Você tem medo de ficar pra titia? Eu tenho! Acho que é comum entre a maioria das mulheres, e entre um bom número dos rapazes também, o medo de ficar sozinho (a). Mas eu tenho uma amiga que diz: “solteirice é um estado, não uma condição”. Então me olho no espelho e digo: “Van, você somente ESTÁ solteira. Isso pode mudar a qualquer momento”.
Tá, eu adoraria dizer que toda essa força do pensamento ajuda na hora da carência, que faz com que a gente encare o mundo afetivo cor-de-rosa e que no final bem no final dá tudo certo. A verdade é que só consola um pouco e que muitas vezes você estará na frente do espelho dizendo: “Espelho, espelho meu, porque todo mundo tem alguém menos eu?”.
Mas.... (e graças a Deus, sempre há um mas), a gente não vive 100% do nosso tempo carente. De fato, andamos bem ocupadas com o trabalho, estudo, família, amigos etc. É só quando não estamos concentradas nas outras partes da nossa vida, que lembramos da ausência daquele alguém.
Entretanto, bonitona, dá pra enganar a “solidão” enquanto você não encontra o seu cara de marido (ou sua cara de esposa, no caso dos lindos). O segredo, acredito eu, é focar nas coisas que te dão prazer. E quase como que lendo meus pensamentos a respeito disso, dou de cara com o vídeo que quero compartilhar com vocês.
Espero que inspire, girls. Agora se me dão licença, vou ali dançar comigo e já volto! Hehehe.
E não é que eu acabei descobrindo na terapia que tenho fobia de relacionamento?? OMG! Por essa eu não esperava. Logo eu, que estou aí na árdua batalha pelo meu cara de marido. Hehe. Acontece que entre os nossos desejos e a gente, tem uma série de coisas que precisam ser resolvidas. O interessante é que comecei a reparar e percebi que essa fobia não é só minha, estamos rodeados de pessoas assim (eu estou). E é muita gente mesmo. Vou explicar melhor.
Quantas vezes, florzinha, você não cansou de ouvir aquela frase: “Puxa, não entendo como uma mulher tão linda, inteligente e divertida como você, está solteira até hoje”. E daí você pensa: “Pois é, nem eu”. E então faz aquela retrospectiva básica dos caras que passaram na sua vida, lembra até do Claudinho... sabe o Claudinho? Aquele namoradinho que você não dava muita bola, achava chatinho e acabou casando com a prima de um amigo de não sei quem, comprou uma casa linda, tem dois filhos e um cachorro... Ahhh, podia ser você com o Claudinho, né boba?! Até que ele não era tão “inho”... Pois é, você acaba percebendo que deixou passar alguns caras com os quais poderia ter dado certo.
Parênteses: Não pense nisso. Se não deu certo, pode apostar que teve bons motivos pra isso. E um deles, pode ser o assunto que estamos tratando aqui.
Na verdade, a maioria das pessoas que tem essa fobia de relacionamento não sabe que tem. Eu jamais diria que tinha. É contraditório, porque a gente tem tanta vontade de encontrar alguém legal, de dividir uma vida bacana e tal, que esquece de analisar o outro lado da nossa moeda. O medo de se machucar, de estar com o cara que não é “o cara”, de reviver algumas frustrações é o que muitas vezes empaca e destrói relações.
E então aquele gatinho te liga, te chama pra sair e você vai feliz da vida, achando que está dando a maior chance pro amor. No começo ele é charmoso, divertido, fofo etc. Após alguns encontros, convivência etc você se depara fazendo a listinha de “defeitos” do xuxu. E já posso te ver na mesa do boteco falando pras amigas: “Ai, ele é um fofinho, mas não quero namorar com ele não”. Vivemos numa sociedade em que todo mundo tem alguém, mas todo mundo está sozinho. Já reparou?
As pessoas protegem os seus coraçõezinhos com o casual, mas aquele que é o grande anseio do coração fica lá, reprimido. Bom bonitona, se você fez a retro que eu falei, e tem pelo menos uns 5 Claudinhos nela, comece a pensar: Será que o problema não está em você? Sim, minha linda, porque é sempre mais fácil culpar os defeitos do outro, mas olhar pra dentro de si é torturante. Acontece que auto-conhecimento é evolução.
Nessa de reparar nas pessoas ao meu redor, eu pude ver garotas incríveis que: terminaram relacionamentos de anos na porta do altar, deram o pé na bunda do rolo quando ele decidiu deixar de ser rolo e a pediu em namoro, estavam se envolvendo pela milésima vez com um cara comprometido, cultivaram paixões platônicas por amores impossíveis, reclamaram e reclamaram do cara com o qual estão saindo e não assumiram nada por acharem que “coisa melhor” poderia aparecer, que se assumiram solteiras por opção mas suspiram fundo assistindo “PS: Te amo”... uia, nem me lembro de tudo.
Não estou dizendo que é pra você namorar o primeiro cara que aparecer na sua frente. Minha sugestão é apenas que você se olhe no espelho e pergunte: Será que não tenho me sabotado esse tempo todo, achando que na verdade estava me preservando? Se você descobrir que como eu, tem mantido o amor à distância, saiba que é hora de mudar.
Mudanças são difíceis, complicadas e às vezes doloridas. Mas sempre valem a pena. Comece pelo básico baby, um passinho de cada vez. Encontre alguém realmente legal e invista em doses homeopáticas. Deixe pra viver cada dia como se fosse único, como se cada encontro fosse o primeiro. Se nem um marido é obrigatoriamente pra sempre, pra que ter medo de assumir um compromisso, darling?
Já dizia o mestre Tom Jobim: “o amor se deixa surpreender”. E será exatamente assim que vai acontecer. Quando você baixar a guarda, verá o quão surpreendente pode ser o amor. De repente, você vai descobrir qualidades que nem imaginava naquele alguém que sempre esteve tão pertinho de você. Ou abrirá espaço para algo novo e incrivelmente bom. Eu tenho feito isso e tem funcionado de um tanto que você nem pode imaginar, bonitona.
O medo? Ahhh, claro que ele aparece. Mas aí “vem de mansinho a brisa e me diz, é impossível ser feliz sozinho”. E o medo vai embora.
O mundo todo está em clima de Copa do Mundo. O Brasil então, nem se fala. E você, bonitona? Já descobriu o que é um impedimento? Já adquiriu sua super personalizada vuvuzela? Já sabe o nome e quem são os outros jogadores além do Kaká? Rs. Ontem uma nação inteira praticamente parou para a estréia do nosso país na Copa, e tudo o que vimos foi uma seleção apática, morna, que se esforçou o mínimo possível.
Calma linda, eu não vou comentar o jogo (embora adore futebol). Mas depois de muito xingar o Elano (pelo amor de Deus!!!), aliviar minha frustração com um belo pint de Guinness, fiquei pensando: OMG, quantas vezes nós não somos o Dunga de nossas relações amorosas? Escalamos um time, no caso um companheiro, apenas pra manter uma certa segurança. Seja por carência, por comodismo, por afinidade. Quantas vezes, nós mesmas, não entramos no jogo do relacionamento apáticas, mornas, nos esforçando o mínimo possível?
Futebol, pra mim, exige algumas coisinhas básicas: raça (ou paixão), criatividade e estratégia. Se um time consegue combinar de maneira eficiente esses três elementos, a chance de sucesso e de um belo espetáculo é garantida. No amor, a combinação também é válida. Penso que um relacionamento bacana é aquele que tem a capacidade de provocar borboletas na barriga, que te leva a fazer coisas que normalmente você não faria. Não sempre, mas “naqueles” momentos, entende? Relacionamento bom é aquele que pra dar certo, você precisa ter idéias de uma noite diferente, de uma situação diferente, precisa surpreender o outro (geralmente a gente exige muito dos homens nesse sentido e acaba esquecendo a nossa parte também). E por fim, mas não menos importante, uma boa relação exige uma dose cavalar de racionalidade. Bom, vamos nos aprofundar nisso, até porque, está tudo ligado.
Pensar racionalmente é algo extremamente complicado pra gente, até porque, provavelmente, você cresceu ouvindo aquela frase “homem é razão, mulher é emoção”. Mentira, fofura. Garanto que você tem a mesma capacidade de racionalizar que os homens tem. A diferença é que muitas vezes escolhemos sentir, nos emocionar, viver intensamente uma situação que pra eles, necessariamente, é preto no branco. Essa escolha tem sim suas vantagens, desenvolvemos um sexto sentido infalível, somos capazes de amar incondicionalmente (talvez por isso o Papai do Céu tenha decidido que nós geraríamos os babys, né), dentre outras coisas.
Mas se você quer ter um relacionamento construtivo, inclusive no aspecto emocional, é necessário ter estratégia. No futebol, implica em conhecer os pontos fortes e fracos do adversário, e montar um time que utilize o melhor de cada jogador para neutralizar o outro. Numa relação amore, conhecer aquilo que fortalece e enfraquece o bem-estar de vocês é imprescindível (isso exige racionalização) e a partir daí, você pode criar estratégias utilizando o melhor de cada um. E em situações de crise, pensar é melhor do que sentir, antes de se descabelar.
E se você é solteira, pode aprender a combinar raça, criatividade e estratégia com você mesma, Darling! Hehehe, exatamente. Pense na sua vida, naquilo que precisa da sua paixão, de novidade e como realizar tudo isso. Afinal, gente, treinar é fundamental para vencer o campeonato. Concordam?
É bonitona, pode apostar que estarei na torcida pelos seus gols. Se empenhe, tenha vontade de acertar. Não quero ver você na coletiva da sua vida, com aquela frase: “É... o time jogou bem... a gente se esforçou... mas não deu”. Você pode mais. Pelo menos, provavelmente, você se veste melhor que o Dunga vai. Já é um bom começo, hehehe.
Vamo que vamo, mulherada. Uma vuvuzelada especial pra sua vitória: Póóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóómm”
O dia dos namorados está chegando e, juro, eu não estava muito preocupada com isso até perceber a onda frenética que emergia das mulheres solteiras no twitter. Comecei a pensar: “OMG, vou passar o dia dos namorados sozinha!!!”. E, claro, isso não me deu uma sensação muito boa.
Quantas de vocês estão realmente preocupadas com isso, meninas? Bom, acho que a maioria das solteiras já está arrancando os cabelos imaginando os seus restaurantes preferidos lotados daquele casaisinhos felizes, trocando carícias apaixonadas, enquanto você, que é linda, inteligente, divertida, está sozinha.
É bonitona, não é fácil. Sinceramente, estou aqui fazendo um esforço imenso pra me lembrar o que fiz no ano passado. Mas não consigo. Então, primeiro consolo, essa data aterrorizante passará e você provavelmente não se lembrará mais dela.
Entretanto, eu sei que de vez em quando somos tomadas por aquele surto de ansiedade, e que nessa hora, o mínimo de racionalidade possível vai pro beleléu. Já falei dela né? É, sim, aquele vermezinho maldito. Pior do que isso, quando é uma data comemorativa, eis que um monstro malvado se apodera de nós. Seu nome: carência.
Yeah baby, ansiedade e carência é uma combinação bombástica capaz de destruir a auto-estima de uma mulher mais rápido que uma bomba atômica. E juntar os caquinhos depois não é tarefa fácil. Portanto, se nós já sabemos o que vai acontecer porque, com exceção das casadas de longa data, você passou a maior parte da sua vida solteira, porque não tentarmos algo diferente neste dia dos namorados?
Pensando nisso, resolvi elencar algumas sugestões do que não fazer e do que fazer neste dia dos infernos, rs.
NÃO tome um porre. Gente, vocês sabem que eu sou super a favor de um boteco, mas definitivamente, o dia dos namorados não é um bom dia pra tomar um porre. Sim, bonitona, o mundo estará girando a sua volta, mas isso não mudará o fato de que você ainda não é o mundo de alguém. O máximo que você conseguirá é ficar mais deprimida ainda e com vergonha própria no dia seguinte.
NÃO chame o seu homem-travesseiro para sair. Por definição, homem-travesseiro é aquele cara que é afim de você, mas do qual você não é afim. Entretanto sempre que o monstrinho da carência se apodera, você o procura para ter um pouquinho de carinho, atenção etc. Manja aquela expressão “chorar as mágoas agarrada no travesseiro”? Bom, já se ligou no tipo de homem que estou falando, certo?! Amore, homem-travesseiro é algo que você deveria ter abolido da sua vida faz tempo, pelo simples fato de que não é nada legal usar um sentimento bacana que uma pessoa tem por você, só porque você está carente. Entretanto, eu entendo que a carência nos deixa irracional e acredito que (se você realmente procura evitar) quando o procura não é por maldade. Mas procurá-lo no dia dos namorados irá apenas alimentar falsas esperanças nele, e te deixará um vazio imenso, porque você no fundo sabe que não é com ele que gostaria de estar.
EM HIPÓTESE ALGUMA ligue, mande sms, mention no twitter ou até mesmo uma indiretinha que seja no nick do msn para o cafo! A esta altura do campeonato você já devia saber que cafo é cafo, e mesmo que ele saia com você nesta data deprimente, muito provavelmente você apenas estará sendo a mulher-travesseiro dele. Então, poupe-se de não receber aquela merecida ligação no dia seguinte, darling.
EVITE A TODO CUSTO shoppings, cinemas, comédias românticas, aquela tia que sempre te pergunta se você já arranjou um namorado, a amiga que está enlouquecida sem saber que presente criativo dar pro namorado, sua mãe, floriculturas, restaurantes charmosos e baladas bombásticas. Você não precisa alimentar a tristeza por estar sozinha, se cercando de situações que berram na sua alma o quanto tem um monte de gente por aí feliz e acompanhada.
FAÇA algo por você. Sabe aquela grana que você gastaria comprando um presente pra ele? Pois é, querida, compre algo lindo de viver pra você. Faça um corte novo de cabelo. Se dê aquela lingerie caresima, mas que te fará sentir gostosona. Que tal um SPA Day? Hey, você merece, flor. Não tenha dó de gastar com você mesma, porque você provavelmente gastaria com ele se estivesse namorando. Então, aproveite as promoções a seu favor. Até um plano novo de celular tá valendo, desde que você invista em você.
REÚNA as amigas solteiras para um fondue, um jantarzinho na sua casa, (se quiser realmente diferenciar) pra jogar sinuca ou ir no clube das mulheres. O interessante é fazer algo que resultará em muitas risadas. Fuja do cotidiano com elas e deixem-se surpreender. A novidade é sempre excitante. Façam juntas algo que nunca fizeram, ou diferente algo que costumam fazer. Viva histórias pra contar pros seus netos, faça deste que seria um dia ruim, algo extraordinariamente bom e inesquecível.
Este pode ser o seu último dia dos namorados solteira. Porque não torná-lo memorável?
Ano que vem, eu acredito que seu cara de marido estará enviando flores pra te acordar. Mas até lá, baby, não desperdice as chances de experimentar. Só assim você será uma mulher criativa, divertida e, principalmente, vitoriosa sobre a ansiedade e carência. Só assim aquela felicidade que atrai coisas boas passará a te acompanhar.
Você já contou uma mentira apenas pra não magoar alguém? Quando uma mentira é justificável, perdoável? Será que isso realmente existe? Eu detesto mentira, mas de vez em quando me pego contando uma. Especialmente aquelas chamadas “mentiras sociais”. Por exemplo, a colega de trabalho aparece com um corte novo de cabelo que está visivelmente horroroso, dublê de Tim Burton, e te pergunta TODA feliz da vida: “Você gostou?”. Meu Jesuis Cristinho, fazer o que nessa hora??? Sair correndo é opção pra não mentir?
Agora imaginem a dear Van aqui, de bobeira em casa, quando recebe um sms de um grande amigo, que ela adora, convidando-a pra sair. Toda contente e feliz, ela responde cheia de intimidade (com esse meu jeitinho que vocês conhecem: “oi queriiiiiiiiiiiido”), vai se arrumar, gasta duas horas puxando a juba, fazendo maquiagem, escolhendo roupa, imaginando o programa da noite (pois esse amigo é divertidíssimo), TWITTA pro mundo que vai rever o amigo (essa foi a máxima) e quando pára o carro na porta da casa, ela abre a porta e...... dá de cara com um outro rapaz, que leva o mesmo nome do amigo.
Bom, eu fiz isso. E EU SEI que as pessoas não costumam cometer este tipo de equívoco, então fica o primeiro conselho: Em hipótese alguma marquem um encontro por sms! Rs. Voltando ao que interessa... Entrei no carro e, sinceramente, não me lembro dos 10 primeiros minutos de conversa. Eu só pensava: “Conto ou não conto que estava esperando outra pessoa?”. O fato é que o moço é uma pessoa muito gentil, e embora eu não estivesse nem minimamente interessada nele (pelo menos da forma como eu sabia que ele estava em mim), não tive coragem de dizer a verdade.
Nos dias seguintes a situação ficou pior ainda. Ele me ligava (eu não atendia), ele me mandava sms (eu não respondia). E foi assim, até que inventei uma mentirinha que colocou fim a situação. Optei por essa solução porque todas as pessoas com as quais conversei a respeito do assunto, no geral, me disseram: “Van, eu preferiria não saber a verdade neste caso”. Fiquei pensando que eu, inclusive, iria preferir a mentira que contei, a saber, que um cara saiu comigo por engano.
Cazuza cantava: “Mentiras sinceras me interessam”. Será que era disso que ele estava falando? Imagine um mundo em que todo mundo fala a verdade o tempo todo. Imagine ele dizendo com todas as letras que não está afim de você simplesmente porque não te achou interessante o suficiente. Imagine ele dizendo que só queria mesmo te comer. Pior, imagine se ele admitisse que só gosta de transar com você, mas nunca vai querer nada sério. Ou imagine se ao invés de “ele” fosse “você” nas frases anteriores.
Meu pai me ensinou uma lição que eu somente passei a questionar depois do episódio que contei. Ele constantemente me diz: “Amorzinho, a parte sincera nunca sai perdendo”. Sempre achei que ele estava sendo o mais abrangente possível com essa tal sinceridade, mas agora acho que ele estava falando de coisas sérias, sentimentos sérios e mais profundos.
Porque a grande pergunta que toda essa confusão me deixou é: Nós queremos mesmo saber a verdade? Eu acho que não. Nós mulheres temos inclusive o hábito de inventarmos uma série de mentiras pra nós mesmas, com o simples objetivo de justificar ações de alguns cafos. Tipo... “Ah, ele não me ligou porque está num momento complicado do trabalho” ou ainda “Ele gosta muito de mim, mas está confuso com seus sentimentos, pois acabou de sair de uma relação”. Somos clássicas nestes tipos de desculpas internas.
Provavelmente Cazuza se interessava pelas mentiras sinceras pelo mesmo motivo que toda humanidade mente: pra evitar o sofrimento. Mas depois de ter mentido, fiquei pensando que se algum dia o moço com quem saí por engano descobrir o ocorrido, certamente ele ficará muito mais chateado comigo do que eu se eu tivesse dito a verdade. (Talvez agora com este post ele descubra, né?! Sorry mesmo, querido!).
Então o que fazer? Eu não sei mesmo. Mas tenho um palpite. Acho que essa questão toda da mentira/verdade pode ser algo que irá nos ajudar a identificar o nosso cara de marido. Penso que com ele as coisas acontecerão tão naturalmente, que não seremos pegas de saia justa, imaginando o que falar (nem pra si própria). E por isso será gostoso, por isso será sincero.
A verdade é que.... bem, quando eu descobrir, te conto bonitona. Combinado?!