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Mais dois pilotos garantem vaga na superfinal da Seletiva de Kart

Fim de semana também teve ronco dos motores da Seletiva de Kart. Os pilotos Jean Aguiar e Ítalo Leão garantiram vaga na superfinal depois da penúltima etapa de classificação, disputada em São Luís, Maranhão. A finalíssima acontece nos dias 9 e 10 de novembro em Itu e dará R$ 105 mil ao campeão.

Na primeira corrida, Nicolas Costa, que disputa da Fórmula Future, do Racing Festival, foi o vencedor. Porém, ele foi desclassificado da segunda prova por irregularidade técnica no kart. A penalidade a Nicolas beneficiou Jean Aguiar, que havia terminado esta bateria em segundo. Com este resultado e o quarto lugar na prova 2, Aguiar garantiu participação na superfinal.

Na segunda corrida, a terceira colocação de Ítalo Leão carimbou a passagem do jovem piloto para o kartódromo de Itu, local da finalíssima. No somatório dos resultados, o brasiliense se juntou a Jean Aguiar, Guilherme Silva, Guilherme Salas, Victor Franzoni, Jonathan Louis, Felipe Fraga, João Câmara, André Pedralli, Johílton Filho e Vinícius Perdigão. A última etapa da fase de classificação será em Palmas, Tocantins, no dia 17 de outubro.

(Nicola Pizzarro)

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Velocidade no DNA

Não é comum o COCKPIT escrever sobre a categoria de base GP3, que abre a porta de entrada dos jovens pilotos para a GP2. Mas hoje eu abro exceção. Piloto da Manor, Adrien Tambay chegou a sua primeira vitória na categoria na bateria disputada neste domingo em Spa-Francorchamps.

O conhecido sobrenome da pista para identificar a jovem promessa do automobilismo francês. Adrien é filho de Patrick, que disputou 114 corridas de Fórmula 1 entre os anos de 1977 e 1979 e, posteriormente, de 1981 e 1986. O rápido francês competiu por algumas equipes na F1, mas teve grande destaque na Ligier, Ferrari e Renault. Os números, porém, são representam com exatidão o talento do francês, que só venceu duas corridas – Alemanha, em 1982, e San Marino, em 1983.

O piloto de 19 anos provou que carrega o DNA da velocidade. O jovem Tambay deu show na úmida pista belga. Adrien largou em 27º com pneus slicks e ganhou posições – algumas caíram no colo dele, já que adversários ficaram pelo meio do caminho. Além do talento, Tambay contou com a secagem do asfalto no circuito. Isso facilitou a vida dele até chegar à ponta da corrida. Parabéns, Adrien! Quem sabe este não será mais um filho de piloto da Fórmula 1 a seguir os passos do pai na categoria máxima do automobilismo mundial?

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Pra quem gosta de ler

Esta dica é para quem gosta de ler e é fã do aniversariante de ontem. O livro “Eu me lembro muito bem” conta a trajetória do tricampeão Nélson Piquet, contada por ele mesmo. O livro já saiu de catálogo e é uma raridade. Mas vale a pena o esforço em conseguir uma publicação para se deliciar com as histórias do tricampeão mundial de F1. Leitura recomendada para quem gosta de Fórmula 1.

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Hoje é dia de apagar velinhas!

Hoje, dia 17 de agosto, é aniversário de Nélson Piquet. O tricampeão coloca 58 velinhas no bolo para comemorar saúde, talento, sucesso e muita irreverência. Duas vezes campeão pela Brabham (1981 e 1983) e uma pela Williams (1987), Nélson competiu também pela Lotus em 1988 e 1989 e pela Benetton em 1990 e 1991. O brasileiro colecionou 24 pole-positions, 23 melhores voltas e 23 vitórias (duas no GP Brasil) ao longo de 13 temporadas completas. Vale, aqui, um registro: o primeiro triunfo de Piquet na F1, em 1980 nas ruas de Long Beach (Estados Unidos), ele teve a companhia do ídolo Emerson Fittipaldi, que terminou aquela prova em terceiro.

Piquet sempre foi visto como piloto diferencial. Seu conhecimento em mecânica de motores e o diálogo fácil com mecânicos, engenheiros e projetistas deu destaque ao brasileiro em seus tempos de Fórmula 1. Muita gente nem lembra, mas foi ele quem introduziu nas corridas aquele “balé” que os carros fazem durante a volta de apresentação para aquecer os pneus. Nélson descobriu isso durante a temporada da Fórmula 3 Inglesa de 1978. Naquele ano, ele percebeu que se fizesse isso os pneus se aqueceriam antes da largada e, depois do sinal verde, teria mais chances de ganhar posições antes da primeira curva.

Já na F1, Nelsão foi um dos pioneiros a desenvolver a suspensão ativa. A menina dos olhos da Williams nas temporadas de 1992 e 1993 (títulos de Nigel Mansell e Alain Prost, respectivamente) começou a ser trabalhada pelo brasileiro em 1987. Tanto que a primeira vez que um F1 com suspensão ativa participou de um Grande Prêmio foi naquele ano, no circuito de Monza (Itália). Ao final daquele GP, a Williams número 6 de Piquet foi a primeira a receber a bandeirada quadriculada.

Bem, se eu for ficar aqui lembrando as qualidades do (ex-)piloto Nelsão, vou ficar escrevendo linhas e mais linhas. Mas, resumo tudo a um desejo: parabéns e vida longa a Nelsão! Abaixo, algumas imagens do talento de Nélson.

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Mais dois pilotos confirmam presença na finalíssima da seletiva de kart

A antepenúltima etapa classificatória da Seletiva de Kart Petrobras foi disputada no Kartódromo Internacional Aldeia da Serra, em Barueri, interior de São Paulo. Na pista, 20 competidores buscavam dois lugares na final, que acontecerá em novembro, no Kartódromo de Itu, também em São Paulo. O vencedor da prova, Guilherme Salas, já garantido na finalíssima, travou um emocionante pega pela primeira posição com Guilherme Silva, que terminou em segundo, mas carimbou sua participação na grande final. O segundo representante selecionado nesta etapa foi Vinícius Perdigão, que chegou em quarto. Ele ficou com a vaga porque Victor Franzoni, que subiu ao pódio em terceiro, já havia confirmado sua participação na final. O vencedor da corrida de novembro, em Itu, embolsará R$ 105 mil. Restam apenas mais duas provas classificatórias para a final da Seletiva de Kart: etapa Nordeste e a etapa Norte. A decisão contará também com Guilherme Salas, Victor Franzoni, Jonathan Louis, Felipe Fraga, João Câmara, André Pedralli e Johílton Filho.

(Foto: Nicola Pizarro) Guilherme Silva (E) e Vinícius Perdigão (D) garantem vaga na final da Seletiva

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Rivalidade à vista

Os mais experientes fãs de Fórmula 1 lembram as rusgas que apareciam entre os tricampeões Nélson Piquet e Ayrton Senna. Para o emotivo povo brasileiro, a inimizade entre dois dos maiores talentos da história da categoria era uma verdadeira punhalada no coração verde-amarelo.

Depois do envelhecimento (e com muita sabedoria, diga-se de passagem) de um e da morte prematura do outro, mais de uma década se passou e lá estavam um novo Piquet e um novo Senna guiando em pistas européias, com clara intenção de fazer o pit stop na Fórmula 1. Muito se falou da amizade dos dois jovens pilotos, que realmente cultivam um laço amistoso; mas quis o destino que eles nunca dividissem uma curva na F1. Quando Bruno Senna chegou, Nelsinho Piquet já tinha partido.

Nelsinho nunca teve qualquer rivalidade com Bruno. Porém, é com outro brasileiro que este "espírito" parece aflorar. Para quem não sabe, Felipe Massa e Nelsinho Piquet não trocam palavras desde que a farsa de Cingapura veio à tona.

Marcado por protagonizar um dos maiores escândalos da Fórmula 1, Nelsinho Piquet se refugiou no automobilismo dos Estados Unidos e começa a colher frutos. Aos poucos, o filho do tricampeão Piquet mostra que tem talento e que o Grande Prêmio de Cingapura em 2008 foi um erro (fatal) na sua carreira.

Confesso aos internautas do COCKPIT que não sou o tipo de pessoa que compra inúmeras revistas nas bancas de jornais, exceto aquelas que tratam especificamente de automobilismo. Mas, nesta semana, fui seduzido a comprar uma revista semanal (Isto É), que traz uma entrevista com Nelsinho Piquet.

Dentre outros assuntos, o brasileiro comenta a troca de posições dos pilotos da Ferrari durante o GP da Alemanha de F1 e aproveita para alfinetar Felipe Massa. Para quem não lembra, o ferrarista foi um dos grandes críticos da atitude do ex-piloto da Renault, que bateu propositalmente num muro para beneficiar seu companheiro de equipe em Marina Bay. Coincidência ou não, o nome em questão nestes dois casos é Fernando Alonso.

Na entrevista, Nelsinho prova que carrega o DNA de seu pai, que é conhecido por sempre falar verdades, e fala o que pensa. Sem meias palavras, o piloto brasileiro que compete na Nascar Truck Series conta os bastidores da F1 e muito mais. Nelsinho não mede palavras ao citar o caso de Hockenheim: “Se o Massa não quer que isso aconteça, ele precisa aceitar que está mais lento e trabalhar para ficar mais rápido que o Alonso”.

O filho do tricampeão conta, também, que Felipe Massa põe a culpa nele por não ter conquistado o mundial em 2008. Nelsinho disse que “o Massa ficou muito chateado comigo porque ele acha, até hoje, que perdeu o campeonato de 2008 por minha causa. Não adianta argumentar que ele quebrou o motor na Hungria, que ele e a Ferrari cometeram erros. Fora que também faltou sorte para ele, né? Pelo amor de Deus, aquela última volta em Interlagos foi pura sorte do Lewis Hamilton (que foi o campeão) e azar dele. Mas ele continua muito chateado. Eu entendo, mas não sofro mais tanto com isso. Nunca mais conversei com ele. A gente se cruza de vez em quando, mas não temos contato”.

Em outro trecho da entrevista, Piquet Jr, como é chamada pelos norte-americanos, diz que “o torcedor brasileiro ainda tem como referencial de competitividade da Fórmula 1 a época do meu pai, que brigava com o Nigel Mansell dentro da mesma escuderia. A Williams estava dividida; eram dois times completamente separados dentro da equipe, com mecânicos e engenheiros que não se falavam. E o que aconteceu em 1986? Os dois perderam o campeonato para o Prost, da McLaren. A Williams tinha vencido quase todas as corridas, mas o Prost, de pontinho em pontinho, acabou levando o título enquanto os dois brigavam. Hoje é evidente que o esporte se comercializou de um jeito que não permite mais esse tipo de ‘brincadeira’, que pode custar o campeonato”.

Por fim, Nelsinho faz um comparativo das situações vergonhosas que ele e Felipe Massa se envolveram na F1. Nelsinho afirma que “eu era um piloto novo, estava aprendendo e entrei em um time que era do (Fernando) Alonso. Ele tinha sido bicampeão pela Renault e o Flavio Briatore, diretor da equipe, era o melhor amigo dele. Ele tinha toda a atenção. Com o Massa foi diferente. O Massa chegou antes do Alonso, ele conhece a Ferrari há mais tempo e ainda tem o Jean Todt, hoje na Federação Internacional de Automobilismo, mas que ainda tem força dentro da Ferrari. E quantos anos o Massa tem na F1? Nove anos? A situação dele é completamente diferente da minha”. Esta é para refletir.

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Quem viver verá

O fim de semana dos dias 17 e 18 de julho foi praticamente a despedida de 2010 do autódromo Nélson Piquet, no Rio de Janeiro. Depois de receber corridas nacionais, como a Fórmula Truck em abril, a Stock Car e o Racing Festival em maio e o GT Brasil em julho, a pista carioca deverá descansar em paz. Mas este descanso será até o início de 2011, quando as provas automobilísticas estarão de volta a Jacarepaguá; pelo menos é o que diz o presidente da Federação de Automobilismo do Estado do Rio de Janeiro (Faerj), Djalma de Faria Neves.

Em entrevista exclusiva ao COCKPIT, Djalma disse que já houve reuniões com equipe técnica do Ministério dos Esportes e pessoas ligadas à Fundação Getúlio Vargas para analisarem a região em Deodoro onde será instalado o futuro autódromo.

O presidente da Faerj confirmou que o termo firmado com o governo federal, que só autoriza a destruição do circuito de Jacarepaguá após um novo autódromo estar operando na mesma cidade, está assinado. “Este documento existe antes mesmo do Rio ter sido escolhido sede da Olimpíada de 2016. Espero que este acordo seja cumprido”, disse.

Djalma de Faria Neves explicou que ainda não há projeto do novo circuito. “Na verdade, o que existe é um desenho para que estudos possam ser feitos. Este desenho nada tem a ver com a futura pista. É apenas um modelo para que sejam feitas marcações. A partir daí nascerá o conceito”, revelou. Hoje, não há traçado nem extensão da nova pista. Tudo o que aparecer por aí é especulação.

A proposta, segundo o presidente da Faerj, é construir um autódromo autosustentável, com kartódromo, lojas, espaço para eventos culturais e tudo mais que possa dar vida ao complexo durante todo ano. “No estudo, é levado em consideração algo voltado para a comunidade local. Ambulatório e salas de aulas itinerantes, voltadas para educação no trânsito, também são objetos de análise”, contou.

De acordo com o presidente da Faerj, no ritmo em que está o processo de viabilização do novo autódromo, certamente haverá competições nacionais no circuito de Jacarepaguá no ano que vem. “As obras ainda nem começaram. Neste andamento, vamos ter corridas no autódromo de Jacarepaguá em 2011. Podem ficar despreocupados”, afirmou Djalma.


Se ele não está preocupado, é sinal que devo ficar tranquilo? Confesso que fui um dos que esperneou pela manutenção do lendário circuito carioca. Porém, o destino da famosa pista de Jacarepaguá já está traçado. Agora, faço parte da torcida número um pela construção de um novo autódromo no Rio de Janeiro. Mas, nesta morosidade, fico desconfiado se realmente a cidade maravilhosa terá uma nova pista para o esporte a motor. No jargão popular, sou igual a São Tomé: só acredito vendo. E espero que eu esteja vivo para ver. Convite para a redação!

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Ronco de motores em Teresópolis

Essa é uma boa pedida para quem é do Rio de Janeiro. Neste fim de semana, é só subir a serra e dar um pulinho a Teresópolis. A cidade organiza a IV Copa Teresopolitana de Kart, que acontece no dia 25. O centro da cidade é transformado num kartódromo de 700 metros de extensão para receber pilotos e máquinas. De acordo com a prefeitura, o evento começa às 9h. O ator Marcos Breda, apaixonado por automobilismo, confirmou presença nas baterias.

(Divulgação)

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Pilotos do futuro, campeões do presente

Fim de semana foi a mil por hora, sem fazer qualquer menção ao fabuloso e grande colega Rodrigo Mattar, que encontrei no sábado e domingo no autódromo Nélson Piquet, no Rio de Janeiro, durante o GT Brasil. Além do Gran Turismo, teve vitória brasileira na Fórmula 3 Inglesa, F3 Sul-Americana, F2 em Brands Hatch, F-Superliga em Zolder, pista que ficou marcada pela morte de Gilles Villeneuve, e o GP de Toronto da Indy.

Com tudo isso, ainda começou o 45º campeonato brasileiro de kart. As sete categorias tiveram mais de 150 pilotos inscritos, todos entre seis e 16 anos. A competição aconteceu no Kartódromo Internacional de Volta Redonda (Rio de Janeiro). As disputas foram nas categorias mirim, cadete, super cadete, Junior menor, Junior novatos e f4.

Cinco estados brasileiros puderam comemorar títulos de seus pilotos. O Rio de Janeiro foi o grande vencedor, com quatro representantes – Zaiya Fontana, Renatinho Junior e Olin Galli; Espírito Santo (Tiago Palazzo), Rio Grande do Norte (Victor Uchoa), São Paulo (Keka Teixeira) e Tocantins (João Vieira) tiveram um campeão cada.

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Bruno na McLaren de Ayrton

Conforme o COCKPIT adiantou aqui no JBlog, o brasileiro Bruno Senna realizou um sonho seu (e de muitos fãs do automobilismo no Brasil) durante o Festival da Velocidade em Goodwood, na Inglaterra. O piloto da Hispania guiou o modelo MP4/8 da McLaren, que ajudou seu tio Ayrton a ganhar cinco corridas na temporada de 1993 – Brasil, Europa (Donington Park), Mônaco, Japão e Austrália. Foi com este modelo vermelho e branco do time de Woking que Ayrton Senna venceu pela 41ª e última vez na Fórmula 1.

(Divulgação)

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