Futebol brasileiro poderia aprender com o basquete: contratar treinador estrangeiro

Após diversos fracassos em mundiais e até ficarmos de fora das últimas três edições de Jogos Olímpicos, a Confederação Brasileira de Basquete decidiu contratar um treinador estrangeiro e de qualidade. O nome do argentino Ruben Magnano, campeão mundial e olímpico pelos Hermanos, foi um grande acerto. O treinador rapidamente conseguiu bons resultados e a desejada classificação para as Olimpíadas de Londres deste ano. E como o argentino pensa no melhor para sua equipe, ele não teve a mesquinharia de deixar de fora da convocação os dois dos melhores jogadores brasileiros, Nenê e Leandrinho, que haviam rejeitado a Seleção após divergências com a antiga diretoria da CBB. Sabe por quê? Fácil. Porque Magnano é profissional e assuntos pequenos podem ser colocados de lado na hora do objetivo comum: uma medalha.
Na entrevista coletiva após a convocação, o técnico deixou claro também que terá um bom tempo antes da competição para verificar que os dois astros da NBA estarão comprometidos com o time e vão jogar para fazer jus à expectativa feita em cima de seus nomes. É o que todos esperamos...
A opção do título deste post é que fica para os dirigentes de outra Confederação: a de futebol. Muitos treinadores brasileiros são orgulhos e “se acham” maiores do que realmente são. Escolhem alguns jogadores para formar “famílias” e deixam de fora os melhores, apenas com a alegação que tem craques que “podem desestabilizar o grupo”. Balela. Tudo isso, é para esconder sua falta de tato em tratar com “feras” e para ficar sempre em maior destaque que os jogadores.
Com certeza que um treinador estrangeiro (de qualidade!), teria um olhar mais profissional e não teria aquele famoso “favor” em convocar certos jogadores que já conhecem ou até atletas veiculados de certos empresários. Ele estaria focado e teria maior facilidade em chamar os melhores para vestir a camisa mais temida e vencedora do futebol mundial.
É ou não é uma boa, a contratação de um treinador estrageiro para dirigir a Seleção Brasileira de futebol?
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