Arquivo de June 2012

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Cacá absoluto na classificação em Londrina

Depois de ter sido o mais rápido no último treino livre, Cacá Bueno repetiu o bom rendimento e cravou a pole-position para a etapa de Londrina, quinta da temporada 2012 da Stock Car. O tetracampeão vai largar na frente pela terceira vez na temporada. O carioca da Red Bull, agora, coleciona 27 poles na categoria. A cada fim de semana de corrida da Stock Car fico impressionado com o talento que Cacá Bueno tem para guiar carros de corrida.

(Fernanda Freixosa)

Ao lado do atual campeão, um surpreendente Luciano Burti. O piloto da Itaipava Boettger deu trabalho para Cacá e superou outros favoritos. Um deles foi Thiago Camilo. Vencedor em Londrina em 2007 e 2008, Camilo abre a segunda fila, que é formada pelo líder da competição, Daniel Serra.

(Fernanda Freixosa)

Pole nas duas primeiras corridas desse ano, Allam Khodair trabalha para deixar a falta de sorte de lado e voltar a fazer grandes corridas. O japonês voador superou Ricardo Maurício em 0s057 e abre a terceira fila.

(Fernanda Freixosa)

Atrás de Ricardinho, Atila Abreu e Valdeno Brito, que estão na briga pela vitória no circuito do interior paranaense. Pelas características do traçado e dos pilotos, eles podem surpreender.

A decepção da classificação ficou por conta de Max Wilson. O campeão de 2010 não foi nem de longe o competidor que costuma ser. Certamente o piloto do Eurofarma RC #65 enfrentou algum tipo de problema em sua volta rápida.

Bom desempenho de Antonio Pizzonia. O ex-F1 ameaçou entra na superpole, mas ficou com a 13ª posição de largada. Seu companheiro de equipe, Pedro Boesel conseguiu sua melhor posição no grid desde que estreou no início dessa temporada.

(Fernanda Freixosa)

O grid para a etapa de Londrina da Stock Car ficou assim:
1. Cacá Bueno (Red Bull #0)
2. Luciano Burti (Itaipava Boettger #14)
3. Thiago Camilo (RCM Ipiranga #21)
4. Daniel Serra (Red Bull #29)
5. Allam Khodair (SerGlass-Blau Vogel #18)
6. Ricardo Maurício (Eurofarma RC #90)
7. Átila Abreu (Mobil Super/Pioneer AMG #51)
8. Valdeno Brito (Shell A.Mattheis #77)
9. Ricardo Zonta (Linea Sucralose RZ #10)
10. Max Wilson (Eurofarma RC #65)
11. Marcos Gomes (Medley Full Time #80)
12. Diego Nunes (Bardahl Hot Car #16)
13. Antonio Pizzonia (Compra Fácil JF #1)
14. Julio Campos (Metalatex Carlos Alves #4)
15. Ricardo Sperafico ((Prati-Donaduzzi-Mico’s #20)
16. Lico Kaesemodel (RCM Credipar #63)
17. Denis Navarro (Neoquímica Vogel #5)
18. Xandinho Negrão (Medley Full Time #99)
19. Nonô Figueiredo (Mobil Super/Pioneer AMG #11)
20. Pedro Boesel (Compra Fácil JF #88)
21. Galid Osman (BMC Full Time #28)
22. David Muffato (Itaipava Boettger #35)
23. Popó Bueno (Linea Sucralose RZ #74)
24. Duda Pamplona (Officer ProGP #23)
25. Rodrigo Sperafico (Prati-Donaduzzi-Mico’s #19)
26. Tuka Rocha (BMC Full Time #25)
27. Eduardo Leite (Bardahl Hot Car #37)
28. Alceu Feldman (Shell A.Mattheis #7)
29. Patrick Gonçalves (Metalatex Carlos Alves #8)
30. Vitor Meira (Officer ProGP #6)
31. Rafael Daniel (Bassani #3)
32. Pedro Nunes (Bassani #2)

(Duda Bairros)

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CBA assume responsabilidade no processo de construção do autódromo de Deodoro

Ontem, já no início das luzes da noite de sexta-feira, apitou minha caixa de e-mails. A informação veio diretamente da Confederação Brasileira de Automobilismo.

Na nota, que reproduzo abaixo, a CBA coloca a cara a tapa na questão da construção do novo autódromo no Rio de Janeiro, em Deodoro. No documento, a CBA contraria o pensamento do prefeito do Rio de Janeiro, que tem clara intenção de destruir o autódromo de Jacarepaguá antes da construção da pista em Deodoro, passando por cima do acordo firmado há anos com o governo federal e Comitê Olímpico Brasileiro.

Abaixo, a nota:
“A Confederação Brasileira de Automobilismo informa que está diretamente envolvida nos trâmites legais que envolvem a construção do Autódromo de Deodoro e que solicitou vista dos autos do Inquérito Civil Público, instaurado para apurar se a construção do Autódromo de Deodoro causaria dano ambiental.

A CBA pede ainda, que todas as partes envolvidas, estejam cientes, que o atual Autódromo de Jacarepaguá não poderá ser demolido, para construção do Parque Olímpico, enquanto o de Deodoro não for inaugurado, nos termos do acordo firmado com o Ministério dos Esportes, com o Comitê Olímpico Brasileiro e com o Município do Rio de Janeiro.”

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Motores da Stock Car roncam em Londrina

Depois de mais de um mês de motores desligados, os propulsores que empurram os carros da Stock Car voltaram a roncar. Nos dos primeiros treinos livres para a etapa de Londrina da competição, o mais rápido foi Cacá Bueno. O tetracampeão cravou 1min10s362, deixando para trás Thiago Camilo, que ficou a 0s3 do líder do dia, e Ricardo Maurício, que foi superado em 0s4 pelo carioca da Red Bull.

(Duda Bairros)

Líder da competição, Daniel Serra fechou a segunda sessão com o quinto melhor tempo, ficando atrás também de Xandinho Negrão. Um surpreendente Antonio Pizzonia ficou com a sexta melhor marca da tarde, ficando logo à frente de Atila Abreu.

(Miguel Costa Jr)

Apesar de não ter ido muito bem no segundo livre, Allam Khodair fez bom primeiro treino em Londrina. O japonês voador foi o segundo mais rápido na primeira sessão.

O mais rápido da manhã foi Ricardo Zonta. Seu companheiro de equipe, Popó Bueno, fez a quarta melhor marca. Mas, os dois carros da Linea Sucralose RZ não conseguiram repetir o ótimo rendimento no segundo treino dessa sexta-feira no interior paranaense. O ex-F1 caiu para 20º, enquanto que o mais novo dos Bueno ficou em 16º.

(Fernanda Freixosa)

Quem também não conseguiu manter o bom ritmo da manhã foi Ricardo Sperafico. O piloto da Prati-Donaduzzi ficou com a terceira melhor marca na manhã, mas caiu para 18º na tarde.

Apesar de não ter ido bem nas duas sessões, acredito que Max Wilson dará a volta por cima na classificação. O campeão de 2010 tem um bom equipamento nas mãos para disputar a superpole.

(Duda Bairros)

As duas sessões mostraram um equilíbrio dentre os principais nomes da categoria. Uma boa posição de largada é fundamental para a conquista de um ótimo resultado em Londrina. Administrar o uso do push to pass também é receita para subir ao pódio no circuito paranaense. Por falar nesse sistema, pilotos e equipes ainda não definiram quem usará o recurso na classificação e quem usará somente na corrida; pelo menos até eu acabar de escrever esse post. Acredito que mais de 60% dos grid utilizará o push to pass na classificação.

A quinta etapa da temporada 2012 da Stock Car promove a estreia de três pilotos na categoria: a dupla Rafael Daniel e Pedro Nunes é a nova aposta da Bassani Racing. Na Carlos Alves Competições, Patrick Gonçalves é o novo companheiro de equipe de Julio Campos. Nos livres, como esperado pela exigente fase de adaptação, os três ficaram nas posições finais do pelotão.

Entre o primeiro e o segundo treinos livres, o boxe da equipe A.Mattheis ficou agitado. O time e amigos pararam as atividades por um instante para celebrar o 38º aniversário de Valdeno Brito, que foi o nono mais rápido dessa sexta-feira. Uma pausa para pilotos, mecânicos e demais integrantes das equipes. Parabéns, Valdeno!

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Indy promove a volta do push to pass

A IndyCar definiu que as últimas etapas da competição terão uma novidade técnica. Na verdade, uma novidade que não é tão nova assim. A categoria terá a volta do push to pass, que é o sistema que despeja durante poucos segundos uma cavalagem a mais nos motores.

(IndyCar Website)

O mecanismo, que entra em funcionamento depois do acionamento de um botão no volante, só efetivamente despejará potência no propulsor a partir de um determinado ponto em que o pedal do acelerador estiver pressionado. O sistema será desabilitado quando for atingido o limite de tempo pré-determinado, que ainda não foi definido pela IndyCar, ou quando o carro desacelerar – por um novo acionamento do botão ou pelo piloto ter levantado o pé.

As equipes terão o primeiro contato com o push to pass em 2012 a partir dos treinos livres para a próxima etapa, em Toronto. Porém, o sistema só poderá ser utilizado durante as corridas a partir do GP de Edmonton.

O sistema vai dar uma chacoalhada nas corridas e, consequentemente, na classificação do campeonato. É claro que as regras devem ser as mesmas para todos, mas seria interessante, em caráter experimental, autorizar o uso desse sistema eletrônico apenas na HVM, única escuderia que compete com motor Lotus. Ainda assim tenho dúvida se o motor do carro da suíça Simona de Silvestro iria ser competitivo.

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E esse ano, como será?

Domingo será disputada a etapa de Londrina do campeonato brasileiro de Stock Car. Apesar de a característica do circuito apontar para uma pista travada, o autódromo no interior paranaense foi local de uma das mais belas disputas de 2011. As últimas voltas da corrida do ano passado em Londrina foram eletrizantes com Cacá Bueno, da Red Bull, e Ricardo Maurício, da Eurofarma RC, se alternando na liderança.

Cacá e Ricardinho trocaram tintas inclusive na última volta. Uma disputa inesquecível e inteiramente dentro da esportividade. A vitória do piloto carioca foi por apenas 0s021. Um show de automobilismo!

(Duda Bairros)

Depois da bandeira quadriculada, Cacá confidenciou que não sabia se o Red Bull #0 iria aguentar sequer mais uma volta por causa de um problema no motor. Relembre a pressão de Ricardinho em Cacá nas duas últimas voltas de Londrina:


Depois de ver esse vídeo é impossível não se animar para a próxima corrida de Stock Car, não é mesmo?

É claro que originalmente o circuito não ajuda a belíssimas disputas, já que a principal reta é curta e pista não é muito larga, dificultando as ultrapassagens. Em Londrina, conquistar uma boa posição de largada na classificação é dar um bom passo para a vitória. Quem conseguir economizar mais acionamentos do botão push to pass na primeira metade da corrida também poderá dar o pulo do gato na parte final da corrida do próximo domingo; isso, é claro, se não aparecer o Safety Car durante a prova.

Depois de ter ficado fora nas duas últimas corridas, a equipe Bassani está de volta. O time, que agora conta com o apoio de Roberto Carlos (sim, o lateral pentacampeão com a nossa seleção!), competirá em Londrina com uma nova cara: o piloto Rafael Daniel acertou com a equipe (que volta a atender pelo nome RC3 Bassani) e estará no autódromo paranaense nesse final de semana. O outro carro da Bassani é disputado pelo bicampeão Giuliano Losacco e Felipe Maluhy.

Após quatro etapas, os vencedores foram Cacá Bueno (São Paulo e Velopark), Valdeno Brito (Curitiba) e Daniel Serra (Ribeirão Preto). Interessante é que todas as vitórias de 2012 foram de equipes de Andreas Mattheis, que nos últimos anos se reveza com Rosinei Campos (Meinha) na conquista dos títulos da categoria. Será que Londrina marcará a reação de Meinha?

A liderança do campeonato está com Serrinha, que tem 69 pontos. Logo atrás do piloto do Red Bull #29 está seu companheiro de equipe, Cacá, com 64. Com cinco pontos de desvantagem para o tetracampeão, Ricardo Maurício, campeão de 2008, coleciona 59 pontos. O piloto do Mobil Super/Pioneer AMG #51, Atila Abreu, tem 52 pontos, enquanto que Valdeno Brito, do Shell A.Mattheis #77, acumula 50.

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Mais uma vitória mágica de Alonso

Demorei a escrever esse post porque fiquei procurando algum vocábulo que melhor traduzisse a vitória de Fernando Alonso no Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1. Fantástica? Mágica? Magnânima? Não sei. Fato é que o bicampeão fez uma corrida histórica e venceu de forma espetacular em Valência. A alegria incontida se transformou em lágrimas no pódio, não só por ter triunfado em casa, mas por ter vencido depois de largar em 11º lugar. O espanhol assume a liderança do mundial com 111 pontos.

(Formula 1 Website)

Apesar de dois títulos mundiais e das (agora) 29 vitórias, esse foi o segundo triunfo de Alonso em sua terra natal – a primeira vitória na Espanha foi conquistada em Barcelona em 2006, na época em que competia pela Renault. O espanhol da Ferrari está a três vitórias de ultrapassar Nigel Mansell, o quarto maior vencedor da história da Fórmula 1 – Schumacher tem 91 vitórias, Prost tem 51 e Senna coleciona 41.

Por falar em Schumacher, o heptacampeão subiu ao pódio pela primeira vez desde que retornou à pistas da F1 em 2010; na verdade, Schumi foi ao pódio depois de seis anos – o último havia sido no GP da China de 2006. O heptacampeão terminou na terceira colocação em Valência. Curiosamente, o último piloto com mais de 40 anos que subiu a um pódio na F1 foi Mansell, que venceu o GP da Austrália de 1994, que marcou o primeiro título mundial do alemão.

O jejum de Schumacher foi encerrado ao colocar mais um troféu na prateleira: o alemão tem 155 “obras de arte”.

(Formula 1 Website)

Grande corrida de Kimi Raikkonen. O campeão de 2007 fez uma prova cerebral e conseguiu deixar seus pneus em bom estado no final da corrida. A três voltas do fim, Kimi deu o bote sobre Lewis Hamilton e ganhou a segunda colocação no circuito espanhol.

A vitória de Fernando Alonso foi incontestável. É fato que ele assumiu a ponta da corrida após o abandono do então líder, Sebastian Vettel. O alemão liderava em Valência até ser traído por um problema elétrico em sua Red Bull – primeiro abandono do jovem bicampeão em 2012.

Difícil prever, mas pela performance de Alonso, nada nem ninguém poderia tirar a vitória dele. O espanhol, que fez uma ultrapassagem magistral sobre Romain Grosjean metros antes de assumir a ponta do GP, colocou um ponto final no Bolsa Vitória de Bernie Ecclestone. Alonso é o primeiro piloto a vencer mais de uma corrida nessa temporada.


Se a alegria era avassaladora do lado de Alonso, o mesmo não escrevo sobre Felipe Massa. Apesar de ter tido um bom começo de corrida, o brasileiro sucumbiu em Valência. Felipe foi grosseiramente tocado por Kamui Kobayashi, que prejudicou seu rendimento – o japonês perderá cinco posições no grid do próximo GP, na Inglaterra. Mas isso não foi o fator decisivo para a fraca atuação de Massa. O brasileiro da Ferrari, que foi ultrapassado pelo Caterham de Vitaly Petrov na penúltima volta, terminou a uma volta do companheiro de equipe.

Dois incidentes provocaram uma rede de discussões. No primeiro, Bruno Senna fechou a porta para Kamui Kobayashi e foi atropelado pelo japonês. Há quem diga que o nipônico da Sauber não tinha colocado meio carro; mas é verdade que o brasileiro não deixou o obrigatório espaço de um carro entre sua Williams e o muro. Por isso, Senna, depois de ter ido aos boxes para trocar o bico e os pneus, foi punido com um drive through.


No outro incidente, já na penúltima volta do Grande Prêmio, Lewis Hamilton e Pastor Maldonado se estranharam e jogaram fora pontos preciosos (principalmente para o campeão de 2008). Na disputa, Lewis espremeu Pastor no contorno da curva, Na saída, o inglês manteve sua McLaren no traçado, acreditando que o venezuelano iria recolher para evitar a batida. Maldonado forçou a barra e os carros se tocaram.

O resultado do Grande Prêmio da Europa de F1 ficou assim:



* Atualizado às 15h05min: Após o GP, os comissários decidiram punir Pastor Maldonado com o acréscimo de 20 segundos a seu tempo. Com isso, o venezuelano cai para 12º lugar. Quem se deu bem foi seu companheiro de Williams, Bruno Senna. O brasileiro pula para a décima colocação e soma mais um ponto no mundial.

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Khodair e Hahn repetem vitória em Interlagos na GT3

Não teve para ninguém. A Lamborghini LP600+ #16 passeou em Interlagos e faturou a segunda vitória do fim de semana na GT3. Com uma performance impecável, a vitória do carro italiano até pareceu fácil. Em três rodadas duplas nessa temporada, foi a primeira vez que uma dupla conquistou as duas vitórias do fim de semana.

(Fernanda Freixosa)

Além da vitória de Khodair e Hahn, a segunda bateria da terceira etapa do campeonato brasileiro do GT Brasil teve uma disputa sensacional entre Cacá Bueno e Renan Guerra. Na freada do S do Senna, a Mercedes SLS AMG #105 colocou por dentro, mas a BMW Z4 do piloto carioca vendeu caro sua posição. Cacá igualou a disputa no contorno do S, mas não conseguiu resistir na reta oposta. O motor Mercedes de Guerra falou mais alto e ele conseguiu a ultrapassagem.

O BMW Z4 #0 só não conseguiu um resultado melhor porque, ainda na primeira metade da prova, foi tocado pela Mercedes de Paulo Bonifácio, que faz dupla com Sérgio Jimenez. Mesmo tendo sido punido com um drive through, a Mercedes SLS AMG #22 terminou a prova na segunda colocação.

Apesar de ter ficado fora do pódio, a dupla Cacá Bueno e Claudio Dahruj lideram a competição com 95 pontos. Na vice-liderança está Cléber Faria e Duda Rosa, com 85, quatro pontos a mais do que Allam Khodair e Marcelo Hahn. A próxima etapa do campeonato será no autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

A classificação dessa segunda bateria em Interlagos ficou assim:
1. Allam Khodair/Marcelo Hahn (Lamborghini LP600+ #16)
2. Sérgio Jimenez/Paulo Bonifácio (Mercedes SLS AMG #22)
3. Renan Guerra/Vanuê Faria (Mercedes SLS AMG #105)
4. Cacá Bueno/Claudio Dahruj (BMW Z4 #0)
5. Cleber Faria/Duda Rosa (Mercedes SLS AMG #30)
6. Valdeno Brito/Constantino Jr (BMW Z4 #1)
7. Julio Campos/Guilherme Figueroa (Lamborghini LP600+ #63)
8. Bruno Garfinkel/Ronaldo Kastropil (Lamborghini LP600+ #75)
9. Fernando Croce/Daniel Croce (Corvette #61)
10. Fernando Poeta/Roger Sandoval (Lamborghini LP600+ #18)
11. Raijan Mascarello/Felipe Tozzo (Ferrari F458 #15)
12. Carlos Kray/Andersom Toso (Lamborghini LP600+ #46)
13. Eduardo Oliveira/William Freire (Ferrari F458 #8)
14. Cristiano Almeida/Pierre Ventura (Lamborghini LP600+ #10)
Abandonaram:
15. Henrique Assunção/Fernando Forte (Dodge Viper #75)
16. Rafael Derani/Claudio Ricci (Ferrari F458 #3)

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Espetacular Razia vence em Valência na GP2

Depois de subir no pódio na primeira bateria do fim de semana na GP2, o brasileiro Luiz Razia venceu a segunda prova em Valência. Essa foi a terceira vez que Razia subiu no alto do pódio em 2012. O triunfo do baiano deixou a disputa pelo título da temporada eletrizante. Agora, o piloto da Arden está a um ponto do líder da competição, Davide Valsecchi, que tem 141.



A situação do brasileiro no campeonato começou a melhorar antes mesmo da largada. Valsecchi, que seria o pole para essa corrida, recebeu uma punição de 20 segundos de acréscimo ao seu tempo da primeira prova. Por isso, o italiano partiu da 18ª posição de largada.

Luiz Razia, que largou da sexta posição do grid – ele foi terceiro na primeira corrida no circuito espanhol –, estava em quinto na antepenúltima volta em Valência. Na penúltima volta da corrida, o piloto da Arden fez ultrapassagens sobre Giedo Van der Garde e, por fora, deixou Max Chilton para trás. Na última passagem, Razia partiu para cima e, também por fora, deixou Fabio Leimer e James Calado para trás. Confira esse final de corrida do espetacular Luiz Razia:


Dos outros brasileiros na corrida, destaque para Felipe Nasr, da Dams. O piloto brasiliense terminou em 14º, mas fez a melhor volta da corrida. Já Victor Guerin, da Ocean, continua sua fase de adaptação à categoria; ele recebeu a quadriculada em 18º lugar.

Na primeira bateria, disputada no sábado e que teve pódio de Razia, chamou atenção o acidente com Crestani. Depois de ser tocado, o piloto da Venezuela GP Lazarus foi tocado e girou no ar. Confira o acidente no vídeo abaixo:


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Hunter-Reay vence em Iowa e embola campeonato

O Grande Prêmio de Iowa da IndyCar foi um dos mais entediantes da temporada. A quadriculada para Ryan Hunter-Reay foi com bandeira amarela por causa da rodada da Katherine Legge a três voltas do fim. O triunfo do norte-americano do Andretti #28 foi o segundo em 2012.

(IndyCar Website)

O resultado foi ótimo para a equipe Andretti, que fez dobradinha no oval de Iowa com Marco Andretti logo atrás de Hunter-Reay. O time de Michael mostrou, mais uma vez, força nesse circuito oval. Em cinco edições, essa foi a terceira vitória da Andretti em Iowa.

O brasileiro Tony Kanaan fez ótima corrida. O piloto da KV fez excelente corrida de recuperação – Tony largou na 19ª posição de largada – e terminou a prova em terceiro lugar. Isso significa, também, que a Chevrolet dominou o pódio em Iowa.

(IndyCar Website)

Além de Tony, Helio Castroneves fez excelente corrida. O Homem Aranha liderou 133 das 250 voltas no oval e terminou a prova na sexta colocação, uma posição à frente de Rubens Barrichello.

O francês Simon Pagenaud merece destaque. Depois de largar em último, o piloto da Sam Schmidt ganhou posições na pista e disputou as primeiras posições. Pagenaud terminou em quinto.

O momento patético de Iowa ficou com Dario Franchitti. O pole-position estourou o motor Honda antes mesmo da bandeira verde e sequer participou da corrida. E ele não foi o único a protagonizar um momento ridículo na pista: o canadense Alex Tagliani não ficou para trás: enfrentou problemas no seu Bryan Herta-Honda logo depois que os carros começaram a acelerar no circuito.

Dois acidentes levantaram polêmicas em Iowa. O primeiro, na volta 70, envolveu Ernesto Viso e Will Power. O australiano da Penske não viu que o venezuelano da KV se aproximava e fechou a porta. O toque jogou os dois carros no muro. Power saiu do carro e declarou que não viu EJ Viso; o australiano achou que tinha traseirado o Penske e, já no muro, acertado o venezuelano.

O outro acidente aconteceu na volta 180. O toque entre Ryan Briscoe e Josef Newgarden foi parecido com o que tirou Power dessa corrida. Porém, o piloto do Penske #2 não teve qualquer culpa: Newgarden forçou a barra e não conseguiu recuar quando Briscoe fez a linha da curva. Os dois carros foram parar no muro.


A prova de Iowa foi interessante para o campeonato. Alguns dos líderes não pontuaram, como Power (que foi tocado e abandonou) e Hinchcliffe (que rodou sozinho até tocar no muro). Com esse tempero, o líder continua sendo Will Power, mas agora com uma pequena vantagem de três pontos sobre Ryan Hunter-Reay, que tem 283 pontos. Scott Dixon é o terceiro com 271, enquanto que o quarto é Helio Castroneves, que coleciona 261.

A classificação do Grande Prêmio de Iowa ficou assim:
1. Ryan Hunter-Reay (Andretti-Chevrolet)
2. Marco Andretti (Andretti-Chevrolet)
3. Tony Kanaan (KV-Chevrolet)
4. Scott Dixon (Ganassi-Honda)
5. Simon Pagenaud (Sam Schmidt-Honda)
6. Helio Castroneves (Penske-Chevrolet)
7. Rubens Barrichello (KV-Chevrolet)
8. Ed Carpenter (Carpenter-Chevrolet)
9. Graham Rahal (Ganassi-Honda)
10. Justin Wilson (Dale Coyne-Honda)
11. Charlie Kimball (Ganassi-Honda)
12. Takuma Sato (Rahal Letterman-Honda)
13. James Jakes (Dale Coyne-Honda)
14. Simona de Silvestro (HVM-Lotus)
15. Katherine Legge (Dragon-Chevrolet)

Abandonaram:
16. Alex Tagliani (Bryan Herta-Honda)
17. James Hinchcliffe (Andretti-Chevrolet)
18. Ryan Briscoe (Penske-Chevrolet)
19. Josef Newgarden (Fisher Hartman-Honda)
20. Mike Conway (AJ Foyt-Honda)
21. Oriol Servià (Dreyer & Reinbold-Chrevrolet)
22. JR Hildebrand (Panther-Chevrolet)
23. Will Power (Penske-Chevrolet)
24. EJ Viso (KV-Chevrolet)
25. Dario Franchitti (Ganassi-Honda)

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Histórica!

Não há exagero algum no título desse post. A vitória de Nelsinho Piquet na etapa de Elkhart Lake da Nationwide foi incrível! E não foi só isso: foi a primeira vitória de um piloto brasileiro em uma das principais divisões da Nascar. O piloto brasileiro, que compete na temporada da Truck Series da Nascar, disputou apenas pela terceira vez uma corrida da Nationwide.


Com a vitória, Nelsinho passa a ser o quarto estrangeiro a triunfar na categoria norte-americana. O canadense Earl Ross, o colombiano Juan Pablo Montoya e o australiano Marcos Ambrose abriram as portas desse seleto hall para Nelsinho. Há quem diga que o filho do tricampeão da Fórmula 1, Nélson Piquet, é o quinto estrangeiro a vencer na categoria na terra do Tio Sam. É bom lembrar que o tal piloto em questão, que deixa Nelsinho ser o quarto ou o quinto, é Mario Andretti. O campeão da F1 de 1978 nasceu na Itália, mas compete com a bandeira norte-americana no peito.

Na verdade, pouco importa se Nelsinho é o quarto ou quinto. Fantástica é sua vitória, fruto de muito trabalho e de uma perseverança que poucos pilotos possuem, principalmente depois de tudo que ele passou em sua carreira.

Depois de largar na pole-position, Nélson Ângelo Piquet impôs um ritmo forte durante toda prova. Na pista, Jacques Villeneuve, Sam Hornish Jr, Danica Patrick, Max Papis e o compatriota Miguel Paludo foram alguns dos adversários de um Nelsinho perfeito.

Não tenho dúvida de que essa é a primeira de muitas. Parabéns, Nelsinho!

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Khodair e Hahn vencem no GT Brasil em Interlagos

A vitória de Allam Khodair e Marcelo Hahn foi incontestável na primeira corrida da terceira rodada dupla da GT3. De ponta a ponta, Khodair e Hahn não deram chance a qualquer adversário em Interlagos e subiram no alto do pódio pela primeira vez em 2012.

(Fernanda Freixosa)

O triunfo da dupla da Lamborghini LP600+ #16 encerrou o domínio recente da Mercedes SLS AMG, que havia vencido as três últimas provas da categoria. Ainda assim, os carros alemães mostraram a já conhecida força, levando a dupla Sérgio Jimenez e Paulo Bonifácio, Pool Racing Team, ao pódio. A terceira colocação ficou com o atual campeão, Valdeno Brito, que nessa temporada compete de BMW Z4 ao lado de Constantino Junior.

Abro parêntese para destacar o rendimento da Mercedes SLS AMG. Em todas as provas que disputou no GT Brasil, o bólido alemão terminou na primeira ou na segunda posição. Desde que estreou na competição de turismo, na penúltima rodada dupla de 2011, foram nove corridas com seis vitórias. Impressionante! Fecho parêntese.

(Fernanda Freixosa)

Confira a ordem de chegada dos pilotos na primeira bateria da terceira rodada dupla do GT Brasil:
1. Allam Khodair/Marcelo Hahn (Lamborghini LP600+ #16)
2. Sérgio Jimenez/Paulo Bonifácio (Mercedes SLS AMG #22)
3. Valdeno Brito/Constantino Jr (BMW Z4 #1)
4. Cacá Bueno/Claudio Dahruj (BMW Z4 #0)
5. Cleber Faria/Duda Rosa (Mercedes SLS AMG #30)
6. Renan Guerra/Vanuê Faria (Mercedes SLS AMG #105)
7. Julio Campos/Guilherme Figueroa (Lamborghini LP600+ #63)
8. Bruno Garfinkel/Ronaldo Kastropil (Lamborghini LP600+ #75)
9. Raijan Mascarello/Felipe Tozzo (Ferrari F458 #15)
10. Fernando Croce/Daniel Croce (Corvette #61)
11. Carlos Kray/Andersom Toso (Lamborghini LP600+ #46)
12. Fernando Poeta/Roger Sandoval (Lamborghini LP600+ #18)
Abandonaram:
13. Cristiano Almeida/Pierre Ventura (Lamborghini LP600+ #10)
14. Henrique Assunção/Fernando Forte (Dodge Viper #75)
15. Eduardo Oliveira/William Freire (Ferrari F458 #8)
Não largaram:
16. Rafael Derani/Claudio Ricci (Ferrari F458 #3)
17. Walter Ebrahim/Fabio Ebrahim (Audi R8 #20)

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Vettel crava pole pela terceira vez em Valência

A classificação para o Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1 foi uma das mais equilibradas da temporada. Tamanho equilíbrio não conseguiu impedir Sebastian Vettel de fazer mais uma pole-position. O alemão da Red Bull largará na frente em Valência pelo terceiro ano consecutivo. Nos dois últimos, ele foi pole e venceu. E amanhã, qual seu palpite?

(Formula 1 Website)

Com o tempo de 1min38s086, garantindo a pole em Valência, o bicampeão agora chega a 33 poles em sua carreira na F1; Vettel iguala o número de poles de Jim Clark e Alain Prost, ficando atrás somente de Michael Schumacher (68) e Ayrton Senna (65).

Nessa semana, escrevi algumas linhas sobre pilotos e poles na Fórmula 1. Com dados percentuais, é possível chegar à conclusão de quem é o rei das poles.

Ao lado de Vettel, na primeira fila, estará a McLaren de Lewis Hamilton, provando que é a grande adversária no caminho do tricampeonato do alemão. A segunda fila será formada por Pastor Maldonado (mais rápido do Q1) e Romain Grosjean (mais rápido no Q2); Kimi Raikkonen e Nico Rosberg vêm logo atrás.


Numa F1 tão equilibrada como se apresenta nessa temporada, a classificação em Valência não fugiu à regra: pelos tempos da superpole, Paul di Resta, que estará na 10ª posição de largada, ficou a 0s906 do melhor tempo de Vettel. Apesar de todo equilíbrio, o bicampeão mostrou mais uma vez seu talento e tratou de desequilibrar a balança da Fórmula 1 – Sebastian colocou 0s324 de vantagem sobre Hamilton.

Duas grandes decepções na belíssima Valência: as duas Ferrari não passaram para o Q3. Fernando Alonso e Felipe Massa sucumbiram no Q2 e estarão em 11º e 13º lugares do grid, respectivamente. A última vez que as duas Ferrari não participaram da superpole foi na classificação em Melbourne, na abertura do mundial na Austrália.

(Formula 1 Website)

Outra decepção foi Mark Webber. Com grave problema na asa traseira, deixando o RB8 sem aderência necessária para fazer bons tempos no circuito espanhol, o australiano da Red Bull ficou pelo caminho no Q1; para piorar, ainda foi superado pela irmã pobre Toro Rosso; Jean-Eric Vergne superou Webber por 0s192.

Fiquei surpreso com o rendimento da Caterham de Kovalainen. O finlandês vai largar em 16º e superou, além da Red Bull de Webber, as duas Toro Rosso.

O alemão Timo Glock não disputou a classificação por problemas de saúde. A participação do alemão da Marussia no GP da Europa não é certa.

O grid para o Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1, em Valência, é:
1. Sebastian Vettel (Red Bull- Renault): 1min38s086
2. Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes): 1min38s410
3. Pastor Maldonado (Williams-Renault): 1min38s475
4. Romain Grosjean (Lotus-Renault): 1min38s505
5. Kimi Raikkonen (Lotus-Renault): 1min38s513
6. Nico Rosberg (Mercedes): 1min38s623
7. Kamui Kobayashi (Sauber-Ferrari): 1min38s741
8. Nico Hulkenberg (Force India-Mercedes): 1min38s752
9. Jenson Button (McLaren-Mercedes): 1min38s801
10. Paul di Resta (Force India-Mercedes): 1min38s992
11. Fernando Alonso (Ferrari)
12. Michael Schumacher (Mercedes)
13. Felipe Massa (Ferrari)
14. Bruno Senna (Williams-Renault)
15. Sérgio Pérez (Sauber-Ferrari)
16. Heikki Kovalainen (Caterham- Renault)
17. Daniel Ricciardo (Toro Rosso-Ferrari)
18. Jean-Eric Vergne (Toro Rosso-Ferrari)
19. Mark Webber (Red Bull- Renault)
20. Vitaly Petrov (Caterham-Renault)
21. Pedro de la Rosa (Hispania- Cosworth)
22. Narain Karthikeyan (Hispania- Cosworth)
23. Charles Pic (Marussia- Cosworth)

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Dario é pole com Helinho na primeira fila em Iowa

O confuso formato de classificação que a IndyCar criou para o Grande Prêmio de Iowa deixou muita gente pensando, tentando entender o regulamento e analisando as minicorridas. Pois bem, alheio a tudo isso, Dario Franchitti foi o melhor e largará na pole-position no oval. Na primeira fila, Helio Castroneves mostrou que a Penske está bem acertada, alimentando o sonho de mais uma vitória brasileira.


A classificação para o GP de Iowa foi dividida em lado par e lado ímpar. A divisão desses grupos foi definida nos treinos livres. Na primeira minicorrida, de 30 voltas, Graham Rahal, Josef Newgarden, Ernesto Viso, JR Hildbrand, Oriol Servià, Mike Conway, Ed Carpenter e Takuma Sato. Melhor para Rahal. Apesar do bom resultado na pista, Graham estará no final do pelotão, já que sua equipe trocou o motor Honda e ele perderá dez posições de largada.

Já na segunda microprova, Rubens Barrichello, Alex Tagliani, Justin Wilson, Tony Kanaan, James Jakes, Charlie Kimball, Simon Pagenaud, Katherine Legge e Simona de Silvestro. As 30 voltas foram um show de Tony Kanaan. Porém, o piloto baiano da KV sabia que estava fora da luta pela pole porque seu time trocou o motor Chevrolet; Tony perderá dez posições de largada.

Curiosamente, os melhores na pista nas duas minicorridas não conseguirão estar nas posições de largada conquistadas no cronometro; ambos trocaram de motor e terão de cumprir punição de perda de dez posições.

A busca pela pole começou com os melhores dos livres. Marco Andretti, Dario Franchitti, Helio Castroneves, Will Power, Ryan Briscoe e James Hinchcliffe foram para a pista para mais uma minicorrida de 30 voltas. A ordem dos pilotos após as 30 voltas definiu o início do grid para Iowa.


Confira:
1. Dario Franchitti (Ganassi-Honda)
2. Helio Castroneves (Penske-Chevrolet)
3. Marco Andretti (Andretti-Chevrolet)
4. James Hinchcliffe (Andretti-Chevrolet)
5. Ryan Briscoe (Penske-Chevrolet)
6. Will Power (Penske-Chevrolet)
7. Ryan Hunter-Reay (Andretti-Chevrolet)
8. Scott Dixon (Ganassi-Honda)
9. Alex Tagliani (Bryan Herta-Honda)
10. Josef Newgarden (Fisher Hartman-Honda)
11. Rubens Barrichello (KV-Chevrolet)
12. JR Hildebrand (Panther-Chevrolet)
13. Justin Wilson (Dale Coyne-Honda)
14. Charlie Kimball (Ganassi-Honda)
15. Oriol Servià (Dreyer & Reinbold-Chrevrolet)
16. Katherine Legge (Dragon-Lotus)
17. Mike Conway (AJ Foyt-Honda)
18. James Jakes (Dale Coyne-Honda)
19. Tony Kanaan (KV-Chevrolet)
20. Graham Rahal (Ganassi-Honda)
21. Ed Carpenter (Carpenter-Chevrolet)
22. Simona de Silvestro (HVM-Lotus)
23. Takuma Sato (Rahal Letterman-Honda)
24. EJ Viso (KV-Chevrolet)
25. Simon Pagenaud (Sam Schmidt-Honda)

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Vettel é mais rápido em Valência

Sebastian Vettel parece determinado a acabar de vez com a farta distribuição de vitórias na Fórmula 1. As atividades dessa sexta-feira foram iniciadas em Valência (local do Grande Prêmio da Europa) com o bicampeão na frente. O alemão da Red Bull cravou 1min39s334 e foi o mais rápido do dia.

(Formula 1 Website)

Os treinos livres do primeiro dia em Valência não fugiram à regra. É difícil fazer um prognóstico preciso para a corrida a partir do que se viu nos dois primeiros treinos livres.

Mais rápido na primeira sessão, Pastor Maldonado ficou em 13º no segundo treino livre. Segundo mais rápido no primeiro livre, Vettel dominou a segunda hora e meia de motores roncando em Valência. O alemão, que venceu as duas últimas corridas nesse circuito da Espanha, parece ter a mão de como ser rápido ali.

Interessante foi ver Nico Hulkenberg e Kamui Kobayashi atormentando a vida de Vettel. O alemão da Force India ficou a 0s131 do bicampeão na segunda sessão, enquanto que o japonês da Sauber completou uma volta e foi apenas 0s261 mais lento que Vettel. Companheiro de Hulkenberg na Force India, Paul di Resta ficou em sexto na ordem final dos tempos. A Sauber já mostrou ter um carro bem equilibrado em 2012; Force India parece que está no mesmo caminho da evolução.

(Formula 1 Website)

Destaque positivo para Bruno Senna. Após ouvir do companheiro de Williams que ele – o venezuelano – é o primeiro piloto do time, o brasileiro ficou com a quinta melhor marca, atrás também de Michael Schumacher.

Destaque negativo para Felipe Massa. O brasileiro não passou da 15ª colocação. Vencedor da última etapa, Lewis Hamilton fez companhia ao brasileiro da Ferrari e ficou com a 14ª melhor marca. Mas isso não significa muita coisa. Aposto em Hamilton e Massa no Q3 da classificação em Valência.

Seus companheiros foram melhores nas sessões de sexta-feira. Na Ferrari, Fernando Alonso foi o sétimo; na McLaren, Button ficou com a 12ª colocação na tabela. Quem parece ter escondido o jogo foi a Lotus, com Grosjean em oitavo e Raikkonen em 11º.

O Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1 será histórico para a Mercedes. Em Valência, os alemães da estrela de três pontas celebram o 300º GP de F1 com motores da Mercedes. Norbert Haug (Mercedes) e Martin Whitmarsh (McLaren) participaram da confraternização pouco antes do primeiro livre dessa sexta-feira.

(Formula 1 Website)

O GP em Valência será interessante. Das quatro edições disputadas, duas vitórias de Vettel e outras duas de pilotos brasileiros: Felipe Massa em 2008 e Rubens Barrichello em 2009. E esse ano, quem vai subir no alto do pódio no circuito espanhol?

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O rei e o príncipe

Nessa semana de Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1, Sebastian Vettel poderá atingir mais uma importante marca. O bicampeão está a uma pole-position das 33 de Jim Clark e Alain Prost. Se conquistar a posição de honra no grid em Valência, o alemão da Red Bull igualará o número de poles do tetracampeão Prost e do bicampeão Clark, ficando atrás somente das 68 poles de Michael Schumacher e das 65 de Ayrton Senna.


O número é impressionante, principalmente na análise de Grandes Prêmios disputados pelo alemão na F1. As atuais 32 poles foram conquistadas nos 88 GPs que Vettel disputou desde o meio da temporada de 2007, quando estreou na categoria no GP dos Estados Unidos, em Indianápolis. Matematicamente, Vettel fez 36,36% das poles que disputou.

Pouco? Muito? Vamos fazer um comparativo. Até Ayrton Senna derrubar a barreira das 33 poles, Jim Clark sempre foi visto, até mesmo depois de sua prematura morte em 1968, como o rei das poles. O escocês atingiu o incrível percentual de 45,83%; ou seja, o bicampeão (1963/1965) largou na pole em quase metade das corridas que disputou.


Quem tem um percentual incrível, mas passa despercebido na guerra de índices, é Juan Manuel Fangio. O pentacampeão conquistou 29 pole-positions. Sim, menos do que Senna, Clark, Vettel... Porém, o fantástico argentino disputou em 51 Grandes Prêmios. Em outras palavras, Fangio largou na pole em 56,86% das corridas que competiu.

Ninguém, na história da Fórmula 1, tem um percentual melhor do que esse. Fangio é, de fato, o rei das poles!


Sei que, nesse momento, não são poucas as pessoas que irão começar a atirar pedras em mim por causa da minha frase. Sem dúvida, Ayrton Senna foi incrível. O tricampeão passou a barreira dos quarenta. O brasileiro largou na frente em 40,37% das corridas que participou na F1.

Numericamente, o maior é Michael Schumacher. O heptacampeão coleciona 91 pole-positions. Porém, o índice não é dos maiores, como Fangio, Clark e Senna; principalmente depois que resolveu competir pela Mercedes, os números do alemão ficaram mais flácidos. A imagem de imbatível, construída nos tempos de Ferrari, já foi deixada para trás. Schumacher partiu da posição de honra do grid em 23,20% dos GPs que disputou na Fórmula 1.

Outro piloto com número expressivo, mas com percentual tímido (nesse universo, é claro!) é Alain Prost. O tetracampeão tem 16,58%.

Por tudo isso, os grandes nomes em poles são, nessa ordem, Juan Manuel Fangio, Jim Clark e Ayrton Senna. Não tenho dúvida de que Sebastian Vettel chegará no meio dessa turma e, futuramente, fará uma nova arrumação com seu desempenho nas pistas.

O número de Grandes Prêmios disputados por Vettel já é maior que a quantidade de corridas que Fangio e Clark fizeram na F1. Isso não significa que é impossível de o jovem alemão alcançar os estupendos números do argentino e do escocês.


Por outro lado, Vettel ainda não chegou à marca de 161 Grandes Prêmios que Senna tem na F1. Numa interessante análise dos 88 GPs de Sebastian na Fórmula 1 e dos 88 primeiros de Ayrton (GP Brasil de 1984 até GP da Alemanha de 1989), nota-se que o brasileiro conquistou 36 poles.

Até aquele momento, Ayrton alcançava a fantástica marca de largar na pole em 40,90% das corridas que tinha disputado até então; Vettel tem 36,36%. Será que o bicampeão, que sem exagero algum pode ser chamado de príncipe das poles, conseguirá deixar essas feras para trás e quebrará as marcas dessas lendas da Fórmula 1?

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Façam suas apostas!

A temporada da IndyCar já está na metade e, pelo que se viu até agora, a briga pelo título não será apenas entre Dario Franchitti e Will Power, como aconteceu nos dois últimos anos. O campeonato está embolado e os cinco primeiros estão na luta pela conquista de 2012; Franchitti, que está em sétimo na competição, também não pode ser descartado.

Após oito corridas, das 15 previstas no calendário dessa temporada, seis pilotos diferentes sentiram o gostinho da vitória. Aliás, o único que repetiu o prazer foi o australiano Power, que venceu no Alabama, em Long Beach e em São Paulo. Os outros vencedores foram Helio Castroneves (São Petersburgo), Dario Franchitti (Indianápolis), Scott Dixon (Detroit), Justin Wilson (Texas) e Ryan Hunter-Reay (Milwaukee).

Curiosamente, dos cinco primeiros colocados na classificação do campeonato, apenas James Hinchcliffe, atual vice-líder, não venceu na temporada.

(IndyCar Website)

Faltando sete provas para o fim do campeonato (Iowa, Toronto, Edmonton, Mid-Ohio, Sonoma, Baltimore e Fontana), Will Power é líder com 274 pontos. Logo atrás do australiano está Hinchcliffe, com 243, quatro a mais do que Dixon. É bacana ver três equipes (Penske, Andretti e Ganassi) ocupando a ponta da tabela! O quarto colocado é Hunter-Reay, com 233, dois pontos a mais do que Helinho. O atual campeão, Franchitti, está em sétimo com 205 pontos, 11 a menos do que Simon Pagenaud.

Um bom resultado na próxima etapa, em Iowa, deixará o Rei dos Mistos, Will Power, numa ótima posição para buscar o título nesse campeonato. A sequência da competição prevê apenas dois ovais – o ponto fraco de Power – dentre as sete provas restantes.

Isso não significa que o australiano já poderá celebrar o título com antecedência. Em 2012, a Penske de motor Chevrolet não evoluiu tanto quanto a Ganassi que é empurrada pelo Honda. Os carros de Chip são os maiores adversários de Roger Penske nessa segunda metade do campeonato. Andretti e KV, que têm feito boas corridas em 2012, também têm o mesmo propulsor do trio Power, Castroneves e Briscoe. Por isso, a carta na manga poderá vir dos nipônicos. Olho em Franchitti e, principalmente, em Dixon.

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Abastecimento com canequinha na F1

Não fosse um vacilo da Lotus até hoje celebrado pelos franceses, o Grande Prêmio da Suécia de Fórmula de 1977 teria sido apenas mais uma corrida de Fórmula 1. Há 35 anos, e pela primeira vez na história da F1, um piloto francês vencia com carro e motor franceses. O triunfo na Suécia também marcou a primeira das seis vitórias de Laffite na categoria.


Mais rápido nos livres e na classificação, Mario Andretti, que ainda buscava seu primeiro título mundial na Fórmula 1, largou na pole-position em Scandidavian Raceway, em Anderstorp (Suécia), e seguia com tranquilidade para sua quinta vitória na categoria – o piloto ítalo-norte-americano venceu 12 GPs na F1.

Andretti (pai do ex-piloto Michael e avô de Marco, da IndyCar) estava em boa fase naquela temporada; havia vencido duas das sete corridas de 1977. Uma nova vitória colocaria Mario na ponta do mundial.

A duas voltas da quadriculada, Andretti tinha folgados 28 segundos de vantagem sobre Jacques Laffite. Inesperadamente, o piloto da Lotus entrou nos boxes para desespero de Colin Chapman, que já estava se preparando para lançar seu boné para alto em mais uma vitória do time inglês.


Mario Andretti havia ficado sem gasolina para completar as 72 voltas em Anderstorp. O pit stop foi desastroso. Os mecânicos desesperados não conseguiam encaixar o tubo da mangueira de combustível no bocal do tanque. O abastecimento foi feito, acreditem, com um recipiente que mais parecia uma canequinha!

O problema no reabastecimento na Lotus teve uma explicação: os engenheiros da escuderia desenvolveram um sistema de abastecimento de gasolina com bomba de sucção. A novidade estava no carro titular de Mario Andretti. Porém, o piloto, que viria a ser campeão mundial na temporada seguinte, largou com o carro reserva naquele GP; e aquele bólido não estava equipado com a novidade. Tudo isso numa Fórmula 1 que não volta mais.

O piloto voltou à pista sueca atrás dos líderes e não conseguiu nada melhor do que a insossa sexta colocação no GP da Suécia de 1977.

Com o pit stop de Mario Andretti, a primeira posição na pista caiu no colo de Jacques Laffite. O francês, que competia com o Ligier-Matra, venceu seu primeiro Grande Prêmio na F1. Além disso, foi a primeira vitória de um carro francês empurrado por um propulsor francês.

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Melhor é impossível

O título desse post nada tem a ver com o filme estrelado por Jack Nicholson. Escrevo sobre a atual temporada de Fórmula 1. Nem mesmo o mais otimista poderia prever esse início de mundial: sete vencedores diferentes nas sete primeiras etapas.

Passados 35% do campeonato, não é racional apontar um favorito ao título de 2012. Se o internauta permitir, jogo minhas fichas em Lewis Hamilton, Sebastian Vettel e Fernando Alonso.



Em um regulamento que distribui 25 pontos por cada vitória, o líder (Lewis Hamilton) está com apenas dois pontos de vantagem sobre o vice-líder (Fernando Alonso); nove separam o primeiro colocado do piloto que ocupa a quarta posição no mundial (Mark Webber). Se o quinto colocado, que é Nico Rosberg, vencer a próxima corrida e, numa estranha combinação de resultados, os quatro pilotos que estão a sua frente na competição não pontuarem, o jovem alemão da Mercedes assume a liderança do mundial.

Nessa imprevisível Fórmula 1, reconheço que isso é pouco provável. Mas, num campeonato em que depois de sete corridas nenhum piloto conseguiu mais de uma vitória, nada é impossível!



Também não é impossível a continuidade do programa Bolsa Vitória do Bernie Ecclestone – calma, pessoal, é só uma brincadeira! Dentre os candidatos mais fortes a oitavo vencedor de 2012 estão Kimi Raikkonen e Romain Grosjean, ambos da Lotus. Correndo por fora, aponto Michael Schumacher e um atrevido Sérgio Pérez. Não acredito que Felipe Massa possa ser o oitavo premiado do ano. Bruno Senna? Ora, façam-me o favor!

A temporada 2012 da F1 está fantástica. Depois de uma primeira década de milênio com pouca emoção – mundiais burocráticos que, em alguns casos, já conhecíamos seus campeões antes mesmo da decisão –, a categoria se mexeu.

Com alguns campeonatos em que a alta tecnologia parecia sobrepor o talento de pilotos, passando a imagem de uma artificialidade, a Fórmula 1 mexeu no bolso – e no teto – das equipes. A limitação de testes contribuiu, de forma lenta e gradativa, para a emoção que está presente na atual temporada. Os gastos das escuderias da F1 vinham numa velocidade desembestada. Foi necessário pisar no freio e, sem ABS, escorregar nas quatro para repensar a categoria.

Há quem defenda que, atualmente, a categoria está passando por uma fase artificial com o uso das asas móveis, também conhecidas como DSR (Drag Reduction System). Discordo. O sistema é inteligente e proporciona mais emoção do que a F1 teria caso o recurso aerodinâmico não existisse. É claro que, como toda geringonça eletrônica, o sistema está sujeito a falhas, como a que vimos no Mercedes de Schumacher em Montreal, no domingo passado. Como toda tecnologia aplicada nos carros, nada é infalível.

O equilíbrio desse mundial é explícito. A exceção de Marussia e Hispania – e, um pouquinho mais à frente dessas, a Caterham – as escuderias são separadas por poucos segundos. Gosto, sim, dessa diversidade de pilotos no alto do pódio. Sei que esses dias estão contados porque, na próxima corrida em Valência, ou na seguinte em Silverstone, Button, Alonso, Rosberg, Vettel, Maldonado, Webber ou Hamilton festejará a segunda vitória na temporada.

O mundial de pilotos está assim:
1º Lewis Hamilton: 88 pontos
2º Fernando Alonso: 86
3º Sebastian Vettel: 85
4º Mark Webber: 79
5º Nico Rosberg: 67
6º Kimi Raikkonen: 55
7º Romain Grosjean: 53
8º Jenson Button: 45
9º Sérgio Pérez: 37
10º Pastor Maldonado: 29
11º Kamui Kobayashi: 21
12º Paul di Resta: 21
13º Bruno Senna: 15
14º Felipe Massa: 11

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Kanaan sobe no pódio em vitória de Hunter-Reay

A estratégia foi a receita para Ryan Hunter-Reay ter vencido a etapa de Milwaukee da IndyCar. O norte-americano foi o mais regular dos pilotos que largaram no pelotão da frente no oval e executou com perfeição a estratégia da Andretti.

Destaque também para Tony Kanaan. O brasileiro foi rápido e desenvolveu inteligente estratégia, terminando a corrida numa excelente segunda colocação.


O anticlímax da corrida foi a suspensão temporária da largada. A chuva que atingiu o circuito atrasou a etapa por uma hora.

A emoção da prova ficou por conta da briga entre James Hinchcliffe e Oriol Servià. Nesse duelo, melhor para Hinchcliffe, que garantiu lugar no pódio. O resultado retratou o bom desempenho da Andretti, que, além da vencer, colocou dois de seus pilotos no pódio.

Os brasileiros tiveram bom rendimento em Milwaukee. Além do pódio de Kanaan, Helio Castroneves chegou a liderar a etapa por algumas voltas e recebeu a quadriculada em sexto lugar. Rubinho Barrichello, que obteve sua melhor classificação na Indy, chegou na décima colocação.


O resultado do GP de Milwaukee ficou assim:
1. Ryan Hunter-Reay (Andretti-Chevrolet)
2. Tony Kanaan (KV-Chevrolet)
3. James Hinchcliffe (Andretti-Chevrolet)
4. Oriol Servià (Dreyer & Reinbold-Chrevrolet)
5. EJ Viso (KV-Chevrolet)
6. Helio Castroneves (Penske-Chevrolet)
7. Alex Tagliani (Bryan Herta-Honda)
8. Ed Carpenter (Carpenter-Chevrolet)
9. Graham Rahal (Ganassi-Honda)
10. Rubens Barrichello (KV-Chevrolet)
11. Scott Dixon (Ganassi-Honda)
12. Will Power (Penske-Chevrolet)
13. Simon Pagenaud (Sam Schmidt-Honda)
14. Ryan Briscoe (Penske-Chevrolet)
15. Marco Andretti (Andretti-Chevrolet)
16. Mike Conway (AJ Foyt-Honda)
17. Charlie Kimball (Ganassi-Honda)
18. Katherine Legge (Dragon-Chevrolet)

Abandonaram:
19. Dario Franchitti (Ganassi-Honda)
20. Takuma Sato (Rahal Letterman-Honda)
21. James Jakes (Dale Coyne-Honda)
22. JR Hildebrand (Panther-Chevrolet)
23. Justin Wilson (Dale Coyne-Honda)
24. Simona de Silvestro (HVM-Lotus)
25. Josef Newgarden (Fisher Hartman-Honda)

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Rubinho larga em terceiro em Milwaukee

Dario Franchitti conquistou a pole-position para o Grande Prêmio de Milwaukee da IndyCar. Mas quem esteve nos holofotes depois da classificação foi Rubens Barrichello. O brasileiro, que é estreante na categoria, conquistou sua melhor posição de largada até o momento. Rubinho partirá para as 225 voltas do oval de Milwaukee da terceira posição.


Ao lado do brasileiro estará o compatriota Helio Castroneves. Helinho garantiu a quarta posição de largada, sendo a Penske melhor posicionada para essa corrida.

Outro brasileiro na Indy, Tony Kanaan não decepcionou. O companheiro de Rubinho na KV vai largar na sexta posição, logo atrás do venezuelano do time, Ernesto Viso, que sairá em quinto. O melhor resultado em classificação da escuderia de Jimmy Vasser: três carros nas seis primeiras posições de largada.

Na primeira fila ao lado de Franchitti, Ryan Hunter-Reay foi beneficiado pela punição de Justin Wilson. Vencedor da última etapa, Wilson fez uma boa classificação. Porém, como a Dale Coyne optou pela troca de motor, o piloto inglês, que liderou um dos treinos livres, perderá dez posições e estará na 12ª posição do grid.

Interessante é que os dois pilotos que ocupam a ponta do campeonato estarão em posições intermediárias, coincidentemente por causa de punições impostas por troca de motores. O líder Will Power largará da 14ª posição do grid, enquanto que o vice-líder Scott Dixon partirá do 21º lugar. Além deles, Mike Conway, Takuma Sato, Ryan Briscoe e Josef Newgarden também perderam dez posições de largada para essa etapa.

Confira o grid para a etapa em Milwaukee:
1. Dario Franchitti (Ganassi-Honda)
2. Ryan Hunter-Reay (Andretti-Chevrolet)
3. Rubens Barrichello (KV-Chevrolet)
4. Helio Castroneves (Penske-Chevrolet)
5. EJ Viso (KV-Chevrolet)
6. Tony Kanaan (KV-Chevrolet)
7. Simon Pagenaud (Sam Schmidt-Honda)
8. James Hinchcliffe (Andretti-Chevrolet)
9. Marco Andretti (Andretti-Chevrolet)
10. JR Hildebrand (Panther-Chevrolet)
11. Graham Rahal (Ganassi-Honda)
12. Justin Wilson (Dale Coyne-Honda)
13. Alex Tagliani (Bryan Herta-Honda)
14. Will Power (Penske-Chevrolet)
15. Katherine Legge (Dragon-Lotus)
16. James Jakes (Dale Coyne-Honda)
17. Josef Newgarden (Fisher Hartman-Honda)
18. Charlie Kimball (Ganassi-Honda)
19. Ryan Briscoe (Penske-Chevrolet)
20. Oriol Servià (Dreyer & Reinbold-Chrevrolet)
21. Scott Dixon (Ganassi-Honda)
22. Ed Carpenter (Carpenter-Chevrolet)
23. Simona de Silvestro (HVM-Lotus)
24. Takuma Sato (Rahal Letterman-Honda)
25. Mike Conway (AJ Foyt-Honda)

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F3 Sul-americana sai do CTI

A Fórmula 3 Sul-americana acaba de receber mais uma sobrevida. A categoria renasce agora sob a tutela da Vicar, mesma empresa que organiza a Stock Car e o brasileiro de Marcas. A categoria, que andava moribunda, sai do CTI.

A notícia é boa e muito bem-vinda nos dias de hoje, em que as categorias de base do automobilismo brasileiro estão em extinção. O fortalecimento da base, principalmente em categoria de monoposto, é fundamental para colher frutos no futuro.


É claro que o apoio da Vicar é essencial para que a F3 saia do risco de extinção. Tão importante quanto esse apoio é buscar formas para baratear o custo para um piloto disputar uma temporada. Desembolsar cerca de R$ 700 mil para disputar a categoria é caríssimo para os jovens talentos do automobilismo nacional. Somente assim, com investimento que não pese no bolso, os grids poderão ficar mais gordinhos.

Alguns burburinhos dão conta que a empresa liderada por Carlos Col entende que a temporada 2012 custará algo em torno de R$ 400 mil. Sem dúvida, é um bom começo para deixar os valores mais acessíveis. Por outro lado, o montante pode ser menor porque há menos etapas do que nos anos anteriores.

A abertura da temporada 2012 da F3 será em Curitiba no dia 22 de julho. O fim de semana no circuito paranaense também terá corridas do brasileiro de Marcas, etapa brasileira do mundial de Turismo WTCC e a AutoGP.

O campeonato da categoria prevê rodadas duplas em todas as sete etapas. O calendário da temporada 2012 da Fórmula 3 foi divulgado com duas datas em aberto, já que as negociações com os circuitos fora do Brasil ainda não foram concluídas.

A boa notícia é que o (também moribundo) autódromo do Rio Janeiro foi incluído no calendário da Fórmula 3.

Confira as datas e locais da F3 nesse ano:
22 de julho: Curitiba
5 de agosto: Rio de Janeiro
23 de setembro: Velopark
28 de outubro: Tarumã
18 de novembro: Londrina

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Erros e mais erros

Vamos mudar momentaneamente de esporte. Imagine você, caro leitor, na frente da TV torcendo por seu time de futebol favorito. Imagine que o jogo é contra o Chelsea, atual campeão da Liga dos Campeões. Pois bem, imagine, também, que o jogo está empatado e, aos 46 minutos do segundo tempo, o atacante do seu time é escandalosamente derrubado dentro da área adversária. O árbitro, por sua vez, não assinala a penalidade máxima. Já imaginou qual será seu sentimento?

A Confederação Brasileira de Automobilismo anunciou punição a um comissário desportivo que atuou na corrida de Curitiba da Top Series no último final de semana. Além de uma multa pecuniária (R$ 2 mil), o comissário estará suspenso pelas próximas duas etapas da categoria. A Comissão Nacional de Velocidade, entidade da CBA responsável por essas punições, entendeu que o drive-through aplicado à dupla Xandy e Xandinho Negrão foi indevido.

(Oélcio Francisco)

É claro que a correção de injustiças devem sempre ser feitas. A ação da CBA merece aplausos; o problema é que já passou da hora dessas injustiças acontecerem em categorias por aqui.

Pilotos e equipes não podem ficar à mercê simplesmente das opiniões dos comissários. Erros de interpretação não devem ser aceitáveis; que dirá equívocos de procedimentos!

Acredito que esses erros são creditados a algum possível despreparo de alguns comissários. O problema é que, muitas vezes, isso reflete diretamente no resultado de uma corrida, prejudicando o trabalho desenvolvido por pilotos e equipes.

Infelizmente, os erros não prejudicam somente a Top Series; há uma vasta distribuição de polêmicas que envolvem decisões na Stock Car, Racing Festival, Fórmula Truck e Marcas BR.

Há muito dinheiro envolvido nesse esporte. Existe seriedade no esporte. Empresas investem em escuderias; equipes empregam pessoas. É hora de fazer um treinamento de excelência – ou, o que seria ideal, buscar a profissionalização dos comissários – para que erros sejam rapidamente inibidos até serem definitivamente expurgados.

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Cada vez mais perto da Ferrari

Sérgio Pérez ganhou um aliado de peso para definir seu futuro na Fórmula 1 – se é que, nos bastidores, ainda não está decidido. O mexicano que hoje guia para a Sauber foi elogiado por Luca Baldisserri, que é chefe da Academia de Pilotos da Ferrari.

(Formula 1 Website)

O mandatário da escolinha de Maranello afirmou que o jovem mexicano é talentoso, mas a sua agressividade nas pistas compromete seus resultados.

“Depois de Mônaco, tivemos uma conversa com Sergio. Queríamos descobrir o motivo de seus resultados não cumprirem as expectativas depois do GP da Malásia. Pérez é, indiscutivelmente, talentoso, mas ele frequentemente se frustra por ser agressivo demais, o que, especialmente na F1, não traz resultados. A corrida de Montreal foi uma grande resposta, uma corrida em que Sergio não só correu em um bom ritmo, mas também conseguiu fazer uma boa prova, conseguindo permanecer na pista por 50 voltas com o mesmo jogo de pneus”. As aspas são de Luca Baldisserri e foram publicadas no site da Ferrari.

A declaração de Luca pode, num futuro bem próximo, ser ratificada pelo seu xará – Luca di Montezemolo. Apesar de, recentemente, ter descartado Pérez na equipe no ano que vem, o presidente da Ferrari não anda satisfeito com o rendimento de Felipe Massa.

Não tenho qualquer receio de apostar todos os 15 dinheiros que estão na minha carteira de que o mexicano fará dupla titular na Ferrari com Fernando Alonso em 2013.

Não é de hoje que Pérez tem ligação com a Academia de Pilotos da Ferrari. Ano passado, inclusive, o piloto fez testes para o time de Maranello – na época, o mexicano dividiu o cockpit do modelo F60 (que disputou a temporada de 2009 da F1) com Jules Bianchi, que hoje é piloto de testes da Force India.

É... Parece que a batata de Felipe Massa já está quase assada.

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Negócio da China furou!

E a IndyCar não vai mais para China. A organização da categoria anunciou que a etapa do outro lado do planeta, que iria acontecer em 19 de agosto, está cancelada. O motivo é a realização de um festival de cerveja em Qingdao, local onde seria realizada a prova. Sem uma data para a etapa ser remarcada, a IndyCar optou pelo cancelamento da corrida nessa temporada.

Como há um acordo entre os promotores chineses e a IndyCar, dificilmente a corrida deixará de ser disputada em 2013. A categoria já recebeu parte do montante para a realização da etapa e não pretende devolver o investimento pelo pelos chineses. Não ficarei surpreso se o país asiático aparecer no calendário do ano que vem da IndyCar. É possível que o local seja alterado, mas a Indy estará na China em 2013.

Interessante esse conflito de, digamos, prioridades. Jamais iria imaginar que uma cervejaria colocaria água no chope da Indy, que estampa a marca de um dos produtos, através de piloto brasileiro, de uma concorrente (da região serrana do Rio de Janeiro).

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Há 30 anos, a F1 em choque

Depois de ainda estar tentando se levantar do knockdown que levara por causa da morte do ídolo da época Gilles Villeneuve, a Fórmula 1 levou outro direto pouco mais de um mês depois. Há 30 anos, na largada do Grande Prêmio do Canadá, o italiano Riccardo Paletti morreu após uma confusão provocada pela Ferrari de Didier Pironi. Na pole-position, o carro vermelho do francês ficou parado no grid daquele fatídico 13 de junho de 1982. Muitos pilotos que estavam do lado direito da pista conseguiram desviar de Pironi; mas não todos.


A carreira do italiano de 24 anos na F1 foi bem curta. Segundo piloto da Osella, Paletti só tinha conseguido disputar apenas um Grande Prêmio. Após frustradas tentativas de classificar seu carro nas três primeiras corridas de 1982, o italiano conseguiu alinhar sua Osella na corrida em Ímola; verdade é que ele só conseguiu disputar aquele GP de San Marino (14 bólidos formaram aquele grid) por conta do boicote de alguns pilotos.

Montreal foi a primeira pista em que ele realmente conseguiu classificar sua Osella entre os 26 mais rápidos do fim de semana. Na realidade, Riccardo conseguiu essa proeza em Detroit na semana anterior, mas sofreu um acidente na volta de aquecimento de pneus e adiou o sonho de competir novamente num GP de F1.

No circuito canadense que ainda chorava a morte de seu ídolo nacional, Riccardo Paletti alinhou sua Osella na 23ª posição do grid. Com sinal verde aceso, os carros partiram para mais uma corrida. O pole Pironi deixou o motor de sua Ferrari baixar o giro e não conseguiu se mover.

O brasileiro Raul Boesel, que partiu da 21ª posição de largada, não passou ileso: sua March tocou na roda da Ferrari e se enroscou com a ATS de Eliseo Salazar e a March de Jochen Mass, que tinham acabado de se tocar.


Com a Ferrari ainda parada, Riccardo Paletti acertou violentamente sua Osella no carro vermelho, jogando a Ferrari de Pironi contra a Theodore de Geoff Lees. A batida do italiano foi a 180 km/h.

Preso e desacordado no cockpit, Paletti sofreu graves traumatismos no tórax. Depois da pancada, o primeiro sinal de que a situação não era boa foram os gestos de desespero de Pironi. O francês, que saltou de sua Ferrari logo após a batida de Paletti, se aproximou da Osella do italiano e imediatamente colocou as mãos na cabeça, num gesto de desespero com o que viu.


Por causa do vazamento no tanque de gasolina, a Osella do italiano pegou fogo. O incêndio foi controlado. A vida de Riccardo Paletti estava no fim. Oficialmente, o italiano de Milão faleceu assim que chegou a um hospital local.



Riccardo Paletti foi o último piloto que morreu durante um Grande Prêmio de Fórmula 1 antes de Ayrton Senna, em 1994. Entre essas duas tragédias, houve as mortes de Elio de Angelis (treinos particulares da Brabham, em 1986, em Paul Ricard) e Roland Ratzenberger (classificação para o GP de San Marino, em 1994).

Quem venceu o GP? O brasileiro Nélson Piquet, então campeão mundial. A vitória em Montreal foi a sétima de Piquet na Fórmula 1; certamente e esportivamente, a mais triste.

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Assustador

Quem acompanhou a segunda etapa do campeonato brasileiro de Marcas, sabe que o piloto Felipe Maluhy sofreu um sério acidente no primeiro dia de atividades no fim de semana em Brasília. O piloto do Mitsubishi Lancer #33, da Officer proGP, perdeu controle do carro e viu o mundo de um ângulo nada agradável. Nessa onboard, dá para ter uma ideia da sensação que Maluhy teve quando seu Lancer GT saiu da pista. Felipe saiu ileso e já estava 100% no domingo para a rodada dupla da categoria.



(Bruno Terena)

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Quinto lugar foi lucro!

Muito se falou sobre a desastrosa estratégia da Ferrari no Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1. É fato que o pessoal de Maranello errou na mão na corrida de Fernando Alonso.

A falta de um pit stop deixou o bicampeão com os pneus extremamente desgastados nas voltas finais. A prova é que o espanhol perdeu não só a liderança do GP, mas também o pódio; Alonso terminou na quinta colocação em Montreal.

(Formula 1 Website)

Mais uma ou duas voltas, o espanhol cairia para oitavo lugar – o ferrarista chegou a 0s4 de Nico Rosberg, a 1s6 de Mark Webber e a 2s1 de Kimi Raikkonen – principalmente se mantivesse o ritmo que desempenhava nas últimas voltas, quando era, em média, 1s5 mais lento que a turma que estava atrás dele.

Analisando a média de cada piloto que completou as 70 voltas da corrida, Fernando Alonso caiu ainda mais: o ferrarista não passou da nona melhor média do grid. O vencedor Lewis Hamilton ficou com a melhor média (1min18s753), abrindo uma vantagem de 0s408 sobre o espanhol da Ferrari, que ficou com 1min19s161.

A troca de pneus que a Red Bull fez no carro de Sebastian Vettel deixou o bicampeão novamente veloz. Para quem não lembra, a melhor volta do Grande Prêmio foi do alemão, que voou baixo em 1min15s752 no último giro. As voltas voadoras pouco antes da quadriculada colocaram o alemão no topo da média; ele ficou com 1min18s839. Isso significa que Vettel ficou a 0s086 de Hamilton.

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Punição não tira vitória de Justin Wilson

A IndyCar anunciou que Justin Wilson, que venceu o Grande Prêmio do Texas recebeu uma punição por canta de uma irregularidade técnica em seu Dale Coyne. A penalidade, no entanto, não interfere no resultado final da corrida – o inglês continua como vencedor da prova no oval de 1,5 milha.

A inspeção técnica identificou que o Dale Coyne-Honda #18 tinha uma peça na parte superior do sidepod que não poderia ter sido utilizada em circuito oval. Apesar disso, a IndyCar não identificou qualquer possível vantagem no carro do piloto inglês.

Com a vitória garantida, mas por conta da infração, o time perde cinco pontos, além de um prejuízo de US$ 7,5 mil.

Outro punido na etapa texana foi Ed Carpenter. O norte-americano competiu com um acerto na asa traseira de seu Carpenter-Chevrolet #20 proibido. O time foi multado em US$ 5 mil.

Para quem ainda não viu o eletrizante final do GP do Texas, vale a pena conferir a “lambida” de Graham Rahal no muro na penúltima volta e a vitória de Wilson.

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Pintou o sete

E ainda tem gente que acha que a Fórmula 1 não está interessante. Ora, só porque não tem “brasileiro ganhando” não podemos tapar o Sol com a peneira. A temporada 2012 da F1 é a melhor da história da categoria. Nunca houve equilíbrio tão grande. A vitória de Lewis Hamilton no Grande Prêmio do Canadá aumentou a incrível estatística da categoria: sete pilotos diferentes venceram as sete corridas desse ano.


Vencedor pela segunda vez em Montreal (foi ali que ele venceu pela primeira vez na F1), o triunfo no Canadá foi o 18º de Hamilton na Fórmula 1. Além de ter sido o vencedor do GP do Canadá, Lewis sai de Montreal na liderança do mundial com 88 pontos, dois a mais do que Fernando Alonso; Sebastian Vettel é o terceiro com 85.

O triunfo de Hamilton foi uma mistura de ousadia e arrojo. Uma vitória magnífica. O campeão de 2008 já teve outras vitórias estupendas, mas essa foi sensacional.


A prova começou bem para o inglês, que mostrou suas garras num “passão” que deu sobre Alonso ainda na primeira metade da corrida canadense.

Após ter parado nos boxes para sua segunda troca de pneus, Hamilton foi incrivelmente rápido e tirou os segundos de vantagem que separavam sua McLaren da Red Bull de Sebastian Vettel na segunda posição e da Ferrari de Fernando Alonso, então líder da corrida.

É fato que a Ferrari errou a estratégia para o bicampeão. Por apenas oito voltas, o plano italiano parecia infalível. Porém, no final, mostrou-se um fiasco. Se o espanhol tivesse feito o segundo pit stop, provavelmente teria subido no lugar mais alto do pódio em Montreal e teria mantido a ponta no campeonato.

Além da linda vitória de Hamilton, palmas para Romain Grosjean e Sérgio Pérez. Os dois pilotos, que conseguiram ultrapassagens nas voltas finais do GP, subiram ao pódio e ratificaram a boa fase no mundial 2012. Tanto o francês, quanto o mexicano souberam poupar pneus durante boa parte da prova e tiveram fôlego – e borracha – para partir para o ataque.


Abro parêntese para destacar a maré baixa de Michael Schumacher. O heptacampeão foi obrigado a abandonar a corrida por conta de um problema no DRS, que não fechava. Uma pena. Fecho parêntese.

Os brasileiros foram discretos. Felipe Massa até que começou bem a corrida. Fez grande ultrapassagens sobre Nico Rosberg e ficou entre os primeiros até rodar sozinho; caiu muitas posições e depois não recuperou sem bom ritmo.


Pior para Bruno Senna. Irreconhecível, o brasileiro da Williams se arrastou na pista e só chegou à frente das nanicas.

Por falar em fraco desempenho, não há como não citar Jenson Button. O campeão de 2009 venceu o GP de abertura do mundial e só! Não conseguiu se encontrar em nenhum das pistas. Em Montreal, chegou 1s4 à frente de Bruno Senna.

A próxima etapa será disputada nas ruas de Valência. Será que um oitavo vencedor diferente estará no alto do pódio do Grande Prêmio da Europa daqui a duas semanas? É possível, mas como escrevi aqui na semana passada, o “Bolsa Vitória” está com os dias contados.

O resultado do Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1 é:

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Thiago Camilo e Ricardo Maurício empatados na liderança do Marcas

A segunda etapa do campeonato brasileiro de Marcas foi de tirar o fôlego. As vitórias do Honda Civic de Fabio Carbone e do Toyota Corolla de Thiago Marques no anel externo do autódromo de Brasília mostraram o equilíbrio da competição.

Após uma largada sensacional, partindo da terceira posição do grid, Thiago Marques assumiu a liderança da segunda corrida do domingo na primeira curva. O piloto do Toyota Corolla #1 não deixou escapar a oportunidade de vencer e entrar na briga pelo título da temporada. Corrida perfeita; vitória inquestionável.

(Bruno Terena)

A disputa – e que disputa! – dessa prova ficou pela segunda colocação. O Honda Civic #90 de Ricardo Maurício andou boa parte da corrida colado na traseira do Chevrolet Cruze #21 de Thiago Camilo. Ricardinho pressionou durante todo tempo em que esteve atrás de Camilo. Um décimo de erro de qualquer um desses dois talentos do automobilismo nacional poderia definir a situação na pista. Thiago Camilo soube suportar bem a pressão e guiou como poucos, garantindo o segundo lugar na prova. No pódio, três montadoras diferentes nas três primeiras colocações.


A posição valeu, também, a manutenção da liderança na competição. Na verdade, Ricardinho e Thiago estão com os mesmos 62 pontos; porém, como já venceu na temporada, o piloto do carro #21 ocupa a ponta da tabela nesse critério de desempate. O resultado foi excelente para os dois, mas acredito que tenha sido um pouquinho melhor para Ricardo Maurício. O competidor do carro #90 tem os mesmos pontos do líder, mas estará com 20 quilos a menos de lastro na próxima etapa, já que o regulamento “presenteia” os mais bem classificados no campeonato com quilos a mais em seus carros [*].

Bom pega também envolveu Felipe Maluhy, que capotou na classificação que definiu o grid da primeira bateria) e Serafin Jr. Os dois pilotos fizeram grande duelo pela quarta posição. No final, quem se saiu melhor foi Ricardo Zonta. O ex-F1 veio com apetite e passou um a um seus adversários.


Não vi qualquer problema no toque de Marcos Gomes em Ricardo Maurício ainda nas primeiras voltas. Os pilotos estavam disputando posições e, sem deslealdade, trocaram tintas.

Única polêmica dessa segunda corrida foi o acidente que envolveu Diego Nunes, Denis Navarro, Juliano Moro e Fabio Carbone. Após ser tocado por Nunes, Navarro se enroscou com Moro e Carbone.

Por falar em Carbone, foi dele a vitória na primeira corrida dessa segunda etapa do campeonato brasileiro de Marcas. Fabio largou na pole e não teve adversários na pista. Vitória de ponta a ponta, consolidando a Honda como maior vencedora de 2012, com duas vitórias em quatro provas.

(Bruno Terena)

Na segunda posição na pista, Denis Navarro bem que tentou, mas não conseguiu efetivamente ameaçar a ponta de Carbone. O piloto do Toyota Corolla #5 também não teve a vice-liderança da bateria ameaçada porque manteve cinco segundos de vantagem sobre Ricardo Maurício, que fez boa corrida de recuperação, ganhando algumas posições no circuito brasiliense.


Destaque dessa corrida para Serafin Jr. O piloto do Ford Focus #30 da Amir Nasr Racing fez uma ultrapassagem sobre Marcos Gomes na última volta, garantindo a oitava posição. Com sistema de grid invertido, Serafin foi o pole da segunda etapa. Mas sobre essa corrida eu já escrevi nos parágrafos acima.

[*]Atualizado às 9h05min de 11/06/2012: A assessoria de imprensa da categoria informou que os dois pilotos que lideram a competição terão 70 quilos de lastro na próxima etapa, e, nesse caso, não haverá critério de desempate, conforme escrevi acima.

Resultado da corrida 1 da etapa de Brasília:
1. Fabio Carbone (Honda Civic #20)
2. Denis Navarro (Toyota Corolla XRS #5)
3. Ricardo Maurício (Honda Civic #90)
4. André Bragantini (Honda Civic #6)
5. Diego Nunes (Toyota Corolla XRS #70)
6. Thiago Marques (Toyota Corolla XRS #1)
7. Thiago Camilo (Chevrolet Cruze #21)
8. Serafin Jr. (Ford Focus #30)
9. Fabio Fogaça (Mitsubishi Lancer GT #72)
10. Felipe Maluhy (Mitsubishi Lancer GT #33)
11. Marcos Gomes (Mitsubishi Lancer GT #80)
12. Galid Osman (Chevrolet Cruze #28)
13. Marconi de Abreu (Honda Civic #47)
14. Ricardo Zonta (Toyota Corolla XRS #10)
15. Marcelo Lins (Ford Focus #71)
16. Ricardo Sargo (Chevrolet Cruze #81)
Não completaram:
17. Claudio Caparelli (Chevrolet Cruze#57)
18. Carlos Eduardo Padovan (Mitsubishi Lancer GT #12)
19. Vitor Meira (Ford Focus #3)
20. Fernando Galera (Ford Focus #17)


Resultado da corrida 2 na capital federal:
1. Thiago Marques (Toyota Corolla XRS #1)
2. Thiago Camilo (Chevrolet Cruze #21)
3. Ricardo Maurício (Honda Civic #90)
4. Ricardo Zonta (Toyota Corolla XRS #10)
5. Felipe Maluhy (Mitsubishi Lancer GT #33)
6. Marcos Gomes (Mitsubishi Lancer GT #80)
7. Serafin Jr. (Ford Focus #30)
8. Marconi de Abreu (Honda Civic #47)
9. Vitor Meira (Ford Focus #3)
10. Fernando Galera (Ford Focus #17)
11. Carlos Eduardo Padovan (Mitsubishi Lancer GT #12)
12. Claudio Caparelli (Chevrolet Cruze#57)
13. Marcelo Lins (Ford Focus #71)
Não completaram:
14. Fabio Carbone (Honda Civic #20)
15. Fabio Fogaça (Mitsubishi Lancer GT #72)
16. Galid Osman (Chevrolet Cruze #28)
17. Diego Nunes (Toyota Corolla XRS #70)
18. Denis Navarro (Toyota Corolla XRS #5)
19. Ricardo Sargo (Chevrolet Cruze #81)
20. Juliano Moro (Honda Civic #6)


O campeonato BR de Marcas ficou assim:
1. Thiago Camilo: 62 pontos
2. Ricardo Maurício: 62
3. Denis Navarro: 47
4. André Bragantini/ Juliano Moro: 45
5. Diego Nunes: 42
6. Vitor Meira: 37

(Bruno Terena)

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Emoção guardada para o final

A Texas 550 Motor Speedway, válida pela sétima etapa do campeonato da IndyCar, guardou a grande emoção para as últimas duas voltas. Na penúltima volta, Graham Rahal liderava a corrida no oval texano até “lamber” o muro com a lateral de sua Ganassi. Com o carro desequilibrado, tentou em vão se manter na ponta. Inevitável. Perdeu a ponta metros depois para Justin Wilson. O piloto da Dale Coyne quebrou o domínio da Penske e Ganassi nessa temporada e faturou o Grande Prêmio do Texas.


Exceto esse momento de vibração nas duas últimas, as primeiras 226 voltas foram monótonas. Para um prova num oval (a segunda nesse tipo de circuito em 2012), a corrida foi fraca. A intenção da organização de obrigar os carros a tirar pressão aerodinâmica deu resultado. Os carros não ficaram tão juntos como nos anos anteriores.

Porém, essa decisão também foi um tiro no pé: alguns pilotos não conseguiram segurar seus carros e rodaram sozinhos. Charlie Kimball e Takuma Sato foram as primeiras vítimas.

Scott Dixon foi outro que rodou sozinho. O caso do neozelandês foi diferente, já que sua Ganassi passou a sofrer problema de aderência na traseira. Logo após perder a liderança da corrida na volta 171, Dixon perdeu controle do carro e parou no muro. Curiosamente, foi a primeira vez desde 2005 que o neozelandês bateu no muro de um circuito oval.

A corrida começou com um anticlímax para a torcida brasileira: Rubens Barrichello teve um problema na injeção de combustível em seu KV e nem largou.

O GP foi marcado por duas mancadas na pista. A primeira prejudicou a corrida de Tony Kanaan. Na relargada na volta 188, o brasileiro estava em terceiro e preparava o bote para cima do então líder, Will Power. O australiano mudou a trajetória de seu Penske e Tony não conseguiu impedir que o bico de sua KV batesse na traseira do carro de Power. A manobra custou um justo drive-through para o australiano.

Bisonho o recurso da equipe KV para consertar o carro de Kanaan. Sem peça reserva naquele momento com as cores do carro de Tony, o time utilizou o bico do carro de Barrichello. Com isso, Tony passou as últimas voltas do GP com seu carro com dois números diferentes: o #8 no bico e o #11 na asa traseira.

A outra mancada no Texas foi de Josef Newgarden no pit. O piloto errou no momento de encostar seu carro para troca de pneus e reabastecimento e atrapalhou a entrada de Helio Castroneves. O Penske #3 ficou parado atrás de Newgarden. Para piorar a situação, Tony Kanaan quase acertou o carro de seu compatriota na saída do pit. Depois da lambança, a direção de prova penalizou Newgarden com um drive-through.

Veja a colocação final dos pilotos do GP do Texas:

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O príncipe das poles

A pole-position de Sebastian Vettel para o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1 representa mais para o bicampeão do que largar na posição de honra no circuito Gilles Villeneuve. O alemão da Red Bull chegou a sua segunda pole em 2012 e a 32ª pole na sua carreira na categoria. Com a conquista dessa pole, ele iguala a marca de Nigel Mansell e passa a ser o quinto piloto com mais poles na história da F1.


Vettel está atrás das 68 poles de Michael Schumacher, das 65 de Ayrton Senna e das 33 de Jim Clark e Alain Prost. Detalhe: o alemão tem apenas 24 anos e um futuro bastante favorável para chegar ao recorde. Ainda não é o novo rei das poles, mas, certamente, é o príncipe das poles!

A primeira fila do grid em Montreal será formada pelos pilotos mais rápidos do fim de semana. Ao lado do pole Vettel, que foi o mais rápido no terceiro livre e nas duas primeiras partes da classificação (Q1 e Q2), estará Lewis Hamilton, que ficou no topo dos dois primeiros treinos classificatórios.

Hamilton corre para vencer sua primeira corrida em 2012. O campeão de 2008, que já tem duas poles nessa temporada, quer aumentar a estatística da F1 – as seis primeiras provas desse ano tiveram seis vencedores diferentes.

Não descarto Jenson Button da vitória no Canadá. É verdade que depois da vitória do inglês na abertura do mundial, ele pouco fez no campeonato. Sem se preocupar em fazer tempo de pole, Button tratou de economizar seus pneus supermacios no Q3. Aposta de risco, é claro. Mas, se houver algum acidente com entrada do Safety Car durante o Grande Prêmio, Button poderá se dar bem na corrida.


A Ferrari mostra mais um vez que evoluiu. Apesar de ainda estar com problemas de velocidade final, o F2012 encosta um pouco mais na McLaren e Red Bull. O bicampeão Fernando Alonso estará abrindo a segunda fila, enquanto que Felipe Massa fecha a terceira fila.

Fiquei decepcionado com o rendimento do E20 de Kimi Raikkonen. O campeão de 2007 tem feito uma boa temporada de retorno à Fórmula 1; porém, tem levado uma goleada de seu companheiro de Lotus. Em sete classificações, Grosjean foi seis vezes mais rápido do que Raikkonen.

Mantendo uma estranha tradição em Montreal, o Muro dos Campeões foi mais uma vez atração. Dessa vez, na classificação, Pastor Maldonado perdeu controle de sua Williams na volta rápida e estragou a suspensão traseira direita.


Fiquei impressionado com o péssimo desempenho da Toro Rosso de Jean-Eric Vergne. O piloto francês conseguiu fazer um tempo pior do que uma das seis nanicas. Vergne foi superado pelo russo Vitaly Petrov, da Caterham, e vai largar em 19º lugar. O fraco desempenho se deve a uma batida que Jean-Eric deu no último treino livre; o time B da Red Bull não conseguiu recuperar totalmente o bólido do francês.

O grid para o GP do Canadá de Fórmula 1 é esse:
1. Sebastian Vettel (Red Bull- Renault): 1min13s784
2. Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes): 1min14s087
3. Fernando Alonso (Ferrari): 1min14s151
4. Mark Webber (Red Bull- Renault): 1min14s346
5. Nico Rosberg (Mercedes): 1min14s411
6. Felipe Massa (Ferrari): 1min14s465
7. Romain Grosjean (Lotus-Renault): 1min14s645
8. Paul di Resta (Force India-Mercedes): 1min14s705
9. Michael Schumacher (Mercedes): 1min14s812
10. Jenson Button (McLaren-Mercedes): 1min15s182
11. Kamui Kobayashi (Sauber-Ferrari)
12. Kimi Raikkonen (Lotus-Renault)
13. Nico Hulkenberg (Force India-Mercedes)
14. Daniel Ricciardo (Toro Rosso-Ferrari)
15. Sérgio Pérez (Sauber-Ferrari)
16. Bruno Senna (Williams-Renault)
17. Pastor Maldonado (Williams-Renault)
18. Vitaly Petrov (Caterham-Renault)
19. Jean-Eric Vergne (Toro Rosso-Ferrari)
20. Heikki Kovalainen (Caterham- Renault)
21. Pedro de la Rosa (Hispania- Cosworth)
22. Timo Glock (Marussia-Cosworth)
23. Charles Pic (Marussia- Cosworth)
24. Narain Karthikeyan (Hispania- Cosworth)

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Tagliani surpreende e crava pole no Texas

Depois de um início de ano desanimador, a Honda mostrou que entrou de vez na briga pelo título da IndyCar. Após duas vitórias consecutivas nas últimas provas, mais um carro de motor japonês demonstrou força. O canadense Alex Tagliani, que compete com Bryan Herta-Honda, cravou o melhor tempo no oval do Texas, sétima etapa do campeonato da categoria, e largará na pole-position.


O tempo do canadense foi surpreendente. O piloto do Bryan Herta não era apontado como favorito a largar na posição de honra do grid. Porém, com o motor Honda em alta na Indy, o canadense não desperdiçou sua chance.

Numa evolução até de certa forma surpreendente, quatro carros com motores Honda estarão nas quatro primeiras posições do grid no oval texano: Dario Franchitti, Graham Rahal e Scott Dixon estão logo atrás de Tagliani.

O piloto que compete com motor Chevrolet melhor classificado foi Will Power. O australiano estará na quinta posição de largada, seguido pelo Andretti de James Hinchcliffe e pelo KV de Tony Kanaan.


Companheiro de equipe de Tony, Rubens Barrichello conseguiu classificar seu KV na 13ª posição, enquanto que Helio Castroneves partirá da 16ª colocação.

Grid para o Grande Prêmio do Texas da IndyCar ficou assim:
1. Alex Tagliani (Bryan Herta-Honda)
2. Dario Franchitti (Ganassi-Honda)
3. Graham Rahal (Ganassi-Honda)
4. Scott Dixon (Ganassi-Honda)
5. Will Power (Penske-Chevrolet)
6. James Hinchcliffe (Andretti-Chevrolet)
7. Tony Kanaan (KV-Chevrolet)
8. Marco Andretti (Andretti-Chevrolet)
9. Takuma Sato (Rahal Letterman-Honda)
10. Simon Pagenaud (Sam Schmidt-Honda)
11. Ryan Briscoe (Penske-Chevrolet)
12. Oriol Servià (Dreyer & Reinbold-Chrevrolet)
13. Rubens Barrichello (KV-Chevrolet)
14. Ryan Hunter-Reay (Andretti-Chevrolet)
15. EJ Viso (KV-Chevrolet)
16. Helio Castroneves (Penske-Chevrolet)
17. Charlie Kimball (Ganassi-Honda)
18. Mike Conway (AJ Foyt-Honda)
19. Justin Wilson (Dale Coyne-Honda)
20. Ed Carpenter (Carpenter-Chevrolet)
21. James Jakes (Dale Coyne-Honda)
22. Katherine Legge (Dragon-Chevrolet)
23. Simona de Silvestro (HVM-Lotus)
24. JR Hildebrand (Panther-Chevrolet)
25. Josef Newgarden (Fisher Hartman-Honda)

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Hamilton quer pintar o sete

Pronto para pintar o sete. E assim que Lewis Hamilton deve ter se sentido após os dois primeiros treinos livres para o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1. Após a categoria ter seis vencedores diferentes nas seis primeiras corridas dessa temporada, o campeão de 2008 não quer ficar para trás e parece estar pronto para aumentar a inédita estatística da F1. O piloto inglês foi o mais rápido nas duas sessões, fechando o dia com 1min15s259. Hamilton cravou o tempo com pneus supermacios.

(Fomrula 1 Website)

Destaque do dia foram as Ferrari. A dupla de Maranello andou bem no circuito Gilles Villeneuve e terminou o segundo livre com Fernando Alonso em segundo (0s054 de Lewis) e Felipe Massa em terceiro, ficando a 0s151 do melhor tempo do dia. Curiosamente, os 13 primeiros colocados no segundo livre ficaram separados por menos de um segundo.

Jenson Button enfrentou problemas na segunda sessão. O campeão de 2009 teve problemas com a caixa de câmbio do MP4-27 e só conseguiu sair dos boxes na metade final do treino. A McLaren irá avaliar a necessidade de troca da peça para a classificação ou para a corrida.

Além do melhor tempo de Hamilton e o bom desempenho da Ferrari, aponto Paul di Resta como destaque. O escocês ficou com a quinta melhor marca, atrás de Sebastian Vettel. Kamui Kobayashi, Michael Schumacher, Nico Hulkenberg, Jenson Button e Nico Rosberg completaram o Top10 no segundo livre.


A sessão em Montreal foi um festival de rodadas. Sebastian Vettel, Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Felipe Massa, Romain Grosjean e Paul di Resta foram alguns dos pilotos que engordaram essa lista. Mas quem se deu mal foi Bruno Senna. O brasileiro da Williams provocou uma bandeira vermelha ao perder o controle de sua FW34 depois de atropelar a primeira perna da zebra na chicane que antecede o muro dos campeões. O resultado foi Bruno parado com sua Williams destruída no Muro dos Campeões.

Para piorar o dia do brasileiro, além de ele ter fechado sua participação com o 17º melhor tempo, Bruno Senna ficou a 1s135 de seu companheiro de equipe. O venezuelano Pastor Maldonado ficou com a 13ª marca do dia.

(Sky Sports)

Quem acompanha a Fórmula 1 há mais tempo sabe que não é novidade algum bichinho corajoso e curioso aparecer no circuito Gilles Villeneuve. Dessa vez, uma raposa foi dar uma conferida na curva 4 para ver se tudo estava certo para o início da sessão.

Há cinco anos, ali mesmo em Montreal, o alemão Ralf Schumacher quase encurtou a vida de um roedor que resolveu passear pela reta do circuito canadense.


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Pintando o sete

Algumas curiosidades sobre o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1, que será disputado no próximo final de semana em Montreal:

Única equipe a vencer duas corridas na atual temporada, a Red Bull tem motivação extra para a prova no circuito Gilles Villeneuve. Apesar do amplo domínio nos dois últimos anos, os touros vermelhos jamais venceram no circuito canadense.

De todos os países que fazem parte do calendário da F1, o único que a Red Bull não venceu foi o Canadá.

Apesar de liderar o mundial de construtores e ter seus dois competidores entre os três primeiros na classificação do mundial de pilotos, a Red Bull terá de voltar a competir com o assoalho sem furos. A FIA determinou que o time austríaco não volte a competir com o tal assoalho porque os furos trariam vantagens aerodinâmicas. Curiosamente, até estrear o novo assoalho, no Sakhir, a escuderia liderada por Christian Horner marcou 64 pontos. A partir do GP do Bahrein, os touros vermelhos passaram a utilizar o assoalho com furos e fizeram, em três corridas, 82 pontos – sendo duas vitórias.

(Formula 1 Website)

Depois de o mundial de 2012 de F1 ter seis vencedores diferentes em seis GPs, existe grande expectativa para que a corrida no Canadá ajude a ampliar essa marca. Três pilotos estão na fila: Lewis Hamilton tem feito boa temporada, mas ainda não conquistou uma vitória em 2012. A pista de Montreal é especial para o campeão de 2008; foi ali que ele venceu pela primeira vez na F1 (em 2007). Hamilton ganhou no circuito canadense, também, em 2010.

Quem deverá vir forte é Michael Schumacher. O heptacampeão ficou animado com o melhor tempo feito no Q3 nas ruas do Principado de Mônaco e pode ter voltado a tomar “gostinho pela coisa”. Minha memória recente me faz lembrar que o alemão é o maior vencedor de GPs do Canadá da história da categoria – Schumi faturou sete corridas em Montreal (1994, 1997, 1998, 2000, 2002, 2003 e 2004).

(Formula 1 Website)

A cada corrida que passa, cresce a expectativa por uma vitória da Lotus. O grande nome da equipe é Kimi Raikkonen. O campeão de 2007 poderá ser o esperado sétimo vencedor do ano na F1. O finlandês, que subiu no degrau mais alto do pódio canadense em 2005, quer repetir a dose (no bom sentido, é claro!) e vencer novamente em Montreal. Não ficarei surpreso se o Homem do Gelo alcançar sua 19ª vitória na F1 nesse GP do Canadá.

A atual temporada está marcada pelo equilíbrio de equipes e pilotos. Porém, essa democrática divisão de vitórias está com os dias contados. É claro que num dado momento, algum piloto vencerá sua segunda, terceira corrida em 2012. Não acredito que essa farra do “Bolsa Vitória” passe do GP da Europa, em Valência. Sinceramente, não vejo Force India, Toro Rosso e afins vencendo corrida em 2012.

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Grave acidente marca vitória de Totti na F-Truck

A vitória na etapa de Goiânia da Fórmula Truck ficou com Leandro Totti; essa foi a quinta do piloto de Londrina na categoria. O primeiro triunfo de Totti em 2012 deixa a Mercedes em igualdade de vitórias com a Iveco nessa temporada – duas para cada. Leandro é o terceiro vencedor diferente nesse campeonato, que ainda teve uma vitória de Wellington Cirino e duas de Beto Monteiro.

(Orlei Silva)

Piloto do Iveco #88, Beto Monteiro terminou essa etapa na oitava colocação. Ainda assim, ele saiu de Goiânia como líder da competição nacional com 87 pontos. A vice-liderança está com Cirino, que tem 60. André Marques, que perdeu a posição na tabela para o piloto do Mercedes #6, está em terceiro com 58 pontos. A vitória na capital de Goiás deixou Totti em quarto no campeonato, a dez pontos de Marques.

A etapa de Goiânia ficou marcada pelo grave acidente de Geraldo Piquet. Depois de largar dos boxes por ter trocado de motor, o piloto do Mercedes #3 fazia boa prova de recuperação. Com seu caminhão bem rápido e com bom ajuste para a pista, o brasiliense fez a melhor volta da pista (1min49s327). Porém, seu bom ritmo foi interrompido na entrada do S ao bater na traseira do goiano José Maria Reis. A causa do acidente pode ter sido uma falha nos freios do Mercedes ou o piloto goiano ter antecipado sua freada. O caminhão de Geraldo capotou e ficou completamente destruído. As primeiras informações dizem que o piloto sofreu uma luxação no cotovelo direito. Pelo que se viu desse impressionante acidente, Geraldo teve sorte no momento da capotagem.


Fiquei chocado com a demora na entrada do Safety Truck logo após esse acidente. A inclusão do caminhão de segurança era fundamental, já que o truck de Piquet e a equipe médica que auxiliou Geraldo a sair do cockpit estavam numa área de baixa velocidade, mas com real chance de algum caminhão desgarrar e provocar um acidente ainda maior ali. O Safety Truck só entrou na pista duas voltas depois da capotagem.

Confira como ficou a classificação dos pilotos após a quadriculada em Goiânia:
1. Leandro Totti (ABF Desenvolvimento Mercedes #73)
2. Wellington Cirino (ABF Mercedes Benz #6)
3. João Marcos Maistro (Clay Truck Volvo #14)
4. Fred Marinelli (Marinelli Iveco #50)
5. Paulo Salustiano (ABF Volvo #55)
6. Leandro Reis (Original Reis Scania #45)
7. Valmir Benavides (Scuderia Iveco #2)
8. Beto Monteiro (Scuderia Iveco #88)
9. Diumar Bueno (DB Volvo #11)
10. Débora Rodrigues (RM Volkswagen #7)
11. Renato Martins (RM Volkswagen #9)
12. Roberval Andrade (Ticket Car Corinthians Scania #15)
13. José Maria Reis (Original Reis Scania #12)
14. Danilo Dirani (DF Ford #70)

Não completaram:
15. Luiz Pucci (ABF Volvo #32)
16. Luiz Lopes (ABF Desenvolvimento Mercedes #99)
17. Felipe Giaffone (RM Volkswagen #4)
18. Geraldo Piquet (ABF Mercedes Benz #3)
19. Regis Boessio (ABF Desenvolvimento Mercedes #83)
20. André Marques (RM Volkswagen #77)
21. Adalberto Jardim (AJ5 Volkswagen #8)
22. Pedro Gomes (DF Ford #43)
23. Pedro Muffato (Muffatão Scania #20)

(Orlei Silva)

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Dixon vence tumultuada corrida em Detroit

O Grande Prêmio de Detroit da IndyCar foi marcado por uma grande confusão. Maior ainda foi a interrupção. A prova ficou parada por quase duas horas. Na volta, o neozelandês Scott Dixon garantiu sua primeira vitória na temporada. A Ganassi começa a mostrar uma boa reação na competição, após ter tido um fraco começo de temporada. A equipe venceu as duas últimas corridas.

(IndyCar Website)

O que mais chamou atenção na corrida disputada nas ruas de Detroit não foi o triunfo do piloto da Ganassi; o asfalto se esfarelando obrigou a direção de prova a interromper a corrida.

Tudo vinha bem até o acidente de James Hinchcliffe. Na volta 39, o canadense da Andretti atropelou um pedaço de asfalto e parou no muro da curva 6. Takuma Sato foi outra vítima do asfalto remendado.

Os remendos feitos na pista para diminuir as ondulações começaram a se desfazer na corrida, deixando pedaços pelo caminho. Na interrupção da bandeira vermelha, operários invadiram a pista para preencher com cimento os pontos críticos do circuito. Somente assim a corrida pode ser reiniciada.


Sem ser ameaçado, Dixon caminhava tranquilo para a vitória. Na parte final do GP, a chuva fina caiu no circuito. Pior para Helio Castroneves, que rodou sozinho e quebrou o bico de sua Penske. Outro brasileiro que abandonou em Detroit foi Rubens Barrichello. Diante da circunstância da prova, a sexta posição de Tony Kanaan foi um ótimo resultado.

(IndyCar Website)

Para a Ganassi, o dia foi especial. O atual campeão Dario Franchitti fez incrível corrida de recuperação e recebeu a quadriculada na segunda colocação. Além da vitória de Scott Dixon, o time fez a segunda dobradinha consecutiva na temporada 2012 da IndyCar. Se nas 500 Milhas de Indianápolis Dario ficou na frente de Scott, em Detroit foi a vez da vitória de Dixon deixando Franchitti em segundo.

Confira a classificação final do GP de Detroit:
1. Scott Dixon (Ganassi-Honda)
2. Dario Franchitti (Ganassi-Honda)
3. Simon Pagenaud (Sam Schmidt-Honda)
4. Will Power (Penske-Chevrolet)
5. Oriol Servià (Dreyer & Reinbold-Chrevrolet)
6. Tony Kanaan (KV-Chevrolet)
7. Ryan Hunter-Reay (Andretti-Chevrolet)
8. Charlie Kimball (Ganassi-Honda)
9. Mike Conway (AJ Foyt-Honda)
10. Alex Tagliani (Bryan Herta-Honda)
11. Marco Andretti (Andretti-Chevrolet)
12. JR Hildebrand (Panther-Chevrolet)
13. Ed Carpenter (Carpenter-Chevrolet)
14. Simona de Silvestro (HVM-Lotus)
15. Josef Newgarden (Fisher Hartman-Honda)
16. Ryan Briscoe (Penske-Chevrolet)
17. Helio Castroneves (Penske-Chevrolet)
18. EJ Viso (KV-Chevrolet)
19. Graham Rahal (Ganassi-Honda)

Não completaram:
20. Takuma Sato (Rahal Letterman-Honda)
21. James Hinchcliffe (Andretti-Chevrolet)
22. Justin Wilson (Dale Coyne-Honda)
23. James Jakes (Dale Coyne-Honda)
24. Sebastian Bourdais (Dragon-Chevrolet)
25. Rubens Barrichello (KV-Chevrolet)

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Cacá vence uma da Copa Fiat. Outra é adiada

A abertura da Copa Fiat, categoria de carros de turismo do Racing Festival, ficou pela metade. Das programadas duas corridas do fim de semana em Londrina, apenas uma aconteceu. Depois da vitória de Cacá Bueno na primeira bateria no circuito do interior paranaense, a CBA fez o anúncio: a segunda bateria não seria disputada porque havia falta de peça do cubo das rodas traseiras. Como essa peça quebrou nos carros de Fernando Nienkotter, Luir Miranda e Clemente Faria Jr e não havia reposição necessária para a disputa da nova bateria, a Confederação, juntamente com a organização da categoria, decidiu adiar a segunda corrida. A nova data ainda não foi definida.

(Duda Bairros)

Os carros sofreram algumas mudanças para essa temporada. O motor, agora, conta com 230 cv. Os Lineas estão mais largos e mais agressivos. Isso pode ter contribuído para a inesperada quebra das peças. Pode ser que seja necessário um reforço na suspensão. Pode ser que não. Fato é que a segunda corrida do domingo não aconteceu.

Na primeira e única bateria do dia, Cacá Bueno fez barba, cabelo e bigode. O atual bicampeão largou na pole e não deu chance para qualquer adversário fazendo, ainda, a melhor volta da corrida.

Essa prova teve boa disputa entre André Bragantini e Christian Fittipaldi. O ex-F1 e Indy chegou a 0s421 de Bragantini e subiu ao pódio na terceira posição. Boa corrida também para Giuliano Losacco, que recebeu a quadriculada na quarta colocação.

Destaque para Allam Khodair. O japonês voador, que enfrentou problemas na classificação, largou em último. Numa excelente corrida de recuperação, Khodair fez ultrapassagens no travado circuito de Londrina, ganhou posições. Allam foi protagonista do melhor pega da corrida. Ele e Cesinha até trocaram tintas, mas nunca abandonaram a esportividade. Khodair levou a melhor nessa disputa e terminou a prova na sexta colocação.

Ulisses Silva, que ano passado sofreu um terrível acidente em Interlagos, fez uma boa corrida. O competidor do carro #16 ganhou posições e chegou em oitavo. O resultado do piloto carioca dá a ele o direito de largar na pole para a segunda bateria. Agora é aguardar quando será essa segunda prova.

(Duda Bairros)


A abertura do Racing Festival contou com o retorno de José Vitte, que quebrou uma clavícula num acidente na nova chicane da Curva do Café em Interlagos no ano passado, e a estreia de Luir Miranda, que disputou a Fórmula Futuro em 2011 e terminou como vice-campeão. Ambos os pilotos não completaram a prova em Londrina.

O resultado da corrida em Londrina da Copa Fiat:
1. Cacá Bueno: 17 voltas em 27min08s025
2. André Bragantini: 1s003
3. Christian Fittipaldi: 1s424
4. Giuliano Losacco: 2s748
5. Wellington Justino: 4s858
6. Allam Khodair: 5s395
7. Mauri Zaccarelli: 6s081
8. Ulisses Silva: 7s964
9. Cesinha Bonilha: 9s090
10. Édson do Valle: 11s865
11. Clemente Faria Jr.: 3 voltas
12. Rogério Castro: 5 voltas
13. José Vitte: 7 voltas
14. Marcos Gomes: 10 voltas
15. Leonardo Nienkotter: 12 voltas
16. Luir Miranda: 14 voltas
17. Fábio Carreira: 17 voltas
18. Popó Bueno: 17 voltas
19. Fernando Nienkotter: não largou

(Duda Bairros)

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Dixon é pole em Detroit

A classificação para o Grande Prêmio de Detroit da IndyCar foi emocionante. Por apenas 0s004, Scott Dixon roubou a pole-position do líder do campeonato, Will Power (Penske-Chevrolet). O neozelandês da Ganassi-Honda conquistou sua 18ª pole na categoria. Curiosamente, nos últimos seis campeonatos, Dixon fez, pelo menos, uma pole em cada temporada.

(Indy Car Website)

Outra curiosidade dessa classificação disputada nas ruas da capital mundial do automóvel é que os seis pilotos do Q3 são de seis equipes diferentes. O canadense Alex Tagliani (Bryan Herta-Honda) abre a segunda fila, que tem Simon Pagenaud (Sam Schmidt-Honda). A terceira fila é formada por Ernesto Viso (KV) e Ryan Hunter-Reay (Andretti), que homenageia em seu capacete o piloto Dan Wheldon, morto na última etapa de 2011.

(Indy Car Website)

Apesar de não ter conseguido repetir o desempenho que teve nos livres, Takuma Sato estará forte nessa corrida. O japonês que disputou a vitória nas 500 Milhas de Indianápolis até a última volta com Dario Franchitti, vai largar em 11º lugar.

Esperava mais da classificação de Franchitti. O tricampeão das 500 Milhas de Indianápolis não passou do Q1 e vai partir da14ª posição de largada. Ao contrário da última corrida, Detroit é um circuito de rua e com poucos pontos de ultrapassagens. Uma ótima estratégia e uma boa posição de largada são ingredientes para alcançar a vitória. Um desses, pelo menos, Dario não conseguiu.

O piloto brasileiro mais bem classificado é Helio Castroneves. O Homem Aranha largará da oitava posição do grid. A dupla brasileira da KV não foi bem: Tony Kanaan partirá do 18º lugar, enquanto que Rubens Barrichello, que usará um capacete com desenho feito por seu filho, vai largar da 20ª posição.


Abro parêntese para comentar que Graham Rahal fez boa classificação, registrando o sétimo melhor tempo. Porém, como trocou de motor, o norte-americano perderá dez posições de largada. O mesmo vale para Simona de Silvestro, que continua seu martírio com o motor Lotus. A suíça da HVM largará em último. Fecho parêntese.

Lembro que a equipe Dragon estará com apenas um carro em Detroit. O time decidiu que Bourdais estará no cockpit do carro da escuderia nos circuitos mistos, enquanto que Katherine Legge defenderá a equipe nos ovais.

Confira o grid para o GP de Detroit:
1. Scott Dixon (Ganassi-Honda)
2. Will Power (Penske-Chevrolet)
3. Alex Tagliani (Bryan Herta-Honda)
4. Simon Pagenaud (Sam Schmidt-Honda)
5. EJ Viso (KV-Chevrolet)
6. Ryan Hunter-Reay (Andretti-Chevrolet)
7. Ryan Briscoe (Penske-Chevrolet)
8. Helio Castroneves (Penske-Chevrolet)
9. Sebastian Bourdais (Dragon-Chevrolet)
10. Justin Wilson (Dale Coyne-Honda)
11. Takuma Sato (Rahal Letterman-Honda)
12. Josef Newgarden (Fisher Hartman-Honda)
13. James Hinchcliffe (Andretti-Chevrolet)
14. Dario Franchitti (Ganassi-Honda)
15. Mike Conway (AJ Foyt-Honda)
16. Oriol Servià (Dreyer & Reinbold-Chrevrolet)
17. Graham Rahal (Ganassi-Honda)
18. Tony Kanaan (KV-Chevrolet)
19. JR Hildebrand (Panther-Chevrolet)
20. Rubens Barrichello (KV-Chevrolet)
21. Charlie Kimball (Ganassi-Honda)
22. Ed Carpenter (Carpenter-Chevrolet)
23. Marco Andretti (Andretti-Chevrolet)
24. James Jakes (Dale Coyne-Honda)
25. Simona de Silvestro (HVM-Lotus)

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Números iguais e talentos diferentes

A vitória no Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 colocou Mark Webber como o piloto australiano que mais vezes subiu em pódios na categoria. O piloto da Red Bull atingiu a marca de 31 pódios – 30 pela equipe dos touros vermelhos –, igualando o número de vezes que o tricampeão Jack Brabham recebeu troféus ao final de GPs.

(Formula 1 Website)

Nada tenho contra Webber, mas os números da Fórmula 1 são bastante interessantes. O companheiro de Vettel, que ainda persegue seu primeiro título mundial, tem 173 Grandes Prêmios disputados na F1, com 31 pódios, sendo oito troféus de vencedor, e dez pole-positions – a última foi, como todos lembram, por conta da punição que Michael Schumacher recebeu.

Já o maior nome do automobilismo australiano, que também tem 31 pódios na Fórmula 1, venceu 14 dos 128 GPs que disputou, sendo sete com carro que ele mesmo construiu. Em sua carreira na F1, o tricampeão mundial Jack Brabham largou 13 vezes na frente.


Ambos com 31 pódios. A igualdade, porém, para por aí. Nos demais números, quanta diferença! Mark Webber tem de fazer um pouquinho mais para poder ser efetivamente comparado a Jack Brabham.

Outra curiosidade que surgiu após o GP de Mônaco é que Webber foi o 13º piloto a vencer mais de uma vez nas ruas do Principado. Confira:
Ayrton Senna: seis vezes (1987, 1989, 1990, 1991, 1992 e 1993)
Graham Hill: cinco vezes (1963, 1964, 1965, 1968 e 1969)
Michael Schumacher: cinco vezes (1994, 1995, 1997, 1999 e 2001)
Stirling Moss: três vezes (1956, 1960 e 1961)
Jackie Stewart: três vezes (1966, 1971 e 1973)
Alain Prost: três vezes (1984, 1985, 1986 e 1988)
Juan Manuel Fangio: duas vezes (1950 e 1957)
Maurice Trintignant: duas vezes (1955 e 1958)
Niki Lauda: duas vezes (1975 e 1976)
Jody Scheckter: duas vezes (1977 e 1979)
David Coulthard: duas vezes (2000 e 2002)
Fernando Alonso: duas vezes (2006 e 2007)
Mark Webber: duas vezes (2010 e 2012)

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Líder também nos salários

Depois da divulgação da premiação distribuída na 96ª edição das 500 Milhas de Indianápolis, mais alguns valores passam a ser conhecidos. A publicação francesa Bussiness Book GP 2012 soltou as moedinhas que os pilotos de Fórmula 1 recebem por ano. Os valores divulgados não levam em conta os montantes recebidos em campanhas publicitárias; apenas os salários pagos pelas equipes de F1.

(Formula 1 Website)

No topo da tabela, pelo quinto ano consecutivo, é Fernando Alonso. O líder do mundial embolsa € 30 milhões – algo em torno de R$ 75 milhões. O bicampeão recebe pouco menos do que a dupla da McLaren: Lewis Hamilton e Jenson Button recebem, cada um, € 16 milhões.

Confira a lista da Bussiness Book GP 2012:
Fernando Alonso: € 30 milhões
Lewis Hamilton: € 16 milhões
Jenson Button: € 16 milhões
Sebastian Vettel: € 10 milhões
Mark Webber: € 10 milhões
Felipe Massa: € 10 milhões
Nico Rosberg: € 10 milhões
Michael Schumacher: € 8 milhões
Kimi Raikkonen: € 6 milhões
Heikki Kovalainen: € 4 milhões
Timo Glock: € 3 milhões
Kamui Kobayashi: € 1 milhão
Romain Grosjean: € 1 milhão
Nico Hulkenberg: € 500.000,00
Sérgio Pérez: € 500.000,00
Vitaly Petrov: € 500.000,00
Pedro de la Rosa: € 500.000,00
Jean-Eric Vergne: € 400.000,00
Daniel Ricciardo: € 400.000,00
Pastor Maldonado: € 400.000,00
Bruno Senna: € 250.000,00
Narain Karthikeyan: € 250.000,00
Paul di Resta: € 200.000,00
Charles Pic: € 150.000,00

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