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QUEM NASCEU PRIMEIRO?

A pergunta é velha: 'Quem nasceu primeiro, o ôvo ou a galinha?
Ela é válida para o crônico problema do estacionamento e o congestionamento.Qual dos dois é o dependente do outro?
Pois bem todos sabemos que o estacionamento é sempre o nosso destino do fim da viagem.Quanto mais vagas existirem para aonde se vai, maior o tráfego de automóveis.Por causa disto, a distribuição de suas facilidades tem grande influência no volume de tráfego.O verbo estacionar, costumo dizer, não tem o tempo presente e, o seu tempo futuro é problemático.Recentemente, apareceu na mídia, a notícia de que será construido um estacionamento subterrâneo(sempre bem vindo) na Avenida Vieira Souto. Nunca ví, no entanto, a notícia de que exista um plano diretor da CET RIO para a localização dos locais de estacionamento "off street".Isto é fundamental. Em 1968 o então Estado da Guanbara, criou este plano, onde se priorizava os estacionamentos sob as praças.Criamos até o slogan: "Se o céu é do condor e a praça é do povo, o sub solo da praça é do automóvel"
Pelo que vejo acontecer, quem escolhe os locais atualmente para construir garagens subterrâneas são as empresas interessadas na sua exploração.O interior do bairro de Ipanema, com suas duas praças principais, está a merecer que se utilize o seu sub solo. em benfício do seu comércio, digno de Primeiro Mundo, que merece o respeito e que se priorize o seu interesse, e não os do que exploram os estacionamentos, sempre um grande negócio finaceiro para os que nele se envolvem.

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UM POUCO DE BAIRRISMO

Em virtude do término do JB Barra, um excelente veículo que defendia os interesses do bairro onde resido, vou aproveitar a exsitência do meu blog para alertar ao responsável pela CET Rio, na Barra, para deficiências de alto risco que existem no Jardim Oceânico.
De uma maneira geral, todas as sinalizações de segurança, aplicadas na pista, como os avisos de PARE, por exemplo, estão apagados e ilegíveis.O mais perigoso se situa no cruzamento, em rotatória, da Avenida Alda Garrido com a rua Rodolfo Amoedo que, além de apagado o aviso na pista, a placa de PARE, de há muito caiu e não foi recolocada.É realmente um risco de vida para quem não conhece o local.Espero que este ponto, ao menos , seja corrgido, antes que aconteça uma trajédia.
Também a curva que o tráfego que acessa ao Jardim Oceânico, oriundo da Zona Sul, que vira à esquerda, sob a ponte que leva o fluxo de veículos que se destina ao Recreio, durante a noite apresenta um alto risco, pela pouca vizibilidade do meio fio que delimita a largura da pista no local da conversão, tão logo ela termina, e se inicia o acesso à rua Rodolfo Amoedo.Seria recomendável a pintura deste dito meio fio, se possivel com tinta branca refletorizada.Na ausência desta, tinta branca comum, já "quebra o galho".A existência desta deficiência.para os que não conhecem o local.se constitui em alto risco.
Para finalizar, seria de toda conveniência que, em todos os cruzamentos onde exista sinalização definidora de preferência, principalmente nas rotatórias, a existência de um redutor de velocidade, tipo "chicana" constituido de taxões, dotados de uma passagem com rampas, definindo apenas a largura das rodas dianteiras dos carros. Parecidos com o que sugeri ao Shopping Rio Desing e que lá existem.Assim procedendo estariamos forçando a redução de velocidade do tráfego que deve dar a preferância.
Espero que tenham a humildade de acolher estas sugestões, para o bem dos que residem no Bairro e, principalmente , para os 'estrangeiros', que aqui acorrem para o seu laser.

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SITUAÇÃO INUSITADA E QUASE HILARIANTE

Felizmente,não aconteceu aqui, embora possa ser o sonho de vários motoristas.Aconteceu na Escócia e chegou até mim pela Internet.Tão inusitado foi o ocorrido e,como envolveu a fiscalização policial de velocidade, vale a pena ser divulgada.acredito até que poderá ser um pouco hilariante.Eis a descrição do ocorrido:
Dois policiais, patrulheiros rodoviários, do condado de North Berrwick, localizado a leste de Edinburgh, foram envolvidos num inusitadoincidente, enquanto fiscalizavam a obediência aos limites de velocidade, pelos motoristas que trafegavam pela A1, Great North Road. Um dos policiais utilizando um radar portátil, de manuseio manual, fiscalizava o tráfego de veículos que eram originários do tope de uma elevação da dita rodovia, quando foi surpreendido pelo registro de uma velocidade acima de 300 milhas/hora (cerca de 450 km/h). ao fazer este registro o equipamento travou e, os operadores não conseguiram faze-la voltar a funcionar.Na realidade, o radar havia detectado um caça ajato , "Tornado",que se deslocava sobre o Mar do Norte, realizando um exercício de vôo a baixa altitude, sobre o distrito de Borders.Quando os dois policiais regressaram ao seu posto distrital, o Chefe, ao tomar conhecimento do fato, enviou uma mensagem de constrangimento e um pedido de desculpas para o Oficial de Ligação da RAF.
Recebeu como resposta, no mais autêncico estilo britânico, a seguinte mensagem: "Agradeço por me haver enviado a sua mensagem que me permitiu concluir o registro deste incidente.O Senhor, naturalmente, poderá estar enteressado em saber que o computaor tático, instalado no "Tornado", automaticamente, captou a intervenção de um radar hostil e enviou um sinal para bloqueá-lo.
Logo em seguida, o míssil ar-tera,"Sidewinder", instalado no jato junto com os demais armas da aeronave, para sua defesa e ataque, também "amarrou" a localização do local de origem da emissão do feixe de detecção do radar hostil.Felizmente, o piloto holandês que pilotava o avião, reagiu ao estado de alerta do míssil "inteligente" e foi capaz de "abortar" a reação do sistema automático de proteção de sua aeronave, antes do míssil ter sido disparado."
Foi por um triz que o "caçador" escapou de ser a "caça '.
Fica aqui a sugestão aos motoristas para a instalação, como assessório, de um sistema inteligente de detecção e proteção compacto, equipado como um míssil de, no máximo 30 cm de comprimento, para eliminar os "pardais "que, sem nenhuma inteligência, teimam em detectar excessos de limites ridículos de velocidade para a hora em que estão funcionando, em plena madrugada.

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