Vinexpo é feira apenas para profissionais
Vinexpo não é um bom local para se passear, mas excelente para se trabalhar. Não é palco para amadores, mas para profissionais. As dimensões do salão são grandiosas, seu formato em U tem na base (hall1) 1000 metros e nas laterais (hall 2 e 3) 400 metros. O vai e vem pelo salão obriga o profissional a marchar em média 6 km por dia, tornando-o quase um evento esportivo. O salão abre às 9 horas e termina às 18 horas, portanto quem não é profissional do vinho não vem. Não há almoço ou lanche oferecido pelos organizadores, este deve ser pago nos diversos restaurantes disponíveis em Vinexpo, que comemora seus 30 anos em excelente forma.
Estão presentes produtores de dezenas de países com destaque para os europeus, mas sem deixar de haver uma importante participação de todo o chamado Novo Mundo. Os estandes podem ser grandiosos ou bem pequenos, grandes agrupando sob uma mesma bandeira diversos pequenos produtores, como aqueles apoiados por sindicatos, regiões produtoras ou mesmo países, casos do Brasil, Chile, Grécia, Argentina e alguns outros. Atrás de cada mesinha ou balcão veremos um produtor orgulhoso do seu vinho e na sua frente um comprador, curioso e crítico, seja ele o dono de um restaurante, um agente, o sommelier de uma rede de supermercados ou um importador. Todos buscam bons produtos para seus clientes no melhor preço possível, em todos os idiomas do vinho.
Para atrair a atenção dos milhares de compradores belas garrafas, bons vinhos e sobretudo criatividade e inovação. Decorações audaciosas, tradicionais, belas recepcionistas, tecnologia, luxo, todas as fórmulas são válidas para atrair um novo cliente.

Jean Pierre Gauffre e este colunista no lançamento do "Petit Dictionnaire".
Mas nem só de vinho vive Vinexpo. Uma livraria no meio do salão oferece a oportunidade de adquirir um vasto catálogo de livros sobre vinho ou os famosos kits Nez du Vin, para descobrir os aromas do vinho. Nesta terça-feira pude participar do lançamento de um bem humorado livro: Pequeno Dicionário, Absurdo e Impertinente, em francês. Escrito pelo jornalista Jean Pierre Caufre, ex-proprietário do Jornal do Médoc e hoje trabalhando na rádio France Info. O livro traz sempre duas definições para cada palavra, uma técnica e a outra bem humorada e desconcertante deste jornalista especializado na gastronomia. Santé.
Estão presentes produtores de dezenas de países com destaque para os europeus, mas sem deixar de haver uma importante participação de todo o chamado Novo Mundo. Os estandes podem ser grandiosos ou bem pequenos, grandes agrupando sob uma mesma bandeira diversos pequenos produtores, como aqueles apoiados por sindicatos, regiões produtoras ou mesmo países, casos do Brasil, Chile, Grécia, Argentina e alguns outros. Atrás de cada mesinha ou balcão veremos um produtor orgulhoso do seu vinho e na sua frente um comprador, curioso e crítico, seja ele o dono de um restaurante, um agente, o sommelier de uma rede de supermercados ou um importador. Todos buscam bons produtos para seus clientes no melhor preço possível, em todos os idiomas do vinho.
Para atrair a atenção dos milhares de compradores belas garrafas, bons vinhos e sobretudo criatividade e inovação. Decorações audaciosas, tradicionais, belas recepcionistas, tecnologia, luxo, todas as fórmulas são válidas para atrair um novo cliente.

Jean Pierre Gauffre e este colunista no lançamento do "Petit Dictionnaire".
Mas nem só de vinho vive Vinexpo. Uma livraria no meio do salão oferece a oportunidade de adquirir um vasto catálogo de livros sobre vinho ou os famosos kits Nez du Vin, para descobrir os aromas do vinho. Nesta terça-feira pude participar do lançamento de um bem humorado livro: Pequeno Dicionário, Absurdo e Impertinente, em francês. Escrito pelo jornalista Jean Pierre Caufre, ex-proprietário do Jornal do Médoc e hoje trabalhando na rádio France Info. O livro traz sempre duas definições para cada palavra, uma técnica e a outra bem humorada e desconcertante deste jornalista especializado na gastronomia. Santé.