Arquivo de November 2009

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Primavera literária

Divulgação

Realizado no jardim do Palácio do Catete, a Secretaria de Cultura do Rio, Jandira Feghali, marcou presença na 15ª Primavera dos Livros. Homenageando Patativa do Assaré e a literatura de cordel, a mostra literária reuniu profissionais do Peru, Chile, Argentina, Equador, México, Guiné Bissau e Angola. Durante o evento ela recebeu editores internacionais e aproveitou para trocar uma idéia com o editor argentino, Guigo Indji.

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Setlist do “parabéns pra você”

Álvaro Riveros

O cantor Jonas Sá escolheu de presente de aniversário, o palco. O local para soprar as velas foi no restaurante Zozô, na Urca, com apresentação no projeto Em casa. O cantor, compositor e guitarrista estava acompanhado dos amigos e músicos Ricardo Dias Gomes (baixo e teclados), Gustavo Benjão (guitarra e congas), Marcelo Callado (bateria), Bubu (baixo e guitarra) e Bartolo (guitarra), além do quarteto de cordas e metais: Bidu (Trombone), Jéfinho (trompete), Thiago Queiroz (sax barítono e flauta) e Daniel Vasquez (sax tenor).

Álvaro Riveros

No repertório, Jonas optou por country-rock, folk, pop e tropicalismo, apresentados no álbum Anormal com canções que Arnaldo Antunes definiu como:

“Músicas que a gente não quer que acabem; que quando chegam ao refrão dá vontade de subir o volume, para além do dez, até aonde o botão não vai mais”.

Álvaro Riveros

O projeto Em Casa, promovido pela agência Pitada, do DJ Galalau, volta em janeiro de 2010 com “o que a nova música brasileira tem de mais interessante”. O público carioca aguarda...

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Pra que segurança...

... se você usa a sua própria roupa para afastar as pessoas? Foi desta maneira que Rihanna saiu para beber com os amigos, em Londres, nesse domingo. A cantora segurou com vontade sua garrafinha de Tiger Malt e seguiu em frente sem se preocupar com flashes.

E você, curtiu?


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Em defesa do amor e de outras cositas mais

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Nos Estados Unidos só se fala disso... A última entrevista que Alanis Morissete concedeu para a revista americana High Times. A publicação "alternativa" é uma incentivadora ao plantio e cultivo da Cannabis sativa, a popular maconha e traz a cantora explicando que seu envolvimento com a plantinha aconteceu por causa do (agora ex) namorado Tom Ballanco.

Entre as declarações estão: “Quando estou chapada, a onda vem e não existe mais um véu, digamos assim. Então sempre que eu preciso de alguma clareza, de uma grande mudança na minha consciência, ou de uma grande mudança quando preciso escrever algo ou ter uma resposta, fumar é um caminho fácil pra eu conseguir isso tudo”.

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Independente de qualquer revista e de como foi o termino com Tom, a cantora aproveitou o feriado de Ação de Graças ao lado de seu novo namorado. O rapaz que atende por Mario Treadway, é DJ e acompanhou a cantor durante compras em um shopping em Santa Monica. E na lista, nada de anéis de compromisso ou qualquer coisa do tipo... e sim um colar de pérolas.

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Reunidas para o bem

Antonio Kämpffe

Nesse fim de semana a Associação dos Amigos da Infância com Câncer (Amicca) agitou a Casa Julieta de Serpa com uma série de desfiles. Na passarela, Luiza Brunet, Ana Luiza Castro , Aparecida Petrowki, Roberta Foster, Maytê Piragibe, Barbara Evans, entre outras.

Antonio Kämpffe

A marca Bumbum colocou na passarela a atriz Thaissa Carvalho e a bela Glenda Ludwig para apresentar suas apostas para o verão.

Antonio Kämpffe

Ao fim, show de Elba Ramalho e André Marques na função de DJ. A renda obtida com a festa ajudará crianças atendidas pelo Amicca .

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Moda & videoarte

John Fitzgerald

John Fitzgerald

John Fitzgerald

John Fitzgerald

John Fitzgerald

John Fitzgerald

O nova-iorquino John Fitzgerald, diretor criativo do Primum Entertainment Group – produtora por trás do longa Rio, eu te amo, da série Cities of love – se entregou aos encantos tupiniquins. Ele, que veio ao Brasil para realizar o filme, já encaixou projetos paralelos na agenda, como a videoarte feita para a campanha de Verão da grife My Philosophy. Algumas das lindas fotos aqui foram tiradas pelo próprio e animadas em stop motion para a campanha. Ah, John é esse na foto (sentado na areia), que, depois de temporada em NY, está de volta ao Rio (desde quinta-feira) para dar continuidade aos projetos brazucas.

Quantas vezes esteve no Brasil?

Em 2006, dirigi uma série de 10 comerciais para o World Wildlife Fund, no Pantanal. Fiquei hospedado em uma fazenda, no meio da floresta, e viajava para as locações de carro, canoa e avião monomotor. Tirei mais de 80.000 fotos em duas semanas! No início deste ano, fui à Amazônia para rodar um documentário. Em junho, fui pela primeira vez ao Rio, já como diretor criativo da Primum, quando comecei a estudar português e fiz a campanha em vídeo da My Philosophy.

O que achou do país?
É o país mais dinâmico que já conheci. Fotografar enquanto exploro o Rio é uma delícia. As praias, as meninas bonitas, a comida, a arte, o futebol, o chope gelado... tudo inspira.

Como surgiu a ideia da campanha da My Philosophy?

Em uma conversa com a Monique Argalji (sócia da marca, ao lado da irmã Nicole), há um ano. Sempre trabalhei como diretor de filmes, fotógrafo e animador e gosto de misturar essas narrativas. Concomitantemente, veio a ideia de filmar modelos no centro da cidade, onde todos transitam usando ternos. Então, explorei a dicotomia entre vibração e tranquilidade, criando animações compostas por 15.000 fotografias paradas e três horas de captura em velocidade acelerada. A trilha musical ficou por conta do nova-iorquino Sanford Livingston.

Como você vê a moda brasileira?

Há muitos designers brasileiros construindo um nome forte internacionalmente. Adoro ver como as pessoas se vestem no Rio. É um estilo relaxado. Nunca havia reparado no beachwear, mas, agora, até a adotei algumas peças.

Como você faria um episódio do Rio, eu te amo?

Tenho uma queda por contos sombrios e narrativas não-convencionais. Não sou a pessoa mais indicada para dirigir uma “história de amor”! Talvez fizesse duas histórias paralelas, com uma correlação inesperada. Como dois objetos inanimados que encontram afinidade entre si e ganham vida.

Tem mais algum projeto no Brasil em vista?

Em breve, pretendo expor uma videoinstalação em alguma galeria carioca. Comecei a filmar em uma fábrica, na Bolívia, e terminei em NY, no início do ano. Também finalizei o roteiro de um filme que terá cenas rodadas no Brasil, em 2010.

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Cinco perguntas para |Caetano Vilela

Caetano Vilela é nome do qual a gente tem de se orgulhar. Diretor cênico e iluminador, tem 12 anos de trabalho por trás dos holofotes e 23 anos no mundo das artes. Antes de se jogar nos bastidores, ele trabalhou como ator, com passagens pelo Teatro Oficina e pelo grupo de Antunes Filho. “A luz é dramaturgia pura, como se fosse uma segunda história”, diz o rapaz, com 42 óperas no currículo. Esse ano, foi responsável pela iluminação do Festival Amazonas de Ópera. Lá foi apresentada a montagem inédita de Sansão e Dalila, dirigida por Emilio Sagi, importante diretor cênico na Europa, que acaba de dirigir a ópera de Wagner, Die Feen, no Châtelet, em Paris. Os dois se entenderam tão bem que Emilio convidou Caetano para assinar a iluminação de Noviça rebelde, também no Châtelet.

Roberto Borges

Quais as diferenças entre trabalhar no Brasil e na França?

Em Paris, há dezenas de teatros com uma programação de altíssimo nível. Os cenários ficam prontos 15 dias antes da estreia. As co-produções funcionam. O cenário de Noviça foi feito na Espanha e circulará por países da Europa. Tudo fechado com um ano de antecedência. Esse profissionalismo faz a diferença. O Brasil está engatinhando ainda, mas chegaremos lá. A parceria de Charles Möeller e Claudio Botelho com a excelente produtora Aventura, na realização dos espetáculos, é um exemplo.

Quais sonhos você ainda não realizou?

Embora eu já tenha trabalhado como iluminador em seis óperas de Richard Wagner, eu nunca dirigi nenhuma, mas estou me preparando para isso em um futuro breve. Este é um sonho recorrente. Montagem dos sonhos? Com a direção de Lady Macbeth of the Mtsensk District (Shostakovich), em 1997, eu iniciei uma trilogia russa, sempre em parceria com o maestro Luiz Fernando Malheiro. O próximo título está sendo negociado para estrearmos em 2010. Será uma super produção operística em escala ‘carnavalesca’. Me aguarde!

O que traz a luz para sua vida? E o que tira sua luz?

Aprendi com a luz a focar meus objetivos e tenho uma facilidade incrível (que beira a rispidez) para desfocar quem me cria obstáculos. Sou leonino, absolutamente na-da tira a minha luz, sempre há uma fresta que seja, mesmo nos piores momentos!

Como tem sido sua rotina aí, em Paris?

Começo, essa semana, o trabalho de afinação e gravação de luz. O expediente? Das 9h às 23h. Depois dizem que artista é vagabundo!

Quais foram as orientações que você recebeu?

Como eu já havia trabalhado com o diretor espanhol Emilio Sagi, em Manaus, nós estamos em perfeita sintonia. O meu único pedido a ele foi que fizéssemos um musical sem canhões de luz seguindo os cantores. De-tes-to canhões. Nunca uso nas minhas óperas, a não ser que seja como um efeito rápido e necessário. O diretor topou! Acredito que será o primeiro espetáculo musical feito sem canhão.

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Na literatura, a busca pela arte

Pedro Caetano Eboli

Com 20 anos nas costas e o primeiro livro de sua autoria no bolso, Lucas Ferraço Nassif confessa que não foi preciso muita coragem para publicar a obra. “Não foi um bicho de sete cabeças. Escrevi, gostei, mostrei para a editora, ela gostou e voilà! Penso que o ideal é publicar os textos enquanto eles ainda estão frescos, porque, ano que vem, já não serei o mesmo e talvez nem goste mais deles. E, quando esse dia chegar, já terei escrito novas linhas”, diz Lucas, que lançou o livro de estreia, Fui para o Tahiti em busca de Gauguin, ontem, no Espaço Multifoco, na Lapa. O título da obra, aliás, é pura sugestão. “Sonoro, né? Na verdade, o escolhi por ser uma boa frase. Parte do charme do livro é tentar encontrar o título nele. Brincar de construir um fio que conecte os textos”, explica o rapaz, nascido em Cachoeiro de Itapemirim e radicado em várias cidades brasileiras. “Comecei a escrever quando estudava Direito, em Viçosa. Como não havia nada para fazer na cidade, virei rato de biblioteca. De tanto ler, senti vontade de escrever”, lembra. Hoje, morando no Rio e com a faculdade trancada, Lucas passa o tempo entre filmes clássicos e cursos de artes plásticas no Parque Lage. “Pensava que tinha aptidão para as artes visuais... acho que estava enganado! Mas, se não posso pintar, pelo menos posso escrever sobre o que vejo”.

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Foto bafo

O mestre Evandro Teixeira presenteia a coluna com foto de seu livro inédito ‘Futebol: A Paixão do Brasil’

Evandro Teixeira

"Os índios Pataxós da Aldeia Coroa Vermelha, de Santa Cruz de Cabrália, na Bahia, foram os primeiros a receberem Pedro Álvares Cabral em sua chegada ao Brasil. Mas o navegador, infelizmente, não assistiu a esta cena: 509 anos depois, diante da cruz que simboliza o Descobrimento, os índios mostram que sabem tudo de futebol: paixão nacional mesmo."

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Festolipan das Artes

Essa semana, a coluna apurou o olhar artístico, colocou o pincel atrás da orelha e partiu em busca dos jovens artistas plásticos que estão agitando a cena brasileira. Então, vamos limpar bem os óculos para ver (e ler) as maravilhas estéticas?



Contornos da arte

Para Pedro Vasconcellos, essa história de que é difícil ser artista plástico no Brasil é balela. “Pelo contrário. O Brasil é um país livre e cheio de possibilidades artísticas. Aqui, desde pequenos, nos relacionamos com as cores: elas estão na natureza, na pele das pessoas, nos folclores. Isso tudo é muito rico. Basta saber o seu espaço e seguir em frente”, atesta o artista plástico carioca, cria da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Apesar de o Brasil proporcionar um ambiente inspirador, Pedro confessa que o mercado de arte, para os novos talentos, ainda é pequeno: “Ainda não consigo me sustentar com a venda de quadros. Trabalho como gerente de marketing em uma empresa. Gosto de brincar que esse é o meu hobby e que minha profissão de verdade é a pintura. Falo isso para ver se Deus me ouve!”, diz Pedro, bem-humorado. Ele aponta a “vontade de colorir a vida e de materializar a criatividade” como o motor da sua pintura e faz mistério sobre a exposição que inaugura em 2010: “É um trabalho coletivo e tem os caminhos da vida como tema”. O máximo que o rapaz revela. Só para deixar o pessoal curioso.

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Pincel para toda obra



Ilustradora, designer e metida a artista. É assim que se apresenta Ludmila Lima ou, simplesmente, Luda. Brasiliense de nascimento, seus pés e sua arte a levaram longe. “Morei um ‘cadinho’ de tempo em Nova York para aperfeiçoar meu trabalho e acabei expondo algumas telas por lá”, contou. Multimoça, ela não consegue definir um único segmento para a sua arte. “Me envolvo em um monte de projetos, desde quadrinhos até exposições. Qualquer oportunidade na qual eu possa expressar o meu dom”. Sua aquarela colore um universo que encanta crianças e adultos. Seres mágicos, como unicórnios, contrastam com figuras femininas um tanto reveladoras. “Ser mulher já é ser uma criatura sonhadora e complicada, e isso é um baita combustível para criar. Tento reinventar meu mundo ou o que gostaria que fosse”, definiu. O que gostaria de colorir? “O senso de humor de muitas pessoas”. E onde pretende chegar? “Gostaria muito de expor no Rio. Aliás, é um plano futuro”. Lúdica como é, capaz da moça colorir com seus pincéis até o monocromático calçadão de Copa.

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Poesia em cores e tintas



É difícil apontar o início do interesse por algum tema ou atividade. Na cabeça mistura-se tudo: infância, imagens e uma infinidade de outras possibilidades. Com Maria Lynch não foi diferente. “Fui influenciada por um professor de artes da Escola Parque e pela minha mãe, que era artista. Mas, foi em Paris, que deu-se o clique, quando vi uma retrospectiva do Surrealismo, no Pompidou”, contou. E voilà, nascia uma artista, hoje premiada pelo Jerwood Drowing Prize e mestrado no Chelsea College of Art and Design, de Londres. O que chama a atenção no trabalho de Maria é a obra dentro da obra. “Tenho fascinação por formas e cores que, constituindo camada sobre camada, criam jogo de afiguramento. Desenvolvi uma linguagem lúdica de um universo fantástico com a intenção de despertar o aconchego infantil e estranhamento visceral”, explica, poetizando. Artista é assim, transcende até nas palavras.

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Colorindo o mundo



Mateu Velasco é nova-iorquino, mas cresceu no Rio, onde desenvolveu seus traços marcantes. “Desde pequeno desenhar faz parte da minha vida. Tudo que faço tem o desenho como matéria-prima. Além de ser meu ganha-pão, é a minha maior diversão”, garantiu. O artista não se restringiu aos muros e galerias cariocas e levou seu grafite para Paris, Lisboa e São Paulo. “Minhas referências são muitas, difícil listar. Vão desde personagens importantes da história da arte até cenas banais, que, para muitos, passam despercebidas, como detalhes do cotidiano carioca”, explicou. Suas mulheres de cabelos multicoloridos e cheias de objetos do dia-a-dia, emaranhados pelos fios, mostram um pouco do tanto que o jovem pode fazer com o pincel. “A arte me faz enxergar tudo que vejo sob uma nova estética”, definiu. Não à toa, ele ganhou espaço para expor suas obras, na Galeria Movimento, no Cassino Atlântico, em Copacabana.

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Mulheres de todos os tons



Nada desse papo de que nasceu sabendo da aptidão. Foi só na faculdade de Desenho Industrial que Rômulo Martinz descobriu o dom para as artes. “Percebi que eu era melhor nas matérias de desenho e pintura e comecei a receber elogios dos professores. Os incentivos me apontaram o desejo escondido de ser artista”, conta Rômulo, que, atualmente, expõe na Galeria 90. Daí para a decisão fatídica foi um pulo: “Nas férias seguintes, não saí de casa. Desenhava compulsivamente. Desde então, passei a considerar como trabalho o que eu fazia”. O que move a arte do carioca? “Minha mão direita. (risos) Não quero que soe clichê, mas sinto que sou movido por uma força interior somada ao prazer do próprio ato de desenhar”, diz. Rômulo ainda revela seu projeto do coração: “Uma exposição só de desenhos de mulheres”. Por que as mulheres? “Elas são diferentes, sabe? Vaidosas. A delicadeza nos detalhes fascina”.

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A inspiração e a cidade



Tudo vira inspiração para as obras da carioca Beta Maya. O Rio e as belezas de tirar o fôlego, portanto, são prato cheio. “Tudo e todos podem servir como motivação. A vida, sair com os amigos, voltar pedalando de madrugada debaixo das árvores e das luzes amarelas da cidade, sentindo o vento quente no rosto, entrar no mar, ir ao Maracanã..”, explica Beta, que ainda não tem uma galeria que a represente. A divulgação é no boca a boca, amigos de amigos e pelo site www.betamaya.com. “O mercado está aberto aos novos talentos e, ao mesmo tempo, mais fácil de expor e divulgar os trabalhos em diversas mídias. A internet é um exemplo”, analisa Beta, que fez caminho peculiar até assumir o amor pelas tintas. “Foi uma progressão estranha e gradual em direção às artes plásticas... da arquitetura ao design e, de lá, para a pintura. Era mesmo inevitável”, decreta.

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Os 10 mandamentos

Em um bate-papo, à noite, à beira da piscina da casa de André Ramos e Bruno Chateaubriand, com a presença de Alicinha Cavalcanti, a coluna pediu para a dupla de festeiros e para a bombada promoter do eixo São Paulo-Rio contarem para a gente as heresias que não podem ser cometidas em uma festa pelo convidado e pelo anfitrião

Heloisa Tolipan

Repassar convite ou chegar a uma festa com mais cinco amigos a tiracolo. Em um Réveillon, no Chopin, o filho de uma convidada de André & Bruno ligou da portaria: estava com 12 acompanhantes. Se você tem intimidade com o dono da festa, que tal um telefonema perguntando se pode levar um ou dois amigos?

Não respeitar o dress code. André lembrou a história de uma anfitriã chiquérrima que perguntou à empregada como estava vestida a convidada. “Sem jóias”, respondeu a moça. A anfitriã deu meia-volta e se despiu de seus mil e um diamantes para se adequar.

Pedir para beber ou comer algo que não foi oferecido. Certa vez, André ofereceu champanhe, vinho e uísque em uma festa. O convidado mandou: “Quero uma caipirinha de kiwi com vodca, pouco açúcar e pode colocar muito gelo”.

Abusos no hotel são imperdoáveis. Alicinha lembrou dois casos: uma carioca foi convidada para uma festa com direito a passagem de avião, hospedagem no hotel Emiliano, em São Paulo, e motorista à disposição. Assim que chegou ao quarto, o pedido da bela: “Quatro garrafas de Dom Pérignon”. E aquela celebridade que chegou ao hotel Unique e pediu o número do cartão de Alicinha, porque precisava comer um sanduíche?

Alicinha diz que a boa anfitriã deve estar pronta desde a hora combinada no convite da festa. Nada de dar uma de estrela e aparecer depois pedindo desculpas.

Quem recebe deve sempre reconhecer o convidado. Se, na hora, der um branco, a saída é tratá-lo muito bem. Se não conhecer o acompanhante, aproveite. Peça para ser apresentado.

Overdressed. Outro dia, em São Paulo, uma socialite recebeu os amigos com um Cavalli de R$ 180 mil, brincos quase nos ombros, com cascatas de brilhantes... Muitos se sentiram constrangidos.

“Nunca o anfitrião pode se embebedar”, diz André. E Alicinha complementa: “Promoter idem. Somos iguais aos seguranças”.

Se um casal está recebendo para um jantar com muitos convidados e várias mesas... é de bom-tom que marido e mulher se dividam entre os grupos de amigos. É muito mais simpático, ela sentar em uma mesa. E ele, em outra.

“Desafetos nunca devem ficar sentados lado a lado”, frisa Alicinha, que tem o maior cuidado ao mapear os assentos. Expert como só ela, dá outra dica: se o casal se separou recentemente, convide apenas um deles para a festa. Até que tenha passado um tempo, é bom evitar que os dois se encontrem e haja um climão.

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Casa de Criadores Day#2

Ou melhor, Noite 2! Os defiles da 26ªedição da Casa de Criadores, desde quarta, estão rolando a partir das 21h, no Centro de Conveções do Shopping Frei Caneca. E eles rolam em esquema de guerillha, um atrás do outro, sem tempo nem pra fashionista respirar. Sai um, entra o outro, só separados por uma vinheta e uma apresentação breve, feita pela jornalista Maria Prata. Bem fofinha e esperta, a gata.
Os primeiros a se apresentarem foram os meninos do Projeto Lab. Quem são eles? Rachel Grandinetti, Tony Jr, Jadson Raniere, Arnaldo Ventura, Danilo Costa e Karin Feller. O Projeto Lab é um espaço para os novíssimos, dentro do projeto de novos talentos que é a Casa de Criadores.
Rachel Grandinetti
Rachel Grandinetti

Tony Jr
Tony Jr

Jadson Raniere
Jadson Raniere

Arnaldo Ventura
Arnaldo Ventura

Danilo Costa

Karin Feller

Depois ainda rolou a marca masculina Der Metropol


O hype Marcelu Ferraz


E os ótimos Rober Dogani e Ianire Soraluze
Rober Dognani
Ianire Soraluze

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Ode a Sebastião Salgado

Luis Garrido

A Galeria Tempo, das sócias Carolina Dias Leite, Georgianna Basto e Márcia Mello, escolheu Sebastião Salgado para encerrar os trabalhos de 2009 em grandessíssimo estilo. Ou o maior superlativo que existir. Representantes do mineiro em terras cariocas, o trio programou uma exposição individual do fotógrafo brasileiro, um dos mais importantes da história, que começou na quinta-feira e segue até fevereiro. A mostra reúne 22 imagens, todas em preto e branco, de diversas séries de Sebastião. Entre elas, as clássicas Êxodos, Gênesis e Trabalhadores. Pedimos às meninas à frente da galeria que cedessem para nós um pouquinho do seu tempo e escolhessem (e comentassem!) a foto que elas mais gostam da exposição. A seleção vocês conferem abaixo.

Sebastião Salgado

"A minha favorita é a foto do Kuwait, da série Trabalhadores. Esta seleção nos leva à origem da existência, à matéria-prima de tudo o que consumimos. É muito forte ver quantos processos, etapas e vidas estão envolvidas nesta engrenagem. Lembro, como se fosse ontem, desta exposição no MAM, em 1994, quando meu pai ainda era um dos diretores. Fiquei tão impressionada que organizei uma visita guiada para os alunos da minha escola. Por fim, o objeto do desejo: o petróleo! Ele rege o mundo, está por trás de todos os sistemas: político, econômico, industrial... Tudo gira em torno do óleo negro".

Georgianna Basto

Sebastião Salgado

"A foto da estação de trem, na Índia, revela a extrema sensibilidade de Sebastião para captar a movimentação e a perda da individualidade, dentro da perspectiva desta série, que documenta a humanidade em eterno trânsito".

Carol Dias Leite

Sebastião Salgado

"Essa foto faz parte da série Gênesis, que Sebastião Salgado está desenvolvendo agora. O sentido bíblico do termo é o nascimento, a origem do mundo e da humanidade. Trata-se do seu trabalho mais positivo e alegre, que discorre sobre a esperança e aponta soluções para o planeta. A foto do rabo da baleia me transmite vigor, força, vitalidade, deixando uma sensação de energia, vida, alegria e segurança. Acho espetacular a textura e a composição da imagem. A impressão que tenho é que ele está sempre na hora certa e no lugar certo. Coisa de gênio!"

Márcia Mello

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Estranhando a arte

“Escultura na Praça Antero de Quental, no Leblon: manjedoura ou um sunday do McDonald's?”. Frases como essa, de Luiz Branco, no Twitter, vêm rodando a cidade desde que obras de arte surgiram, não mais que de repente, pelas praças e avenidas cariocas. A coluna foi atrás dos responsáveis pela novidade e descobriu que trata-se do Circuito de Presépios. “Em parceria com a Associação Cultural da Arquidiocese do Rio, convidamos 15 artistas renomados e abrimos inscrições, na internet, para novos talentos. Escolhemos mais 35 obras e levamos o festival às ruas”, explicou Tania Buslik, da Dez+ Promoções, organizadora do evento. A estranheza diante de algumas esculturas, parece não ser unanimidade. “Recebemos e-mails nos convidando a levar o festival à lugares como Montreal, Paris, Buenos Aires e Lima”, contou Tania. Agora, nos resta saber: o que você, carioca, achou do festival natalino?

Brincando de mobília

Sentar sobre uma placa de trânsito? Tudo é possível para Zanini de Zanine. Filho do arquiteto José Zanine Caldas, o designer carrega na genética a criatividade. “As influências do meu pai são fortes, mas dou uma visão contemporânea ao trabalho dele”, explica. Depois de alguns anos na estrada, Zanini, agora, decidiu juntar-se ao amigo de infância Gabriel Gaspar para criar a marca de móveis Doiz Design. O garoto inventou bancos feitos com material de prancha de surf, cadeiras compostas por shapes de skates e fez uma releitura do clássico cavalinho de brinquedo, transformado em banco, que lhe rendeu prêmio no Museu da Casa Brasileira. “Minhas ideias vêm de todos os lados. Não tem regra”. Talento, tem de sobra!

Natal do Tremendão

Sabe que horas começa a festa de Natal na casa de Erasmo Carlos? Lá pela 1h, quando o Papai Noel já deve estar indo dormir. Por que tão tarde? Primeiro, chegam os filhos, depois os netos, aí os amigos... Quando vem a hora de abrir os presentes, já está de madrugada. As lembrancinhas natalinas, aliás, são outro tópico. O bad boy da Jovem Guarda compra, todo ano, chocolates para a família inteira. Pão-durismo? Nada disso. Erasmo só não pode ir ao shopping, porque as fãs atacam. Pobre Tremendão!

Voz da experiência

“A pintura não é só um objeto decorativo. Ela vem do coração e não para a decoração”, disparou Carlos Vergara, durante depoimento gravado para o MIS. O artista plástico também recordou (e criticou) o tempo em que era artesão de joias, carreira abandonada em 1963, quando enviou seus trabalhos para a Bienal de SP: “Artesanato é a repetição de uma mesma visão da arte”, decretou.

Cem anos da diva

A rainha do Tico-tico no fubá, Carmen Miranda será lembrada por Edson Cordeiro em show, ao lado da banda Couple Coffe, em Lisboa. Em tempo: Depois, o cantor segue pelas terras lusas com a turnê Voz de mulher.

A volta do Guns

A América do Sul vai tremer ao som do hard rock do Guns n' Roses! A banda anunciou, no site oficial, a volta ao continente, entre março e abril de 2010, para apresentar o polêmico álbum Chinese democracy. Ainda não se sabe se Axl e sua trupe passarão pelo Brasil.

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Quem também estava dando pinta pelos corredores da Casa de Criadores era Richard Luiz, o videoartista mais requisitado do mundo fashion. É ele quem assina as vinhetas de abertura da SPFW, do Fashion Rio e, agora, da Casa de Criadores. “Posso dizer que fiz todos os eventos de moda do país”, afirmou Richard, que está às voltas com as próximas vinhetas da temporada de inverno do Calendário Oficial e uma série para a TV sobre os 15 anos da SPFW. “Serão 6 episódios de 25 minutos cada. E estamos comercializando com um canal da TV fechada”, antecipou Richard. E qual seu projeto dos sonhos? “O meu longa de ficção ambientado no mundo da moda, com atores interpretando modelos e estilistas. Já fiz uma sinopse. Agora preciso chamar um cineasta para me ajudar a formatar”, confidenciou.

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Mobilização fashion

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite

Nada como a juventude para injetar frescor e criatividade na (muitas vezes) hermética e emperrada roda da moda mainstream. A juventude a que nos referimos aqui não tem nada a ver com ordem cronológica. Falamos de gente jovem de espírito, que não foge da fera e enfrenta o leão. André Hidalgo, o homem por trás da 26ª edição da Casa de Criadores, é um bom exemplo. Na semana de moda, que começou domingo, ele resolveu democratizar o acesso às passarelas. Levou o bloco para as ruas do centro de São Paulo em mix de happening, protesto e fashion show. Foi seguido por milhares de pessoas e fez história com sua Fashion Mob. Uma espécie de carnaval da moda, com blocos, nos quais as fantasias, na verdade, eram coleções de novos estilistas que se inscreviam ali, no Largo do Arouche, e concorriam a uma vaga para a próxima edição. “O evento precisava crescer, expandir sua proposta de participação e criatividade, e essa foi a forma que encontramos de fazê-lo evoluir. O formato dos desfiles é permanente na moda, mas há necessidade de criar algo diferente no setor”, disse André. Foram 56 novos estilistas inscritos na passeata que levou o povo do Largo do Arouche ao Parque da Luz. Ao final, uma comissão julgadora elegeu Luiz Leite e sua coleção masculina como a vencedora. “Optei por uma forma poética de um homem dizendo adeus a São Paulo. Por isso, os looks eram complementados com guarda-chuvas e malas”, explicou Luiz, 34 anos, eleito por um júri que incluia Dudu Bertholini, Mário Queiroz e Fábia Berscek.

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite
Jackson Araújo e André Hidalgo

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite
Carol e Isadora Krieger, da grife Gêmeas

Depois da mobilização, já no Parque da Luz, era hora das irmãs Carol e Isadora Krieger, da grife Gêmeas, apresentarem coleção de Inverno 2010. “Não definimos um tema. Queríamos era despertar emoções”, contou Isadora. Voltando àquele tema inicial, do frescor e da criatividade, as meninas tiveram os looks executados pela costureira Elenita, parceira das duas há algum tempo.

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite
Walério Araujo

Na segunda-feira, foi a vez de Walério Araújo, queridinho de 9 em cada 10 modernos. Sua coleção não fugiu à regra e apostou na irreverência de uma Dorothy lisérgica, que se joga nas loucurinhas em uma releitura waleriana de O mágico de Oz. “Injetei sensualidade e fetichismo na Dorothy. Pensei no tema e, depois, descobri que o filme estava completando 70 anos”, lembrou. Quem pintou por lá para conferir os volumes, cores, brilhos e tachas da ótima coleção de Walério foi a darling Sabrina Sato, arrasando em um vestido-Geisy de grife.

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite
João Pimenta

Anteontem, foi o primeiro dia de desfiles no Shopping Frei Caneca, sede da Casa de Criadores há algumas edições. O primeiro a se apresentar foi João Pimenta. “Sou um velho novo talento”, brincou. Dessa vez, ele exibiu uma coleção inspirada na Missa dos Vaqueiros, um tradicional evento religioso do sertão de Pernambuco. “Quis sair do lúdico e apostar no rústico. Investi em formas mais femininas e só um cabra macho para segurar esse shape. Aí fui buscar o sertanejo”, frisou João, que colocou barbas postiças nos meninos para enfatizar a virilidade. Mas João, o que falta para galgar degraus mais altos? “Acho que falta um mercado que olhe para os talentos de outra forma, menos mercenária e capitalista. Os ‘donos da moda’ só querem saber de quem vende muito em detrimento ao processo de criação”, decreta ele, que tem peças vendidas na Espanha e em Portugal.

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite
Ronaldo Silvestre

Ronaldo Silvestre fazia sua estreia na Casa de Criadores com suas reinterpretações da alfaiataria em tecidos como malha e jeans. “É uma grande vitrine, mas também é complicado apresentar a coleção tão cedo, já que o calendário oficial só começa em janeiro. As tecelagens ainda não têm os produtos para entregar e acaba virando uma montanha-russa. Estou há semanas sem dormir”, revelou. Mas valeu a pena? “Claro! É uma possibilidade de mostrar minha coleção para um espectro imenso de pessoas”, animou-se.

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite

As meninas do No Hay Banda foram atrás do bicho da seda para contar a história de inverno. Tinha até o bicho seco entre a trama de um colete com a seda in natura. “A gente sempre coloca uma dose de brasilidade na nossa roupa e descobrimos que o país é o terceiro maior produtor mundial de bicho da seda, além de podermos inserir peças artesanais na passarela, que é uma das nossas características”, comentou Bruna Santini. Ao final da apresentação, as modelos montavam esquetes na boca de cena. Tipo lesbian chic, sabe? Foi bonitinho.

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite
Rodrigo Rosner

Rodrigo Rosner se inspirou na avó para criar. “Ela era a mulher mais elegante que já conheci e apostei na silhueta dos anos 30 e 40 para homenageá-la. Se estivesse viva, estaria completando 100 anos”, disse o neto de D. Lili, o comandante da marca R.Rosner.

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite
Milena

Milena Hamaní foi à França catar em Toulouse-Lautrec a inspiração para a coleção em clima boudoir com muita transparência.

São Paulo – Marcelo Soubhia/Ag Fotosite
Urussai

A Urussai, de Catarina Gushiken, investiu nas mulheres da Yakuza, a organização criminosa do Japão, surgida no século 17, famosa pelas tatuagens dos adeptos. “Convidamos sete artistas para criar as estampas”, disse Catarina, ao lado da ex-modelo Marina Dias, uma das artistas escolhidas.

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A festa no apê dos Brothers of Brazil

Mateus Mondini

Para o lançamento oficial do primeiro CD do grupo Brothers of Brazil, o projeto dos irmãos Supla e João Suplicy, que une bossa nova ao punk rock, o primogênito do clã Suplicy abriu pela primeira vez as portas do seu apartamento, no Centro de São Paulo, para uma festa.

Mateus Mondini
Fred Mercury Prateado, Supla, Amauri Dumbo e João

Na porta já dava para sentir o clima da noite, já que a turma do Programa Pânico compareceu com Amauri Dumbo e Fred Mercury Prateado... No apê, além dos pockets shows dos brothers, a bela Luisa Micheletti ocupava as carrapetas da sala de estar.

Mateus Mondini
Luisa Micheletti e Supla

Mateus Mondini

Mateus Mondini
Japa Girl

Entre os convidados, os pais da dupla, Marta e Eduardo Suplicy, Márcio Toledo (presidente do Jóquei Clube de São Paulo), Nando Reis, os estilistas Juliana Jabour, Dudu Bertholini , Rita Comparato, Julia Petit e Victor Collor de Melo, Celso Kamura, entre outros.

Mateus Mondini
Supla, Marta, Márcio Toledo e João

Mateus Mondini
Dudu Bertholini, Supla, Rita Comparato e Boris

Mateus Mondini
Victor Collor de Mello e Julia Petit

As assistentes de palco do programa Brothers, na Rede Tv!, receberam os convidados em festa produzida pela Conteúdo Musical, assim como a Lekka Glam, a Mulher Aranha do programa da tevê, e a eterna Japa Girl, ex-namorada e musa inspiradora do hit de Supla.

Mateus Mondini

Mateus Mondini


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Tal mãe, tal filha



A Maria Bonita Extra abre as portas de sua loja na Aníbal de Mendonça, em Ipanema, neste sábado, para o apresentar o primeiro desfile da marca Maria Bonitinha. A festa, às 16h, contará com brincadeiras, comes e bebes que a meninada adora e um cantinho especial para o make-up.

Na passarela, a fofa Nina Bochese, a Maria Bonitinha em pessoa, apresenta os looks do verão. Mas como boa carioca, Nina adora curtir o fim de semana e destacou quais seus programas prediletos na Cidade Maravilhosa.
Veja só:

1-Ir a praia no Pepê - porque tem muita areia e não é muito cheio!

2-Andar de bicicleta no calçadão de Ipanema no domingo.

3-Adoro tomar Yogoberry, no Leblon.

4-Ir na Livraria Ponte de Tábuas no Jardim Botânico porque tem marionetes.

5-Tomar café da manhã no Parque Lage, no fim de semana,com meus pais e meus tios!

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Vozes, mulheres e gloss

J.R. Oliver
Alexandra Scotti

Ao pisarem no palco do Projeto Gloss, que rolou, anteontem, no Cinemathèque, todas as mulheres que assumiam o microfone tinham de ser batizadas pelo sagrado gloss, que a idealizadora do festival, Alexandra Scotti, passava nos lábios das cantoras. “É o ritual de iniciação”, explicou a curitibana radicada no Rio há oito anos, que criou a festa para dar um empurrão nas meninas que galgam espaço no cenário musical. “Eu ia a shows de amigas compositoras e estavam sempre às moscas. Minhas próprias apresentações atraiam pouco público. Depois de muito pensar, cheguei à conclusão de que o problema era a falta de união. Os meninos quando querem fazer música, logo juntam os amigos e montam uma banda. As meninas não. Preferem ser cantoras. Acho que é algo cultural. Elas são atraídas pela imagem da diva. Resolvi, então, unir as musas em um só lugar”, contou Alexandra.

J.R. Oliver
Clara Averbuck

A banda The Oneyedcats, da gaúcha Clara Averbuck (a escritora e blogueira que deu origem ao filme Nome próprio, lembra?), surpreendeu com um R&B de qualidade e encheu o ambiente com ares de Amy Winehouse (Clara estava com copo de uísque em uma mão e cigarro, na outra). “Não acho que a mulher ainda precise queimar sutiã para provar que merece respeito. Hoje, podemos ser femininas e intelectuais”, disparou Clara, antes de alertar: “Nós sabemos disso, mas muitos homens ainda não sabem. Outro dia, participei de um debate sobre literatura, em Vitória, junto com o Michel Melamed e outros escritores. As pessoas pareciam não dar atenção ao que eu falava simplesmente porque eu usava um short curto e um salto alto. Muitos precisam aprender que é possível segurar um rímel com uma mão e um livro com a outra”. Com quatro obras publicadas, Clara se prepara para lançar, em 2010, Eu quero ser eu, direcionado ao público adolescente. “Acredito que existem dois tipos de adolescentes: os que escolhem e os que somente colhem. Espero que esse livro ajude os jovens que aceitam tudo que lhes é imposto a se libertarem”, adianta a escritora.

Michele Ornelas era a front woman mais rock 'n' roll da noite e, por incrível que pareça, a mais tímida: fez o show usando óculos escuros. “Sou da roça. Nasci em Itaperuna, em uma família musical, com nove tios instrumentistas. Decidi que queria cantar e compor aos oito anos, depois que assisti a uma apresentação da Rosana”, contou a moça gótica, que mistura heavy metal a bases eletrônicas.

J.R. Oliver
Louise D.D.

Louise D.D. não só é a cabeça por trás do Club Silencio, como é a única cabeça. Isso mesmo, é uma banda de uma mulher só. “Eu digo que é um grupo imaginário. Como sempre gostei de compor e tocar, mas nem sempre encontrei parceiros para os meus projetos, decidi ser autossuficiente”, justificou Louise. A musicista chama atenção para o fato de haver poucas compositoras: “Ainda é uma barreira cultural. Quando são crianças, os meninos ganham miniguitarras, tambores e flautas de presente. Já as meninas, ganham panelinhas e bonequinhas”.

J.R. Oliver
Maria Rezende

Para completar a trupe das mulheres, a poeta (ela não gosta de ser chamada de poetisa) Maria Rezende interpretou alguns de seus versos no palco. “Eu falo poesia, não recito. Não gosto de dar uma carga empolada e antiga aos versos. Tem gente que não gosta de poema, porque acha que é chato e distante da realidade. Mas a poesia contemporânea não é assim. Eu retrato o cotidiano e o faço de uma forma que pareça uma conversa”, frisa Maria. Aliás, sabe qual é o título do poema-hit da poeta? Pau mole. Mas Maria não tem nada de escrachada, é apenas sincera.

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Linhagem artística nas veias em meio à folhagem urbana

Raul Krebs

Mesmo com um sobrenome poderoso no mundo artístico, Pedro Veríssimo demorou para se entregar à música. Antes disso, trabalhou em publicidade. “Um dia, olhei para o computador e pensei: ‘o que estou fazendo aqui se só sou feliz uma vez por mês, quando recebo o salário?’. Pedi demissão e fui viver de música. O bom foi que não rolou impacto na família, já que a arte sempre pagou as contas lá de casa”, conta Pedro, que faz show na Drinkeria Maldita, logo mais. Gaúcho radicado no Rio há dois anos (“Sinto falta do inverno”), ele começou a carreira na banda Tom Bloch e teve de gravar jingles e atuar em peças infantis para se sustentar. “Sair de Porto Alegre foi uma forma de me afastar da vida antiga”, explica o rapaz. Já o grupo que o acompanha na carreira solo é exótico. “Não tenho baterista. É só baixo e guitarra. Freud explica!”, brinca o cantor. Desculpe, Pedro, mas temos de perguntar: por que essa foto foi tirada no meio do mato? “Doido, né? (risos) Ela foi clicada no jardim da casa dos meus pais, em POA. Na verdade, sou um cara urbano. Gosto de gente. Mas a foto desperta curiosidade e é isso que curto nela”.

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Com vocês, Tiago Iorc: pop com identidade

Divulgação

Um nome no cartaz do anúncio do show de Jason Mraz, logo mais, no Vivo Rio, nos chamou a atenção: Tiago Iorc. Ele e Tiê farão o show de abertura do cantor americano. Descobrimos que Tiago vem trilhando um brilhante em caminho em busca do lugar ao sol. Hypou-se no MySpace e viu as portas de uma gravadora se abrir: a Som Livre e seu projeto Apresenta. É uma das poucas vozes masculinas em meio ao tsunami feminino. “Os caras acabam indo para uma vibe mais de banda. Eu comecei em um grupo, mas abracei a música como projeto de vida, optei pela carreira solo. O processo é mais ágil”, conta Tiago que nasceu em Brasília e, aos cinco meses, foi morar com a família na Inglaterra. Talvez por ter as primeiras memórias linguísticas no idioma de Shakespeare é que ele tenha optado por um repertório todo em inglês no CD de estreia. “Mas não é uma regra, posso mudar tudo no próximo álbum”, avisa. Ele é pop e não se envergonha. “Primo pela melodia e foi no pop que me encontrei”, explica.

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À la carioca

Heloisa Tolipan

Heloisa Tolipan

Heloisa Tolipan

Heloisa Tolipan

Alicinha Cavalcanti pegou a ponte aérea São Paulo-Rio, na noite de terça-feira, com direito a apagão-relâmpago no aeroporto de Congonhas. Ao chegar aqui, só deu tempo de deixar as malas no Copacabana Palace e tomar o rumo do Alto Gávea, na companhia do marido, Rodrigo. Ela ganhou jantar-surpresa de André Ramos e Bruno Chateaubriand. Estavam lá Paulinha Severiano Ribeiro, Marie-Annick Mercier, Izabella Figueiredo e Diego Hypólito, entre outros queridos. Alicinha estava a mil no celular com Preta Gil, contando que já transbordava a lista de convidados para o pocket show da cantora, ontem à noite, no Copacabana Palace, promovido pelos empresários do Azeite Gallo, no Brasil.

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Acid Dede



O fotógrafo de moda e publicidade Dede Fedrizzi, abriu exposição nesta quarta-feira, no Dalmau Studi, em São Paulo. Intitulada Acid Rain, Dede mostra pela primeira vez a influência dos ares tropicais e a leveza de verão em suas fotos, prometendo uma explosão de cores. Nesse trabalho, a mulher, sempre distante é quase indiferente. Uma sobrevivente do que restou, em um mundo pós- aquecimento.



Nascido no Brasil, Dede trabalhou e viveu pelo mundo. Autodidata, aprendeu fotografia quando criança, pegando emprestada a câmera do pai. Mais tarde, dedicou-se ao trabalho de moda e publicidade, mas sempre flertando com as artes plásticas. Muito cedo saiu do país, buscando experiências e vivências de mundo, essenciais para o seu trabalho.

Nos anos em que viveu em Nova York, estudou artes na Universidade NYU, e começou um mergulho gradativo no mundo artístico. A cidade teve influencia fundamental no estilo do seu trabalho e depois da longa estada na Big Apple, Dede Fedrizzi já expôs em Zurique, Madri, Nova Iorque, Paris, Bienal de São Paulo, Bienal de Roma e Atenas.

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Já escolheu o seu modelo de biquíni?

Cris Barros integrou à sua coleção de verão alguns biquínis. Com muita delicadeza e cuidado a estilista apostou em dois modelos: cortininha com top no tradicional formato triangular e parte de baixo de “lacinho” e o tomara-que-caia trazendo top com bojo e calcinha com as laterais mais largas. Uma alternativa elegante aos micro biquínis sem perder o charme das “duas-peças”.

Os modelos vêm nas seguintes estampas e recebe nomes:



Duquesa off – estampa florida e delicada em tons rose e amarelo.



Duquesa preto – tem fundo preto e florzinhas rosas.



Flamingo azul – os pássaros são azuis e as flores rosadas.



E a estampa “onça” traz o rajado preto em fundo branco.

Os modelos de cortininha saem por R$196,00 e os de tomara-que-caia, por R$233,00.

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Paixão à francesa

Na abertura da exposição Chanel: a Dama das Camélias e seus seguidores, nessa terça-feira, no Shopping Leblon, muitos admiradores de Coco, que se viva, completaria 100 anos da abertura de sua Maison, conferiram de perto o resultado da parceria firmada entre o Shopping e o Instituto Zuzu Angel que desafiou os formandos do curso de moda da Universidade Estácio de Sá a criar looks inspirados no trabalho de Chanel no mundo da moda.

Disponível para visitação até o dia 7 de dezembro, no segundo andar do shopping, a mostra reproduz o glamour da alta costura francesa e encerra os eventos em comemoração ao ano da França no Brasil.

Conheça alguns dos “seguidores” da Dama das Camélias...

Antonio Kämpffe
Taissa Maranhão sagrou-se campeã no concurso realizado na Universidade e expõe Ne me quittes pas

Antonio Kämpffe
Graça Oliveira Santos

Antonio Kämpffe
Paula Cleophas e Fernanda Basto

Antonio Kämpffe
Claudio Gomes com casal Daniela Fiszpan e Antonio Bernardo

Antonio Kämpffe
Amelinha Azeredo Santos Divino e Márcia Müller

Antonio Kämpffe
Francisco Cuoco aprecia sem moderação a exposição Chanel,a Dama das Camélias e seus seguidores

Antonio Kämpffe
Joanna Nolasco e Marta De Vitto,superintendente do Shopping Leblon

Antonio Kämpffe
Ana Carolina Vilela,dona da Lucci

Antonio Kämpffe
Patricia Brandão

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Elvis e Madona ‘in love’ pelas ruas de Copa

Ana Colla


Depois de dois irmãos (homens) vivendo uma história de amor, quem se espantaria com um romance entre um travesti e uma lésbica? E não há com o que se espantar! O longa Elvis e Madona, de Marcelo Laffitte, exibido anteontem, no Oi Futuro Ipanema, dribla o tema polêmico e faz brotar sorrisos em quem assiste. “Foi rindo de mim mesmo que encarei qualquer possível reação negativa. Encarnei o espírito do brasileiro: leve, que voa e circula por todos os lugares. Isso transformou o filme em comédia romântica”, disse Laffitte. Com metade de Ipanema às escuras, as luzes do Oi Futuro coloriram a primeira exibição no Rio, que contou com carrocinha de pipoca e baleiro. Tudo grátis! “Fizemos apenas duas exibições em SP e a recepção foi ótima! Não me arrependo de ter corrido riscos e ter enfrentado a falta de verba. Valeu a pena”, desabafou o diretor. A protagonista, Simone Spoladore, que interpreta Elvira, ou, simplesmente, Elvis, estava ali para assistir, pela primeira vez, o resultado de meses de laboratório. “As minhas expectativas são as melhores, acho que a recepção do público vai ser maravilhosa! Quem sair do cinema, levará consigo uma lição de amor”, apostou Simone. Na trilha, I love you Copacabana, intepretada por Elza Soares, embala o romance. Ausência sentida foi a de Igor Cotrim, que, depois de dar vida à Madona, foi passar uns tempos em A Fazenda 2. Mas para que o galã não perdesse a estreia, a mulher dele, a francesa Nathalie Bernier, gravou depoimentos dos amigos presentes. Maitê Proença, que também participa do longa, confirmou presença, mas não apareceu. Muita gente ficou sem ingresso, mas quem conseguiu assistir, aplaudiu de pé. “Não fiz um filme sobre gênero. Fiz algo sobre vida! A história fala de amor e de necessidades cotidianas”, explicou Marcelo, ovacionado pelos queridos que assistiram, e compreenderam, o amor entre Elvis e Madona.

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A nova voz dos Raimundos

CPDoc JB

CPDoc JB


Tico Santa Cruz causou turbulência entre os fãs dos Raimundos ao anunciar, anteontem, que será o novo vocalista da banda para uma turnê em 2010. O líder do Detonautas Roque Clube comentou o assunto na comunidade oficial dos Raimundos, no Orkut: “Não desejo que ninguém se torne fã da minha banda (...). Mas, se gostamos dos Raimundos e queremos mudar esta cena ridícula do rock atual, teremos que ser aliados”, disse Tico. Sobre as comparações com o ex-vocalista Rodolfo Abrantes, foi enfático: “Nunca vai ser igual. O Rodolfo é o Rodolfo e pronto. Quem esperar algo parecido é lógico que vai se frustrar”. Segundo o músico, sua estreia será no show-tributo ao produtor Tom Capone, sábado, em Brasília. A coluna foi atrás de Rodolfo para saber o que ele está achando da troca de mãos do microfone de sua ex-banda. “Conheci o Tico na época em que eu tocava no Rodox. Ele é gente boa e tem um coração bom. Não sei mais do que isso, porque prefiro não me meter nesses assuntos”, disse o roqueiro, que, hoje, mora em Camboriú (SC) e está prestes a lançar o primeiro CD solo ao vivo, gravado em SP. “Tenho viajado pelo Brasil cantando e ministrando sermões pela Igreja Bola de Neve. O CD é o registro de um desses momentos”, contou.

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Belos rosto, voz e atitude. Em breve, no Brasil

Reproduções


Lissy Trullie não esperou o hype nascer do nada. Tocando em bandas desde a adolescência, ela viu a sorte mudar quando sua mãe foi transferida de Washington D.C. para Nova York, cidade onde ela passou a frequentar as aulas de Design Gráfico, na Parsons. “Era só uma garota em busca de um rumo na vida”, explicou. Como toda linda menina, um dia foi chamada por um scouter para ser modelo e, esperta, não negou. Fez capa da Elle, da Jalouse e caiu nas graças de Chlöe Sevigny, se transformando no rosto da marca da atriz queridinha dos modernos. “Ser modelo foi só uma curtição para pode juntar uma grana. Não me fazia palpitar”, contou Lissy. O que ela queria mesmo era ser do palco, da música e do rock. Paralelamente à facul e às catwalks, ela virou DJ residente do clubinho Beatrice Inn, com passagens pelo Bungalow 8. Dá pra sentir o círculo de amigos da gata, né? Lissy, aliás, não é seu nome de batismo. Na ID está escrito Elizabeth McChesney. Mas é como Lissy que ela incendiou os palcos esse ano após o lançamento do EP Self-Taught Learner. É uma mistura de Hot Chip, com Cat Power e Yeah Yeah Yeas. Ou seja, uma miscelânia, típica das ruas numeradas de Nova York. O melhor disso tudo? Ela vem ao Brasil, em janeiro, tocar em um festão paulistano da Diesel. Vai perder? Eu não.

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Segunda animada

Acervo pessoal

Já imaginou bombar na night em plena segunda-feira? Pois é, a produtora Pollyana Simões não só imaginou, como resolveu investir na ideia e criar a festa Sonora, que estreou, anteontem, na Melt, no Leblon, e promete ser a pedida do Verão 2010. “É um desafio fazer o pessoal sair de casa no início da semana. Mas acho a segunda-feira um dia super chique! E, por ser atípico dançar em um dia como esse, o público é mais seleto”, afirma Pollyana. Com DJ Nepal como residente, a Sonora pretende encher a casa de groove. “Lá você encontra do black ao deep house, mas tudo com ginga. Ainda não sei exatamente qual é o público. Tem um amigo que diz que é de gente anormal, porque pessoas normais não saem em uma segunda-feira. Estou pagando para ver”, dispara a produtora, que também comanda a Rockaholic, às quintas-feiras, no Atlântico. Bombou!


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Agenda do Rei

Roberto Carlos começou a marcar as datas de sua turnê internacional. Os primeiros gringos a conferirem o show serão os americanos de Miami, dia 10 de abril de 2010. Depois, ele segue para NY (no Radio City Music Hall), Washington, Boston, L.A e Houston. Canadá, México, Colômbia, Peru e Panamá também são alguns dos países que estão na lista.

Agenda da Rainha

Assim que enterrou a Norminha, Dira Paes foi se jogar nos braços do deus cinematográfico. Nesses dois meses pós-novela, ela já participou de dois longas – Sudoeste, de Eduardo Nunes, e Antes da noite, de Toni Venturi – e fez sua estreia no formato curta-metragem. Ela é a estrela de Matinta, do diretor paraense Fernando Segtowick. Aliás, técnicos e elenco são todos paraenses, como a diva Dira.

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Nuas não... valiosas

Rodrigo Marques


Lara Gerin, Vandinha Jacintho, Raquel Silveira e Fernanda Barbosa tiraram a roupa para Mario Pantalena em um ensaio de Rodrigo Marques, pensado para divulgar a linha 2010 da Gioielli Pantalena.

As belas foram maquiadas pelo beauty-artist Saulo Fonseca. Com direção e criação da brandboutique, de Alexandre Lima e Julia Janequine, a exposição Undressed está em cartaz na própria loja da Pantalena, na Daslu, em São Paulo. Mas antes, no apê de Raquel, uma festa para poucos e “200 bons amigos” do quarteto de amigas/clientes/modelos de Mário mostrou em primeira mão todo o resultado do trabalho.

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Água para Taylor Lautner

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Depois de ouvir do amigo de set Robert Pattinson que seu corpo lhe causava uma certa inveja, Taylor Lautner resolveu mostrar o motivo da declaração nas páginas de dezembro da Rolling Stone americana.

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Em entrevista + ensaio fotográfico o ator fala sobre sua ascensão a fama, sobre sua preocupação com o corpo e também sobre a maioridade que se aproxima. Apesar do corpo (lindo, diga-se de passagem), Lauter confessou que precisou de muita musculação para conseguir ficar em forma e que teme ser rotulado apenas como um ‘corpo bonito’:

“Se tivesse que escolher nunca mais tirava a camisa num filme. Não acho plausível”, explicou.

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Sobre os 18 anos que completará em fevereiro, avisou:

“ No meu próximo aniversário vou completar 18 anos, e será um grande dia. Assim que eu terminar os compromissos da divulgação de Lua Nova, vou aproveitar para comemorar esse momento. Pensando bem, eu não poderia ter um final de adolescência melhor do que esse que estou tendo".

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E lembrou-se do convite para Crepúsculo:

“Ninguém sabia o que seria o Crepúsculo. Pensávamos que estávamos fazendo, só para fãs apaixonados do livro. As pessoas só nos dizia: 'Ah, sim, o filme vai fazer tão bem." E nós estávamos tipo, 'Tudo bem, sei lá. Vamos ver. " Mas quando o filme saiu, eu estava tranquilo. Foi quando me dei conta: 'Nossa, o que eu estou me metendo? ".

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Tudo junto e misturado

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Os fãs do Mercado Mundo Mix já podem comemorar... Com 500 m2, 50 marcas e acesso fácil, o grupo formado por Beto Lago, Alexandre e Germano Fehr, Tobal Junior e Chico Lowndes resolveram transformar o mercado em uma Galeria que abre as portas no fim deste mês ainda na esquina da Rua Augusta com a Alameda Lorena.

Com a proposta de se transformar em um espaço multicultural, com moda, arte e muita ferveção, a Galeria Mundo Mix promete lotar a agenda dos hypes com exposições de fast-art,bazares, promoções-relâmpago, lançamentos de coleções e festas. E mais: quem não puder dar um ‘pulo’ no espaço poderá fazer compras online. As vendas na web estão previstas para 2010.

Beto Lago aplica à Galeria Mundo Mix sua expertise de 15 anos de Mercado Mundo Mix, o berço de marcas como Thais Gusmão, André Lima, Mário Queiroz, Marcelo Sommer, entre várias outras.

“Agora a gente inova de novo oferecendo, através de um ponto fixo, uma forma de as novas marcas chegarem mais perto de seus objetivos”, explica.

A escolha pelo local tem explicação. Os empresários apostam no conceito da região que vende autenticidade, foge do óbvio e está prestes a receber a estação de metrô Oscar Freire , somando a revitalização da região são medidas de curto prazo fundamentais para aumentar a importância da região lançadora de tendências.

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Perdida pelas ruas de Londres

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A maluca-beleza Amy Winehouse resolveu dar um passeio na tarde desta terça-feira pelas ruas de Londres. No melhor estilo “cuca fresca”, Amy quis exibir sua nova aliança de noivado com Blake Fielder-Civil.

O modelo da Tiffany era avistado de longe e Amy estava com uma aparência saudável. Uma curiosidade revelada pelo próprio Blake para amigos: o anel é o mesmo usado no primeiro noivado e indica que o casamento será em breve.

“ Nós temos falado cinco ou seis vezes por dia. Mudamos nosso status de casado no Facebook, mas que era mais para nos divertirmos mesmo. Este é o negócio real. Ela me disse que queria se casar novamente. Eu me sinto tão feliz ", confidenciou Blake.

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Pele e corpo prontos para o verão



Recém-inaugurada, na Barra, a Clínica Juliana Curado promete ser a nova sensação do verão carioca. Apostando na filosofia de evitar ao máximo intervenções cirúrgicas na busca do rejuvenescimento e da manutenção da pele e do corpo jovem e saudável, Juliana apostou em uma clínica clean e com uma equipe preparada para cuidar de todas as partes do corpo.



Uma das clientes de Juliana é a cantora Perlla, que entre um show e outro, corre para a clínica e opta pelos tratamentos faciais. Com a pele saudável, a cantora já está de olho no seu próximo tratamento corporal... o Velashape, a máquina que virou o aparelho de cabeceira de Madonna.

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Rock ‘n’ roll party em fotos

Como contamos na edição desta terça-feira, os meninos do The Killers e o Sting resolveram aproveitar o que a noite de São Paulo tinha a oferecer no sábado e curtiram a balada no bar Anexo e temos as fotos do que rolou no espaço e fez o povo ferver...

A trilha pedida pela turma de Brandon Flowers, com rock de AC/DC até Aerosmith, lotou a pista de dança. Não sobrou nem para os sofás...

Já Sting, ficou no canto reservado com sua taça de champanhe e muita gente tietou.

Fique com o gostinho do Anexo...




Um brinde: Allan Panza, Pedro Guimarães, Marco Affonseca e João Paulo Affonseca




Sueli Almeida ( diretora do Via Funchal) e Pedro Guimarães, sócio do bar Anexo


Ronnie Vannucci, baterista do The Killers e Graziela Martine

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O clichê: “lindos, ricos e caridosos”

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Declarar imposto de renda pode dar uma tremenda dor de cabeça para muitas pessoas, mas não para Brad Pitt e Angelina Jolie... De acordo com o imposto do ano de 2008, o casal teria distribuído cerca de US$ 6 milhões entre instituições de caridade, dobrando o valor declarado com doações em 2007.

A lista inclui um cheque de US$ 2 milhões para a Global Healt e outros dois de US$ 1 milhão cada para a Human Rights Watch e Brad's Make it Right Foundation. Não menos polpudos, ainda há contribuições para o Exercito americano, para uma escola pública de Springifield e uma generosa contribuição para dois projetos no Camboja.

Em tempo: Para cada filme que participa, Pitt embolsa cerca de US$ 25 milhões! E mais, dispensou um cheque de US$ 5 milhões para participar do Grand Prix Ball Abu Dhabi, dos Emirados Árabes Unidos.

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Gostos e desgostos

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O American Music Awards, anteontem, em Los Angeles, consagrou Taylor Swift, aquela cantora massacrada pelo Kanye West, no VMA, que levou cinco troféus para casa. Michael Jackson, in memorian, foi homenageado com quatro. Janet Jackson fez uma apresentação medíocre com uma roupa escalafobética. A noite, como sempre, era das mulheres. Lady Gaga arrasou em apresentação dupla, assim como J.Lo brincando de pugilista e trocando de roupa no palco. Alicia Keys emocionou ao lado de Jay Z. Na entrada, ela não fez tão bonito em look by Giorgio Armani. Rihanna errou na escolha da música e no vestido Marchesa. Brincar de origami a uma hora dessas, Ri-Ri? Kate Hudson mostrou os – ou a falta de – peitos em um Versace. Nicole Kidman brincou de coadjuvante para o marido Keith Urban. Tudo bem que era uma coadjuvante vestida de Balenciaga e com milhões de dólares em botox na cara, mas, ainda assim, à sombra do marido. Leona Lewis foi a mais parante no tapete vermelho com uma roupinha by Vivienne Westwood. Mary J.Blige estava linda de morrer com um vestido de R$ 5 mil do brasileiríssimo Carlos Miele (detalhe acima).

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Mas quem roubou mexxxxmo foi a latina Shakira com seu novo single Give it up to me, toda trabalhada na tendencinha do cabelinho de lado e coreografias acrobáticas. No tapete vermelho, a gata de Barranquilla ofuscou todo mundo com um mini-Geisy Versace.

Erros e acertos – Alicia Keys, Adam Lambert, Rihanna, Kate Hudson, o casal Keith Urban e Nicole Kidman, Leona Lewis e Shakira

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O que é que a baiana tem?

Christina Martins/Armazém Comunicação

Apesar de morar há 16 anos no Rio, a baiana Andrea Ferrer mantém viva as origens. Não foi à toa que escolheu Marina dos mares, de Carlinhos Brown, como carro-chefe do segundo CD, com lançamento, logo mais, na casa de shows Posto 8. “Essa música o Carlinhos fez para o Dorival Caymmi e, assim como ele, tenho fascínio pelo mar. Passava férias na Ilha de Itaparica. As minhas composições também são permeadas pelo clima praiano”, conta Andrea. Brown, aliás, ligou para a cantora e elogiou o novo arranjo. Mesmo tendo crescido em meio à música – o pai é tenor e a mãe dá aulas de violão e acordeão – a baiana demorou a enveredar pela carreira de cantora. “Na verdade, me mudei para o Rio para estudar teatro. Mas os genes falaram mais alto”, diz a bela, que segue apaixonada pelo teatro e está se preparando para estrelar o musical A cantora e o seresteiro, escrito por Carlos Sérgio Bittencourt, especialmente para ela.

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Metamorfose futurista

Pedro Agilson
arte Franklin Cassaro/Derlon


No que resultaria a mistura de Macunaíma com Mickey Mouse? A resposta à ousadia está na exposição Derlon e a incrível metamorfose de Macunamouse, na galeria Graphos Brasil, em Copa. “É uma tentativa de reproduzir o comportamento do personagem Macunaíma no século 21”, explicou o escultor Franklin Cassaro, criador do Macunamouse. Quem faz a releitura do personagem de Franklin nessa expô é o grafiteiro pernambucano Derlon. “Conheci o Derlon durante uma das minhas viagens, desenvolvendo minha inclusão robótica social, afinal, os robôs são os excluídos do futuro”, viajou Franklin, acrescentando: “A parte filosófica fica com o escritor Fernando Gerheim. O texto do Macunamouse é um cordel mangá”. Os outros convidados da vernissage são o músico Fábio Bola e o grupo MEB - Música Extemporânea Brasileira.

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Rock ‘n’ roll party

Que tal reunir em uma mesma festinha os rapazes do The Killers e o Sting? Foi o que rolou sábado, no bar Anexo, na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 5.003, em São Paulo, sob o comando de Peu Guimarães e seus 14 sócios. O lugar ferveu. Brandon Flowers e os integrantes da banda de Las Vegas tinham arrasado horas antes, no show na Chácara do Jockey e ainda encontraram gás para a noitada. Ficaram no bar até 6h e pediram um set list só de rock – de AC/DC a Aerosmith. O povo dançava em cima dos sofás mesmo. Já Sting ficou mais tranquilo, em um canto bebericando champanhe.

Batendo pernas

Para a infelicidade dos rapazes da banda americana The Walkmen, que tocou, sábado, no Festival Universitário MTV, não foi possível fazer o passeio por Angra ou Búzios – pedido feito pelos moços à produção do evento. Os músicos tiveram de voltar para casa na noite de anteontem, por conta de “compromissos profissionais”. Nos três dias que passaram no Rio, os meninos conheceram os bares e ateliês de Santa Teresa, o Pão de Açúcar e o Sambódromo; caminharam na pista Cláudio Coutinho, na Urca; torraram nos calçadões de Ipanema e do Leblon; e ainda foram à Lapa. Até que deu tempo de passear, não é?

Abadá

Rihanna em recente passagem pela Inglaterra, onde fez um show fechado para a Nokia, foi abordada pelo colunista Dean Piper, do jornal Mirror, sobre o que ela fará em seu aniversário, dia 20 de fevereiro. “Mal posso esperar por essa data. Estarei no Brasil”, fofa, né? A data, aliás, são quatro dias depois do Carnaval. Será que ela chega antes para dar uma pinta nos camarotes?

Hospício

Kirsten Stweart, Robert Pattinson e Taylor Lautner estiveram, na semana passada, no programa de Jimmy Kimmel e foi aquela histeria básica de gritos. Quando Jimmy questionou Kirsten se era assim em todos os lugares, ela respondeu que alguns locais eram piores do que os outros. “Estivemos na América Latina e as coisas por lá foram bastante malucas. Especialmente no Brasil. Foi louco, louco”, contou Kirsten.

O bonde todo

A super model canadense Coco Rocha estava desolada em seu blog e Twitter por ter de deixar NY, depois de uma ótima semana – deve ser por causa de homem, claro – e vir para o Brasil. Depois de dez horas de voo, uma noite de sono, às 9h de sábado, ela já estava conformada. E, ao fim do dia, estava dançando funk durante as fotos para a marca Lança Perfume. Não tem mal que a brasilidade não cure, né? Daniel Hernandez, responsável pelo make, foi quem comandou o som, que incluia Beyoncé e Madonna. Coco foi uma fofa o tempo todo, falou com os donos da marca, deu risadas e elogiou super o trabalho de Gui Paganini. Ao seu lado seu lado, estavam outras duas tops, a polonesa Anna J. e a Bielo-russa Maryna Linchuk. As três, quando ouviram os primeiros acordes das músicas de Tati Quebra-Barraco ficaram loucas e pediram para alguém ensiná-las a sambar. Ninguém na equipe de paulistanos sabia a cadência e ficou aquele samba da paulistada doida!

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O que há por trás das fotos?



Um objeto de desejo que dispensa apresentações... Pode-se definir desta maneira o calendário Pirelli que ao longo dos anos se supera em colocar belas mulheres em situações inesperadas e faz com que muitos sonhem com um calendário com muito mais de 12 meses.



Na edição de 2010, coube ao fotógrafo Terry Richardson colocar belas como Miranda Kerr, Rosie Huntingdon, Georgina Stojilijtoric , da Sérvia, Gracie Carvalho , Ana Beatriz Barros e mais seis modelos em contato com a natureza e as belezas de Trancoso, na Bahia.

“Eu prefiro as garotas naturais e não faço retoques. Deixo os defeito que não tiram a beleza” , afirma Terry.

Fique com uma pouco mais dos "flagrantes" do backstage dos dias que a equipe passou fotografando...














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Lança Perfume coloca Sidney Sampaio na cabine

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Foi agitada a festa que a marca de moda feminina Lança Perfume armou no último fim de semana, em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, para comemorar a inauguração da primeira flagship store da label na cidade. Mais de 500 convidados passaram pelo local que contou com a presença do ator Sidney Sampaio, que passava pela cidade para conhecê-la. Sydnei chegou por volta das 23h30 e fez questão de tirar fotos e dar autógrafos aos fãs.

A pedido do DJ Estéfano, residente da casa, Sydnei comandou o som por alguns momentos e mandou ver nas carrapetas. E não deixou ninguém parado. Hits como I Gotta Feeling, do Black Eyed Peas, remixado pelo DJ David Guetta, e também a clássica One More Time, do Daft Punk, fizeram todos que estavam na pista curtir bastante a noite. Sidney, que está no ar em Caras e Bocas, diz que gosta bastante de moda, porém tem um estilo simples. Gosta de calça jeans e camiseta básica. Já nas mulheres, adora quando têm um estilo mais sexy, mas não vulgar.

"É muito bom ver uma mulher bem vestida, que chame a atenção por onde passe, por seu estilo e beleza", revelou o ator.

Quanto à carreira, Sidney revela que está se surpreendendo no papel de Benjamim, já que o personagem se rebela contra as tradições da família.

"Me identifico um pouco com o Benjamim, pois ele está correndo atrás de um sonho, pois quer viver sua juventude ao lado da Tatiana. E eu também faço o impossível para conseguir o que quero", completou o ator.

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Luz e sombra nas telonas

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Nesta segunda-feira o Unibanco Arteplex abre as portas para a sessão de pré-estreia do documentário Entre a Luz e a Sombra, de Luciana Burlamaqui. O documentário conta a história da atriz Sophia Bisilliat que dedica sua vida para humanizar o sistema carcerário, da dupla de rap 509-E formada por Dexter e Afro-X dentro do Carandiru e de um juiz que acredita em um meio de ressocialização mais digno para os encarcerados. Durante sete anos, a partir do ano 2000, o documentário acompanha a vida destes personagens sob o olhar atento de Luciana.

“Eu tinha uma pergunta dentro de mim voltada para o futuro de quem havia entrado na vida do crime. Mais do que essa pergunta sentia também uma inquietação generalizada por viver em um país onde cerca de um terço da população é pobre, e outros 20 milhões são indigentes. Essa realidade para mim é violenta. Com essa e outras perguntas comecei a acompanhar os personagens e a documentar as transformações que aconteciam nas vidas deles”, lembra a diretora.

O longa foi todo realizado por uma única câmera gravado pela jornalista, no formato one person crew, onde a própria faz a câmera, áudio e direção.

“Trabalho com a câmera como se ela fosse uma máquina fotográfica. Só existe ela, eu e o personagem. Assim, o entrevistado acaba se acostumando com a gente e criamos um ambiente mais íntimo”, explica.

Entre a Luz e a Sombra já participou de onze festivais e mostras dentro e fora do Brasil e será lançado no circuito nesta sexta-feira, em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

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Celebrando o Alabê

Renata Spinelli

Em única apresentação no Vivo Rio, nesse sábado, Altay Veloso emocionou a platéia com a apresentação da ópera afro construída pelo próprio: O Alabê de Jerusalém. Um espetáculo que levou 62 pessoas entre cantores, bailarinos e figurantes, garantiu a beleza da obra. As participações especiais ficaram por conta de Selma Reis, Cris Delanno, Rick Vallen, Jorge Vercillo, Isabel Fillards, Alex Cohen e Jayme Periard , como Pilatos.

O espetáculo que teve sua primeira apresentação em 2006, no Canecão, em formato de concerto e que em 2007 estreou como ópera no Theatro Municipal e teve duas apresentações no Citbank Hall, ganhou esta remontagem especialmente para as comemorações do dia da Consciência Negra. Alabê conta a história de um africano que chega em Jerusalém na época de Jesus Cristo e assisti aos últimos acontecimentos de sua passagem pela terra. Dois mil anos depois , como uma entidade espiritual, ele retorna a nossa civilização para nos contar esta história pela ótica da cultura africana. Um espetáculo que celebra o ecumenismo e que nos lembra que a paz só nascer do respeito às diferenças e da exaltação do amor.

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Um pedaço de Santo Amaro do outro lado do Oceano



Depois de Paris, a exposição 120 anos de Bembé do Mercado, do fotógrafo (e amigo) Edgar de Souza aportou em Luanda. Aberta na última sexta-feira, a mostra reuniu o embaixador do Brasil em Angola e outras autoridades políticas locais que homenagearam também o dia da Consciência Negra, celebrado no Brasil.


Edgar de Souza e o Embaixador Afonso Cardoso

Edgar de Souza

A exposição registra de forma viva, rica e significativa a manifestação de alegria e devoção do povo, eternizada pelo olhar de Edgar. O Bembé do Mercado, mais que uma festa, é uma celebração anual, tradicional na cidade de Santo Amaro, Bahia, Brasil. Sua origem data de 13 de maio de 1888, quando João de Oba, escravo de origem male e babalorixá (pai-de-santo) e outros escravos “bateram” seu candomblé em agradecimento à abolição da escravatura no Brasil.

A mostra em Luanda é realizada com o apoio do Ministério da Cultura do Brasil e fica aberta à visitação até o dia 26 de novembro.

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Importação made in Rio

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Seguindo o exemplo de outros agitos que dão certo no Rio e ganham adeptos nos quatro cantos do país... a festa M.I.S.S.A. - Movimento dos Interessados em Sacudir sua Alma, arrumou as malas e trocou as tardes de domingo na Melt pelo Distrito Federal.

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Em Brasília, como no Rio, Bruno Gagliasso comandou as picapes após o "padre"- dj Tartaruga, abençoar a pista de dança. Seguindo a “tradição”, as hostesses do evento também estavam caracterizadas de freiras.

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A banda Trio Ternura, do ator Thiago Matins, também participou do evento e empolgou o Distrito Federal com o mesmo setlist que anima o público do Rio.

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American Music Awards

O American Music Awards, exibido nesse domingo, pela ABC, fez muita gente querer dançar na frente da tevê com os shows apresentados. Entre um troféu e outro, Jennifer Lopez, Shakira, Adam Lambert, etc. soltavam a voz e chamavam a atenção pelas performances bafônicas.




Jennifer estreou seu próximo single, Loubatins, e durante a apresentação, caiu sentada no palco.





O mesmo aconteceu com o abertamente gay Adam Lambert, que depois de beijar o tecladista , esfregar o rosto de um dançarino em sua virilha, caiu do palco, mas nada de perder a pose...



Shakira atacou de Give It Up To Me Give It Up To Me e mostrou que se consolida cada vez mais com o seu gênero pop.





Rihanna foi de single novo pro palco e uma homenagem pra Cher no figurino...





Janet Jackson atacou com um medley de suas canções e finalmente apresentou a nova faixa Make Me, que homenageia o irmão Michael Jackson, com Don't Stop Til 'You Get Enough.



E ai, curtiu a vibração?

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Pés descalços

Lucas Landau e Ag. Azimute

Joss Stone colocou seu melhor sorriso no rosto, o menor vestido branco, no corpo, e foi à luta na noite de sábado, no HSBC Arena. “Estou muito feliz de voltar ao Brasil. Foi aqui, no país, que fiz o melhor show da minha vida. Vocês são tão passionais, tão generosos, vibram com minha música, com meus acertos e não ligam quando eu erro. É muito gratificante para um artista subir ao palco para um público tão especial. Por isso, estou aqui novamente, depois de um ano”, contou Joss, no palco, em referência à tour brasileira, ano passado, quando ela fez uma apresentação antológica no Vivo Rio, com direito a choro emocionado e sincero de uma artista que não tem medo de arriscar no palco.

Lucas Landau e Ag. Azimute

“O set list eu vou decidindo com o público. Tenho um pré-set, mas canto o que me dá vontade e, principalmente, atendo os pedidos do povo”, disse. Atende mesmo. Sábado, por exemplo, os fãs berraram por You got the love e ela não se fez de rogada e soltou o vozeirão para os seguidores. Em determinado momento, um deles joga a bandeira do Brasil aos pés – descalços – de Joss. Ela abaixa com seu vestido-Geisy, todo mundo vê sua calcinha, pega a bandeira e a amarra no pedestal do microfone. Até Luciana, a.k.a. Alinne Moraes, levantou da cama para aplaudir.

Lucas Landau e Ag. Azimute

Joss sabe como poucas jogar com a plateia. Brinca de maestrina, dá risadas, erra letras, mas nunca desafina. Sua voz sai como se cantar fosse a coisa mais fácil e natural do mundo. Bem diva. Entre uma música e outra, ela toma um gole de alguma coisa em uma caneca. “É chá de menta, com gengibre fresco, mel, limão e pimenta caiena”, dá a receita. A única exigência de Joss, que passou a tarde de sábado no Fashion Mall, foram as 36 rosas brancas que ela distribui ao fim do espetáculo.

Lucas Landau e Ag. Azimute
Soul – Joss à vontade, no palco, com as unhas dos pés pintadas com cores diferentes. Maria Gadú abriu o show e Alinne Moraes se jogou

Mas, de acordo com os fãs que a esperaram a cantora após o show, nem tudo foram flores no linda noite de Joss no Rio. Após o show, ela teria ficado bastante indisposta, com queda de pressão e abatida. Muito calor – humano e natural – de acordo com os integrantes da banda. Nada que um bom ar condicionado e umas caipirinhas não resolvam, Joss. Volte sempre, viu?

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Salada mista na noite da MTV

Quem esteve na Marina da Glória durante o fim de semana pode, mais uma vez, comprovar o poder da MTV sobre os jovens e adolescentes que vivem atrelados à cultura pop. Com um mix de música – de todos os tipos – moda e fast food, o primeiro Festival Universitário MTV arrastou roqueiros, sambistas, rappers e tantas outras tribos para o balaco. Na sexta-feira, o rock comandou a noite. Para uma plateia mistureba, apresentaram-se, no palco principal, seis das 12 bandas que disputavam o almejado prêmio: abrir o show da The Walkmen, principal atração do evento, que apresentou-se no sábado. Era a segunda visita ao Brasil da banda nova-iorquina. A primeira no Rio. A exigência dos fofos americanos? Quatro dias em alguma praia paradisíaca do Estado: Búzios ou Angra.

Moscow-OSC

A grande vencedora do Festival foi a banda Tereza. “Nós sequer tínhamos sido selecionados para o concurso. Nosso vídeo não foi aprovado, mas em um show, na PUC, uma produtora da MTV nos viu e nos chamou. Fomos os últimos a entrar na seleção e, hoje, estamos aqui”, contou Mateus Sanches, guitarrista do grupo. Como a votação, pela internet e por SMS, só podia partir de dentro do evento, a Tereza, que contou com ônibus fretado de Niterói, onde os cinco amigos de infância se juntaram, é claro, levou a melhor. “Não temos dúvida de que ganhamos graças a eles. Na verdade, nossa trajetória aqui, desde o início, parece um milagre”, complementou.


Havia ainda, o Boteco Universitário, local no qual apresentavam-se bandas convidadas pela MTV, que já conquistaram seu espaço no concorrido universo musical. “Estar nesse festival é ótimo! Temos a oportunidade de tocar para uma plateia nova e receber o feedback imediato do público”, explicou Márvio, da Cabaret, terceira banda a pisar no Boteco, na sexta.

Moscow-OSC

Antes do povo se jogar na pista, ao som de Os Ritmos Digitais, grupo hype de DJs da cidade, que encerrou a noite, quem esteve por lá ainda conferiu o show de Gerson King Combo, o pai do soul brasileiro. “Eu fico maravilhado com essa iniciativa de reunir talentos jovens com artistas mais velhos”, disse Gerson. “Se eu pudesse dar um conselho à garotada, diria que o caminho da música é muito longo para quem tem valor. Para vender milhões, hoje, é só chegar com alguma coisa comercial, com uma letra pobre, mas a música não é isso!”, disparou o king do soul brasileiro. Na companhia de Carlos Dafé, André Ramiro e outros tantos parceiros de black music, Gerson arrasou com o show Supergroove! A noite de rock+soul foi encerrada ao som de I feel good. Melodia perfeita para os jovens talentos que mostraram garra e vontade de brilhar.

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Um time de fazer inveja à Afrodite

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A noite era para para marcar o rentrée de Heidi Klum, que deu a luz ao quarto filho há um mês. Mas brilharam, de verdade, no desfile anual da Victoria's Secret, em NY, as brasileiras Izabel Goulart, Alessandra Ambrósio, Ana Beatriz Barros, Carol Trentini e Isabeli Fontana. Alessandra, aliás, vem sendo apontada como a maior vendedora de produtos da marca e a Angel favorita da garotada. A da coluna, inclusive. Nem a loura aguada Marissa Miller e o sutiã de U$ 3 milhões ofuscou o brilho incandescente das angels made in Brazil. Emanuela de Paula, a mais nova contratação do time das angels não pode comparecer por ter um compromisso profissional agendado há algum tempo.

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FOTO BAFO

O top fotógrafo Urbano Erbiste entra no espírito de ir à caça de uma foto do nosso cotidiano


"Bafo: s. m. 1. Ar expirado pela boca, hálito.
2. Fig. Inspiração. A convite de Helô Tolipan para esse novo desafio, FOTO BAFO, fui em busca do sentido da palavra. E trago aqui uma inspiração que surge na rua, no dia-a-dia deste fotojornalista. É o hálito da cidade expirado pela boca dessa metrópole que anima, emociona, excita e impulsiona. SUPER KIM, o menininho de fantasia na favela, é uma das minhas prediletas. Vale pela ocasião: uma pauta sobre o menor índice de desenvolvimento da cidade do Rio. Estava em meio a barracos e palafitas e, quando já não havia nenhum componente humano, surge esse menino fantasiado e cheio de esperança. Lembrei de minha infância, dos sonhos, e o jovem KIM, apelido do menino, falando do sonho de ser bombeiro. Ou super-homem?"


Urbano Erbiste





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Álbum de figuras chics

Tem Cibelle, tem Seu Jorge, tem Jeanne Moureau, tem Vincent Cassel, tem MC Catra e, ainda, muitos outros que fizeram parte da história dos13 anos do pedacinho brasileiro mais hype fora do nosso país: o Favela Chic Paris. Um lugar no qual parisiense sorri, alemão conta piada e brasileiro faz o que melhor sabe fazer: se divertir

























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Vim, vi e venci. Os nomes por trás de um sucesso




A brincadeira antropofágica da tribo Favela Chic: franceses sendo devorados por nativos. Entre eles: Jerome Pigeon, o francês, e Rosane Mazzer, a índia com olhar de Capitu. Ao lado, ambiance do Favela Paris. E, abaixo, o chef Rafael Teixeira


O clã do Favela Chic fez fama internacional mas, nem por isso, deitou na cama. Não para de pensar, repensar, criar e recriar projetos. Jerome Pigeon, francês de nascimento, brasileiro de coração, pai das gêmeas de Rosane, é o mentor musical do grupo e mais conhecido, nas noites do Favela, por Gringo da Parada. Residente dos clubs de Londres e Paris, principal mola propulsora do trabalho de Seu Jorge pelo mundo e descobridor de um milhão de talentos musicais, teve seu nome de DJ criado em uma autêntica favela carioca. “Ele foi visitar os caras do AfroReggae e começou a batucar em tudo o que era lugar e os músicos da ONG disseram que o Gringo era da parada. Aí, nasceu a alcunha artística de Jerome”, contou Rosane. Jorge Nasi, gaúcho, é o responsável pela decoração de todas as casas do grupo. Rosane, paranaense de Londrina, criadora do Favela Chic, no cartão de visitas, responde pelas funções de ‘Arty, Concept, Brand e Teleportation’. “Quando vim morar em Paris não me sentia representada, como brasileira, pelos lugares típicos que existiam pela cidade. Nós somos muito mais do que feijoada e capirinha. Somos isso também, mas, principalmente, um povo criativo, musical e animado”, explica Rosane, sobre o conceito inicial do Favela, ainda na Rue Oberkampf. De lá para cá, tudo mudou. A localização, inclusive. Agora, eles querem aumentar o espaço do Favela, que entra em obras, para crescer em 50% a capacidade que comporta. “Atualmente, temos 200 mil pessoas circulando pelo Favela Chic, em Paris, por ano. Queremos construir um palco de verdade e investir mais nas apresentações ao vivo”, frisa Rosane. A mais nova "aquisição" do grupo é o chef Rafael Teixeira. Carioca da gema, radicado na Austrália, foi importado para Paris para reformular o menu do Favela e criar os pratos da lojinha de sucos.

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Frutas chiques em Paris

Rosane Mazzer, a brasileira mais bombada da noite, e agora do dia, parisiense apresenta novo projeto



A loja de sucos, novo empreendimento de Rosane Mazzer, a.k.a. Favela Chic, em Paris, já estava fechada, sábado passado, quando ela recebeu a coluna para um papo franco-brasileiro, no coração mais vibrante da cidade: as cercanias do Canal Saint Martin. Estava sentada em um sofá antigo, tipo da casa da vovó, com um vestido floral, cachecol enrolado no pescoço e olhar atento ao que rolava no ir e vir da Rue du Faubourg du Temple – quase a segunda casa de Rosane. É por ali, também, que fica a entrada da galeria do Favela Chic. Na loja de sucos, tal qual o restaurante/club, nada de nome na porta ou placas sinalizando qualquer coisa. “O vizinho já me disse, com todas as letras, que me odeia, pois passa dias e noites tendo de apontar onde fica o Favela”, gargalha Rosane, jogando a cabeça para trás. Très chic, très espirtuosa e uma gata, diga-se de passagem. “Estou exausta, mas feliz. Desde que abrimos a lojinha, semana passada, comando, diariamente, o balcão. Atendo os pedidos, ouço as reclamações e preparo os sucos. Tudo faz parte do planejamento e da construção da marca”, conta Rosane. A ideia da empresária é que a loja funcione como uma pop-up store, com data de abertura e fechamento. “Inicialmente, trabalharemos por 90 dias para testar a receptividade dos parisienses a uma produto tão genuinamente carioca, como são os Bibi Sucos, Polis Sucos e BB Lanches da vida. Mas é claro que seria pretensão minha fazer uma compração com essas casas, são só inspirações”, diz Rosane. A lojinha, como ela vem chamando, ainda não tem nome. Nada melhor do que o berço da liberdade, igualdade e fraternidade para uma escolha democrática. “Vamos brincar de escolher o nome e dar oportunidade aos nossos frequentadores de escrever sugestões em um quadro à entrada. Faremos votações e elegeremos o vencedor”, conta a faz-tudo. Do salão de cabeleireiro Traditional Jean Louis David, que existia no espaço, só restaram seis letras fixadas à porta: 'Dit oui'. “Quando estávamos tirando os adesivos da entrada, deixamos a bossinha”, diverte-se. Nada além da minissopa de letras restou. Mesmo. Agora, o que se vê por lá é um tronco imenso de árvore, muuuitas frutas, muitas plantas, formas nas paredes, altar de Iemanjá e uma ferradura. “As pessoas têm ficado muito curiosas com a decoração criada pelo Jorge Nasi. É lúdica, convidativa e um respiro de natureza em meio à dureza da vida cotidiana”, observa. Se depender dos mil e um olhares curiosos que presenciamos durante o papo, os 90 dias se transformarão em muitas estações. Que venham as frutas. Ou a polpa delas, congeladas e importadas do Brasil.

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Musa das terças

André Passos


Linda e inteirona aos 130 anos? Eis o desejo da atriz Maria Paula. “Quero viver 130 anos, saudável e sarada. Se puder me aposentar no programa vou ficar muito feliz”, disse na revista Joyce Pascowitch deste mês. Nas dezesseis páginas dedicadas à musa do Casseta & Planeta Urgente as fotos, de André Passos, revelam seu lado sexy, muitas vezes abandonado durante as performances que faz no humorístico. “Sou privilegiada, posso dizer que sou a única atriz que nos últimos 15 anos fez todas as novelas das Oito”, brincou a atriz que largou a psicologia e resolveu viver de humor. Há 15 anos sendo a única mulher entre os marmanjos que animam as terças globais, a multimoça ainda se mostra uma mãezona. “Sou apaixonada de babador pelos dois”, falou sobre Maria Luiza e Felipe, seus filhos com o músico João Suplicy, com quem vive há sete anos.

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Tabamazônia: índios e futurismo

Vicente de Mello

Para Neville D'Almeida, a vontade de conhecer a cultura indígena (ou seja, nossas raízes) é inerente a todo brasileiro. Com isso em mente, o cineasta + equipe (de duas pessoas) passaram dez dias vivendo como e com índios, documentando a rotina e os festejos da aldeia caiapó Aukre, no Pará. O resultado da experiência já pode ser visto no Oi Futuro do Flamengo, no projeto Tabamazônia, no qual sete vídeos feitos na aldeia são projetados nas paredes e no teto de uma oca de 50m². “A arte contemporânea está muito longe dos costumes indígenas. Estou propondo um diálogo entre essa cultura milenar e a atualidade futurista”, conceitua Neville (foto), antes de alertar: “Os índios não têm espaço para se expressar dentro da sociedade urbana e, agora, nem mesmo a própria comunidade encontra espaço para existir. Hoje, quase todas as aldeias do país têm luz elétrica e computadores. Eles estão lutando pela inserção social. Querem ter acesso a tudo que nós temos, sem ter de abdicar a sua cultura”, dispara o cineasta.

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Super Melissa ou, simplesmente, Firmina

Alex Beeck

Melissa Corrêa Beeck poderia ser apenas uma menina mimada, criada entre Rio-Búzios-Nova York e outros tantos lugares. Mas ela resolveu fazer diferente. “Desde criança, eu sinto necessidade de ajudar o próximo”, contou. A enteada de Ivaldo Barbosa, dono da Andarella, preferiu despir a fantasia de Cinderela e colocou a mão na massa. Ela criou o site www.firmina.com.br/querodoar, cuja proposta é juntar roupas, brinquedos, cobertores e distribuir em orfanatos, creches, asilos e outras instituições. “É simples: me manda um e-mail, que eu levo lá! Vou à casa da pessoa, busco as doações, levo às instituições e ainda pego um certificado, assinado pelo responsável, confirmando o recebimento”, explica. Firmina ainda tem pretensão de virar marca de roupa, mas o Quero Doar não sai de cena nunca mais.

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na ponta da língua |Irene Ferraz

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A Escola de Cinema Darcy Ribeiro completa sete anos, na quarta-feira, com direito a big festa comemorativa (digna de cena hollywoodiana), além de um projeto de modernização das instalações. Ela merece, né? Para celebrar também, a coluna fez entrevista exclusiva com Irene Ferraz, diretora e fundadora da escola. Vamos lá?

Você se inspirou na Escola de Cinema de Cuba, onde foi coordenadora por dois anos, para criar a Darcy Ribeiro. O que esse modelo tem de especial?

– As escolas privadas vivem, hoje, um Apartheid. Em Cuba, uma sala de aula com 23 alunos tem 23 nacionalidades diferentes e meu sonho era criar algo parecido aqui. Sonho realizado. Hoje, na Darcy Ribeiro, temos alunos de todos os estados brasileiros e de quatro continentes (só falta da Oceania). E isso se reflete na produção, que comporta uma diversidade maior de olhares. Só convivendo com o diferente se aprende a gostar dele. O menino da Zona Sul só atravessa a rua quando vê um garoto preto se aproximando, porque não conviveu com negros na escola e tem medo do desconhecido.

Qual o foco pedagógico?

– Cinema se faz pensando e fazendo. É preciso colocar a mão na massa e na câmera. Só assim os questionamentos surgem e, a partir daí, a criação aflora. Tecnologia é bobagem, é só uma ferramenta. O mais importante é construir um olhar. Damos ênfase especial aos roteiros, já que, para ser bom, um filme precisa apenas de uma boa história atrelada a uma boa forma de contá-la.

O que essa geração de cineastas está trazendo de novo?

– O pessoal novo é da pesada. Não tem cerimônia com os diretores mais velhos e criticam os clássicos sem dó. Acho ótimo derrubar mitos, pois, para inovar, é preciso romper com o passado.

O cinema brasileiro vai bem?

– Muito! Conseguimos desenvolver linguagem própria e imprimimos nosso nome no mundo. Participei do Festival de Cannes, em 2008, e percebi que todos os olhos estavam voltados para o Brasil. Os gringos me perguntaram sobre Amazônia, etanol, cinema, música... Nosso país virou o centro das atenções e nossos filmes estão conseguindo mostrá-lo ao resto do mundo.

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Frase da semana

De Tom Ford em entrevista à revista The Advocate: “Eu não penso em mim como gay. Isso não significa que eu não sou gay. Eu apenas não me restrinjo a minha sexualidade... Se você disser 10 coisas que me definem, gay não estaria na lista”. Então, tá, Mr. Tom Ford!

Aqui me tens de regresso

Com a tradição boêmia intacta desde os tempos que era chamado de Bar Progresso, nos anos 1960 – quando o lugar recebia personalidades como Otto Lara Resende, Stanislaw Ponte Preta e João Saldanha –, o Degrau, no Leblon, vai ganhar um vizinho de porta familiar: o bar Tropeço, que será comandado pela filha de um dos donos do restaurante, a publicitária Amanda Cataldo, 26 anos. “Meu pai diz que eu tenho a missão de renovar a clientela, porque, todo dia, um freguês se despede”, conta Amanda.

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Louvar Dolores é preciso

Priscila Prades

Após dez anos sem dividir o mesmo palco, as irmãs Soraya Ravenle e Ithamara Koorax voltam a se encontrar graças à paixão por Dolores Duran (1930-1959). “Lembro que minha mãe colocava um LP marrom do Quarteto em Cy para tocar quase todo dia. Nele, tinha A noite do meu bem, da Dolores. Era a música preferida do meu pai, que morreu quando eu tinha cinco anos”, conta Soraya (foto). Por essas memórias e outras, Ithamara e Soraya apresentam o espetáculo Dolores Duran, bis, em homenagem aos 50 anos da morte da cantora, terça e quarta-feira, no Sesc Ginástico. “Dolores é a segunda maior compositora do Brasil, depois de Chiquinha Gonzaga (1847-1935). À época, não era comum uma mulher compor. Barreiras tiveram de ser rompidas. Em apenas 29 anos de vida, ela, que só estudou até a terceira série primária, compôs 20 músicas que marcaram o cancioneiro nacional. Só de pensar nisso fico arrepiada!”, emociona-se Soraya.

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Mix de sensações

Pedro Bittencourt

Como tornar homogêneas as contradições? As bailarinas Tatiana Bittencourt, Laura Laguna e Andressa Abranches sabem. Com o espetáculo Antíteses, que estréia hoje, no Teatro Sesi, as três ciganas da Cia. de Dança Flamenca, que têm passagens pelo Japão e Turquia na bagagem, fazem misturas improváveis. “No espetáculo propomos um mix de maracatu com flamenco, passos de dança coco com sapateado, entre outros ritmos. Nós abrasileiramos o flamenco e aflamencamos ritmos brasileiros”, resume Tatiana. Quem espera apenas as palmas acompanhando o balé, vai ter uma surpresa. “Agregamos ao show quatro músicos de diferentes formações. Cada um deles carrega um repertório vasto de choro e samba, que vai aguçar os sentidos da platéia”, adiantou Tatiana. As inovações não ficam apenas nos ritmos e passos. “Há também um trabalho feito com luzes e silhuetas que passeiam pelo palco durante as nossas apresentações. Isso facilita um tanto lidar com essas aníteses”, contou Tatiana, que também dirige o espetáculo unindo amor e ódio, simplicidade e exagero.

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Salvação da pátria

Zenilton Elias

A inclusão social pela música não só tem salvado jovens das drogas, como também enchido os palcos do país de novos talentos. Um bom exemplo é o mineiro Magdiel Layson, violoncelista que iniciou os estudos no projeto Música e educação para a cidadania e, hoje, integra a Orquestra Jovem do Brasil, que fará seu primeiro concerto, dia 27, na sala Cecília Meireles. “Comecei a me interessar por música ao ouvir os cantores da igreja que frequentava. Procurei aulas no projeto social da cidade, mas não havia vagas. Então, passei três semanas batendo na porta do instituto todo dia até conseguir uma chance”, conta Magdiel. Sufoco recompensado? “A música me salvou. Vi amigos morrerem por terem se envolvido com o tráfico. Hoje, sou professor do instituto que me acolheu e posso salvar outros meninos”, afirma o músico.

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Multiplicando os bens do casal

Reprodução
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Empreitada de sucesso – Lorenzo Martone e Ryan Brown recebem, na nova agência, em Nova York, Marc Jacobs e Alessandra Ambrósio


O brasileiro Lorenzo Martone, marido de Marc Jacobs, é o novo empreendedor da praça americana. Seu novo negócio? A agência Arc NY e especializada em direcionamento das carreiras de modelos já bombadas. Ao lado de Lorenzo está Ryan Brown diretor de marketing da Elite por muitos anos. Localizada, e muito bem localizada, no SoHo, a agência já larga com um cast formado por divas como Alessandra Ambrósio, Fernanda Motta, Valéria Mazza e Lydia Hearst. A ideia é ajudar as meninas a direcionarem suas carreiras para outros segmentos. Lorenzo e Ryan já estão a toda com as agenciadas. A linda Jessica White, por exemplo, já está pronta para virar cantora.

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Emanuel Ungaro, como toda a crítica, D-E-T-E-S-T-O-U a última coleção da marca que leva seu nome, mas não o pertence mais. Agora, quem dá consultoria de estilo na grife é a louca Lindsay Lohan. “Estou bem bravo, mas isso é o máximo que posso dizer. Não tenho mais nenhuma ligação com a Ungaro, portanto, não posso fazer mais nada. A marca está indo muito bem na direção de perder sua alma”, disse o estilista Emanuel Ungaro.

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Festa dos antenados

Diógenes Queiroz (Bjay para os íntimos), PR do Quadrucci e agitador da Dias Ferreira, vai comemorar seu aniversário, domingo, no vizinho de serviço, Bardot. “Farei o Bjaylinho, um pós-praia, começando cedo, às 18h, com decoração praiana e seguranças vestidos de salva-vidas” contou Diógenes.

Hey, Mickey

O ator Mickey Cottrell chega ao Rio logo mais. Junto das roupas de praia, protetor solar e camisas florais típicas de gringos de meia idade nos trópicos, ele traz, debaixo do braço, o mais recente filme. Mas, dessa vez, ele não é o protagonista. Trata-se de Big River Man, que conta a história do eslovaco Martin Strel, que atravessou o Rio Amazonas a nado e, no qual, Mickey assina a produção executiva. É só chegar, querido!

Moda pesada

A união entre a moda e a música continua rendendo frutos. A bola da vez é o Sepultura e seu heavy metal que leva a atitude da banda a uma parceria com a marca de streetwear Billabong. O Sepultura é o primeiro grupo brasileiro convidado a participar de um projeto que já teve o Metallica. Foo Fighters, Wolfmother e Red Hot Chilli Peppers. “Criamos uma bermuda de surf com a cara do heavy metal”, contou o vocalista Derrick Green.

Made in Tóquio/BH

Fernanda Takai não esconde o amor pelo Japão nas canções do Pato Fu. Mas, agora, ela resolveu radicalizar. Em parceria com Maki Nomiya, ex-vocalista do hype Pizzicato Five, Fernanda lançou, em terras nipônicas, um EP com cinco músicas gravadas pela dupla. O processo de composição foi complexo: John, marido de Fernanda, produzia as bases, gravava a voz da mulher e mandava por e-mail para Maki colocar sua voz. O resultado ficou super delicado e os fãs japonistas terão acesso ao produto físico. Por aqui, só comprando digitalmente.

Parada séria

Para não decepcionar os Mickey-Mouse-maníacos, a Disney está investindo pesado na parada Momentos Mágicos Disney, que rola na orla de Copacabana, dia 29. Os croquis dos carros vieram diretamente do escritório da Disney e estão sendo desenvolvidos pela Maior Entretenimento e equipe de Chris Ayrosa. Quer os números? Serão sete carros alegóricos, oito veículos temáticos e quatro minicarros. Na confecção estão sendo usadas 4.900 flores artificiais, 1.500 litros de tinta, além de folhagens, madeira de reflorestamento, grama artificial, entre outros materiais. As 20 músicas que serão tocadas estão sendo gravadas em português nos próprios estúdios da Disney, em LA, e serão coreografadas por 350 figurantes.

Mais França no Brasil

A roteirista francesa Laurence Coriat chegou ao Rio ontem para participar da 12ª edição do Laboratório Sesc Rio de Roteiros para Cinema. Mme. Coriat será consultora dos roteiros selecionados para o laboratório, que rola a partir de segunda-feira. Dentre os escolhidos, estão os futuros filmes de João Jardim, Getulio – meu pai, de Domingos Oliveira, Inseparáveis, e de Tata Amaral, Bagdá. Os três diretores + Laurence se isolarão por quatro dias em Nogueira, onde lerão os roteiros e discutirão ideias para o projeto de cada um.

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JO/DRI comemora sua primeira loja

Alisson Louback
Joana Trabulsi e Adriana Caruso

As sócias Adriana Caruso e Joanna Trabulsi estão em festa! Na noite dessa quarta-feira as duas abriram as portas da primeira loja da JO/DRI na Vila Mercatto, em São Paulo.

“Estamos muitos felizes com mais essa conquista em nossas vidas. A loja era um desejo nosso que está se concretizando. Desde o começo, nós nos apaixonamos pela vilinha e estamos certas de que esse é o melhor ponto para o primeiro espaço de nossa marca, tudo ficou como queríamos”, comemora Adriana.

Alisson Louback
Astrid Monteiro de Carvalho

A loja projetada pelo arquiteto Adriano Mariutti tem a proposta de um ambiente clean e minimalista, com o chão branco ampliando o espaço e araras metálicas de aço escovado fosco para a exposição das peças. Uma novidade na loja é o espaço reservado para os vestidos da marca LEFT, da estilista e amiga Fernanda Rolim.

Alisson Louback
Tania Rolim e Fernanda Rolim

No lançamento da loja, a marca Audi patrocinou o evento e expôs de um modelo A4, peça única no Brasil, com o interior e a carroceria beges que encantou a todos.

“Convidamos a todos para um bate papo gostoso em nossa loja. Receber os amigos e as nossas clientes é uma das coisas que mais gostamos”, convida Joanna.

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Cidadania através da dança

João Lopes
O presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, o bailarino do projeto, Romulo, a Secretária Estadual de Cultura, Adriana Rattes, a bailarinha do projeto Fernanda Duarte

Crianças de diversas comunidades carentes do Rio ganharam nessa semana um novo espaço para dançar com a inauguração da sede do grupo Dançando para não dançar. No evento estiveram presentes a Secretária Estadual de Cultura, Adriana Rattes, e de Educação, Tereza Porto, e com o presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, equipes e convidados.

João Lopes
Thereza Aguilar, bailarina e coordenadora do Dançando para não dançar, o presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, e a Secretária Estadual de Cultura, Adriana Rattes

Localizado no Centro, o prédio construído em 1914 tem cinco andares e abrigará a primeira Escola de Dança das Comunidades Populares e possibilitará o atendimento de mais de 1000 crianças e jovens das comunidades participantes, que aguardam para entrar no projeto, além de convites a outras comunidades. Atualmente o projeto Dançando para não dançar atende cerca de 500 em crianças nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, Rocinha, Chapéu Mangueira, Dona Marta, Borel, entre outras.

“Para a BR, é motivo de muita satisfação ter contribuído para a reforma da sede do Dançando. Agora, mais do que nunca, o trabalho certamente trará resultados ainda mais positivos e abrirá novas portas para estes jovens”, afirma Alena Aló, gerente de Patrocínio e Eventos Corporativos da Petrobras Distribuidora.

O projeto, que tem o objetivo de ensinar balé clássico a crianças de baixa renda e órfãs também oferece suporte sócio-educativo, assistência médica, odontológica, fonoaudiológica e social. As crianças do projeto que mais se destacam são inscritas na seleção anual da Escola de Dança do Teatro Municipal.

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Fashion music by Leighton Meester

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O nome da semana é Leighton Meester! Depois de fotos sensuais para a GQ Magazine, aparecer na capa da edição de dezembro da Glamour britânica e roubar as atenções durante a inauguração de uma loja, em Nova York, com uma make-up “duvidosa”, todo mundo esqueceu o que de fato ela foi fazer por lá: cantar!

A interprete de Blair Waldorf fez um pocket show na loja da American Eagle Outfitters com as canções Good Girls Go Bad, Somebody to Love, Playing Games, Not as Cool, and Your Love’s A Drug. Todas elas estão no CD que trabalhou com Lil Wayne.

Fiquem com uma amostra do talento da menina…


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A futura Gata Negra

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Chegou a vez de Anne Hathaway dar sua cara para a Gata Negra em Homem Aranha-4, que deve chegar aos cinemas do mundo todo em maio de 2011. Depois de viver Alice no País das Maravilhas, a mocinha descolorirá novamente os cabelos para viver a ex-namorada do super-herói. Além do nome de Anne, cogita-se também para os papeis as atrizes Julia Stiles e Romola Garai.

"A Sony Pictures insiste que nenhuma decisão foi feita ainda, mas fontes me dizem que os produtores se aproximaram de Anne Hathaway para estrelar no título", revelou o site Deadline Hollywood.

Já se sabe que set do quarto longa da série, Tobey Maguire terá privilégios: além de um salário generoso, o ator terá participação nos lucros da bilheteria e ainda poderá passar um “tempo com a família”, no período da manhã e fim da tarde. Kirsten Dunst e J.K. Simmons também retornam para o filme.

Mas voltando para Anne... Depois dos looks da Prada ela ficará bem de couro?

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Festa bem carioca para a JXXX

Ricardo Muniz Freire

Fashionistas de plantão correram pra loja da Reserva no Fashion Mall, nessa quarta-feira, para conferir a nova linha da JXXX, de Jorge Espírito Santo e Teca Sá, feitas especialmente para o projeto Reserva APTo. Fernando Sigal, um dos sócios da Reserva, recebeu Ellen Jabour, Patricia Koslinski, Anderson Dornelles, entre outros para conhecer as novidades de limitadíssima marca.

Ricardo Muniz Freire

Ricardo Muniz Freire


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Ele está com tudo, inclusive com a prosa

Walter Clemente

Depois de ganhar o Prêmio Bravo! de Melhor Exposição Individual do Ano, Nuno Ramos levou para casa o Prêmio Telecom de Literatura, com o livro Ó. “Quando adolescente, queria ser escritor. Mas, na crise da juventude, me irritei com a imaterialidade das palavras e fui buscar nas artes plásticas algo físico”, conta Nuno. As letras, porém, não abandonaram o artista plástico, nas instalações (da série Fala) e nem nos livros (ele lançou o primeiro, Cujo, em 1994). “Literatura e artes plásticas são aventuras diferentes. É claro que as letras invadem um pouco as obras plásticas e as palavras dos livros funcionam também como corpo”, diz Nuno. Em 2010, o artista lança outro livro, Um mau vidraceiro, com narrativas e pensamentos: “Tudo misturado, como tudo que faço”, adianta. O trabalho de Nuno, dessa vez, como artista plástico, pode ser visto no terceiro andar da Anita Schwartz Galeria, que ainda traz, no térreo, obras de Wanda Pimentel.

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Parceria eternizada pelo estilo: moda + responsabilidade social

Divulgação
Divulgação

Estes dois conceitos deveriam andar de mãos dadas sempre, mas são poucos os casos em que a indústria têxtil ou cosmética tem esse tipo de preocupação. Para tentar reverter o quadro, a Kiehl's, além das atitudes ecológicas usuais, chamou a stylist e apresentadora Chiara Gadaleta para lançar uma edição limitada do hidratante bestseller da marca, o Ultimate Strength Hand Salve. O detalhe mais importante: o lucro das vendas do produto, no mês de dezembro, será revertido para a Sociedade Viva Cazuza, que trabalha em prol da luta contra a AIDS. “A Viva Cazuza clama por ajuda. É preciso utilizar a voz da moda para falar sobre questões como essa. A indústria fashion, aliás, não tem a menor preocupação com responsabilidade social. Acha que é impossível ter consciência ecológica e social e ter estilo ao mesmo tempo. Isso é um mito que precisamos derrubar”, dispara Chiara, embaixadora da Kiehl's no Brasil, que assina a etiqueta da embalagem do hidratante (como mostra a foto à direita).

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História para contar e para ouvir...

Nana Moraes

É o que não faltará no projeto Um gole de chá dois dedos de prosa, que estreia, hoje, no Espaço SESC, em Copa. Todo mês, a jornalista Tania Carvalho (foto) receberá um amigo para bater papo sobre o que der na telha. A primeira amiga? Aracy Balabanian. “Ela é uma sobrevivente. Além de ser filha do êxodo, já que os pais eram armênios, precisou renascer, em 1994, quando seu apartamento foi consumido por um incêndio”, conta Tania, que trará Ney Latorraca e Paulo Betti para os próximos goles de chá e lançará, em janeiro, o livro Os reis dos musicais, sobre Charles Möeller e Claudio Botelho.

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Os feijões maravilha de Carlos Vergara e expô no MAM

Tulio Mariante

Em meio às belas obras de arte, quem visita o MAM vai se deparar com os fofíssimos bancos em forma de feijão assinados por Carlos Vergara, expostos na loja Novo Desenho, de Tulio Mariante e Cristina Borges. “A ideia surgiu em 1983, quando fui convidado a projetar brinquedos para um parquinho de um shopping. Juntos ao escorrega de folha e às cercas de palitos de fósforo, lá estavam os feijões”, contou Vergara. As obras do artista também estão na mostra Carlos Vergara: a dimensão gráfica - uma outra energia silenciosa. “Apresento um percurso variado. Afinal, não tenho um estilo definido. Considero estilo algo obsoleto em arte contemporânea”, frisou. Em tempo: Vergara vai deixar seu testemunho para a posteridade. Grava depoimento para o MIS, quarta-feira.

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Dos croquis à claquete

Arquivo Pessoal

Estilista mais roqueira do Rio, Athria Gomes resolveu dar um tempo nos próprios croquis e (re) embarcou na carreira de assistente de figurinista, da TV Globo. “Eu já havia trabalhado na novela Estrela Guia, antes de iniciar o trabalho de estilista. Então, na verdade, é quase um retorno às origens”, contou. Os novos passos guiam Athria para Além da vida, nome provisório da próxima trama das seis, assinada por Elizabeth Jhin. “Tenho me empenhado bastante no trabalho junto à figurinista Natália Duran. Vamos mergulhar em looks bem contemporâneos”, revelou. As inspirações de Athria na moda sempre foram variadas. Quem conhece seu estilo gótico não imagina suas referências clássicas. “Admiro muito Chanel por também ter sido múltipla e assinado figurinos para cinema”, explicou. A carioca de pinta underground e tatuagens espalhadas pelos braços está amando a nova função, mas não descarta uma volta aos desfiles. “A minha grande paixão sempre foi a moda, independentemente da área de atuação. O dia-a-dia de criação, voltado para vendas e resultados, faz com que me sinta mais interessada pelo figurino atualmente. Mas não elimino a possibilidade de voltar a fazer desfiles”, desabafou Athria.

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Documentário Xukuru Ororubá vence 2º Curta Lençóis



Levar o cinema aos locais mais distantes dos grandes centros e também conscientizar sobre a preservação do ecossistema dos Lençóis Maranhenses. Esses foram alguns dos pontos comemorados na 2º edição do Curta Lençóis : Festival de Cine Vídeo dos Lençóis Maranhenses realizado pela Universidade Federal do Maranhão no último fim de semana, em Barreirinhas, 370 km de São Luís.

O documentário capixaba Xukuru Ororubá, dirigido por Marcília Barros (ES) foi o grande vencedor do festival que entregou ainda premiação para o segundo e terceiro colocado e mais três menções honrosas. Formado pelo professor da UFMA Murilo Santos (DeArtes), o representante da Associação Brasileira de Documentaristas, João Paulo e os jornalistas especialistas em cinema e vídeo, Aurora Miranda Leão (CE) e Jorge Salomão (RJ), o júri premiou em 2º lugar o vídeo O Destino, de Jony Gomes Silva (MA). O prêmio foi entregue pelo secretário de comunicação da Prefeitura de Barreirinhas, o jornalista Roberto Kenard.

Em terceiro lugar ficou o vídeo experimental Basta Um Pé... E Uma Mão, de Leila Dias (TO). O júri outorgou ainda menções honrosas para os vídeos Lembranças da Liberdade, de Rafael Jardim (BA); Lolô S.A, de Carlos Normando (CE) e À Luz Solar, dirigido por Nayra Albuquerque (MA).

A UFMA anunciou a realização do 3º Curta Lençóis em agosto de 2010.

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Concentração de modelos?

Reuters

Pensa que só jogador de futebol precisa de concentração, se apresentar para o técnico e etc e tal? Que nada, o mesmo acontece para as modelos... Ainda mais se estas fazem parte do badalado time de angels da Victoria’s Secret. Nesta quarta-feira, as tops Miranda Kerr, Doutzen Kroes, Behati Prinsoloo, Marisa Miller, Heidi Klum e a brasileira Alessandra Ambrosio fizeram uma aparição “surpresa” na Times Square, em Nova York.

Reuters

O show, dirigido por John Pfeiffer, será transmitido ao vido pela internet nesta quinta-feira e terá transmissão para a TV pela rede americana CBS, no dia 1º de dezembro. O show rola no 69th Regiment Armory, em Nova York, um dos locais que fazem parte do patrimônio histórico da cidade. Serão duas apresentações, uma às 16h e outra às 20h (19h e 23h no horário de Brasília).

Reuters

As brasileiras confirmadas na passarela já são oito: Ana Beatriz Barros, Carol Trentini, Cinthia Dicker, Isabeli Fontana, Izabel Goulart e Flavia Oliveira, além das angels Alessandra Ambrósio e a recém-nomeada, Emanuela de Paula. Além das belas, a mais antiga angel Heide Klum apresentará o evento e Fergie embala a festa.

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Meditação, lendas e David Lynch



Maharishi Mahesh Yogi, o (controverso) mentor espiritual dos Beatles, ganhará um documentário sobre sua vida. E com a direção de David Lynch, que embarcará para a Índia, em dezembro, atrás das histórias do guru que implementou o método da meditação transcendental nos Estados Unidos nos anos 60.

O diretor, adepto da meditação, garante que este trabalho não será nada parecido com os seus outros roteiros e espera encontrar Paul McCartney e Ringo Starr para darem seus depoimentos. Reza a lenda que os músicos do Beatles deixaram a comunidade do Himalaia após a descoberta de Maharishi de que os meninos ingleses teriam consumido drogas, que após repreendidos abandonaram a Academia de Meditação inventando que o “líder espiritual” teria os assediado sexualmente.

Um mistério que Lynch terá que responder?

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Amor, perigoso amor...

Reuters

“Agente secreto disfarçado conhece moça que nunca teve sorte com os homens”. Tem sido desta forma que o longa Knight & Day, protagonizado por Tom Cruise e Cameron Diaz, vem sendo resumido pela imprensa internacional.

Com lançamento previsto para julho de 2010, o longa está sendo rodado esta semana na Espanha e ainda terá locações na Aústria.E reparem na produção para receber Tom e Cameron em uma cena de perseguição em plena Sevilha... Um detalhe: Tom e Cameron não participam dos ensaios, e sim, seus dublês!

Reuters

Reuters

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“O novo preto”

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Puff Daddy, Diddy ou qualquer outro nome que ele resolva usar, faz sucesso. Na capa da revista americana V MAN Magazine, o rapper fala sobre seu novo personagem, o P. Sean ' Diddy 'Combs, e sobre a cultura negra na era Obama.

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" Nós somos a geração de Obama e o que se fala no momento não é sobre onde estamos,mas de onde saímos e também, onde podemos ir. "

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Apesar da estampa de “durão”, o cantor se considera romântico, chegando a definir o sentimento como “a minha criptonita”.

"É minha força, minha fraqueza. É a única coisa que eu estou sempre em busca - e eu sou o tipo de pessoa que, se eu te amo, eu te amo pra valer ", revela.

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Sobre a mudança de ‘marca’, Diddy define apenas como "o novo preto”:

" Esse é o novo preto, para poder apenas fazer boa música. "

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Polêmica, pipoca e lágrimas

Ricardo Gama
Lucas Cotrim e João Gabriel Vasconcellos

Ricardo Gama
Flávio Marinho e Marco Nanini

Em meio à euforia do Rio, eleito como melhor destino no mundo para gays, e a pré-estreia do filme Do começo ao fim (sobre o amor entre dois irmãos homens), direção de Aluizio Abranches, o brasileiro ainda mostra resquícios conservadores. “Houve muita resistência por parte dos patrocinadores e os poucos que investiram preferiram o anonimato”, revelou Marco Nanini, dono da produtora Pequena Central, responsável pelo longa. Ainda assim, a abordagem ousada recebe total apoio dos envolvidos no projeto. “É um tema necessário para o momento. Chegou a hora de o país aceitar as diferenças de cores, raças e sexualidade”, completou Nanini.

Ricardo Gama
Walter Carvalho

A delicadeza com que Aluizio trata o incesto e a homossexualidade em seu roteiro parece ter contagiado o elenco e muitos espectadores. “Este não é um filme para gerar algum tipo de conflito. Pode ser que venha a ser desconcertante, mas por não haver punição, castigo ou culpa por parte dos personagens”, afirmou Júlia Lemmertz, que interpreta a mãe dos rapazes. A atriz chegou sozinha à première, mas, em seguida, Alexandre Borges foi aplaudir a amada e confirmar a opinião de Julia. “O cinema e a arte, em geral, não tratam de assuntos que, obrigatoriamente, têm aceitação perante à sociedade, mas, no caso do filme do Aluizio, que foi feito com tanto cuidado, acredito que o público vai receber muito bem”, frisou Alexandre.

Ricardo Gama
Alexandre Borges e Júlia Lemmertz

Ricardo Gama
Marieta Severo

Os corredores do Estação Vivo, no Shopping da Gávea, estavam lotados e em todas as salas de exibição os convidados não se importavam em assistir ao filme sentados ao chão com combo – pipoca + refrigerante –, o brinde mais apropriado para a noite. A atriz Marieta Severo ficou sem poltrona e saiu antes da sessão começar. “Vim prestigiar o Aluizio e esse filme maravilhoso, cujo tema polêmico foi abordado com tanta naturalidade e delicadeza. Espero que seja uma forma de ajudar a combater qualquer tipo de preconceito”, disse.

Ricardo Gama
Aluizio Abranches e Luiza Mariani

Um dos protagonistas, o ator João Gabriel Vasconcellos, que interpreta Francisco, o irmão mais velho, também batalhava para assistir sua performance. “Estou aqui retratando uma história de amor linda, que calhou de ser entre dois irmãos”, afirmou o estreante. Ausências sentidas foram as de Rafael Cardoso, o outro protagonista, e de Fábio Assunção, que interpreta o pai de Rafael. Os dois ficaram retidos nas gravações da minissérie Cinquentinha. Ao fim da exibição, ouviam-se aplausos vindos de todas as salas e alguns espectadores não conseguiam disfarças as lágrimas. Recebendo os abraços dos amigos, o diretor revelou: “Esse filme foi um processo trabalhoso e demorado, mas foi feito com muito carinho, com muito amor e acima de tudo sobre o amor. Queria que fosse forte e, ao mesmo tempo, tocasse os corações de forma delicada”. Missão cumprida!

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Informalidade impressa no DNA

Fabiane Pereira

E também no nome da banda 4 Cabeça. “Ô cabeça, chega aí! Vem ouvir nosso som. É essa ideia de descontração que queremos transmitir. Afinal, nosso show é um encontro entre amigos que fazem música juntos há 15 anos”, explica Rogê, um dos compositores cabeçudos – Gabriel Moura, Luis Carlinhos e Baia completam o quarteto. Para reforçar o conceito de simplicidade, a rapaziada, que lança, logo mais, o disco de estreia, Na Varanda do Vivo Rio, optou por levar ao palco apenas banquinho e violão: “Queremos valorizar a canção em si e, quando nasce, a música vem assim: em voz e violão”, conta Rogê. E os tempos estão fartos para a MPB? “A música brasileira é sempre fértil, o que muda é o mercado. Agora, ele decidiu investir em novas cantoras e já estou saturado disso. Ao mesmo tempo, os compositores estão sendo deixados de lado”, alerta o músico.

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Black is beautiful

Ierê Ferreira

O ator americano Danny Glover chegou ao Rio, anteontem, para representar o doc. Hacer arte, hacer justicia (ao lado do diretor do filme, Rigoberto Lopez) no III Encontro de Cinema Negro. Em terra carioca, Glover foi recebido pelo amigo Zózimo Bulbul, idealizador do encontro. Ambos participaram da abertura da semana da consciência negra, no Palácio da Cidade, junto ao prefeito Eduardo Paes. “Temos de agir rápido em prol da cultura negra e as autoridades precisam apoiar iniciativas como a de Zózimo”, discursou Glover. Em tempo: o ator não desgrudou da namorada, a paulista Eliane Cavalleiro, que veio de Brasília, onde leciona na UNB, para encontrá-lo. Os dois começaram o relacionamento este ano (apesar de se conhecerem desde 2003) e se casam mês que vem. O ator volta para os EUA amanhã. Até lá, pretende “só curtir e relaxar com a namorada”.

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Olhos no Brasil

Kofi Annan (sétimo secretário-geral da ONU e ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2001) abriu espaço na agenda para duas palestras em solo brasileiro, uma semana antes da convenção do clima, em Copenhague. Com 71 anos, Annan chega ao Rio segunda-feira e, no mesmo dia, dá uma aula fechada sobre geração de valor compartilhado e sustentabilidade para 400 pessoas. À noite, o diplomata será convidado de honra de um jantar no Copacabana Palace, oferecido por Ivan Zurita, presidente da Nestlé. Na manhã seguinte, segue para São Paulo.

Mamma Mia!

Primeiro baterista dos Beatles, Pete Best passou pela cidade, se apresentou no Vivo Rio e pediu à produção: “Quero verdadeira comida italiana”. Eram 2h de sábado e o Fratelli do Leblon reabriu a cozinha especialmente para Best e sua trupe de 17 pessoas. O pedido: costeleta de cordeiro e risoto de hortelã. Tudo regado a muita cerveja.

Madonna e Tufvesson

Madonna levou na mala um mimo especial oferecido pela primeira-dama do Estado, Adriana Ancelmo: um vestido preto, de seda pura, criação de Carlos Tufvesson.

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Tribunal francês adia julgamento da Lacroix para dezembro



Um sopro a mais pra Christian Lacroix. Nesta terça-feira, o Tribunal do Comércio de Paris adiou uma decisão sobre o futuro da grife Christian Lacroix para o dia 1º de dezembro. Desta vez, os potenciais compradores, o investidor do Golfo Hassan bin Ali al-Nuaimi e a francesa Bernard Krief Consulting, "não puderam mostrar a documentação certificando se os fundos necessários para a aquisição estavam disponíveis", disse o administrador Regis Valliot.

Caso a dupla de investidores não consiga reunir toda a documentação a tempo, a família Falic, a mesma que é dona do grupo de varejo Duty Free Americas, colocará em prática um plano de reestruturação. Garra não falta ao estilista, já que na última edição desfilada na Fashion Week de Paris, em maio, toda a equipe: das costureiras às modelos, trabalharam de graça para ver o luxo imperar.

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Natan e a volta ao clássico

Daniel Mattar
A joalheria Natan convida seus clientes a voltarem aos clássicos na coleção Primavera-Verão 2010 com laços e fitas, as safiras e esmeraldas e brilhantes ora brancos, ora negros. Todas as tendências foram observadas pela atenta RP da Natan Jane Rose Klarnet durante a sua passagem pelas feiras da Europa, que ficam ainda mais aparente na proposta de voltar a década de 40.

“As cores imperam nas joias, que estão grandes, ricas em detalhes. O design autoral se sobrepõe ao minimalismo”, cita Jane.

Hits nos looks de inverno, as pérolas continuam em voga, com colares compridos, cheios de voltas e com um charme a mais: degradés de cores, que vão do branco ao negro, passando pelo dourado e cinza. Os brincos de argola que são atemporais, aparecem em forma de gotas.

Daniel Mattar

E como classicismo é a palavra de ordem, o cenário ideal foi o Copacabana Palace. Protagonizado pelos modelos Renata Sozzi e Mauro Salvatore, as fotos sugerem os bastidores do show de uma cantora. Os cliques são de Daniel Mattar com produção de Bebel Moraes. Com 19 anos, Renata é a modelo que encanta e atrai olhares. Apesar a beleza, a menina tímida desistiu de cursar Jornalismo e hoje vive para as passarelas e já viveu nos mais diferentes lugares do mundo.

“Adoro ser modelo. Por causa da minha profissão, conheci lugares incríveis como a Grécia, o Líbano e o Japão”, afirma Renata.

Extrovertida entre os amigos, a paulista divertiu a equipe de produção tocando o piano instalado no Bar do Copa nos intervalos e revelou que ainda sonha em fazer um trabalho para a Calvin Klein.

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Top business

Reuters

Durante sua participação na conferência Techno Luxury, em Berlim, nesta terça-feira, Claudia Schiffer anunciou seus planos para uma futura “aposentadoria”, apesar de declarar que pretende continuar pelo “maior tempo possível”. Aos 39 anos, a modelo alemã está procurando por sócios que queiram apoiar o lançamento de sua grife, que entre outras peças deverá produzir bolsas e cashmere.

"Eu adoraria criar minhas próprias linhas. Quero que a grife seja clássica e atemporal”, explicou complementando que deseja lançar um produto que esteja de acordo com sua personalidade.

"Os consumidores não são estúpidos. Eles percebem se você não acredita em seu produto".

Reuters

E explicou suas preferências.

"Eu adoraria fazer cashmere, que é algo que eu mesma uso o tempo todo. Adoraria fazer algo a preços um pouco mais acessíveis, gostaria de criar algo que fosse um pouco mais fashion."

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Um é pouco, dois é bom, três não é demais...




Tanto que nesta terça-feira a Disney confirmou a continuação da saga de Piratas do Caribe. Estrelada por Johnny Depp que depois de alguns meses de gravação pelas águas do Caribe embolsará a quantia de R$ 63 milhões ou 21 milhões de libras. Uma quantia bem mais alta do que os 15 milhões de libras pedidos na terceira fita.

A Disney aceitou pagar o polpudo cachê já que Orlando Bloom e Keira Knightley resolveram abandonar o navio... Também, pudera, na última vez que foi ao cinema, Piratas do Caribe: no fim do mundo conseguiu em um único fim de semana uma arrecadação de US$ 142 milhões na bilheteria dos Estados Unidos. O novo cachê de Deep o coloca como o ator mais bem pago da atualidade em Hollywood, superando Tom Cruise, Tom Hanks e Mel Gibson.

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Burburinho pré-Lua Nova

Reuters

Depois de um tour pelos quatro cantos do mundo, o elenco de Lua Nova enfim fez Hollywood parar. A sessão de pré-estreia americana marcada nessa segunda-feira, em Los Angeles, conseguiu reunir elencos e astros de cinema e uma legião de fãs histéricas. Na entrada do cinema de Westwood fãs de diversos estados se aglomeravam dias antes da exibição...

Reuters

tudo para disputar um dos 800 ingressos que foram distribuídos durante a manhã para acompanhar a chegada dos atores da saga de Crepúsculo. Sim, nenhuma das meninas que carregavam faixas, se esticavam para pedir fotos e observarem seus astros prediletos passando pelo tapete vermelho viram o longa no telão.

Reuters

Quem pode sentir de perto o entusiasmo dos fãs foi a atriz Kirsten Prout, a interprete de Lucy, que entrará na continuação, Eclipse, que estreia em 2010. Na saga, Lucy é uma figura importante na trajetória de Jasper Cullen (Jackson Rathbone), ajudando a criar um exército de vampiros.

Reuters

As filmagens em Vancouver terminaram há três meses e nas próximas semanas, apenas cenas em estúdio deverão ser realizadas. A passagem do elenco pelo Canadá causou entusiasmo em um setor bem distante da corrente cultural, o imobiliário. De acordo com o site TMZ, a casa utilizada nas filmagens de Lua Nova e Eclipse está sendo vendida por US$ 3,3 milhões.

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História pintada de azul

João Bird

A histórica Fundição Progresso, na Lapa, amanheceu, hoje, com ares contemporâneos. O designer João Bird assina a nova fachada, em três tons de azul e uma pincelada verde. “Temos uma construção muito antiga, do final de século 19, rica em detalhes, que serão valorizados com a pintura. Optei pelo azul para fazer o prédio, sempre visto por baixo, ser confundido com o céu”, contou. As estruturas internas de ferro e o pé-direito altíssimo também serão repaginados, mas a parte externa, da antiga fábrica de cofres e fogões, será a grande novidade. “A pintura fará um mix entre a arquitetura antiga com o atual centro de shows e de sócioeducação”, afirmou o designer, responsável também pelo layout das cadeiras do Teatro Tom Jobim. A gigantesca construção, mesmo de cara nova, promete continuar bombando com a programação que faz a cabeça da galera descolada que atravessa os Arcos da Lapa. “De tanto fabricar cofres, no passado, a Fundição, hoje, tornou-se um deles. Ela abriga uma riqueza arquitetônica e cultural gigantesca da qual nós somos os guardiões”, definiu Bird, que colocou ainda as bandeiras do Rio e do Brasil, juntas, no topo da Fundição. Como tudo neste país precisa de incentivo, o apoio ficou por conta da fabricante de tintas Akzo Nobel.

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O luxo de poucos

Produção/Um lugar ao sol

Quem associa o cinema brasileiro a cenas de violência e pobreza, se surpreenderá com o longa Um lugar ao sol, do pernambucano Gabriel Mascaro, que retrata o cotidiano dos moradores das mais desejadas coberturas do Rio, de São Paulo e do Recife. “Queria saber como se sentem as pessoas que olham a cidade de cima”, comenta Gabriel (E). O cineasta buscou fontes no livro Sociedade brasileira, mas nenhuma delas teve o nome divulgado. “Foi uma questão de segurança. Também fomos proibidos de filmar as fachadas dos prédios”, relata o diretor do longa, que será exibido na Mostra do Filme Etnográfico, dia 27, na Caixa Cultural.

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(Des)construção

Wilton Montenegro

“Escultura como imagem”. O tema é profundo, mas nada que uma boa didática não resolva, já que linguagem acessível para o grande público é a proposta do projeto Plataforma de pesquisa da Fundação Eva Klabin, que se encerra, hoje, com a tese em questão, da artista plástica Cristina Salgado. “Como a maioria dos artistas da minha geração, dos anos 80, não tive uma formação tradicional. Prefiro uma linguagem clara, que expresse o que sinto”, diz Cristina, formada em biologia. Sobre a tese que apresenta logo mais, ela conta: “O iconoclasmo bizantino foi um divisor de águas para a conceituação da imagem. À época, houve uma guerra entre os que amavam as cenas retratadas e os que tinham medo de elas se tornarem ídolos”. E de que forma lidamos com a imagem hoje? “A relação de idolatria ainda existe, mas, se você sabe como foi construída, o monstro acaba se desmontando”, explica Cristina. Interessou? A palestra rola às 17h.

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Prazer sinfônico

Vania Laranjeira

A tradicional ida à igreja aos domingos foi antecipada em duas históricas igrejas do Centro. Ficaram lotadas no sábado. A abertura do Circuito BNDES Música Brasilis, simultaneamente no Convento de Santo Antônio e na Ordem Terceira de São Francisco, levou fiéis e pagãos ao concerto De Bach às Bachianas. Enquanto a cravista Rosana Lanzelotte e o violoncelista Antonio Meneses apresentavam obras de Bach, em uma das igrejas, o violinista David Chew tocava Villa-Lobos, na outra. O corredor que liga as duas igrejas não era utilizado há 200 anos.

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Dupla dinâmica

Paulo Rodrigues

Completando 25 anos à frente do Museu Villa-Lobos, Turíbio Santos está a mil neste mês, que marca o cinquentenário de morte do maestro e compositor carioca. Coordenando, como de costume, o Festival Villa-Lobos, o mais popular de nossos violonistas clássicos assina a direção musical de uma série dedicada à influência da música popular na obra do sagrado mestre. Turíbio ainda atua em três dos quatro concertos da série (Villa-Lobos – serestas, choros e crianças), que começa no final do mês, no CCBB. Detalhe para o duo improvável fazendo pose para a foto: Turíbio, ao violão, e Villa-Lobos no... regador de plantas feito de lata!

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De bar em bar: democracia é a palavra de ordem



Que a Lapa é democrática, isso todo mundo sabe e virou um clichê, mas onde mais um local como o Espaço Imaginário se instalaria? A casa abre as portas nesta segunda-feira, em um antigo casarão na Rua Gomes Freire (no 457) para as mais diferentes formas de arte e manifestações culturais.

A agenda com programação tem um pouco de tudo: o grupo de stand-up comedy Comédia Carioca se apresenta às quartas; o Jazz encontra seu lugar na voz de Eduarda Fadini às quintas; para quem gosta de Rock Blues deve comparecer às sextas para ouvir o som de Sérgio Rocha; e o Trio Partido Fino apresenta o inusitado samba/jazz aos sábados.



O cardápio também pretende agradar todos os gostos. São 330 rótulos de cerveja e mais: às terças um rodízio de cervejas, com a presença de convidados que contará a história da fabricação, informações e peculiaridades de cada marca. O ambiente é uma atração à parte. A decoração conta com obras de arte modernas, vanguardistas que se contrastam com móveis e eletrodomésticos dos séculos passados. Destaque para o Jipe, as geladeiras coloridas dos anos 60 (com seus devidos pingüins) e a TV antiga que passa a programação atual.

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Luiza Possi no Teatro dos Quatro



Clima intimista, contato com o público e um dia pouco comum na agenda de muitos para uma saidinha noturna. É desta maneira que Luiza Possi participa do projeto Peça MPB, nesta segunda-feira, no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea. Na apresentação, a cantora repete o repertório do CD Bons ventos sempre chegam, como Vou adiante e Tudo certo e Queixo caído de autoria da própria Luiza.

O setlist traz do novo álbum também a homenagem de Luiza as suas musas: a música (Cantar, de Godofredo Guedes) e a mãe (com Minha mãe, uma mistura de ciranda e samba de roda). Há também espaço para hits como Tudo o que há de bom, O circo pega fogo e versões como a música No voy a ser yo, de Jorge Drexler e Kevin Johansen, feita especialmente por Paulinho Moska para Luiza que em português ficou Eu não.

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Mara Martins em Viva o Amanhã



A artista plástica e designer Mara Martins está com a exposição Viva o Amanhã, na Galeria Anna Maria Niemeyer, no Shopping da Gávea. A mostra composta por pinturas, fotografias e objetos busca promover uma reflexão sobre o significado de beleza. A última exposição individual apresentada por Mara foi “Virtudes e Vícios”, em 2006.

Entre os que já conferiram a mostra e parabenizaram a artista estão o artista plástico Luiz Alphonsus e Anna Maria Niemeyer. Para quem ainda não conferiu a mostra ainda há chances. Viva o Amanhã fica em cartaz até o dia 12 de dezembro.

Em 2001, Mara recebeu o Prêmio aquisição, no 8º Salão da Bahia, no Museu de Arte Moderna da Bahia – Salvador, por um livro feito em porcelana, onde ela pintava trabalhos baseados em Carlos Zéfiro, pseudônimo de Alcides Aguiar Caminha, artista que publicava e ilustrava histórias em quadrinhos de cunho erótico, durante as décadas de 50 a 70.

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Save Your Logo" - Lacoste + Irmãos Campana

Lembram que falamos aqui da coleção assinada pelos irmãos Campana para a Lacoste... Pois bem, na última semana, a parceria que resultou na nova campanha Save Your Logo foi lançada com uma festa no Clube São Paulo, na capital paulistana.

Recebidos por Christophe Chenut, CEO da LACOSTE S/A e Ricardo Palmari, CEO da Devanlay Brasil, Fernando e Humberto Campana conseguiram reunir dos mais moderninhos até aos mais tradicionais nomes da capital.

Confira uma galeria com os melhores cliques da festa.

Luciana Prezia
Humberto Campana e Fernando Campana

Luciana Prezia
Marie Helene Chenut e Christophe Chenut

Luciana Prezia
Fernanda Barbosa

Luciana Prezia
Ricardo Palmari e Sabina Beweik

Luciana Prezia
Paola de Orleans e Bragança

Luciana Prezia

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Termina o 11º FIC Brasília

Luana Brant

Foram 15 dias de evento, 18 mil pessoas e 86 filmes. Ufa, mas nesse domingo chegou ao fim a 11ª edição do Festival Internacional de Brasilia. Esse ano, o FIC abriu portas para produções de todo o mundo, que partem agora para as salas de cinema e para outros festivais. A cerimônia de encerramento, como de costume, contou com uma plateia animada que assistiu à premiação, antecedendo a exibição de Coco Chanel & Igor Stravinsky, de Jan Kounen. Neste ano, um desfile inspirado em Coco Chanel, organizado pelos alunos do curso de Design de Moda da Unieuro, deu o ar temático da festa que, segundo os especialistas conselheiros do festival, foi a mais bela dos últimos anos.

“Agradeço, primeiramente ao público, que compareceu e deu sentido ao nosso festival. Aos artistas, que mais uma vez nos prestigiaram. Agradeço também aos voluntários, à produção, aos técnicos e a todos que contribuíram direta ou indiretamente para a realização do XI FIC Brasília”, frisou Marco Farani, diretor do FIC Brasília.

Em fevereiro, começam os preparativos para a 12ª edição do FIC Brasília.

Confira os vencedores das principais categorias:

1. Mostra Competitiva
Melhor Filme: Prince of Broadway (Sean Baker)
Melhor Atriz: Elsa Amiel (Nulle Part, Terre Promisse)
Menção honrosa concedida pelo júri: Tulpan (Sergei Dvortsevov)

2. Prêmio Tv Brasil
Melhor Filme: Insolação (Felipe Hirsch e Daniela Thomas)
Melhor ator: Marcio Vito (No meu lugar)
Menção honrosa concedida pelo júri: Os Famosos e os Duendes da Morte (Esmir Filho)
Menção honrosa – direção: Lucía Puenzo (El niño pez)
Menção honrosa - excelência técnica: Mauro Pinheiro Junior (pela fotografia dos filmes Insolação, No meu lugar e Os famosos e os duendes da morte)

3. Filmes campeões de bilheteria
1º Anticristo (Lars Von Trier)
2º 500 Dias com Ela (Marc Webb)
3º New York, I Love You (Fatih Akin, Yvan Attal, Allen Hughes, Shunji Iwai, Wen Jiang, Scarlett Johansson, Shekhar Kapur, Joshua Marston, Mira Nair, Natalie Portman, Brett Ratner, Andrei Zvyagintsev)
4º El Niño Pez (Lucía Puenzo)
5º La Invención de la Carne (Santiago Loza)

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Seis novas estampas da Jxxx

Divulgação

Depois do sucesso das t-shirts exclusivas Jxxx, idealizadas por Jorge Espírito Santo e Teca Sá , a dupla “ataca” novamente. Desta vez, a estilista e o diretor de conteúdo do canal GNT, respectivamente, foram convidados pela Reserva para o projeto Reserva APTo – onde uma grife convidada cria uma mini coleção para ser vendida nas lojas do grupo.

Desta proposta, surgiram seis novas t-shirts, hiper exclusivas e estampas baseadas no conceito de autenticidade urbana que serão lançadas com festa na próxima quarta-feira, às 20h, na loja da Reserva, no Fashion Mall.

O agito terá também suas particularidades... já que Jorge e Teca recebem os convidados com variações da cerveja Devassa, uma carrocinha do Geneal e pede que todos levem seus Ipod’s, para fazer o democrático som do encontro.

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Bons de panela (e garfo também)

O que não faltou foi disposição para esta turma... Acabou nesse domingo o Degusta Rio, no Armazém 2 do Cais do Porto., que levou chefs da “gastronomia de rua” e fãs da boa culinária a se entregarem a um dos pecados mortais: a gula!

Abaeté Palmas

Como comilança não era o único propósito do evento, os chefs do Slow Food, movimento que comemora 20 anos, comandaram uma animada mesa redonda.

Abaeté Palmas

Já no assunto garfo: o gourmet Joaquim Lopes (namorado da atriz Paola Oliveira), o músico Macau, Sandra de Sá, Claudia Rodrigues e o namorado se entregaram aos petiscos.

Abaeté Palmas

Representando a Bahia, os acarajé da Cláudia, que tem uma barraca movimenta em Niterói, fez sucesso! Quem já provou, sabe o que essa baiana tem...

Abaeté Palmas

Sandra e Cláudia aproveitaram para conversar com o premiado Gianpietro Bosco, da Gelateria Amarena , vencedor na categoria sobremesa.

Abaeté Palmas

E Sandra não foi embora sem conferir os deliciosos bolos da chef Tassiana...

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Titãs, rock ‘n’ roll e declarações de amor

Eraldo Platz/Ag. Azimute

De tão empolgado com a estreia carioca do novo show dos Titãs, Sacos plásticos (vencedor do Grammy Latino deste ano como Melhor Álbum de Rock Brasileiro), no Vivo Rio, sexta-feira, Tony Bellotto deixou escapar uma declaração de amor. Mas, dessa vez, não à amada Malu Mader. “O público do Rio é inigualável. Gosto tanto dos cariocas, que me mudei para cá”, disse o guitarrista paulistano, logo depois da apresentação ao lado dos companheiros Branco Mello, Sérgio Britto, Paulo Miklos e Charles Gavin. Fofo, ? Na plateia, Malu Mader se acabou de dançar ao lado da família – o filho mais velho, João; a mãe, Ângela; e a sobrinha gatíssima, atual residente de NY, Érika Mader. A atriz estava tão animada que mereceu o beijão apaixonado do marido, Tony, ao fim do show. As amigas Claudia Abreu, Betty Gofman e Isabela Garcia também não se fizeram de rogadas e caíram no rock. Não ficaram um minutinho sequer sentadas!

Eraldo Platz/Ag. Azimute

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No tempo do czar

Los Angeles – Reuters

Tal qual uma czarina pós-moderna, Lady Gaga cantou Speechless, música do novo álbum The Fame: Monster, enquanto bailarinos russos dançavam coreografia criada pelo italiano Francesco Vezzoli. A performance fez parte da festa pelos 30 anos do Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles (MOCA).

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O hype do Indie

Fernando Schlaepfer/Ihateflash.net

Mesmo com um ano de atraso e público bastante seleto, a segunda edição do Festival Indie Rock (a primeira foi em 2007), que rolou sexta-feira, na Fundição Progresso, mostrou que sabe montar um line up de respeito. Misturando as bandas consagradas Gogol Bordello e Super Furry Animals às desconhecidas El Mató a un Policía Motorizado (Argentina) e Holger (São Paulo), o festival conquistou os corações alternativos. Ah, e os shows rolaram sem atraso, o que é um milagre, tratando-se de festival brazuca. Bingo! Só restou à coluna uma sugestão a fazer ao FIR: que tal, ano que vem (esperamos que não haja, novamente, um hiato de dois anos), trazer grandes bandas que ainda não tenham tocado em Terras Brasilis? Gogol e Super Furry são o máximo, mas já tinham andado pelas bandas do falecido Tim Festival.

Fernando Schlaepfer/Ihateflash.net
Os argentinos do El Mató... mostram a força do rock latino

A noite começou com os meninos do Holger dando o sangue para conquistar a atenção dos gatos pingados na enorme Fundição. O esforço deu certo. Na terceira música, o público já havia sido cativado pelos paulistanos, que pulavam e tomavam banho de cerveja no palco.

A fanfarronice que sobrou no Holger faltou no pessoal do El Mató. Mais parecendo um bando de garotos que não sabia bem como havia chegado ali, os argentinos mostraram que mandam melhor em CD (ou no streaming do MySpace) do que ao vivo. “Tudo aconteceu rápido para nós. Se não fosse a internet, não estaríamos aqui. Somos de uma cidade pequena, La Plata, e é a quinta vez que tocamos no Brasil. Ainda é difícil acreditar que chegamos tão longe”, disse o vocalista e baixista Santiago Motorizado. Citando bandas como Legião Urbana, Los Hermanos e até a novata Luísa Mandou um Beijo, o músico ressaltou a afinidade entre o rock brasileiro e o argentino: “Bebemos da mesma fonte norte-americana, mas acrescentamos nossa latinidade. Gostamos tanto do Rio que estamos pensando em nos mudar para cá, até porque a cena roqueira aqui, no Brasil, é muito mais organizada do que na Argentina. Com festivais durante o ano inteiro e no país todo”.

Fernando Schlaepfer/Ihateflash.net
Toda a peculiaridade de Gruff Rhys

Na conversa que a coluna teve com Gruff Rhys, vocalista do Super Furry Animals, depois do show do grupo, o músico começou explicando sobre os cartazes, com os dizeres: “Applause”, “Danke” (‘obrigado’, em alemão) e “WHOOOA!”, que usou durante a apresentação: “Sou péssimo para interagir com a plateia. Dessa forma, não preciso dizer nada. Quando começamos a usar os cartazes, ano passado, eu escrevia à mão. Agora, estou mais profissional e levo impresso. O próximo passo será escrever na língua nativa de cada país. Depois, quem sabe, usaremos um aparato mais tecnológico”, contou Gruff, com seu ritmo lento e sotaque galês. Apesar de, atualmente, a banda fazer um show enxuto visualmente (sem as projeções de vídeos e os trajes de bichos peludos), a tecnologia continua sendo aliada ao grupo: “Lançamos nosso recente disco, primeiro, na internet, e pretendemos fazer o mesmo com o próximo álbum. Ou você se adapta à tecnologia, ou ela te engole”, afirmou o vocalista.

Fernando Schlaepfer/Ihateflash.net
Eugene Hütz comanda a fanfarra punk

A apresentação dos ucranianos do Gogol Bordello foi de arrasar quarteirão. Usando uma camisa com a frase “Manhattan Samba”, o vocalista Eugene Hütz (que mora, há quase dois anos, no Rio) comandou a bagunça gipsy-punk e fez o público pular (e suar) até as 4h30. A surpresa ficou por conta dos arranjos à la brasileira, que incluíram cuíca e tamborim, além dos ciganos brasileiros, que ajudaram a entoar Frevo mulher, de Zé Ramalho. Para não deixar dúvidas sobre o espírito festeiro, ao fim do show, Eugene convocou as milhares de pessoas presentes a darem uma passada no quiosque que fica em frente à Rua Maria Quitéria, em Ipanema, para comemorar a noite. Bem cariocas esses ucranianos, não? Em tempo: o apagão de terça-feira não impediu que a edição paulistana do Festival Indie Rock fosse realizada, mas quase impossibilitou que o Gogol Bordello chegasse ao Via Funchal, onde rolaram os shows. A banda ficou presa no elevador do hotel, minutos antes de embarcar na van. O que salvou os modernos ciganos foi o gerador!

Fernando Schlaepfer/Ihateflash.net
A bossa dos ciganos brasileiros

Fernando Schlaepfer/Ihateflash.net
Set list do show do Gogol Bordello

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FOTO BAFO

Pedimos ao top fotógrafo Daniel Benassi para livrar-se das amarras fotográficas cotidianas e criar sem pudores.

Quando a gente falou sem pudores, Daniel levou a ferro e fogo a história. Ele e também o modelo Júlio Benck. “Acordei com vontade de algo forte. Pensei, pensei e veio a imagem da mítica obra de Rodin”, disse Daniel. Com a ideia na cabeça, ele foi atrás da composição. Comprou um vaso sanitário, convocou Júlio – que ensaia seu retorno ao mundo dos flashes, depois de temporada dedicada à faculdade de Jornalismo – e voilá! Surgiu, em uma tarde de cliques, o Rodin pós-moderno da foto bafo feita exclusivamente para a coluna.

Daniel Benassi

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Festolipan das Letras

Dando continuidade ao nosso Festival, apresentamos, agora, a nova geração de escritores brasileiros com um olho no papel e outro na tela do computador, os novatos compartilham conosco as ideias que povoam suas cabeças moderninhas

A UNIÃO FAZ A FORÇA



Poeta e jornalista, Ramon Mello é um aglutinador do mundo das letras. Curioso, amante de bons papos e com talento correndo solto na veia, ele faz um trabalho de catalogação da nova geração de literatos – mais de 80 já foram entrevistados – em seu blog Click (In)Versos. “A ideia é fazer uma seleção e publicar um livro de entrevistas, um recorte de geração. A maior descoberta foi ter conhecido o poeta Rodrigo de Souza Leão, que morreu em julho. Sem dúvida, era o escritor mais original, com uma obra infinita”, comenta Ramon, convidado, inclusive, pela família de Rodrigo para organizar sua obra. “Também decidi adaptar para o teatro o livro Todos os cachorros são azuis. Convidei o dramaturgo Jô Bilac para entrar na viagem”, acrescenta. Foi no teatro, aliás, que o autor dos poemas de Vinis mofados começou a desenvolver o amor pela arte. “Não cresci com o desejo de ser escritor, embora sempre rascunhasse histórias. Quando saí de Araruama e vim para o Rio, me matriculei na Escola de Teatro Martins Pena”, lembra. Ramon viu o amor pelas histórias crescer mais do que pela interpretação. “Não acredito em inspiração e sim no trabalho da linguagem, na relação com a palavra”, prega. Em tempo: ele também assina a organização da autobiografia de Heloisa Buarque de Hollanda.

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UM SONHO PRÓXIMO



Eduardo Baszczyn tem um romance publicado, Desamores,/i>, e indicações a prêmios. “São apenas formas de se destacar em um cenário disputado. É como um certificado de garantia. Vale pela atenção que desperta e pela possibilidade de levar sua obra para um número maior de leitores, mas o processo só se completa quando você é lido”, diz o paulistano Eduardo, jornalista por formação. “Não acreditava que a literatura pudesse ser uma profissão como as tradicionais. Optar pelo jornalismo foi o caminho mais prático para garantir sobrevivência”, ressalta. Viver da escrita literária, portanto, é uma imagem um pouco distante. “Sei que o caminho é longo e que viver exclusivamente de literatura é resultado de muito trabalho. E, em alguns casos, de sorte”, enfatiza. Sorte ou não, o fato é que Eduardo tem todos os instrumentos para alcançar o objetivo. O primeiro romance tem tudo o que queremos ler: amor, humor, desamor e esperança. “Discos separados, cabides vazios e travesseiros sobrando: é através da ira, da raiva e do ressentimento que meu livro trata do amor. Fala da preguiça que marca a maioria dos relacionamentos”, conta. O pensamento de Eduardo já está ocupado. Ele escreve o segundo romance.

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TIRANDO AS PALAVRAS DA GAVETA



A escritora Bruna Beber sente o amadurecimento profissional entre o primeiro livro, A fila sem fim dos demônios descontentes, e o recém lançado Balés. “Escrevi o primeiro no fim da adolescência, no instinto, por urgência e arrebatamento. Já em Balés, existe um cuidado maior e novas técnicas. Cresceu em meio a uma grande mudança”, diz. A paixão pela literatura começou na infância: “Eu gostava de folhear dicionários. Vi que poderia brincar com palavras. E brincar com palavras e fazer poesia proporcionam prazer”. As influências de Bruna não se resumem a mestres da literatura. “Cineastas, pintores, humoristas e compositores também são influências. É tudo letra, palavra, som”. Sobre as expectativas, Bruna é taxativa: “Não desejo transmitir, mas dividir, com quem se interessar, o meu olhar e curiosidade com o mundo. Essa é a função do poeta”. Eis a fórmula de sucesso da carioca, que migrou para Sampa em busca de inspirações, afinal “palavra na gaveta é objeto e só”.

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COMO CÃO E GATA




Os vizinhos Vanessa Barbara e Emilio Fraia são a prova de que a atribulação da vida moderna não é desculpa para o individualismo. Eles escreveram O verão do Chibo, lançado ano passado, a quatro mãos – e dois teclados. “A Vanessa escrevia um trecho e me mandava por e-mail. Eu lia, reescrevia, e seguia em frente. Não havia discussão prévia sobre a trama”, conta a parte masculina da dupla. Mas nem sempre o clima era tão pacífico. “A situação ficou feia quando o Emilio teve a mirabolante ideia de matar um personagem”, comenta a moça, antes de ouvir o amigo retrucar: “O problema é que somos dois neuróticos e as vírgulas eram disputadas palmo a palmo, até um de nós jogar a toalha”. E a literatura brasileira, como vai? “Saiu para comprar cigarros e não voltou”, respondem os dois paulistanos, em uma só voz.

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AMIZADE LITERÁRIA E LITERAL




Ela, a outra e eu, livro de Lara Gay, Michelly Barros e Juliana Lohmann mal saiu do forno e as autoras acumulam convites. As três amigas, unidas pelas letras e pela vida, juntaram 60 poesias, 20 de cada, e acreditaram na aposta do pai de Lara, dono da editora Iventura. “Nos conhecemos muito bem e brincamos que temos telepatia e somos três corpos em uma alma. O que nos uniu foi o amor, de todas as formas possíveis”, revela Lara. Como a maioria dos que lidam com a poesia, Lara não consegue encontrar uma definição para o processo de criação de seus textos. “Eu vou escrevendo sem saber onde vai dar, e sempre descubro algo escondido ou que eu não admitiria fora do papel”, confessa. “Estamos muito ansiosas com a nova aventura. Já recebemos e-mails de pessoas de todos os lugares do país, pedindo informações sobre locais de venda, além de convites para lançamentos em outras praças”, comemora Lara.

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VIAJAR É PRECISO, ESCREVER TAMBÉM




Alice Sant’Anna está em Paris. De lá, a poetisa de 21 anos nos contou que foi durante um intercâmbio – para a Nova Zelândia, em 2004 –, que se entregou à poesia, no seu caso, uma mistura entre delicadeza feminina e inquietação urbana. “Quando li os poemas da Ana Cristina Cesar, tive vontade de escrever também. Era diferente de tudo que eu já tinha visto. Mas, talvez, tenha escolhido a literatura por ser ruim em Educação Física”, brinca a estudante de jornalismo. Alice lançou, ano passado, o livro Dobradura. Deu aquele frio na barriga? “Eu morreria de vergonha tanto aos 20 quanto aos 50 anos. Então, por que não publicar logo?”, conclui Alice, que, apesar de estar escrevendo o segundo livro, não se imagina como escritora: “Sou indisciplinada. Posso passar dois meses sem escrever uma linha”, confessa a carioca.

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Perguntas e Respostas

Aproveitamos a estreia da incrível peça Na solidão dos campos de algodão escrita por Bernard-Marie Koltés e dirigida por Caco Ciocler para propor um outro exercício aos atores Armando Babaioff e Gustavo Vaz, os dois vértices da peça: o de tomar a direção das mãos de Caco e comandar uma entrevista com o ator-diretor

Sérgio Baía

Sérgio Baía


Gustavo Vaz – Quais são as dificuldades que ainda encontra ao assumir o trabalho de diretor?

Se meu trabalho fosse fabricar parafusos, eu saberia dizer se os parafusos que fabrico são bons ou ruins e as dificuldades que tive para fabricá-los. Mas o que eu faço não tem modelo comparativo. Em cada direção, me deparo com dificuldades diferentes, e dirigir nada mais é do que o próprio processo da resolução dessas dificuldades. A questão do aperfeiçoamento tem a ver com minhas referências. Entendo menos de pintura do que gostaria, vejo menos teatro do que deveria e escuto menos música do que o necessário.

Gustavo Vaz – Por que montar um texto de Koltès quando grande parte do público de teatro busca o entretenimento?

Eu, sinceramente, não faço teatro pensando na quantidade de público que terei na plateia. Claro que, se a casa enche, eu fico feliz, porque é sinal de que minhas inquietações encontraram eco. Mas a quantidade de público nunca foi e nunca será a preocupação maior na hora de escolher projetos teatrais. Eu ganho dinheiro em outros veículos também, para poder ter essa liberdade e só me envolver com aquilo que realmente me interessa. Por que montar Koltès hoje? Porque ele nunca foi tão contemporâneo no seu discurso. Porque a discussão dele me interessa.

Armando Babaioff – Na peça, temos dois personagens: um dealer e um cliente. Você é mais dealer ou cliente?

O cliente, sem dúvida.

Armando Babaioff – Você prefere dirigir atores consagrados, como a Rosamaria Murtinho, ou jovens, como nós?

Acho que a Rosamaria Murtinho vai ficar um pouco chateada com essa pergunta, por você não tê-la incluído na categoria dos jovens. E ela teria razão, porque tem espírito tão inquieto quanto os de vocês. Mas, saias justas à parte, vejo vantagens nos dois casos. É um prazer, para mim que sou ator, ter a chance de acompanhar de perto e participar do processo de criação de um ator consagrado. Entender seu processo, como ele cria, como ele lida com sua carreira. Com os jovens, como vocês, tenho mais espaço para assumir minhas incertezas, o que eu acho extremamente importante em um processo criativo. A coisa toda é mais crua, com menos vício. Posso ensinar mais do aprender e, com isso, acabar aprendendo mais do que ensinando.

Armando Babaioff – Qual ator escolheria para ser seu diretor?

Gero Camilo.

Armando Babaioff – Já pensou em desistir da direção?

Diariamente.

Gustavo Vaz – O que essa experiência como diretor teatral acrescentou a sua carreira de ator?

Tive a honra de trabalhar com dois grandes atores, que me ensinaram muito a respeito da coragem e da doçura. Atores sem preguiça. Tenho muito o que aprender sobre a preguiça.

Gustavo Vaz – Como você espera que o público saia do teatro?

Apaixonado pelo teatro. Não tenho a pretensão de modificar ninguém, mas tenho a pretensão da provocação. É isso. Quero que todos saiam provocados, desejosos de seus brilhos adormecidos.

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"É ótimo estar aqui"

Colaborou Thiago Faria Abreu

Nosso leitor, Thiago Faria Abreu, resolveu seguir os passos de Madonna e subiu o Morro Dona Marta, nessa sexta-feira, para acompanhar a visita da cantora à comunidade. Em um relato de fã, Thiago nos leva pela "aventura" que trilhou para seguir os passos de Madge.

Thiago Faria Abreu

Depois de 15 anos, Madonna promete vir mais vezes ao Rio. Sua visita inesperada, para uma missão humanitária, deixou todos os fãs loucos. Na porta do Hotel Fasano, onde ela ficou hospedada durante toda a semana, eles gritavam para que ela pelo menos chegasse e desse um tchauzinho. Debaixo de chuva, ou só podendo vê-la por 30 segundos dentro do carro, não deixaram de acompanhá-la.

Ela aparece no Sushi Leblon, chega à sacada do Fasano. Parece muito a vontade. Depois de um jantar na casa do empresário Eike Batista, na quinta-feira, 12, sai com a promessa, confirmada pelo governador Sérgio Cabral, de fazer show na virada do ano 2010/2011 e de visitar no dia seguinte o Morro Dona Marta, em Botafogo. Calma aí?! Ela vai ao Dona Marta, assim, tão acessível? É claro que os fãs não perderiam essa oportunidade.

A laje do Michael Jackson? Que nada, ela foi para um campinho na última estação do bondinho que leva os moradores até o alto da favela. Eu nem imaginava parar, em uma sexta-feira 13, no morro Dona Marta para ver a Diva do Pop de gerações. No ônibus da linha 410, esperava ansioso em um trânsito congestionado. Afinal, era a Material Girl, bem materializada na minha frente, a um metro.

O bondinho do morro funciona com quatro estações, sendo que a quarta estava fechada para que Madonna experimentasse uma descidinha. Parei na estação três e perguntei preocupado - “É muito longe a pé?”- Enquanto muito educado me respondiam – “Um pouco!”. Pelo tom eu percebi que esse um pouco era chão. Chão não, escadarias. Eu corria por vielas que não sabia nem onde dariam, enquanto todos nas casas gritavam: - “Vai, está chegando! Madonna já está lá em cima! É só virar à direita!”. Cheguei!

O Daivson Eickhoff, um amigo, já estava lá agarrado à grade, os jornalistas disputando espaço e a comunidade curiosa. Para onde olhasse, tinha gente aclamando a Diva. Entre apresentações de hip hop, samba, orquestra, conseguimos vê-la de longe sorrindo, bem animada. A movimentação aumenta, ela vem em direção ao corredor e passa deixando todos enlouquecidos. Até que aquele meu amigo começa a gritar, pular, enfim, dar um escândalo. Por quê? Tinha tocado nas madeixas da Madonna.

Thiago Faria Abreu

“É a realização de um sonho de 16 anos. Não bastava apenas ir aos shows. Queria vê-la de perto. Mas jamais poderia imaginar que um dia tocaria no mito. E ainda consegui uma foto exclusiva dela sorrindo pra mim. Sou o fã mais invejado do mundo nesse momento. Posso morrer feliz”, dizia Daivson a todos os jornalistas que voaram nele querendo uma entrevista daquele fã tão caloroso.

Então começou o corre-corre nas ladeiras, entre fotógrafos, jornalistas e fãs, para pegá-la na chegada do bondinho. Lá, a moradora Josefa França, que cozinhava, não esperava que Madonna entrasse em sua casa e sentasse na cama com sua filha, Brenda Victoria de Souza, de 14 anos. Fomos lá saber de tudo de Josefa que só repetia muito feliz:

“Gente, ela é muito simples! Chegou me abraçando, sentou na cama com minha filha!”.

Ela foi embora. Só nos restou contar e recontar a todos e a nós mesmos durante bastante tempo aquele momento. Agora vamos esperar por ela na abertura das olimpíadas e no ano novo de 2011. Quem sabe até antes...

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A parte (bem feita) de Diogo Nogueira

Guto Costa

O queridinho das mulheres, Diogo Nogueira sobe ao palco da Fundição Progresso, neste sábado para estrear o show Tô fazendo a minha parte. Na apresentação, o sambista apresenta sucessos de sua carreira além de receber Ivan Lins e Moyseis Marques em noite que terá Bateria da Portela, o violinista francês Nicolas Krassik abrindo o show do Sururu Na Roda.

Músicas como Não dá, Malandro é malandro e mané é Mané e antigos sucessos, estão no repertório. A canção inédita composta por Chico Buarque e Ivan Lins, Sou eu, promete ser o ponto alto da apresentação, pois contará com a luxuosa presença de Ivan. Da mesma geração que Diogo, Moyséis Marques também dá uma canja no palco.

Diogo separa ainda um momento romântico, rende homenagem ao pai, o saudoso João Nogueira e termina esquentando com um convite à platéia para fazer uma viagem à Lapa, cantando sambas de gafieira pra todo mundo dançar.

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Exclusivo!

Duda Carvalho


As roupas ficaram de fora no último clique da sessão de fotos que a norueguesa Marianne Schröder – descoberta por Fred d’Orey em clipe da banda Röyksopp – fez para a campanha de Verão da Totem. Nada combinava melhor com a estampa criada pela marca para a poltrona Swan do que a cor da pele da top. No Rio, Marianne descobriu a água-de-coco, a casquinha de siri e o palmito. A gata só falava nisso!

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Você já foi melissar?

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Para quem é do Rio, esta tarde de sábado e o domingo são as duas últimas oportunidades de conferir a expo Melissa Eu! que comemora os 30 anos da sandália de plástico mais fashion do mundo. Instalada em um lindo solar, em Santa Teresa, a mostra convida o visitante para explorar 17 ambientes.

Neste passeio é possível relembrar alguns dos muitos modelos já fabricados, assistir a propagandas antigas, conferir fotos das festas do grupo, e ainda se deparar com um quarto todo decorado que exibe looks com Melissa pregados no armário e sandálias pelo chão.

Com direção criativa da querida Erika Palomino, o passeio reserva uma bela vista, a inusitada réplica da Melissa criada pela arquiteta iraquiana Zaha Hadid, com recortes que deixam o pé à mostra e com quatro metros de altura e a oportunidade de saber como é fabricada a sandália. No fim, todos saem com uma miniatura do sapato de brinde.

Para chegar no Solar Real (Rua Aprazível 39/das 10h às 22h) há serviços especiais de vans gratuitas e táxis parceiros.

Para mais informações, basta acessar o site do Melissa Eu! e conferir tudo...

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Casamento no Rio?

Steven Klein

Para quem declarou que preferia estar embaixo de um trem a se casar novamente, Madonna está novamente envolvida no assunto matrimônio. De acordo com informações do site Popsugar.com a cantora poderá deixar o Brasil de aliança no dedo.

De acordo com fontes do site, que afirma que tem um informante hospedado no Fasano, a suposta cerimônia aconteceria hoje e um garçom afirmou “ que este será o melhor dia da história do hotel”.

Jesus Luz declarou essa semana que já se sente casado, mas ainda não há informações oficiais sobre o suposto enlace da cantora com o modelo e DJ.

E você querido leitor? Acha que é verdade?

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Tecnologia e arte com sotaque francês

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O projeto Multiplicidade>Imagem_Som_Inusitados é a prova de que encontros às escuras não resultam apenas em romance. Fazendo misturas ecléticas entre artistas, que geralmente nunca se viram, dentro de um universo tecnológico, o festival faz a cabeça do público moderninho carioca. “Nossa plateia é formada por artistas plásticos, webdesigners, músicos, publicitários, gente ligada a som em geral e que gosta de experimentar a tecnologia”, contou Batman Zavareze,idealizador da loucurinha pós-moderna. Seguindo a tendência do Ano do Brasil na França, o liquidificador-sonoro-visual, na terça-feira, no Teatro Oi Casa Grande, será pilotado pelos grupos franceses AntiVJ e Principles of Geometry. “O AntiVJ projetará um mix entre tecnologia 3D (sim, os famosos óculos tridimensionais serão istribuídos) e ficção científica do cinema dos anos 70, enquanto o Principles ficará com a trilha sonora da exibição. As pessoas podem esperar uma viagem sensorial bem interessante”, garantiu Batman.

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‘Cearense, nordestina, brasileira: sou do mundo

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Mel Mattos é uma cantora cearense apaixonada por uma multiplicidade de assuntos. Moda, por exemplo. Formada em Estilismo, trabalha na área de criação de uma marca de Fortaleza, porém, seu mais recente amor é, mesmo, o álbum de estréia Retratista. “Cearense, nordestina, brasileira. Sou do mundo! Para dizer o que quero, em primeiro lugar, eu tenho de dizer quem sou”, afirma Mel, que viu o projeto do disco nascer nos tempos em que morou em São Paulo. “Em 2004, fui para lá tentar uma carreira pop. Mas, um dia, ao lado de Dado Fernandes, meu marido, voltei às minhas raízes, longe daquele pop inicial”, explica Mel sobre o CD com participação Dominguinhos e oito músicas próprias. O disco, aliás, funciona quase como um musical, pois as canções reunidas contam uma história. Uma garota que cresce, de casa, vai morar em outra cidade o resto você pode imaginar, né? Automusicografia, Mel? “Tem um pouco da minha história, mas o principal desse trabalho é direcionar os holofotes para as sonoridades regionais que têm me estimulado”, conta a cantora, que está louca para trazer o trabalho para o Sudeste, onde tudo começou.

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Bastidores da sala escura

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Para mostrar o processo de criação por trás de um filme, o diretor de arte Marcos Flaksman (à direita, com o ator Leonardo Medeiros) inaugura, amanhã, a exposição Desenhando um filme, no Oi Futuro, em Ipanema. “Ser diretor de arte é uma multifunção, com fronteiras ilimitadas”, afirma Marcos. A expô contará com a exibição de oito filmes dirigidos por ele e transformados em documentários. “São projeções, em quatro telas, além de quatro LCDs com imagens dos bastidores da direção de arte”, adianta. Segundo Marcos, a mostra agradará de cinéfilos a leigos. “Para os aficionados, abro meus arquivos. Para o resto do público, será uma descoberta”, avisa.

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Beijo, me liga, que eu vou

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A expressão Beijo, me liga virou nome de programa no Multishow e a neo atriz capixaba Tayana Dantas viverá Monique, uma das meninas da turma que não larga o celular por nada. Espécie típica da geração Twitter ou das Gossip Girls brasileiras, como queira. Viver uma adolescente, na TV, aliás, será uma ótima oportunidade para Tayana sentir emoções que ela optou por negligenciar à época. “Nunca fui fã de baladas. Aos 15 anos, ganhei o apelido de ‘Taty Coró’, que queria dizer Taty velha. Eu tenho mesmo a alma antiga. Conheci novos lugares, li mais livros, intensifiquei minhas relações. O teatro faz isso. Ele te abre para o outro. Vivi de outra forma, por escolha”. Aos 20 anos, ela também assume o posto de protagonista, ao lado de Daniel Oliveira, no filme O Guardião da aldeia, de Luiza Lubiana, que começa a ser rodado em fevereiro. Essa semana, ela colocou o ponto final no roteiro do curta-metragem Dos amantes breves e seus arredores. “Ser atriz é padecer no paraíso. Não é moleza não. Acho que não dá para ficar em casa roendo as unhas de ansiedade, esperando a resposta de um teste. A parada é fazer! O ator tem de ter seus próprios projetos para sobreviver no país. Não dá para esperar o telefone tocar”, desabafa.

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Imagens voltam em breve


Por problemas técnicos, durante a madrugada deste sábado, o blog passou por uma manutenção que impediu que imagens e comentários fossem incluídos ou aprovados na página neste período. Apesar do problema, não quisemos deixar nossos leitores desapontados e como de costume, o conteúdo que você lê na versão impressa do Jornal do Brasil e que reproduzimos aqui, estará na nossa versão eletrônica.

Esperamos que o funcionamento se restabeleça logo.

Gratos pela compreensão de todos vocês!

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O outro lado de Ana Paula Padrão

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Quem a vê no comando do telejornal diário da Record ao lado de Celso Freitas não consegue nem imaginar, mas o Fashion TV Brasil irá desvendar o segredo que faz Ana Paula Padrão ter a “mesma altura” do colega no programa Um dia com, no ar na segunda-feira, às 22h. A jornalista, apresentadora, empresária, repórter Ana Paula teve sua rotina acompanhada pela equipe do programa e revelou momentos de sua intimidade.

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Reuniões em sua própria produtora (onde desenvolve todas as reportagens especiais que leva ao ar), compras nos Jardins e as tarefas diárias na TV além de momentos da intimidade do lar, como quando fala do marido, o consultor financeiro Walter Mundell estão na pauta.

“Walter é super romântico. Lembra-se de datas, de aniversários, de momentos especiais. Ele é do tipo que dá flores e presentes. Um companheiro de verdade”, entrega.

Na sala de maquiagem, pouco antes de entrar no ar, Ana Paula reflete sobre sua idade e aparência:

“Tenho 43 anos e nunca fiz nenhuma grande intervenção. Acho que não vou fazer tão cedo, se é que vou (...) na verdade, me sinto mais bonita hoje do que há 20 anos atrás, e, quer saber, acho que vou me sentir ainda mais bonita quando chegar aos 60”.

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E sobre o “segredo” usado na bancada para ter a mesma altura do companheiro, adiantamos: Ana Paula tem 30 centímetros a menos que seu colega, o que a obriga a sentar-se em uma cadeira sobre um degrau, mostrados durante o programa.

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Cate Blanchett na capa da Vogue

Annie Leibovitz

Depois de ser escolhida para estampar as quatro diferentes capas comemorativas da edição de cinquenta anos da revista Vogue Austrália, Cate Blanchett é a estrela da edição de dezembro da Vogue América, que chega às bancas no próximo dia 24.

Annie Leibovitz

Nas fotos, assinadas por Annie Leibovitz, ela usa um vestido dourado de Donna Karan e na entrevista conta sobre seus papeis no cinema, a importância do teatro na sua formação e do casamento com o ator Geoffrey Rush.

Questionada sobre suas escolhas na carreira, Cate revela que não é tão perfeccionista quanto aparenta.

"Eu não sou muito cautelosa e cuidadosa. É sempre mais interessante ter uma variedade de experiências do que uma trajetória planejada. Acho que de certa forma, os projetos que escolhem você", opina.

Annie Leibovitz

Em tempo: a Universal Pictures decidiu adiar as gravações do próximo filme em que Cate participará por problemas financeiros. A história conta os últimos dias da Índia como parte do Império britânico. Cate Blanchett está escalada para o papel de Edna Mountbatten, mulher de Lorde Mountbatten, último vice-rei da Índia britânica.

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Um marco de gerações e uma nova roupagem

Lembram dos tênis Keds? Que não saiam dos pés das meninas? Pois bem... eles voltaram com cara nova e modelos descolados, com texturas e variação de cores predominam.



A volta da Keds acompanha o momento de euforia que o mercado de calçados mundial passa com o fenômeno da cultura sneaker, fenômeno relacionado ao estilo de vida urbano através de uma onda retrô. E sabem que não os tiram dos pés?

A fofa Kristen Stewart, estrela do filme Lua Nova... dê sua olhada nas cenas em que a mocinha aparece com seus pares coloridos.



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FestivAlma Billabong traz Donavon Frankenreiter ao Brasil

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Por essas os fãs da surf music não esperavam... Mas o surfista e músico Donavon Frankenreiter chega ao Brasil na próxima semana para três apresentações na região sul do país. Dono de uma atitude old school que une surf e estilo de vida, o músico californiano toca em Curitiba, Itajaí e Porto Alegre e além de apresentar seu repertório, é o protagonista do filme Alive in Tahiti, ganhador do prêmio de Melhor Trilha Sonora do Festival Internacional de Cinema de 2009, que contou com tracks de seu último disco, Pass it Around, e ganha exibição durante o festival.

O artista norte-americano se apresenta no Lupaluna, em 20 de novembro, em Curitiba, faz uma parada no Kiwi Bar, dia 21, na Praia Brava de Itajaí, e segue para o Pepsi On Stage, em Porto Alegre, em 22 de novembro, sempre acompanhado de Felipe Harp, gaitista do grupo The Beautiful Girls, que abre os trabalhos no palco. Amigo de Jack Johnson e Ben Harper, Donavon faz uma surf music com muito violão e uma levada blues, além de influências de funk dos anos 70 e a inclusão de algumas guitarras.

Os fãs dos outros estados agora ficam na expectativa que o cantor passe por outras regiões do Brasil... Enquanto isso fique com um dos seus sucessos.


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O aniversário de um ano da Valen

Murillo Tinoco


Comidinhas, bebidinhas e muita gente bonita. Essa foi a receita do aniversário de um ano da Valen, nesta quinta-feira. A recordista de vendas da multimarcas, Carina Duek, aproveitou para bater um papo animado com amigas e consumidoras, como contamos na edição desta sexta-feira.

Murillo Tinoco
Marta Lahtermarher, Lenny, Carina e Renata Franco

Murillo Tinoco
Patrícia Lago, Carol Siqueira, Gabriela Saldanha e Carina

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Miscelânea sonora brasileira

Cristina Granato

Cristina Granato

Cristina Granato

Como misturar um padre, estrelas da música nacional e emoções em um só evento? A Som Livre sabe. A gravadora comemorou 40 anos com a presença do eclético cast, na varanda do Vivo Rio. Nana Caymmi e o padre Fábio de Mello, de tão grudados, foram alvo de brincadeiras. “Ih, Nana, são tantos pecados que a noite vai ser pequena para confessar tudo!”, disseram os amigos. Quem esteve por lá, aplaudiu o homenageado João Araújo, que foi presidente da gravadora por 38 anos. “Gostoso!”, disparou a sempre low profile Lucinha Araújo, ao ver o marido subir ao palco. A festa rolou sob os versos de Jorge Ben Jor que, pelo visto, aqueceu o coração dos já acalorados convidados. Despido do personagem engraçadinho e sem microfone, Felipe Andreoli, do CQC, não poupou investidas à cantora Thalma de Freitas. O clima rolou, mas o humorista voltou sozinho para casa. A verdade é que todos, entre pecadores e quase santos, estavam lá para provar que o selo sabe apostar em novos talentos, como a queridinha do momento, Maria Gadú. Ela, aliás, disparou no Twitter: “Show do Jorge Ben e birita com os queridos amigos. Adoro essas festas”.

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Quatro perguntas para... | Carina Duek

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Depois de abrir sua concept store, em São Paulo, a herdeira de Tufi Duek passou, ontem, pelo Rio para comemorar o primeiro aniversário da multimarcas Valen, das irmãs Marta Lahtermaher e Renata Franco, na qual é campeã de vendas. Comomoda era o assunto principal da festa, Carina resumiu seu estilo de criar: “A minha moda reforça meu DNA”.

Qual o segredo para não cair em uma caricatura ao criar roupas
com uma pegada feminina?


– Eu me pergunto sempre se eu usaria ou a mulher que eu vejo na
minha marca usaria. Gosto de roupas que traduzam o estilo da mulher e que pareçam já fazer parte do armário dela. Isto deixa a mulher mais cool, mais Carina Duek.

Depois do afastamento de seu pai, Tufi Duek, dos negócios, como ele te apoia?

– Meus pais sempre me apoiaram muito e terei esta herança positiva dentro da opção profissional.

Qual a influência da Forum e da Triton na sua criação?

– A minha marca é reflexo da personalidade. Dentro das empresas, eu estagiei e aprendi como funciona todo o processo: da criação à distribuição do produto. Acho fundamental esta experiência para uma marca: a criação versus negócios na moda.

Você sente que há uma diferença entre os consumidores do Rio e de São Paulo?
– Hoje o consumidor é global, as diferentes características do cliente são pequenas. Você pode encontrar uma mulher no verão do Rio de Janeiro usando a mesma roupa no verão em Miami ou Saint-Tropez. A informação, hoje, é acessível para todos e a cliente encontra seu estilo dentro das marcas que mais gosta. No Rio, a cidade te convida a ser mais leve, com toda essa paisagem linda e o mar. Mas ela é ao mesmo tempo tão urbana e sofisticada quanto qualquer outra capital mundial.

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Olívias Palito ‘proud’

Victor Bittow

As Olívias falam, falam... Mas não tem problema, porque é a
proposta das quatro comediantes, que lançaram, essa semana, a
web série As Olívias queimam o filme, no YouTube. “Em programas de humor, as mulheres sempre interpretam a mãe, a filha ou a prostituta. Já os homens podem ser o advogado, o taxista e até o Batman. A Sabrina Sato, do Pânico na TV, é hilária, mas continua sendo a gostosa. Ainda estamos conquistando nosso lugar no humorismo”, dispara Marianna
Armellini
, uma das Olívias. A opinião masculina? “Como elas
falam!”, diz o diretor do grupo, Victor Bittow, que emenda:
“Incorporei o falatório ao trabalho. Antes dos ensaios, as atrizes têm uma hora para fofocar. Ali, nascem esquetes maravilhosos”.

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Yes, nós temos bananas e mais

Abaete Palmas

Empresária e publicitária, Sônia Olival, após morar nos EUA, traz para o Rio o conceito das feiras gastronômicas de rua.
Por aqui, o evento de street food se chama Degusta Rio e
rola até domingo, no Armazém 2 do Cais do Porto. “Queria fazer o evento no Forte de Copacabana, mas fiquei tentada com a proposta da Prefeitura de investir naquela área”, diz Sônia. Em meio a restaurantes sofisticados e pés-limpos, existe espaço, no estômago, para a baixa gastronomia? “Pastel de camarão com pimenta e uma cachacinha. Não resisto”. Em tempo: no Degusta, haverá uma parede de 10 metros de altura repleta de bananas. É só pegar e saborear.

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Exagero e pura autenticidade em poucos caracteres

Arquivo Pessoal

Em meio às disputas de celebridade por seguidores no Twitter, surgem alguns personagens que conquistam, nos curtos 140 caracteres, uma legião de fãs. Mirella Gomes, ou @LelaGomes, amiga da nata global e filha do diretor Rogério Gomes, o Papinha, tornou-se uma delas. “Não gosto do título de ‘amiga dos famosos’! Sou amiga de artistas assim como de médicos e jornalistas”, afirma. Escrachada e muito desbocada, a carioca de 23 anos não poupa nem mesmo seus amigos da sua falta de superego. “Eu falo tudo. Não tento ser engraçada. Os meus coleguinhas adoram frisar a minha (in)delicadeza, mas é algo tão natural que realmente não sei dizer de onde vem”. Produtora artística, Lela faz a alegria da galera que vara madrugadas no microblog. São fotos em mesa de bar, palavrões, twittadas etílicas e uma enxurrada de sinceridade. A fórmula? “Tendência é ser original e tentar responder seus seguidores fofos e bloquear os malas. Gafe é ficar pedindo para indicar e para seguir”.

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Madonna e a camisa da seleção

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Madonna está fazendo o governador Sérgio Cabral suar a camisa. A maratona do político nada tem haver com propósitos políticos e sim com um ato mais social, já que Cabral está empenhado em conseguir que todos os jogadores da seleção brasileira autografem uma camisa oficial canarinha para presentear a cantora até o fim de semana. Sabe-se lá qual a escalação do time...

Sim, Madge já tem um exemplar da blusa verde e amarela, mas essa terá um propósito maior: será leiloada e a renda revertida para a ONG SFK , a antes batizada Spirituality, que trocou de nome para tirar o aspecto religiosos do projeto.

A Rainha do Pop pretende deixar o Brasil com uma arrecadação de cerca de R$ 17 milhões, doados por empresários nacionais, que será destinado em formação e capacitação de profissionais. Um dos pontos altos da visita ao país rola na noite desta quinta-feira com o jantar na casa do empresário Eike Batista.

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Um homem de verdade

Divulgação

Lembra dos versos de Mário Lago? “Amélia não tinha a menor vaidade, Amélia é que era mulher de verdade”, pois então... Em Amélio, O Homem de Verdade o diretor Luis Antonio Pereira trocou os papeis e colocou os recém-casados, Amélio (Lucio Mauro Filho) e Fabi (Ana Karine) em crise conjugal logo após a lua-de-mel. Ela, ciumenta ao extremo, vive cercando-o por todos os lados. Já ele, é o Amélio, O Homem de Verdade, extremamente domado pela esposa.

O curta tem ainda a participação de Fernanda Pontes, que vive Marcela, a amiga oferecida de Fabi, e Xandi (Salvatore Giuliano), que interpreta o amigo fanfarrão de Amélio. A Eclectic Entertainment está negociando o conteúdo de Amélio, o homem de verdade para virar uma série de televisão em 2010.


Esse curta entra em cartaz hoje no Gig, em Ipanema, no projeto Curta O Gig, junto com Poema Sujo, de Nicolas Viggiani, com Ernesto Picollo e Transtorno, de Fernanda Teixeira.

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Confissões de um palhaço

Luis Doroneto

A edição desta quinta-feira do Noites de Parangóle leva para o palco da Fundição o palhaço Hugo Possolo, do grupo paulista Parlapatões, que apresenta o número Prego na testa. No monólogo, Hugo vive um animador de auditório que questiona e provoca o público a ter um comportamento mais ousado que o comum.

A adaptação do texto do americano Eric Bogosian com tradução, adaptação e direção do dramaturgo Aimar Labaki coloca Hugo na pele de nove personagens urbanos cujo humor nasce de seu próprio desespero. E foi com o mesmo espetáculo que Hugo recebeu uma indicação pro Prêmio Shell SP.

“Estes personagens estão ligados pelas mesmas preocupações e são vítimas de um mesmo descaso, sem ignorar que também são responsáveis pelas situações que enfrentam”, define o parlapatão.

Além do espetáculo, Hugo aproveita a oportunidade para lançar o livro Palhaço-Bomba, que reúne crônicas e artigos sobre a vida de palhaço.

Para quem não conhece o Noites de Parangolé, promovido pelo grupo Teatro de Anônimo, vale a oportunidade. Além do espetáculo convidado da noite, toda quinta o
evento abriga música, humor, circo e teatro. Com direção artística de Sérgio Machado e a participação fixa da banda Bole-Bole, com direção musical de Ricardo Cotrim, integrante do Cordão do Boitatá.

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Taylor Swift sem “imprevistos”

Reuters

Até ser interrompida por Kanye West no VMA, poucos conheciam Taylor Swift. Passado o lamentável episódio, o mundo não só descobriu sua música, como também a premiou. Taylor foi apontada como a Artista do Ano, no Country Music Awards, realizado nesta quarta-feira, em Nashville. No alto de seus 19 anos, a menina ganhou todos os prêmios ao qual tinha sido indicada na 43ª edição da cerimônia, levando os troféus nas categorias de cantora do ano, álbum do ano (Fearless) e vídeo do ano (Love story). Para comemorar, além do discurso , sem interrupções, a cantora aproveitou para chamar todos os componentes de sua banda para os agradecimentos.

Reuters

Reuters

O palco recebeu não só o show de Taylor como também as apresentações de Carrie Underwood e sua performance sensual para Cowboy Casanova e o grupo Lady Antebellum, que entoou Need you now com direito a chuva de papel picado.

Reuters

No tapete vermelho e longe de seu ‘habitat’, Nicole Kidman acompanhava o marido, o cantor country Keith Urban, que foi um dos premiados da noite.

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Lua Nova no céu de Madri

Reuters

Depois de Londres, Paris, Japão, etc... o elenco de Lua Nova aportou para Madri, onde compareceram a disputada pré-estreia do novo longa da saga Crepúsculo. Rob Pattinson, Kristen Stewart, Taylor Lautner e Rob Taylor chamaram a atenção de um público adolescente que se aglomerava na porta do cinema.

Reuters

Cheio dos chamegos, Kristen Stewart e Robert Pattinson preferiram se manter discretos diante dos flashes, observados bem de perto pelo diretor Chris Weitz. Do outro lado do Oceano, nos Estados Unidos, o elenco secundário do filme fazia um verdadeiro tour de divulgação pelos shoppings americanos.

Reuters

Vale lembrar que o filme chega aos cinemas do mundo todo no dia 20 de novembro.

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“O cara só quer encher o saco, não quer sua resposta”

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“Antes eu respondia às criticas. Hoje não quero ter que arcar com as conseqüências disso. Afinal, o cara só quer encher o saco, não quer sua resposta”.

É a declaração de Lucas Silveira, vocalista e líder do Fresno, sobre as criticas que recebe. A entrevista completa, parte de um perfil do cantor, poderá ser conferida na próxima edição da revista Rolling Stone, que chega às bancas na próxima semana.

Nas páginas da publicação, Lucas fala sobre carreira e comenta sobre o preconceito em torno do estigma estilo “emo”. No papo, que rolou durante uma sessão de tatuagem onde o vocalista do Fresno gravou em seu braço um cão decorado com uma flor de lótus, o cantor lembrou também das perguntas que o incomodam.

“E essas roupas? Que mensagem você quer passar? Cara, se alguém queria passar alguma mensagem com a roupa era o Ney Matogrosso”, desabafa e completa, “Quantas vezes sou xingado de viado estando com minha mina? Mas tu se acostuma”, revela ao falar sobre a confusão que se faz entre estilo e sexualidade.

Líder de uma banda de rock popular, Lucas acredita que a parceria feita em 2008 com Chitaozinho & Xororó abriu a possibilidade de novas parcerias.

“Nos anos 80, as bandas de rock preenchiam uma lacuna para o povo que hoje é preenchida por outros estilos, como o sertanejo. Agora que a gente chutou a barraca de tocar com o Chitão, poderia fazer um som com outros caras”, pontua.

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Onde você estava nessa hora?

De repente, não mais que de repente, o Brasil – grande parte dele – ficou às escuras. Assim, do nada, tiraram nossa luz. Madonna agarrou o Luz dela, por via das dúvidas. A gente foi para o Twitter para saber o que acontecia e ver, ao vivo, a revolução que aquele microblog de 140 caracteres pode proporcionar ao mundo contemporâneo. A troca de informações era constante – assim como as piadas. Nos mantínhamos informados e nos divertíamos, na medida do possível. Se serviu para algo, foi para provar que o Twitter serve, sim, para muitas outras coisas além de massagear egos. Já na redação, com a luz acesa, fomos à cata de amigos para saber onde estavam naquela hora.

Evandro Teixeira

Ana Carolina (cantora) – Em casa, na companhia da figurinista Sônia Soares e da empresária Marilene Gondim, fazendo a prova de roupa para o novo show. Pegamos uma vela e seguimos em frente.

Bruno Chateaubriand (empresário) – Jantava com André Ramos, no Fasano, ao lado da mesa de Madonna. Na hora, pensei: ‘Coitada. Vai ter de subir sete andares de escada’.

Smael Vagner (artista plástico) – Apagão? Pintei à luz de velas e lanterna. A inspiração não respeita o escuro.

Charles Möeller (diretor) – Estava em um hospital, em Botafogo, com parentes. Parecia um filme catástrofe. A distância entre o apocalipse e o caos total é nenhuma. O pouco que ficava sabendo era pelo Twitter: arrastão em Nilópolis, sequestro no Maracanã, prédios invadidos. O mundo moderno é todo eletrificado. Sem luz ainda somos tupinambás!

Alicinha Cavalcanti (RP) – No aniversário do Marcelo Tas, no Centro de Sampa. Fomos para a calçada e os drinques foram servidos ali.

Sérgio Marone (ator) – Lia o texto de uma peça com amigos. Imediatamente, entrei no Twitter.

Carlos Tufvesson (estilista) – No terraço de casa, observando o André (Piva), na piscina. De repente, a cidade ficou às escuras. Foi apocalíptico. A solução? Me agarrar ao Blackberry para monitorar as informações.

Glória Perez (dramaturga) – Estava em frente ao espelho com um batom à mão para retocar a maquiagem e sair de casa. Escapei por um triz do elevador. Atchá!!!!

Sabrina Sato (apresentadora) – Em casa, na aula de inglês, com a manicure, grávida de nove meses, pintando as minhas unhas. Ela continuou a trabalhar com lanterna e velas. Depois, chegou a depiladora acompanhada da filha. Depilou minha virilha segurando a lanterna. Todas dormiram lá.

Cássio Reis (ator) – Entrava no quarto de meu filho. E a modernidade me fez observá-lo à luz de celular.

Fernanda Paes Leme (atriz) – Eu tinha acabado de chegar em casa, dei sorte de não ficar presa no elevador. Não achei minha chave na bolsa, porque eu tinha esquecido na porta. Toquei no apê do Eri Johnson, meu vizinho, que tinha recuperado a tal chave esquecida. Assim que cheguei na varanda da casa dele, vi que a Barra estava um breu. Parecia cena de filme de terror.

Aluizio Abranches (cineasta) – Eu estava em casa chorando, mas não era por medo de escuro. A escuridão até que caiu bem e comecei a meditar quando as luzes apagaram.

Léo Moura (jogador) – Jantava em um restaurante, na Barra, com amigos. As luzes se apagaram logo depois que o nosso pedido chegou. Comemos à luz de celulares.

David Brazil (promoter) – Fazendo amor! Eu já estava no clima e de olhos fechados. E a gente continuou, né? Estávamos no meio do vuco-vuco. Quando terminamos, abrimos a cortina e vimos a Barra da Tijuca toda escura! Pensei: ‘Olha o que nós causamos!’.

Rafinha Bastos (repórter do CQC) – Eu estava na academia do meu prédio fazendo exercício. Levantava um peso quando acabou a luz do mundo. Imaginei: ‘Eu sou muito forte mesmo. Usei a energia do planeta para levantar esse peso!’.

Elke Maravilha (Elke) – Conversava com amigos, em casa, e tomávamos cachaça. Virou cachaça à luz de velas. Foi uma delícia do mesmo jeito. Eu sou da roça, fui criada à luz de lamparina. Eu não estou preocupada com luz elétrica, mas com a alma das pessoas!

Marcelona (performer) – Praguejava muito no meu quarto, aqui, em São Paulo, enquanto procurava um radinho à pilha para ouvir o tamanho da encrenca!

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Cinco perguntas para... |Eugene Hütz

Greg Salibian

Falando inglês com sotaque ucraniano, Eugene Hütz, vocalista do Gogol Bordello, conversou com a coluna, anteontem, horas antes da banda se apresentar no Festival Indie Rock, em SP – o grupo faz show, logo mais, na Fundição Progresso. Durante o papo, o músico soltou gírias em carioquês e falou sobre seu amor ao Rio, onde mora há dois anos. Vamos conferir?

Você já tocou no Tim Festival 2008 e em festas, no Rio. O público brasileiro é punk?

Ele não precisa ser punk, só precisa ser brasileiro. É o melhor público que conheço. Os brasileiros têm espírito musical. Há muitos ritmos diferentes no país e esse mix o transporta ao desconhecido.

Por que se mudou para o Rio?

Sempre quis conhecer o Brasil. Quando tive a chance, arrumei minhas malas e vim com o amigo Mano Chao. Ele me levou para ver o Carnaval em Pernambuco e, depois, no Rio, conheci a Lapa. Me apaixonei e encontrei meu lugar.

O que achou do Rio ter sido escolhido para sede das Olimpíadas de 2016?

Fiquei preocupado. Muita coisa mudará, só espero que não seja para pior. Não quero um Rio institucionalizado e globalizado. Espero que ele não perca sua essência.

O próximo disco do Gogol Bordello, que sai em fevereiro, trará influências brasileiras?

Claro! Mas não serão referências óbvias. Ainda é a nossa música, mas com texturas brasileiras. Para os fãs roqueiros entenderem a evolução da banda, o CD se chamará Brazilian album. As letras serão em português, no ‘cigano maluco malandro style’.

Você sente falta da Ucrânia?

Tudo que eu preciso de lá, carrego no coração: a música. O país está arruinado geográfica e politicamente. Pode soar estranho, mas não sinto a menor falta do meu país.

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Vão-se os dedos, ficam os anéis

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Rihanna não repete roupas nem cortes de cabelo, mas jóias... Na entrega do título de A Mulher do Ano, na premiação da Glamour Magazine, segunda-feira, no Carneggie Hall, em NY, ela usou um vestido exótico, branco, com dobraduras; um cabelo louro com um topete meio Hebe Camargo; e, nos dedos, quatro anéis da coleção Stars, da H.Stern. Os mesmo que ela já havia exibido nas primeiras filas dos desfiles parisienses. Cada um custa a bagatela de R$ 9.930, é feito em ouro 18K com diamantes. Rihanna exibiu ainda um par de brincos solitários, de platina com diamantes, da coleção Celebration. os brincos eram inéditos.

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Ecobags do Bem

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Primeiro a meninada das ONG ACTC - Associação de Assistência à Criança e ao Adolescente Cardíacos e aos Transplantados do Coração de São Paulo pinta, borda e solta a criatividade.

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Depois, as costureiras do Ofício Moda, comandadas pela estilista Danielle Jensen, pegam o trabalho dessa garotada e transformam em bolsas.

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Por último, a grife Maria Bonita coloca pra vender as peças em suas lojas no Rio. O coquetel acontece nesta quinta-feira, na loja do Rio Design Barra. Vale lembrar que toda a renda arrecadada com as vendas irão para as ONGs ACTC - Associação de Assistência à Criança e ao Adolescente Cardíacos e aos Transplantados do Coração de São Paulo e Ofício Moda.

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Bonito e vaidoso

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Um coro de mulheres concordarão de que ele não precisa de ‘nada disso’ para se manter bonito, mas Leonardo Di Caprio anda gastando grandes quantias para se manter um galã aos 35 anos. De acordo com os vendedores da loja Revolutionary Road Star, uma loja de cosméticos em Los Angeles, Leo teria gasto uma quantia de aproximadamente U$ 1,4 mil com máscaras, hidratantes, cremes de olho, loções, sabonetes e tonificantes no último mês.

Ao ser perguntado sobre preferências de determinados produtos, o ator disfarçou e falou apenas que estava comprando um presente para um amigo. Os vendedores contam ainda que Di Caprio não parava de perguntar sobre rugas.

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Das lembranças para as joias

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Depois de estrear no Joia Brasil, durante o Fashion Business, a designer Emília Rondini abre, nesta quarta-feira, seu atelier, na Barra. A coleção Rendas, inspirada em bordados e babados como fonte de pesquisa e inspiração com tramas, vazados, estampas e texturas em maxi braceletes, brincos, anéis e pendentes com diferentes interferências e detalhes exclusivos.

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Mas são as lembranças da infância que falam mais alto na criação de Emília, que observava a avó bordando e transformar linhas em rendas. A paixão pelo universo das jóias veio de uma pausa em sua carreira de executiva para se dedicar à maternidade. Foi quando, em um curso de joalheria, sua paixão pelo metal falou mais alto. Em suas peças, o ouro e a prata transformam-se em jóias com design contemporâneo e autoral, no qual cada pedacinho de fita, bordado, renda e laise tem uma história para contar.

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Beleza natural

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Gabriela Duarte, Carla Albuquerque e Déborah Ascenção

Nessa semana a Apoema , do grupo Iah Cosmetics, lançou uma nova linha de beleza e cuidados com a pele em uma parceria com a ONG Rancho dos Gnomos, reserva ecológica que cuida de animais silvestres em situação de risco. Em um coquetel beneficente, em São Paulo, Gabriela Duarte, apoiadora da instituição e a atriz Déborah Ascenção, estrela da linha Fruits, prestigiaram a iniciativa.

Os produtos naturais e a criação de um produto socioambiental exclusivo, a Água Perfumada para Ambientes Capim Santo, são algumas das ações da Apoema em prol do Rancho dos Gnomos. A renda obtida com a venda dos produtos que levam o selo será 100% revertida para o Rancho dos Gnomos.

“ O selo Preserva essa pegada firma o compromisso da empresa com o meio ambiente. Na fabricação de nossos produtos não testamos nada em animais, essa é uma responsabilidade que todos deveríamos ter”, afirma Carla Albuquerque Strafacci, diretora da Apoema.

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Mesmo no escuro, um pouco de poesia

Todos sofreram um pouco com o apagão na noite desta terça-feira, mas o diretor Tiago Lins conseguiu ver uma luz... Instalado em seu apartamento no Alto Leblon, no Rio, Tiago soube via Twitter que o problema não era uma exclusividade carioca.

Durante a escuridão, uma câmera ficou ligada e aos poucos, enquanto a luz voltava, era possível acompanhar Botafogo, Humaitá, Leblon, Gávea e o resto do Leblon voltando a ser iluminada.

O vídeo já é um hit na web.


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Fashion on Board

Vera Donato
Flávia Sampaio e Eike Batista

A tarde ainda estava quente e as convidadas chegavam aos poucos para conferir a segunda edição do Fashion on board, no Pink Fleet, nesta terça-feira. O iate de Eike Batista se transformou em uma passarela com diversos desfiles beneficente em prol do Instituto Consciência, que trabalha no combate ao analfabetismo no Rio de Janeiro.

Antonio  Kämpfee
Adriana Anselmo,primeira-dama do Estado do Rio e Ana Paula Sadala

Vera Donato
Luciana Pittigliani

Vera Donato
Monique Alfradique,Bianca Marques e Jane Rose

Idealizado por Flávia Sampaio, este ano as marcas Maria Bonita Extra, Pricci, Bianca Marques, Bumbum, Martu e Basthianna reuniu um time de atrizes e modelos para cruzar a passarela armada no convés.

“Estamos muito felizes em realizar mais essa edição do Fashion On Board, que confirma que a moda, além de todo o glamour, também pode e deve colaborar com a sociedade, principalmente através da educação”, comemorava Flávia.

Antonio  Kämpfee
Taty Meyer pela Bumbum

Antonio  Kämpfee
Lívia Rossi para Bastiana

Antonio  Kämpfee
Ana Paula Tabalipa para Bastiana

Antonio  Kämpfee
Bruna di Tulio para Bastiana

Os convites, vendidos por R$ 150, financiarão projetos do Instituto Consciência voltados para educação e cidadania através de iniciativas com professores capacitados - que trabalham na creche Centro Educacional Cantinho da Natureza - e oferecer também atividades extracurriculares para crianças e adolescentes do Morro dos Cabritos, em Copacabana.

Vera Donato
Marcelle Bittar recebe os ajustes de Bianca Marques

Vera Donato
Michele Birkheuer para Bianca Marques

Vera Donato
Camila Alves para Bianca Marques

Vera Donato
Jorge Vercillo

Um pocket show do cantor Jorge Vercillo encerrou o evento. O chef holandês do navio Pink Fleet, Gabriel Fleijsman, preparou um menu contemporâneo no melhor estilo finger food especialmente para a ocasião: salmão defumado com mousse de lagosta em pão de centeio; carpaccio de filé mignon em crostini com óleo de trufas e parmesão; tartelete com foie gras e laranja confeitada; massa de filó com cogumelos japonês em molho de ostras e gengibre; colher de risoto de bacalhau com azeitonas, entre outras delícias.

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Eles pintam Madonna & cia

Ana Colla

Para que falar só de Madonna, quando o Rio recebe outras tantas delícias? Anteontem, além do show da rainha da disco Donna Summer, foi inaugurada a expô Pierre et Gilles: A Apoteose do Sublime, no Oi Futuro, no Flamengo, como parte das comemorações pelo Ano da França no Brasil. Um mix de religião, nudez, culturas pop e gay. Imperdíveis as obras dos franceses Pierre Commoy e Gilles Blanchard. Pela primeira vez na América Latina, os artistas, companheiros desde 1976, expõem 26 quadros, entre eles, Saint Sébastien de La Guerre, criado especialmente para a mostra do Rio, e Legend, um retrato de Madonna.

O Rio foi escolhido, mundialmente, como melhor destino gay, mas ao mesmo tempo o país espera a aprovação de lei contra homofobia. Vocês sentiram este contraste?

Pierre: Nós não enxergamos o brasileiro como um povo preconceituoso, ao contrário, fomos muito bem recebidos em todos os lugares.
Gilles:A homossexualidade é linda, deve ser retratada com naturalidade e foi a forma como fomos recebidos aqui.

O que mais os atraiu no Brasil?

Gilles: A religião é muito influente, existe uma diversidade grande de crenças Brasil afora e isso nos chamou a atenção. Além das pessoas sempre felizes. Tudo o que vimos por aqui, certamente, servirá de inspiração para as nossas próximas obras.

Como foi fotografar Madonna?

Gilles: A Madonna, assim como todos os outros artistas que já fotografamos, foi quem nos procurou. Estivemos com ela algumas vezes, nos encontramos até em um circo, mas não temos nenhuma ligação com ela e nem com a vinda da cantora ao Rio.
Pierre: Geralmente é assim que acontece, nós não procuramos celebridades, procuramos pessoas de diferentes cores, religiões. As celebridades é que nos procuram para serem retratadas.

Algum brasileiro que vocês gostariam de transformar em arte?

Pierre: Adoraríamos ter algum brasileiro entre as nossas obras, mas não necessariamente grande personalidade. O São Sebastião da foto é um modelo brasileiro chamado Jaime. Nós gostamos de pessoas, gordas, magras, altas, baixas, que caibam bem na nossa proposta. Pode ser um jogador de futebol famoso, alguma personalidade ou uma criança de rua.

Como é misturar religião, homossexualidade e nudez?

Gilles: Nossa intenção é surpreender, mostras as diferenças que devem ser respeitadas e nós não falamos de nenhum assunto religioso a esmo. Fazemos uma pesquisa muito forte nesse sentido, contamos apenas partes da história.


Reinações de uma dupla fervida na cidade

Pierre e Gilles chegaram ao Rio, no sábado, e seguiram para o Marina All Suites, onde ficam hospedados até o fim de semana. No domingo, Marcus Lontra, curador da mostra, os levou a Niterói, atravessaram a ponte, foram ao MAC e terminaram o dia no Porcão, da Praia de São Francisco. Os dois, tal qual Donatella Versace, compraram bolsas no camelô com motivos brasileiros. Praticamente umas Gilson Martins fakes. Gilson, aliás, esteve no vernissage, e soube da história pelos próprios artistas.

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10 programas para Madonna fazer enquanto está no Brasil by Evandro Santo (http://ovulando.virgula.uol.com.br)

CPDoc JB

1- Encontro dos Rios Negro e Solimões vestindo biquínis Rosa Chá.

2- Conhecer, ao lado de Ivete, um bom terreiro de candomblé, em Salvador, e, depois, ir ao restaurante Iemanjá, usando uma criação by André Lima e Jesus todo de Reserva!

3- Conhecer as termas de Araxá, tomar o banho de lama de Dona Beja, trajando um lindo maiô Lenny e, depois, fazer amor com Jesus toda lambuzada de doce de leite, mamão e abóbora.

4- Se jogar toda louca em Fernando de Noronha, usando biquínis da Paola Robba e, depois, ver estrelas, com Jesus nu, ao seu lado.

5- Passear com rasterinhas da Arezzo e vestido Carlos Tufvesson por Paraty e comer uma boa galinha à cabidela.

6- Se jogar no meio do povo no Love Story, em Sampa, usando vestido curto e brilhantes da Pirilena Lacerda, tomando champa e no final, ao amanhecer, comer dogão com Jesus, em frente ao Copan.

7- Ir ao ensaio na quadra da Mangueira e aprender a sambar e já pegar alguns bailarinos para a próxima turnê. Roupas da Daspu. E se tiver o vestido pink Geisy, melhor.

8- Fazer o passeio de nas dunas de Natal, ao lado de Jesus, Sabrina e Fabio Faria, e, obviamente, pedir o seu passeio com muita emoção.

9- Conhecer todas as igrejas barrocas em Ouro preto e provar, sem medo, o tutu e frango com quiabo, vestida com modelito Ronaldo Fraga.

10- Se jogar na The Week Sampa e ferver com Dori Neto, Helinho Calfat, Caio Fischer, Betinho Pacheco e Andre Almada, e ser gongada, de brincadeira, por Marcelona!

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À mesa com Madonna

O que Madonna dá, Madonna tira. Foi isso que aprenderam os fãs + fotógrafos + repórteres aglomerados, anteontem, em frente ao Sushi Leblon, onde a cantora foi jantar com Jesus Luz; Peterson Ibrahim, agente do DJ; e Michele Alves, mulher de Guy Oseary, sócio da cantora. Os ‘madoníacos’ não acreditaram quando a rainha do pop resolveu dar uma saidinha, às 21h20, para comer uma comida japonesa, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Foram todos correndo para a porta do restaurante à espera do momento em que ela sairia e daria um tchauzinho simpático. Mas não foi bem o que se passou. Uma hora e dez minutos depois da chegada da loura ao Sushi Leblon, dois PMs reuniram os paparazzi para combinar uma partida civilizada. Os seguranças formariam um cordão de isolamento entre a porta do restô e a do Mercedes. E os fotógrafos não seriam impedidos de clicar. Tratado feito? Tolinhos... Enquanto todos aguardavam a cabecinha loura aparecer à porta, Madonna, sorrateiramente, saiu pela porta lateral, da varanda. Quando o pessoal se deu conta, a musa já estava aconchegada no carro a caminho do hotel Fasano. Ou melhor, do terraço do hotel, onde deu uma volta, antes de dormir.

Quando chegou ao restaurante, porém, Madonna não pôde escapar dos olhares indiscretos dos clientes das outras mesas e não pareceu contente com o assédio. A diva ficou instalada no fundo do restaurante, que, como disseram os funcionários do local, estava “reservado”. Uma senhora pediu aos seguranças para falar com Madge e recebeu um “não” como resposta.

As cortinas do estabelecimento permaneceram fechadas enquanto a estrela jantava. Nas janelas da varanda, nas quais não havia cortinas, foram colados papéis brancos. Funcionários contaram que receberam um alerta sobre a visita poucas horas antes.

Na mesa de Madonna, foram pedidos enrolados de salmão com queijo de cabra e flor de capuchinho e, para beber, saquê. “Comeram o que todo mundo come”, disse um garçom.

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‘The Queen is back’

Heloisa Tolipan

“Cheguei ontem e vi a praia lotada. Como gostaria de viver aqui”, disse a diva da dance music Donna Summer, logo no início do show da turnê do álbum Crayons, no Citibank Hall, anteontem. Hospedada no Copacabana Palace, ela sentiu o Rio 40 graus fervendo, literalmente. Depois de cantar The queen is back, a sorridente Summer disse: “Hoje em dia é difícil ser uma diva. Preciso trabalhar muito para isso”. O público não parava de gritar: “Diva!!!!”. E ela contou que, em sua casa, na Flórida, lembrou-se dos dias de alegria de suas vindas ao Brasil. “E assim nasceu Drivin down Brazil, que eu apresento em primeira mão”. Enquanto Donna Summer cantava a música, mix de bossa nova e samba, três bailarinos, vestidos tal qual malandros da velha Lapa, tentavam mostrar uma ginga à carioca. E entre um revival dos 70's e uma nova canção, ela chorou. Sim, a diva chorou. Foi no momento em que homenageou o amigo Michael Jackson. “Minha maquiagem ainda está no lugar?”, perguntou com o lencinho à mão. E cantou Smile, composta em 1936 por Charlie Chaplin: “Era a música preferida de Michael”.

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Dobradinha brasileira na GQ

Gavin Bond

Elas cresceram, viraram tops e angels da Victoria Secret’s e agora estão juntas em um editorial para a revista GQ. Lindas, sensuais, provocativas e uma infinidade de adjetivos, Alessandra Ambrósio e Ana Beatriz Barros poderão ser vistas lado a lado em poses, caras e bocas na edição de dezembro com fotos de Gavin Bond.

Gavin Bond

Sobre o editorial ainda, duas curiosidades:

Uma- O ensaio foi feito em Miami, em 2008, mas só agora as fotos serão publicadas. O trabalho marcou a volta de Alessandra ao trabalho depois do nascimento de sua filha, Anja.

Dois: Sem muitas novidades... o figurino é todo assinado pela marca.

Gavin Bond

Gavin Bond


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Brasilia Top Premium 2009 e o glamour da França

Colaborou Antonio Jotta

Marri Nogueira e Ariel Costa
O anfitrião Erickson Blun,com o Secretário de Saúde do DF Augusto Carvalho e osuperintendente da Amil, Moacir Zanatta

O ballroom do Brasil 21 foi cenário, no fim de semana, da festa de entrega das homenagens do Brasília Top Premium 2009. Erickson Blun, superintendente do Hospital Brasília e anfitrião do evento, cumpriu muito bem sua promessa de uma noite deslumbrante à altura dos que foram convidados. George Zardo, arquiteto responsável pela ambientação, nos transportou a uma França histórica. Detalhes em vermelho, com inúmeros candelabros e homens e mulheres vestidos tal qual Napoleão Bonaparte, Maria Antonieta, Luiz XV, Renoir e Joana D’Arc recepcionavam os convidados, à entrada, e nos levavam a uma viagem à França. A vip list ficou a cargo de Tiago Correia.

Marri Nogueira e Ariel Costa
Cloves Nunes, Cláudia Galdina, Tiago Correia e Ana Leão

Marri Nogueira e Ariel Costa
Frederico e Jaciara Costa, com o vice-governador Paulo Octávio

Marri Nogueira e Ariel Costa
Olivier Anquier,MC do evento, com o casal Jair Evangelista e Jane Godoy e Antoine de Rosseli,da Air France

No início da solenidade, um balé inspirado em Moulin Rouge. Depois, a cerimônia foi conduzida pelo francês super charmoso e carismático radicado no Brasil, Olivier Anquier. Durante a premiação, anunciada pelos artistas da Caixa Cênica que representaram muito bem seus personagens, a emoção e carinho vindos do anfitrião se deixavam mostrar. Autoridades, high society e ilustres da cidade acompanharam tudo. Presenças marcantes de Paulo Octávio, vice-governador do DF, Augusta Lobo, a “baronesa” Lucia Itapary, o designer de jóias Antönio Henrique festejaram como se estivessem no Palácio de Versalles.

Marri Nogueira e Ariel Costa
Glória Gomes, Mônica Almeida e Simone Lourenço

O auge da festa ficou por conta, sem dúvida, de Bibi Ferreira, a grande dama do teatro brasileiro. Ela subiu ao palco cantando La Vie en Rose, e emocionou a todos com sua voz radiante e com as histórias sobre a vida de Edith Piaf. “Nuit de la Santé” com certeza é uma boa denominação feita pelo Dr. Erickson Blun, anfitrião da festa, para a noite que celebrou com muito charme a saúde em Brasília.

Marri Nogueira e Ariel Costa

Enchanté!

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Christian Serratos posa para o PETA

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Aos 19 anos, conhecida do público teen como Angela Weber pela participação nos filmes Crepúsculo e Lua Nova e a alcunha de “mais jovem a entrar para a campanha” do PETA, Christian Serratos tirou toda a roupa para reafirmar o propósito da ONG: “Eu prefiro ficar nua a usa pele”!

O cartaz ainda traz a mensagem: “animais mortos por causa de sua pele são eletrocutados, afogados, espancados e muitas vezes depenados vivos. Por favor, não use pele”.

Assim como Charlize Theron e Eva Mendes, que já participaram da campanha do PETA anteriormente, Christian irá ganhar novos fãs após essa campanha...

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Bad Romance: o clipe

Ouvir, muitos já tinham ouvido, mas ver... só agora! Caiu na rede nesta terça-feira o novo clipe de Lady Gaga, Bad Romance. E já estreeou nas paradas da Billboard entre as 10 mais! Nos Estados Unidos, a canção estreou na nona posição e continua com Paparazzi no sexto lugar. Na parada britânica, a 10ª colocação.

Bad Romance faz parte do CD The Fame Monster que será lançado no próximo dia 23, ao lado de Dance in the dark. O clipe foi dirigido por Francis Lawrence.

Só um lembrete: o capítulo em que Lady Gaga participa de Gossip Girl irá ao ar na TV americana no próximo dia 16.




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Dançar ao negro toque do agogô

Edgar de Souza

"Já pintou o verão
Calor no coração
A festa vai começar
Salvador se agita
Numa só alegria"


Como os versos da canção Baianidade Nagô, de Evandro Rodriguez nos lembra, o Carnaval na Bahia se aproxima e com isso, os ensaios de blocos se multiplicam. Nesta segunda-feira foi a vez do Cortejo Afro animar a Praça Tereza Batista com a presença de parte do elenco de Ó Paí, Ó e canções que prometem agitar a multidão em fevereiro.

Com toda a alegria, cor e vibração que o grupo pode proporcionar. O maestro Zeca Freitas aproveitou a ocasião para homenagear o inventor do samba-reggae, Neguinho do Samba, dedicando a ele a mais nova canção do grupo, Liberdade.

Fique com um pouco dos flashes dessa noite mágica...

Edgar de Souza
Valmir Brito e Marquinhos Marques

Edgar de Souza
Cláudia Costa

Edgar de Souza
Marquinhos Marques

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Rihanna é eleita a mulher do ano

Reuters

Teve um pouco de tudo na 20ª edição do prêmio Women of the Year Awards, realizado nesta segunda-feira, em Nova York. Concebida pela revista Glamour, a premiação homenageia mulheres que se destacam em diferentes áreas e que dão contribuições importantes para os mais diversos segmentos da sociedade.

Reuters

Na área dos esportes, a tenista Serena Williams foi escolhida por usar sua para pagar os estudos universitários nos EUA além de financiar uma escola secundária no Quênia. A estilista Stella McCartney foi elogiada não só por suas criações, que não usam pele nem couro, como por militar a favor da causa vegetariana e em defesa dos animais.

Reuters

Na área de políticas para as mulheres, a primeira dama Michelle Obama, por ser considerada uma “mentora de novas gerações” e a primeira dama da Califórnia por ser apontada como uma liderança e converter seu papel. Além de Susan Rice, a primeira embaixadora afro-americana dos EUA na Organização das Nações Unidas (ONU), que trabalha para priorizar as necessidades das mulheres na agenda americana na ONU.

Reuters

As jornalistas Laura Ling e Euna Lee foram presas na fronteira da China ao denunciar sobre norte-coreanas que cruzavam a fronteira para fugir da fome, a escritora, educadora e ativista dos direitos civis Maya Angelou, a pediatra Jane Aronson e Marissa Mayer, uma das cabeças por trás do sucesso do, além da comediante Amy Poehler , citada como inspiração para meninas.

Reuters

Mas a grande homenageada da noite foi Rihanna. Depois de ser agredida pelo ex-namorado Chris Brown, a cantora passou a militar contra a violência doméstica. O prêmio veio semanas depois da entrevista concedida à Diane Sawyer no programa Good Morning America, da ABC. E sabe como o ex-namorado reagiu? Em entrevista ao The Gardian, declarou:

"Apesar de respeitar o direito da Rihanna de discutir os acontecimentos de 8 de Fevereiro, continuo a dizer que todos os detalhes devem permanecer um assunto privado entre nós. Agradeço o apoio dela e desejo-lhe tudo de bom. Estou muito arrependido do que fiz e aceito as conseqüências dos meus atos. O abuso, seja ele de que ordem for, é sempre errado. O resto, deixo nas mãos de Deus".

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São Paulo: terra de todos os rocks

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Catarse – Iggy Pop colocou alma e bumbum para fora


Na saída do Planeta Terra Festival, que rolou sábado, no Playcenter, na capital paulistana, só se falava na confusão que se passou no palco, durante a apresentação de Iggy Pop and The Stooges, quando o roqueiro autorizou a invasão do espaço pelos fãs e a manifestação saiu do controle. Iggy Pop, porém, não pareceu ligar para o ocorrido: “Aquilo foi amor. Sem dúvida, a melhor parte do show”, disse, depois da apresentação. E sobre os tabefes que os seguranças da empresa Homens de Preto deram nos fãs para expulsá-los do palco? “Bom... eles demoraram um pouco para tirar o pessoal de lá”, foi a resposta do tranquilo Iggy. Ainda no pós-show, a lenda do rock falou que não sente que a apresentação levou o público de volta aos anos 60. “Pelo contrário, sempre fomos vanguardistas e acredito que levamos as pessoas para frente, direto ao século 21. Somos perigosos”, declarou. Para provar que são mesmo perigosos (ou por pura fanfarronice), Iggy decidiu apresentar os músicos da banda com um currículo pouco usual: “O baterista começou na maconha e depois foi para substâncias mais pesadas. O saxofonista prefere LSD...”, e assim por diante.

Assim que o show cheio de experimentações do Sonic Youth terminou, a banda foi direto para o camarim comer... pizza! De queijo, calabresa e cogumelos, segundo nossas fontes. Depois da refeição, foi a hora do guitarrista Thurston Moore falar sobre os 10 modelos de guitarra que foram utilizados na apresentação. “A guitarra pode fazer qualquer coisa que você quiser. Como não sei tocar direito, invento maneiras diferentes de fazer o meu som”, disse o modesto Thurston, que tem sua assinatura em um modelo de guitarra (azul e verde) da Fender. O roqueiro ainda contou que, no dia anterior, todos da banda haviam assistido ao show de Caetano Veloso: “Tenho todos os discos dele, por isso foi emocionante vê-lo ao vivo. Depois, fomos ao camarim para conhecê-lo e Caetano disse à Kim (Gordon, vocalista) que ela era a mulher mais bonita que ele já havia conhecido. Não sei se ele sabe que a Kim é casada!”.

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Videoremix – N.A.S.A. foi documentado por Spike Jonze

Enquanto o brasileiro Zegon (nativo de SP) e o americano Sam Spiegel, mais conhecidos como o N.A.S.A., colocavam o público para ferver com os primeiros remixes, Spike Jonze (irmão de Sam) filmava tu-di-nho. De cima do palco, o diretor usou uma pequena câmera digital para registrar os primeiros momentos do espetáculo. Documentário a caminho? Em tempo: depois de curtir (e filmar) o show do N.A.S.A., em Porto Alegre, na quinta-feira, o cineasta foi direto para SP, onde, na sexta-feira, passou a noite bombando no clube Glória, na comemoração do aniversário de seu brother.

As meninas do Cansei de Ser Sexy fizeram questão de ressaltar que estavam lá para “prestigiar os queridos amigos do Primal Scream”, com quem já tocaram em festivais ao redor do mundo. “Nos conhecemos em 2004, no backstage de algum festival e, hoje, posso dizer que somos amigos para a vida toda”, disse Gary ‘Mani’ Mounfield, baixista da banda escocesa, sobre Luísa Lovefoxxx, vocalista do CSS. Mani ainda contou que as vendas do CD mais recente do grupo, Beautiful future, não vão bem: “E olha que é nosso disco mais pop, apesar de sarcástico. Não acreditamos em um futuro bonito”.

Sintoma da vida pós-contemporânea: além das credenciais para a imprensa, a organização do Planeta Terra distribuía os crachás também para os blogueiros. Nos passes, eles eram identificados assim mesmo, como “blogueiros”.

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O escolhido e o momento da criação

Jesus Luz chegou no domingo à cidade e, depois de dormir a viagem toda, teve insônia. Ontem, pegou o jatinho que ia buscar a amada em São Paulo e foi ao encontro da diva. Foi bate e volta. Chegou a São Paulo, pegou Madonna pela mão e vieram para o Rio no mesmo jatinho. Já no Fasano, Madonna decidiu descansar um pouco e Jesus foi bater pernas. Foi malhar em uma academia, voltou ao hotel, tomou um banho, e seguiu para o estúdio onde grava sua nova música: Sweet mistery. “É um electro house com vocais”, contou a para gente nosso orgulho iluminado. Os vocais são de Emily, dançarina da nossa diva. E como ele conseguiu entrar e sair duas vezes do Fasano sem causar grandes confusões? “Foi tranquilo, sem dramas”, enfatizou. O único problema que Jesus teve até agora foi com o calor. No estúdio, o ar condicionado estava quebrado. Draminha com esse Senegal lá fora, né?

Prince

EXCLUSIVO: QUATRO PERGUNTAS PARA| Jesus Luz

Melhor e pior situação da vida de DJ até agora?

Melhor momento foi no Green Valley, em Camboriú, em Santa Catarina. O instante em que eu subi na mesa de som, abri os braços e vi a minha frente mais de 90 mil pessoas. Foi histórico! O pior momento foi quando tive um problema técnico no aparelho, no meu computador. Deu uma travada, mas voltou em seguida.

Quais DJs brasileiros que curte?

Felguk (Felipe Lozinsky e Gustavo Rozenthal), a dupla que fez um dos remixes de Celebration e Bad2k, que é daqui do Rio.

O tempo que você está no exterior rolou de apresentar a nossa música para os gringos?

A música brasileira tem muita força e eu carrego isso dentro de mim para onde eu vou. Além da música eletrônica, que se produz aqui, que é sensacional, ouço muito o Caetano Veloso.

E a carreira de modelo? Continua paralelamente a sua ascensão como DJ?

Por que não continuaria? Tenho muito prazer trabalhando como modelo também.

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Madonna está entre nós... e com Jesus!

Pierre et Gilles
Sincronicidade – Uma das obras da exposição de Pierre et Gilles, inaugurada ontem, no OI Futuro, teve Madonna como modelo. O quadro chama-se Legend

A camiseta baby look do Afro Reggae já estava separada e Vigário Geral de prontidão para uma possível visita de Madonna. O Twitter da ONG já bombava de comentários sobre o encontro do cantor do Afro Reggae, Anderson Sá, com a diva pop engajada em projetos catalisadores para uma mudança social. No entanto, no início da tarde de ontem, Altair Martins, presidente do Afro Reggae, recebeu o comunicado que Madonna lamentava, mas o encontro estava cancelado em função da agenda lotada. “Quem sabe em dezembro, quando a cantora retornar ao Brasil”, disse Altair. “Claro que rola uma frustração”, acrescentou Anderson Sá. Foi conferindo o documentário Favela Rising, dirigido por Jeff Zimbalist e Matt Mochary, cineastas premiados no Festival de Cinema de TriBecca, que Madonna se interessou em conversar com a figura central do filme, Anderson Sá, morador de Vigário Geral. Ele chegou no limiar de se tornar um criminoso, mas, ao conhecer as oficinas do AfroReggae, mudou de rumo.


Anderson Sá

Madonna desembarcou no Rio, às 11h procedente de São Paulo, em um avião particular. A comitiva da cantora foi escoltada até o Fasano, em Ipanema, por batedores da Polícia Militar, uma deferência do governo a chefes de Estado, políticos e personalidades internacionais. Madonna está ocupando a suíte DeLuxe, no valor de R$ 5.950, a diária. Uma das 10 melhores suítes do mundo de acordo com a revista Elite Traveller. São 130m², sala de estar com bar privativo em ônix, quarto e banheira com vista panorâmica. A cama tem lençóis egípcios de 300 fios e travesseiros de plumas de ganso.
Outro integrante do clã Madonnístico que está pela cidade, esse há quase uma semana, é o ator/modelo/personal trainner Joshua J. Holland. O negão daqueles de tirar o chapéu disse, em seu Twitter, que veio a trabalho e para um pouco de diversão. “Estou amando o Rio. Já tomei caipirinhas e comi casquinha de siri. O calor é que está inacreditável”, decretou o personal trainner de Jesus, que tem só 24 anos! “Estou muito feliz de ter você na país”, disse Jesus, em seu Twitter, para o amigo. “Eu também”, retrucou. Ah, antes que eu me esqueça, nós também estamos excitadíssimos com esse basfond todo.


Joshua J. Holland


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Elenco de Despertar da primavera faz festa

Popó Gonçalves

Para comemorar as 50 apresentações e o sucesso do musical O Despertar da primavera, um agito foi oferecido para o elenco, fãs e equipe do espetáculo neste domingo, no Cinematheque. A turma saiu do teatro e foi direto pra festa que contou com a presença do diretor Charles Möeller e do maestro que acompanha o elenco em cena.

Embalada pelo som da banda Lagrima Flor, que tem como vocalista Lua Blanco, uma das integrantes do musical, o público viu muita gente soltar o gogó, como Alice Motta, Estrela Blanco, Eline Porto, Letícia Colin, além de Rodrigo Pandolfo, que fez um dueto com Lua.

Mas o que fez todos arrepiarem foi quando Lua chamou ao palco todo o elenco do musical. Primeiro, Felipe de Carolis fez o solo de Hey Jude, enquanto os atores fizeram o coro. Depois, todos cantaram trechos de músicas do Despertar (um medley de Mama who Bore Me, The Bitch of Living e Totally Fucked), fechando a noite.

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Linda e moderninha

Reprodução

Aos 46 anos, com corpo de dar inveja em meninas com a metade de sua idade e carreira prestigiada, Demi Moore estampa a capa da revista W de dezembro. Na entrevista de seis páginas, a atriz fala sobre seu relacionamento com Ashton Kutcher.

“Eu certamente não sou a primeira pessoa a ter um relacionamento com um homem mais jovem, mas de alguma forma eu sou vista como uma garota-propaganda. Eu não sei por que isso acontece. Eu prefiro ser chamada de Puma", afirma.

Reprodução

Sobre o uso do Twitter para transformar a sua imagem pública:

"As pessoas estão muito mais interessados no que tenho a dizer diretamente. E realmente mudou toda a dinâmica que eu tenho com os fãs... Eles estão começando a ver quem eu sou", observa.

Sobre a sua carreira:

"A parte frustrante é que os tipos de papéis que me interesso, não estão vindo para mim. Eu odeio dizer que é uma função da minha idade, mas sim, acho que em alguns aspectos é. A maioria dos papéis são orientados para mulheres entre 25 e 35", lamenta.

Reprodução

Se o cinema não quer saber de Demi, o mesmo não se pode dizer da publicidade, já que a morena é o rosto do novo perfume da marca americana de cosméticos Helena Rubinstein, chamado All You’ve Ever Wanted e mais... Tudo indica que há negociações entre a atriz e a marca para que em breve seja lançada sua própria linha de cosméticos.

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Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante

Reuters

Depois de se transformar em uma loba, Shakira subiu ao palco do Europa Music Awards com look digamos... mezzo selvagem, mezzo gladiadora. E nos cabelos, dreadlocks...

Reprodução

O visual agradou tanto a cantora que ao invés de retirar-los do cabelo logo após deixar o palco, na sexta-feira, preferiu adotar o penteado e dar umas voltas a mais por ai... Tanto que neste domingo a cantora foi vista no aeroporto de Berlim com os mesmos dreadlocks.

Reprodução

Como todos sabem... Shakira já teve cabelos vermelhos, pretos, com trancinhas, etc.

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Alinne Moraes é capa da Rolling Stone Brasil

Daniel Klajmic

A Rolling Stone que chega às bancas nesta quarta-feira traz Aline Moraes em uma conversa franca sobre sua vida. Durante um dia inteiro, a reportagem acompanhou a rotina de Aline que falou sobre interpretação, vida de modelo e algumas experiências de sua infância, quando se achava feia na escola, e sua relação com os pais, quando ainda morava em Sorocaba.

No encontro, logo pela manhã, Moraes revela-se bastante espontânea. No parque Henrique Lage, no Rio de Janeiro, a atriz chega sem maquiagem, cabelo preso, sem qualquer vestígio de sono. Durante seu café da manhã, conversa francamente sobre a Globo:

“Tem muitas pessoas na Globo que trabalham felizes. E tem outras que vão reclamar sempre, que vão dizer que a emissora faz pizza, que é tudo rápido, que não tem arte. Mas a gente sempre sabe que vem pepino no sanduíche no Mac Donald´s e ponto. E sempre vamos ao Mac Donald´s porque gostamos”, diz.

Ao falar do início de sua vida como modelo, nas primeiras viagens internacionais, relembra sua chegada a Tóquio:

“Deixei minha mãe de lado e comecei a desfilar para o oficial da imigração ver”, relembra.

O caso aconteceu porque ela não conseguia explicar o que ia fazer no país, já que não falava inglês. Conseguiu a entrada no Japão e a partir a escalada ao sucesso. Também morou no início da carreira com Gisele Bundchen, Isabelli Fontana e Gianne Albertoni, segundo relata.

Depois do café foi a sua aula de balé, próximo ao parque Henrique Lage. Juntamente com outras atrizes como Fernanda de Freitas, Letícia Spiller e Luana Piovani, faz duas aulas de consciência corporal.

“Às vezes arrepio com o que ele (professor) diz”.

Sobre sua rotina revela:

“Não faço nada em excesso, nem elimino. Senão você sai de uma regra e cai em outra”.

Na capa, Alinne aparece com o corpo pintado pelo badalado tatuador Jun Matsui em clique de Daniel Klajmic.

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Madonna chegou...

Nosso amigo Phelipe Cruz, do Papel Pop, saiu na frente e conseguiu fotos do desembarque de Madonna no Rio, nesta manhã de segunda-feira.

Se a intenção era não chamar atenção, não deu certo. De jato particular, com Jesus Luz na “comitiva” inclusive, a cantora desembarcou e seguiu para um ‘descanso’ no Hotel Fasano, em Ipanema.

Clima de paz? Esqueça... Sabe-se que além dos seguranças particulares, batedores da polícia faziam a escolta da Rainha do Pop e o clima não era dos mais amistosos. Inclusive, pasme, um cinegrafista teria sido ameaçado de ser atropelado pelos policias que acompanhavam o carro da Diva.

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Um caldeirão de ritmos, sons, gerações e muito, mas muito calor!

Cristina Granato

Anteontem, a Fundição Progresso fez jus ao nome. Sob um calor de derreter qualquer um, a MPB FM reuniu Maria Gadú, Marcelo D2 e Paralamas do Sucesso. O projeto MPB FM de Braços Abertos para o Rio levou à Lapa um mix de gerações e estilos. Com ingressos esgotados, a festa começou com a revelação, Maria Gadú. A cantora, que conseguiu emplacar duas músicas em novelas de uma só vez, foi ovacionada pelo público. “Quando falaram meu nome e ouvi a galera gritando daquele jeito, eu quase não acreditei”, confessou Gadú. O destaque ficou com a performance sensual durante a releitura de Ne me quitte pas, com direito à blusinha levantada e tudo. “Hoje estou me permitindo mais. Antes, eu era um tanto intimista. Olhar para as pessoas e ver aqueles sorrisos faz com que eu me solte”, afirmou. A apresentação da cantora, a mais longa da noite, contou ainda com Who knew, da Pink, e Dona Cila, cujos versos são em homenagem à avó de Gadú. “Ela é a única que está no meu altar particular”, revelou. No bis, a esperada Shimbalaiê, tema de Viver a Vida. “Eu nunca imaginei ter uma música em novela. Na verdade, nem gravar um CD! Não criei expectativas, as conquistas foram acontecendo. Hoje, cuido para continuar mantendo os pés no chão”.

Cristina Granato

Na sequência, os Paralamas incendiaram a já ardente Fundição. Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone deram à noite um tom nostálgico. “Eles lembram a minha adolescência. Referência musical”, afirmou a atriz Juliana Alves, na companhia do namorado, Guilherme Duarte. “Aliás, os três artistas da noite têm um significado muito especial. O D2 lembra a época em que eu freqüentava a Lapa e a Gadú é a minha preferida do momento. Foi ela quem gravou a trilha do filme Sonhos roubados, que o Gui está no elenco”, tietou Juliana.

Cristina Granato

E D2 queimou o que restava da galera, quase derretida. Lançando o álbum A arte do barulho, o rapper levou ao palco, mais uma vez, seu filho Stephan para cantar Loadeando. O rapaz acaba de completar 18 anos e vê no pai um exemplo. “Hoje eu tenho certeza de que quero ser como ele. Quero cantar e compor!”, afirmou. Já passavam das 4h e Marcelo D2 ainda conseguiu sacudir o público com sucessos como Qual é? ,A procura da batida perfeita e Desabafo. Quem esteve por lá não vai esquecer o calor senegalês em noite de primavera, mas a mistura eclética e bem-sucedida de talentos da música brasileira compensou o sufoco.

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A nação do Nação

Fabiano Moreira

O Circo Voador mega lotou sexta-feira para o showzaço de comemoração de 15 anos do disco Da lama ao caos, do Nação Zumbi. Quase mil pessoas viram o show e telões foram instalados do lado de fora. A correria foi grande quando a banda mandou ver em Monólogo ao pé do ouvido. As pessoas entravam na área do show já cantando “modernizar o passado, é uma evolução musical”. “Lembro de ter tocado estas mesmas músicas aqui, em 1994, quando o Circo era apenas um barraco”, disse o vocalista Jorge Du Peixe à plateia, em uma de suas poucas interrupções. O guitarrista, Lúcio Maia, aproveitou para avisar sobre um celular, jogado no palco, e a galera não deu trégua. Nem aí para os 60 graus na lona. Impressionante a capacidade do Nação, mesmo à margem das badalações midiáticas, de lotar o Circo e parar o trânsito da Lapa.

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Latino com orgulho

Las Vegas – Reuters
Daniela Mercury

Rolou, quinta-feira, a 10º Edição do Grammy Latino, em Las Vegas, com direito a uma mistureba de fazer inveja à história da miscigenação brasileira. No palco, teve Daniela Mercury, Alejandro Sanz, Alicia Keys e Laura Pausini só para ficar entre os mais, digamos, prestigiados. O único brasileiro premiado na lista principal – as categorias reservadas ao cancioneiro brasileiro são café com leite – foi Caetano Veloso como Melhor Cantor, por ZIi e Zie, e Melhor DVD, por sua parceria com Roberto Carlos no tributo a Tom Jobim. Os grandes vencedores, mesmo, foram os rapazes porto-riquenhos do Calle13. Levaram cinco gramofones para o quintal americano no Caribe.

Las Vegas – Reuters
Alejandro Sanz e Alicia Keys. E Wanderléa, uma das indicadas da noite

Las Vegas – Reuters

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Enquanto todo mundo espera Madonna chegar ela jantava, sábado à noite, no restaurante italiano A Voce, em Nova York. Quem conta é o jornalista Rodrigo Bocardi que deu uma de paparazzo e, discretamente, fotografou Madonna e Jesus Luz, na mesa ao lado, e postou em seu Twitter. O restaurante, aliás, acabou de ganhar um estrelinha do Guia Michelin 2010. E os preços são suuuper em conta. Juro. Uma ótima dica para quem estiver indo a NY.
Se Madonna está para chegar – ou chegou a essa hora – Gael García Bernal já está dando pinta por aí. Sexta-feira, o ator foi ao show de Caetano, em Sampa, e contou que está meio a passeio meio a trabalho. “Sem maiores detalhes”, enfatizou. Vem para o Rio pegar uma prainha, vem, Gael!

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Musa do dancefloor

A diva da era disco, Donna Summer, no quesito simplicidade, não poderia ser mais antidiva. Na entrevista exclusiva que a cantora concedeu à coluna, em DDI, a primeira pergunta foi disparada pela própria Donna: “Como se fala ‘hello’ em português?”, quis saber. Depois de ouvir a resposta... “Então já sei como cumprimentar o público no show. Vou dizer: ‘Oi, Rio!’”, afirmou a musa, que se apresenta, amanhã, no Citibank Hall. Com uma gargalhada depois de cada resposta, a cantora americana só usou o tom grave ao falar sobre o trabalho social que faz com sua fundação, Humanity. Com vocês, a estrela maior da dance music.



Essa é a quinta vez que você vem ao país. Qual a melhor recordação?

A feijoada! Provei a comida típica de cada estado pelo qual passei: Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo... Mas a feijoada carioca... Huuum! Também tenho fortes lembranças dos brasileiros. Vocês têm uma certa doçura no olhar, ao mesmo tempo em que sabem usar a sensualidade. Essa mistura me atrai. Dá para sentir no ar o quanto o brasileiro curte a vida. Me identifico demais com essa alegria de viver.

Você curte música brasileira?

Cresci ouvindo Tom Jobim e João Gilberto. Gosto de escutá-los, especialmente, em dias quentes, porque sinto que tudo fica mais colorido a minha volta. Só não conheço os artistas novos, por isso, pretendo atacar uma loja de CDs quando estiver no Rio e trazer um monte para casa.

O que mais você quer fazer na cidade?

Quero ir a galerias de arte. Sou apaixonada por artes plásticas e pinto nas horas vagas. Estou pensando em comprar alguma peça brasileira. Na verdade, eu tinha algumas de arte naïf na minha casa, que comprei no meio da rua, em uma viagem ao Rio. Mas a minha família gostou tanto, que eu acabei dando para eles.

Qual o maior legado da era disco?

Àquela época, as pessoas sabiam se divertir. A dance music ensinou que, quando a atmosfera está pesada, dançar faz você esquecer os problemas. Uma batida contagiante serve como um remédio para a tristeza.

Hoje, o mundo enfrenta a crise econômica, problemas climáticos...

Em meio a tudo isso, as pessoas esquecem de serem felizes. O espírito humano precisa de fé, caso contrário, não há esperança.

Você já perdeu a esperança alguma vez?

Nunca. E gosto de ajudar as pessoas a manterem as suas. Por isso, há um ano, criei a Fundação Humanity, que melhora a vida dos habitantes de países pobres, principalmente os africanos. O instituto distribui medicamentos e material para as comunidades construírem poços de água. É preciso dar às pessoas o mínimo necessário à sobrevivência com dignidade.

Você já visitou os países que ajuda?

Ainda não, pois estou com um problema de saúde e não posso tomar certos remédios, como a vacina para malária, por exemplo. Mas um dos meus maiores objetivos de vida é conferir com os próprios olhos o resultado do meu trabalho social.

O que tem tocado no seu iPod?

Escuto todo tipo de música, depende do humor. Para ficar motivada, ouço hip hop. Adoro a Beyoncé! Mas, às vezes, coloco um CD do Andrea Bocelli para relaxar. Gosto também de ouvir rádio para ficar antenada com o que está nas paradas de sucesso. Minhas filhas me mostram bandas novas o tempo todo. Hoje, com a internet, é impossível não estar ligada nas novidades. Alguns fãs mandam discos para que eu ouça, mas eu nem abro. Depois, se eu escrever uma canção com uma letra parecida, vão dizer que é plágio e vão me processar. É uma pena, mas é preciso tomar cuidado com as pessoas de má-fé.

Você baixa músicas pela internet?

Compro canções pelo iTunes. Esse é o futuro da música. Detesto pirataria. Antes de lançar um primeiro álbum, o artista já trabalhou muito sem ganhar um tostão e, por mais que você dê sorte de fazer sucesso com o CD de estreia, um bocado de dinheiro ainda tem de ser dado à gravadora. Sem os royalties, os artistas acabam criando dívidas com a própria gravadora e se tornam prisioneiros dela.

Qual a solução para o download ilegal?

Deveria haver uma espécie de código de barras em cada canção disponível na internet. Toda vez que um computador faz o download dela, é rastreado pelo número de série e o usuário da máquina recebe a conta em casa. Simples!

Esse sistema já existe?

Não, eu que inventei! Boa ideia, não é?

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Turismo de guerrilha



Guarde esses nomes: André Pires (Fran), Felipe Melo (Ufo), Bruno Amaral (Pesca) e Leonardo Campos (Leondre). Serão eles os responsáveis por qualquer incidente diplomático com o "eixo do mal". Culpa das aventuras e desventuras do quarteto por destinos nunca dantes navegados por simples turistas. Tudo registrado em 60 horas de filmagens que foram transformadAs em 14 episódios do imperdível programa ‘Não conta lá em casa’, às quartas-feiras, no Multishow. Aqui, eles abrem o arquivo de fotos e perrengues passados em 60 dias perdidos entre Mianmar, Coréia do Norte, Irã e Iraque.


“No Palácio de Saddam, em Bagdá. Seguimos de carro até a entrada, onde havia uma cerca de arame farpado. O senhor que nos acompanhava, envia um sinal do walkie-talkie e suspende a cerca nos mandando passar”


“Pesca, Fran e Leo em frente à Cidade Proibida, Pequim, dias antes da nossa chegada à Coréia do Norte. A viagem mais surreal de nossas vidas”


“Nota de 100 trilhões de dólares (do Zimbábue) Nunca fomos à África, mas não podíamos deixar de registrar quando nos deparamos com essa nota, que era de um contato nosso”


“Ufo, na Mesquita Azul, em Istambul. A cidade sempre faz parte de nosso roteiro quando estamos indo para algum país no Oriente Médio. É de lá que parte a maioria dos voos e é um dos locais mais lindos e agradáveis do mundo”


“Isso é Pequim. Em nossas viagens já andamos de avião, monomotor, barco, táxi, ônibus, tuk-tuk e esse aí é um famoso riquichá de Pequim. Foi necessário para levar as malas de todo mundo para o hotel, e eu (Fran) dei a sorte de ir de carona. A boa e velha adedanha é o artifício super democrático e que resolve desde os impasses mais triviais aos mais complexos de nossas viagens“


“Leo registrando os dizeres pouco amigáveis nas paredes da ex-Embaixada Americana em Teerã”


“Leo em frente aos portões da Babilônia. Estivemos imersos em um cenário de guerra. Sem nenhum exagero. Turismo por lá ainda é um conceito totalmente descabido dentro da realidade iraquiana. Fomos vistos com extrema desconfiança e incredulidade, até. O Iraque hoje é um país ainda inviável”


Porsépolis, antiga capital do Império Persa e um dos locais mais ricos em termos históricos que já fomos"


“Em Yazd, Irã. Cidades menores do que meu bairro, outras devastadas pela guerra, locais no meio do deserto ou de regimes extremamente fechados... sempre há um ponto de internet”


“Recebidos de tênis e camiseta, na Embaixada do Brasil em Teerã, onde tivemos um papo agradável com o embaixador e secretários. Além de conversa sobre a cultura iraniana, perguntamos ao embaixador sobre o próximo destino: o Iraque. Ele disse: ‘Se vocês fossem meus filhos, proibiria’”


"Momento exato em que o Pesca tomou uma chamada de um policial iraniano. Pisar na grama parece que é uma ofensa grave no Irã"


“Leondre, Pesca e nossos guias oficiais que nos acompanharam de perto durante a estadia na Coréia do Norte (inclusive de posse de nossos passaportes). Ficaram hospedados no mesmo hotel que a gente, com a diferença que, no andar reservado a eles, não pegava TV a cabo”


“Pesca, Leo e Fran perdidos em Yazd, a cidade que tem como slogan ‘Perca-se em Yazd’”


“Alguns dos ‘brinquedinhos’ americanos, em Bagdá. Análise política rasa: os EUA estão ligando o dane-se e vazando, depois de terem arrasado com um dos maiores centros antropológicos da humanidade”

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Memória Viva de Brasília

Mário Fontenelle
Visitantes da capital em construção – 1957

Mário Fontenelle
JK, em 1958, na inauguração da placa que homenageia os construtores do Catetinho, residência provisória do presidente

Mário Fontenelle
Turistas visitando o Palácio da Alvorada – 1957

Mário Fontenelle
Comissárias da Real Aerovias, no Aeroporto de Brasília – 1957


Anna Christina Kubitschek

A coluna esteve no Brasília Fashion Festival e amou o caleidoscópio moda- business- arte- música. Aqui, a gente mostra duas atrações paralelas: as exposições de fotos das primeiras mulheres candangas (parte integrante do acervo do Museu Vivo da Memória Candanga) e a PopInterativoArte, sob curadoria de Celso Junior, com imagens de Brasília assinadas por Orlando Brito, Ricardo Stuckert e Sérgio Dutti, fotógrafos premiados e moradores do DF. Verdadeiras crônicas de ontem e hoje da nossa capital federal, que completa 50 anos em 2010.


Paula Santana, idealizadora do Brasília Fashion Festival

Mário Fontenelle
Telefonista do primeiro sistema de telefonia montado na Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – 1958


Joãosinho Trinta, hoje Cidadão Honorário de Brasília

Mário Fontenelle
Escola Júlia Kubitschek – 1959


Walter Rodrigues vestiu Marisa Letícia nas duas posses do presidente Lula

Mário Fontenelle
Professora Anahir Pereira da Costa, no Núcleo Bandeirante – 1957


O mineiro Ronaldo Fraga orienta o desenvolvimento de coleções produzidas por cooperativas de artesãs do DF

Mário Fontenelle
Ciganas fotografadas pelo fotógrafo James Coquet, do jornal francês Le Figaro

Mário Fontenelle
Alfaiataria Itajuby, no Núcleo Bandeirante

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Brasília Top Premium 2009

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O Hospital Brasília, renomado na capital federal, faz logo mais sua homenagem anual à sociedade brasiliense. Diplomatas, políticos, autoridades e nomes badalados do DF se reúnem no ballroom do Centro de Convenções Brasil 21, à convite da entidade, para prestigiar destaques em projetos sociais, comunicação e medicina. O cenário da festa será inspirado no Palácio de Versailles.

O grande homenageado da noite será o embaixador da França, Antoine Pouilleute, em uma cerimônia conduzida por Olivier Anquier e seu auge ficará por conta da eterna musa do teatro brasileiro Bibi Ferreira com seu espetáculo “Bibi canta Piaf”, no qual traz no repertório músicas como os clássicos: La vie em rose, Non, je ne regrette rien e A quoi ça sert l’amour.

Em tempo: o promoter Tiago Correia arrasa na vip list

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Elizabeth Hurley lança linha de produtos orgânicos

Reprodução

Elizabeth Hurley lançou essa semana uma linha de produtos orgânicos na conceituada loja de departamentos, Harrods, em Londres. A atriz inglesa declarou que em sua fazenda de produção orgânica, fabrica alimentos de baixa caloria, o que ajuda a reduzir o risco de câncer de mama.

Mas o que chamou a atenção mesmo foi o vestido pink tomara que caia, criado por Carlos Miele, para aparecer “estupidamente linda”, como afirmou o Style.com, o que mereceu o titulo de a “mais bem vestida da semana” pelo site Showbizz ao usar o look assinado pelo designer brasileiro.

Atualmente, além de morar no interior da Inglaterra, ela é o rosto e relações públicas mundial da marca de beleza Estée Lauder e uma importante ativista das campanhas que a multinacional faz para prevenção de doenças que atingem mulheres. E mais, quem não tiver a oportunidade de ir até uma loja da Harrods pode correr para o site oficial da bela para conferir porque ela trocou a cidade de Londres por uma fazenda no interior do país.

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A sensualidade do tango na moda

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Visando enfatizar a mistura da arte com a moda para mostrar um caminho seguro para novas tendências já existentes no meio da moda, o atelier e a Cabrocha Produção e Criação de Moda apresentam hoje dentro da 5ª edição do RIO TANGO FESTIVAL 2009, promovido pelo Boletim Rio Tango e o Consulado Geral da República Argentina, um desfile com looks associando artes plásticas à moda.

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O desfile que rola hoje durante o baile de encerramento, no Bar do Tom, tem concepção da figurinista e designer de moda, Jane Gomes, em parceria com Patrícia Vergara. A coleção será apresentada por cinco modelos e um casal de dançarinos. Para facilitar o bom desempenho da apresentação e garantir o conforto dos dançarinos, Jane optou por tecidos soltos e leves para caimentos apropriados para o movimento da dança.

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Direto ao ponto: Festa

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O local é velho conhecido de todos, o Dama de Ferro, mas a proposta é nova e promete agradar gregos e troianos. A nova atração da casa é direta até no ponto: Festa! A noitada que começa neste sábado na casa de Ipanema tem hora pra começar, mas não para acabar. Elaborada para reunir duas gerações de DJs o balaco é resultado da parceria do DJ Renato Bastos com o coletivo Os Ritmos Digitais.

Quem inicia as atividades são Yugo, Rafael Salim e Millos Kaiser, o trio por trás d’Os Ritmos Digitais. Com apenas um ano de existência, o coletivo tem um pé forte na disco e os sets dos rapazes são um convite para se jogar na pista.

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Pensa que acabou... que nada, com o sol já ensaiando às 5h, o after hours começa com Renato Bastos espanta o sono de quem ficou na casa ou está chegando com um playlist cheio de house e techno.

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A Festa se despede nas mãos da bela Kammy, “a garota eletrônica de Ipanema”, tocando seu electro pontuado por sintetizadores e beats potentes.

Para ouvir enquanto lê!

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Você tem um estilo?

Colaborou Thiago Faria Abreu

Isabela Campos

A PUC parou nesta quinta-feira e teve um bom motivo: a terceira edição do Estilo PUC, um concurso que premia os alunos mais descolados da universidade. Este ano, duas novidades: pela primeira vez, os meninos puderam participar da competição, e as três primeiras colocadas da etapa feminina eram negras. Desbancando outros nove finalistas, a dupla vencedora foi Rafael Pinheiro, 19 anos, aluno do 4º período de Comunicação Social e Gabriela Monteiro, 21 anos, caloura de Comunicação Social. Ambos receberam prêmios que totalizam quase R$ 6 mil em roupas e acessórios de marcas como Checklist, Redley e Chilli Beans.

Não foi nem preciso que o apresentador chamasse por Gabriela. O público se encarregou desta tarefa, em coro. E então aquela morena, moradora do Chapéu Mangueira, black power cheio de atitude, mostrou muita intimidade com o público.
“Não tem um só estilo na PUC. Há a pluralidade e cada um tem o seu”, afirmou Gabriela.

Isabela Campos

Já Rafael, que aparentava um leve nervosismo, entrava sério mas desmanchava toda a suposta antipatia quando lançava um sorrisinho e ajeitava seu chapéu, seduzindo a plateia e os jurados.

Os candidatos passaram por uma pré-seleção no site do evento até serem escolhidos dez de cada sexo. Depois de mais de 21 mil votos e 40 mil acessos no mundo todo, cada concorrente levou roupas do próprio guarda-roupa e desfilou para uma mesa julgadora com nomes como Deborah Colker, coreógrafa e bailarina e o estilista José Camarano, do Gema TV.

“Eu adorei tudo. É bom que se divulgue a moda e o estilo. Faz-nos refletir sobre o que é estilo. Está tudo muito igual atualmente e esse concurso estimula as pessoas a terem um identidade própria e fazerem a diferença”, resumiu Camarano.

Já Deborah Colker estava animadíssima com a proposta do evento, achou tudo muito enérgico. Segundo ela, estilo é uma problemática que está sendo levantada no mundo inteiro.

“É arte, comportamento, o que é esse estilo? Acho legal trazer isso para os pilotis, que é um lugar comum a todos. A gente tem que se expor mesmo, expor nossos pensamentos”, incentivou Deborah.

Isabela Campos

Mas não foi só desfile. Após o apresentador abandonar o palco, todos por um instante acharam que levaria aquele chá de cadeira típico de mudança de roupas no backstage. Até que entraram os bailarinos do projeto social Centro de Movimento Deborah Colker, dançando Thriller, de Michael Jackson. A imagem do cantor apareceu no telão, depois começou Billie Jean e entrou o dançarino Josh Antônio
, de chapéu e colete. Ele representou o Rei do Pop e não fez feio.

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Três perguntas para... | Zózimo Bulbul

Ierê Ferreira

Expoente do Cinema Novo e engajado na luta pelo espaço dos negros na frente e atrás das câmeras, Zózimo Bulbul conversou com a coluna sobre o 3º Encontro de Cinema Negro, que rola no Rio, idealizado por ele. A programação, que começa na terça-feira, terá filmes produzidos por estudantes da CUFA, do Nós do Morro e do Cinema Nosso Cinema, além da participação do ator Danny Glover, que, como deixa claro Zózimo, apoia o projeto por “razões ideológicas e não comerciais”. Vamos conferir?

O que os negros já conquistaram no cinema e o que ainda precisa ser conquistado?

Há 50 anos, havia apenas o Grande Otelo nas telas e, agora, já existem outros atores negros. No entanto, em termos de valorização, essa conquista foi pequena. Grande Otelo era o rei e, agora, temos apenas um ou dois que se sobressaem. O branco continua monopolizando os meios de comunicação nacionais.

Existe o cinema negro brasileiro?

Não. O que há é um grupo de estudiosos que tenta trazer a cultura negra para as artes. Mas nossos projetos são, geralmente, barrados pela banca dos editais. É difícil penetrar nesse mercado. Falta o poder público prestar atenção em quem deseja produzir cultura, principalmente, os jovens. Devem ser abertos CIEPs, não presídios. Educação é a solução. Dê oportunidade para os jovens, que eles criarão a saída.

A violência urbana que o Rio vive influencia a linguagem cinematográfica?

Influencia a linguagem dos brancos. Não a nossa. Eu nunca faria um filme como o Cidade de Deus, por exemplo. Para mim, a violência vem de Brasília, da milícia. Não dos moradores da favela.

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O futuro já começou

Daniel Benassi

Daniel Benassi

Essa semana, a British Colony, do querido Maxime Perelmuter, fez dois anos de nova trajetória. Poucas marcas na cidade misturam tão bem o clima balneário ao cosmopolitismo, como o representado em todos os detalhes da British Colony. Para lançar a temporada de Verão, que está derretendo termômetros por aqui, Maxime coloca nas ruas a terceira edição de seu catálogo-jornal, apresentando suas peças e a juventude bronzeada da cidade que tem dado o que falar em suas respectivas áreas. “Não queria modelos profissionais, nem locação, nem cenário. Escolhemos jovens que têm o que dizer e representam o conceito que queremos passar com nossas roupas”, diz Maxime. No cast, alguns conhecidos – e amados da coluna – como os It boys Rodrigo Peirão, do marketing da marca, o músico Noé Klabin, o estudante Fabiano Doyle Maia, além do ator Guilherme Leiken, a apresentadora Nicole Lopez e a stylist Marina Brum. “No jornal, temos o perfil de cada um para apresentar quem são esse embaixadores da marca. A ideia é que seja comercial, claro, mas sem perder o foco do conceitual”, frisa Maxime, que comemora as mais de 50 multimarcas que já revendem as future basics do designer. “É só o começo”, complementa o estilista-empresário.

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Traço lucrativo



Jana Magalhães viu o que era um hobby desde criança virar seu principal sustento: o desenho de bonequinhas fashionistas. “Quando pequena, eu brincava de bonequinha de papel e criava os vestidos. Depois, passei a vesti-las com as roupas que eu via nos desfiles. Aí, descobriram essa brincadeira e começaram as encomendas”, conta Jana, que abandonou a carreira publicitária para se dedicar às ilustrações para clientes como L'Óreal, Isabela Capeto e Maria Bonita Extra, entre elas. A ilustradora, além de fazer trabalhos por encomenda, cria séries numeradas inspiradas em ícones mundias, blogueiras estrelas e autorretratos. “Vendem como água. É só produzir”, conta.







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Mistureba chique

Moda, Jazz e Bossa Nova, tudo em um só programa, é o que promete a 2ª edição do Ipanema Jam Fashion. O evento das parceiras Camilla Gismondi, Thaís Matile, idealizadoras do Mercado Mistureba, + a designer Claudine Viezzer, reúne novos talentos da cena carioca. “É o amadurecimento dos nossos gostos, por isso o jazz e moda refinada”, explicou Claudine sobre o bazar, amanhã, no bar Posto 8.

Passaporte

A autora Glória Perez viaja, dia 19, para Nova York, onde Caminho das Índias concorre ao Emmy Internacional. Antes, a autora passa por São Paulo, onde será homenageada com a Ordem do Ipiranga.

Ponte aérea da Lapa

Além de comandar a Comissão de Frente da escola de samba paulistana Vai-Vai, Carlinhos de Jesus, comemora outro feito. Junto dos quatro sócios, ele comemora o segundo aniversário do Lapa 40° Sinuca & Gafieira. “Os números são ótimos: 360 mil litros de chope e 200 mil fichas para sinuca vendidos”, conta Carlinhos. Em tempo: os sócios estão loucos atrás de um espaço em São Paulo para uma filial por lá.

Estilo acessível

A C&A continua na sua trajetória de ser a referência brasileira quando se pensa em parceria entre grandes estilistas e fast fashion. Reinaldo Lourenço renovou o contrato e terá ao seu lado, dessa vez, Isabela Capeto e Amir Slama. Lino Villaventura é o próximo da fila. Luxo!

Plantão médico

Seguindo ordens médicas, Carlos Manga, que fraturou a bacia em acidente doméstico, semana passada, não comparecerá ao 6º Amazonas Film Festival, que começou, ontem, em Manaus. O diretor, que presidiria o júri, passa bem e, ainda assim, será homenageado na mostra. O secretário de Cultura do estado, Robério Braga, convidou Manga para integrar a próxima edição do festival.

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Três perguntas para...| Ivan Cardoso

Cineasta e artista multimídia Ivan Cardoso, autografou, ontem, seu livro, Ivan Cardoso – O mestre do terrir, escrito por Remier Lion, parte integranteda Coleção Aplauso, durante a pré-estreia de Um lobisomem na Amazônia. Aproveitamos a deixa para três perguntas ao gênio do cinema nacional

Genivaldo Carvalho

Como é ler sua história em livro?

Sensacional ! Não conheço todos os outros livros dos meus colegas, mas, acredito que o meu seja um dos melhores, não só pelo autor Remier, um dos mais brilhantes pesquisadores do país, mas, principalmente, pela minha trajetória ímpar. Sou um cineasta que apreendeu a fazer cinema experimental com uma câmera Super 8, na mão, e milhões de ideias na cabeça. O livro acompanha, filme a filme, toda a minha trajetória.

O terrir é uma vertente pouco explorada no país, certo?

Pelo contrário, o terrir foi o único gênero cinematográfico que a televisão quis roubar. Não é mesmo, Antônio Calmon? Só que o terrir é apenas, e somente, a minha maneira de fazer cinema. Então, se um dia a TV Globo quiser o terrir, terá de contratar o original, the real one: eu! Senão, corre o risco de ir ao ar um terrir paraguaio, como as obras do Calmon.

Como equacionar o que é graça e o que é grosseria no humor?

Não me preocupo com a teoria, só com a prática. Basta eu fazer qualquer coisa que todo mundo começa a rir. É um dom.

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Um artista interessado em contar sua história

Divulgação

No meio do joio dessa avalanche de DVDs no mercado, alguns bem caça-níqueis, ainda há espaço para brotar o trigo. Um exemplo é o projeto Alive in Brazil, que Jay Vaquer lança, logo mais, no Vivo Rio. “É um registro muito valioso. Para mim, ao menos. Se ainda não posso levar o show a cidades distantes, em função do custo, o DVD estará por lá. Além disso, facilita também na hora de explicar o ‘produto’ para possíveis contratantes que ainda não sabem do que se trata esse tal de ‘Jair Vasquez’”, brinca Jay, que, mesmo após quatro discos e muitos anos de estrada, ainda sofre preconceito musical. “Gostem deles ou não, eles têm identidade. Não sigo modismos, não apelo, não busco atalhos, não quero nada além do prazer que a própria criação proporciona. Me satisfaço sendo verdadeiro e fazendo o melhor que posso”, desabafa Jay, que, além de ótimo músico, é, também, filho de Jane Duboc. “Tive total liberdade para fazer minhas escolhas e tenho a sorte de aprender muito com a minha mãe. Até hoje ela me ensina bastante sobre essa profissão”, conta.

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Das praias às páginas

Ag. Azimute
Lenny e Guilhermina Guinle

A estilista Lenny Niemeyer levou – e dividiu – sua arte de receber, por uma noite, anteontem, à Livraria da Travessa, no Shopping Leblon. Foi lá que a loura promoveu o lançamento do livro Lenny Niemeyer delícia receber, no qual conta segredos da arte de ser anfitriã. Até a receita do mais famoso bolo de chocolate da cidade – servido por ela em suas festas – está nas páginas do livro. Impecável em um pretinho básico by Giambattista Valli, Lenny deixou claro que os flashes estavam reservados à estilista número 1 da beach couture.

A presença, em peso, dos melhores e badalados amigos resumia o porquê de Lenny ser conhecida pelas inesquecíveis festas. “Ela ama receber. É dela, é genuíno. E todo mundo fica louco com a Lenny”, tentava explicar Carolina Ferraz. “Não esqueço uma festa em que nos arrumamos juntas e vestimos todas as roupas do closet, rimos, batemos papo e quando a gente se deu conta, a festa estava rolando há horas, lá embaixo”, completou. Entre abraços e afagos, os queridinhos da estilista relembravam os eventos. “Todas as festas são inesquecíveis, mas a que me marcou foi um jantar para o Michael Roberts. A decoração estava linda, os convidados em sintonia. Foi muito especial”, contou a RP Patrícia Brandão.

Ag. Azimute
Carolina Ferraz

Para o top produtor Claudio Gomes, “o feijão de domingo é inesquecível!”. Antônia Pitanguy lembrou do chá-de-panela surpresa que ganhou da amiga. “Quando cheguei, todas as mulheres estavam fantasiadas, quase não acreditei! Foi um carinho único”, contou. “Os almoços são espetaculares. Uma vez conheci uma ucraniana, que contou uma história engraçadíssima. Ela estava na fila do Garcia & Rodrigues e, graças ao sotaque, pediu um pau, ao invés de um pão”, contou Napoleão Fonyat, da Sandpiper. “Não esqueço de uma festa que eu fui logo que comecei o namoro com Walter Rosa. Foi uma delícia”, lembrou Lilibeth Monteiro de Carvalho.

Ao fim do evento, após assinar dezenas de dedicatórias, Lenny transbordava alegria e tentava resumir o sucesso de suas festas: “O segredo é misturar bem as pessoas, tratar todo mundo igual, ter um sorriso no rosto e uma boa música”. E o que ela acha que tem para atrair tanta gente bacana? “Você acha que eu atraio gente bacana?”, questionou a anfitriã. A certeza estava ali mesmo, entre as prateleiras da Travessa. Modesta, ela!

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Paleta do Verão

Criadora de acessórios-sonho-de-consumo, Constança Basto soprou nos nossos ouvidos os segredinhos sobre a nova coleção da Peach, que está pronta e chega às lojas em dezembro: “As peças terão glamour e cores luxuosas, batizadas com nomes de pedras preciosas. Os sapatos virão com saltos altíssimos e a grande novidade são as sapatilhas-tênis, confortáveis e em cores vibrantes”, adiantou a designer.

Brasil em série

No episódio de segunda-feira de Gossip Girl, que foi ao ar nos EUA, Blair, a patricinha mais amada e odiada da TV, decretou: “Nada é mais sagrado do que a minha sandália by Alexandre Birman”. Tá bom para você? Para gente ainda não. Dia desses, a Ugly Betty americana ficou até bonita com um casaquinho da Neon. A série, aliás, está sempre citando o Brasil. Wilhelmina teve um vestido elogiado em um episódio desses e retrucou: “Não é um Miele, mas tudo bem”.

Porque me ufano

Se é para falar bem do Brasil não podemos deixar os modelos de lado. Arthur Sales, o new face mais incrível dos últimos tempos da última semana, foi o escolhido pelos gêmeos da Dsquared² para a próxima campanha da marca. Emanuela de Paula, a negra mais linda do planeta, foi selecionada, em definitivo, para ser uma das integrantes do time das angels da Victoria's Secret.

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Minas Trend # day 2

Márcio Madeira

Um desfile coletivo de acessórios abriu o line up do segundo dia do Minas Trend Preview. Com a presença de Paola de Orleans de Bragança na passarela, muitos colares, bolsas, carteiras, saltos altíssimos e até mesmo botas de cano longo.

Márcio Madeira

Márcio Madeira

Na sequência, a Faven apresentou ideias coloridas, divertidas e românticas para o inverno. No melhor espírito jovem corações e laços estampavam coletes, camisas pólos e até mesmo em vestidos com muito cinza, preto e pink dominando a cartela de cores.

Márcio Madeira

Márcio Madeira

Dance music, globos espelhados na passarela, vestidos para todas as ocasiões e ousadia. Elementos básicos que impressionaram no desfile da marca Vivaz.

Márcio Madeira

Márcio Madeira

O dia também foi de Celso Afonso com atitude puro rock. Meias rasgadas, preto, tubinhos e bolsas em couro. Tudo para fazer a cabeça das meninas...

Márcio Madeira

Márcio Madeira

Quem estreou com segurança de veterana foi a marca teen Chouchou, a marca jovem da Patachou. As cores mais utilizadas na coleção são o branco, o cinza, o amarelo, verde, rosa, roxo, laranja e o cáqui, com tecidos e texturas de moletom, malhas diversas e muita descontração.

Márcio Madeira

A Última Hora optou por vestidos, estampas e até rendas. Clima obscuro? Que nada...

Márcio Madeira

Márcio Madeira

Mas quem ousou durante o segundo dia foi a Mary Design. Inspirada pela ideia de incentivar o artesanato Mary Figueiredo Arantes transformou macarrões em acessórios, reuniu todas as modelos em uma mesa e no melhor estilo família apresentou seus colares-golas, braceletes de flores de cetim e misturas de pérolas e flores nas modelos de vestidos transparentes pretos.

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Negócios no Pense Moda

Colaborou Luigi Torre

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Babu Bicudo e Fause Haten

O segundo dia do Pense Moda, em São Paulo, levantou a questão sempre atual sobre os grandes conglomerados de luxo que permeiam a indústria da moda. Para discutir e entender um pouco mais sobre o assunto e esclarecer dúvidas para os alunos da FAAP, o estilista Fause Haten, o dono da Uma e vice-presidente da ABEST (Associação Brasileiro de Estilistas), Roberto Davidowicz, e a consultora de produto e negócios da ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), Geni Ribeiro foram convidados para uma mesa redonda mediada por Silvio Passarelli, diretor da faculdade de artes plásticas da FAAP.

Fause Haten, que vendeu sua marca para o extinto grupo I'M em janeiro de 2008, e veio descobrir meses depois que o negócio era um grande engodo, falou com muita propriedade que a moda na França ou EUA tem um tempo de vida muito mais longo do que a nossa.

"O que falta é gestores que conheçam a anatomia de uma empresa criativa", completou Silvio.

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Camila Yahn e Silvio Passarelli

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Carlos Mielle

Outro assunto abordado na mesa foi a ameaça que a China apresenta com seus preços baixos e alta escala de produção.

"Os custos aqui são muitos elevados, deixando os preços altos demais e o consumo muito baixo", afirma Roberto Davidowicz.

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Jean Michel Bertin e Barbara Thomaz

Na opinião de Geni, tudo isso acaba deixando o país marginalizado sem um conhecimento pleno sobre o funcionamento do mercado global. Ainda assim, para ela o importante não é ficar olhando para os grandes produtores como exemplos. "Nunca seremos ele". Vale mais se espelhar, por exemplo, na Itália que com muitos problemas e custos elevados, consegue se manter como o 3º maior exportador de roupas e acessórios do mundo.

Fause acredita que não devemos buscar nos equiparar a China pelos preços baixos ou produção em larga escala.

"A solução para competir com os grandes produtores é a criatividade. Assim, pode-se agregar valor a um produto que ganha diferencial e passa a fazer muito mais sentido num mundo cada vez mais sustentável”, explicou.

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Marossia Rebecq e Jean Michel Bertin

A noite contou ainda com a palestra da dupla Jean Michel Bertin e Maroussia Rebecq falaram sobre a “reciclagem da moda”, afirmando até que “ garimpar roupas antigas em brechós e centros de ações humanitárias, faz valer os fundamentos de sustentabilidade e individualidade ao transformar roupas e materiais usados em peças de roupas literalmente únicas”.

Em seguida o diretor criativo Jean Michel Bertin - um dos palestrantes mais esperados da noite - mostrou como criatividade não depende de mega produções ou conceitos elaborados.

"Gosto muito de trabalhar com materiais brutos", disse ele que teve sua carreira catapultada quando em 2006 o video clipe da música We Are Your Friends, do Justice - o qual assinou a direção de arte - levou o prêmio de melhor video do ano no VMA.

Juntos conseguiram deixar a mensagem simples e animadora para a turma: não é preciso de muito para se fazer trabalho verdadeiramente incríveis e que com poucos recursos, ambos deixaram claro que criatividade não depende muito mais de força de vontade, confiança, visão e uma alta dose de paixão pelo que se faz.

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O shimbalaiê de Maria Gadú

Jorge Marcílio
Maria Gadú com Wolf Maia e Surama de Castro

Sucesso na trilha da novela Viver a Vida, Maria Gadú lotou a Nuth, na Barra, na noite desta quarta-feira com uma apresentação impecável. Cantando o hit Shimbalaiê e outras como Altar particular, Maria impressionou a plateia eclética ao apresentar-se com voz perfeita e fluência em inglês e francês e colocando a turma pra dançar no seu samba e ritmo contagiante.

Na plateia, câmeras e celulares registravam cada minuto do show. Entre as mais de 700 pessoas que se esbaldavam no show, o diretor Wolf Maia, Suzana Vieira, Aparecida Petrowky, Dani Winits, e muito mais.

Ficou com vontade de conferir porque a moça está fazendo tanto sucesso? Então corre porque no sábado Maria Gadú se apresenta na Fundição Progresso ao lado de Marcelo D2 e Paralamas do Sucesso.

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Nós amamos e apoiamos



O hidratante corporal mais rico do mundo e o queridinho de nossas prateleiras, o Kiehl’s está com uma edição ilimitada e com um proposta super positiva. É o Corps Holiday Collection que reverterá 100% da renda da venda da Corps Holiday Collection durante o mês de dezembro para o programa Brasileirinho, abrigada pela organização não-governamental Rio Voluntário, que beneficia mais de 3000 crianças com até quatro anos em creches nas comunidades da Rocinha, Mangueira, Cantagalo e Tijuca, no Rio de Janeiro.



Considerado o hidratante corporal mais rico de Kiehl’s, este tratamento é formulado com beta-caroteno e óleos nutritivos derivados de gergelim, amêndoas e abacate; ideal para a pele extremamente seca; deixando-a suave e elegantemente hidratada; a formulação clássica e original é um produto preferido dos clientes há décadas.

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Lambuzados até o pescoço com a lama do caos

Fábio Braga

Os 15 anos do CD que foi o marco zero do movimento Mangue Beat não passarão em branco. “É muito louco isso, mas o disco ainda tem frescor e os jovens se identificam com o protesto”, afirma Jorge du Peixe, vocalista da Nação Zumbi, que faz show comemorativo com todas as faixas do álbum-aniversariante, Da lama ao caos, sexta-feira, no Circo Voador. Lembranças daquela época? “O som da banda flertava com batidas eletrônicas, mas não tínhamos acesso a equipamentos de sampler. Então, quando entramos em estúdio pela primeira vez, éramos como crianças em um parque de diversões. Compusemos grande parte do CD ali, na sala de gravação”, recorda Jorge, ressaltando que o rock pernambucano não vive dos restos do Mangue Beat: “Com a revolução digital, isso se misturou com referências vindas do mundo inteiro. Não empacamos nos anos 90”.

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Viva a revolução clubber

Tomás Tróia

Já que a festa ¡Viva la Muerte!, que rolou sábado, na Fosfobox, bombou como nunca a noite de Halloween carioca (e o nosso blog), fomos atrás da galera responsável pela elogiada decoração mezzo mexicana, mezzo fúnebre, e encontramos... o ProjetoSeis. A turma de estudantes da UFRJ, que começou produzindo a Festa Seis, alçou, pela primeira vez, um voo conjunto, com o pessoal da produtora Ventura ao levar bigodes e caveiras para a pista de rock. “Queremos trazer para o Rio a cultura das festas super produzidas. Nas nossas, a maior parte do orçamento vai para decoração, porque o gostoso é entrar em um universo lúdico. Os cariocas precisam se entregar mais à jogação”, decreta Malu Vianna (na foto, ao centro), DJ e uma das seisettes. Mas será que a culpa é só dos frequentadores? Malu aproveita para dar um puxão de orelha nos produtores conterrâneos: “O que falta na noite alternativa carioca é coragem de propor algo diferente, festas com conceitos mais amplos do que música + bebida”.

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Eu sou neguinha e quero cantar

Photoria

Sabrina Ribeiro não se intimida com a pouca idade – ela tem 21 anos – e solta a voz como gente grande. Cantora profissional há três anos, ela sabe exatamente o que quer: soul music. E onde estão as novas cantoras de soul? “Acho que depois do Tim Maia e dos anos 70, rolou um hiato no interesse das novas gerações. É hora de reacender essa força”, diz Sabrina que, em seus shows, apresenta clássicos da MPB com uma pegada mais black, além de músicas próprias. “Ano que vem começarei a gravar o primeiro álbum e a me apresentar com um show mais voltado as minhas próprias canções”, conta Sabrrina, que canta com a sua banda, Sassabendi, amanhã, na 2ª edição da festa Furdunço, no Cinemathéque.

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Democracia da boa forma

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A chegada do verão anuncia a volta da Muscle Beach, a academia ao ar livre que brota nas orlas da Zona Sul, na estação da boa forma. O idealizador do projeto, o empresário Marcus Moraes, acredita que esta temporada será excelente. “Acredito que teremos um aumento de 15 a 20% na procura, graças às aulas de corrida, atividade mais praticada na cidade”. Além de empresário, Marcus também é faixa preta de jiu-jítsu e, nas horas vagas, dá aulas às crianças carentes do abrigo Família Santa Clara. Além das academias temporárias na Zona Sul – em 2010, a Muscle Beach estará em Copa e na Lagoa – existem instalações na Zona Norte e no interior do estado, todas gratuitas. “Democracia é a nossa palavra de ordem. Moradores de comunidade malham ao lado de donos de cobertura da Vieira Souto e recebem o mesmo tipo de tratamento”, afirma. Os frequentadores das areias de Ipanema podem aproveitar a Muscle Beach até o dia 15 de dezembro, quando a academia migra para a orla da Barra.

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É somando que se vai mais longe

Beto Roma

Luciano Cian e Artur Kjá são dois artistas plásticos. Mas também são um. Ambos começaram suas carreiras no mundo das artes separadamente e se aproximaram ao identificar pontos congruentes em seus anseios artísticos. Assim, formaram, ano passado, a dupla Fuso Coletivo. “Somos amigos, sempre frequentávamos os mesmos lugares e, como artistas, participávamos das mesmas exposições. Assim, optamos por uma conversa artística. Nossa primeira obra em dupla foi premiada, o que nos estimulou”. diz Luciano. O Fuso chamou nossa atenção na edição do MoLa, que rolou semana passada, no Circo Voador, com uma instalação que questionava a avalanche de informações a que estamos submetidos. “A arte contemporânea é mesquinha, individualista. Como dupla, podemos ampliar nossas próprias visões, discutindo ideias, ouvindo o outro”, reafirma Luciano, que quer ampliar não só as mensagens mas, também, as plataformas utilizadas. “Nossa proposta é a interação. Seja com outros artistas, seja com outras linguagens”, frisa Artur.

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Abertura

Se o show da lindinha e talentosona Joss Stone, dia 21, no HSBC Arena já era imperdível, depois da confirmação de que Maria Gádú fará o show de abertura, ele passa a ser obrigatório. A cantora inglesa vem com seus tradicionais pés descalços para divulga Colour me Free.

Parceria

Jorge Espírito Santo e Teca Sá, da JXXX, acabam de fechar uma parceria com a Reserva para assinarem oito estampas da coleção de Verão da grife.

Nasce um escritor

Prestes a completar 10 anos com o Monobloco, Pedro Luís lança seu primeiro livro, Logo parecia que assim sempre fora, com 12 poemas baseados no CD Olho de peixe, de Lenine. “A poesia é anterior à música. Mesmo assim, sofri para construir uma linha narrativa que permeasse toda a obra”, diz Pedro Luís. Já escolher o álbum-inspiração não deu tanto trabalho: “Foi o primeiro disco brasileiro que trouxe a percussão como instrumento principal”, justifica o músico, que garante ainda ter muitos rascunhos literários guardados na gaveta.

Quem vem

O Festival Internacional de Curtas do Rio receberá Vivian Ostrovsky. A diretora americana, apaixonada pelo Brasil, virá para o lançamento de O titulo foi filmado, no Odeon, na sexta-feira. Em tempo: ela fala fluentemente o português e possui até um apê na Atlântica.

Quem vai

O Dj queridinho Gustavo Tatá está em Buenos Aires, onde irá se apresentar, pela primeira vez, nas pistas para os nossos hermanos. Toca hoje e amanhã no bar-club Fetish.

Cadeia evolutiva

Após um jejum de 10 anos de músicas inéditas e 14 sem vir ao Brasil, a diva Donna Summer volta em grande estilo e com exigências, no mínimo, curiosas. A rainha da disco pediu em seu camarim dois espelhos de corpo inteiro, para não decepcionar no figurino e agradar em cheio seu público colorido, além de caixas de suco de romã, para não pecar na voz nas apresentações que acontecem, no Rio, no Cittibank Hall, na segunda-feira, e em São Paulo, no Credicard Hall, nos dias 10 e 12.

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Coletivo fashion mineiro

Apesar da abertura do Minas Trend Preview ter sido com uma super festa pilotada por Ronaldo Fraga, o primeiro desfile da programação rolou nesta terça-feira com um coletivo que levou a assinatura do stylist Daniel Ueda. Selecionamos o que achamos de mais interessante na apresentação...

Marcio Madeira

Vestido: Mabel Magalhães
Mantô: Victor Dzenk
Sapato: Claudia Mourão
Acessórios: Mary Design
Modelo: Maria Claudia


Marcio Madeira

Vestido: Barabara Bela
Sandália: Claudia Mourão
Acessórios: Mary Design
Modelo: Camila Magalhães

Marcio Madeira

Vestido: Alphorria
Legging: Alphorria
Cachecol: Faven
Sapato: Coven
Acessórios: Mary Design


Marcio Madeira

Vestido: Vivaz
Colete: Faven
Cachecol: Victor Dzenk
Sapato: Coven
Acessórios: Mary Design
Modelo: Thalita Greggio


Marcio Madeira

Vetsido: Graça Ottoni
Calça: Mabel Magalhães
Blazer: Graça Ottoni
Bota: Débora Germani
Bolsa: Celso Afonso
Acessórios: Mary Design
Modelo: Luciani

Marcio Madeira

Vestido: Victor Dzenk
Braceletes e Brincos: Camaleoa
Sapatos: Cláudia Mourão
Acessórios: Mary Design
Modelo: Camila Magalhães

Marcio Madeira

Vestido: Condotti
Braceletes: Camaleoa
Sapatos: Coven
Acessórios: Mary Design
Modelo: Thalita Greggio

Marcio Madeira

Legging: Squadro
Biquini: Lila
Botas: Drosófila
Braceletes: Camaleoa
Acessórios: Mary Design
Modelo: Camila Magalhães

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Minas Trend Preview incentiva a efervecência artesanal dos criadores



Começou nesta quarta-feira a 5ª edição do Minas Trend Preview com os looks para outono/inverno 2010. Até o dia 7 a Lagoa dos Ingleses, em Belo Horizonte, as passarelas estarão recheadas com a identidade e a personalidade de designers e artistas e suas obras feitas a mão, que refletem o maduro momento da moda mineira.

“Queremos passar a ideia de que para chegar aos milhões é preciso fazer o um a um. E Minas faz isso muito bem”, explica o estilista Ronaldo Fraga, convidado pela Fiemg para ser o curador da abertura.

O espírito do fazer “um a um” pode ser comprovado na própria história do Minas Trend Preview. O evento praticamente dobrou de tamanho em apenas quatro edições e potencializou em muito sua importância no calendário nacional da moda. Uma prova é o crescimento dos empregos que nesta edição beiram 800 empregos diretos e indiretos e a expectativa é de receber 450 compradores nacionais e 20 internacionais, convidados pela organização do evento.

Com 18 desfiles individuais realizados em mais de 11 mil m², serão expostas as criações de 163 estandes de grifes mineiras e de todo o país nos mais variados segmentos da moda.

“A nossa expectativa é repetir o crescimento da edição anterior de 20%”, destaca Eloysa Simão, diretora da Dupla Assessoria, produtora do evento.

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Atores fazem sessão de fotos para a peça O Diário de Débora

Popó Gonçalves
Larissa,Guilherme,Ariela e Veronica

Os atores Guilherme Boury, Ariela Massotti, Veronica Debom e Larissa Machado participaram na tarde desta terça-feira da sessão de fotos da peça jovem O Diário de Débora, que volta aos palcos no início de 2010. A peça, que está em fase de ensaios, é uma adaptação do livro homônimo da escritora e jornalista Liliane Prata.

Popó Gonçalves

O espetáculo teve sua primeira montagem em 2004, quando teve no elenco Letícia Colin, Fernanda Pontes, Wagner Santisteban, Jean Fercondini e Alan Passos, entre outros. A peça traz para o palco a realidade, os conflitos e as experiências de uma adolescente.

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Cotidiano por Vítor Silva

O fotografo aqui do Jornal do Brasil, Vítor Silva, em sua busca diária pelos mais diferentes tipos de flagrantes pelas ruas do Rio registrou um pouco da poesia dos jardins do Museu de Arte Moderna, na manhã desta quarta-feira.

Vítor Silva

Vítor Silva

Vítor Silva

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Tudo em casa

Álvaro Riveros

Dando continuidade ao projeto Em casa, Hamilton de Holanda recebeu, nesta terça-feira, no restaurante Zozô, o cantor Pedro Luis. O também compositor, escritor e criador do bloco carnavalesco mais popular do Rio de Janeiro, o Monobloco, Pedro Luis cantou duas músicas e surpreendeu a platéia ao ler, em primeira mão trechos de seu recente livro Logo parecia que assim sempre fora, lançado recentemente pela coleção Língua Cantada que consiste em se inspirar livremente em um disco qualquer de música popular brasileira. Os poemas de Pedro Luis foram inspirados no álbum Olho de Peixe, de Lenine e Marcos Suzano e suas letras se referem ao título das canções deste CD.

Álvaro Riveros

A esposa do cantor, Roberta Sá estava na plateia e aplaudiu o maridão de pé após sua apresentação.

Álvaro Riveros

A cada semana, o artista recebe um convidado em um clima aconchegante e inesperado, unindo poesia, humor e música. Já dividiram o palco deste projeto com Hamilton artistas como Zélia Duncan, Mariana Ximenes, Carlos Malta e muitos outros. Entre os próximos nomes que também subirão ao palco do Zozô estão Pascoal Meireles, o grupo Sururu na Roda, Rogê e Brasov.

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Festival Internacional de Cinema de Brasília começa nesta quarta-feira



Começa, nesta quarta-feira, a 11ª edição do Festival Internacional de Cinema de Brasília (FIC Brasília) abre sua programação com o curta O teu sorriso, de Pedro Freire e com a exibição do longa A fita branca, de Michael Haneke, vencedor da Palma de Ouro em Cannes. O FIC é um dos maiores evento do gênero de caráter internacional que leva para a capital federal produções do cinema mundial, além de promover debates sobre os temas abordados pelos filmes e assuntos relacionados à sétima arte e servir como janela para o cinema brasileiro no exterior.

Neste ano, os filmes estão divididos em seis mostras. A mostra Primeira Visão reúne apenas filmes inéditos em Brasília. Já a Competitiva tem dez películas de diversas nacionalidades, que competem para ser o melhor filme desta edição. O Prêmio TV Brasil é uma disputa somente para filmes nacionais, seis concorrem ao título de melhor filme brasileiro. Em homenagem ao Ano da França no Brasil, será exibida a mostra de Cinema da França. E em comemoração aos 50 anos de relações diplomáticas do Brasil com a Coréia do Sul, uma mostra também foi preparada. Por fim, a mostra Ryuichi Hiroki é uma homenagem ao diretor japonês que estará presente para debater sua obra com o público.

"Esta edição foi preparada com muito cuidado. A rigorosidade do processo de seleção gerou uma programação de alto nível. As produções que serão exibidas nos próximos dias não devem em nada para as programações dos maiores festivais do mundo. Estou certo de que, neste ano, daremos mais um passo na consolidação do FIC Brasília como um patrimônio da cultura brasiliense", frisa Marco Farani, diretor do FIC Brasília.

O encerramento do festival acontece no dia 15 de novembro, com a exibição do longa francês Coco Chanel & Igor Stravinsky, de Jan Kounen.

Para quem quiser acompanhar as novidades em tempo real, basta seguir o FIC Brasília no Twitter.

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Da caixa de fósforos ao pano de chão

João Pádua



A estilista Gilda Midani, autora destas caixinhas incríveis que vemos acima, acredita que as ideias surgem de uma necessidade. “Em julho, tive de criar um teaser para a coleção de verão, divulgado em uma festa de São João. Acho que a fogueira me inspirou a utilizar uma caixinha de fósforos. Nela, colei um adesivo com os looks da nova coleção”, explicou. E o conceito vingou. Além da caixa de fósforos, a multiartista apresentou também uma versão em formato de literatura de cordel. “Em tempos de crise, a grande publicidade ficou fora de moda. Quis economizar na propaganda para melhorar a qualidade do produto. O público vê onde a marca está investindo”, disse. Enquanto a coleção de verão ferve na recém-inaugurada loja da Dias Ferreira, Gilda já idealiza novas delicadezas para o inverno. “As embalagens da próxima coleção vão ser panos de chão com alcinhas. A ideia é que seja um tecido branco, que sirva para limpar mesmo, depois que a roupa for retirada”, afirmou a irreverente estilista.

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Junto e misturado

Arquivo Pessoal

Um historiador, São Luis do Maranhão, música sertaneja, brega, duplas goianas, morte, cornos, humor sarcástico e detetive formado por curso de correspondencia. São esses os personagens principais do livro (cheios de referências ao mundo dos quadrinhos Tex) Breganejo Blues, do maranhense Bruno Azevêdo. “A indústria cultural brasileira cria situações bizarras que são plots prontos para a ficção”, conta Bruno. A história contada é rocambolesca, mas irresistível. A dupla Adailton & Adhaylton decide forjar a morte de um deles para alavancar a carreira. O integrante que ‘morre’ é gay, vai para a cama, eventualmente, com o companheiro, tal qual sua mulher, que o trai com a outra parte de dupla. O ‘falecido’ foge para São Luís do Maranhão, muda de sexo e passa a cantar disco-music. Não é o máximo? “É uma novela policial, onde um corno – o detetive-taxista também é traído – investiga outro corno que canta músicas de corno. Tudo inserido em um cenário noir e embrulhado em um formato parecido com o das revistas Tex”, explica Bruno, que chega ao Rio para lançar o livro, amanhã, na La Cucaracha, em Ipanema.

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Ópera sustentável

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Dois anos depois de sua estreia no Carnegie Hall, em Nova York, a soprano Rosana Lamosa aporta, amanhã, na Fundação Eva Klabin para o último concerto do ano da casa em parceria com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Rosana só começou a carreira de cantora lírica aos 17 anos paralelamente à faculdade de Jornalismo. “Quando disse a minha professora de canto que não queria mais ser jornalista, mas sim cantora, ela caiu para trás. Na época, era impossível viver da ópera no Brasil”, conta Rosana, que interpretará peça de Rachmaninoff, acompanhada da harpista escocesa Jennifer Campbell. E hoje? “Orgulho-me de ser da primeira geração a se sustentar com o canto lírico no país. O mercado se abriu no fim dos anos 80, em meio à crise econômica, quando não se podia contratar artistas estrangeiros e a área foi obrigada a se desenvolver”, afirma Rosana, antes de alertar: “Porém, nos últimos anos, houve retrocesso. Os principais teatros do país foram fechados para reformas. Enquanto isso, o público está carente de óperas. Mas o povo continua pagando impostos e os políticos guardando dinheiro para suas campanhas. Sinto falta de vontade política”.

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As pontes de Patrícia

Fernando Torquatto

Fernando Torquatto

Convencionalidade, seu nome não é Patrícia Carvalho-Oliveira. Atriz, bailarina, cidadã do mundo e, agora, lançando seu segundo livro batizado Um romance para ler de uma só vez, logo mais, na Letras e Expressões do Leblon, ela quer é propor novos olhares. “Sou formada em Comunicação Social com pós-graduação nos palcos. Minha matéria-prima é a palavra, que me orienta e me guia”, diz Patrícia, que passou por um calvário para conseguir colocar na praça as mil edições desse livro. “Fui à Flip vestida de noiva, com trezentos livros que eu imprimi costurados ao meu corpo para vendê-los e procurar uma editora. Não consegui a editora, mas sim uma patrocinadora”, conta Patrícia. Domingos Oliveira, que escreveu a orelha do livro, define bem a obra de Patrícia: “Este seu livro é bem fiel à autora. Mistura tudo, prosa, poesia concreta, memórias pessoais, delírio e sexo”. A obra, que será lançada com direito a noite de autógrafos performática, conta a história de um casal e suas desventuras e foi escrito no voo de volta da Europa, após uma temporada de três meses para o lançamento da primeira obra de Patrícia, Passaporte 8574. “Quis resgatar o romantismo, ir na contramão dessa vida louca moderna, onde as pessoas se mastigam e, depois, se jogam fora. Somos diferentes, sim, mas isso não deve ser obstáculo e sim o cimento para construir pontes”, filosofa.

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Quem vem

Dois dos artistas plásticos mais expressivos da contemporaneidade, Pierre e Gilles, chegam ao Brasil, no domingo, para o vernissage, no dia seguinte, da exposição Pierre et Gilles: A Apoteose do Sublime, no Oi Futuro, do Flamengo. A mostra faz parte da comemoração do Ano da França no Brasil e nós, felizardos, poderemos conferir 26 das obras cheias de sensualidade e barroquismo em grandes dimensões. Entre elas, a clássica Legend, que teve como modelo a popstar Madonna. “O trabalho de Pierre et Gilles, cheio de vitalidade, é próximo do espírito brasileiro, especialmente da cidade do Rio de Janeiro, tendo em vista sua exuberância, intensidade cromática, sensualidade e mistura tipicamente kitsch, nos fazendo remeter às alegorias e fantasias dos desfiles de escolas de samba brasileiras”, diz o curador da mostra, Marcus de Lontra. Pierre e Gilles, aliás, ficam na cidade por uma semana e se acabarão em uma escola de samba.

Quem não vem

Estava todo mundo animado para a vinda da Kate Perry ao Brasil, pela primeira vez, anunciada pela Mondo Entretenimento, no Twitter, semana passada. Nem o esforço dos fãs e uma proposta quase irrecusável da Mondo foram suficientes para convencer a cantora de se apresentar no evento Natura Nós About Us.

Na boate

Gente, Stefhany está cada dia mais chegando ao topo da pirâmide cool. Nossa diva brega vai tocar o Cross Fox e o seu novo hit Blush Blush, versão de Hush, da Pussycat Dolls, na The Week de São Paulo, em plena Sexta-feira 13. Sorte ou azar. Aliás, ela jura que não pensa em cortar o cabelón e não curte as roupas compradas na Oscar Freire. Gosta mesmo é do made in Piauí.

Pista retrô

Lembram da TRAP 571? Boate bombada do início da década de 90, na Dias Ferreira, no Leblon? Ela acabou, construíram o Quadrucci por cima, mas o espírito do club volta a rondar a cidade em uma noite especial, dia 8 de dezembro, no 00, que vai relembrar as histórias daquela época. Quer uma delas? Durante o Rock in Rio II, em 1991, o cantor George Michael fez uma festa na boate para 60 escolhidos a dedo – 50 homens e 10 mulheres –, não deixou ninguém fotografá-lo, pedir autógrafo e nem olhar para ele. Dançou sozinho de frente para um espelho antes de assumir a cabine de DJ e mandar ver nos hits de Madonna, James Brown e Prince. Só saiu da boate às 7h, com o sol rachando e óculos escuros no rosto.

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Registros de um divertido feriado

Búzios é o destino de muita gente bacana quando o verão se aproxima e a brecha na agenda possibilite que uns dias de dolce far niente sejam bem aproveitados. E o lugar que a turma escolhe para dançar até o sol nascer novamente geralmente é a Pacha, onde Mário Bulhões recebe os amigos pessoalmente.

No último feriado quem passou por lá foi Karen Junqueira com um animado grupo de amigos.



João Pedro Cabral representou o poderoso clã enquanto o pai, o governador Sérgio Cabral, cumpria compromissos oficiais.



E uma das rodinhas mais animadas do feriado contou com Lenny, Luis Tepedino, Tiago Senna, Astrid Monteiro e Alesandra Amaral.



Pura diversão!!!

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Moda praia para pais e filhos

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Michelle Nasser

A marca francesa Vilebrequin, que veste com seus trajes de banho tanto pais quanto filhos como George Clooney, Andrea Casiraghi, Príncipe William e Nicholas Sarkozy foi apresentada por Michelle Nasser na última semana, em Salvador. A empresária foi participar pela primeira vez do Yacht Summer Fashion e saiu impressionada com o interesse do público.

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R$ 395,00

O grande clássico é o modelo Moorea, original dos anos 70, que é constantemente atualizado. As estampas são exclusivas e fazem parte da identidade da marca, envolvendo temas tropicais como flores, animais e frutas. O grafismo original e a fineza dos traços mantêm uma riqueza cromática única, com sofisticação. A gama de lisos também é bem vasta, propondo uma paleta de mais de 50 cores.

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R$ 395,00

A coleção nova que chega às lojas homenageia o ano da França no Brasil os clientes poderão se deliciar com as novas estampas e muitas com opções nas cores da bandeira francesa: azul, branco e vermelho.

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Depois do Cross fox, o Blush de Stefhany

Galgada ao mundo da fama com a versão divertida de Thousand miles, a linda e absoluta Stefhany agora tem um novo sucesso. Entitulado Blush, blush, uma versão para a canção Hush, das Pussycat Dolls, a cantora piauiense promete que o hit estará no seu novo CD, que pretende ser lançado em dezembro.


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Assessores de luxo

Reuters


Um time de peso e com muita credibilidade integra a partir de agora um Comitê de Artes e Humanidades do governo Obama. Em um anúncio feito nesta segunda-feira, o presidente americano nomeou mais dois “assessores” para a comissão que entre outras tarefas discutirá propostas e soluções para vários temas ligados à área. Só que não são simples assessores... e sim Sarah Jessica Parker e Forest Whitaker!

A presidente honorária do comitê é a primeira-dama Michelle Obama, que terá como assessores diretos o produtor de cinema George Stevens Jr. e a produtora teatral Margo Lion. Além de Sarah Jessica Parker e Forest Whitaker, outros astros de Hollywood foram convidados, como os atores Edward Norton e Alfre Woodard.

Com tantos nomes poderosos boas ideias não faltarão ...

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Halloween tropical

Ihateflash

Roupa preta, coturno e maquiagem pesada? Nada disso! Nos trópicos, Halloween que se preze não funciona bem assim. A garotada da festa ¡Viva la Muerte! captou o recado e o clima do semi-verão carioca e transformou a noite do dia 31 de outubro, na Fosfobox, em Copacabana, em uma ode mexicana aos mortos. As pickups ficaram por conta de Larissa V., Letícia V., Sal, Schlaepfer e Tomás Tróia; e a direção de arte nas mãos muy locas do Projeto Seis. Ah, e com direito a muitos bigodes, sombreiros e shots de tequila para o pessoal ficar “pra lá de Guadalajara”. Sem mais delongas, aqui você confere as fotos da noche bombante, clicadas pelo pessoal do Ihateflash – www.ihateflash.net. Hasta la vista!

Ihateflash

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Sangue azul da realeza cinematográfica

Rodrigo Gorosito
Família em cena – Paula Gaitan e os irmãos Pedro Paulo e Ava Rocha

Família unida é aquela que mora junto, come junto e, no caso dos Rocha, faz cinema junto. Quatro filmes exibidos no Festival Internacional de Curtas do Rio (que rola até dia 8) saíram das ideias e das câmeras dos herdeiros de Glauber Rocha. “Fui criada em meio às artes, tanto pelo lado do meu pai, como da minha mãe, que foi quem me formou. Isso influenciou o modo de perceber o mundo. Essa paixão pelo cinema, pelas artes plásticas, e pela música acabou tocando a família toda”, conta Ava Rocha, filha de Glauber com a artista plástica Paula Gaitan, e diretora do curta Dramática, que retrata uma história de amor e política vivida por três personagens. “Transitar”, aliás, é o verbo favorito de Ava, que também é cantora e contribui com os trabalhos da mãe e dos irmãos. Exemplo dessa orgia criativa é o curta Kynemas Fluxuz Filmes, de Pedro Paulo Rocha, meio-irmão de Ava, no qual ela participa da trilha sonora. O filme transgride o formato narrativo padrão, dando lugar à interatividade com o público, que pode reeditar o curta, dentro da sala de cinema, e ainda ver intervenções ao vivo de músicos e poetas. “O cinema experimental no Brasil está fadado aos guetos. As salas deveriam abarcar todo tipo de cinema, mas ficam presas ao mercado convencional. Por isso, é preciso reinventar o mercado e as linguagens. Como meu irmão Pedro Paulo costuma dizer... o cinema é uma arte nova e já corre o risco de se tornar a mais velha de todas”, afirma Ava.

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Bacon & eggs: o Halloween das celebs gringas

Para que fantasias glamourosas se você pode ter... Ovo com bacon? Como fez Kelly Osbourne e o namorado, Luke Worral. Ou se fantasiar de, sei lá, camelo, como fez Kate Perry. Não que as superproduções tenham sido dispensadas nas badaladíssimas festas de Halloween na gringolândia. Heidi Klum foi a hostess de uma e arrasou no modelito corvo, toda trabalhada nas penas negras, ao lado do marido, Seal, vestido de pai corvo. Mariah Carey, em NY, recebeu os amigos vestida de anjinho atochada em um corpete. E Rihana, se despiu de tigre e só não mostrou mais pele do que a acompanhante Coco. LaToya, pelo visto, já superou o trauma da morte do irmão. Se enfurnou em um macacão prateado e em uma peruca laranja imensa, colocou o melhor sorriso no rosto e até comentou sobre os sobrinhos. “Eles estão fazendo análise, vai ficar tudo bem”, sentenciou.

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Kate Perry

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Kelly Osbourne e Luke Worral

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Coco e Rihana

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LaToya Jackson

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Heidi Klum

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Mariah Carey e Nick Cannon

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Blake Lively estampa capa da Nylon de novembro

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A estrela do seriado Gossip Girl, Blake Lively é a estrela da publicação teen Nylon. Em uma entrevista acompanhada de um editorial de moda a atriz fala sobre seus amigos, sua viagem pela Tailândia e seu novo filme, The Private Lives of Pippa Lee e também da semelhança com sua personagem no seriado.

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Sobre Serena

"Não sou completamente diferente dela, até porque eu me visto apenas como Serena! Eu me aproprio do guarda-roupa dela. Sinto-me ridícula, às vezes como ela, olho e penso:'Oh, isso é um absurdo ".

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Blake em seu novo filme, The Private Lives of Pippa Lee

"Eu tinha uma coleira no meu pescoço, e Julianne Moore estava tirando fotos. Pensei: O que estou fazendo com minha vida? O que está acontecendo? Como isso é uma boa idéia?"

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Três gerações e um palco

Reuters

Pense em Mick Jagger, Bono Vox e Fergie no mesmo palco... Idealizou? Sim, o encontro rolou neste fim de semana e comemorou os 25 anos do Rock & Roll Hall of Fame, em Nova York. Foram quatro horas de música que contou com hits como Gimme Shelter e alguns rebolados de Fergie, Mick Jagger cantando U2 e Bono Vox levando o público ao delírio com Beautiful day.

Reuters

Ainda sem previsão de ir ao ar, o show foi gravado pelo canal HBO.

Reuters

Fãs: aguardem!

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Sex in the city no Marrocos

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Enquanto os fãs ficam pensando sobre o roteiro de Sex and the city 2, o mesmo não se pode dizer sobre os figurinos, participações e paradeiros do quarteto. Neste fim de semana mais uma amostra do que deve chegar as telonas do cinema, em maio de 2010.

Em uma rápida passagem por Marrakech, em Marrocos, Sarah Jessica Parker foi clicada momentos antes de filmar mais uma cena. Cynthia Nixon também esteve no set. Já Kim Cattral e Kristin Davis não foram avistadas no norte da África.

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Comentário rápido... dia quente para o look longo de Carrie, não acham?

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Novos rostos, nomes e velhos sonhos

Léo Neves

Léo Neves


O Circo Voador abriu sua tenda, na Lapa, para a 5ª edição da Mostra Livre de Artes, a MoLA. Na sexta-feira, terceira noite do balaco, o que se via era um miscelânia do que de mais novo vem sendo produzido em todos os ramos artísticos. Uma das organizadoras do evento, Gabriela Morená, chamou a atenção para a vitrine na qual o evento se transformou: “A proposta é abrir espaço para os novatos, mas também há lugar para nomes com uma certa projeção. O artista plástico Ronald Duarte, por exemplo, já expôs suas obras internacionalmente”, conta Gabriela, formada em Belas Artes, antes de dar a dica para os mais jovens: “É preciso ter ousadia e coragem para seguir em frente”. Ousadia não faltou à dupla Fuso Coletivo, com sua instalação na qual um manequim era esmagado por uma pilha de jornais. No palco, a primeira banda a se apresentar foi a Ladrão. Por se tratar de um novo grupo, o ofício musical está longe de ser o ganha-pão. O vocalista, Daniel Vitarelli, é um bom exemplo das agruras. “Eu sou artista, mas trabalho de barman”, contou. Outra banda a se apresentar foi a hype Luisa mandou um beijo. A Luisa mesmo não apareceu, apenas mandou um beijo. É que não existe Luisa na banda. O nome da vocalista é Flávia e os outros integrantes são meninos! Depois, vieram os rapazes do Canastra, que conta, agora, na formação, com Rodrigo Barba, baterista do Los Hermanos. Belo encerramento, com chave de ouro!

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Loucuras de bruxas

Vai ser difícil rolar uma festa à fantasia mais divertida e louca na cidade do que a 2ª edição da Halloween Party, da Ausländer, sexta-feira, no Espaço Franklin. O povo acreditou na brincadeira e arrasou nos looks. Tinha de Daft Punk a Bob Esponja, passando pelos clássicos múmias, vampiros e afins. E cerca de uma dúzia de Lady Gagas. Diz que Jesus Luz foi tão bem fantasiado que o povo só soube de sua presença quando ele já estava no avião, voltando para NY. Que venha 2010!

Sérgio Caddah
Maria Otero

Sérgio Caddah
José Camarano

Sérgio Caddah
Noé Klabin

Sérgio Caddah
Artur Medina Vilela

Sérgio Caddah
Athria Gomes

Sérgio Caddah
Diógenes Queiroz

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Festolipan de blogs

Viciados em Internet que somos, resolvemos compartilhar, em uma espécie de festival com palcos temáticos, os nossos blogs favoritos da grande rede mundial de computadores. Tem para todos os gostos. Escolha o seu e mãos ao mouse...

katylene.com.br





Tudo era apenas uma brincadeira e foi crescendo, crescendo e o absorvendo. Sabe essa música meio brega, meio chique? Então, poderia ser a melô da Katylene, personagem mais cultuada da blogosfera brasileira. “Sempre gostei de gongar as pessoas. Trabalhava com moda, somos ótimos nisso. Primeiro, fiz um blog com uma amiga – também da moda – chamado Papel Pobre, sob pseudônimos. Fomos desmascarados e resolvemos abandonar. Não por medo de processo, mas por poder nos atrapalhar profissionalmente“, comenta Daniel Carvalho, formado em moda, blogueiro de coração e DJ por opção. Seu blog é especializado em comentar os deslizes, a falta de noção – fashion ou de bom senso, mesmo – das celebridades. Um dos maiores alvos de Katylene, que tem cara de drag queen oitentista, é Carolina Dieckmann. Ou Chequelina Dieckmann, no linguajar todo peculiar inventado por Daniel. ”Encontrei Carolina em uma festa e ela me cumprimentou e disse que lê o blog... Falou até que eu era gatinho. Foi uma decepção. Queria sangue, que ela me estapeasse, para a gente sair nas capas das revistas“, brinca Katylene. Ou seria Daniel? Onde começa um e termina o outro, a gente nunca vai saber, mas o que se sabe é que o site, que tem 1 milhão de visitas por mês, já é a fonte de renda de Daniel.

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papelpop.com





Diferente da maioria dos blogueiros, Phelipe Cruz, do Papel Pop, não assina textos apenas sobre seus darlings. “Não escrevo sobre Amy Winehouse ou Britney Spears porque gosto, e sim porque elas estão lançando algo legal ou se dando mal”, dispara Phelipe, também editor do site da Capricho. Mesmo passando sufoco por causa de seu humor implacável, ele não se intimida: “Os fãs levam tudo a sério. Já fui até ameaçado, mas não tenho medo. Vivemos em um país cheio de celebridades inseguras, que não sabem rir de si mesmas”, diz o destemido. E para quem acha que o Papel Pop (com 80 mil acessos por dia!) é fútil... “A futilidade é tão importante quanto a utilidade. Falar sério o tempo inteiro é chato e o Brasil já tem muitos governantes discursando blá blá blá”.

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tedouumdado.com.br





Duas amigas, Lelê e Polly, se reuniram, em 2005, para falar – mal, em geral – do BBB no blog Big Bosta Brasil. “Quando o programa acabou, percebemos que não ia dar para esperar um ano até voltar a falar mal dos outros e criamos o TDUD. Aí, entrou o Didi para completar o trio”, disse Polly. Hoje, o blog tem de 2 milhões de acessos por mês. Com tanta gente lendo as ironias do trio, é normal que alguns dos zoados não encarem com jogo de cintura
os posts. “Semana passada, a Mirella Santos não ficou feliz em saber que eu inventei a história da polidactilia dela. Por fora, sorriu. Por dentro, me desprezou”, contou Polly. Com o blog, portas abertas e outras fechadas, certo? “Abriram-se as portas da esperança e fecharam-se as portas do Projac”, diverte-se.

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colunistas.ig.com.br/allexincasa





Há dois anos no ar, o blog de Allex Colontonio, editor-chefe da revista Casa Vogue, é uma mistura fina das novidades do circuito, mais voltado para o conteúdo da decoração do que para dicas do tipo “combine isso com aquilo”. Os acessos flutuam na casa dos 2 mil/dia, com picos de 8 mil. “O visual é fundamental”, diz Allex. E por que um blog? “Pura afinidade com a proposta midiática. O veículo tem um perfil dinâmico e menos careta. O diferencial é justamente a possibilidade deliciosa de um texto mais autoral, opinativo. É um puxadinho virtual da minha rotina, uma espécie de simbiose de diário virtual com tribuna livre, onde publico as minhas escolhas, o que eu considero in no nicho, sem maiores pretensões”. Orgulho e preconceito? “Acredito que as pessoas, de uma forma geral, ainda enxergam os blogs como um veículo inferior. Talvez seja pelo óbvio: qualquer cidadão, de qualquer natureza, seja jornalista ou não, pode ter um. O que é muito bacana, já que a democracia e o acesso irrestrito são as virtudes da web”.

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molotov21.com.br





Com dois meses de estrada, o Molotov21 – hospedado dentro do Rraurl, maior site de música eletrônica do Brasil – já arrecadou 20 mil visitas. Começo meteórico, não? Felipe Tiradentes, publicitário e um dos três mosqueteiros responsáveis pelo blog, conta o segredinho do sucesso: “Não é só apertar Ctrl C e colar um link na página. É preciso dar uma visão pessoal, processar a informação. É para isso que servem os blogs”, pontua Felipe, que define o Molotov21 como “antena da cultura contemporânea”, antes de reforçar: “Não tenho medo de dar opinião, porque é isso que gera discussão. Quero provocar polêmica”. Aproveitamos o know-how do moço para perguntar... O Twitter ameaça os blogs? “Agora, o artista pode se comunicar com seu público, sem passar pelas mídias convencionais. Mas não dá para esquecer que, lá, só são permitidos 140 caracteres. É uma fonte primária, mas quem quer conteúdo intelectual, recorre aos blogs. No fim, são duas ferramentas complementares”, avisa Felipe.

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mi-cajon.blogspot.com





Em janeiro de 2007, Angélica Dass se casou com um espanhol e, em dois meses, já estava no Velho Continente. Para suprir a falta da língua portuguesa, criou um blog para postar sobre acontecimentos em Madri, a partir do olhar bairrista de uma carioca da gema. Chamou alguns amigos, todos na faixa dos 30, que também moravam fora do país: “quer escrever nessa coisinha que estou começando?”. E, a partir daí, cada um foi somando impressões pessoais das capitais mais glamourosas do globo: Nova York, Berlim, Londres e Milão. O nome Cajon Desastre veio como uma tradução quase literal. Significa gaveta, o lugar no qual colecionamos objetos aleatoriamente. Já Cajon De Sastre é a gaveta do alfaiate, onde o profissional guarda seu material de trabalho. “Fiquei apaixonada por este jogo de palavras. O blog é assim: sempre tem espaço para mais uma inspiração. Falamos de tudo e nada ao mesmo tempo”, disse a fundadora do Cajon. Os “gaveteiros” começaram trocando ideias entre amigos e hoje já enfrentam problemas de grandes blogs. “Nós não recebemos muito feedback dos leitores. Acho que é por que não temos um perfil de blogueiros adolescentes”, afirmou Angélica, que promete nunca deixar seus leitores órfãos: “O blog é minha válvula de escape, eu continuo com ele nem que todos os colaboradores saiam”.

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itgirls.com.br





Alê Garattoni foi a primeira no país a sacar que as it girls são as novas top models. O que as garotas que recebem essa alcunha vestem, comem, pensam ou lêem vai ser o que sua filha, vizinha ou você vai começar a achar incrível logo, logo. “No começo, eu focava em perfis das it girls, para apresentar as personagens. Com o tempo, fui abrindo o espectro de assuntos”, conta Alê, que tem na conta cerca de 450 mil acessos por mês. Mesmo com tanta gente passando pelo blog, ela tem dificuldades em vender espaço. Não por falta de vontade alheia, mas, sim, por conta dos anunciantes que acreditam em dois pesos, duas medidas no mercado editorial. "Não vou vender anúncio por um preço menor ao de um site só porque sou um blog. O mercado está mal acostumado", frisa Alê, que ainda que ir mais longe. Desde o meio do ano, cria produtos com a logo do blog e que se transformaram em hit.

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gemagema.tv/blogs/agemda





Ex-fanzineiro em Juiz de Fora, o jornalista Fabiano Moreira viu a Internet transformar a maneira de se fazer as notícias circularem. “Acho que podemos dizer que o blog foi, sim, a evolução do fanzine. Eu tive o Blog do Moreira na década de 90, mas era algo mais biográfico”, observa. Há um ano no ar com o hype endereço que “orienta” mais de 2 mil pessoas por dia, para o que há de mais efervescente na noite carioca, o blog reflete as apostas de Fabiano. “Nenhuma sugestão é comprada. Acho que o Agemda só é sucesso, porque não tem cunho comercial”, avalia. Integrante do clã Gema TV, o blog distribui até 450 'vips' por mês. “Eu não ganho nada, só o carinho dos meus leitores”, explica. Das abordagens dos amigos até o blog, o jornalista transformou a arte de blogar em profissão . ”Penso em abrir a versão de São Paulo e de Belo Horizonte“, diz Fabiano, que colhe frutos pela empreitada. ”O blog trouxe muitas coisas boas. Tanto trabalho, quanto amizades. Eu me emociono com o carinho que recebo. Com tanta receptividade tenho disposição para muito mais“, brinca.

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madeinbrazil.typepad.com





Juliano Corbetta saiu de Porto Alegre para encontrar sua brasilidade em Nova York, para onde se mudou em busca de se especializar em moda masculina. Daí para querer dividir com o mundo o orgulho dos feitos made in Brazil foi um pulo. Assim, surgiu o blog Made in Brazil, escrito em inglês e uma espécie de referência para os outsiders sobre as belezas, físicas ou abstratas, de um país de contrastes. “Saí daqui há seis anos. Foi preciso olhar de fora para ver o quão somos bons em moda, na beleza da nossa gente e na cultura em geral, por exemplo”, conta o gaúcho. O blog surgido como uma tentativa de mostrar ao Tio Sam a nossa batucada, fez fama, criada pelo boca a boca e, hoje, tem mais de 1 milhão de acessos mensais. Mesmo com tanta audiência, o blog ainda não tem passe livre para credenciar--se em grandes eventos nacionais. “É sempre bem complicado lidar com esse preconceito”, protesta. Quem disse que vida de blogueiro é fácil?

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oesquema.com.br/urbe




Como bom blogueiro, Bruno Natal, dono das mãos que colocam o URBe para funcionar, é tímido. Apesar dos 30 mil acessos por mês, quando se vê sob a alcunha de ‘formador de opinião’, se acanha: “É difícil me imaginar como alguém que influencia pessoas. Só sei que formo minha própria opinião. Sobre tudo”, afirmou o carioca, 31 anos. O começo foi despretensioso. “Queria um espaço para escrever coisas bacanas, sem depender da aprovação de um editor”, disse Bruno, que ainda tem outra atividade profissional, é sócio da produtora Videograma. Mesmo assim, a vida online passou a ocupar boa parte da cabeça e das horas – umas 8 por dia – de Bruno. “Já pensei em acabar com o blog um zilhão de vezes! Quando falta tempo, dá vontade. Mas não consigo... São seis anos de dedicação”. Será que é só o carinho que faz o blogueiro seguir adiante, não rola uma razão monetária? “Não ganho dinheiro com o URBe, mas ele gera trabalhos. Existe um plano de vender espaço publicitário na página, mas quem comprar vai saber bem o que está levando. Será posto à venda um espaço para anúncios, não nossas ideias”, frisa.

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garotasestupidas.com





Para mulheres que querem colocar o assunto em dia, mas ficam acuadas em expor suas futilidades frente aos namorados, ficantes ou afins, veio o Garotas Estúpidas. “Ok, somos estúpidas então. Agora nos deixem em paz para fofocarmos!”, diverte-se Camila Coutinho, criadora do blog. A moça de 22 anos mora no Recife (ou Hellcife, como ela se refere) e, há três anos e meio, passa os dias pensando em seus posts. “Levo a máquina digital para tudo que é lugar. Registro achados, comprinhas, lojas. Não tenho uma organização regrada, porque inspiração não tem hora”, explicou. O “GE” recebe uma média de 27 mil visitas diárias das “fias” (leitoras), que costumam aumentar o número de comentários quando se trata das últimas peripécias de celebridades como Paris Hilton, Nicole Richie e Britney Spears. Tendências de moda também estão nos trending topics. Para atender aos pedidos das leitoras, Camila é adepta de todas as redes sociais. “Minhas leitoras são meu termômetro", disse. Ela também trabalha organizando eventos de moda. ”O Garotas Estúpidas me fez ganhar visibilidade, mas não dinheiro. Blogueiro trabalha por amor e não pensa só em lucro“, concluiu.

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