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Para os talentosos o céu é o limite

Tom Munro

A agenda do top brazuca Marlon Teixeira anda tão abarrotada que o belo teve de falar com a gente enquanto esperava na fila para fazer uma prova no Detran de Florianópolis, para tirar a carteira de motorista. As fotos do catarinense para a campanha da Forum, ao lado de Lara Stone (foto), clicadas por Tom Munro, no fim do ano passado, em NY, já estão vazando por aí e despertando a curiosidade de saber mais sobre o lindo garoto que ocupa a 19ª posição no ranking masculino do über site models.com. “Foi a primeira vez que trabalhamos juntos. Conversamos nos intervalos e vi que ela é super bem humorada”, comenta Marlon, que, daqui a pouco, lança também a campanha da Armani Exchange. O muso só passou por aqui para renovar o visto americano, matar a saudade do surfe e já correu de volta para NY. Hoje, o tempo de Marlon não para. “Minha vida deu um giro de 180°: um dia eu estava em Camboriú, na praia, e, no outro, já fotografava para a Dior, sem nem saber o que era aquela marca. Eu gosto da vida nova, meus amigos de NY são do meio. Mas também é bom vir ao Brasil e fazer os programas de sempre. A minha essência não mudou”, filosofa o modelo. E já que estamos nesse pique raízes... Ainda é cedo para pensar nisso, mas, no pós-carreira, o menino praiano voltará para o Brasil? “Claro. Tem uma hora que a gente não aguenta mais olhar para a cara das aeromoças e quer assentar, constituir família”. Além de lindo, é fofo! E pode isso?

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Tom e Madge



Para sentir o poder do fotógrafo da campanha da Forum, Tom Munro, é só rebobinar a fita da vida na poplândia para sábado, dia 6, quando Tom lançou seu livro homônimo, em Los Angeles, que tem Madonna na capa e Lady Gaga, Beyoncé, Hugh Jackman, Tom Cruise e Justin Timberlake no recheio. Madonna, a própria rainha do pop, esteve no lançamento para prestigiar o amigo. E já que estamos falando da diva... Sabiam que a cantora fez uma festa pós-Oscar no domingo, na casa do empresário Guy Oseary e Michelle Alves, em Hollywood HIlls? Jesus não foi, pois estava trabalhando em Lisboa, mas sua namorada não pode reclamar de falta de diversão. Dizem nossas fontes que a cantora teve uma luta de dança com o rapper P.Diddy no meio da noite, depois de muita caipirinha de coco na cabeça. E que ela e Gerard Butler – amizade começada no Camarote da Brahma – tiveram muito assunto durante a festa toda. Tipo inseparáveis.

Reprodução

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Faltam curvas ou é impressão?

Reprodução

O jornal britânico Daily Mail criticou, anteontem, a magreza excessiva da Angel brasileira Alessandra Ambrósio em fotos do making of do novo catálogo da Victoria's Secret, clicado em Saint Barths. Segundo a publicação, Alessandra ostenta um corpo lânguido de adolescente, enquanto o mundo da moda se volta para as mulheres curvilíneas. Apesar disso, no papo que bateu com a coluna, dia desses, a top se mostrou preocupada com os parâmetros atuais: “Vejo meninas passando fome nos camarins para atenderem ao padrão. Quanto mais novas, mais magras. E muitas estão doentes. Gosto de trabalhar para marcas que valorizam as curvas, porque é preciso promover uma imagem saudável”, comentou a modelo. Alessandra disse, ainda, que a única vez que fez uma dieta mais severa foi após o nascimento de sua filha, Anja, há um ano e meio. “Mas porque eu tinha de desfilar de calcinha e sutiã poucos meses depois de ter engordado quase 10 kg”, enfatizou. Olhando para a foto acima – na qual Alessandra posa ao lado de modelos plus size – do tal catálogo, você acha que a top está seguindo seus preceitos?

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Instrumental pop

Divulgação

Se a indústria fonográfica vai mal, fazer música instrumental hoje é uma batalha. Mas os rapazes da banda carioca Acuri estão dispostos a peitar o axé e o funk com o CD de estreia, Infância. “O rótulo de música instrumental confere um ar elitizado ao som e isso afasta o grande público. Queremos mostrar que a tal música instrumental pode ser tão popular quanto qualquer outra”, diz Ricardo Sá Reston, baixista e compositor do grupo. Prova maior dessa universalização do som é que a Acuri acabou de voltar de uma temporada de 30 shows na Índia e no Sri Lanka. As impressões? “No Hikkaduwa Beach Festival, no Sri Lanka, fizemos uma jam session com músicos locais. Fiquei impressionado de ver como duas culturas tão distintas conseguiram se somar. Foi de arrepiar, ainda mais em um festival que celebrou a paz entre os povos, após anos de guerras no país”, recorda Ricardo, que conheceu seus companheiros de banda na oficina de Itiberê Zwarg – baixista do mestre Hermeto Pascoal. A próxima batalha pelo território musical rola, logo mais, no Teatro Café Pequeno e também nas próximas duas quintas-feiras, no mesmo local. Avante!

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Marque na agenda
O show do Nouvelle Vague no Brasil já tem data, local e apresentação de abertura acertados. A banda francesa se toca pela terceira vez no Rio, no Circo Voador, dia 30 de abril e o show de abertura será de Thiago Pethit.

As mudanças

Já pode morrer de inveja dos ingleses? Dia 18 de julho rola, no Royal Festival Hall, em Londres, um show duplo: Tom Zé + Os Mutantes. Os Mutantes, aliás, tocam, antes, no Festival Glastonbury.

Beth balança e cai
Agora não tem mais jeito. A Chilli Beans soltou, ontem, um comunicado sobre o cancelamento em caráter irrevogável do show da banda Gossip no Brasil. O reembolso dos ingressos será feito nos postos de venda oficiais. Beth Ditto, a líder da banda, alegou problemas de saúde para justificar o no show. Doença que não a impediu de assistir a todos os desfiles da Semana de Moda de Paris. Dica da coluna: Beth, não rola de mentir em praça pública dessa forma. Pega muito mal.

Estrela gringa?
Luciana Gimenez esteve em NY, essa semana, acompanhada do marido, Marcelo de Carvalho, para tratar de sua participação em um longa hollywoodiano. A assessoria não confirma o nome de Philip Noyce com o diretor do filme do qual Luciana participará, mas o fato é que os três estavam jantando no Monkey Bar, em NY, na segunda-feira. Em tempo: Philip é o diretor de Salt, filme que tem Angelina Jolie como estrela, a ser lançado ainda este semestre.

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Palavras e sentimentos

O elenco da novela global Cama de gato reuniu-se, anteontem, na livraria Argumento, no Leblon, para o lançamento do livro Outros autores, da escritora e autora da trama Thelma Guedes. “Já coloco esse pessoal para trabalhar para caramba e, não satisfeita, os faço ler trechos do meu livro”, brincou Thelma, referindo-se a Camila Pitanga, Heloísa Périssé, Carmo Dalla Vecchia, Ângelo Antônio e Paula Burlamaqui. A leitura emocionou os convidados, o resto do elenco e a própria Thelma, que não conseguiu conter as lágrimas ao final das apresentações de seus textos, todos baseados em autores que marcaram sua vida . E falando em autores marcantes... Fomos perguntar aos atores quem são seus escritores de cabeceira. “São tantos! Mas citaria Hilda Hilst e Clarice Lispector”, disse Camila Pitanga. Já Carmo Dalla Vecchia, foi bairrista: “Curto muito Lya Luft, Caio Fernando Abreu e Luis Fernando Veríssimo”, disse o gaúcho. “Gabriel Garcia Marquez é incrível. Cem anos de solidão marcou a minha vida”, contou Heloísa Périssé. Mas, entre tantos nomes ilustres, a estrela da noite era mesmo Thelma: “Ela é demais. Ganhei uma amiga fora dos estúdios”, declarou Camila Pitanga.

Roberta Profice

Um papinho com | Thelma Guedes

Entre uma noite de autógrafo e um novo capítulo da novela Cama de gato , Thelma trocou umas palavrinhas conosco.

Quando descobriu que escrever era a sua sina?
– Desde que me entendo por gente. Quando comecei a aprender a ler e a escrever, ficava atrás da minha mãe, recitando poemas meus. Era uma pentelha! Mas eu lia e escrevia o tempo todo. Sempre soube que queria viver fazendo isso, porque o universo dos livros me encantava. Quanto mais eu lia, mais esse desejo e essa convicção cresciam.

Três conselhos a um novo escritor?
– O primeiro: não se afastar da matéria-prima da literatura, que é a vida. O segundo: ler muito, muito, muito mesmo. Terceiro: escrever o tempo todo. Quanto mais se escreve, melhor se escreve. Escrever é exercício. Você pediu três. Mas eu daria um quarto: escrever sem pensar no sucesso, mas no processo.

Fala-se muito do mercado fonográfico e discute-se pouco a questão dos livros no Brasil...
– Eu não me sinto dentro do mercado, porque não consigo furar o bloqueio. Uma coisa chata que observo é que autores estrangeiros parecem ter maior facilidade de estar em evidência no nosso mercado do que os autores nacionais. Mas o que mais me preocupa mesmo é saber que as pessoas estão lendo menos no nosso país. Acredito que a poesia, a literatura, a arte, a cultura de um povo são a expressão e o alimento da alma desse povo.

Qual o legado da sua obra?

– Quem tem que identificar qual é o legado de uma obra é o leitor dela. Acho que foi a Clarice Lispector que disse que escrevia para fazer a sua alma cantar. É o que sinto. Se alguém ouvir esse canto e se emocionar, terei alcançado o propósito.


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Moda constitucional

Rolou, ontem, no Ministério da Cultura, em Brasília, a primeira reunião para a formulação de um plano de cultura do governo, que, pela primeira vez, abrangerá a moda. Paulo Borges, o maior nome do setor no Brasil, participou da discussão, assim como os estilistas Ronaldo Fraga e Melk Z-da, entre outros. “Estamos dando o pontapé inicial para um planejamento que se expandirá pelos próximos 10 anos. Desde que o presidente Lula foi eleito, o ministério conversa conosco sobre o assunto e, agora, teremos um lugar dentro do MinC para discutirmos a importância da moda como patrimônio cultural e também a valorização dos ofícios tradicionais brasileiros, como o bordado e a pintura. A formulação de leis, inclusive as de incentivo, será feita mais tarde. Não é um projeto de efeito imediato, e sim para quem acredita na capacidade da moda de transformar o país”, contou Paulo. No fim de semana, haverá votação sobre as primeiras decisões.

Eles amam o Brasil


Mais notícias sobre a vinda do Black Eyed Peas ao país! A trupe chega em novembro e faz shows em nove cidades.

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Nada romântico

Álvaro Riveros

Para mostrar que nem só de comédias românticas vivem os filmes de amor, o diretor e roteirista Paulo Halm levou, anteontem, para a tela do Arteplex, em Botafogo, seu longa de estreia, Histórias de amor duram apenas 90 minutos. “É uma visão pessimista. Quis mostrar a perenidade das relações”, conta o diretor, antes de completar: “Cheguei a pensar em batizar o filme Retrato do artista quando preguiçoso, parafraseando James Joyce. Mas fiquei com medo de que não coubesse no letreiro do cinema. Então lembrei que não existe mais isso e escolhi um título maior ainda”, recorda Paulo, com o segundo longa a caminho, Amanhã tudo volta ao normal, que terá Leandra Leal, Cauã Reymond e Marco Rica no elenco. Ao chegar, o casal (de protagonistas e na vida real) Maria Ribeiro e Caio Blat ganhou abraço apertado de Paulo. Caio aproveitou para divagar sobre relacionamentos: “As pessoas hoje não se entregam aos compromissos, não querem nada sólido. Prefiro me apegar”. Paulo intervém no papo: "É verdade. Caio e Maria se dedicam mesmo. Até entraram como produtores do filme e metade do figurino feminino saiu do armário da Maria“, entregou o diretor. A atriz opina também: ”O desprendimento da vida moderna tem seu lado bom. Quando as pessoas não estão contentes, podem se separar sem tabu”. E será que ser um casal na realidade facilita na hora de atuar? “Nos sentimos super a vontade nas cenas de cotidiano, mas, nas de sexo, travamos geral! Juro que somos melhores do que aquilo que está no filme!”, brincou Maria, às voltas com as filmagens de Tropa de elite 2, enquanto Caio roda Assalto ao Banco Central, de Marcos Paulo.

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