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Salve a rainha!


Crystal J. Torres, trompetista de Beyoncé, clica o show de outro ângulo

Beyoncé chegou, na quinta-feira, ao Brasil, sem Jay-Z, seu indefectível marido. Mas seus bailarinos e a banda Sugar Mama, composta só por meninas incríveis, chegou bem antes, ainda na terça-feira. E programação não faltou para o animado grupo da diva, que totaliza 60 pessoas. Em Florianópolis, a trupe causou. Foram pegar praia em Jurerê, se encantaram com os restaurantes all you can eat do país e se assustaram com o calor. Bryan Tanaka, um dos únicos bailarinos representantes do sexo masculino do palco, era um deles. “Nunca vi tanto calor. Vou precisar de muita, mas muita água”, disse, antes de brincar que tinha rebatizado a perna brasileira da turnê para Beach leg. O motivo? Desde que chegaram a Floripa a turma só queria saber de praia. E foi assim no Rio também. Ontem pela manhã, já estavam todos em Ipanema. Já a backing vocal Ashley Jarett (de branco, atrás da diva), viu o lado bom do calor e da umidade brasileira. “Esse clima vai ser ótimo para minha pele e meu cabelo”, disse Ashley, que, ao chegar ao Brasil, foi logo para a ginástica. “Preciso estar com o corpo incrível para concorrer com os brasileiros na praia”, brincou. A trompetista, Crystal J.Torres, era uma das mais animadas – e impressionadas – com toda a loucura dos fãs brasileiros. A foto que você vê aí em cima, por exemplo, foi ela quem tirou minutos antes de Beyoncé entrar em cena, no Morumbi, em São Paulo. “Esse show foi o mais memorável do qual eu já participei. Obrigada, Brasil, por todo o amor”, disse Crystal. Fato corroborado pela diva, que declarou: “São Paulo foi uma de minhas melhores plateias”. Mas nem tudo foram flores. Ivete Sangalo, a musa da abertura de São Paulo, atrasou 50 minutos o início de seu show. Culpa do caos que se instalou na cidade após mais um dos temporais diários de SP. Ela teve de pegar um helicóptero para chegar a tempo. Já em Florianópolis, Wanessa não contou com a participação do AfroLata, que estava no backstage e iria dividir o palco com ela. Um truculento produtor disse que não tinha espaço para eles no show. Uma pena, pois iria ser um arraso. “Vamos tocar juntos em outra oportunidade”, contemporizou Wanessa.

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Viva o rei!

Urbano Erbiste
Roberto Carlos saúda os súditos pós-coletiva de imprensa, no navio Costa Concordia

Embarcamos sexta-feira no Costa Concordia, o navio que abrigou o projeto Emoções em alto mareste ano, para desvendar por que Roberto Carlos é o Rei. Os números do reino? São quatro dias de cruzeiro (este ano foram duas edições) e 1.500 cabines – cerca de três mil pessoas. A mais barata custa US$ 1.350 e a mais cara US$ 3.450. Ainda rola uma taxa adicional de US$ 120 por pessoa. Ah, já foram vendidas 180 cabines para a edição 2011, que terá apenas uma viagem e será realizada no navio Costa Serena, todo decorado em azul e branco.

A cabine de Roberto fica localizada na proa (ele gosta de ver para onde está indo), em uma área reservada. O Rei quase não sai de seus domínios, até porque é inviável. Sua aparição no cassino, na última quarta-feira, foi um Deus-nos-acuda, com senhorinhas passando mal. Ao seu redor estão sempre o empresário, Dody Sirena, a assessora, Léa Penteado, os filhos de Roberto e a família de Maria Rita.

Dody, aliás, nos contou alguns segredinhos... Roberto não costuma acordar antes de meio-dia, faz musculação três vezes por semana, passa o dia em frente à TV e chega ao local do show sempre três horas antes, para preparar a voz. “Ele acompanha o mundo pela TV. Aqui, assiste aos canais internos, como se fosse um reality show”, revelou Dody. Para que RC se sinta em casa, imagens de Nossa Senhora são espalhadas pelo quarto e os móveis são mudados de lugar. Para circular pelo navio, ele usa passagens subterrâneas secretas, o chamado Ponto Zero, no porão. Foi o comandante quem entregou o mapa da mina ao Rei. Roberto fez uma visita à cabine de comando e até navegou um pouco. Mas se decepcionou ao descobrir que é tudo digitalizado. Nada de leme.

Este será um ano cheio de compromissos para RC. Terça-feira, entra em estúdio para gravar um disco em espanhol, que fica pronto em março. Dia 4 de abril, começa a turnê internacional, que contará com shows em Nova York, dias 16 e 17, no Radio City Music Hall. Logo depois, Roberto dá um pulo no Rio para passar o aniversário (dia 19) com a mãe e, em seguida, cai na estrada de novo até 10 de junho. Ufa! Já o CD de canções inéditas fica para 2011. “Quero 12 meses para me dedicar ao disco. Por isso, vou deixar para o ano que vem. Estou com quase todas as músicas prontas”, declarou o Rei, na entrevista coletiva, que foi acompanhada por 300 passageiros sorteados.

Entre as confissões, a mais fofa foi a de que chora ao fim do cruzeiro. “É como se um sonho terminasse. Aqui, esqueço dos problemas e vivo em total alegria, próximo às pessoas que amo”, declarou the king. As três melhores coisas da vida na opinião de RC? “Posso começar pela segunda? Sexo. A primeira, é sexo com amor. E a terceira... Sorvete! Adoro sorvete, bicho”, revelou, sem pudor. Na hora de falar sobre o coração, o bom humor continuou, mas o desembaraço sumiu: “ bem. numa boa. Contente... Fazendo casal Taís Araújo + José Mayer, na novela Viver a vida, não foi retirada da tramaas coisas que eu gosto”. Foi o máximo que o Rei se permitiu dizer.

No quesito boatos, um foi negado e outro confirmado. A canção A mulher que eu amo, tema do . “A direção decidiu não tocar a música por um tempo, porque o casal não estava mais junto e a letra não condiz com o clima de separação”, explicou Roberto, que compôs a música para Maria Rita, entre 1998 e 2002.

O segundo rumor, sobre a intenção da Beija-flor de fazer o enredo 2011 em homenagem a Roberto, é verdadeiro. “Fiquei muito honrado quando soube do desejo da Escola. Só estou um pouco sem graça, porque sou tímido para desfilar na avenida”, declarou.

Para encerrar o dia de emoções em alto mar, rolou o tão aguardado show, com o repertório que a gente conhece: Detalhes, Emoções... Conclusão? O Rei é o rei porque sabe, como ninguém, emocionar. Das letras sinceras sobre amor, até o modo como conversa com a plateia, Roberto é o rei mais humano que existe.

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A feira quente da europa

Fomos à The Brandery, em Barcelona, para conhecer a feira de moda mais importante do Sul da Europa. E os espanhóis querem que brasileiros invadam a praia



Desde os anos 70, as touradas vêm perdendo força na região da Catalunha, onde fica localizada a cidade de Barcelona. Os jovens não se interessam pelo tema, os órgãos que lutam pela defesa dos animais fazem terrorismo e os catalães reafirmam a rejeição às touradas como uma forma de se diferenciar do resto da Espanha. A arena de touradas, localizada na Praça de Espanha, por exemplo, fechou seus portões para se transformar em um shopping. Sinal de que a moda, para os moradores, é mais importante do que as imbecis guerras contra os pobres touros. A luta para adequar a arena a um centro de compras é hercúlea. Para se ter uma ideia, a estrutura, que tem capacidade para 20 mil pessoas, foi erguida por macacos hidráulicos para que os engenheiros pudessem construir um estacionamento subterrâneo.



Se a perda do palco de touradas não surtiu nenhum sentimento ruim nos barceloneses, a perda de uma das feiras de moda mais importantes da Europa, a Bread & Butter – que rolou em Barcelona por alguns anos e, em 2009, voltou para Berlim, onde começou – foi um dos golpes mais duros na economia da cidade. Orgulhosos de serem catalães e guerreiros na defesa de sua relevância frente ao mundo, os barceloneses se levantaram, sacudiram a poeira e começaram a ensaiar a volta por cima, em julho do ano passado, quando rolou a primeira edição da The Brandery, feira de moda urbana de Barcelona, que já nasceu bombada. A segunda edição foi realizada semana passada e mostrou que o povo não vai brincar em serviço no objetivo de transformar a feira de moda em uma das principais do mundo. Dobraram os expositores, totalizando, agora, 200 marcas de toda a Europa – principalmente de Portugal, Espanha, França e Itália – apresentando suas novidades para o Inverno 2011. Pére Camprubí, o dono do projeto e quem responde pelas ações futuras da The Brandery, ainda acredita ser só o começo e anseia por muito mais. “Queremos nos consolidar como a feira mais importante do Sul da Europa. Cumprimos com nosso objetivo de qualidade e resultados que fixamos, que é o de nos convertermos no centro de intercâmbio entre marcas, compradores e revendedores de referência do mercado dessa região europeia. O Sul, afinal, é onde se concentra o maior volume de negócio para as empresas que participam da The Brandery”, explicou Pére.


Pére Camprubí, o dono do projeto

O empresário, aliás, vê com ótimos – e desejosos – olhos o mercado brasileiro de moda. “Não há outra região do mundo – fora da Europa, claro – que se assemelhe mais ao nosso público-alvo. Trazer marcas brasileiras já para a próxima edição, em junho, virou uma questão de honra”, sentenciou Pére, que não está usando figura de linguagem quando categoriza a afirmação acima. Para esta edição, que se encerrou dia 29 de janeiro, ele fez uma primeira aproximação que não resultou em um intercâmbio efetivo, mas um início de relacionamento que pretende que se concretize já para a edição de Verão 2011. “Estamos dispostos até a bancar a vinda das marcas brasileiras interessadas. Há a intenção de criar um espaço dedicado ao Brasil... Ou seja, facilitar de todas as formas a vinda das grifes que se interessarem por fazer negócios com a região que mais cresce na Europa: o Sul”, animou-se o espanhol.
A ideia de ter um Pavilhão Brasil na feira seria bastante plausível já que a The Brandery – que se estende por 2 pavilhões na região chamada de Feria de Barcelona, aos pés do Mont Montjüic e tendo como pano de fundo o lindo Palácio do Museu da Catalunha – já se divide em áreas temáticas. Os cerca de 200 expositores eram distribuídos em seis setores – com direito a a mapa de localização. The Cathedral, onde ficavam as marcas com foco no design, os criadores mais autorais; o 080, onde se localizavam os novíssimos talentos da moda espanhola, cujos desfiles eram transmitidos em telões localizados em pontos nevrálgicos da cidade; The Loft, para as labels mais fashionistas; The Warehouse, especializada em jeanswear; e o The Stadium, habitat das marcas de streetwear, calçados e bonés. Era ali também que rolavam as apresentações de streetdance e as acrobacias kamikazes dos skatistas e bikers. Estes, aliás, se apresentavam com as roupas de algumas das brands da feira. Em um dos dias, por exemplo, os mocinhos das bicicletas faziam seus números vestindo nada mais do que cuecas garimpadas nos estandes das marcas da região do The Stadium. Situação um tanto quanto surreal, já que, do lado de fora dos pavilhões, o frio era congelante e até uma pista de patinação no gelo foi montada para os mais animados.


Dançarinos na The Brandery

Mas nem só a compras e apresentações artísticas se resumia a feira. No espaço batizado Laundry, experts em comportamento dos consumidores, fashionistas e professores de marketing davam palestras e reuniam quem queria pensar a moda, além de só fazer ou só comprar. Isabel Mesa, gerente regional para Espanha e Portugal do WGSN, um dos mais importantes centros de estudo de tendências do mundo, foi uma das que discursaram sobre o assunto. “A The Brandery é exatamente como uma feira moderna e a moda contemporânea deve ser. Útil, pois é prática, vai direto ao ponto, sem enrolações; emotiva, pois desperta sensações; e inventiva”, disse Isabel. Mas, em termos práticos, Isabel também exemplificou quais serão os hits da temporada de Inverno 2011. “Peças-chave são os biker looks, visual que remete aos esportes, como beisebol, e aos uniformes dos trabalhadores dos anos 40, quando pensamos nas roupas para os homens. Jaquetinhas em náilon, camisas oversized, contrapondo com o aspecto mais justo dos bodies dos anos 90, as calças de joggings em versão mais chique e as carrot pants são os pontos altos para as mulheres. As calças mais trendies para os meninos serão as no estilo cargo. Ou seja: utilitárias e com muitos bolsos”, enumerou.
No dia seguinte, no Laundry, José Luis Neno, professor-titular de Marketing na Universidade IESE, fez uma palestra mais pragmática, falando sobre um dos temas da The Brandery nesta temporada: a criação de um New Deal para a moda, tal qual o proposto por Franklin D. Roosevelt, à época da grande depressão de 1929. “A classe média estabelecida da Europa não tem mais como crescer. Está estagnada. São as dos países emergentes que vão sustentar o crescimento do mundo. Quando se vai mal aqui, se vai bem em algum outro lugar. É por isso que precisamos repensar o modo de se vender e de se comprar. Para completar esse cenário, a Espanha passa por um momento de altos índices de desemprego e quando não há emprego, não há compra”, disse em tom alarmista o professor. “A Espanha é o país que mais tem lojas no mundo em termos relativos. Para atrair os consumidores e nos mantermos fortes é necessário que o preço médio dos produtos caia. E é o que vem acontecendo”.


The Cathedral, uma das áreas temáticas da feira


O New Deal da The Brandery passa por esse princípio e vai além. Todos os envolvidos na feira dividiam a visão de que, além das roupas, é preciso apostar na criação de uma marca, na definição de um estilo forte, identificável e que desperte o tal desejo que fará com que os consumidores saiam de suas casas para comprar. “É hora de olhar as pessoas antes das roupas, e entender que a vida na cidade e a forma como as peças interagem nesse ambiente é que vão definir a compra”, explicou Daniel Córdoba Mendiola, autor do livro Coolhunting e um dos participantes da The Brandery.


The Wharehouse, outra área temática

Barcelona é definitivamente um dos centros propulsores de design e da moda europeia. Claro que não estamos falando da moda engomada e, de certa forma, excludente da França ou Itália. Pode-se sentir nas ruas uma energia criativa. E esse é um outro ponto decisivo do New Deal da The Brandery: a importância de ela se realizar em Barcelona. A feira se apropriou e se integrou à cidade, que é uma marca internacional e catalisadora de atenções. Essencial para transformar a feira em uma plataforma de lançamento e polo atrativo. A parceria com a Prefeitura da Cidade também é um ponto relevante no projeto da The Brandery. No primeiro dia do evento, por exemplo, o prefeito de Barcelona, Jordi Hereu, fez questão de marcar presença. “É um projeto pessoal transformar a cidade em uma referência internacional de feiras de moda contemporânea”, explicou o alcaide, que fez questão de conferir todos os espaços. Só não se arriscou a calçar os patins e dar uma voltinha na pista de gelo.


O prefeito de Barcelona, Jordi Hereu

Se, do lado de fora, os termômetros marcavam 5ºC, nas máquinas registradoras dos expositores e dos 15 mil compradores que passaram pela The Brandery, nos três dias de feira, a temperatura atingia índices capazes de alarmar os cientistas mais temorosos em relação ao aquecimento global.

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A Barcelona made in brazil

Aproveitamos a ida à Espanha para sairmos à cata dos brasileiros que estão dando o que falar em uma das cidades mais cosmopolitas do mundo

Kananda Raia se mudou para Barcelona por amor ao marido – à época namorado – Felipe Perrone, estrela da Seleção de Waterpolo da Espanha, e acabou por se apaixonar, também, pela cidade. “Há sete anos, ele teve uma proposta de trabalho aqui no país e me ’carregou‘ junto dele. Sempre tive vontade de morar fora do Brasil, mas, por ser sapateadora, nunca tinha pensado em Barcelona, só pensava em Nova York“, contou Kananda, que já escreveu sua própria história por lá. Hoje é uma das responsáveis pela bombada Inside Barcelona, agência de aluguel de imóveis por temporadas. Seus hotspots da cidade? ”O bairro Borne com as lojas mais descoladas, o Bar 4 Gats, a Praia de Bogatell, o restaurante Kibuka e o club Roxy“, enumerou. É para anotar no caderninho de viagem. Ah, sim, o Raia do sobrenome de Kananda tem a ver com a mais famosa da linhagem da família, a atriz Cláudia Raia. É sua tia querida.



O sobrenome de Felipe, Perrone, já entrega sua ascendência. ”Como minha avó era catalã, tenho o passaporte espanhol desde pequeno. Por isso, pude ser contratado para jogar pólo-aquático em um time e na Seleção daqui“, contou o jogador que defendeu a Seleção Espanhola nas Olimpíadas de Pequim, de 2008. O fato de a cidade lembrar a sua terra natal, o Rio de Janeiro, é um dos melhores aspectos de Barcelona. ”Os meus points preferidos são o Bar La Fianna, a Cerveceria Catalana, os chiringuitos das praias e a discoteca Shoko“, enumerou Felipe.

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David Duarte chegou à Espanha como estagiário, há seis anos, e, hoje, é um dos integrantes da XXL Comunicación, a assessoria de imprensa que detém a conta da The Brandery. “Estava cursando meu último ano de marketing e comunicação, consegui um estágio aqui, em Barcelona, na própria XXL e fui ganhando espaço até ser contratado”, lembrou. Nos encontramos em meio a imensidão da feira, onde David nos contou um pouco sobre sua vivência: “Barcelona é uma cidade bem agradável para se viver, com uma arquitetura incrível e uma mistura de cultura infinita. Me agrada muito, também, o clima mediterrâneo”, contou. Contrariando o lugar-comum de que existe preconceito contra brasileiros na Europa, David foi taxativo: “Brasileiro é um povo muito querido. Sou muito bem recebido em qualquer lugar!”. Embora sinta-se em casa nas terras catalãs, o Brasil permanece uma saudade. “Sinto falta da comida, dos meus amigos e do dia-a-dia típico da nossa cultura. Só quem é brasileiro pode entender a que me refiro”, disse.

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Gilvan é o dono da noite barcelonesa e está tão integrado à cidade que nos seus cartões de visita assina Gilvan Barcelona. “Nunca tinha morado fora do Brasil, mas foi amor à primeira vista. Um mês depois de chegar aqui e ficar indo de cima para baixo, pulando de festa em festa, um amigo me pediu para ajudá-lo a promover uma noitada e vi que poderia ganhar dinheiro com isso”, disse Gilvan, que, atualmente, é o homem à frente de quatro festas semanais em diferentes clubs e uma mensal. Completamente apaixonado por Barcelona. “O que mais gosto é o cosmopolitismo. Sair para a balada e, na mesma noite, conhecer uma sueca, depois uma californiana e acabar a noite com uma estoniana não tem preço. Barcelona é a Disneilândia para adulto”, brincou Gilvan, há oito anos longe de São Paulo, sua terra natal.

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Daniela, a fada da folia

Salvador - Priscila Prade

Soprando 15 velinhas este ano, o Camarote Contigo! de Daniela Mercury, no Carnaval de Salvador, vai caprichar na ferveção: serão 1.600 m² – com pista de dança, salão de beleza, praça de alimentação e até um spa para os pés – para receber os 1.200 convidados. A cenografia celebrará a década e meia do camarote, os 25 anos do axé music e 60 do trio elétrico. Como parte da homenagem, Daniela lançou a canção Andarilho encantado, que compôs em parceria com Marcelo Quintanilha. E o tema de seu trio – no qual receberá, no sábado, 28 músicos da Orquestra Neojibá – será Daniela no País das Maravilhas – o conto de fadas do Carnaval. Um dia antes da abertura oficial da folia baiana, na quarta-feira, crianças de instituições beneficentes fazem a festa na 9ª edição do Baile Infantil do Camarote de Daniela, cujo tema será Conto de fadas. Ah, a cantora irá fantasiada de... fada! A lista de presença, agitada pela rainha da Bahia, Lícia Fabio, já tem Fernanda Lima + Rodrigo Hilbert, na sexta-feira.

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