos estilistas locais, como Lino Villaventura, que tem a ousadia de utilizar o artesanato da região. Resultado? Ele se tornou multinacional, internacional. O artesanato tem uma estética fantástica e ainda é subaproveitado. O que tem valor cultural agregado é um luxo”.
FASHION RIO, SPFW E RIO SUMMER
“Não se trata de uma questão de fulanizar qualquer assunto. Paulo Borges e a empresária Eloysa Simão acreditam no que fazem e são agentes facilitadores de um grande processo. Mas não são o processo. O Fashion Rio é uma marca da Firjan com apoio da ABIT, e Eloysa Simão fazia a gestão de moda. Juridicamente diferente de São Paulo, onde a SPFW era de propriedade da empresa de Paulo Borges, que vendeu a marca para a InBrands e, desde a edição de janeiro, é diretor-criativo do evento. Agora, que a mesma InBrands firmou contrato com a Firjan, tem também direito como gestora de escolher seus atores. É tudo muito recente. O futuro? Em TV aprendemos: quero ver o piloto no ar. Não posso fazer juízo de como será Paulo Borges com a SPFW e o Fashion Rio e nem de Eloysa, no Rio Summer. Em TV aprendemos: quero ver o piloto no ar. Eu gostaria de entender qual será a proposta da empresária para esse desenho de lifestyle carioca da moda”.
VERÃO NO RIO, INVERNO EM SP?
“Tecnicamente precisamos enxergar mais do que eventualmente possa ser nosso sonho. Sempre fui a favor, mas as pessoas se ofendem em dizer que o Rio tem cara de praia. Não há nada de pejorativo, está no imaginário. É uma vocação e algo altamente rentável se bem trabalhada. São Paulo tem uma paisagem urbana. É uma cidade perfeita para uma semana de inverno”.
JORNALISMO DE MODA
“Quando comecei a cobrir os desfiles internacionais alguns perguntavam: como falar de um assunto elitista em um veículo de massa? Elitismo é não dividir a informação. Esse sim é preconceito”.
UM HOMEM E UMA MULHER DE MODA
“Marc Jacobs é o cara! Chegou a Marte antes de nós. Uma mulher? Acredito nas mulheres anônimas que podem fazer e fazem”.
Qual a semelhança entre João Francisco dos Santos (1900-1976) e Luana Muniz? Bem, o primeiro, mais conhecido como o transformista Madame Satã, reinou pelas ruas da Lapa na primeira metade do século 20, mais exatamente na década de 40. Trono que agora cabe à transex Luana (acima), versão pós-moderna (e louríssima) de Madame. “Satã era mirrado, enquanto Luana é tecnológica, tomou vitaminas, cresceu”. Palavras de Pedro Stephan, fotógrafo que acompanhou a “poderosa chefona das bonecas da Lapa” por três anos, registrando em fotos o cotidiano da “moça”. Os cliques serão exibidos na mostra Luana Muniz: a rainha da Lapa, em cartaz a partir de sexta-feira, na galeria LGC Arte Contemporânea, no Centro. Para Pedro, a semelhança entre as duas figuras não para no reinado soberano sob os Arcos da Lapa. “Assim como Madame Satã, Luana é uma exímia cozinheira”, comenta.
Paranaense de nascença, Marcelle Bittar já é carioca de coração. A modelo e apresentadora do programa +Moda, gravado na Cidade Maravilhosa, já está tão íntima da área que foi convidada para estrelar a campanha de inverno da grife Bobstore, em homenagem ao Rio. “O programa de TV me fez desbravar a cidade. Me joguei até no Terreirão do Samba!”, proclama a modelo, com planos de adquirir, nos próximos meses, um apê na Zona Sul. “Amo esse lugar, adoro as lojinhas de suco, elas não existem em São Paulo. A única coisa no Rio que não tem cara de Rio é o trânsito”, declara.
A vida anda corrida para Daniel Alvim, mas o ator não tem do que reclamar. No ar em Revelação, novela do SBT gravada durante o ano passado, o rapaz já encara suas primeiras cenas como protagonista de A Ilha do Profeta, próximo folhetim da emissora. No meio do furacão, ele ainda arrumou tempo para participar de Reis e Ratos, novo longa do diretor Mauro Lima (Meu nome não é Johnny), no papel do matador Paulo Barracuda. “O Mauro me ligou e disse que tinha um convite maluco para me fazer. Eu já estava prestes a iniciar as gravações da novela, mas topei na hora”, conta. E foi tudo muito rápido: após os 16 dias no set do filme, no Rio, Daniel pegou a ponte-aérea para o Complexo Anhanguera. “Até as 2h eu era Paulo Barracuda, a partir das 8h eu já tinha virado Gustavo Baronesi”. O bom momento do ator vai além: “Recebi convite de duas emissoras, ano passado, mas já haviam me oferecido o protagonista da próxima novela. Estou em um bom lugar”.
Na entrevista exclusiva em formato podcast de meia-hora ao , fruto de uma parceria entre a Grendene e
o Instituto E, de Oskar Metsavaht, o escritor Ruy Castro fala sobre sua relação pessoal com Ipanema – “Um lugar de garotas interessantes antes mesmo de Helô Pinheiro” – e conta, pela primeira
vez, sobre o câncer que teve na garganta durante a pesquisa para
a biografia de Carmen Miranda. “Minha maior motivação para lutar
contra a doença era conseguir terminar o livro”, desabafa Ruy, às
voltas com seu próximo compêndio, batizado Leitor Apaixonado.
Fraternos no sangue, parceiros na paixão pelas artes. No entanto, é só escutar cinco minutos do som de Os Peregrinos e Guerreiros de Jorge para percebermos que as trajetórias a caminho da melodia seguem estradas diferentes. Enquanto a primeira banda, sob liderança de Jonathan, tem forte pegada rap, com toques de Black Alien, Rappin Hood e Racionais Mc’s, Philippe e seus Guerreiros de Jorge bebem da fonte de Skank, Jota Quest, Tim Maia e Cidade Negra.
Sobre peregrinos e guerreiros
O estoicismo do título tem tudo a ver com a ralação diária dos rapazes nas fotos. Os Peregrinos e Guerreiros de Jorge: esses são os
nomes que batizam as bandas de Jonathan (acima, de verde) e Philippe (abaixo, de regata) Haagensen, respectivamente. Os irmãos, oriundos do Nós do Morro, traçam caminhos espinhosos na busca da arte pela música. “Levamos teatralização ao universo musical. As pessoas, hoje em dia, se apresentam, não dão show”, comenta Jonathan. Já Philippe, não deixa passar em branco a dificuldade em emplacar na carreira da música. “A playboyzada
tem grana pra gravar, rodar com turnê. Botar uma canção nas rádios é quase impossível”.
A altura é de jogadora de basquete, mas a relação com esporte para por aí. Quer dizer, mais ou menos. Filha do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, a administradora Larissa Nuzman é o rosto do próximo catálogo da marca Ausländer, de Ricardo Brautigam. A it-girl conta que os dois se conheceram através de amigos, há três anos. “Desde pequena tive contato com o mundo da moda. Minha mãe (a manequim Patrícia Nuzman, já falecida) chegou a ter a sua própria grife”, conta Larissa, que faz a linha consumidora econômica.
“Pode-se encontrar poesia em qualquer lugar”, acredita a poetisa Alice Sant'Anna, 20 anos. Realmente: até em sacolas de compras. Pois é dessa forma que a grife Ágatha onirizou a coleção outono-inverno, com versos um tanto quanto obscuros de Receita para um poema, criado por Alice. “Esse meu trabalho é muito soturno, em antítese à coleção passada, cujo lema principal era ‘ilumine-se’. Fiquei assustada com a ruptura”, conta, referindo-se ao texto inspirado em A fábrica do poema, de Waly Salomão e Adriana Calcanhotto. Sobre a pressão de criar sob encomenda, Alice é objetiva: “Correria até ajuda. Estipulo prazos a mim mesma, não deixo de escrever sob encomenda”.