05/01: The song remains the same

Postado por: Leandro Souto
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6:11:05 PM
Este acorde segue, agora, em novo endereço:

www.leandrosoutomaior.blogspot.com

Aguardo vocês! Um abraço forte e... ATÉ LÁ! LSM

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13/10: O fim

Postado por: Leandro Souto
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10:45:49 PM
"E no fim, o amor que você recebe é igual ao amor que você faz".

A experiência deste espaço aqui foi sensacional. Deixo a casa, para voltar em breve por aí, fiquem ligados. Obrigado a todos os que deram uma passadinha por aqui durante este período. LSM

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15/08: Letristas ladeira abaixo

Postado por: Leandro Souto
9 Comentários
7:56:52 PM
Letra do Fresno:

"E a culpa é sua por hoje eu ser assim.
E a culpa é sua por eu não ter sido criança.
E a culpa é sua por eu gostar mais de mim.
E a culpa é sua por eu não ter tido infância."

A qualidade dos compositores, letristas em especial, vem ladeira abaixo faz tempo. Lembro quando minha mãe e os professores do colégio achavam que Renato Russo era uma merda porque fazia rock. Sério, cansei de ouvir "Ah, nao é Chico Buarque nem Caetano Veloso, então não presta." E hoje é o pessoal da minha geração, ou da geração abaixo da minha, que dá aula. Deve ter fã de Fresno dando aula. LSM

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20/07: Joyce: novo CD e Google como oráculo

Postado por: Leandro Souto
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19:15:26
A cantora e compositora Joyce (que agora assina Joyce Moreno) está lançando um novo CD, Slow music, e mais três discos: com Maurício Maestro e Naná Vasconcelos, ao vivo em Paris em 1976; um tributo a Tom Jobim a ser lançado na Alemanha; e um terceiro ao lado de João Donato para o mercado japonês.

Por que lançar esses títulos apenas no exterior?

- Lá fora tem um mercado e um interesse muito maior pelo trabalho que faço. Por enquanto não há previsão de sairem no Brasil. O público brasileiro me cobra, mas hoje em dia, com a internet, todo mundo compra tudo.

'Slow music' sugere uma antítese à fast music, isto é, a música consumida de forma rápida e logo descartada... é um disco anti comercial, daqueles conceituais?

- Não penso mais se vai tocar em rádio ou não. Isso hoje é muito fora da minha realiade. Eu até toco bastante em rádios, mas fora do Brasil. Aqui a gente vive uma limitação muito grande com essas questões de mídia, jabá, tudo isso limita muito o que se ouve. Isso não é só comigo, é com todos que fazem música criativa no Brasil.

Você diz no encarte que esse disco é um sonho que pretendia realizar há 10 anos... Por que não o fez antes?

- Como gravo muito no exterior, formei um público muito grande lá fora que gosta de um lado de minha música mais suingado, de sambas, da gafieira moderna. E isso tem dado muito certo. Finalmente calhou das pessoas certas se juntarem no mesmo dia e o pessoal da Biscoito Fino aceitar a ideia. E foi assim, gravamos à jato, em três dias.

Por que a a mudança de nome artístico?

- Joguei meu nome no Google. Em primeiro lugar veio o James e depois vem um mundo de pessoas, menos eu. Quando comecei a carreira, era um nome raro, mas fora do Brasil é muito comum. Essa historia de Google é séria. Foi o oráculo que fui procurar. Moreno é um nome tão bonito, e é meu nome civil mesmo.

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01/07: Sobre Michael Jackson

Postado por: Leandro Souto
2 Comentários
15:48:10
Precisou baixar a poeira para realizar a realidade. Um filme inteiro passou pela minha cabeça - e pela de incontáveis pessoas ao redor do mundo. Comecei a gostar e me interessar por música por causa dele. Era o ano de 1982, do avassalador lançamento de Thriller. Tinha 9 anos. Foi a primeira música "adulta" que me despertou a atenção. Antes, só as não menos brilhantes trilhas de Sítio do Pica Pau Amarelo, Arca de Noé e Os Saltimbancos. Xuxa ainda não bombava. O papo da criançada era outro. Não tinha ainda o discernimento para julgar a qualidade artística e musical do ídolo pop. Depois que o leque de referências ampliou, confirmou-se o imenso talento desse popstar. Isso foi antes dos escândalos e da impressionante transformação física. Quando ainda era só a música. E que música! Sublime. Olha, sabemos que de perto ninguém é normal, e se formos conhecer a intimidade dos nossos ídolos, é capaz de não se salvar um. Na maioria dos casos a gente vai querer parar de escutar música. Limitando-se somente à parte musical, as grandes canções, solo ou ao lado dos irmãos, além de álbuns clássicos como Off the wall e Thriller, inestimável legado para a humanidade, são suficientes para elevá-lo à categoria de um dos artistas mais importantes e relevantes de todos os tempos. LSM

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05/06: A Rita levou meu sorriso...

Postado por: Leandro Souto
4 Comentários
21:52:32
O mais novo CD da popstar Wanessa (Camargo) é algo para se ouvir hoje e descartar amanhã. Nem a presença de Rita Lee em uma das faixas (a sua execelente Coisas da vida) salva a bolachinha de um destino trágico para o esquecimento. É duro crer que a outrora Rainha do Rock brasileiro tenha aceitado participar da constrangedora empreitada. Mas, depois de ter dividido o microfone com a também irrelevante Pitty e dito que ela é algo como "ótima", nada mais me surpreende. O problema, imagino, é que se a Rita se recusar a participar - e deve ter faturado uma bela grana nisso - a Wanessa e o pai dela vão aos jornais dizer que ela está ficando metida e isso vira uma baita polêmica... Salve-se quem puder. LSM

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28/05: Rita Lee longe do fogo criativo

Postado por: Leandro Souto
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12:43:25
Rita Lee está com novo CD e DVD na praça. Multishow ao vivo é um punhado de antigos clássicos acima de qualquer crítica, mas nada que já não houvesse sido cometido pela própria em lançamentos recentes, como o MTV Ao vivo, que faz cerca de cinco anos veio à tona. Incomodou mais ainda - apenas a uma minoria de fãs xiitas e cri-cris, confesso - a extrema "limpeza" no resultado final das novas interpretações. Uma audição mais atenta levanta suspeitas sobre se algo ali realmente foi o registrado ao vivo. Tá tão limpo (apesar da sujeira das guitarras da família Lee-De Carvalho) que sugere que quase tudo foi refeito em estúdio. Nada demais: a prática é até bem recorrente já faz um tempinho. Além do que, a voz da band leader é engolida pelas duas backing vocais - provavelmente por não mais a ter no mesmo punch de outrora. Mas que dá saudade dos tempos em que, n'Os Mutantes, até o erro que virava acerto era mantido na mixagem final, ah isso dá. Mas... o que dizer de uma coletânea com Ovelha negra, Flagra, Doce vampiro e Mutante? Só que faltou algo do calibre de Cartão postal, Corista de rock, Perto do fogo, Só de você, Bem me quer, Obrigado não... quanta coisa boa deixada de lado para só triturar novamente aquelas prá lá de batidas... No final, salva-se pela constatação de que é uma compositora do mesmo naipe de celebrados Gil, Caetano, Jorge Ben... não precisa provar mais nada. LSM

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17/05: Wando teria produzido um dos grandes hits do rock oitentista

Postado por: Leandro Souto
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22:30:31
A letra do clássico imortal da música brasileira Fogo e paixão, eternizado por Wando e o qual muito compositor de nariz em pé por aí não consegue fazer algo perto de relevante - e outros tantos dariam o dedo mindínho para ter produzido alguma obra perto da simplicidade perfeita do hit -, cairía como uma luva como um sucesso do rock nacional dos anos 80. É só mudar a textura sonora, colocar aquela bateriazinha reta típica da década, umas guitarras cheias de efeitos que seria um exemplo de pop perfeito da época. Tem tudo a ver, reveja a letra com outros ouvidos. E mais: ainda tem o agravante de a harmonia ser a mesmíssima do clássico dos anos 60 My pledge of love. LSM

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14/05: Respostas do post anterior...

Postado por: Leandro Souto
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16:33:17
Antes tarde do que nunca, seguem: não são tão difíceis...

1) TALKING HEADS
2) BEATLES (mole...)
3) MUTANTES

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06/05: Duas artes em um só objeto de desejo: “Poptogramas”

Postado por: Leandro Souto
2 Comentários
18:08:38
Monogamia nas artes é desnecessária. Cineastas ou atores sonham em dar pitacos sobre seu gosto musical. Músicos ou apaixonados por música dão suas rabiscadas lá e cá. Juntar duas paixões vai de encontro ao anseio de muitos artistas e arquitetos da arte. Foi assim que surgiu o livro Poptogramas, do designer Daniel Motta (da revista Playboy), que junta música e design. A ideia é a seguinte: pegar pictogramas e transformá-los em bandas e cantores da música. Uma releitura mesmo.

Opa... antes de continuar, talvez seja conveniente dissecar para os desavisados o que são pictogramas. Nas palavras do próprio autor, são “aqueles hominhos e menininhas que ficam na porta dos banheiros indicando masculino e feminino, ou aquelas placas de trânsito dizendo que você não pode estacionar. Taí. Trata-se de símbolos universais que podem ajudar até a usar o banheiro no aeroporto de Istambul!"

O livro é em formato de jogo. Você olha para a figura, tenta adivinhar o artista, vira a página e lê a resposta. Seguem três desafios... tentem adivinhar, e as respostas revelo aqui mesmo no próximo post... LSM

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