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Explicação em juízo

A Mercedes vai sentar no banco dos réus do tribunal da FIA, em Paris. O julgamento, que começa nesta quinta-feira (20 de junho), vai decidir se o teste feito pela Mercedes entre os dias 15 e 17 de maio no circuito de Barcelona não infringiu qualquer item do regulamento da Fórmula 1. Logo após o GP da Espanha, a escuderia da estrela de três pontas participou de sessão com a Pirelli utilizando o seu W04, modelo que compete neste mundial. De acordo com o regulamento da F1, não é permitida, neste tipo de teste, a utilização de carros que disputam o campeonato em andamento.

Chefe da equipe, Ross Brawn assumiu a responsabilidade pela utilização do W04 no teste. O inglês poderá sair do tribunal como culpado do episódio. Ou não. Presidente da FIA, Jean Todt trabalhou durante muito tempo com Ross em uma das fases mais vitoriosas da Ferrari na Fórmula 1. No que depender do francês, Brawn não carregará uma eventual culpa por qualquer ferimento ao regulamento.


A defesa da flecha de prata garante que o chefe da escuderia, Ross Brawn, tem um e-mail com a autorização da Federação Internacional para o teste nas condições em que foi realizado.

Se o documento realmente existir, e tiver estas informações, a corda vai roer para o lado de Charlie Whiting, diretor de GPs da Fórmula 1. Charlie é amigo de longa data de Bernie Ecclestone. Aparentemente, o mandatário da categoria não exerce influência no tribunal, mas certamente defenderá seu amigo dos tempos de Brabham.

Não são poucos os rumores de que o inglês será substituído por Giorgio Ascanelli, caso seja comprovada a autorização de Whiting, ferindo o regulamento. O italiano trabalhou com Gerhard Berger na Ferrari e McLaren, com Nelson Piquet na Benetton e com Sebastian Vettel na Toro Rosso.

Não foram divulgadas informações suficientes sobre este caso até o momento. Por isso, não arrisco a dizer quem tem razão e qual lado tentou ser mais “esperto”.

Se a Mercedes infringiu o regulamento, deve receber uma dura penalidade; não apenas como punição, mas, também, para inibir que outros times façam o mesmo.

Se receber uma severa punição, a Mercedes vai espernear; vai insinuar que irá rever sua continuidade na Fórmula 1. Não ficarei surpreso se a montadora até ameaçar deixar a categoria!

Será uma pena. Mas é inadmissível aceitar que uma equipe burle o regulamento. Sou favorável a arte de ler nas entrelinhas do regulamento, mas nunca fraudá-lo.

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Marcos Gomes vence em Cascavel e liderança é de Ricardinho

A vitória de Marcos Gomes na sexta etapa da Stock Car, disputada em Cascavel, foi maiúscula. O piloto do Nova Schin Carlos Alves #80 dominou todas as 30 voltas e venceu com maestria a corrida no autódromo do interior paranaense. Esta foi a primeira vitória do filho do tetracampeão Paulão Gomes na temporada, sendo seu quinto triunfo na categoria. Curiosamente, as outras quatro vitórias - a última tinha sido em 2009 - foram em Interlagos.

Carsten Horst

Equilíbrio. Esta é a palavra que define a temporada de 2013 da Stock Car. Depois da quadriculada em Cascavel, Marcos Gomes se tornou o quarto piloto a subir no degrau mais alto do pódio em seis corridas neste campeonato da Stock Car. A dupla de pilotos da Red Bull venceu quatro vezes, com duas vitórias de Cacá Bueno e outras duas de Daniel Serra, enquanto que Ricardo Maurício, da Eurofarma RC, ganhou uma corrida.

A vitória de Marcos Gomes em Cascavel, primeira da equipe Carlos Alves na Stock Car, foi confirmada após a bandeira vermelha, que foi acionada após a forte batida de Daniel Serra.

Com a pista molhada, o piloto do Red Bull #29 estava na quinta posição até escapar na saída da última curva do circuito a duas voltas da quadriculada. A batida de Daniel foi de frente no muro do pit lane, destruindo completamente a frente de seu carro. O piloto saiu ileso do cockpit.

Duda Bairros

O regulamento prevê que, em uma corrida interrompida e encerrada com bandeira vermelha, as posições finais dos pilotos são aquelas registradas na volta anterior ao acionamento da bandeira. Desta forma, Daniel Serra garantiu os pontos da quinta colocação.

Isso foi importante para o piloto paulista porque ele se manteve embolado no topo do campeonato. Até o acidente, Daniel Serra fazia uma excelente corrida, mesclando arrojo com momentos de cutela nos momentos de ultrapassagens.


Já Ricardo Maurício, que ganhou dez posições desde a largada, impôs um ritmo forte desde as primeiras voltas. Ricardinho, que protagonizou grande duelo com Alceu Feldmann, sempre esteve entre os mais rápidos da pista. Focado no título, e com uma regularidade incrível, o campeão de 2008 segue forte na briga pelo campeonato desta temporada.

Com os resultados de Cascavel, a liderança da Stock Car voltou para Ricardo Maurício. O piloto do Eurofarma RC #90, que busca seu bicampeonato, coleciona 111 pontos, um a mais do que Daniel Serra. Cacá Bueno, que proporcionou momentos de emoção na corrida, ganhando 12 posições na pista, está em terceiro, com 107.

Bruno Terena

Aliás, o pentacampeão foi destaque nos pegas com Thiago Camilo, Allam Khodair e Alceu Feldmann, que saiu desta briga porque teve um furo no pneu dianteiro direito. Os quatro pilotos alternavam posições a cada volta, na briga pela 14ª posição na pista. Em um destes momentos, Thiago Camilo passou os três de uma só vez!

Carsten Horst

Na briga por posições, há troca de tintas na Stock Car. Não entendi o critério que os comissários tiveram para advertir Camilo em um toque com Cacá. Fechar a porta é uma coisa; brigar por posições tocando carenagens, sempre respeitando o adversário, é outra!

Apesar disso, Thiago Camilo terminou a prova em nono lugar, logo à frente de Valdeno Brito, que fez uma corridaça, e Cacá Bueno.

Rafael Gagliano

Com o hat-trick de Marcos Gomes, que fez pole, volta mais rápida e ganhou a prova, a disputa pelo pódio ficou com Diego Nunes, do Petronas RC3 Bassani #70, Ricardo Sperafico, do Officer ProGP #20, e Julio Campos, do Prati-Donaduzzi #4. Estes três pilotos brigaram pelo pódio durante praticamente toda corrida. Melhor para Sperafico e Campos, que fizeram companhia a Marcos Gomes no pódio de Cascavel.

A festa da equipe Carlos Alves não parou no pódio. Companheiro de equipe de Marquinhos, o campeão de 2003, David Muffato, comemorou seu aniversário em sua cidade natal com um ótimo sétimo lugar.

A classificação final da etapa de Cascavel pode sofrer alterações. Alguns pilotos não seguiram a recomendação de parar totalmente seus carros no pit para reabastecimento. Resta saber se os comissários irão distribuir punições, como fizeram na última etapa, em Brasília, alterando o resultado final da corrida.

Após esta sexta etapa, o campeonato da Stock Car chega a sua metade e tem esta classificação:
1. Ricardo Maurício: 111
2. Daniel Serra: 110
3. Cacá Bueno: 107
4. Thiago Camilo: 88
5. Max Wilson: 64
6. Valdeno Brito: 62
7. Tuka Rocha: 51
8. Ricardo Zonta: 51
9. Rubens Barrichello: 48
10. Marcos Gomes: 46

Fernanda Freixosa

O resultado da corrida disputada no circuito no Oeste do Paraná é este:
1. Marcos Gomes (Nova Schin Carlos Alves #80)
2. Julio Campos (Prati-Donaduzzi Micos #4)
3. Ricardo Sperafico (Officer ProGP #20)
4. Diego Nunes (Petronas RC3 Bassani #70)
5. Daniel Serra (Red Bull #29)
6. Ricardo Maurício (Eurofarma RC #90)
7. David Muffato (Nova Schin Carlos Alves #35)
8. Sérgio Jimenez (Cimed Voxx #73)
9. Thiago Camilo (Ipiranga RCM #21)
10. Valdeno Brito (Shell A.Mattheis #77)
11. Cacá Bueno (Red Bull #0)
12. Fabio Fogaça (Spaal/Sata/Case Vogel #72)
13. Rubens Barrichello (Medley Full Time #111)
14. Ricardo Zonta (BMC/Línea Sucralose RZ #10)
15. Luciano Burti (Itaipava Boettger #14)
16. Tuka Rocha (BMC/Línea Sucralose RZ #25)
17. Galid Osman (Ipiranga RCM #28)
18. Max Wilson (Eurofarma RC #65)
19. Raphael Matos (Bardahl Hot Car Competições #2)
20. Vitor Genz (SerGlass Gramacho #46)
21. Rodrigo Sperafico (Prati-Donaduzzi Micos #19)
22. Wellington Justino (Bardahl Hot Car Competições #26)
23. Alceu Feldmann (SoyBrasil Full Time #82)
24. Beto Cavaleiro (Hanier Racing #7)

Abandonaram:
25. Nono Figueiredo (Mobil Super/Pioneer AMG #11)
26. Lico Kaesemodel (Credipar Boettger #63)
27. Atila Abreu (Mobil Super/Pioneer AMG #51)
28. Felipe Lapenna (Hanier Racing #27)
29. Rodrigo Pimenta (Gramacho #3)

Excluídos:
30. Allam Khodair (SerGlass-Blau Vogel #18)
31. Popó Bueno (Shell A.Mattheis #74)
32. Duda Pamplona (Officer ProGP #23)

Não largou:
33. Denis Navarro (Cimed Voxx #5)

* Atualizado às 14h29min: Os comissários excluíram da corrida três pilotos (Khodair, Popó e Duda) por causa de irregularidades no reabastecimento. Assim, o resultado da prova foi alterado, assim como a classificação do campeonato.

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Helio Castroneves garante liderança em vitória de Hunter-Reay

O domínio dos carros da Andretti foi avassalador em Milwaukee. Com seus quatros carros nas cinco primeiras posições do grid, a vitória parecia iminente. E foi. Atual campeão da IndyCar, Ryan Hunter-Reay executou inteligente estrstégia e faturou a prova no mais antigo oval - construído em 1903 - norte-americano que integra o calendário da categoria. O piloto norte-americano foi arrojado nas voltas finais e faturou sua segunda vitória em 2013.


A vitória de Hunter-Reay foi facilitada por um erro de sua equipe. O time calculou mal a estratégia e consumo de combustível no carro de Marco Andretti O filho de Michael liderava a prova e conseguia segurar a pressão de Ryan até ter pane seca na 99ª volta. Talvez esta tenha sido a vitória mais fácil que escapou das mãos de Marco Andretti.


A corrida de Helio Castroneves foi fantástica. O brasileiro da Penske fez uma excelente prova de recuperação. Helinho saiu da 18ª posição de largada para conquistar um ótimo segundo lugar, garantindo sua liderança na Indy, com 299 pontos. O vice-líder é Hunter-Reay, que tem 283. Marco Andretti é o terceiro com 249 e Takuma Sato está na quarta posição do campeonato. O japonês tem 223 pontos.

Comprovando a competitividade da KV, Tony Kanaan ficou praticamente todo tempo entre os dez primeiros. O vencedor das 500 Milhas de Indianápolis terminou a prova na décima colocação.


A boa performance de Takuma Sato não se traduziu em um bom resultado. Dois pontos foram determinantes para que o japonês da Foyt, que liderou parte da corrida, não subisse no degrau mais alto do pódio.

Em determinado momento, Sato foi prejudicado por Ed Carpenter, que não abriu passagem, uma vez que era retardatário. É verdade que o piloto que foi pole em Indianápolis não recebeu bandeira azul. Da mesma forma, ele deveria ter sido imediatamente avisado via rádio que deveria abrir caminho para Takuma. O tempo que Sato perdeu atrás de Carpenter foi suficiente para que a disputa pela liderança voltasse.


Voltas depois, Takuma perdeu concentração e raspou o muro, sem ter levado qualquer toque. Mais lento, Sato passeou pela grama e viu os seis segundos de vantagem sobre o segundo colocado ser diluído. Apesar de tudo, Takuma merecia algo melhor do que o sétimo lugar.

De volta Indy para competir em Milwaukee, Bia Figueiredo se envolveu em um acidente. A brasileira da Dale Coyne foi a 19ª a receber a quadriculada no oval.

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Marcos Gomes é pole em grid embaralhado

A chuva misturou o grid para a corrida de Cascavel da Stock Car. Piloto do Nova Schin Carlos Alves #80, Marcos Gomes foi o mais rápido nos 3.032 metros do circuito paranaense, com 1min06s756. Marquinhos, que é filho do tetracampeão da Stock Car, Paulo Gomes, alcançou sua sexta pole na categoria.


O melhor tempo de Marcos Gomes não foi uma surpresa. O piloto da equipe Nova Schin Carlos Alves andou muito bem na última etapa, em Brasília, mostrando a evolução do carro.

A temporada de 2013 da Stock Car tem mostrado equilíbrio nas classificações. Marcos Gomes é o sétimo piloto a largar na pole position em sete treinos de definição do grid. Julio Campos (São Paulo), Ricardo Maurício (Curitiba), Daniel Serra (Tarumã), Atila Abreu (Salvador) e Thiago Camilo (Brasília) são os outros que já cravaram poles nesta temporada.

Fernanda Freixosa

Sinceramente não tenho a pretensão de sequer um internauta ler meu texto nas primeiras duas horas após a classificação. Afinal, concorrer com o jogo do Brasil na abertura da Copa das Confederações é quase uma covardia.

Mas vamos manter o traçado porque o assunto aqui é automobilismo. Pela primeira vez na temporada, nenhum piloto do primeiro grupo que foi à pista não conseguiu lugar no Q2. A explicação é simples: a chuva, que caía no circuito durante a primeira metade do Q1, foi embora quando os pilotos do segundo grupo faziam suas voltas rápidas. Com a pista mais seca, os dez melhores tempos ficaram com os competidores do último grupo.

Duda Bairros

Largando na primeira fila, Ricardo Sperafico ficou a 0s400 do carro cor de laranja de Marcos Gomes. O competidor do Officer ProGP #20, que já tem três poles na carreira, ainda busca sua primeira vitória na Stock Car.

Líder do campeonato, Cacá Bueno vai largar da 23ª posição. Um ponto atrás do pentacampeão na competição, Ricardo Maurício também sofreu com a condição da pista, que estava molhada enquanto acelerava seu Eurofarma RC #90, e depois secou, no momento em que foi obrigado a ficar nos boxes, com um olho no monitor dos tempos e outro nos pilotos do segundo grupo. Ricardinho estará na 16º posição do grid.

Luca Bassani

Piloto do Red Bull #29, Daniel Serra, que fez o melhor tempo do primeiro grupo, não conseguiu se sustentar para o Q2. O competidor, que já venceu duas vezes nesta temporada, vai largar da 12ª posição do grid.

Quem também ficou de fora do Q2 foi Thiago Camilo. O piloto do Ipiranga RCM #21, que é o quarto no campeonato, vai largar em 17º.

Interessante é que os dez primeiros no grid não ocupam o topo do campeonato. Destes dez, o melhor classificado na temporada é Nono Figueiredo. O piloto do Mobil Super/Pioneer AMG #11 está em 17º na competição e largará da quinta fila.

Ou seja, os ponteiros do campeonato terão de fazer provas de recuperação para melhorar ainda mais suas posições na tabela.

Nesta etapa, em Cascavel, os dez primeiros do grid têm direito a 12 push to pass, enquanto que os demais têm direito a acionar o sistema em 15 oportunidades.


Abro parêntese para Fabio Fogaça. O novato, que pontuou em quatro das cinco corridas desta temporada, conquistou sua melhor posição de largada na Stock Car. O filho de Djalma Fogaça estará na terceira fila, logo à frente de David Muffato, campeão de 2003. Fecho parêntese.

Campeão de 2010, Max Wilson sofreu um sério acidente durante a sessão livre. O Eurofarma RC #65 ficou destruído e a equipe de Rosinei Campos não conseguiu tempo necessário para colocá-lo em condição de disputar o treino que definiu as posições de largada. Com a mão esquerda enfaixada, Max estará no grid em Cascavel.

O grid para etapa no circuito do interior paranaense está assim:
1. Marcos Gomes (Nova Schin Carlos Alves #80)
2. Ricardo Sperafico (Officer ProGP #20)
3. Diego Nunes (Petronas RC3 Bassani #70)
4. Julio Campos (Prati-Donaduzzi Micos #4)
5. Fabio Fogaça (Spaal/Sata/Case Vogel #72)
6. David Muffato (Nova Schin Carlos Alves #35)
7. Felipe Lapenna (Hanier Racing #27)
8. Denis Navarro (Cimed Voxx #5)
9. Nono Figueiredo (Mobil Super/Pioneer AMG #11)
10. Vitor Genz (SerGlass Gramacho #46)
11. Atila Abreu (Mobil Super/Pioneer AMG #51)
12. Daniel Serra (Red Bull #29)
13. Popó Bueno (Shell A.Mattheis #74)
14. Sérgio Jimenez (Cimed Voxx #73)
15. Alceu Feldmann (SoyBrasil Full Time #82)
16. Ricardo Maurício (Eurofarma RC #90)
17. Thiago Camilo (Ipiranga RCM #21)
18. Luciano Burti (Itaipava Boettger #14)
19. Valdeno Brito (Shell A.Mattheis #77)
20. Allam Khodair (SerGlass-Blau Vogel #18)
21. Duda Pamplona (Officer ProGP #23)
22. Raphael Matos (Bardahl Hot Car Competições #2)
23. Cacá Bueno (Red Bull #0)
24. Lico Kaesemodel (Credipar Boettger #63)
25. Rubens Barrichello (Medley Full Time #111)
26. Ricardo Zonta (BMC/Línea Sucralose RZ #10)
27. Rodrigo Pimenta (SerGlass Gramacho #3)
28. Rodrigo Sperafico (Prati-Donaduzzi Micos #19)
29. Tuka Rocha (BMC/Línea Sucralose RZ #25)
30. Wellington Justino (Bardahl Hot Car Competições #26)
31. Galid Osman (Ipiranga RCM #28)
32. Beto Cavaleiro (Hanier Racing #7)
33. Max Wilson (Eurofarma RC #65)

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Curiosidades cascavelenses

Sexta etapa da Stock Car, a corrida em Cascavel promete mais uma vez ser recheada de emoção. No ano passado, após um hiato de duas décadas, a cidade do interior paranaense voltou a figurar no calendário da Stock Car. A prova foi lambuzada de surpresas, com 16 furos em pneus que prejudicaram mais da metade do grid.

Grande vilão de muitos pilotos em 2012 no autódromo do interior do Paraná, e responsável direto pelos furos, os bumpings desta pista de alta velocidade foram melhorados. O circuito passou por um recapeamento em 30% do traçado, melhorando bastante as ondulações no asfalto. Porém, há ainda algumas saliências que não deveriam existir.

Fernanda Freixosa

No shakedown feito pelos pilotos, que não puderam acelerar pelos 3.032 metros do circuito porque tinham de passar obrigatoriamente pelo pit lane, muitas opiniões sobre o asfalto foram elogiosas. Por outro lado, escutei críticas, menos contundentes, é claro, daquelas proferidas em Brasília, autódromo em que os ralos são grande atração dos treinos livres e classificação.

É bem verdade que ainda há incorreções no circuito. Na saída da curva 2, os carros ainda sofrem por causa dos bumpings.

Circuito de alta velocidade, a pista de Cascavel tem seis curvas para a esquerda e duas para a direita. Isto provoca um alto desgaste no pneu traseiro direito, que é mais sacrificado do que os outros três.

Para esta corrida, a preocupação com este desgaste é pouco menor. A previsão aponta muita chuva para o fim de semana.

Ainda assim, a Pirelli fornecerá um jogo a mais para todas as equipes neste final de semana. Junto com o jogo, o fabricante de pneus dará uma espécie de cartilha com sugestões de cambagem e calibragem para os times. É claro que os dados são básicos, e bem longe de serem ousados. Isso é uma forma de a Pirelli se eximir de qualquer culpa por eventuais furos nos pneus.

É certo que dificilmente alguma equipe da Stock Car seguirá as orientações, uma vez que o acerto do carro passa, também pelos pneus, além da altura e amortecedores.

Duda Bairros

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Bia de volta. Até quando?

E o troca-troca na equipe Dale Coyne continua. Depois de Bia Figueiredo competir nas quatro primeiras corridas desta temporada da IndyCar, a brasileira retorna ao cockpit do time para a disputa do GP de Milwaukee. O acordo é somente para esta corrida no oval. O futuro de Bia ainda é incerto na categoria.

Depois que Bia deixou o time, dois outros pilotos já sentaram no cockpit da Dale Coyne. A equipe substituiu a brasileira por Mike Conway em Detroit. Nas ruas da capital mundial do automóvel, o piloto inglês venceu a primeira prova da rodada dupla. Nem mesmo a vitória foi suficiente para garantir Conway na escuderia. Na etapa seguinte, no Texas, a inglesa Pippa Mann vestiu seu macacão e acelerou o carro #18 do time.

É sabido que algumas equipes, dentro e fora da Indy, contam com pilotos que trazem patrocínios para manter o cumprimento de acordos financeiros e, consequentemente, sobreviverem. A situação que a Dale Coyne passa certamente não é a mais confortável.

Se a equipe tivesse uma saúde financeira boa, não promoveria esta constante troca de pilotos. Por que chamar Bia Figueiredo para competir em Milwaukee, e não Mike Conway, que venceu uma das corridas em Detroit? Lembro que o melhor resultado de Bia Figueiredo foi a 14ª colocação no GP de Long Beach.

Cartas datilografadas para a redação.

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Dia do fico

O anúncio da renovação de contrato de Sebastian Vettel com a Red Bull coloca um ponto final nos boatos de que o tricampeão iria para a Ferrari na próxima temporada. O piloto alemão continuará no time austríaco até o final de 2015.

Formula 1 Website

Quem acompanha o blog há mais tempo deve lembrar que já escrevi algumas vezes de que a ida do alemão para Maranello para ocupar o cockpit de Felipe Massa seria improvável.

É claro que não tenho bola de cristal. O motivo é simples: Vettel está em grande fase em uma equipe que atravessa uma fase espetacular. Desde que chegou à Red Bull, a pior classificação de Sebastian em um mundial foi em 2009, ano em que terminou com o vice-campeonato.

Se por um lado a equipe já definiu um piloto para 2014, por outro está aberta a vaga para ser companheiro de equipe de Vettel. Ainda não há nada oficial, mas Mark Webber irá pendurar o capacete ao final desta temporada. O australiano passa um momento delicado na escuderia, que ficou acentuado desde o caso do Multi 21, no Grande Prêmio da Malásia.

O nome que anda pelos paddocks para esta provável vaga na Red Bull é de Kimi Raikkonen. O finlandês, que é a peça-chave da dança dos cockpits para o próximo mundial, está em grande fase – a melhor desde seu título, em 2007 – e é pretendido pela escuderia dos energéticos.

Se Kimi trocar de time, abrirá uma sedutora vaga na Lotus. Aliás, duas, pois não acredito que Romain Grosjean seguirá no time de Enstone. Talvez ali seja o destino de Felipe Massa, caso não renove com a Ferrari. Longe de Fernando Alonso, o brasileiro poderá desenvolver um trabalho competitivo.

Seria interessante se a Lotus reeditasse a vitoriosa dupla da Ferrari do final da década passada, com Raikkonen e Massa. Em 2007, nas últimas provas, o brasileiro ajudou o finlandês a faturar o título. No ano seguinte, foi a vez do Homem de Gelo dar uma mãozinha para Felipe disputar o título até a última corrida. Resta saber se a Lotus tem fôlego financeiro para bancar os dois.

Neste cenário, uma vaga na Red Bull continuaria sem dono. O nome de Jean-Eric Vergne ganhou força nas últimas corridas. Correndo por fora, Daniel Ricciardo, que é compatriota de Webber. A dupla da Toro Rosso sonha com a provável vaga de Webber na Red Bull.

Para conquistar a vaga, é preciso bem mais do que talento para guiar um fórmula 1. Na escolha da Red Bull pesará o interesse dos energéticos em seus mercados. Continuar a ter um alemão e um australiano seria, de certa forma, manter os interesses comerciais nestes países. Por outro lado, deverá haver interesse na França, uma vez que a última vitória de um piloto francês na Fórmula 1 foi no confuso GP de Mônaco de 1996, com Olivier Panis.


Na McLaren e na Mercedes, não haverá troca de duplas. Os dois times estrearam pilotos nesta temporada e continuarão com suas duplas para 2014.

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Um presentão de aniversário

Não é todo dia que um piloto tem a oportunidade de celebrar seu aniversário competindo em uma grande categoria automobilística do mundo em sua cidade natal. Um fato raro como este acontecerá na vida de David Muffato. O campeão de 2003 da Stock Car completará 42 anos no próximo domingo, 16 de junho, dia da sexta etapa da categoria, que será disputada em Cascavel, no Paraná.

Conversei com o campeão da Stock Car sobre esta feliz coincidência e ele não escondeu a emoção para a prova no circuito do interior paranaense.

“Com certeza será um dia de muita emoção Imagine só como são as coisas: poder estar em Cascavel, cidade onde fui criado e onde aprendi a guiar carros de corrida, será muito bom. E poder estar competindo na Stock Car, que é uma das principais categorias do mundo, será excelente! Compartilhar toda emoção no dia do meu aniversário e estando perto da minha família e de meus amigos é realmente um presente”, afirmou o piloto do Nova Schin Carlos Alves #35.

Duda Bairros

Muffato também me contou que vai alinhar no reformado Autódromo Internacional Zilmar Beax com ânimo renovado.

“Isso sem contar que neste fim de semana a equipe vai me dar um presente: um novo carro”, revelou David Muffato. “Já tínhamos desconfiança de problemas crônicos no meu carro. Agora, que desmontamos o antigo para construir um novo, tivemos a certeza de que estávamos certos. Encontramos muita coisa errada. O chassi estava muito machucado e o escapamento estava ruim; isso só para citar dois dos problemas! Enfim, tivemos de construir um carro do zero”, explicou Muffato.

“A equipe do Carlos Alves trabalhou muito. Meu carro terá novo chassi... Tudo novinho. É um carro que saiu do zero. Nos últimos dias, testamos posição do câmbio, motor, diferencial e alinhamento do cardã. A expectativa é que o carro esteja competitivo já em Cascavel”, contou.

“Estou certo que o novo carro nasceu bom. Também, pior do que aquele outro não tem como ficar”, contou o bem humorado campeão de 2003.

“Em Cascavel, a ideia é brigar pelas primeiras posições. Na última etapa, em Brasília, a equipe teve uma boa performance com o Marquinhos [Gomes]. Não fosse o drive through, ele teria tido um bom resultado. Agora, com o carro novo, vamos brigar na frente!”, disse Muffato, lembrando a controversa penalidade dada ao piloto paulista.

Muffato, que trocou de equipe para esta temporada, não mediu palavras para falar do time. “A equipe do Carlos Alves tem uma estrutura realmente muito boa”, afirmou.

O piloto paranaense ressaltou que a competitividade de uma equipe no automobilismo está ligada a diversos fatores. “Ter um forte patrocínio também é uma das condições para ter sucesso nas pistas. Em outras palavras, se tiver dinheiro, a coisa acontece”, disse.

“Com um patrocínio pesado, uma equipe tem condição de se estruturar bem e formar um bom time. E isso passa por ter bons pilotos, mecânicos e engenheiros”, explicou Muffato, último campeão da Stock Car sem estar sob o comando de Andreas Mattheis ou Rosinei Campos, também conhecido como “Meinha”.

“O Andreas e o Meinha dispensam apresentação. Estes dois gênios fizeram muito pelo automobilismo brasileiro antes mesmo de todo este justo sucesso que colhem na Stock Car. Eles montaram estruturas invejáveis na categoria, reunindo pesados patrocinadores, bons pilotos e profissionais competentes. Na Stock Car tem outras feras à frente de equipes, mas, talvez pela falta de um forte patrocinador, não conseguiram montar uma estrutura tão boa quanto a deles dois”, opinou Muffato.

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Vitória e liderança

Não teve para ninguém. Talvez esta tenha sido a mais fácil vitória de Sebastian Vettel na Fórmula 1. Se Vettel já era líder antes de a corrida canadense começar, depois da quadriculada o alemão da Red Bull abriu uma confortável vantagem no campeonato. Com 132 pontos, Sebastian abriu 36 de vantagem no mundial sobre o novo vice-líder, Fernando Alonso. Depois da performance em Montreal, Vettel passou a impressão de que guia a muitos quilômetros por hora para seu tetracampeonato. Será?

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A conquista no Canadá foi o terceiro triunfo do alemão da Red Bull na temporada e o primeiro em Montreal. A vitória de Vettel no Canadá seguramente estava engasgada na garanta do tricampeão. Há dois anos, Sebastian perdeu a vitória na última volta para Jenson Button.

Desde que começou a disputar a Fórmula 1, Vettel só não venceu na Hungria, Estados Unidos e em sua terra natal, Alemanha.

Sexto maior vencedor da história da Fórmula 1, Vettel chegou a 29 vitórias na F1. Agora, o alemão tem pela frente Nigel Mansell (31), Fernando Alonso (32), Ayrton Senna (41), Alain Prost (51) e o compatriota Michael Schumacher (91). Percentualmente, Sebastian é fantástico: o alemão, que tem 108 Grandes Prêmios disputados, tem uma vitória a cada 3,72 GPs.

O número impressiona porque o jovem tricampeão de 25 anos já deixou lendas como Alain Prost, Ayrton Senna e Jackie Stewart para trás. Percentualmente, na história, Vettel só não conseguiu superar Juan Manuel Fangio (uma vitória a cada 0,47 GP), Alberto Ascari (2,46), Jim Clark (2,88) e Schumacher (3,36).

Apesar de números fantásticos, soberania no circuito do Canadá e uma confortável vantagem no mundial, Vettel tem um forte adversário: o velho conhecido Fernando Alonso, que perdeu o mundial para o alemão em 2010 e 2012.

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O bicampeão mostrou mais uma vez seu talento. O espanhol da Ferrari largou da terceira fila e ganhou posições. Na metade final do GP, fez boa ultrapassagem sobre Lewis Hamilton e garantiu a segunda colocação na corrida. Este foi o 90˚ pódio de Alonso na F1.

Depois de terminar a classificação com um acidente no Q2, Felipe Massa mostrou competitividade e fez uma de suas melhores corridas em 2013. O brasileiro foi agressivo e ganhou posições na primeira metade da prova. Nas voltas finais, Massa voltou a ser arrojado e fez ótima ultrapassagem sobre Kimi Raikkonen. Felipe terminou o GP em oitavo.

A nona posição de Raikkonen provocou a perda da vice-liderança do mundial. Apesar disso, o campeão de 2007 chegou a um incrível recorde. O finlandês da Lotus pontuou nos últimos 24 GPs e igualou o recorde de Schumacher como o piloto que conquistou pontos no maior número de corridas de forma consecutiva.

A Mercedes não repetiu a boa performance dos treinos e não foi adversária para Red Bull e Ferrari. Ainda assim, o time alemão mostrou evolução em ritmo de corrida. A prova foi o rendimento de Lewis Hamilton, que recebeu a quadriculada em terceiro lugar, e a performance de Nico Rosberg, que garantiu a quinta colocação. Entre eles, Webber marcou pontos para os touros vermelhos.

E o Valtteri Bottas, heim?! Largando da terceira posição do grid, o finlandês da Williams não tinha carro para acompanhar os ponteiros e despencou posições logo nas primeiras voltas. Bottas terminou em 14˚.

Seu companheiro na Williams fracassou mais uma vez. Ainda no início da corrida, Bottas defendeu sua posição dos ataques de Adrian Sutil. O alemão da Force India perdeu controle e rodou. Pastor Maldonado não conseguiu desviar a acertou o VJM06 de Sutil.

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O campeonato mundial de pilotos de Fórmula 1 está assim:
1. Sebastian Vettel: 132 pontos;
2. Fernando Alonso: 96
3. Kimi Raikkonen: 88
4. Lewis Hamilton: 77
5. Mark Webber: 69
6. Nico Rosberg: 57
7. Felipe Massa: 49
8. Paul di Resta: 34
9. Romain Grosjean: 26
10. Jenson Button: 25

Veja o resultado do Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1:

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Geraldo Piquet vence e entra na briga pelo título na F-Truck

A etapa de Goiânia da Fórmula Truck foi marcada pelo forte calor e pela vitória de Geraldo Piquet. O brasiliense competiu com inteligência, poupando seu equipamento durante a primeira parte da corrida goiana. No final, Geraldo impôs um forte ritmo para garantir seu primeiro triunfo na temporada.

Orlei Silva

A vitória de Geraldo ultrapassou a esfera esportiva: o piloto ficou fora da etapa de Londrina para se recuperar de um acidente. Duas corridas depois, Geraldo subiu no degrau mais alto do pódio.

O forte calor que aqueceu a capital de Goiás esquentou motores e equipamentos dos caminhões que alinharam para a disputa desta prova. Não foram poucas as vitimas da alta temperatura que fez no circuito goiano: Paulo Salustiano, Leandro Reis, Débora Rodrigues, Pedro Muffato, Raijan Mascarello, dentre outros.

Com um olho na pista e outro na temperatura do motor, Geraldo Piquet assumiu a liderança após a relargada, deixando o companheiro de equipe, Wellington Cirino, que largou na pole, para trás.

O ABF-Mercedes #3 de Geraldo sofreu forte pressão do Iveco #88 de Beto Monteiro. O pernambucano não conseguiu a ultrapassagem; e pior: perdeu posições porque sofreu com aquecimento em seu caminhão.

Sem a sombra de Monteiro, Geraldo guiou as últimas voltas pelos 3.835 metros com alguma folga para Adalberto Jardim. Sem a sombra de Monteiro, Geraldo guiou as últimas voltas pelos 3.835 metros com alguma folga para Adalberto Jardim. Atual campeão, Leandro Totti terminou em terceiro.

Orlei Silva

Abro parêntese para o piloto principal da 72 Sports. Veterano piloto de 50 anos, Djalma Fogaça conquistou pontos pela quarta vez consecutiva em 2013. Fecho parêntese.

O campeonato brasileiro da categoria está assim:
1) Paulo Salustiano e Regis Boéssio: 71 pontos
3) Geraldo Piquet: 53
4) Leandro Totti: 52
5) Wellington Cirino: 44

Orlei Silva

Confira o resultado da corrida de Goiânia, quarta etapa do campeonato brasileiro da Fórmula Truck:
1. Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz
2. Adalberto Jardim (SP/Volkswagen), MAN/RM Competições
3. Leandro Totti (PR/Volkswagen), MAN/RM Competições
4.Diogo Pachenki (PR/Mercedes-Benz), ABF Racing Team
5. Roberval Andrade (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport
6. João Marcos Maistro (PR/Volvo), Clay Truck Racing
7. Alberto Cattucci (SP/Volvo), ABF/Volvo
8. Rogério Castro (GO/Volvo), ABF/Volvo
9. Edu Piano (SP/Ford), Território Motorsport
10. Ronaldo Kastropil (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport
11. Beto Monteiro (PE/Iveco), Scuderia Iveco
12. Djalma Fogaça (SP/Ford), 72 Sports/Ford Racing Trucks
13. Régis Boessio (RS/Mercedes-Benz), ABF Desenvolvimento Team
14. André Marques (SP/Volkswagen), MAN/RM Competições
15. Alex Caffi (ITA/Iveco), Dakarmotors
16. Valmir Benavides (SP/Iveco), Scuderia Iveco

Não completaram:
17. Jansen Bueno (PR/Volvo), DB Motorsport
18. Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz
19. Felipe Giaffone (SP/MAN), MAN/RM Competições
20. Paulo Salustiano (SP/Mercedes-Benz), ABF Racing Team
21. Luiz Lopes (SP/Iveco), Lucar Motorsports
22. Leandro Reis (GO/Scania), Original Reis Competições
23. Débora Rodrigues (SP/Volkswagen), MAN/RM Competições
24. Pedro Muffato (PR/Scania), Muffatão
25. Raijan Mascarello (MT/Ford), 72 Sports/Ford Racing Trucks

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